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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Presidente da Aspra será julgado dia 27 pela Auditoria Militar

Sargento Araújo irá a julgamento na Auditoria Militar por suposta crítica ao Comando da PM

O presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe (Aspra Sergipe), sargento Anderson Araújo, será julgado nesta sexta-feira, 27, no processo judicial que responde na 6ª Vara Criminal (Auditoria Militar) no qual é acusado da prática tipificada no art. 166 do Código Penal Militar (CPM), que considera crime criticar publicamente ato de seu superior ou assunto atinente à disciplina militar. A suposta crítica teria sido feita a ato do Comandante Geral da Polícia Militar de Sergipe, Coronel Maurício Iunes, durante uma entrevista concedida no dia 3 de setembro de 2012 ao radialista Evenilson Santana, apresentador do programa Liberdade Sem Censura, exibido na rádio Liberdade FM. À época o sargento Araújo era o presidente em exercício da associação

O processo tramita há quase dois anos e já teve sua audiência de julgamento adiada por duas vezes este ano. No final de 2012 o sargento Araújo respondeu a um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar se ele teria ou não praticado o crime previsto no art. 166 do CPM, sendo que ao concluir o inquérito o oficial encarregado pelo procedimento entendeu que não houve prática de crime por parte do policial militar, contudo o Comando da PM avocou a decisão e remeteu os autos para o Ministério Público Militar, que ofereceu denúncia contra o sargento Araújo.

A defesa do sargento Araújo será feita pelo advogado Sérgio Bezerra, assessor jurídico da Aspra. Sérgio defenderá a tese de que seu cliente em momento algum criticou o Comandante Geral da PMSE mas apenas, na qualidade de presidente de uma entidade representativa dos militares, defendeu os interesses da classe policial militar. "Este é o papel da associação", disse Sérgio Bezerra.

"Ao nosso ver o sargento não praticou o crime do qual está sendo acusado e vamos fazer todo o possível para mostrar isso aos integrantes do Conselho Permanente. Estamos falando de um militar com quase 20 anos de carreira, disciplinado, que atuou por muitos anos no serviço de rua em companhias como Choque e RP, comandou postos policiais, e se mantém no Comportamento Excepcional, e mesmo estando há anos na linha de frente de uma associação de classe nunca sofreu sequer uma repreensão em sua ficha disciplinar, na qual só há elogios. Um histórico como esse não pode ser desconsiderado", afirmou ainda o advogado Sérgio Bezerra.

O sargento Araújo não quis se manifestar sobre o assunto e limitou-se a dizer que está depositando sua confiança em Deus e em sua assessoria jurídica, e que aguardará a sessão de julgamento esperançoso de que a decisão dos juízes seja a mais justa.

A sessão de julgamento do sargento Anderson Araújo acontecerá nesta sexta-feira, 27, às 09h30min, no auditório da Auditoria Militar, no Fórum Gumersindo Bessa
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