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quarta-feira, 15 de março de 2017

Svetlana: Sargento da PM é absolvida em julgamento



Por cinco votos a zero, a primeiro sargento da Polícia Militar, Svetlana Barbosa da Silva, foi absolvida hoje, 15, da acusação de abandono de posto, crime ocorrido em 18 de julho de 2015. O julgamento foi na Auditoria Militar e conduzido pela juíza Juliana Nogueira Galvão. Em sua defesa ela alegou que tinha ido ao prédio, onde fica a Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública (Assimusep), da qual é presidente, fazer xixi. Segundo do Regime Disciplinar do Exército (RDE), abandono de posto é considerado crime militar, cuja pena varia de três meses a um ano detenção.

Para Svetlana, a absolvição foi uma vitória muito importante, não só para ela, mas também para as demais policiais militares, principalmente no mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, 8 de março. “Foram dois anos que fiquei completamente desestabilizada. Ainda estou fazendo tratamento psicológico, porque esse fato me abalou profundamente. Todos sabem da minha conduta na corporação e da minha luta em favor das mulheres militares”, disse Svetlana, que tem 20 anos na Polícia Militar e, atualmente, trabalha no Ciosp (Centro Integrado de Operações em Segurança Pública).

Ela contou que, durante o julgamento, a promotoria entendeu não houve cometimento de crime militar. “Com essa posição da promotoria, a minha defesa, feita pelo advogado Jeferson Carvalho, reforçou a tese que não houve abandono de posto”, afirmou Svetlana. Como foi absolvida, a militar não terá nenhum prejuízo no caso de futuras promoções na carreira. Na época do suposto crime ela foi afastada das ruas e até hoje ainda está em tratamento psicológico.

Entenda o caso – No dia 18 de julho de 2015, Svetlana foi presa sob acusação de abandono de posto. Ela teria ido à sede da Associação das Policiais Femininas de Sergipe, da qual é presidente, para fazer xixi. O tenente que a prendeu disse que houve abandono de posto. O detalhe é que a Assimusep fica na área de trabalho da sargento que, na época era coordenadora de policiamento do centro da cidade.

Essa não foi a primeira vez que uma policial foi presa em flagrante por fazer xixi fora do posto. Na noite do dia 3 de abril de 2011, a soldado Ediana Barbosa de Oliveira, foi presa pelo mesmo motivo. Ela trabalhava no posto de Polícia Comunitária do Conjunto Eduardo Gomes, em São Cristóvão, onde mora. A casa de Ediana fica a 200 metros do local. A ausência não durou mais de cinco minutos, mas foi mais que suficiente para que um oficial lhe desse voz de prisão por telefone. No dia 6 de dezembro de 2013 Ediana foi absolvida pelo Conselho Permanente da Justiça Militar por quatro votos a um.

Fonte: Portal So Sergipe/Facebook Svetlana

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Svetlana: Samuel cobra posição de Mendonça no caso da sargento

Deputado lamenta prisão da sargento Svetilana


Ao se solidarizar à sargento Svetilana, presa no último sábado “de forma arbitrária” e liberada no final da tarde de sábado , 19, o presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, deputado Capitão Samuel (PSL) cobrou um posicionamento firme do secretário de Segurança Pública, Mendonça Prado.

“Quando Mendonça era deputado sempre nos visitou. Agora, sumiu! A família militar não quer acreditar que o então deputado tenha mudado a sua postura por ter assumido o cargo de secretário”, afirmou Samuel que estava viajando e retornou na madrugada de ontem e foi direto se mobilizar para agilizar a soltura da militar.

A sargento Svetilana é presidente da Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública (ASIMUSP). Ela foi presa no final da manhã de sábado por um oficial da Polícia Militar e levada para a Corregedoria da Corporação, onde ficou até o final da tarde de ontem.

“Por diversas vezes, a sargento Svetilana presenciou o então deputado Mendonça Prado nos apoiar com sua presença em momentos assim”, lembrou Samuel, ressaltando que a família militar não aceita ser tratada de forma diferente. “Não aceitamos incoerência”, afirmou o deputado, ao lamentar que o secretário não tenha tido uma postura solidária.

Fonte: Ascom Samuel/Portal Infonet

domingo, 19 de julho de 2015

Juíza concede habeas corpus e liberta a Sargento Svetlana

Juíza concede liberdade à sargento Svetlana

A presidente da Associação Integrada das Mulheres da Segurança Pública do Estado de Sergipe (Asimusep), sargento Svetlana Barbosa, presa desde a manhã de ontem (18) sob acusação de suposto abandono do seu posto de serviço no Centro de Aracaju, foi libertada na tarde de hoje por determinação da Justiça.

O advogado que defende a militar impetrou pedido de habeas corpus que foi acatado pela juíza plantonista, Dra. Bruna Aparecida de Carvalho, que determinou que a sargento fosse posta em liberdade. Svetlana responderá em liberdade pelo suposto crime de que foi acusada e que originou sua prisão.

A diretoria da Aspra Sergipe, que prestou solidariedade à sargento Svetlana logo após sua prisão, recebeu com alegria a informação de sua soltura.

Através do seu vice-presidente, sargento Anderson Araújo, que também é membro da Associação Nacional de Praças (ANASPRA), a Aspra Sergipe manifestou que é por conta de situações desta natureza que os praças de todo Brasil têm lutado pelo fim da prisão administrativa, que tolhe o militar de sua liberdade por motivos muitas vezes banais. "Essa luta vem sendo encampada há muito tempo e ganhou força agora com a chegada de mais militares na Câmara Federal, especialmente praças. A proposta de autoria do Deputado Subtenente Gonzaga (PDT/MG) já está em andamento na Câmara e foi aprovada na CCJC, e acreditamos que em breve conseguiremos extinguir essa aberração", declarou Araújo.

Sargento Svetlana passa mal no Presmil e é encaminhada às pressas ao HPM

A sargento Svetlana Barbosa, presidente da Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública (ASIMUSEP), foi presa por um oficial da policia militar e encaminhada à Corregedoria, acusada de ter abandonado o serviço.

A sargento Svetlana Barbosa, da Policia Militar de Sergipe (PMSE), foi presa por volta das 11 horas deste sábado (18), durante o seu expediente de trabalho dentro da Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública (Asimusep) acusada de abandono e serviço, crime previsto no Código Penal Militar, artigo 195.

Svetlana é primeiro sargento da policia militar e neste sábado estava de serviço ordinário onde cumpria a missão de supervisionar o policiamento ostensivo no centro de Aracaju. As informações passadas por um amigo da sargento que também é policial, é de que ela teria entrado na sede da associação para fazer suas necessidades fisiológicas, já que se encontrava nas proximidades da associação que preside.

A prisão da militar ocorreu dentro da Asimusep por volta das 11 horas. Após a prisão, Svetlana foi encaminhada à Corregedoria da PM e em seguida ela foi levada para o Presidio Militar (Presmil).

Na manhã deste domingo (19), a informação passada à redação do FAXAJU é de que a sargento Svetlana passou mal por volta das 21 horas de ontem. Muito abalada, a militar começou a vomitar sendo encaminhada às pressas para o Hospital da Policia Militar (HPM), onde foi medicada e mantida sob observação.

Por volta de meia noite e meia, ela foi reconduzida ao Presmil onde se encontra, porém as informações são de que ela chora muito e não quer se alimentar. Além disso, segundo declarou o militar amigo de Svetlana, as visitas estão proibidas, sendo possível ter acesso a ela apenas o advogado e familiares.

Um militar que pediu para não ser identificado disse que está muito triste com a maneira com que os militares são tratados. “Eu estou indignado. Até parece que a sargento é uma bandida de alta periculosidade. Isso precisa mudar. Não se pode tratar um ser humano dessa maneira, afinal de contas, com a prisão dela, é um policial a menos nas ruas”, desabafou o PM.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

sábado, 18 de julho de 2015

Sargento é presa por abandono de serviço

Presidente de Associação recebe voz de prisão em Aracaju

A sargento Svetlana Barbosa Silva, presidente da Associação das Policiais Femininas do Estado de Sergipe, foi presa no final da manhã deste sábado, 18, acusada de abandono de serviço, crime previsto no Código Penal Militar, com pena de detenção que varia entre três meses a um ano.

De acordo com informações do tenente-coronel Paulo César Paiva, chefe da 5ª Seção da Polícia Militar de Sergipe, setor responsável pela comunicação social da corporação, ela estava escalada para supervisionar as equipes que estão atuando no policiamento ostensivo do Centro da cidade, que é a área vinculada ao 8º Batalhão da Polícia Militar.

No entanto, teria sido flagrada, segundo o tenente-coronel, na sede da Associação que preside realizando outros trabalhos, o que caracteriza, na ótica da corporação, abandono de serviço. Mas as informações que estão circulando nas redes sociais divergem desta versão apresentada pelo tenente-coronel Paiva.

De acordo com as informações veiculadas nas redes sociais, a sargento não saiu da área de atuação. Ela teria ido à sede da Associação, que fica no Centro da cidade, para utilizar o banheiro e retornaria ao posto para dar sequência à atividade profissional como supervisora das equipes. Mas recebeu voz de prisão em flagrante do tenente Jamisson, do 8º BPM, que a encaminhou à Corregedoria da Polícia Militar, onde está sendo lavrado o flagrante.

O advogado Márlio Damasceno, que atua na Associação dos Militares do Estado de Sergipe, recebeu estas informações e vê excessos nos encaminhamentos que levaram à prisão da policial. “Como abandono de serviço, se ela não se ausentou da área de atuação? Na minha ótica, não vejo abandono de serviço”, comentou o advogado.

Cássia Santana

Fonte: Portal Infonet

Prisão: representantes de associações se solidarizam com a Sargento Svetlana

Sargento Svetlana


Representantes de associações solidários à companheira presa

Encontra-se na Corregedoria da Polícia Militar de Sergipe a Sargento Svetlana Barbosa, presidente da Associação Integrada das Mulheres da Segurança Pública (Asimusep/SE). A sargento foi presa no final desta manhã na sede da entidade que preside na Rua Santo Amaro, Centro de Aracaju, onde foi com o objetivo de utilizar o banheiro. Pelo que se apurou a princípio a acusação é de um suposto abandono do serviço, embora a sede da Asimusep esteja localizada dentro da área de atuação da sargento.

Neste momento Svetlana aguarda a decisão sobre a lavratura do flagrante de sua prisão. Acompanham a sargento o vice-presidente da Aspra/SE, sargento Araújo, os presidentes da Amese, sargento Vieira, e da ACS-PMCB, cabo Robson, a vice-presidente da Asimusep e Secretária de Defesa Social de Aracaju, delegada Georlize Teles, e o advogado Gerson Carvalho.

Posteriormente a Aspra/SE publicará novas informações sobre o caso.

Svetlana, presidente da Asimusep, é presa e encaminhada a corregedoria da PM



A sargento Svetlana, presidente da Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública (ASIMUSP), acaba de ser presa por um oficial da policia militar de Sergipe e encaminhada à Corregedoria.

A 1º sargento Svetlana foi presa por volta das 11 horas deste sábado (18), durante o seu expediente de trabalho. Não há informações concretas sobre os motivos da prisão da sargento e representante de classe. Até o momento o que se comenta é que a sargento que estaria em serviço neste sábado, e teria ido até a sede da associação onde ocorreu o flagrante e a prisão.

A situação de Svetlana foi vivida no ano passado pelo então vice-presidente da Amese, sargento Edgard Menezes, que também foi acusado de abandonar o serviço para se dirigir à sede da associação, onde à época acabou sendo preso.

Ao tomar conhecimento da situação da colega militar, o presidente da Amese, sargento Vieira se delocou para a corregedorria para prestar apoio à militar e colocar os advogados da associação à disposição da sargento.Mais informações em instantes

Munir Darrage 

Fonte: Blog da Amese

NOTA: A Aspra Sergipe, representada por seu vice-presidente, sargento Anderson Araujo, também se faz presente na corregedoria em apoio à presidente da Asimusep/SE. Posteriormente serão prestadas mais informações sobre o caso.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Mais duas entidades de Sergipe se filiam a Anaspra


A Associação Nacional de Praças (Anaspra), que congrega as entidades representativas de praças, recebeu a filiação de mais duas entidades do Estado do Sergipe. A Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública em Sergipe (Asimusepse) foi filiada pela presidenta sargento Svetlana Barbosa.  
Como o própro nome diz, a associação foi criada para assegurar os direitos da mulher dentro dos órgãos de segurança do Estado. A associação reúne mulheres as policiais militares, as bombeiras militares, as policiais civis, as guardas municipais, as agentes prisionais e as peritas.

A Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de Sergipe também foi filiada, com a representação o cabo Robson. As filiações foram acompanhadas pelo presidente da Associação dos Oficiais Militares de Sergipe (Assomise), major Adriano José Barboza Reis.

Fonte: Anaspra



quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Aspra participa de discussão sobre projetos de lei enviados pelo governo.

Associações discutem com o deputado Capitão Samuel para tentar evitar perda de direitos.



Na manhã desta terça-feira, 17, os presidentes da Aspra, Amese, Asimusep e ACSPMCB/SE estiveram reunidos com o deputado Samuel Barreto em seu gabinete para discutir os projetos de lei enviados pelo governo à Assembleia Legislativa e que retiram direitos dos servidores públicos.

No encontro foram analisados os pontos que atingem os servidores militares, como a proposta de revogação do art. 53 da Lei n° 5699/2005, que trata dos proventos dos militares, e alterações na Lei 2066/76 versando sobre licenças e pensões.

A expectativa é de que na próxima semana os projetos sejam levados ao plenário para votação e de acordo com o deputado Capitão Samuel a participação dos militares na Assembleia Legislativa junto com os demais servidores será importante para tentar evitar a perda de direitos.

De acordo com o presidente da Aspra, sargento Anderson Araújo, apesar do governo ter maioria na ALESE os servidores não podem aceitar passivamente a possibilidade de perda de direitos. Segundo Araújo a situação financeira alegada pelo Estado não foi causada pelos servidores e eles não podem ser penalizados por isso.

As associações e o deputado Capitão Samuel convidam os militares a se fazerem presentes na ALESE a partir de segunda-feira às 14 horas para acompanhar a tramitação dos projetos e lutar contra a perda de direitos.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Aspra encaminha ofício ao Governador do Estado com a pauta de reivindicações dos militares

a manhã de hoje, 20, as associações dos militares protocolaram mais um ofício endereçado ao governador do Estado contendo a pauta de reivindicações da categoria. Dia 24/02 haverá nova assembleia e a depender da resposta ou da omissão do governo categoria pode iniciar novo movimento reivindicatório. Mais uma luta árdua pelos direitos que nos tem sido negados.
 
 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Justiça absolve soldado acusada por abandono de posto

Associação de Mulheres defende estruturação em posto policial
 
 
O Conselho Permanente da Justiça Militar, por quatro votos a um, opinou pela absolvição da soldado Ediana Barbosa de Oliveira, acusada por abandono de posto de trabalho na noite do dia 3 de abril de 2011. Ela foi autuada em flagrante à época, foi a julgamento e saiu vitoriosa, conforme sentença anunciada na tarde desta sexta-feira, 6, pelo juiz Diógenes Barreto, que conduziu o julgamento.
 
Ao final, a soldado Ediana Barbosa comemorou. “Recebi apoio da OAB, da Associação das Mulheres da Polícia e agora fui absolvida. Estou bem”, reagiu, em conversa com o Portal Infonet. “Sempre tive confiança em Deus e na justiça, na certeza que a justiça seria feita”, completou. Ela revela que passou momentos difíceis, deprimida e que não guarda ressentimentos. “Fiquei deprimida com esse peso nas costas, mas deu tudo certo e agora vou voltar à minha vida, não vou abandonar a sociedade”, observou.
 
Nos autos, a defesa alegou que o flagrante teria sido preparado com má intenção devido a divergências entre a acusada e um superior. Nos autos, consta ainda que a soldado tinha permissão para se ausentar por certo período do posto de trabalho para realizar a higiene pessoal na residência devido às precárias condições em que se encontrava o banheiro do posto policial onde ela exercia as atividades.
 
O julgamento foi acompanhado pela sargento Svetlana Barbosa da Silva, presidente da Associação de Mulheres da Segurança Pública. “No processo, não se conseguiu materialidade para provar que houve abandono de posto”, observou a presidente da Associação. “Agora, vamos continuar lutando pela dignidade da mulher na atividade policial e pela adaptação estrutural para que fatos como este não continuem acontecendo”, considerou.
 
Na opinião da presidente da Associação, fatos desta natureza podem ser evitados se houver estrutura digna em todos os postos de trabalho. “Se realmente houvesse estrutura digna no posto, não haveria esta celeuma”, observou.
 
Cássia Santana
 
Fonte: Portal Infonet
 
NOTA: Corrigindo a informação prestada pelo Portal Infonet, a policial militar Ediana é atualmente 2º Sargento, e não Soldado, como publicado. Em apoio à Sargento Ediana e à Asimusep/SE, a Aspra Sergipe representada pelo seu presidente, Sargento Araújo, também acompanhou a audiência de julgamento da militar. Manifestamos assim nossa alegria pela absolvição de Ediana por entendermos que de outra forma, por tudo que se apresentou durante o processo, não haveria decisão mais justa. Parabéns Ediana!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Assembleia Geral dos Militares Estaduais

A Assomise, Associações de Cabos e Soldados, Aspra, Asimusepse, Caixa Beneficente, convidam todos os militares para Assembleia geral no dia 03/10/13 às 14h no Clube de Oficiais. O objetivo da Assembleia é colocar todos os militares a par dos projetos encaminhados pelo governo (GRAE E BOLSA FORMAÇÃO) e as emendas realizadas pelo deputado Capitão Samuel. Outro ponto a ser discutido será o andamento da PEC 300 na câmara dos deputados que será esclarecido pelo deputado André Moura e o senador Eduardo Amorim que defendem a aprovação da PEC. Por fim será discutido com todos os presentes a retomada do processo de negociação com o governo do estado para aprovação da LOB, lei de fixação do efetivo, reajuste anual dos servidores militares, presunção da inocência para promoção e o que mais ocorrer. " Juntos somos fortes e unidos somos imbatíveis".

Major Adriano Reis (Presidente da Assomise)

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Aspra participa de discussões sobre projetos de lei do governo

Associações se reuniram para debater projetos de lei na Comissão de Segurança da Alese

Na tarde desta quarta-feira, 4, aconteceu na Sala das Comissões da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) mais uma rodada de discussões sobre os projetos de lei enviados pelo governo do Estado àquela Casa, referentes aos servidores militares. O encontro foi promovido pelo deputado estadual Capitão Samuel Barreto (PSL), presidente da Comissão de Segurança Pública, com o objetivo de que os projetos de lei pudessem ser analisados pelos militares antes de sua aprovação.

Várias associações participaram do encontro, entre elas a Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe (Aspra), que esteve representada pelo seu presidente, sargento Anderson Araújo. O intuito principal dos presentes era analisar, debater e se necessário propor alterações ao Projeto de Lei Complementar nº 6/2013, que entre outras providências altera a forma de remuneração dos alunos do Curso de Formação de Soldados, e ao Projeto de Lei nº 128/2013, que altera dispositivos da Lei nº 5.699/2005 (Sistema Remuneratório dos Servidores Militares) referentes à Gratificação por Atuação em Eventos (GRAE).

Concurso

O deputado Capitão Samuel abriu o debate colocando em discussão o PLC nº 6/2013, que altera dispositivos das Leis nº 2.066/76 e 5.699/2005, e cria remuneração diferenciada para os novos alunos a Soldado a serem convocados por concurso público. De acordo com Samuel, este projeto está sendo tratado pelo governo como condição indispensável para a realização do concurso público para a Polícia Militar.

Durante a apreciação do projeto, o sargento Araújo chamou a atenção dos colegas para o que denominou de “pegadinha”, que era a revogação do direito ao recebimento de diárias pelo militar que esteja realizando curso fora ou dentro do Estado em determinadas situações. O presidente da Aspra lembrou que embora em menor número, ainda há praças que realizam esses cursos e que seriam prejudicados com a revogação da norma, pelo que propôs que fosse apresentada emenda retirando do projeto o art. 7º e mantendo o direito inalterado.

GRAE

O maior debate ocorreu quando se passou a analisar o PL nº 128/2013, que versa sobre a alteração do art. 19-A da Lei nº 5.699/2005, que prevê a Grae. Pelo projeto, a gratificação que hoje é paga apenas para eventos específicos poderia ser paga também como compensação pela atuação em ações operacionais. Segundo o deputado Samuel Barreto a ideia teria sido do próprio Comandante Geral da PM, coronel Maurício Iunes, e teria o objetivo de promover uma compensação financeira aos policiais militares empregados em operações policiais extraordinárias, uma vez que hoje o policial já é empregado, mas não há amparo legal para que a Polícia Militar o remunere.

Sobre o assunto o primeiro a pedir a fala foi o sargento Edgard Menezes, vice-presidente da Amese, que informou que era contrário a qualquer mudança no projeto de lei por ser favorável à definição de carga horária e ao pagamento de horas extras. Já os representantes das demais associações presentes foram unânimes no entendimento de que, em se tratando de um projeto que altera uma lei já existente, seria melhor tentar interferir através da propositura de emendas que tragam algum benefício para os militares do que simplesmente cruzar os braços e deixar a lei ser aprovada com o texto original encaminhado pelo governo.

Segundo o presidente da Aspra, é preciso considerar que os projetos de lei que estão na Alese não foram solicitados nem encaminhados pelas associações, mas interferem na vida do policial e bombeiro militar, por isso as associações não podem se eximir de discuti-los e de se posicionar a respeito. “Nós continuaremos lutando para que o governo defina a carga horária do militar e lhe remunere com horas extras, mas enquanto o governo não toma a atitude de encaminhar para a Alese proposta nesse sentido, precisamos trabalhar em cima daquilo que existe de concreto. Não temos o direito de cruzar os braços diante de uma discussão tão importante”, declarou o sargento Araújo externando um pensamento compartilhado pelas demais associações, à exceção da Amese.

Propostas

Como resultado das discussões foram definidas as seguintes propostas de alteração no projeto de lei: incluir dispositivo que priorize o serviço extraordinário voluntário para percepção da Grae; propor a limitação de horas para a Grae (hoje a gratificação é paga por evento diário, sem limite de horas de serviço); ampliar a possibilidade de pagamento pelo Estado, que atualmente só pode pagar até 5 (cinco) vezes o valor diário num mesmo mês, havendo casos de policiais que possuem várias gratificações a receber e que ficam com estas acumuladas.

“Quero lembrar que tudo que está saindo desta reunião são propostas, que podem ou não ser acatadas pelo governo. Se este assim desejar poderá aprovar o projeto do mesmo jeito que ele chegou aqui na Alese. Nosso papel é tentar fazer algo que beneficie o servidor militar, mas se vamos ter êxito ou não só depois saberemos. Penso que se conseguíssemos aprovar o dispositivo da voluntariedade já seria uma grande vitória, mas isso não é fácil, mesmo porque já somos presumidamente voluntários segundo a própria lei”, explicou Araújo.

Além das propostas acordadas entre as associações, o presidente da Aspra ainda sugeriu ao deputado Samuel Barreto que atue junto ao governo do Estado no sentido de que seja revista a forma de definição dos valores da Grae, que hoje são irrisórios para os militares de patente mais baixa, e que atue também objetivando mais agilidade no pagamento destas gratificações.

Votação

A apreciação dos dois projetos deverá ocorrer na próxima semana no plenário da Assembleia Legislativa. Antes a proposta receberá emendas e deverá retornar à Comissão de Constituição e Justiça, para só depois seguir para votação, possivelmente na terça-feira. 

Participaram da reunião representantes da Aspra, Assomise, Amese, Associação Beneficente, Asimusep, AAM e diretores recém eleitos da ACS.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Governador em exercício recebe associações militares a pedido do deputado Capitão Samuel

 Presidente da Aspra, Sargento Prado, esteve presente

Na manhã desta quarta-feira, 03, o governador em exercício, Jackson Barreto (PMDB) , recebeu no Palácio dos Despachos , as associações militares do Estado de Sergipe, além do deputado estadual Capitão Samuel (PSL), solicitante da reunião.

As associações militares lá representadas pelos presidentes da Assomise, Major Adriano Reis, Edna, vice- presidente da Assimusep, Cabo Bezerra, presidente da Associação de Cabos e Soldados, Sargento Prado, presidente da Aspra, assim como Alberto Almeida representante dos Bombeiros de Sergipe.

O objetivo das associações foi que o Governo do Estado encaminhe os projetos que alteram a legislação e reestruturam a Polícia Militar e o Bombeiro Militar de Sergipe para a Assembleia Legislativa, no que diz respeito à lei de fixação de efetivo, a lei de organização básica (LOB), concurso para a Polícia Militar e Bombeiro Militar, aposentadoria e promoções dos militares que respondem processo.

O Governador em Exercício ouviu atentamente todos os questionamentos e solicitações das associações assim como as explicações do deputado estadual Capitão Samuel, que fez uma explanação geral da situação e passou a palavra para os representantes de cada associação que tiveram seu espaço para dialogar com o governador em exercício Jackson Barreto. “É uma satisfação muito grande poder de fato abrir mais esse canal de diálogo entre o Governo e as Associações militares que necessitam desse contato, necessitam serem ouvidas pelo governador e de obterem as respostas para que a nossa categoria continue avançando e progredindo”, declarou o deputado Capitão Samuel.


O governador em exercício afirmou que irá estudar, os diversos questionamentos e reivindicações das associações e que ainda esse mês será agendada outra reunião para a discussão dos pontos abordados hoje. “Nós nos encontramos hoje com as associações militares, foram colocadas na pauta diversas reivindicações, diversos pleitos, como a questão da LOB, de promoções e nós faremos uma análise, uma avaliação, vamos estudar, e dentro desse mês de julho ainda voltaremos a conversar. Vamos estudar levando em conta os interesses da polícia, os interesses do estado, e Vamos fazer uma discussão que envolva o próprio comando da Polícia, Procuradoria Geral do Estado, por que eu acho que são peças fundamentais na discussão desse documento de reivindicação”, concluiu o governador em exercício Jackson Barreto.

Assessoria Parlamentar (Chris Brota)

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Deputado defende o envio de LOB e LFE para a AL

Deputado disse que Batalhões da PM e PM atuam na ilegalidade

O deputado estadual Capitão Samuel Barreto (PSL) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, na manha da última quarta-feira, 17, para defender que o governo do Estado envie para a Casa o projeto versando sobre a Lei de Organização Básica (LOB) e a Lei de Fixação de Efetivo (LFE) que é o complemento. Samuel disse que os batalhões da PM e outros segmentos da Polícia Militar atuam dentro da ilegalidade.

Ao iniciar seu pronunciamento, e sob os olhares de representantes de várias entidades representativas da PM, Samuel Barreto disse que “essa é uma luta que travamos há muito tempo e com muita dificuldade. Aqui nesta Casa os deputados estaduais dizem sim aos projetos, aprovando nossas indicações. O governo analisa e decide se reenvia ou não”.

Em seguida, Samuel Barreto colocou que “essa é a luta de 2013 da família militar! Temos hoje a grata satisfação quando falamos do Batalhão de Caatinga, quando interior as pessoas enxergam aquele grupamento como ‘salvadores da pátria’. Eles garantem o mínimo de segurança ao povo do Sertão, mas o batalhão atua dentro da ilegalidade. É o mesmo caso do Getam e do Gati. Não existem na estrutura da PM”.

“Enquanto não for enviada a Lei de Fixação do Efetivo da PM pelo governo do Estado para esta Casa, os Batalhões de Choque e de Trânsito, por exemplo, como também o Grupo Tático Aéreo seguem ilegais. O Denarc, por exemplo, também está ilegal e foi constituído por portaria”, completou Samuel.

O deputado foi ainda mais longe e disse que o Corpo de Bombeiros inaugura todo dia vários quartéis e Batalhões pelo interior com dois bombeiros. “Um para cuidar do prédio e outro para atender o povo! São 420 homens nas ruas. Se inaugura batalhões, mas não se fala em concurso público”.

Samuel Barreto disse que já conversou com o Coronel Maurício Iunes, Comandante da Polícia Militar de Sergipe. Samuel também destacou as conversas com o chefe da Casa Civil, Silvio Santos. “A Lei está pronta na Casa Civil. Está na mesa de Silvio Santos. O governador, segundo ele, tem boa vontade. Então só falta enviar a lei para a Assembleia Legislativa legalizar essas Companhias e garantir os direitos aos policias de trabalharem dentro da legalidade”.

Insegurança

Samuel Barreto também fez um alerta para as autoridades da Segurança Pública do Estado. “Na Polícia Militar, diferente do que acontece com os professores, por exemplo, não existe progressão vertical. Um sargento fica 18 anos esperando uma promoção. Alguns movimentos estão sendo discutidos e elaborados. A turma que entrou na PM em 1984, completa 30 anos de serviço em 2014 e cerca de mil homens se aposentam”.

“Este ano ainda se aposentam 400 policiais. Não teremos policiais nas ruas! O efetivo da PM não aguenta mais pagar horas extras. É bem verdade que estão recebendo, mas eles não suportam mais a carga de trabalho. E 10% do efetivo hoje está em dispensa de saúde. Dizer que não tem dinheiro, não cola, porque dinheiro tem! Dá-se um jeito! E a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) traz um artigo onde se pode fazer concurso para suprir as vagas de aposentados”.

Associações Militares

A presença quase que unânime das associações militares de Sergipe foi decisiva para a lotação das galerias do Plenário da Assembleia Legislativa que ficou repleta de policiais e bombeiros militares interessados no Projeto de Lei que foi discutido na ocasião. A AMM (Sub tenente Jailton), a ASPRA (Sargento Prado), a ASSIMUSEP (Svetlana), Associação de Cabos e Soldados (Cabo Bezerra), Associação dos Bombeiros (Alberto), a ASSOMISE (Major Adriano Reis) através dos seus representantes compareceram ao plenário apoiando o mandato do deputado estadual Capitão Samuel. Apenas uma associação militar não compareceu nem representou seus associados no movimento em favor da aprovação do Projeto de Lei de Fixação de Efetivo dos militares sergipanos.

Fonte: Assessoria Parlamentar/Portal Infonet

sexta-feira, 8 de março de 2013

Presidente da ASPRA participa do I Seminário Estadual "Mulheres, Segurança Pública e Direitos Humanos"

A ASPRA, na pessoa do seu presidente, Sargento Prado, participou do "I Seminário Estadual Mulheres, Segurança Pública e Direitos Humanos", realizado nos dias 05 e 06 de março de 2013 na Academia da Polícia Civil do Estado de Sergipe. Estiveram presentes o deputado estadual Capitão Samuel e a Secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki. Para saber mais sobre o evento, visite a página no Facebook da Asimusep:

Sargento Prado e a soldado PMSE Krisvânia

Sargento Prado e a Secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki

https://www.facebook.com/mariasdaseguranca.asimusep
http://www.asprasergipe.com/2013/03/i-seminario-estadual-mulheres-seguranca.html

GMA participa de Seminário Estadual sobre mulheres e Segurança Pública

Representantes do efetivo feminino da Guarda Municipal de Aracaju (GMA) participaram nos dias 5 e 6 do I Seminário Estadual Mulheres, Segurança Pública e Direitos Humanos, promovido pela Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública de Sergipe (Asimusep-SE) na Academia de Polícia Civil (Acadepol). O objetivo do evento foi fomentar a discussão a respeito da equidade de gênero e da igualdade social através dos processos de empoderamento da mulher.

Temas como violência contra mulher, história feminina na segurança pública e políticas de gênero e Direitos Humanos foram focos dos debates que envolveram, além da GMA, mulheres das Polícias Civil, Militar, Corpo de Bombeiros, Departamento de Sistema Penal (Desipe) e Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT).

De acordo com a Secretária Municipal de Defesa Social e Cidadania, Georlize Teles, o evento foi exitoso e enriquecedor, “pois trouxe falas que nos indicam uma construção diferente: a ideia de que homens e mulheres participam do mesmo espaço com respeito, com contribuições iguais e podendo dialogar”, completou. 

“Não queremos competir com os homens. Queremos que nosso espaço seja respeitado. Nós nos percebermos mulheres e somos profissionais. Não há necessidade de reproduzir os modelos equivocados. Somos mulheres e não abrimos mão disso”, destacou a secretária. 

Durante o encontro a GM Eliene participou da mesa redonda expondo um pouco sobre a mulher na GMA. “No concurso não houve vagas reservadas para mulheres, no entanto, nota-se que muitas não buscam a área de segurança, pois procuram mais atuar em setores administrativos. Em um universo de 400 guardas há apenas 62 mulheres. Na Guarda não existe distinção de sexo na área operacional, inclusive há fardas exclusivamente femininas e serão adquiridos coletes balísticos específicos para mulheres”, pontuou. Segundo Eliene, na instituição o efetivo feminino trabalha em viaturas, no setor administrativo, trânsito e ocupam cargos de chefia e coordenação. 

Secretaria Nacional no Seminário

A Secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, fez a abertura do evento, destacando os avanços relacionados ao sistema sergipano de segurança pública, a partir da valorização profissional e investimentos em equipamentos e nas carreiras. "Nós queremos a certeza da progressão na carreira e que seja igualitária, tanto para a mulher como para o homem. É importante salientar que nós mulheres desejamos igualdade de carreira, observando a nossa capacidade e dizer que não abrimos mão de trabalhar com os homens”.

Para a GM Joseane participar do seminário foi importante, porque foram expostas visões diferentes do tema. “A gente conheceu um pouco mais sobre a história da mulher na área e percebeu a evolução dessa atuação. Mas, percebe-se que ainda existem focos de discriminação. O seminário foi muito válido, pois agregou valores e expôs as lutas das mulheres pela conquista de espaço e respeito profissional”, avaliou.

Texto da GM Grazielle
Fotos da GM Pâmela

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Cabo PM Ediana irá a julgamento no dia 20

São várias as formas de violência contra a mulher no ambiente de trabalho, na seara da Segurança Pública o sistema é ainda mais desigual e cruel.

No próximo dia 20 de janeiro, a policial militar há mais de 15 anos, Ediana Barbosa de Oliveira, será ouvida por um tribunal militar, pelo crime de abandono de posto. O suposto crime ocorreu no dia 03 de abril do ano passado, quando após 17 horas ininterruptas de serviço, a policial foi até sua casa utilizar o banheiro e retornando ao PAC recebeu a informação que deveria ligar para o Cap. Donald . Ao efetuar a ligação, Ediana recebeu do oficial voz de prisão em flagrante por abandono de posto (Segundo o artigo 195 do Código Penal Militar, pratica crime o militar que: “abandonar, sem ordem superior, o posto ou lugar de serviço que lhe tenha sido designado, ou o serviço que lhe cumpria, antes de terminá-lo: Pena – detenção, de três meses a um ano.” ), embora tenha avisado aos colegas de serviço aonde iria. O detalhe importante a ser observado nesse caso é o de que inexiste banheiro ou alojamento feminino no Posto de Atendimento ao Cidadão do Conjunto Eduardo Gomes e a casa da policial está localizada a menos de 200 metros do posto. Além disso, havia oito policiais militares do sexo masculino que utilizavam as mesmas instalações que Ediana durante as 24h de serviço.

Durante a prisão em flagrante, Ediana foi conduzida em uma viatura policial até o Presídio Militar, onde também não pode ficar por inexistir instalações para o efetivo feminino, o que soa no mínimo incoerente se considerarmos o motivo pelo qual foi realizada a prisão. Após três dias, o advogado Gerson Carvalho conseguiu Habeas Corpus para a PM, mas o processo teve segmento e o julgamento, no qual se condenada ela poderá cumprir uma pena de três meses a um ano, ocorrerá no dia 20.

O único “crime” cometido por Ediana foi nascer mulher e querer servir a uma instituição que parou no tempo ao não se adequar para receber com dignidade a todos os seus trabalhadores. Por isso a Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública em Sergipe – ASIMUSEP-SE, convida a sociedade, a imprensa e aos organismos sociais que vislumbram uma sociedade igualitária a apoiar a luta contra essa injustiça.

Fonte: ASIMUSEP-SE

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

PEC de Susana garante às militares 180 dias de licença maternidade

As 423 policiais e bombeiras militares de Sergipe poderão ter direito a ampliação da licença maternidade de 120 para 180 dias. Amanhã (21.09.2011), deverá ser votada, na Assembléia Legislativa de Sergipe, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 04/11), de autoria do Poder Executivo, atendendo iniciativa da deputada estadual Susana Azevedo, PSC, que altera a Constituição Estadual e garante esse benefício a todas as mulheres que integram a Polícia Militar (PM) e Corpo de Bombeiros (CB). O efetivo na PM é de 350 mulheres e 73 no Bombeiro.

Na sessão desta terça-feira, a PEC, cuja relatora foi a deputada Maria Mendonça, foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, sendo aprovada no Plenário da Casa, a emenda será promulgada pela presidência da Assembléia e assim que for publicada no Diário Oficial do Estado passará a ter força de lei.

A iniciativa da deputada Susana Azevedo atendeu a uma reivindicação da Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública (Asimusep), que lhe entregou um relatório contendo uma série de aspirações da categoria e, dentre elas, a ampliação do período da licença maternidade para 180 dias, igualando-as com todas as servidoras civis estaduais, que já tem esse benefício desde dezembro de 2008.

Em agosto passado, a deputada Susana Azevedo agradeceu a então governadora em exercício e presidente da Assembleia Legislativa, deputada Angélica Guimarães, por ter encaminhado para aquela Casa a significativa proposta e, também, a subscrito. Na sessão desta quarta-feira, a presidente da Asimusep, Svetlana Barbosa, promete lotar as galerias da Casa para acompanhar a votação e não tem dúvidas de que os parlamentares sergipanos serão sensíveis ao pleito das mulheres que compõem a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros de Sergipe e votarão favoráveis à PEC.

Além da licença maternidade, as PMs femininas pleiteiam aposentadoria especial, o direito de pedir remoção do local de trabalho para um mais próximo de casa para cuidar do filho menor de dois anos e a garantia de que não será retirada deste local durante este período. A presidente da Asimusep, Svetlana Barbosa, disse que o comando da PM está atendendo essa reivindicação, como também está em entendimentos para que sejam adquiridos equipamentos de proteção individual, como coletes balísticos, especialmente para o corpo feminino.

A deputada Susana Azevedo, através da Indicação 180, de seis de setembro deste ano, solicitou o envio, à Assembleia Legislativa, o mais rápido possível, da propositura estabelecendo essas garantias ao corpo feminino da PM sergipana. Estas são as primeiras ações que começam a mudar a feição da PM e do Corpo de Bombeiro, já que o estatuto da corporação é de 1976 e, naquela época, não existiam mulheres em seus quadros.

Antônio Carlos Garcia

Fonte: Agência Alese

sábado, 20 de agosto de 2011

PM : I Caminhada pelo Desarmamento acontece no sábado, dia 20


A Associação Integrada das Mulheres da Segurança Pública (Asimusep) convida os integrantes da Polícia Militar e demais órgãos da Segurança Pública em Sergipe a participarem da I Caminhada pelo Desarmamento e a Favor da Vida, que acontece no próximo sábado, 20, a partir das 14h, na Orla de Atalaia.

“Amigos, colegas policiais, bombeiros, agentes prisionais, guardas municipais, familiares e todos que acreditam na cultura da paz são nossos convidados”, reforçou a aluna do Curso de Formação de Sargento Svetlâna Barbosa, presidente da Asimusep.

Os profissionais de segurança e parceiros se concentrarão a partir das 14h, nas proximidades do Celi Praia Hotel, na Orla de Atalaia, para darem início à caminhada simbólica. “É importante que todos estejamos engajados no enfrentamento à violência, especialmente a praticada com uso de arma de fogo, que tem feito vítimas em todo o país e Sergipe não está fora das estatísticas”, enfatizou a presidente da associação militar, que destacou que grande parte das vítimas de arma de fogo tem sido mulheres.

Fonte: PMSE

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Reivindicações da categoria - Nova reunião do Conselho Especial de Trabalho


Para dar continuidade às discussões da Comissão Especial de Trabalho, oficiais da PM reuniram-se na tarde desta quarta-feira, 22, no Quartel do Comando Geral, com representantes de Associações com o intuito de elaborar minutas de Projetos de Leis para modificação da legislação institucional da Corporação.

Os títulos discutidos pelo grupo devem contemplar, obrigatoriamente, temas que versem sobre carga horária para os integrantes da Polícia Militar, Organização Básica da Polícia Militar de Sergipe, Etapa-Alimentação, ingresso na Polícia Militar, fixação do efetivo da Polícia Militar, tempo de serviço e inatividade e habilitação policial militar.

Sobre a Comissão

A Polícia Militar, através da Portaria nº 084 - de 15 de junho de 2011, nomeou uma Comissão Especial de Trabalho para elaboração de minutas de Projetos de Leis para modificação da legislação institucional da Corporação. A Comissão Especial de Trabalho é composta pelo coronel Genário dos Santos João, chefe do Estado Maior Geral da PM e presidente da Comissão; major Adriano José Barboza Reis, representante da Associação dos Oficiais PM e BM de Sergipe; capitão Magno Antônio da Silva, representante do comandante geral da PM; capitão Sidney Barbosa dos Anjos Correia, representante do comandante geral da PM; subtenente Agnaldo Ezequiel Santos, representante da Associação de Subtenentes e Sargentos; sargento Jorge Vieira da Cruz, representante da Associação dos Militares de Sergipe; cabo Antonio Carlos Bezerra, representante da Associação de Cabos e Soldados PM/BM; e a Aluna CFS Svetlana Barbosa da Silva, representante da Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública de Sergipe.

Fonte: PMSE

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