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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Polícia Militar lamenta falecimento do cabo Hélio Menezes


A Polícia Militar do Estado de Sergipe lamenta o falecimento do cabo da reserva remunerada Hélio Menezes de Andrade, de 53 anos. O militar faleceu na noite da última terça-feira, 27, no povoado Piabeta, localizado no município de Nossa Senhora do Socorro. De acordo com informações dos peritos do Instituto Médico Legal (IML), o policial foi alvejado com três tiros na cabeça.

Segundo informações de testemunhas, o cabo tinha acabado de chegar a uma panificação por volta das 19h, quando um homem teria se aproximado e disparado os tiros. Quem estava no momento do crime afirma que o PM não teve tempo de defesa e morreu no local.

O sepultamento do cabo ocorrerá às 16h desta quarta-feira, 28, no cemitério Parque Colina da Saudade, localizado no conjunto Santa Lúcia, bairro Jabotiana. A Polícia Militar disponibilizará um ônibus para deslocar amigos e familiares. O transporte sairá da Rua Paraíba, nº 348, bairro Siqueira Campos, às 15h.

O policial foi para a reserva no comportamento bom. Ao longo da carreira militar, prestou serviços ao Hospital da Polícia Militar (HPM), Centro de Suprimento e Manutenção (CSM) e Batalhão Especial de Segurança Patrimonial (Besp). O cabo Hélio morreu deixando esposa e cinco filhos.

Prisão

De acordo com policiais da Companhia de Polícia de Radiopatrulha (CPRp), o suspeito do assassinato foi preso na madrugada desta quarta-feira, 28. A informação da polícia é que o homem, identificado como Fabiano Santos Souza, foi encontrado com a arma do cabo. O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Fonte: PMSE

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Praças se recusam a dirigir e viaturas ficam no quartel

Viaturas foram guardadas dentro das companhias, sob a alegação de que as carteiras de habilitação daqueles cuja função é dirigi-las estão vencidas.

Policiais Militares permaneceram nas unidades que estão lotados.

“Eu, Soldado Decepcionado, (...), venho por meio desta dar ciência que encontro-me impossibilitado para conduzir viatura policial ou quaisquer outros veículos de emergência por não possuir o CPME - Curso Prático de Motoristas de Viaturas de Emergência, oferecido por essa instituição”. Este é o início de um modelo de ofício que circulou via internet entre os praças da Polícia Militar, que foi preenchido e entregue em massa aos comandantes de vários batalhões e companhias da corporação. A ação fez parte da operação-padrão feita pela categoria desde a sexta-feira passada, em protesto contra o governo estadual.

No início da manhã, muitos dos policiais que assumiram o turno entregaram os ofícios preenchidos aos seus superiores. Muitos carros de unidades como a Companhia de Radiopatrulha (CPRP), a Companhia de Turismo (CPTur), o Batalhão de Choque (BPChq), o Centro de Suprimento e Manutenção (CSM), e outras companhias de Polícia Comunitária da capital, ficaram retidos nos pátios dos quartéis. Em outras unidades, a exemplo do 8º BPM, responsável pelos centros comerciais da cidade, oficiais e praças mais graduados que estavam com a habilitação em dia foram convocados para dirigir as viaturas e fazer as rondas.

Uma orientação passada pelo Comando da PM ordenou que os militares participantes da operação-padrão fizessem suas rondas de rua a pé. As guarnições fardadas, em grupos de até seis policiais, foram vistas caminhando pelas ruas de determinados bairros. “A Polícia Militar não se concentra em um único padrão de policiamento e este (de rondas a pé) é um dos mais antigos e principais que desenvolvemos”, afirmou o chefe de relações-públicas da PM, coronel Carlos Magno Ornelas.

Por volta das 12h, uma manobra dos militares que despertou rumores de aquartelamento: as poucas viaturas que faziam as patrulhas de rua foram recolhidas aos quartéis para a hora do almoço. Daquele momento até por volta das 15h, nenhuma viatura da PM foi vista nas ruas da capital. O coronel Ornelas explicou que houve um erro na formatação da escala dos carros, que não reservou uma frota de retaguarda para guarnecer as ruas durante a pausa do almoço. No entanto, a situação se repetiu entre as 18h30 e as 20h30, após a troca de turno dos militares. De acordo com as Associações Militares Unidas, os que assumiram o plantão noturno, às 19h, também entregaram ofícios preenchidos aos comandantes, recusando-se a pilotar as viaturas de rua.

No final da tarde, todos os PM’s que se recusaram a sair com as viaturas foram convocados ao quartel do 5º Batalhão da PM, em Socorro, para conversar com o sub-comandante da corporação, coronel Eduardo Santiago, que tentou um acordo para que eles voltassem a exercer a função. No entanto, a tropa decidiu manter a operação-padrão.

Fonte: Jornal do Dia

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