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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Polícia Federal tem limitações para combater o tráfico de drogas

As mazelas da Polícia Federal estão estampadas também em acórdão de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), de 2012. O trabalho de apuração, feito no ano passado, concluiu que a Polícia Federal tem várias limitações para combater o tráfico de drogas na região de fronteira. “A fronteira brasileira é de mais de 16 mil quilômetros, e o DPF conta com apenas 1.439 policiais nessa região”, diz.

O acórdão ressalta ainda que outro problema é a “dificuldade de fixação do efetivo policial nessas localidades, que normalmente são inóspitas e de baixo desenvolvimento socieconômico”. E conclui: “Em 76% das delegacias fronteiriças, o tempo médio de permanência de um policial é de três anos, o que significa que a política de incentivos da Polícia Federal é insuficiente para garantir a permanência do efetivo no local”.

Contrariando o presidente da ADPF, Marcos Leôncio, que garante que o problema da PF não passa por orçamento ou falta de equipamentos, o TCU diz que o problema inclui a deficiência na infraestrutura de várias delegacias de fronteira, que, “aliada à carência de equipamentos e recursos – coletes balísticos, veículos, barcos, scanners, etc. –, aumenta a dificuldade do combate eficaz ao narcotráfico”.

O tribunal concluiu ainda que, apesar da extensão da fronteira, a Polícia Federal recebe auxílio “incipiente das forças policiais estaduais e das Forças Armadas. Além da criação de um incentivo de permanência para os policiais de fronteiras, o TCU identificou uma capacitação deficiente na força policial que atua na região. “Analisaram os cursos ofertados de 2010 e foi observado que apenas 12% das vagas dos eventos de capacitação que possuem relação direta com o combate ao tráfico de drogas foram preenchidas por servidores lotados na região de fronteira”, diz o documento. Procurada pela reportagem, a Polícia Federal não retornou as ligações nem os e-mails.

Fonte: O Estado de Minas/Blog do Lomeu

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