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domingo, 4 de maio de 2014

A declaração de Lula e a prisão de líder policial – Vale para hoje?...


Março de 2008. De acordo com o relatório final da CPI do Sistema Carcerário, o então presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, declarou: “O mesmo Estado que é a razão pela qual as pessoas caem na criminalidade é o Estado que, ao invés de tentar salvar, só tem como resposta a punição.” O pensamento de Lula está transcrito na página 100 do documento da CPI.

Abril de 2014. O vereador e líder dos militares no estado da Bahia, Marco Prisco, é preso sob acuações de cometer crimes numa greve dos policiais baianos, deflagrada dois anos antes, ou seja, em 2012.

Mas a intenção não é ‘prendê-lo’, apenas. Num claro desejo de atentar contra a vida do policial, o governo federal determinou que Prisco ficasse no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, correndo o risco de ser assassinado na primeira rebelião que houver.

Na noite dessa sexta-feira (02 de maio de 2014), detentos frustrados com uma tentativa de fuga abortada passaram a ameaçar Prisco, achando que ele – por ser policial – foi quem denunciou o plano aos agentes. Resultado: o líder militar passou mal diante da possibilidade de morte e foi diagnosticado com infarto.

Mandar prender alguém por liderar greves já é algo impensável num [dizem] estado democrático de direito, ainda mais quando o país é governado pelas pessoas que mais fizeram, incentivaram e financiaram paralisações de trabalhadores. E quando o ‘acusado’ é um profissional da segurança pública, levá-lo para um lugar lotado de seus desafetos beira a torcida pela barbárie. Não existe outro ambiente para manter o grevista detido no Brasil?

Prisco não é um criminoso. Pode ter cometido algum excesso no movimento grevista (o PT nunca os cometeu?), justamente pelas omissões do Estado tão criticadas por Lula há seis anos, mas jamais deveria ser jogado ao lado de quem mais odeia polícia.

Lula estava certo

“O mesmo Estado que é a razão pela qual as pessoas caem na criminalidade é o Estado que, ao invés de tentar salvar, só tem como resposta a punição.” No caso de Prisco, querem puni-lo com a morte.

Fonte: Paraíba no QAP

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