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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Crime organizado projeta expansão

A ofensiva da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) para fundar uma federação do crime em todo o país deve receber a devida atenção das autoridades da área da segurança pública para derrotar esse intento, que se constitui numa ameaça sem precedentes para toda a sociedade. Essa proposta repulsiva foi revelada pelo promotor de Justiça Flávio Okamoto, do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, durante conferência no 6 Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, realizado em Porto Alegre.

De acordo com a denúncia do representante do Ministério Público paulista, o PCC tem como meta "pacificar" áreas conflagradas entre traficantes para, dessa forma, poder realizar seu comércio de drogas. Para isso, estabelece uma rígida hierarquia interna, com um código de conduta para os delinquentes, sejam associados ou não. O grupo já está presente em 22 estados da federação, inclusive no Rio Grande do Sul, e inclui detentos, egressos do sistema penitenciário que estejam nas ruas e outras pessoas recrutadas para participar das atividades criminosas.

Diante dessa investida, resta aos governantes e às forças policiais encontrarem as estratégias adequadas para combater os planos nefastos de bandidos perigosos. O crime organizado, como o próprio nome diz, funciona de forma interativa e integrada. É essa integração efetiva que deve ser buscada no contraponto. Não dá mais para enfrentar complexos delitivos que atuam em níveis nacional e internacional com polícias que têm atuação restrita a circunscrições estaduais. O exemplo da Força Nacional de Segurança é ilustrativo de como deve ser pensado um novo modelo de repressão, com parâmetros investigativos a serem desenvolvidos. A Polícia Federal também deve ser fortalecida. O crime não conhece fronteiras e o combate a ele deve ser implacável em qualquer lugar onde se manifeste.

Fonte: Correio do Povo/Fórum Brasileiro de Segurança Pública

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