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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Continua paralisação de PMs da Bahia

Representantes do comando grevista e deputados se reuniram na noite de quarta-feira (Foto: Lilian Marques/G1)

O líder da Aspra, Marco Prisco falou em assembleia na madrugada desta quinta-feira (17) que a greve da Polícia Militar continua. “O governo não cedeu, a greve continua. Nós só saimos daqui anistiados”, disse.

Ainda de acordo com Prisco, nesta quinta-feira pela manhã ele vai se reunir com o Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, e com o Presidente da Ordem dos Advogados da Bahia (OAB-BA) Luiz Vianna, no Quartel do Comando Geral (QCG), no Campo Grande.

No início da assembleia, poucas pessoas estiveram no Wet’n Wild na noite de quarta-feira. O líder da Aspra, Marco Prisco, disse que fez uma convocação aos PMs que mantêm os serviços na rua para que se juntem ao movimento grevista.

Antes do encontro dos policiais, deputados estaduais de situação e oposição ao governo se reuniram com os representantes dos policiais grevistas. O encontro aconteceu na Assembleia Legislativa da Bahia e durou quase três horas, na noite de quarta. “A greve é preocupante, é um prejuízo muito grande. Fiz apelo para as partes chegassem a um denominador comum”, afirma Marcelo Nilo, presidente da AL-BA.

Os deputados que apoiam o governo disseram aos representantes dos grevistas que o Estado não vai negociar a anistia desta e da última greve, assim como a incorporação de gratificações à remuneração mensal dos policiais. Nilo e Zé Neto (PT), líder da bancada governistas, explicaram que apenas R$ 1 de reajuste no tíquete-alimentação representa R$ 2 milhões a mais no custo do governo e R$ 24 milhões por ano. Eles relataram que o governo não pode passar a gestão com dívidas para atender às reinvindicações.

O governo afirmou que as reivindicações das associações de policiais grevistas “ultrapassam o limite orçamentário do Estado”. Associações de PMs entregaram documento ao Comando da Polícia Militar, que intermediou a chegada dos itens até o governo estadual. Também durante a tarde, o governador Jaques Wagner concedeu entrevista coletiva afirmando ainda não ter visto o documento entregue e avaliou a greve como “eleitoreira”.

De acordo com o governo, os itens apresentados pela categoria, se atendidos, significariam um gasto de mais R$ 600 milhões por ano. “Essa nova pauta nos causa muita surpresa. Falamos que já estávamos no nosso limite e, hoje, recebemos a proposta com mais coisas inseridas. Esses pontos nos dariam um gasto anual de mais R$ 600 milhões. Consideramos isso um retrocesso”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa, por meio de nota.

O governo ressalta que quer manter o diálogo aberto. “Vamos ficar aguardando para que eles encaminhem uma proposta razoável. Esperamos isso rápido porque dependemos desta resposta para chegar a um consenso”, acrescentou o secretário.

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) declarou a ilegalidade da greve. De acordo com a decisão do desembargador Roberto Frank, os policiais militares devem retornar ao trabalho imediatamente. Caso os policiais não retornem ao trabalho, será aplicada multa diária de R$ 50 mil.

Fonte: G1/Associação de Cabos e Soldados Militares do Ceará

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