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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Mendonça assume SSP cobrando investimentos da União

Para ele, PF e Forças Armadas podem evitar a entrada de drogas

O novo secretário de Segurança Pública de Sergipe, Mendonça Prado foi empossado no final da manhã desta terça-feira, 3, em solenidade concorrida no Centro de Interesse Comunitário (CIC). Citando o filósofo Sócrates lembrou que ‘uma vida sem desafios não vale à pena ser vivida’, o titular da SSP destacou o problema das drogas e disse entender que o “Governo da União precisa urgentemente investir na Polícia Federal e nas Forças Armadas, visando evitar a entrada de drogas no país”.

“Interpretei cada uma das palavras, do gesto do governador e decidi aceitar esse desafio de políticas públicas mais eficientes para todos os sergipanos. Jackson Barreto demonstrou a amargura de quem não se conforma com os altos de violência que Sergipe alcançou. O governador me deu a missão mais difícil de um governo: gerir as políticas públicas na área de segurança em um dos tempos mais difíceis da história. Os últimos mapas da violência do Brasil publicado por vários órgãos, revelam um fenômeno assustador concernente a interiorização do crime”, ressalta.

O secretário enfatizou que a insegurança vivida não é causa, é consequência. “É necessário dizer em alto e bom som não fomos responsáveis por ela no presente que criaram esse monstro. Esses efeitos bárbaros não foram fabricados da noite para o dia, existem causas profundas. O Brasil é um país continental e o Governo da União precisa urgentemente investir na Polícia Federal e nas Forças Armadas, instituições da mais alta responsabilidade se bem aparelhadas e com efetivos maiores, certamente poderão evitar a entrada nociva de drogas que incitam o crime”, entende.

Mendonça Prado lembrou que os delitos que antes aconteciam nas zonas urbanas e grandes metrópoles, hoje acontecem em cidades antes pacatas, povoados e lugares mais longínquos. “É como se estivéssemos em uma guerra constante com a peste maligna, perturbadora, causadora de delinquência entre os próprios agentes do tráfico contagiados por ela, mas que também não perdoa os demais habitantes do país. Esse mundo cão que surgiu nos últimos tempos impulsionou as estatísticas e elevou sobremaneira os índices de mortes violentas. Além disso, outros tipos nos incomodam diuturnamente: roubos, furtos sequestros, é como se estivéssemos engressando em um campo sangrento de batalha totalmente indefesos. Fico triste quando vejo crianças e adolescentes absorvidos pelo imã do crime”, destaca.

Legislação

Mendonça Prado falou também sobre a legislação brasileira no que se refere aos responsáveis por crimes. “Ainda temos que conviver com as leis ineficáveis que fazem parte do nosso ordenamento jurídico, lutei para alterá-las e defendi penas mais rigorosas e menos flexíveis. A culpa não é do Poder Judiciário, afinal de contas quem legisla são os congressistas. Tem se tornado comum a polícia prender e as facilidades da lei devolverem para o convívio social aqueles que deveriam passar por um processo mais duradouro de ressocialização. Nos crimes cometidos do país, uma quantidade exorbitante de reincidentes”, acredita.

E complementa: “Há poucos dias Analisando com o comando da PM, a causa de 14 homicídios em uma cidade sergipana, verificamos que estavam assinalados dados terríveis: 12 eram egressos do sistema prisional. Isso nos faz crer que temos dois mundos em um só espaço, sendo um ameaçador do outro. De um lado, pessoas honradas, serenas e promissoras que acreditam em Deus e labutam bravamente por dias melhores. Do outro, os que foram tristemente tragados por um ambiente pervertido onde se mata e se morre sem valorizar princípios ou qualquer condição mínima de uma coexistência pacífica”, lamenta acrescentando que assumirá um contexto intrincado, mas que tem ciência do seu ofício.

Confiança

À imprensa, o governador Jackson Barreto afirmou que uma boa segurança vai atender desde a Classe A até os setores mais populares.

“Confio na capacidade do novo secretário, na sua competência, na sua equipe e nos homens que compõem as polícias. Espero que Mendonça Prado que foi um nome muito bem aceito, seja o elo da mais perfeita integração entre a Polícia Militar e a Polícia Civil e quem sai ganhando é a sociedade sergipana”, afirma.

Aldaci de Souza

Fonte: Portal Infonet

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