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terça-feira, 18 de abril de 2017

A Má Distribuição da Retae no momento da “Farinha Pouca, Meu Pirão Primeiro"


Antes denominando Grae e agora formalmente intitulado Retae, o pagamento de escalas extras feito a policiais militares que trabalham durante a folga parece não estar sendo distribuído de forma igualitária, segundo denunciam alguns PM’s, realidade que não agrada, mas não pode ser passada para frente por quem se sente lesado, haja vista a utilização das regras militaristas como forma de opressão e punição.

Sem reajuste que compense as perdas inflacionárias, assistidos com um mísero ticket alimentação que há quase uma década é de R$ 8, recebendo salário atrasado, 13º parcelado e, literalmente, dando a vida a cada dia de serviço, os militares sergipanos têm sido vítimas de um descaso que ora aparenta ser com a segurança pública, ora com a sociedade, em outra com a corporação.

E foi face a esse descontentamento que um PM desabafou a sua lamúria, que é unânime entre os que realmente trabalham e pouco recebem, e relatou, dentre tantos problemas, conhecidos e negados à imprensa, o que no momento é sinal de discórdia: a má distribuição nas escalas extras e consequente apadrinhamento de uns poucos.

Segundo o militar, que terá a identidade preservada para evitar retaliações, é fato que o atual comando geral conseguiu, apoiado pelas associações militares e pela tropa, junto ao governo do Estado benefícios para a categoria, a exemplo da promoção por tempo de serviço, nível superior para ingresso, auxílio uniforme, o subsídio que terá implementação em 2018 e a própria retribuição financeira por atividade extra (Retae).

Contudo, apesar de estar no comando, o coronel PM Marcony Cabral parece não estar no controle absoluto e com isso os “ratos” têm feito a festa, ou então os festejos têm sido patrocinados com o silêncio do apadrinhamento, em se tratando das distorções na distribuição das escalas extras, vez que no comando do policiamento militar da capital (CPMC), que tem à frente o tenente-coronel PM Vivaldy, somente uma ou duas das diversas unidades operacionais concentram quase que todas as escalas extras. Em resumo, isso significa que figurinhas repetidas na capital estão enchendo o álbum ( nesse caso o bolso) com as gratificações que deveriam ser isonomicamente partilhadas.

E para que não se caracterize a denúncia como desserviço jornalístico ou da jornalista, bem como crime por parte do denunciante, no portal da transparência abaixo linkado é possível perceber e comprovar que oficiais superiores ligados ao comandante Marcony Cabral, integram a relação de beneficiários  recorrentes no recebimento da Retae.(http://www.transparenciasergipe.se.gov.br/TRS/Pessoal/FolhaPagamento.xhtml)

Mas deixando de lado o adágio da “farinha pouca, meu pirão primeiro”, vale ressaltar que não se trata de mensurar cumprimento ou não das escalas, nem merecimento, mas de cobrar justiça no processo de seleção, levando-se em conta a disparidade que já existe em termos de salário em virtude da patente. Oito plantões mensais de um dos oficiais parente do comandante geral gerou aos cofres públicos a despesa de R$ 4.800, valor superior ao recebido por um cabo PM que trabalha um mês inteiro.

Se assim como o caso da arma roubada de dentro do carro do tenente-coronel PM Vivaldy, que se tornou público somente cerca de quatro meses após o fato, o comando geral não tem conhecimento dessa realidade, é sugestivo um puxar de rédeas a fim de evitar que a situação desande mais do que já saiu dos trilhos. Afinal, não está em jogo somente a desmotivação de praças e oficiais não agraciados com a retribuição, mas também a responsabilidade administrativa de quem compete o poder do controle, que pode responder por improbidade e, ainda que indiretamente, estar entre os responsáveis pela caos social advindo da descrença da instituição polícia.

Descontentamento exposto, agora é crer no desconhecimento por parte do coronel e, ante a lisura que lhe é peculiar,  considerar que ao questionamento de “onde está o dinheiro? ” não será respondido ” os ratos comeram”.

Texto escrito pela jornalista Iane Gois

Fonte: Blog Espaço Militar/Faxaju

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Jackson Barreto autoriza benefícios para Corpo de Bombeiros durante solenidade de promoção

O governador também anunciou a realização, até o final do ano, do concurso para o Corpo de Bombeiros



O governador Jackson Barreto, durante cerimônia de promoção de oficiais do Corpo de Bombeiros de Sergipe nesta terça-feira, 21, autorizou dois benefícios para a corporação. O primeiro diz respeito à redistribuição de efetivo dentro das vagas oferecidas pelos Bombeiros, otimizando a prestação de serviços e atendendo a uma reivindicação antiga dos servidores. Outro benefício é a liberação de obras de reforma para posto próprio do Centro de Ensino para realização de cursos de formação de militares da corporação. Além das autorizações, o governador anunciou a realização, até o final do ano, do concurso para o Corpo de Bombeiros.

“Quero dizer da minha alegria com as promoções aqui realizadas, fazendo justiça àqueles que dedicam sua vida a essa instituição tão querida e dedicada, que é o Corpo de Bombeiros. Aqui faço também duas referências que considero importantes: uma ao coronel Eduardo, comandante da corporação, e outra ao deputado capitão Samuel, com relação à assinatura do ato da Lobinha, que sempre foi uma reivindicação da instituição e que nós autorizamos aqui na manhã de hoje. Aproveito a oportunidade para dizer aos dois que o que prometi, acabei de cumprir. A respeito da autorização da reforma do prédio onde funcionou Colégio Estadual John Kennedy, lá agora vai funcionar uma unidade de ensino e qualificação para o Corpo de Bombeiros. Outra coisa que tenho a dizer nesta terça é que vamos, ao final do ano, realizar concurso para os Bombeiros. Isso tudo é um reconhecimento a essa corporação, que é uma alma dedicada aos sergipanos”, declarou o governador.

Para o comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Eduardo Carlos Santos Pereira, essa terça-feira é uma data marcante. “Hoje é um dia especial, mais especificamente para aqueles que estão sendo promovidos. É valorização e representa fluxo de carreira. É uma forma de incentivo para toda a tropa, que sempre almeja chegar ao final de carreira. O dia também é especial porque marca o anúncio oficial de conquistas há tanto esperadas pela corporação. Há três anos os profissionais aguardam a implementação da popularmente chamada Lobinha, que foi também autorizada pelo governador. Ela consiste na redistribuição de efetivo previsto em Lei, dentro dos postos de graduação, transferindo vagas ociosas para outros postos. Sua implementação consolidará o reconhecimento e tratamento isonômico por parte do governo”, destacou.

O secretário de Estado da Segurança Pública, João Batista, afirmou que a promoção por tempo de serviço, conquistada na gestão de Jackson Barreto, foi um dos maiores avanços ocorridos na história da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Ele explica que, com a progressão, o servidor pode se programar e sabe o posto que pode ser alcançado em sua carreira. “Isso é muito importante para a instituição, pois oxigena, dá fluxo e valoriza”.

Promovido ao posto de Coronel QOBM por merecimento, o tenente coronel José Erivaldo Mendes, atual coordenador estadual da Defesa Civil, afirmou que, até o momento, são 24 anos dedicados à corporação. “O sentimento é de bastante alegria. É a valorização e reconhecimento de toda uma história. É a oportunidade de chegar ao último posto da carreira e isso só aumenta a responsabilidade. Sei de nosso papel e das atividades que desenvolvemos, cuidando da Defesa Civil de Sergipe. Vamos assumir integralmente tudo isso para continuar trabalhando com seriedade e tentando melhorar o nosso serviço”, afirmou.

Já a então capitã Eva Lílian Nascimento Barros, promovida a major por critério de antiguidade, declarou que a progressão representa uma vitória pessoal e da presença feminina na corporação. “Somos 72 mulheres do total de 562 militares e, a cada promoção, sentimo-nos prestigiadas”.

Concurso

A respeito da realização de concurso para o Corpo de Bombeiros, o governador Jackson Barreto afirmou que há perspectiva positiva e que está sendo realizado um levantamento pela Secretaria de Planejamento sobre algumas questões. “Não um levantamento sobre a necessidade do processo seletivo, pois sabemos que é preciso, e que o Corpo de Bombeiros está funcionando com apenas 50% do seu efetivo. Nós temos responsabilidade e precisamos aumentar o efetivo para atender às necessidades da nossa população. Não podemos deixar para amanhã uma ação tão importante para essa instituição, que é o concurso. Afinal, como todo mundo sabe, o Corpo de Bombeiros não funciona apenas na capital”, disse, acrescentando que para a Polícia Militar já foi realizado concurso e há interesse na promoção de um novo certame, e para a Civil já foi convocado quase o dobro previsto no edital.

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros explica que 40% do efetivo atual já possui mais de 20 anos de tempo de serviço e está no último terço da carreira militar, e que apenas 26% possui menos de 10 anos. Ele acredita que o concurso público possibilitará melhoria aos serviços prestados à população.

“Passada a etapa do concurso, é chegada a hora dos cursos de formação e a corporação, que até 2016 dispunha de centro de formação em local alugado, hoje almeja e conquista a consolidação de um próprio centro de ensino, que funcionará numa área anexa ao Colégio Estadual John Kennedy, que foi cedida pela Secretaria de Estado da Educação. Nesta terça, foi formalizada a autorização para que houvesse início das obras”, comentou coronel Eduardo.

O reforço do efetivo no interior do estado é uma das preocupações do governo, segundo explica o secretário João Batista. “Felizmente, o Corpo de Bombeiros com muita capacidade operacional vem fazendo frente às demandas, mas temos que pensar a médio e longo prazo para reforçar os recursos humanos para, principalmente, colocar mais bombeiros no interior”, relatou a respeito do concurso público.

A dedicação da corporação no atendimento às demandas sergipanas também foi destacada pelo governador, que ainda afirmou que, além do concurso, é importante que haja profissionalização, capacitação e qualificação do Corpo de Bombeiros. Durante a cerimônia de promoção desta terça, Jackson também lembrou de momentos em que, à época em que era carteiro, ia até à corporação para levar telegramas. “Tenho orgulho imenso de chegar aqui nessa corporação na década de 60 para 70 e de ouvir as histórias contadas sobre dia-a-dia do Corpo de Bombeiros”.

Vantagens

Nos últimos anos, o Governo do Estado investiu recursos superiores a R$ 17 milhões na renovação da frota de viaturas, de veículos de combate a incêndio, na aquisição de plataforma de combate a incêndio com 57 metros de autonomia, de equipamentos operacionais e de proteção individual e na aquisição de ambulâncias de resgate e de um ônibus para transporte.

Em 2016, foi investido R$ 446.000 em equipamentos, em 2015 houve investimento de R$ 2.960.000 na aquisição de três viaturas de busca e salvamento e 15 veículos administrativos. Com relação aos subsídios e a progressão, em dezembro do ano passado, o governador Jackson Barreto sancionou a Lei de Subsídios aos Militares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, consolidando direitos adquiridos pelos servidores. 

A Gratificação de Atividade em Eventos (Grae) foi transformada em Retribuição Financeira Transitória pelo Exercício de Atividade Extraordinária (Retae), permitindo que cabos e soldados recebam valor duas vezes e meia maior que o anterior. Com a alteração, profissionais que recebiam R$ 80 a título de Grae, passam a receber R$ 200, como Retae. Cada policial poderá receber até dez Retaes por mês.Com as medidas, o policial militar passar a ter subsídio como forma de remuneração, desaparecendo a possibilidade de perdas na sua aposentadoria de algum recurso.

Para 2018, estão previstas a definição de 36 horas semanais, ou 180 mensais, como carga horária de trabalho. A novidade atingirá todos os oficiais e praças da Polícia Militar e dos Bombeiros. A ajuda de custo para diversos postos de trabalho, paga, por exemplo, quando há transferência do domicílio de atuação do militar, também será alterada.

Ainda para o ano 2018, a Lei prevê adicional de convocação, que resultará em média de 40% para todos os postos e graduações. O benefício se estenderá a oficiais e praças convocados para a Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. No caso de um 2º tenente, por exemplo, o valor atual é de R$ 1.282,81 e o valor proposto para 2018 é de R$ 2.032,64.

A Lei Complementar nº 277/2016 estabelece que 1.874 praças e 70 oficiais serão promovidos em 2017. A partir de então, todos os anos, oficiais e praças alcançarão novo posto automaticamente todos os anos.

Presenças

Participaram da solenidade desta terça-feira, 21, os deputados estaduais capitão Samuel e Goretti Reis; o secretário de Estado da Comunicação, Sales Neto; o comandante geral da PM, Marcony Cabral; capitão dos Portos em Sergipe, João Batista; delegado geral da Polícia Civil, Alessandro Vieira; comandante do CPMC, Vivaldy Cabral; chefe do gabinete militar do governo, coronel Eduardo Henrique; diretor-presidente da Jucese, George Trindade; vereador de Aracaju, cabo Amintas; prefeito e vice-prefeito de Nossa Senhora do Socorro, Padre Inaldo e Betinho; e o ex-deputado federal Rogério Carvalho.

Fonte: Assessoria Parlamentar/Capitão Samuel

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Comandante da Polícia confirma que Governo irá convocar excedentes da PM em outubro

O comandante geral da Policia Militar, coronel Marcony Cabral, disse na manhã desta segunda-feira (19), que o governador Jackson Barreto (PMDB), confirmou que em outubro, serão convocados os 300 aprovados excedentes do último concurso da PM. Em entrevista a uma emissora de rádio, o coronel informou que os excedentes serão chamados em outubro para realizarem os primeiros procedimentos e em janeiro iniciarão o curso.

Ainda durante a entrevista, Marcony explicou ainda que na tarde de hoje será realizada uma reunião que acontecerá no Constâncio Vieira, onde será apresentado a nova redação do projeto que será enviado para a Alese.

O coronel disse ainda que o projeto não irá prejudicar os militares e que não haverá perdas para os policiais reformados. Sobre a reunião que ocorrerá hoje, o coronel Marcony que a tropa será ouvida e que as reivindicações serão levados para o governo. Ele informa que o que já ficou acordado com o governo, será apresentado à tropa. O coronel deixou claro que “nós não teremos palanque lá. Nós temos das 14 às 17 horas para fazer os esclarecimentos”.

Em nota divulgada no último sábado (17), o governo diz que “é necessário esclarecer que o governo vem democraticamente realizando um processo de negociação, que entra na sua reta final, que irá buscar assegurar direitos que historicamente vem sendo pleiteados pelas tropas. Portanto, enquanto os canais de negociações com os representantes das tropas estiverem abertos e funcionando, não vemos motivo para manifestações de protesto já que não houve fechamento de questão”.

As propostas do governo são: carga horária de 36 horas; Aumento no valor da GRAE para R$ 200; Auxílio uniforme a partir de 2017; Subsídio a partir de abril de 2018 e progressão por tempo de serviço, com os interstícios sugeridos pelos militares, a partir de 2017.

Fonte: Faxaju

domingo, 24 de julho de 2016

Segurança: Governo responde a editorial de NE Notícias

Jackson Barreto. Foto Arquivo Aspra

Nota da Secom do Governo de Sergipe

O secretário de Estado de Comunicação, Sales Neto, em relação ao editorial do NE Notícias “Governo que não paga hora extra, Grae, fecha o semiaberto e não convoca excedentes, não prioriza a segurança pública’ esclarece os seguintes pontos:

O governo reconhece que existem dificuldades financeiras que estão limitando as ações da gestão estadual em todos os âmbitos, mas não concorda com o editorial quando ele afirma que não há priorização na Segurança Púbica. O governador Jackson Barreto realizou concurso para as Polícias Militar, Civil e perícia, sendo que concurso para esta última nunca existiu. Mesmo com as dificuldades financeiras, já foram chamados 1.014 policiais militares e 120 policiais civis.

Em reunião realizada na noite desta quinta, 21, foi determinado pelo próprio governador a realização de um estudo da viabilidade financeira para buscar, caso seja possível, convocar novos excedentes para aumentar o efetivo. Ainda sobre concursos, o vice-governador, Belivaldo Chagas, autorizou nesta última quarta, 20, o certame para provimentos de vagas para guardas prisionais, visando ampliar o números de vagas no sistema prisional, que vai ajudar na melhoria da segurança.

Além da incorporação de novos profissionais de segurança, o governo investe como nunca em viaturas, armamentos e na comunicação integrada, por meio de Sistema de Rádio Comunicação Digital. O investimento nesta comunicação no valor de R$ 24.310.356,11 em parceria com o Governo Federal, vai facilitar a troca de informações e a operacionalização de serviços em 100% do estado.

Já foram implantados mais de 30 Centros Integrados de Segurança (Cisp) na capital e interior, além de ser colocado em funcionamento as delegacias plantonista Norte e Sul em Aracaju e mais 4 delegacias regionais no interior, foram colocadas em operação 32 bases móveis de polícia comunitária em um investimento de R$ 4.784.000,00.

A gestão estadual também está buscando dialogar com outros órgãos, a exemplo do Tribunal de Justiça e o Ministério Público, para somar esforços no combate à criminalidade. Sobre o fechamento do regime semiaberto no presídio de Areia Branca, o Governo do Estado informa que não o fechou por vontade própria, mas cumpre uma determinação judicial. As vagas nos sistema prisional serão ampliadas com os novos cadeiões de Areia Branca e Estância, resultando em mais 586 novas vagas.

Em relação ao não pagamento de horas extras e GRAE, o governo reconhece que há dificuldades financeiras que estão ocasionando atrasos. É sabido que a crise econômica é nacional e atinge Sergipe com força, principalmente, nos repasses federais. A previsão do acumulado de perdas do Fundo de Participação dos Estados (FPE) para 2016 chega a quase R$ 200 milhões. O repasse do FPE para Sergipe referente ao mês de julho registra queda de quase R$ 70 milhões em comparação com o mês de junho. Os números demonstram o agravamento da conjuntura econômica.

Apesar disso, a administração estadual investe no aperfeiçoamento dos profissionais de segurança pública, como exposto anteriormente, e reconhece a eficiência das policiais militar e civil, que estão entre as melhores do país. A violência é um problema social grave que precisa ser combatido com mais profundidade nas suas consequências, mas também é preciso buscar conhecer e atacar suas causas, e isso é um dever do Estado, mas também uma responsabilidade de todos (vide Artigo 144 da Constituição Federal).

Sales Neto
Secretário de Estado da Comunicação Social

Fonte: Portal Ne Notícias

sábado, 23 de julho de 2016

NE Notícias: Governo que não paga a hora extra, GRAE, fecha o semiaberto e não convoca excedentes, não prioriza a segurança pública

Até o mais radical oposicionista repete o que muito se ouve nas ruas: NUNCA SE PRENDEU TANTO QUANTO AGORA! Mesmo assim, até o mais firme dos humanos está assustadíssimo com a insegurança pública que toma conta de Sergipe.

Em qualquer lugar por onde se ande, há reconhecimento público do correto trabalho da SSP, de seu serviço de inteligência, das polícias Civil e Militar, que nunca antes experimentaram tamanha integração. Mas, por mais que manifeste preocupação, o governo deixou de priorizar a Segurança Pública.

NE Noitícias discorda de quase tudo o que tem falado o presidente da OAB, Henri Clay Andrade, sobre a criminalidade em Sergipe, mas concorda inteiramente quando ele repete: o problema não é falta de dinheiro. porque a crise nunca deve chegar à Saúde, à Educação e à Segurança Pública.

O governo de Sergipe é o único culpado pelo fechamento do semiaberto. A falta de semiaberto tem obrigado a Justiça, no cumprimento da lei, a devolver às ruas perigosos bandidos, como fez ontem, ao libertar um dos mais violentos traficantes de drogas da Grande Aracaju.

Depois de reduzir os índices de criminalidade nos primeiros meses de gestão, a equipe do secretário de Segurança Pública, João Batista, teve que se arranjar, em junho, com a falta de pagamento de hora extra e GRAE aos policiais.

Futuros policiais civis e militares, aprovados em concursos, clamam por convocação, enquanto os já baixos efetivos são reduzidos permanentemente. O governo acertou quando mudou o comando da SSP. Falta priorizar a Segurança Pública.,

Fonte: Ne Notícias

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Sergipe: Subsídio da PM pode unificar soldos, triênios e adicional de periculosidade

O Comando da Polícia Militar do Estado de Sergipe reuniu seus integrantes em dois encontros e apresentou o projeto de subsídio e progressão por tempo de serviço, que implicará no reajuste salarial dos oficiais e praças que compõem a Corporação, bem como o Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe. As reuniões ocorreram na quarta e quinta-feira, dias 20 e 21, no Teatro Tobias Barreto, em Aracaju.

O momento é histórico, uma vez que é a primeira vez que o Comando da PMSE se propõe a reunir a tropa e debater amplamente um projeto que refletirá na melhoria salarial e de qualidade de vida dos integrantes da Corporação. Na ocasião, homens e mulheres da segurança pública puderam ouvir e sanar dúvidas sobre as propostas de subsídio e promoção por tempo de serviço, apresentadas no teatro pelo coronel Paulo Paiva, chefe da 5ª Seção do Estado Maior Geral.

O subsídio está prescrito constitucionalmente como uma parcela única de remuneração, compatível com parcelas indenizatórias, que, no caso da Polícia Militar, unificaria soldo (salário base), adicional de periculosidade (30%) e triênios (40%), com a garantia de todos os demais direitos e percepções indenizatórias hoje previstas.

De acordo com o projeto inicial, o impacto mensal para os servidores ativos seria de R$ 11.879,44, enquanto para os inativos este valor seria de R$ 5.063.447,25. “A equipe do governo alegou que da forma como estava, gerando impacto dessa magnitude, a proposta seria impraticável. Ante a dificuldade, a comissão encarregada da elaboração do projeto teve de fazer alguns ajustes”, salientou o capitão Alysson Cruz, oficial adjunto da 5ª Seção do EMG.

Para viabilizar sua concretização, segundo o oficial, a comissão técnica flexibilizou alguns pontos: “Adequamos o subsídio de cada posto e graduação, com vistas a garantir os direitos já existentes, e estabelecemos carga horária de trabalho de 40 horas semanais – uma reivindicação antiga das associações militares – para mitigar os impactos às finanças do estado”.

Agora, com os ajustes necessários, o impacto para os cofres públicos seria de R$ 7.822.684,16 para os servidores ativos. “Aumentaríamos em 11,11% o número de horas trabalhadas, economizando cerca de R$ 4,27 milhões ao Estado; diminuiríamos a premente necessidade de contratação de pessoal e minimizaríamos a necessidade de escalas extras com pagamento de Gratificação por Atuação em Eventos (GRAE)”, destacou o capitão Cruz.

Vantagens

O subsídio e a progressão por tempo de serviço já foram implementados pelas Polícias e Corpos de Bombeiros Militares dos estados do Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Tocantins, Rio Grande do Norte, Amapá e Roraima, além do Exército Brasileiro. Uma conquista que possibilitou maior fluidez na promoção de postos e graduações dentro da carreira militar.

Em Sergipe, a proposta de subsídio geraria um aumento de 45,16% no recolhimento mensal para previdência. Além de diminuir o déficit previdenciário militar, o projeto prevê a extinção do posto/graduação superior na aposentadoria, garantindo, porém, o direito à promoção e a um fluxo regular na carreira aos policiais e bombeiros militares.

“O projeto amplia as atribuições de cada posto/graduação, evitando colapso operacional e administrativo, bem como mantém o atual sistema de progressão, que será ajustado com a concepção de nova legislação de promoção, que contemple, desde planejamento de ingresso ao fim da carreira, um fluxo de carreira saudável para instituição”, detalhou o capitão.

Pela nova proposta, a promoção dos militares é garantida com o interstício previsto e mais a metade, limitado ao acréscimo de 2 anos, desde que a lei de promoção vigente não atenda à demanda de fluxo. Por esse raciocínio, um soldado, que necessita de oito anos de serviço para ascender à graduação de cabo, caso não haja vaga, seria automaticamente promovido após dez anos de serviço.

Ascom PM/SE

quarta-feira, 25 de março de 2015

Samuel garante apoio a PM's que lutam por isonomia e condições de trabalho

O deputado estadual Capitão Samuel, que lidera a bancada de oposição na Assembleia Legislativa, ratificou o seu apoio à luta dos policiais, recém-chegados à Corporação, que querem um tratamento igualitário. "Nós queremos apenas isonomia”, disse um deles, lotado no 7º Batalhão, localizado n o município de Lagarto, região Centro Sul de Sergipe, ao pedir reservas do nome, temendo represálias por parte do Comando da Polícia Militar.

Cansados da forma como vêm sendo tratado, alguns militares do 7º Batalhão resolveram denunciar, além da falta de isonomia, "um tratamento desumano que vem sendo dispensado pelo Comando-Geral da PM. “Estamos obedecendo a uma escala semelhante à de uma segurança que trabalha na iniciativa privada e, totalmente, diferenciada dos antigos policiais militares”, reclamam. De acordo com os agentes da PM, os soldados trabalham 12 horas e folgam 36 horas, situação diferente da vivida por outros policiais da Corporação que, cuja escala é de 24 horas trabalhadas por 72 horas de descanso.

“Isso é desigual, é desumano”, desabafa um dos policiais acrescentando que a escala, impossibilita que o policial organize a sua vida particular. “É impossível ter uma vida digna. Afinal, no restante da folga temos que optar entre resolver nossos problemas pessoais ou descansar para o serviço do dia seguinte”. As denuncias contra a determinação do comando Geral da PM não param por aí. Outra situação que, para os policiais, demonstra claramente a falta de isonomia entre os recém-formados e os antigos PMs é o transporte oferecido pela Corporação. "Os novos soldados têm que viajar nas linhas intermunicipais de ônibus ou no transporte alternativo, o que é um risco. Viajamos com medo todos os dias porque sabemos que é um policial num transporte comum é um alvo fácil. Enquanto arriscamos nossas vidas, os mais antigos viajam nas viaturas”, contam.

Ainda segundo os militares, o que está acontecendo em Lagarto, acontece também em outros municípios de divisa, como Canindé de São Francisco, por exemplo. “Para os que moram em Canindé, o deslocamento é ainda pior”, observam, afirmando que os novos soldados estão motivados e querem fazer o trabalho com dedicação e afinco, mas precisam de um tratamento mais humano. Para a comissão, o importante é que "todos percebam a injustiça que está sendo praticada pelo comando da PM, um tratamento diferenciado entre profissionais da mesma classe. Não estamos pedindo nenhuma regalia, apenas tratamento igual para todos os policiais”, disseram os militares, ressaltando que temem revelar os nomes e sofrerem punições.

Outra reclamação feita pelos militares, diz respeito à falta de combustível. Segundo disseram, não há combustível suficiente para as poucas viaturas. "Algumas chegam a passar longo período do dia estacionadas no 7º batalhão sem condições de fazer as rondas. Enquanto isso a população fica a mercê dos marginais que, cientes desta ausência e deficiência no aparelho de segurança, procuram agir tranquilamente”, afirmaram, revelando que alguns policiais são designados para fazer a segurança de festas públicas da cidade, após um dia de serviço, sem que houvesse a devida recompensa pela escala extra escala, previsto pela Gratificação por Atuação em Evento (Grae).

De acordo com comandante-geral do 7º Batalhão de Policia Militar em Lagarto, major Kleberson Pinheiro, essa escala é uma nova determinação do comando Geral da PM do Estado. Ele prometeu se reunir com a comissão de novos policiais para ouvir deles as propostas e sugestões de mudanças, "filtrando as que sejam coerentes com as necessidades da Corporação e da sociedade e levá-las por meio de um documento até o alto comando da PM". Kleberson garantiu, ainda, que vai se reunir com os seus oficiais e traçar um plano de ampliação de ronda motorizada para o município, disponibilizando uma viatura para que seja colocada, desde as primeiras horas do dia, em ponto especifico do centro da cidade para servir ainda melhor a população.

O comandante revelou, ainda, que está prevista para os próximos dias a chegada de um Posto Móvel Comunitário para o município. "Trata-se de um veículo tipo furgão, com lotação de até nove policiais militares incluindo o motorista, visando o desenvolvimento de ações de policiamento comunitário, priorizando a presença efetiva e prolongada de equipamentos e serviços policiais junto às comunidades dos bairros e povoados", explicou.

Fonte: Blog do Capitão Samuel

sábado, 24 de janeiro de 2015

Aspra intercede junto a Comando da PM por gratificações atrasadas e créditos de alimentação dos novos soldados.

Na manhã desta sexta-feira, 23, a Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe (ASPRA) protocolou junto ao Comando da Polícia Militar o Ofício nº 010/2015 - GP, no qual reitera o pedido feito anteriormente através do Ofício nº 078/2014 - GP, de que o Comando da PMSE interceda junto a quem de direito pelo pagamento da Gratificação por Atuação em Eventos (GRAE), referente a vários eventos e operações ocorridos desde o final de 2014.

Até hoje há policiais militares que alegam não terem recebido a gratificação correspondente aos eventos em que atuaram. Desde as escalas das Eleições 2014 vários eventos e operações extraordinárias foram desencadeadas dada a necessidade de intensificação do policiamento, sobretudo nas áreas comerciais. Exemplo disso foram as operações "Comércio Seguro" e "Sergipe Mais Seguro". Diante do apelo dos policiais a ASPRA resolveu encaminhar ofício solicitando o apoio do Comando da PMSE, e como o problema parece persistir um novo ofício foi encaminhado reiterando o pedido.

A associação também aproveitou para solicitar a atenção do Comando quanto à questão da alimentação dos policiais recém formados, que informaram que ainda não receberam os créditos referentes à alimentação. "Estes novos companheiros estão trabalhando em escalas de 12 horas, que por vezes perpassam o horário de duas refeições, contudo sem os créditos alimentícios precisam se utilizar de meios próprios para se alimentar", informou o presidente da ASPRA, sargento Anderson Araújo, que acredita que o Comandante da PMSE, coronel Maurício Iunes, será sensível ao problema e apresentará uma solução para o mesmo.

Veja abaixo o ofício encaminhado ao Comando da PMSE.


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Ex-comandante da Polícia Militar de Sergipe é absolvido

Coronel Hélio Silva é acusado de pagar diárias indevidas

Aconteceu na manhã desta quarta-feira, 20 no auditório da 6ª Vara Militar do Fórum Gumersindo Bessa, o julgamento do coronel Hélio Silva, acusado de desvio de cerca de R$ 130 mil reais, que teria sido destinados ao pagamento indevido de diárias aos policiais militares no período do Pré-Caju. Fato foi registrado em 1998 quando Hélio Silva era comandante da Polícia Militar de Sergipe. Ele foi absolvido por 4 votos a 1 e o Ministério Público vai recorrer da decisão.

No julgamento, o promotor de justiça Amilton Neves Brio Filho lembrou que o réu já havia sido julgado e condenado. “O réu se apropiou de verbas públicas para pagar diárias ao arrepio da lei, desviando o dinheiro, mesmo sendo alertado por colegas que estava equivocado e agindo de forma ilegal. Pegou a verba dizendo que era para pagamento das diárias, mas não houve pagamento”, ressalta.

Amilton Filho tentou convencer os integrantes do Conselho Especial da Justiça Militar: os coronéis Francisco Batinga dos Santos, Sálvio Paiva Mendonça, João Bosco Santos e Roosevelt Vieira Lima.

“O réu jurou obediência quando assumiu o comando, à Constituição Federal e à Constituição de Sergipe. A sociedade sergipana aguarda justiça. Os senhores são referência e padrão de conduta para a sociedade e não pode se dar o direito de burlar leis, ainda que seja por uma causa justa. Os fins não justificam os meios, nem ontem, nem hoje e nem nunca. Por isso, que eu mantenho a sentença e peço a condenação do réu”, enfatiza.

O advogado de defesa José Carlos Tavares e Silva da Cruz, argumentou que em 1998 quando a denúncia foi formalizada, não havia instrumentos de pagamento de diárias.

“Falar em condenação é inconcebível, primeiro pela natureza do crime e segundo pelas condições que chegaram aos fatos. As somas das folhas não batem, deveriam estar separadas e estão juntas, com o mesmo valor. Não houve crime de peculato e a denúncia prescreveu, já que da data do crime até a data da denúncia se passaram sete anos, inclusive a pena de detenção de seis meses e o crime de prevaricação. E não existia Lei específica para o pagamento de gratificações como hoje existe a Grae”, destaca.

O advogado disse ainda que o pagamento das diárias foi autorizado pelo então governador e pelo então secretário de Segurança Pública. “O Pré-Caju era realizado em cinco dias e os policiais trabalhavam todos os dias, por mais de 12 horas. O acusado foi até o governador Albano Franco e ao secretário de Segurança, Gilton Garcia. A autorização para pagar o soldo aos militares não foi aleatoriamente”, completa.

O julgamento foi presidido pela juíza de Direito Militar Juliana Nogueira Martins.

Aldaci de Souza

Fonte: Portal Infonet

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Samuel diz que Governo discriminou a PM e pagou em dobro para os bombeiros

Ainda repercute o pagamento das gratificações feitas aos policiais, bombeiros militares e policiais civis.

Na manhã desta quarta-feira (12), o deputado estadual capitão Samuel Barreto (PSL), disse por telefone à redação do FAXAJU on-line que “o governo tratou com diferença e indiferença os PMs, BMs e PCs”. Samuel Barreto disse que o comandante da policia militar, coronel Mauricio Iunes “economizou para o governo”.

O deputado explica que com a aprovação da GRAE pela Assembléia Legislativa, onde previa que o pagamento da gratificação seria pelo trabalho realizado durante 8 horas, o comando da PM acabou prejudicando os policiais. Samuel diz ainda que o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Nailson, “soube valorizar o seu bombeiro, não pagando a gratificação antecipada, sou seja, o que foi pago pelo BM foi a mesma remuneração feita pela PC”, explica o deputado.

Samuel Barreto defende que o pagamento dessa gratificação aos policiais militares deveria ser feito após o evento. “Ficou definido através de nossa emenda que o pagamento da Grae seria por turno de oito horas. Mas o que aconteceu foi que o comando pagou apenas uma grae para os PMs que foram obrigados a trabalhar além das oito horas”, reclama o deputado, afirmando ainda que irá investigar suposto pagamento irregular de gratificação. “Estamos aguardando a confirmação sobre o pagamento dobrado por noite de Pré-Caju para alguns PMs ligados ao Comandante Geral”, disse o deputado.

O parlamentar afirma que os militares foram sacrificados já que segundo ele (Samuel), “foi feito uma escala onde o meu soldado foi trabalhar oito horas. Só que ele era obrigado a chegar com antecedência e sair do serviço, ao termino e ter que esperar duas a três horas para ir para casa. Isso geraria o pagamento de duas Graes, coisa que foi feita de modo sábio pelo comandante dos bombeiros mas que não foi feito pelo comandante da PM. É lamentável essa situação, porque se economizou dinheiro para um governo que se quer dá o reajuste linear a seus servidores”, lamentou o parlamentar.

Ainda segundo Samuel Barreto, há uma Ação impetrada na Justiça visa o reajuste linear da inflação de 11,5% de 2012/2013 a todos os servidores militares, civis e aposentados. 

Fonte: Faxaju

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Militares, associações militares e Capitão Samuel homenageam Almir do Picolé na Creche Ação Solidária

 Placa foi entregue homenageando Almir

 Militares que trabalharam no Pré-Caju doam suas graes a Almir do Picolé

 
Associações Militares e Deputado Capitão Samuel também prestigiaram o evento

Deputado Capitão Samuel Barreto, associações militares e militares homenageando Almir do Picolé na Creche Ação Solidária, localizada no Loteamento Piabeta, em Nossa Senhora do Socorro. 

Uma placa foi entregue a Almir e um valor simbólico representando a GRAE dos militares sergipanos. "Esse cidadão merece nossa homenagem e o nosso orgulho em ter alguém que realize com tanta dedicação e carinho um trabalho tão precioso realizado junto as nossas crianças", declarou o deputado. 

A Assomise, através do seu presidente, Major Adriano Reis, entregou a creche cestas básicas e marcou presença no momento único para a família militar sergipana. 

Assessoria Parlamentar - Chris Brota

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Deputado Capitão Samuel parabeniza o empenho dos PMs, BMs e PC na primeira noite de Pré-Caju e clama pela valorização dos militares

Na tarde da última sexta-feira, 25, o deputado estadual capitão Samuel (PSL), fiscalizou os postos policiais que garantiram a segurança do Pré-Caju 2014. Na oportunidade o parlamentar percebeu as irregularidades cometidas contra os militares que continuam sendo desvalorizados pelo Governo do Estado.
 
O Comando Geral da Polícia Militar disponibilizou micro- ônibus para conduzir os militares do CFAP - Centro de Aperfeiçoamento de Praças, até o local do evento, porém os militares que se deslocaram do interior tiveram que fazer um grande esforço para cumprir a escala, sem falar do valor líquido que os militares receberam para trabalhar por noite no evento por volta dos 100 reais. No decorrer do percurso fiscalizado pelo parlamentar foram encontrados diversos casos que indignaram o deputado, a exemplo do militar que viajou de Simão Dias até Aracaju e teve que abastecer 80 reais de combustível no seu veículo para cumprir a escala extra.
 
Vale ressaltar que não foi encontrado nenhum militar voluntário para cumprir escala extraordinária, todos foram escalados de forma involuntária. Outro ponto a se questionar foi o não uso coletivo dos coletes balísticos dos militares no evento, item obrigatório no EPI (Equipamento de Proteção Individual) dos militares em atividade.
 
O deputado Capitão Samuel conversou com diversos militares, ouviu atentamente os questionamentos e reclamações da tropa que não foram poucas e diante do exposto percebeu o descaso com os companheiros militares que efetivaram com êxito os trabalhos da primeira noite de Pré- Caju.
 
“Quero parabenizar o brilhante trabalho desempenho pelos policiais militares na primeira noite do Pré-Caju, que mesmo tendo tratamento do Governo do Estado humilhante em diversas formas, se desempenharam de forma espetacular. Esses profissionais foram humilhados na forma de pagar hora extra que não tratou de forma igual aos outros profissionais de segurança pública, humilhados quando não providenciou transporte apesar de ter prometido aos policias que vieram do interior, humilhante por que saindo de serviço, duas horas da manhã jogados na calçada por que não tinham para onde ir, por que não providenciaram nem transporte de volta, nem local para eles dormirem. 







Mesmo com todas as dificuldades os policias militares, bombeiros militares e policiais civis se desempenharam garantindo a sociedade, essa que merece todo respeito, uma grande noite segura de Pré-Caju e a sociedade tem que agradecer a cada policial militar e bombeiro, cada policial civil que fizeram a segurança dessa noite.
 
Esperamos que o Governo reveja essa situação, pagando o que é justo ao meu policial militar, veja mandando comprar os coletes balísticos que estavam quase todos vencidos é tanto que poucos militares usaram colete balístico durante o evento. Vou continuar fiscalizando por que esse é o meu papel, denunciar em nome daqueles que não podem falar, qualquer militar que fale, o Comando geral manda prender e abre um inquérito”, conclui deputado.

Assessoria Parlamentar (Chris Brota)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Capitão Samuel fiscaliza batalhões e companhia da PM e BM no interior e promete fiscalizar o Pré-Caju

Sede do 6º Bpm e Corpo de Bombeiros Militar de Estância

Durante todo o dia de hoje, 23, o deputado estadual Capitão Samuel (PSL) continuou peregrinando pelos municípios sergipanos fiscalizando as unidades e batalhões da Polícia Militar em Sergipe, com a finalidade de vistoriar o ambiente e condições de trabalho dos militares destacados em cada um. Hoje o capitão Samuel visitou o 6º BPM – Batalhão da Polícia Militar sediado no município de Estância, a 3ª Companhia do 6º BPM no município de Itabaianinha além do Corpo de Bombeiros de Estância.

“Aproveitei o recesso parlamentar para supervisionar as reclamações feitas por muitos militares. Estou tendo a oportunidade de fiscalizar e encaminhar todos os problemas detectados em cada posto policial, em cada unidade, em cada batalhão”, afirmou Samuel.

Segundo o deputado pontos positivos foram encontrados no 6º BPM. O parlamentar destaca que o Batalhão não diminuirá em nenhuma cidade da região seu policiamento durante o Pré-Caju e que a escala de trabalho não foi modificada em nenhum município atendido pelo 6º BPM por conta do evento. “O efetivo dos municípios atendidos pelo Batalhão continua com dois soldados por dia de serviço. Parabenizo o Capitão Barbosa pela forma respeitosa que nos recebeu e pela boa gestão à frente da unidade”, declarou o Capitão.

Já na 3ª Companhia do 6º BPM em Itabaianinha o deputado encontrou alguns problemas que afetam o desempenho dos militares ali lotados. Segundo Samuel Barreto a 3ª companhia funciona no mesmo prédio da Delegacia do município, porém o maior problema enfrentado é a falta de água em razão de um erro na construção do prédio. “Conversamos com o Sgt Batista, com o cabo Secundo e cabo Tavares, além de conversar com o delegado da cidade, debatemos sobre o nosso mandato e esclareci algumas dúvidas dos militares ali presentes e foi percebido o incomodo ocasionado pela falta de água e também pela qualidade da água para consumo”, alertou o deputado.

Samuel Barreto irá encaminhar ofício ao Prefeito do município de Itabaianinha solicitando o pagamento da alimentação dos PMs, tendo em vista que atualmente já está sendo paga a alimentação dos policias civis lotados no município. Será solicitado ainda a contratação de um auxiliar de limpeza haja vista que esse serviço está sendo prestado pelo próprio policial militar.

O deputado Capitão Samuel ressalta que o Comando Geral da Polícia Militar de Sergipe não retirou viaturas, nem homens da região para reforçar o policiamento no Pré-Caju. Foi observado também que no Corpo de Bombeiros de Estância o maior problema é o deslocamento até o quartel local e que o transporte foi um dos pontos mais citados pelos militares. O parlamentar irá oficializar o Comandante do Corpo de Bombeiros cobrando soluções. Samuel afirma ainda que todos os militares, após conversa ficaram satisfeitos com a fiscalização e o trabalho desenvolvidos pelo parlamentar na Assembleia Legislativa.

Samuel Barreto cumprirá seu recesso parlamentar fiscalizando as unidades e afirma que durante todo o Pré-Caju não irá “se divertir” em solidariedade a humilhante GRAE que o Governo do Estado pagará ao policial e bombeiro militar e que estará presente no evento fiscalizando postos da Polícia Militar, Bombeiro Militar e Polícia Civil.

Assessoria Parlamentar (Chris Brota)

Deputado Capitão Samuel é criticado e cobrado por atribuições de responsabilidade do executivo pelo Comandante da PM

Na manhã de hoje, 24, o deputado estadual Capitão Samuel (PSL), participou do Programa de rádio A Hora da Verdade, ancorado pelo radialista George Magalhães, na Mix FM 93,5. O parlamentar foi convidado pelo apresentador do programa, na última quinta-feira, 23, após uma entrevista do deputado concedida na Ilha FM que explanava sobre o tema Segurança Pública.

Na manhã de hoje o deputado foi questionado pelo apresentador sobre a segurança no Pré-Caju e o policiamento no interior. O deputado Samuel Barreto por sua vez não mediu esforços e esclareceu todas as perguntas feitas pelo radialista que inesperadamente colocou o Comandante da Polícia Militar de Sergipe, coronel Maurício Iunes para interagir com o parlamentar.

Diante da situação o comandante Iunes ocupou a maior parte do tempo do programa Hora da Verdade, atribuindo funções que não cabe ao deputado estadual realizar como foi o caso de alterar a legislação militar vigente. “Eu peço ao deputado Capitão Samuel que se esforce mais no sentido de viabilizar a legislação dos militares nos precisamos disso”, relatou o coronel.

O parlamentar por sua vez explicou aos ouvintes e ao coronel Iunes que ele não tem o poder de alterar a legislação militar, mas, ao Poder Executivo que é totalmente responsável por todo e qualquer tipo de interferência na legislação dos servidores públicos civis e militares do Estado.

Samuel Barreto afirmou no programa que após fiscalização realizada por ele no interior do Estado, nos batalhões de Polícia e nas companhias foi confirmada a informação que o efetivo policial do interior não será afetado por conta do Pré-Caju, porém em conversa com policias militares do interior, foi detectada a deficiência no tratamento dado ao militares que foram escalados para trabalharem no evento como o transporte por exemplo. “Os militares foram escalados em sua folga, vão trabalhar na escala extra de trabalho, receberão GRAE – Gratificação por Atuação em Eventos, de 80 reais por turno, lembrando que o turno termina às 2 horas da manhã, ele sairá fardado e não terá para onde ir, pois, os transportes não funcionam esse horário para o interior. E se por ventura o PM pegar seu carro e vier dirigindo, o gasto com o combustível não compensará o valor recebido nos dias no evento”, declarou o capitão.

O coronel Iunes por diversas vezes foi agressivo nas respostas e nas colocações feitas por ele em relação ao deputado que cumpre seu papel de fiscalizar e cobrar do Governo um tratamento mais digno aos militares. Samuel explicou por exemplo que o rosto estampado numa peça publicitária (comercial de TV) do Comandante deveria ser trocado por um soldado que é praça e compõe a maioria dos policias da corporação e são sem via de dúvidas os mais desgastados dentro da instituição.

O Programa Hora da Verdade infelizmente não concedeu o mesmo espaço de fala aos que interagiram no programa e foi claro a forma estratégica dos horários que o deputado capitão Samuel foi inserido no ar.

Após uma grande explanação do Comandante que se mostrou arrogante no tocante a tropa militar numa tentativa desastrada de confundir a população sergipana sobre as colocações do deputado Capitão Samuel ficou visível que questões políticas por parte do Comando da PM sobressaíram no debate radiofônico.

Segundo o deputado Samuel Barreto seu papel continuará sendo cumprido goste quem gostar e questionou ao comandante da PM/SE o motivo do Governo não poder pagar uma GRAE equiparada a Polícia Civil que são pagos justamente pelos serviços prestados e conclui dizendo que não é justo um soldado ganhar 80 reais por turno, e garantiu que todos os militares escalados no Pré-Caju desempenharão o papel eficiente na segurança de todos os sergipanos nesse grande evento festivo.

No final do programa o apresentar George Magalhães disse que o comandante da PM comunicou que os policiais militares terão transporte para o Pré-Caju, um fato explícito da função positiva da intervenção do deputado Capitão Samuel nas cobranças relativas às condições de trabalho dos militares. 

Assessoria Parlamentar (Chris Brota)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Samuel Barreto diz que cidades do interior ficarão sem segurança

O deputado estadual capitão Samuel Barreto (PSL), tem feito duras criticas ao governo do estado e ao comando da policia militar, coronel Mauricio Iunes, por conta do valor da gratificação que será pago aos PMs que irão trabalhar no Pré-Caju este ano. O deputado diz que “o governo de Sergipe interrompe férias e licenças da família militar e humilha pagando miséria”, afirma o deputado. Samuel afirma que “o efetivo total da PM por dia em todo o Estado é de 600 PMs. Imagine a mágica para oferecer 1300 ao Pré-Caju. Escalas escravocratas”.

Samuel Barreto afirma que os municípios do interior do estado ficarão sem segurança. O deputado diz que “população do interior não tem policiais e agora fica também sem as viaturas durante os três dias de Pré-Caju. O interior ficará sem viaturas e sem policiais. A única viatura da PMSE de Neópolis terá que vir reforçar o Pré-Caju e a população daquele município ficará com apenas dois PMs a pé durante o evento”, informa o capitão informando que “essa é uma determinação do Governo que foi publicado no BGO da PMSE”, e continua com as denuncias: “GATI ficará por três dias a disposição do Pré-Caju, o povo do Vale do Japaratuba e baixo São Francisco ainda mais nas mãos dos bandidos. COE, GATI e PEPAC ficarão por três dias escalados à disposição do Pré-Caju”, denuncia o parlamentar.

Ele também continua a cobrar a revisão do valor da gratificação que será pago aos policiais e bombeiros militares. Samuel diz que “enquanto o Policial Civil vai ganhar 240,00 por noite de Pré-Caju, o governador vai pagar 80,00 para PMs e BMs”, diz Samuel ao ironizar que “Iunes junto com Vieira com camarotes”, disse ao tomar conhecimento de que o comando reuniu as associações para ceder o camarote.

Sobre o pagamento da gratificação, Samuel Barreto diz que o governo tem tempo para rever o valor. Samuel diz que “basta o governo autorizar o secretario João Eloy e essa situação será resolvida. Eu fiz uma emenda à Lei que dá direito a melhorar essa gratificação. Mas o que ele fez, colocou uma carga horária de 8 horas e com isso vai usar mais militares. Era só pagar dobrado a Grae para aqueles militares que ultrapassarem as 8 horas, a exemplo do que fez o coronel da PM, Enilson Aragão na Guarda Municipal de Aracaju. Agora o presidente da Amese quer me responsabilizar e ele sabe que não sou culpado”, disse Samuel e desabafa: “Amese e sargento Vieira agora faz o jogo do sistema, tenta me culpar por tudo e vive babando o Cel Iunes e Jackson Barreto que estão pagando 80,00 a soldados”.

Ao tomar conhecimento das cobranças feitas pelo presidente da Amese, sargento Vieira, de que o deputado Samuel Barreto era o responsável pelo valor da gratificação, o parlamentar afirma que o sargento tem procurado desvirtuar o seu trabalho. Samuel diz que fez uma emenda à Lei que poderia solucionar esse problema. Samuel diz que Vieira quer que a PM perca a Cadeira na AL. “Quero ver os defensores de Vieira cobrar dele a verdade, essa eu sei, está fazendo o jogo do Governo, dividir a tropa e perder nossa Cadeira”, finalizou o deputado.
 
Fonte: Facebook do Capitão Samuel

domingo, 19 de janeiro de 2014

Deputado diz que PMs à paisana são escalados para prestarem segurança particular

O deputado estadual capitão Samuel (PSL), denunciou a convocação de policiais militares de folga em BGO para a realização de segurança particular de um shopping da capital, através de uma rede social na noite desse sábado (18). “Muitos Praças nós ligaram revoltados com a determinação do desgoverno, em escalar o militar de folga para garantir a segurança de empresa privada”, declarou Samuel.

O deputado criticou duramente a postura do Governo que permite que a segurança popular seja direcionada para interesses particulares para determinado seguimento social do Estado. “Com essa forma de usar o policiamento dificilmente teremos PMs para o povo”, afirma o Capitão.

O parlamentar que tem em mãos o BGO (Boletim Geral Ostensivo), constatando a convocação de 66 policiais militares à paisana, repudiou a atitude que demonstra claramente a manipulação da Segurança Pública no estado de Sergipe.
 
No BGO foi publicado a ordem do Subcomandante-Geral da PMSE que determina aos Comandantes dos policiais militares que os PMs à paisana se apresentasse no dia 18 de janeiro de 2014 (sábado), às 16h com trajes civis.

Samuel Barreto disse ainda que os 66 policias militares escalados poderiam proteger a população sergipana em diversos municípios sergipanos que hoje imploram por segurança e que eventos públicos em diversos locais estão sem segurança por conta do desgoverno que se encontra em Sergipe. “Queria saber a opinião da população de Japaratuba (Tiroteio 15 PMs), Laranjeiras (tiroteio nenhum PM interno) shopping 66 PMs internamente. Sessenta e seis PMS que poderiam proteger a população mas nesse momento estão à paisana no shopping para o rolezinho. 
 
Área interna de entidade privada. Quero saber do desgoverno, quantos PMs serão utilizados na festa (Pública) de Ilha das Flores? Prefeito é oposição. Queria saber do DESGOVERNO como vai negar policiamento em festas públicas? Shopping é privado e teve PMs garantindo a segurança interna”, repudia o deputado Capitão Samuel.

Samuel Barreto questiona ainda o recebimento de GRAE – Gratificação por Atuação em Evento, numa área privada. “Um absurdo 56 policiais militares e 10 da PM2 foram convocados para realizarem segurança em um local particular recebendo GRAE. É um desgoverno”, lamenta Samuel.
 
O deputado lembra que a segurança interna dos shoppings da cidade deve ser de responsabilidade do proprietário do estabelecimento. “Quem deve garantir a segurança interna dos shoppings é o proprietário. Em Sergipe o desgoverno garante a segurança dos empresários”, afirma o deputado.
 
O Capitão Samuel vai encaminhar a relação dos nomes convocados pelo Comando Geral da Polícia Militar para prestarem segurança num shopping de Aracaju e as solicitações de prefeitos sergipanos não atendidos pela PMSE para o Ministério Público com a finalidade de banir esse tipo de comportamento na Segurança Pública do Estado.

Assessoria Parlamentar (Chris Brota)

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Pré-Caju: "Enquanto a PC vai ganhar R$ 280,00, GMA R$ 150,00, um Soldado PM receberá R$ 80,00"

Enquanto um PC irá receber R$ 280 por noite de trabalho no Pré-Caju, um SD PM receberá R$ 80, exatamente a metade do que irá ganhar um guarda municipal, R$ 160.

A diferença no valor das gratificações que serão pagas aos policiais civis, militares, bombeiros e guardas municipais, além dos seguranças privados, está gerando uma onda de reclamação, principalmente por parte de quem irá trabalhar.

O deputado estadual capitão Samuel Barreto (PSL), disse que não irá aceitar que o governador do estado trate os policiais e bombeiros militares com desdém. Samuel está defendendo que um soldado da PM e BM receba o mesmo valor que será pago a um policial civil que irá trabalhar no Pré-Caju.

Para Samuel Barreto, “esse governo discrimina os PMs e BMs. Ele não gosta de policiais e bombeiros militares. O governador está provocando a separação das policias. Ele precisa entender que o escudo quando se faz segurança, chama-se PM. É o soldado da policia militar que está à frente de tudo para defender o cidadão”, desabafa o deputado.

O deputado explica que os valores que serão pagos aos trabalhadores tem uma diferença muito grande. Samuel Barreto fez o levantamento e descobriu que um policial civil irá receber R$ 280 por noite, enquanto um segurança receberá R$ 150 e o guarda municipal R$ 160, “o nosso soldado irá receber a bagatela de R$ 80 reais. Isso não é justo. Eu não vou aceitar que esse governo trate o nosso soldado com tanto désdem”, reclamou Samuel.
 
Samuel diz ainda que esteve na manhã desta quinta-feira (09), reunido com o Secretario de Segurança Pública, João Eloy, onde foi pedir para que essa situação seja revertida. “Ainda da tempo. Foi aprovado uma emenda à lei que permite que a Grae seja paga nesse valor. Basta o governador querer. O que não pode é ele discriminar. Isso vem mostrar o quanto ele não gosta dos policiais e bombeiros militares”, afirmou Samuel.
 
Fonte: Faxaju

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Pré-Caju: Capitão Samuel quer mesmo tratamento dado a Polícia Civil para Polícias e Bombeiros Militares

O deputado estadual capitão Samuel Barreto (PSL), diz que vai cobrar do governo do estado dispense o mesmo tratamento dado aos policiais civis para os policiais e bombeiros militares. Samuel quer que governo pague R$ 240 pela GRAE no Pré-Caju.

O deputado Samuel Barreto explica que no Pré-Caju do ano passado, os policiais civis receberam R$ 240 por noite trabalhada, enquanto o valor pago para os policiais e bombeiros militares foi bem menor. “O projeto foi aprovado na Assembléia Legislativa e só depende do governador. Se o governo quiser, ele pode unificar o pagamento e ai tanto a PC como a PM e BM poderão receber o mesmo valor”, explica Samuel.

Para o deputado, o governo precisa mudar a forma de tratar as policias, onde segundo Samuel, “o governo do estado trata cada policia de uma forma. Eu vou continuar cobrando que o governo do estado dê o tratamento igualitário para as policias civil e militar. Não podemos aceitar que para os PMs e BMs o tratamento seja sempre de forma que não atenda as reivindicações”, reclama Samuel.
 
Fonte: Faxaju

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Deputado Capitão Samuel e militares decidem pela revogação do decreto do Governo após assembleia da categoria

Na tarde da última terça-feira, 26, o deputado estadual Capitão Samuel (PSL), presidiu a assembleia geral dos militares na Assomise. O tema do debate foi o Decreto Estadual nº 29.588, que normatiza a concessão de férias dos servidores públicos estaduais e retira o pagamento da periculosidade em férias. O decreto provocou uma grande mobilização da categoria militar que culminou na assembleia geral da categoria.

O Deputado capitão Samuel esclareceu algumas dúvidas da categoria em uma explanação que envolveu o debate e as indagações de alguns militares e cobrou um posicionamento dos colegas de farda. “Eu estou aqui como representante da categoria, na última assembleia realizada vocês decidiram pela GRAE, tudo foi muito bem discutido em assembleia e agora alguns militares estão me questionando? Precisamos comparecer, indagar, interagir e saber os nortes que estão sendo tomados pela categoria. Fica difícil um grupo querer uma coisa e outro grupo outra. Temos que chegar a um consenso sempre para que possamos avançar" disse o deputado.

O capitão explica que o decreto precisa ser muito bem definido para não ficar nenhuma brecha na lei que possa prejudicar a categoria que teriam uma perda muito grande com a retira da periculosidade nos vencimentos, por isso, a necessidade de se refazer o decreto esclarecendo a situação dos militares.

Após a discussão do tema ficou decidido que na próxima segunda-feira (02), às 14h, a categoria ocupará as galerias da Assembleia Legislativa para solicitar o apoio dos parlamentares para o decreto em questão seja revogado.

Assessoria Parlamentar (Chris Brota)

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