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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Capitão Samuel pede que TCE faça visita técnica ao HPM


Depois de inúmeras tentativas em busca da reativação do Hospital da Policia Militar(HPM), o deputado estadual Capitão Samuel Barreto (PSC) encaminhou um ofício para o conselheiro Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE), Luiz Augusto Ribeiro, que é responsável pela área da saúde, solicitando um agendamento para realizar uma visita técnica ao Hospital.

Segundo o Capitão Samuel, com a visita técnica o Tribunal de Contas terá a possibilidade de avaliar de perto as condições de funcionamento da instituição. “O  HPM se encontra em estado de completo abandono e poderia estar dando suporte ao estado no cuidado das pessoas. Equipamentos caríssimos estão sendo perdidos pela falta de uso, precisamos mudar essa realidade até para cuidarmos melhor do nosso povo”, declara. “A reabertura do Hospital irá reduzir muito o sofrimento do povo que está na fila do HUSE, pois ele possui um centro cirúrgico, 7 leitos de UTI e 50 leitos”, reforça Samuel.

Da assessoria

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Em Sergipe, a SSP se Confunde com A Polícia Civil, Afirma Capitão Samuel


O presidente da Comissão de Segurança Pública na Alese, deputado estadual reeleito, capitão Samuel Barreto (PSL), não gostou das informações de que a polícia militar poderia ficar sem autonomia financeira, afirmando que “no inicio do ano teve uma tentativa de retirar recursos da PM/BM através de alteração na legislação do Fundo de Segurança Publica”, disse o parlamentar.

Para Samuel, os investimentos que são feitos na polícia civil, são bem maiores que para a polícia militar. “A Polícia Militar e Bombeiro,  não tem um real para investimento, fica tudo para SSP, e ela investe tudo na Polícia Civil”, afirma Samuel que reclama que foram adquiridos pistolas para a PC e não para a PM. “Eu não sou contra que faça investimentos em armamentos para a polícia civil que precisa sim de armas boas. Veja execução do orçamento de anos anteriores. Equipamentos chegam sempre para Polícia Civil primeiro e em melhores condições, como o caso das Pistolas Gloc. Mas porque não fazer com a polícia militar também?”, questionou Samuel.

Samuel vai mais além e diz que a SSP quer acabar com autonomia da Polícia Militar e Bombeiros Militares. “Isso significa retroceder e enfraquecer a instituição. O DAF da PM é reconhecido como o melhor do Estado de Sergipe, já o DAF da SSP esta nas páginas de jornais com denúncias diversas”, disse.

O deputado disse também que é preciso fortalecer a Polícia Civil, porém a SSP se confunde com a PC. “Precisamos fortalecer a Polícia Civil de Sergipe, passando ela a existir como é em outros estados. Em Sergipe a SSP se confunde com a Polícia Civil, mas nem sempre terá um Delegado da Polícia como Secretário”.

Por fim, Samuel reclama do fechamento do Hospital da Polícia Militar (HPM), informando que o governo não teria repassado o orçamento, na totalidade, o que teria provocado o seu fechamento. “O HPM, Hospital da Polícia Militar que tem DAF próprio, o governo não repassou o orçamento na totalidade e findou fechando o hospital há dois anos. Estamos buscando 1% do FUNESP para reabrir o hospital”, disse o deputado que concluiu dizendo que “a SSP não teve interesse”, disse o parlamentar e avisou: “estamos buscando apoio no Tribunal de contas”.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

quinta-feira, 29 de março de 2018

Samuel cobra reabertura do HPM ao secretário Almeida Lima que mostra disposição em atender


O deputado Capitão Samuel (PSL) participou, na manhã desta terça-feira, 27, da prestação de contas do secretário de Estado da Saúde, José Almeida Lima à Comissão de Saúde, Higiene, Assistência e Previdência Social da Assembleia Legislativa de Sergipe, na Sala de Comissões da Alese. Na oportunidade, o deputado solicitou ao secretário, a reabertura do Hospital da Polícia Militar (HPM). E o secretário disse que a Secretaria de Saúde está disposta a administrar aquela unidade hospitalar.

“Gostaria de saber quanto à possibilidade de reabrir o Hospital da Polícia Militar de Sergipe, conhecido como HPM. Que reabra como Hospital do Povo Sergipano, que reabra como Hospital do Servidor Público, como Hospital de Ortopedia, mas que seja reaberto. Ali são 60 leitos, mais UTI e capacidade para a realização de 300 cirurgias ao mês. Já tivemos reuniões e até agora nada foi resolvido. Temos que fazer alguma coisa, mas não podemos deixar aquilo ali fechado, porque é um crime”, entende o deputado.

Em resposta, o secretário Almeida Lima explicou que a Secretaria de Saúde já se colocou a disposição para administrar o HPM. “O que não pode é haver uma dualidade de gestão. O HPM é uma unidade vinculada à Secretaria de Estado da Segurança Pública. Não dá para ela continuar como unidade orçamentária da SSP e a Saúde lá dentro porque nunca deu certo. Agora se for entregue para resolver o problema, colocá-lo para funcionar e atender aos militares e a população, tudo isso a gente aceita, sem nenhum problema, pode nos convocar e vamos discutir. Pode ter certeza absoluta que a  secretaria tem um espaço lá em cima para a Policlinica da polícia, agora a administração precisa ser da saúde”, garante.

Por Agência de Notícias Alese

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Reabertura do HPM é discutida no Palácio do Governo


Na manhã da última quinta-feira, 07, o deputado Capitão Samuel participou de uma reunião no Palácio do Governo para discutir a reabertura do HPM (Hospital da Polícia Militar). Participaram da reunião o vice governador, Belivaldo Chagas, o secretário de Segurança Pública do Estado, João Eloy ,o Comandante do BM, Cel Mendes, o Cel Lúcio da PMSE e médicos oficiais do HPM. Segundo o Capitão Samuel as reuniões estão acontecendo com o objetivo de buscar uma solução para o pagamento das dívidas do hospital. "A grande certeza que tenho é de que o hospital não pode ficar parado, ele serve muito à população sergipana", declara.

Fonte: Facebook/Capitão Samuel

domingo, 3 de dezembro de 2017

Depois de inúmeros pedidos do Capitão Samuel, governo do estado se reúne para discutir reabertura do HPM


Atendendo as cobranças do deputado estadual Capitão Samuel, o governador Jackson Barreto está reuniu, nesta sexta-feira, 01, para tentar, mais uma vez, a reabertura do Hospital da Polícia Militar (HPM). Participam da reunião os representantes da Procuradoria Geral do Estado (PGE), da Polícia Militar de Sergipe (PMSE), do Corpo de Bombeiros de Sergipe (CBSE), da Secretaria de Segurança Pública (SSP), do Ipes saúde, da Secretaria Estadual de Saúde (SES) e a direção do HPM.

Há alguns meses o Capitão Samuel vem insistindo na reabertura do HPM, pois entende que o irá auxiliar na melhoria da saúde do estado. “Termos um Hospital do HPM fechado é um absurdo. A reabertura do Hospital irá reduzir muito o sofrimento do povo que está na fila do HUSE, pois ele possui um centro cirúrgico, 7 leitos de UTI e 50 leitos. .”, declara.

Na próxima segunda-feira, 04, Samuel irá se reunir com a cúpula da PM e BM para definir uma proposta com a melhor forma de reabrir o HPM. Depois de formulada, a proposta será defendida pelo parlamentar na assembleia legislativa e junto ao governo do estado.

Fonte: Capitão Samuel

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Capitão Samuel discute reabertura do HPM com oficiais médicos


Depois de divulgar na Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe, na semana passada, que o HPM (Hospital da Polícia Militar) estava fechado para atendimento da população, o deputado Capitão Samuel se reuniu com todos os oficiais médicos do hospital para tratar da sua reabertura até o mês de dezembro.

Durante a reunião foram discutidos vários pontos, entre eles a forma de reabrir o atendimento, como será utilizado, como ficaria o atendimento da policlínica, já que o HPM passará a dar retaguarda ao HUSE atendendo a população como um todo nas pequenas e médias cirurgias, além das Contas atrasadas, que somam o montante de 600 mil reais.  Segundo o Capitão Samuel "os oficiais médicos seguem trabalhando no prédio do HPM, onde estarão mais focados na policlínica, atendendo PMs e BMs", declara.

Fonte: Assessoria Parlamentar

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Samuel cobra reabertura do Hospital da Polícia Militar (HPM)


O deputado estadual, capitão Samuel (PSL), usou a tribuna da Casa Legislativa na manhã desta quarta-feira, 1º de novembro, para denunciar o descaso do Governo do Estado em manter fechado o Hospital da Polícia Militar (HPM), e, por deixar 50 leitos, sete Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) e equipamentos caros se acabarem por falta de uso.

O parlamentar falou ainda durante seu pronunciamento que o atual secretário de Estado da Saúde, Almeida Lima, falou que não pagaria um montante de R$ 2 milhões que o órgão deve ao HPM.

“A SES não pagou e todos os contratos que o HPM tem estão em abertos. Os leitos não estão pagos, ou seja, estão em dívidas porque a SES não repassou a verba para o HPM. Hoje o hospital está fechado e são 50 leitos que poderiam estar servindo à população e aos servidores públicos, além de 7 leitos de UTIs”, enfatizou Samuel, ressaltando que se o problema é o nome da Unidade de Saúde, que tire, pois a categoria providência um espaço para consulta clínica apenas.

“É um absurdo esses equipamentos caros estarem se acabando com ferrugem. Os centros cirúrgicos poderiam esta fazendo cirurgias e eles estão se perdendo. Portanto, espero que o Governo do Estado reveja a situação e não faça esse crime com a saúde de Sergipe e, simplesmente, deixe um hospital com tanta capacidade fechado”.

Fonte: Agência de Notícias Alese

HPM tem dificuldades financeiras e pode fechar as portas

O Hospital da Polícia Militar (HPM) corre o risco de fechar as portes por problemas financeiros. A informação é que as dificuldades na unidade hospitalar foram causadas pela falta de repasses do Ipesaúde e da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

O HPM, que foi criado para atender policiais militares, bombeiros militares e policiais civis, também atendia, por meio de convênio com a SES, pacientes do SUS, especificamente os pacientes ortopédicos vindos do Huse. Um funcionário, que preferiu não se identificar, explicou que houve problemas no contrato, e o convênio com a SES foi suspenso. Também é na sede do HPM, que funciona a urgência e emergência do Ipesaúde. O funcionário explicou que contrato ainda está em vigor, mas os repasses em atraso, o que teria contribuído para as dificuldades financeiras do HPM.

Por causa das dificuldades, o HPM tem débito junto a empresas terceirizadas e atualmente somente opera com o ambulatório e junta de perícia médica, além da urgência para conveniados do Ipesaúde. Operações e internamentos estão suspensos.

PM, SES e Ipesaúde

A Polícia Militar não se pronunciou, alegando que buscaria informações sobre o caso junto à direção do HPM. A Secretaria de Estado da Saúde explicou que situação está sendo analisada pela sua Procuradoria Jurídica. Já o Ipesaúde afirmou que não tem débitos com o HPM e explicou que nos próximos dias, deve ocorrer uma reunião para debater o assunto.

Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Centro de reabilitação e HPM são temas de entrevista do Capitão Samuel na Aperipê FM


Na manhã desta terça-feira, 24, o deputado Capitão Samuel concedeu uma entrevista ao radialista Jailton Santana, na Aperipê FM. Entre os temas do bate papo estavam as dificuldades enfrentadas pelo HPM (Hospital da Polícia Militar) para manter o atendimento ao público e o grande projeto do parlamentar de Combate às drogas.

Durante a entrevista o Capitão Samuel citou as dificuldades enfrentadas pelo HPM pela falta de repasse de atendimentos. Segundo ele, irá conversar com o Governador Jackson Barreto para buscar uma solução para o caso, até porque eles já tinham conversado anteriormente. "O HPM possui 50 leitos e faz mais de 300 procedimentos cirúrgicos ao mês, não podemos deixar de oferecer esse atendimento à população sergipana", afirma.

O parlamentar também falou sobre o seu grande projeto voltado para o combate às drogas, que um centro de recuperação gratuito para usuários de drogas. "Eu sempre fiz palestras sobre as drogas, mas hoje o nosso objetivo é de combater efetivamente e ajudar às famílias sergipanas. Eu conheci o projeto do deputado Isidório, na Bahia, e fiquei tocado. Quero fazer isso pelo meu povo também", declara.

Fonte: Assessoria Parlamentar Capitão Samuel

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Soldado denuncia tortura e homofobia em batalhão da PM em SP: 'Um inferno'

Há 9 anos na corporação, ele gravou um vídeo pedindo ajuda. Secretaria de Segurança Pública diz acompanhar o caso.


O soldado da Polícia Militar Adriell Rodrigues Alves Costa, de 35 anos, afirma ser vítima de assédio moral, vítima de preconceito por ser homossexual e tortura psicológica e física dentro do 39º Batalhão da Polícia Militar, em São Vicente, no litoral de São Paulo. Em vídeo, ele diz temer pela vida depois que denúncias feitas ao comando e à corregedoria foram ignoradas.

"Se algo acontecer com a minha vida, com a minha integridade física, a responsabilidade é do comandante do batalhão, da Polícia Militar e do Estado, que nada fizeram para apurar as minhas denúncias. Fui torturado dentro desse batalhão. Torturas físicas e psicológicas", disse na gravação, publicada na internet.

Costa é soldado há 9 anos. Após prestar concurso, passou a trabalhar no 24º Batalhão, em Diadema, e depois em Mauá, ambos na Região Metropolitana de São Paulo. Em 2011, ele foi atropelado enquanto trabalhava, teve as mãos lesionadas e, desde então, passou a atuar em funções administrativas nas unidades de polícia.

"Eu escolhi vir para São Vicente. Apesar de sempre trabalhar em São Paulo, eu preferi vir para cá, pois é onde eu vivo, onde meus pais estão. Então eu pedi a transferência. Hoje eu me arrependo disso", explicou. Costa está lotado no 39º desde o início de 2016, quando, segundo ele, passou a sofrer represálias.

"Fui mal recepcionado pelo comandante de batalhão. Ele me disse que eu era um peso morto, que não servia para a unidade, porque já vinha com restrições de ordem médica". O problema se agravou quando o médico do 6º Comando do Policiamento do Interior, responsável pelo litoral, retirou todas as restrições dele.

Segundo Costa, foram os especialistas em ortopedia do Hospital da Polícia Militar (HPM), na Capital, que estabeleceram as restrições. "O médico do CPI-6 não avaliou minha vida pregressa ou histórico médico. Ele me tornou apto a realizar [qualquer atividade]. Sem qualquer restrição, fui enviado de volta ao trabalho normal".

Na unidade, ainda conforme o soldado, ele foi obrigado a trabalhar em obras, carregar latas e madeira, além de entulho. As atividades ocasionavam dor e o forçavam a procurar o pronto-socorro rotineiramente. "Eu recebia atestados, mas não eram aceitos na unidade. Por isso, eu respondi por vários procedimentos".

A situação, segundo ele, foi se agravando. "Tinham as pressões físicas e psicológicas. Eu fui proibido de usar computadores, para evitar qualquer registro de documento, e de entrar em determinadas salas. Fui, inclusive, acusado e respondi a um processo do comando que me acusou de simular doença", afirmou.

Preconceito

Se não bastasse, Costa diz ainda ser vítima de preconceito e perseguição em razão da orientação sexual. "Eu escutei de um cabo que eu tinha que 'virar homem'. Ele me disse: 'Você não é homem. Você não está agindo como um homem'. Decididamente, um inferno começou na minha vida quando vim para a Baixada [Santista]".

O soldado afirma que seguiu todos os protocolos antes de gravar o vídeo. Ele disse também que registrou denúncias e pedido de ajuda dentro do próprio batalhão, depois procurou o comando do CPI, responsável pela unidade policial. Sem sucesso, ainda buscou respaldo na ouvidoria da PM e, também, na corregedoria.

"Eu temo, a qualquer momento, que possam dizer que eu cometi um crime ou fiz algo errado. É um sistema no qual o poder está concentrado na pessoa que eu acuso. Se juntarem dois ou três e eles falarem que eu fiz algo, é a palavra deles contra minha. Por isso, a gravação do vídeo, foi meu último recurso", disse.

Costa afirma que está sendo monitorado até mesmo em casa. "Eu temo pela minha vida. Comecei a perceber que pessoas passavam na frente da minha casa fazendo fotos, com câmeras na mão. Eu sou um policial desarmado por causa das restrições depois do acidente. Não tenho como me defender", afirma.

Apesar de tudo, o soldado não quer deixar a corporação, pois diz querer honrar o concurso que prestou e foi aprovado. "Eu só quero ser transferido desse batalhão. E queria também que o Ministério Público e os Direitos Humanos também pudessem acompanhar o meu caso, pois eu não sou o único que sofre com isso".

SSP rebate

Diferentemente das alegações do soldado, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou, em nota, que a Polícia Militar "está prestando o apoio necessário ao policial que aparece no citado vídeo". O comunicado afirma que ele já foi ouvido pelo comando e que as medidas para solucionar o caso "estão sendo tomadas". Ainda na nota da SSP, a pasta afirma que a Corregedoria da Polícia Militar também está acompanhando o caso.

Fonte: G1 Globo.com

terça-feira, 18 de abril de 2017

Capitão Samuel realiza visita de fiscalização no HPM


Continuando os trabalhos de fiscalização, o deputado estadual Capitão Samuel Barreto realizou uma visita, na manhã desta segunda-feira, 17, ao hospital da Polícia Militar (HPM). Durante a visita, o parlamentar reforçou o seu apoio e parceria aos servidores públicos e aos pacientes que utilizam os serviços do hospital. O objetivo é de levar melhorias para o hospital e servidores, além de proporcionar mais qualidade no atendimento.

Segundo o Capitão Samuel, é preciso ver de perto o funcionamento e o atendimento do hospital. "Eu acredito que podemos dar uma assistência maior se acompanharmos de perto a realidade das instituições. Quando recebo alguma reclamação, faço questão de ir no local e ter a noção exata da realidade e daí desenvolvo o trabalho necessário", afirma.

Fonte: Assessoria Parlamentar

domingo, 19 de março de 2017

Governo terá que mudar a direção do HPM ou criar novo projeto de lei

Para manter a atual direção do HPM, governo terá que criar novo Projeto de Lei. MP vai averiguar se houve desvio de função

O Ministério Público Estadual está investigando o desvio de função na direção geral do Hospital da Polícia Militar (HPM). Uma coronel combatente assumiu a direção do hospital, quando a legislação, artigo 324, diz que o cargo teria que ser ocupado por um oficial superior da área da saúde. Atualmente na direção do HPM, está uma coronel QOPM (quadro de oficiais da polícia militar), quando deveria ser um oficial QOSPM (quadro de oficial da saúde da polícia militar).

Nesta quinta-feira (16), surgiu uma nova informação sobre o que poderá ocorrer com a direção do HPM. Segundo um militar, o governo do estado estaria preparando um Projeto de Lei para ser encaminhado à Assembleia Legislativa, para mudar a legislação. O projeto que supostamente será enviado à Alese, tem o objetivo de acabar com a obrigatoriedade do diretor do hospital ser um oficial de carreira da área de saúde.

Devido a atual situação, por se tratar de uma oficial superior combatente ocupando um cargo da saúde, o Ministério Público Estadual, através da Promotoria do controle da Atividade Policial, está investigando o desvio de função na direção geral do Hospital da Polícia Militar. Há ainda a informação de que o MPE já teria comunicado o governo sobre a situação, solicitando que, ou se coloque um oficial da área de saúde na direção, ou se faça um projeto mudando a legislação. Além disso, o MPE irá instaurar um IPM para apurar as responsabilidades.

Na tentativa de legalizar o desvio de função da atual direção do HPM, que está sendo ocupado por uma coronel combatente, o governo do estado contraria a legislação estadual podendo inclusive responder por improbidade administrativa.

A coronel, ao assumir o cargo, contrariou o Código Penal Militar no seu artigo 324, que diz que “é dever observar as leis vigentes e não poder causar prejuízo à administração pública”. Com isso, a coronel poderá responder por crime militar devido a desrespeitar o Código Penal Militar.

Isso mostra que o governo do estado e comando da PM não estão observando a lei e estão causando prejuízo à administração pública com o desvio de função. O governo, ao manter a coronel no cargo, acaba por desrespeitar a atual lei de fixação do efetivo da PM/SE, na qual prevê que os oficiais superiores do quadro da saúde devem ocupar as funções de comando na área, no caso, o HPM.

Com a mudança pretendida pelo governo, através de uma nova lei, é possível que os oficiais da área de saúde poderão também assumir o cargo de comandante geral da PM.

Munir Darrage

Fonte:Faxaju

sábado, 11 de março de 2017

Samuel recebe policiais militares da reserva


Na manhã desta quinta-feira, 09, o deputado estadual Capitão Samuel (PSL), recebeu em seu gabinete na Assembleia Legislativa do estado de Sergipe, (Alese), a visita de representantes dos policiais reformados.

Oportunidade em que os policiais reivindicaram o apoio do parlamentar na solução envolvendo os precatórios. De antemão, Samuel [presidente da Comissão de Segurança Pública da Alese] colocou-se à disposição, e, se comprometendo a continuar na luta pelos reformados e suas necessidades.

Além disso, o capitão revelou que através da Amires (Associação dos Militares da Reserva e Reformados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de Sergipe), irá intermediar a aquisição de 03 ambulâncias para o Hospital da Polícia MIlitar (HPM), e, contratando um escritório de advocacia especializado em precatórios e ações contra o estado. Ao término da reunião, o deputado teve parabenizado o seu trabalho em defesa da Família Militar.

A luta continua

Fonte: Assessoria Parlamentar

domingo, 19 de julho de 2015

Sargento Svetlana passa mal no Presmil e é encaminhada às pressas ao HPM

A sargento Svetlana Barbosa, presidente da Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública (ASIMUSEP), foi presa por um oficial da policia militar e encaminhada à Corregedoria, acusada de ter abandonado o serviço.

A sargento Svetlana Barbosa, da Policia Militar de Sergipe (PMSE), foi presa por volta das 11 horas deste sábado (18), durante o seu expediente de trabalho dentro da Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública (Asimusep) acusada de abandono e serviço, crime previsto no Código Penal Militar, artigo 195.

Svetlana é primeiro sargento da policia militar e neste sábado estava de serviço ordinário onde cumpria a missão de supervisionar o policiamento ostensivo no centro de Aracaju. As informações passadas por um amigo da sargento que também é policial, é de que ela teria entrado na sede da associação para fazer suas necessidades fisiológicas, já que se encontrava nas proximidades da associação que preside.

A prisão da militar ocorreu dentro da Asimusep por volta das 11 horas. Após a prisão, Svetlana foi encaminhada à Corregedoria da PM e em seguida ela foi levada para o Presidio Militar (Presmil).

Na manhã deste domingo (19), a informação passada à redação do FAXAJU é de que a sargento Svetlana passou mal por volta das 21 horas de ontem. Muito abalada, a militar começou a vomitar sendo encaminhada às pressas para o Hospital da Policia Militar (HPM), onde foi medicada e mantida sob observação.

Por volta de meia noite e meia, ela foi reconduzida ao Presmil onde se encontra, porém as informações são de que ela chora muito e não quer se alimentar. Além disso, segundo declarou o militar amigo de Svetlana, as visitas estão proibidas, sendo possível ter acesso a ela apenas o advogado e familiares.

Um militar que pediu para não ser identificado disse que está muito triste com a maneira com que os militares são tratados. “Eu estou indignado. Até parece que a sargento é uma bandida de alta periculosidade. Isso precisa mudar. Não se pode tratar um ser humano dessa maneira, afinal de contas, com a prisão dela, é um policial a menos nas ruas”, desabafou o PM.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Atendimento no HPM pode ser aberto à população em geral

MPE fez Recomendação ao Estado para restringir aos militares


O atendimento no Hospital da Polícia Militar de Sergipe poderá deixar de ser específico aos militares e passar a beneficiar a população de um modo geral, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Isso caso o Governo do Estado atenda à Recomendação do Ministério Público Estadual (MPE), que será enviada pelos promotores da Saúde, Nilzir Soares, Antônio Forte, Fábio Viegas e Alex Maia. Foram dados 60 dias para que a unidade seja aberta e caso não haja resposta nesse prazo, não está descartada a possibilidade de uma Ação Civil Pública (ACP).

Durante coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira, 23, o promotor Antônio Forte explicou que depois de muito pesquisar e analisar, o Ministério Público entende ser possível que o HPM atenda não apenas os militares.

“Essa já é uma realidade no Rio Grande do Norte, Piauí, Ceará, em que os hospitais da polícia não têm atendimento restrito. A estrutura de hospital público no HPM é a melhor do Estado. São cinco leitos de UTIs com todos os equipamentos modernos, 20 leitos de enfermaria, três centros cirúrgicos com aparelhagem nova, inclusive arco cirúrgico, laboratório completo, máquina de Raio- X moderna, salas de isolamento, sem contar com um corpo técnico muito qualificado, com profissionais experientes em todas as especializações. O HPM não pode ficar restrito a um público alvo, sobretudo com a atual conjuntura com a saúde difícil, com superlotação no Huse. O Governo do Estado têm que colocar o hospital para atender a toda sociedade”, destaca o promotor Antônio Forte.

Sub-utilizado

Antônio Forte ressaltou que atualmente a unidade não vem sendo utilizada nem por policiais militares. “Na época em que o HPM foi criado há mais de 30 anos, era voltado para os policiais militares para que não tivessem contato com civis nos hospitais públicos, mas hoje a grande maioria têm Ipes e Unimed e procuram hospitais particulares. O Hospital da Polícia Militar é sub-utilizado, não tem a eficiência e a efetividade que tem que ter, é mantido pelo Estado, mas não tem finalidade social, apesar da estrutura e do corpo técnico qualificadíssimo em virtude de concurso”, lamenta.

Reclamações

O promotor Fábio Viegas ressaltou que os próprios militares reclamam que não têm atendimento no HPM. "O HPM tem uma estrutura sólida, além disso, houve uma efetiva conservação de todo o mobiliário que lá existe, eles são muito organizados, mas hoje os militares reclamam que não tem acesso, não por culpa dos gestores, mas porque não há condições técnicas-financeiras para administrar. Em audiências aqui no MPE foi dito que havia inclemento de recursos que foram diminuíndo e hoje corresponde a 85 mil reais por mês, além do convênio com o Ipes. Por conta dessa sub-utilização, é que desde 2013 nós estamos na iminência de verificar uma destinação eficiente para aquele hospital e a gente entende que o Estado vai dar essa destinação que será uma grande vitória para a população sergipana", completa.

Legislação

Segundo o promotor Alex Maia, o Ministério Público esbarrava em um argumento legal de que o HPM era destinado aos bombeiros e policiais militares, que caiu por conta do levantamento feito por Antônio Forte. "O colega fez um trabalho exaustivo, de resgate histórico, foi atrás da lei, do edital do concurso e verificou que esse argumento não se sustenta e que há interesse que o hospital fique lá sub-utilizado como nós constatamos, o TCE e a Controladoria Geral do Estado constataram. E qual a repercussão disso no ponto de vista prático: não precisa ir atrás disso na Assembleia. Aqui não é só um argumento de aplicadores de direito, é fato: o HPM já trabalhou portas abertas para o SUS até 2006 e recentemente o próprio HPM fez proposta para novo credenciamento para atender civis. Eles atendem conforme as pretensões do hospital”, explica.

Aldaci de Souza

Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 16 de junho de 2015

Perícia médica da PM está sendo realizada no QCG

O atendimento feito pelos médicos peritos credenciados pela policia militar que eram realizados no Hospital da Policia Militar, estão sendo realizadas no Quartel da PM, localizado na rua Itabaiana, no centro de Aracaju.

Alguns policiais militares que estão sob licença médica para tratamento de saúde ficaram surpresos nesta segunda-feira (15), ao tomarem conhecimento através do Boletim Geral da corporação, de que as perícias seriam realizadas no QCG, disseram não entender o que teria acontecido para que esse procedimento não fosse realizado no HPM, já que é o hospital da PM.

Através de e-mail enviado à redação do FAXAJU, um dos militares disse que “não há problema e nada de errado em fazer esse procedimento no QCG. Se essa é uma determinação do comando, então que se cumpra, mas é no mínimo estranho, às vésperas dos festejos juninos, onde será preciso o maior número de policiais, essas perícias serem realizadas no QCG. Como eu disse, nós temos uma hierarquia e temos que obedecer”, disse o militar que é graduado.

Ao ser questionado sobre a patente dos médicos, o policial afirmou que “são oficiais. Mas são policiais e também tem que obedecer a hierarquia militar. Portanto o que esperamos é para ver se essas perícias continuarão no QCG ou se voltarão a serem feitas no HPM, onde é o local devido e apropriado, após a realização dos festejos juninos”, desabafa o PM.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

terça-feira, 24 de março de 2015

Aspra participa de reunião visando reestruturação do HPM

O Presidente e o Vice-presidente da Aspra/SE, sargentos Antônio Carlos e Anderson Araújo, participaram nesta terça-feira, 24, juntamente com outros dirigentes de associações e representantes do Hospital da Polícia Militar (HPM), de uma reunião com o Presidente do Ipesaúde e diretores daquele órgão sobre a reestruturação e reativação de serviços no HPM.

O encontro deu sequência ao diálogo que vem sendo mantido com a participação das associações com o intuito de que o HPM volte a oferecer todos os serviços possíveis aos contribuintes, especialmente os militares, que tradicionalmente sempre tiveram naquele hospital o seu ponto de apoio na área da saúde.

Os representantes do Ipesaúde informaram que já foi regularizada a questão dos repasses do órgão para o HPM, e cobraram dos representantes do hospital que serviços também sejam reativados. Segundo o Presidente Lauro Seixas, é de interesse do Ipesaúde que o HPM ofereça todos os serviços possíveis. De acordo com o Tenente Coronel George, do HPM, o laboratório já voltou a funcionar, inicialmente apenas com hemogramas, mas em breve serão reativados outros exames. Também devem ser reativados em breve os serviços de Radiologia e Ultrassonografia.

O aumento de leitos disponíveis para internamento no HPM também está entre os objetivos de ambas as partes. Segundo informações dos próprios representantes do hospital, há 62 leitos no HPM, sendo 5 de UTI. Contudo, apenas 18 leitos estão disponíveis no momento, sendo 3 para crianças e 15 para adultos. Uma das dificuldades do HPM para a reativação destes leitos seria a falta de pessoal, o que deverá ser alvo de um esforço conjunto para que o hospital volte a operar com o máximo de sua capacidade, inclusive realizando procedimentos cirúrgicos de baixa e média complexidade.

As associações continuarão acompanhando e participando das discussões para que o HPM volte a oferecer um serviço de qualidade aos usuários. Participaram da reunião além dos representantes do HPM e do Ipesaúde, representantes da Aspra, Amese, Asimusep e Associação dos Cabos e Soldados (ACS).

segunda-feira, 9 de março de 2015

Capitão Samuel luta pelos repasses para o HPM

O deputado capitão Samuel participa, neste momento, de audiência com o presidente do IPEs, Lauro Seixas, para tratar sobre o atraso nos repasses para o Hospital da Polícia Militar. Também participam da conversa, dirigentes de entidades que representam os militares.


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