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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Comissão aprova Projetos da Polícia Civil e Delegados voltam a normalidade

O presidente da Adepol, Paulo Márcio Ramos Cruz, informou que no início da noite desta terça-feira (20) a comissão de secretários de Estado aprovou, por unanimidade, projetos da Polícia Civil relativos à acumulação provisória de delegacias, reajuste da indenização por plantão e fixação de jornada de 36 horas semanais.

Na próxima quinta-feira, em horário a ser definido, pelo governador Jackson Barreto receberá os mesmos secretários para ouvir um resumo das alterações legislativas e bater o martelo, o que é dado como certo pelos auxiliares mais próximos. A previsão é que os projetos sejam encaminhados à Assembleia Legislativa na sexta-feira ou na segunda-feira, para aprovação antes do recesso parlamentar.

Segundo Paulo Marcio, a sensibilidade do Governo em atender, neste primeiro momento, três das principais demandas dos delegados, permitirá o retorno dos serviço à normalidade em todas as delegacias da capital e do interior, inclusive a imediata reabertura das delegacias plantonistas de Lagarto, Estância, Propriá e Nossa Senhora da Glória, além de garantir plantões em algumas cidades que realizarão festejos juninos.

A Adepol considera o atendimento ao pleito não só uma conquista da categoria, mas um avanço da própria instituição com reflexos positivos para a sociedade sergipana, razão pela qual agradece antecipadamente ao governador, aos seus secretários e à Delegada-Geral pelo empenho e dedicação.

Fonte: Faxaju

sábado, 15 de abril de 2017

Presidente da Adepol diz que Delegado Geral age de forma arbitrária

Delegados querem equiparação das gratificações que são recebidas pelos policiais militares

Sem ter as reivindicações atendidas pelo governo do estado, a Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Sergipe (Adepol), reuniu os delegados para deliberarem sobre as ações com o intuito de chamar a atenção do governo e decidiram não realizar trabalhos extraordinários.

Os delegados lutam junto ao governo do estado para que haja isonomia nas gratificações com a polícia militar que teve aprovado em 2014, um novo valor para a RETAE. Eles querem equiparação, porém o governo que havia acenado em atender a reivindicação dos delegados, teria voltado atrás.

Nesta terça-feira (11), os delegados decidiram em assembleia realizada pela categoria que eles não iriam realizar os plantões extraordinários nos municípios de Propriá, Lagarto, Estância e Nossa Senhora da Glória. Esses plantões são feitos pelos delegados que recebem uma gratificação extra pelo trabalho.

Na manhã desta quarta-feira (12), o presidente da Adepol, delegado Paulo Márcio, denunciou uma ação que teria sido praticada pelo delegado-geral da policia civil, Alessandro Vieira, contra pelo menos três delegados. Segundo Paulo Márcio, o delegado-geral teria constrangido alguns colegas sob ameaça de denunciá-los junto a Corregedoria de Polícia por eles ter se negado a trabalhar voluntariamente.

Paulo Márcio afirma que o delegado-geral agiu de “forma acintosa, arbitrária e abusiva, coagiu três colegas nossos, ao chamá-los e dizer que teriam que assinar um ato de ordem de missão para cumprir os plantões. Caso eles se negassem, os delegados Eurico, João Eduardo e Luciana Pereira seriam denunciados na Corregedoria e no Ministério Publico por eles não cumprirem ordem superior. Nós lamentamos a atitude do delegado geral e a Adepol repudia esta atitude. Esses delegados trabalham voluntariamente em escala extraordinária e recebem gratificação”, afirmou o delegado Paulo Márcio.

Ele explica ainda que mesmo sob ameaça de serem representados junto a Corregedoria, o delegado Eurico teria se recusado a cumprir a ordem e que essa decisão de não trabalhar de forma extraordinária foi decidido por 63 votos a favor e um contra, durante a assembleia realizada ontem.

Ainda segundo o presidente da Adepol, outros dois delegados foram chamados pelo delegado-geral para assinar o ato de ordem de missão, ou seja, que assumissem o compromisso para cumprirem a escala extraordinária. Paulo Márcio preferiu não citar os nomes dos dois delegados.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Lagarto: PM divulga balanço das ações realizadas pelo 7º BPM no mês de janeiro

A Polícia Militar do Estado de Sergipe, por meio do 7°Batalhão de Polícia Militar (7°BPM), localizado em Lagarto, divulga as ações realizadas por todas as unidades que compõem o 7º BPM no mês de janeiro.

Ações como “Operação Sergipe Mais Seguro” e “Operação Bloqueio”, que acontecem em dias indeterminados nos municípios de Lagarto, Simão Dias e Riachão do Dantas, vêm dando resultados positivos desde o início de sua implementação.

Entre os dias 1º a 31 de janeiro foram apreendidas três armas de fogo, uma arma branca, onze veículos recuperados, quarenta Rop’s Confeccionados, 10 pessoas presas, 16 autos de infrações, quatro veículos apreendidos, seis Operações Extraordinárias, R$ 15.246,35 em espécie apreendido, e cerca de 22kg de drogas apreendidas.

O comandante do batalhão, o Ten.Cel. Kleberson Pinheiro, credita ao bom desempenho e produtividade da unidade militar, o compromisso de garantir segurança à sociedade, cumprindo ordens diretas do Comando Geral da PMSE.

Fonte: Ascom/SSP/PMSE

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Diminuir despesas: A Prefeitura de Lagarto efetua corte nas refeições de policiais.

Policiais civis e militares do município de Lagarto foram pegos de surpresa com a informação de que o prefeito Lila Fraga, havia determinado que fosse cortado o fornecimento de alimentação aos policiais, alegando que essa é uma obrigação da delegacia.

As explicações para o corte nas refeições dos policiais seria para diminuir despesas, e com essa determinação, a prefeitura de Lagarto efetuou cortes nas refeições de policiais, delegados, agentes e escrivães lotados na Delegacia Regional de Lagarto (DRL).
  
A nova determinação prevê uma cota máxima diária de refeições num restaurante conveniado da cidade e apenas seis agentes poderão almoçar utilizando o convênio da prefeitura. De acordo com o município, quem tem de ficar responsável por essa logística é a própria delegacia. Segundo informações da DRL, em média, diariamente, são quatro delegados e mais de 20 policiais trabalhando na delegacia.

O secretário municipal de Ordem Pública e Defesa da Cidadania (Semop), Kércio Pinto confirmou a informação para o Portal Lagartense, e acrescentou na relação cortes nas refeições de policiais militares e servidores da própria Semop.

Kércio Pinto explicou que algumas prefeituras estudam os cortes diante da crise financeira. O fornecimento da alimentação para os policiais é uma cortesia das prefeituras. O custo mensal é muito alto, explicou o secretário.
O secretário explica que os gastos com essa contribuição chegam à casa dos R$ 100 mil anuais. Até o momento, em 2015, a Polícia Civil já consumiu mais de 2.500 refeições, segundo ele. A decisão de enxugar este tipo de despesa diante da crise financeira foi tomada na última reunião entre prefeitos do estado de Sergipe.

Ele frisou que o auxílio alimentação não é uma obrigação da prefeitura e nem uma contrapartida com o estado, mas uma contribuição que visa colaborar com a atuação dos policiais no município.

O delegado Hilton Duarte, responsável pela DRL, afirmou ao Portal Lagartense que tentará uma conversa com o prefeito Lila Fraga nesta quinta-feira (8) e prometeu um posicionamento sobre o caso.


Com informações do Portal Lagartense

Fonte: Faxaju

NOTA DO BLOG: Considerando que a segurança pública é um dever constitucional do Estado, embora seja bem vinda a colaboração de outros atores, se o próprio Estado cumprisse a sua obrigação e provesse as necessidades básicas dos policiais no desenvolvimento de suas atividades, estes profissionais não necessitariam passar por este tipo de situação e constrangimento. Esperamos que um dia a segurança pública possa ser tratada com seriedade e como prioridade por nossos governantes.

domingo, 9 de agosto de 2015

Mais um policial é morto em Sergipe. Cabo da PM foi assassinado em casa enquanto dormia.

Cabo J. Santos é o terceiro PM assassinado somante este ano em Sergipe.

Mais um fato lamentável é registrado em Sergipe. No início da noite de hoje (08), bandidos encapuzados invadiram a residência do Cabo da Polícia Militar Jeová Santos. Se aproveitando de que o policial estava dormindo, os marginais pegaram sua arma e executaram o PM, fugindo em seguida pelos fundos do imóvel localizado no Conjunto Parque dos Faróis, no município de Nossa Senhora do Socorro, levando consigo a pistola calibre .40 do policial.

As primeiras informações dão conta de que o policial era lotado no 7º BPM, em Lagarto. Diversas viaturas estariam no local fazendo buscas no intuito de capturar os criminosos. Nas redes sociais já circula a informação de que já haveria um dos envolvidos presos. O blog vai aguardar a chegada de mais informações e confirmações para poder publicá-las.

A Diretoria da Aspra/SE lamenta profundamente a terceira morte de um policial vítima de homicídio este ano no estado. Numa semana onde já havíamos perdido dois companheiros, um por suicídio e outro por problemas de saúde, a notícia do assassinato do Cb J. Santos cai como uma bomba sobre a família militar e gera um sentimento de revolta diante de toda a fragilidade da nossa segurança pública, a ponto de os próprios profissionais do setor também estarem se tornando vítimas de tamanha violência.

Pedimos a Deus que conforte os familiares do Cb J. Santos e que Deus o acolha em sua nova morada. Fica com Deus J. Santos!

sábado, 8 de agosto de 2015

Bandidos encapuzados matam PM enquanto ele dormia em casa

No início da noite deste sábado, dois bandidos encapuzados pularam o muro da casa de um policial militar, invadiram sua residência, renderam familiares e desferiram tiro em sua cabeça. O policial estava dormindo. O crime ocorreu na rua 42, número 240, no Parque dos Faróis, em Nossa Senhora do Socorro. A vítima era o Cabo Jeová Santos, que atuava no município de Lagarto. Os bandidos levaram uma arma ponto 40.

Fonte: NE Notícias

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Polícia Civil: paralisação de 48h afetará delegacias

Plantonistas funcionarão apenas para flagrantes


Por conta da paralisação de 48 horas dos policiais civis, delegados, escrivães e auxiliares datada para esta quarta-feira, 15, as delegacias de Aracaju e do interior não funcionarão e as ocorrências devem ser levadas à Delegacia Plantonista. Um ato intersindical está marcado para esta quarta-feira, às 8h, em frente ao Palácio dos Despachos reivindicando reabertura das negociações com o governo, enquanto outros agentes policiais farão movimentos pontuais em delegacias do centro comercial de Aracaju. As categorias garantem que o efetivo mínimo de 30% será mantido.

Sinpol

De acordo com Sindicato dos Policiais Civis de Sergipe (Sinpol), a paralisação é reivindicando o reajuste salarial linear para 2015 [que tinha maio como data base], implementação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), um número maior de agentes de polícia e escrivães de forma a suprir a demanda que existe e melhores condições e gerenciamento nas delegacias.


O assessor de comunicação da Sinpol, Jorge Henrique, diz que o governo do estado descumpriu a promessa de que resolveria as situações pontuais da polícia civil. Ainda de acordo com ele, a mobilização é também uma luta pelo fim da manipulação na contabilidade pública. “O governo prega que está sem condições de honrar compromissos com o servidor público alegando em primeiro plano uma lei de responsabilidade fiscal, mas tudo isso não passa de falácia. Na verdade eles [governo] tentam passar para a sociedade uma situação em que não se encontram”, ataca.

Jorge afirma que toda categoria está no aguardo da instauração do PCCV que completou um ano desde sua criação, mas ainda não foi implantado. O assessor ressalta que a Polícia Civil foi criada para diligência com respeito às investigações, inquéritos e não para custódia de presos, citando também o baixo efetivo de funcionários. “Há superlotação carcerária em delegacias e a Polícia Civil não foi criada para tomar conta dos presos. Na 2ª Delegacia, existem 70 presos numa situação de animais abandonados em jaulas. Podridão, doenças, parasitas, fora a falta de segurança nas delegacias. No interior tem equipes que precisam tomar conta de três municípios”, denuncia.

Adepol

A delegada e vice-presidente da Associação dos Delegados de Sergipe (Adepol), Ana Carolina, afirmou que a categoria também luta pela correção dos salários deste ano, mas lamenta que a situação esteja se repetindo como no ano de 2014. “Ano passado só pagaram nosso reajuste em julho, e esse ano a história se repete e estamos a ver navios”, critica. Numa frente junto com outros sindicados, a Adepol também cobra do estado que retorne ao limite prudencial e pare de usar a lei de responsabilidade fiscal como desculpa para não honrar compromissos com os servidores. Outra reivindicação dos delegados é o cumprimento ao acordo da Lei 7.870/2014 na íntegra.

SSP

A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE) afirmou que ainda não foi notificada sobre a paralisação, mas já montou esquema para funcionamento das delegacias durante as 48 horas. O setor garantiu que o um terço das delegacias funcionarão registrando os flagrantes e autos de resistência. São elas: Delegacia Plantonista, 3ª DM, 4ª DM, Itabaiana, Lagarto, Estância Propriá e Nossa Senhora da Glória

Diante de outras reivindicações dos policias civis e delegados, como a superlotação carcerária nas delegacias, o assessor de comunicação da SSP, Renato Nogueira, entende que o ambiente é apenas para custódia provisória, mas acredita que o aumento no número de prisões afetou a situação. "Devido ao bom trabalho da polícia temos um número maior de prisões que contribue para esta situação. E está suspenso também a entrada de presos no Copemcan, por isso o ecoamento dos presos para o presídio não está acontecendo. Estamos aguardando algumas medidas para solucionar a situação", afirma.

Renato também informa que tem sido tomadas medidas para diminuir o déficit no quadro de agentes policiais e escrivães. Ele afirma que em julho haverá um curso de formação para 500 profissionais e de imediatos serão convocados 100 agentes policiais e 20 escrivães, que segundo ele ainda não é o ideal, mas já contribuirá para os serviços da Polícia Civil.

Ícaro Novaes e Verlane Estácio

Fonte: Portal Infonet

sábado, 2 de maio de 2015

Policial Militar segue o exemplo do capitão Samuel e faz palestra sobre drogas em Lagarto

 Policial Militar Roberto Mello proferindo palestra em escola de Lagarto


O deputado estadual capitão Samuel (PSL), vem defendendo o investimento na educação como sendo peça fundamental no combate às drogas. No fim de semana, percebeu que a luta tem dado resultado ao acompanhar a ação do policial militar de Lagarto, Roberto Melo, que promoveu uma palestra para professores, pais e filhos alertando sobre os males que causam a venda e uso de drogas. “As famílias atenderam ao convite e participaram desse momento de educação e esclarecimento sobre como as drogas agem na vida desses jovens. Roberto está de parabéns”, acrescentou Samuel.

Durante a palestra do policial Roberto Melo, em uma escola do povoado Quirino, próximo ao Jenipapo, as crianças, os jovens, pais e responsáveis participaram fazendo perguntas, dando opinião sobre o que estava sendo apresentado. Ao final, segundo Samuel, houve uma aceitação dos participantes que fizeram questão de apoiar a iniciativa.

Na opinião do capitão Samuel, Roberto Melo, deve ser um exemplo para outros militares e para a sociedade. “São exemplos como esses que devemos copiar, Roberto entendeu a nossa luta e copiou o que venho fazendo ao longo do meu mandato, que nada mais é que contribuir com a minha experiência de profissional militar, ajudando aos jovens e aos pais sobre o perigo e o caminho sem volta de quem usa drogas”, relembrou Samuel.

O líder da oposição lembra da sua constante cobrança em se elaborar e divulgar campanhas educativas nos meios de comunicação e nos espaços escolares para chamar a atenção sobre o efeito nocivo das drogas. Samuel entende que conscientizando a criança e o adolescente fica mais fácil combater a ação dos traficantes.

Fonte: Blog Capitão Samuel

quinta-feira, 26 de março de 2015

7º BPM: Samuel denuncia situação de penúria vivida por militares e cobra tratamento digno para a classe


O deputado estadual Capitão Samuel, que lidera a bancada de oposição na Assembleia Legislativa, denunciou nesta quarta-feira (25), a situação de penúria em que estão vivendo os militares que atuam no interior do Estado, especialmente, os do 7º Batalhão da Polícia Militar, localizado no município de Lagarto.

“Estive no Batalhão e fiquei assustado com a situação. Os militares foram colocados no local, sem as mínimas condições. O alojamento completamente depreciado, os banheiros bagunçados, sem condições de dormida digna. Um local inapropriado para colocar qualquer ser humano”, definiu o deputado capitão Samuel, que preside a Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, após visitar a unidade, na semana passada.

Samuel apontou que os militares sofrem, também, com a falta de condições de trabalho. “Não há, sequer, combustível para abastecer as viaturas”, afirmou, citando, ainda, a questão da mobilidade. “O Estado não oferece transporte para levar e nem trazer os policiais dos municípios. Ademais, a escala é de 12 horas trabalhadas por 36 horas de folga, em razão da deficiência no efetivo. Por essa razão temos reiteradas vezes cobrado a convocação dos aprovados no último concurso público da Polícia Militar.

Em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, Samuel fundamentou a sua preocupação, mostrando dados de um Boletim interno da própria PM, segundo o qual, 1.217 policiais militares deixaram a Corporação nos últimos quatro anos, em virtudes de situações que variam de afastamento por invalidez, até aposentadoria. “Esse é o motivo para a oposição estar cobrando a convocação”, explicou o deputado, lembrando que, em dezembro de 2012, o atual subcomandante da PM, coronel Jackson Nascimento, concedeu entrevista dizendo que o efetivo mínimo ideal para Sergipe seria de 8 mil homens atuando na segurança pública.

“São palavras do próprio responsável pela pasta hoje. De lá pra cá o Governo só convocou 600 homens. Desses, até agora só chamou 300”, reclamou Samuel, lembrando que o efetivo está muito abaixo da necessidade e quem sofre as consequências são os policiais que ficam sobrecarregados e a própria população que não tem o policiamento ostensivo que, é obrigação constitucional e direito do cidadão. 

Outra preocupação de Samuel diz respeito à isonomia de tratamento entre os militares. A forma como os novos militares vêm sendo tratados é desumana. “É impossível se ter uma vida digna, da forma como eles estão trabalhando. Além da sobrecarga de trabalho, o tempo que têm de folga, esses militares têm que optar entre resolver os problemas de ordem pessoal ou descansar para o serviço do dia seguinte”, afirmou o parlamentar, ressaltando que, atualmente, eles obedecem a uma escala semelhante à de uma segurança que trabalha na iniciativa privada.

Outra reclamação é que os novos soldados têm que viajar nas linhas intermunicipais de ônibus ou no transporte alternativo, o que é um risco. “Viajamos com medo todos os dias porque sabemos que é um policial num transporte comum é um alvo fácil. Enquanto arriscamos nossas vidas, os mais antigos viajam nas viaturas”, contou um dos militares, ao pedir reservas do nome.

Fonte: Blog do Capitão Samuel

quarta-feira, 25 de março de 2015

Samuel garante apoio a PM's que lutam por isonomia e condições de trabalho

O deputado estadual Capitão Samuel, que lidera a bancada de oposição na Assembleia Legislativa, ratificou o seu apoio à luta dos policiais, recém-chegados à Corporação, que querem um tratamento igualitário. "Nós queremos apenas isonomia”, disse um deles, lotado no 7º Batalhão, localizado n o município de Lagarto, região Centro Sul de Sergipe, ao pedir reservas do nome, temendo represálias por parte do Comando da Polícia Militar.

Cansados da forma como vêm sendo tratado, alguns militares do 7º Batalhão resolveram denunciar, além da falta de isonomia, "um tratamento desumano que vem sendo dispensado pelo Comando-Geral da PM. “Estamos obedecendo a uma escala semelhante à de uma segurança que trabalha na iniciativa privada e, totalmente, diferenciada dos antigos policiais militares”, reclamam. De acordo com os agentes da PM, os soldados trabalham 12 horas e folgam 36 horas, situação diferente da vivida por outros policiais da Corporação que, cuja escala é de 24 horas trabalhadas por 72 horas de descanso.

“Isso é desigual, é desumano”, desabafa um dos policiais acrescentando que a escala, impossibilita que o policial organize a sua vida particular. “É impossível ter uma vida digna. Afinal, no restante da folga temos que optar entre resolver nossos problemas pessoais ou descansar para o serviço do dia seguinte”. As denuncias contra a determinação do comando Geral da PM não param por aí. Outra situação que, para os policiais, demonstra claramente a falta de isonomia entre os recém-formados e os antigos PMs é o transporte oferecido pela Corporação. "Os novos soldados têm que viajar nas linhas intermunicipais de ônibus ou no transporte alternativo, o que é um risco. Viajamos com medo todos os dias porque sabemos que é um policial num transporte comum é um alvo fácil. Enquanto arriscamos nossas vidas, os mais antigos viajam nas viaturas”, contam.

Ainda segundo os militares, o que está acontecendo em Lagarto, acontece também em outros municípios de divisa, como Canindé de São Francisco, por exemplo. “Para os que moram em Canindé, o deslocamento é ainda pior”, observam, afirmando que os novos soldados estão motivados e querem fazer o trabalho com dedicação e afinco, mas precisam de um tratamento mais humano. Para a comissão, o importante é que "todos percebam a injustiça que está sendo praticada pelo comando da PM, um tratamento diferenciado entre profissionais da mesma classe. Não estamos pedindo nenhuma regalia, apenas tratamento igual para todos os policiais”, disseram os militares, ressaltando que temem revelar os nomes e sofrerem punições.

Outra reclamação feita pelos militares, diz respeito à falta de combustível. Segundo disseram, não há combustível suficiente para as poucas viaturas. "Algumas chegam a passar longo período do dia estacionadas no 7º batalhão sem condições de fazer as rondas. Enquanto isso a população fica a mercê dos marginais que, cientes desta ausência e deficiência no aparelho de segurança, procuram agir tranquilamente”, afirmaram, revelando que alguns policiais são designados para fazer a segurança de festas públicas da cidade, após um dia de serviço, sem que houvesse a devida recompensa pela escala extra escala, previsto pela Gratificação por Atuação em Evento (Grae).

De acordo com comandante-geral do 7º Batalhão de Policia Militar em Lagarto, major Kleberson Pinheiro, essa escala é uma nova determinação do comando Geral da PM do Estado. Ele prometeu se reunir com a comissão de novos policiais para ouvir deles as propostas e sugestões de mudanças, "filtrando as que sejam coerentes com as necessidades da Corporação e da sociedade e levá-las por meio de um documento até o alto comando da PM". Kleberson garantiu, ainda, que vai se reunir com os seus oficiais e traçar um plano de ampliação de ronda motorizada para o município, disponibilizando uma viatura para que seja colocada, desde as primeiras horas do dia, em ponto especifico do centro da cidade para servir ainda melhor a população.

O comandante revelou, ainda, que está prevista para os próximos dias a chegada de um Posto Móvel Comunitário para o município. "Trata-se de um veículo tipo furgão, com lotação de até nove policiais militares incluindo o motorista, visando o desenvolvimento de ações de policiamento comunitário, priorizando a presença efetiva e prolongada de equipamentos e serviços policiais junto às comunidades dos bairros e povoados", explicou.

Fonte: Blog do Capitão Samuel

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Tobias Barreto perde base do Corpo de Bombeiros

Por conta da má estrutura, base foi transferida para Lagarto.

Aqueles que precisarem do serviço do Corpo de Bombeiros (CB) na cidade de Tobias Barreto terão de esperar um pouco mais pelo atendimento. Isso porque a unidade instalada naquele local foi transferida para uma base localizada em Lagarto. O Corpo de Bombeiros alegou inadequações na estrutura e garantiu que a mudança não prejudicará o atendimento na região.

“Em Tobias Barreto, o Corpo de Bombeiros não tinha efetivo específico para atender a demanda. Também não havia estrutura, na verdade, o prédio era adaptado, pois ele não foi construído com a finalidade de abrigar o CB. Trouxemos a base para Lagarto porque lá existe uma estrutura específica e construída para abrigar o CB”, detalha o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Reginaldo Dória.

A mudança, segundo o coronel Reginaldo Dória, não afetará o atendimento à população de Tobias Barreto. ”O número de ocorrências lá é muito pequeno, correspondendo a 1% do nosso total de ocorrências. Continuaremos atendendo Tobias Barreto e os municípios circunvizinhos normalmente”, garante.

Ainda de acordo com o Coronel Dória, desde o mês de agosto, o Corpo de Bombeiros vem tentando negociar com o prefeito Dilson de Agripino a implantação de melhorias no local. ‘Tentamos tratar dessas melhorias estruturais, mas não tivemos resposta do prefeito”, diz.

Prefeitura

O secretário de Comunicação de Tobias Barreto, Sérgio Oliveira, contesta a versão do Coronel Dória e afirma que a prefeitura da cidade sempre se colocou à disposição para providenciar as melhorias no local.

Sérgio Guerra diz ainda que a prefeitura deu, sim, um retorno ao Corpo de Bombeiros, inclusive, retirando a sede da CPTU do mesmo prédio que o CB, o que não teria sido realizado em tempo hábil na visão do CB. A prefeitura também teria cedido um terreno maior, porém, o CB não teria aceitado.

Para o secretário, não há motivo para a mudança, visto que a prefeitura sempre se colocou como parceira do CB. “A população e o prefeito se sentiram constrangidos. Todos foram pegos de surpresa, pois a medida foi tomada e nós só fomos informados depois”, finaliza.

Fonte: Infonet

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Adepol: 'SSP investe na evolução da criminalidade'

Presidente divulga fotos e vídeos sobre situação de delegacias

Presidente da Adepol, Kássio Viana. Arquivo Portal Infonet

“SSP de Sergipe, sete anos investindo na evolução da criminalidade”. Esse foi apenas um dos tópicos divulgados na manhã desta segunda-feira, 25, por representantes da Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe (Adepol), durante exibição do segundo relatório contendo fotos e vídeos sobre a situação das delegacias em todo o Estado. O presidente da entidade, Kássio Viana, disse que apesar de estarem sendo construídos os Centros Integrados e Segurança Pública (Cisps) no interior, vem sendo constatadas falhas estruturais por meio de infiltrações. Na coletiva de imprensa, foi criticada ainda a não implantação dos novos prédios nos municípios mais violentos, como Propriá e Lagarto.

“Nós apresentamos há dois anos, fotos e vídeos sobre as condições das delegacias em Sergipe. É inegável que depois, o Estado melhorou muitas delegacias, mas a quantidade de delegacias que tem sem condições de trabalho, é injustificável. A crítica que a gente faz é na escolha para a construção de unidades no interior. Já que não tinha dinheiro para construir esses prédios em todos os lugares, que construísse primeiramente nos municípios onde tem mais crimes. Cidades como Tobias, Barreto, Propriá, Lagarto, Nossa Senhora da Glória não receberam esses prédios. Criticamos também a qualidade das obras. Não é possível que um prédio construído há dois anos, como acontece em Laranjeiras já se encontre em péssimas condições, cheio de infiltrações e infiltração é falha estrutural”, Kássio Viana. O presidente da Adepol lembrou que em fevereiro de 2014, a Secretaria de Estado da Segurança Pública, lançou uma revista publicitária, mostrando investimentos nas delegacias.

“A Revista intitulada 7 anos de Evolução, produzida pela SSP é enganosa e não foi amplamente distribuída, para evitar que a população comprovasse as irregularidades. O Governo informa que investiu dez milhões, mas está claro que a incompetência, negligência e responsabilidade dos gestores não permitiu qualquer avanço. Dois anos depois do último relatório apresentado pela Adepol, a situação se agrava diariamente”, diz acrescentando não ter havido planejamento. Os delegados querem chamar a atenção dos gestores quanto a situação das delegacias.

“Eu não estou feliz em divulgar esse relatório e a gente torce para que o próximo Governo repense a forma de priorizar os investimentos de segurança pública e possa tomar decisões que sejam eficientes. Os delegados precisam mostrar que as condições de trabalho não são adequadas: falta agentes de polícia, distribuição do efetivo, planejamento, conversa, metas e isso tudo tem resultado no caos em que se encontra a Segurança Pública no Estado”, ressalta.

“Nos últimos três anos, os municípios de Estância, Propriá e Lagarto, somaram juntos, 234 homicídios, no entanto, foram construídos três novos Cisps em Canhoba, Telha e Amparo do São Francisco. Todos os municípios merecem estrutura, mas não estão priorizando os mais violentos. Isso é planejamento? Onde estão os 7 anos de evolução? Na criminalidade, na ingerência, no descaso e abandono? Essa é a vergonhosa realidade.

SSP

Em nota, a assessoria de Comunicação da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe, informou que: “A Secretaria de Estado da Segurança Pública de Sergipe não concorda com os reclames destacados pela Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe (Adepol) e ratifica que a infraestrutura das unidades de segurança pública, que engloba não só prédios da Polícia Civil, mas também da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Coordenadoria Geral de Perícias (Cogerp), passou por uma revolução nos últimos sete anos com investimentos na ordem de R$ 30 milhões.

A política de recuperação foi implementada em todas as regiões do Estado, já que a SSP atua e tem que atender toda a população sergipana. Alguns municípios com índices mais críticos de criminalidade foram beneficiados como é o caso da cidade de Itabaiana, que recebeu uma nova delegacia modelo com investimento de mais de hum milhão. A cidade de Lagarto recebeu também uma nova delegacia com a ampliação e reforma do prédio. A cidade de Tobias Barreto também ganhou uma nova unidade com uma ampla reforma no prédio policial a exemplo também da cidade de Nossa Senhora da Glória.

Além disso, foram construídos 22 Centros Integrados de Segurança Pública (Cisps), que representam um novo modelo de unidade policial que funciona em municípios de médio e pequeno porte, abrigando em um mesmo prédio efetivos das polícias Civil e Militar. A iniciativa proporciona inclusive economia, pois se mantém uma única unidade, além de contribui com a integração das forças policiais.

A SSP também não concorda quando a Adepol afirma que falta condições de trabalho. Todas as unidades possuem hoje equipamentos de informática e a grande maioria tem seus gabinetes e dormitórios climatizados. Além disso toda a frota de viaturas é nova, proporcionando conforto aos servidores e os policiais civis tem acautelados individualmente uma pistola .40, colete balístico, algemas e munições.

Com relação a falta de agentes, será deflagrado ainda este ano concurso público para agentes de polícia civil e escrivães. O planejamento é uma das características desta gestão, basta observar a quantidade de unidades que foram criadas, a exemplo do Departamento de Narcóticos (Denarc), Divisão de Combate a Roubos e Furtos de Veículos (DRFV), Departamento de Crimes Contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap), Delegacia de Combate aos Crimines Cibernéticos, Grupamento Especial de Repressão e Busca (GERB), entre outras unidades da Polícia Civil. Por parte da Polícia Militar destacamos o GTA, Getam, GATI e Pepac. Além disso podemos chamar a atenção para a virtualização dos procedimentos de cartórios das delegacias de polícia e das unidades que compõem as outras instituições da SSP, iniciativa que representará ganho de tempo e economia, acabando com papéis.

Com relação a resultados basta destacar que nunca se prendeu tanto em Sergipe como nos últimos sete anos com uma conta que já ultrapassa 25 mil prisões. A quantidade de drogas apreendidas também é um bom dado com mais de 3 toneladas apreendidas. Armas de fogo já passam de 7 mil apreendidas no período. O trabalho de desarticulação de quadrilhas especializadas em crimes organizados é exemplo para o Brasil, citamos as gangues que agiam nas explosões de cashs que foram desarticuladas em Sergipe, inclusive com prisões da polícia sergipana em outros Estados, além do índice de elucidação de crimes de homicídios que em 2013 chegou a marca de mais de 50%, quando a média nacional varia de 2 a 8%. Portanto os resultados são bastante satisfatórios.

A revista da SSP não é publicitária como afirma a Adepol e sua distribuição foi limitada por cota de gastos. Ela corresponde a um projeto elaborado pela Assessoria de Comunicação da SSP e funcionou como um relatório de gestão. A sua distribuição aconteceu nas prefeituras dos municípios sergipanos, órgãos como o Tribunal de Justiça, secretarias de Estado, Assembleia Legislativa, Câmara de Vereadores, entre outros. A iniciativa não custou nenhum real aos cofres públicos do Estado, pois foi fruto de uma parceria com a iniciativa privada. A SSP gostaria muito que cada cidadão sergipano pudesse ter um exemplar, pois retrata o investimento histórico feito na segurança pública do Estado.

A SSP ressalta que o processo de recuperação da segurança pública é contínuo e está em andamento. A SSP informa que existe muito para evoluir, mas a realidade encontrada hoje é muito melhor da existente no final de 2006 tanto na questão de infraestrutura, como em relação a equipamentos, viaturas, armamentos, EPIs, criação de unidades, resultados contra a criminalidade, salários, recuperação do Corpo de Bombeiros entre outras evoluções".

Fonte: Portal Infonet

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Comunicação de prisões em flagrante será eletrônica

Nesta terça-feira, 15, o Tribunal de Justiça de Sergipe, o Ministério Público, a Defensoria Pública e a Secretaria de Segurança Pública assinaram um convênio que permitirá a Polícia Civil de Sergipe enviar de forma eletrônica ao Poder Judiciário às comunicações dos autos de prisão em flagrante registrados nas delegacias. A medida é considerada um grande avanço para a segurança pública do Estado.

A ferramenta eletrônica vai permitir agilizar às comunicações de prisões em flagrantes nas Delegacias Plantonistas. O programa eletrônico (via e-mail) ainda não foi concluído e inicialmente as comunicações serão realizadas por meio do correio eletrônico das instituições envolvidas.

Atualmente, seis Delegacias Plantonistas funcionam em Sergipe, sendo uma em Aracaju e as demais nos municípios de Lagarto, Nossa Senhora da Glória, Estância, Propriá e Itabaiana. Para o presidente do Tribunal da Justiça, Cláudio Dinart Déda Chagas, o envio eletrônico das comunicações dos flagrante irá gerar economia ao erário e deixará os policiais civis disponíveis para atuar em outras diligências.

“Não será preciso o deslocamento físico de policiais e viaturas para a entrega pessoal da documentação do flagrante nos diversos órgãos da Justiça”, enfatizou o presidente, destacando que a execução do convênio também agilizará o trabalho da Justiça nos plantões diurnos.

A ideia do convênio começou a ser desenhada há dois anos durante uma reunião na Superintendência da Polícia Civil, com todos com os órgãos envolvidos, a fim de informar a importância da agilidade na comunicação dos flagrantes.

Segundo a superintendente Katarina Feitosa, a nova ferramenta virtual é de suma importância para a segurança pública. “Com o convênio assinado pelas instituições hoje nasce um filho que nos permitirá enviar essas prisões em flagrantes de maneira virtual. Ganha a Polícia Civil, que não perderá mais um policial para levar esses flagrantes ao Poder Judiciário, e ganha a Justiça, que terá um controle maior desses atos, além da sociedade sergipana que terá uma grande economia de recursos humanos e financeiros”, enfatizou.

Modelo antigo

Anteriormente, as prisões em flagrantes eram encaminhadas para a Delegacia Plantonista da capital, que recebia as cópias dos autos de prisão em flagrante e em boa parte dos casos observava que não havia indícios suficientes para se configurar um flagrante, gerando contratempos tanto para os policiais quanto para a população.

Além disso, quando o flagrante era finalizado pelo delegado era necessário o deslocamento físico de policiais e viaturas para a entrega pessoal dos autos ao Poder Judiciário do Estado.

Presenças

Também participaram da assinatura do convênio, o procurador de Justiça, Paulo Lima de Santana, o Sub-Defensor Geral, Jesus Jairo Lacerda, a Juíza Auxiliar da Presidência do TJSE, Elbe Prado de Carvalho, a Corregedora da Polícia Civil, delegada Teonice Alexandre, o Coordenador Interino das Delegacias da Capital, delegado José Inephânio Cardoso, e o servidor da Modernização Judiciária, Tiago Porto.

Fonte: Ascom SSP-SE/Faxaju

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Capitão Samuel visita projeto social de soldado do CBMSE em Lagarto

Na noite do último sábado (12), o Deputado Estadual Capitão Samuel acompanhado do amigo Marcone, foi ao povoado Colônia Treze em Lagarto, conhecer um trabalho social que o jovem Bombeiro Militar Raul Pereira vem realizando com os jovens do seu município.

O projeto intitulado "Tênis Solidário" não tem um espaço adequado, a quadra é improvisada ao lado da casa de Raul mas nem isso fez com que ele desistisse, e deixasse de levar o esporte à todas as crianças carentes do povoado Colônia Treze e toda redondeza.

"São exemplos de solidariedade como esses que precisamos com certeza se cada um fizesse a sua parte assim como o Raul todos viveríamos em um lugar muito melhor" elogiou o Deputado.

Assessoria de Comunicação: Jessica Cruz

sábado, 12 de abril de 2014

A 50 metros do hospital, homem espera ambulância por mais de 2h

Depois do acidente, ele aguardou com uma fratura exposta deitado na pista. Demora provocou revolta em populares que o ajudaram a suportar o forte calor. 


Um acidente no final da manhã desta quinta-feira (10) na sede do município de Lagarto deixou um motociclista gravemente ferido. Duas horas depois, já à tarde, ele ainda esperava o socorro via Serviço de Atendimento Móvel de Urgencia (SAMU), que está com efetivo reduzido por conta da greve. Mesmo estando a 50 metros do Hospital Regional de Lagarto (HRL), a vítima sofreu com uma longa demora, o que revoltou populares que o ajudavam.

O acidente aconteceu no cruzamento da Rodovia Papa João Paulo 2º com a Avenida Brasília e envolveu dois veículos. Uma motocicleta colidiu de frente com um Volkswagen Gol. O condutor do carro não sofreu ferimentos, mas um motociclista de prenome Marcos, residente no povoado Sapé, em Itaporanga, teve uma fratura exposta na perna.

Marcos ficou estirado no chão aguardando atendimento e resgate para ser encaminhado ao HRL, que fica na mesma avenida, ao lado do local do acidente. Não havia viaturas médicas no hospital nem profissionais suficientes no Destacamento do Corpo de Bombeiros em Lagarto para realizar o socorro. Enquanto isso, a vítima aguardava atendimento com ajuda de populares, que o protegiam do forte calor utilizando o ventilador.

O condutor do Gol, conhecido por Mangabinha, permaneceu no local. Ele informou que recebeu uma fechada de outro veículo, o que acabou provocando o acidente. Agentes da Guarda Municipal de Lagarto (GML) e do Departamento de Trânsito e Transportes Urbanos (DTTU) estiveram na localidade.

Após longa demora, duas ambulâncias do Corpo de Bombeiros de Itabaiana chegaram. Em seguida mais uma viatura dos bombeiros e duas do SAMU, que, segundo profissionais do serviço, não teve o envio liberado antes pela central em Aracaju, mesmo tendo dois veículos na unidade em Lagarto. Enfim, Marcos foi encaminhado ao HRL, onde recebeu atendimento médico adequado.

Fonte: Atalaia Notícias/A8

sábado, 8 de fevereiro de 2014

PM realiza curso de condutor de veículo de emergência em Propriá


A Polícia Militar iniciou essa semana no 2˚ Batalhão de Polícia Militar, com sede no município de Propriá, distante 100 km de Aracaju, a formação de mais uma turma de policiais no curso de Condutor de Veículo de Emergência e Capacitação de Fiscalização de Trânsito, um total de 40 PMs de várias cidades do Baixo São Francisco estão frequentando o curso, o qual tem uma carga horária de 60 horas/aulas.

O curso segue as normas e procedimentos estabelecidos pelas resoluções 168/2004 e 409/2012 do CONTRAN e oferece aos policiais conhecimento na área de legislação de trânsito, direção defensiva, primeiros socorros, relação interpessoal, atuação em fiscalização e acidente de trânsito e procedimentos com condutores embriagados, além de outras.

Com a formação da turma do Batalhão de Propriá, a Polícia Militar encerra a primeira fase dos cursos no interior do estado, onde já foram formados mais de 200 (duzentos) policiais abrangendo os cinco Batalhões localizados no interior (2˚ BPM em Propriá, 3˚ BPM em Itabaiana, 4˚ BPM em Canindé do São Francisco, 6˚ BPM em Estância e 7˚ BPM Lagarto).

O curso tem a coordenação geral da Terceira Seção do EMG da PMSE e vem sendo ministrado no interior do estado pela Companhia de Polícia Rodoviária Estadual.

Fonte: Faxaju

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Samuel: PMs usaram coletes refletivos para esconder fardas velhas

Capitão Samuel “faz denúncias na tribuna em relação às condições vividas pelos PMs”

O capitão Samuel aproveitou o pronunciamento feito ontem para denunciar o fardamento dos policiais militares no desfile cívico no último dia 7 de setembro na Avenida Barão de Maruim. “Se vocês observaram, os policias militares estava à maioria com os coletes reflexivos com a intenção de esconder o fardamento velho da tropa militar”, denunciou o deputado.

Nesta terça-feira (11), o deputado estadual capitão Samuel ocupou a tribuna da Assembléia Legislativa e voltou a cobrar providencias para resolver o problema do codigo disciplinar e aproveitou para comentar um fato ocorrido no Batalhão de Lagarto que segundo ele reafirma a necessidade de discutir o Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Sergipe que já se encontra na Assembléia Legislativa de Sergipe. “Infelizmente esse Código enviado pelo Governo ainda insiste em colocar pena administrativa de prisão para os militares sergipanos, vários Estados já retiraram esse tipo de punição administrativa isso é coisa da ditadura militar, onde os servidores públicos sendo militares poderiam ser presos, para os outros servidores isso foi retirado, mas o servidor militar infelizmente ainda continua com a prisão administrativa”, afirmou o deputado.

Segundo Samuel Barreto um cabo da Polícia Militar lotado em Lagarto foi punido com a prisão administrativa por causa de uma falta de serviço. Ainda segundo o parlamentar o militar tinha restrições médica para determinados tipos de alimentos que pudesse prejudicar a saúde do cabo. “O cabo tinha uma prescrição médica que proibia o militar de comer vários tipos de alimento que pudesse prejudicar ainda mais a sua saúde”, disse o capitão Samuel.

Samuel alerta ainda para a questão da licitação para alimentação dos militares e que seria bem mais barato e proveitoso para a categoria o ticket alimentação, pois, os horários das refeições poderiam se ajustar ao local em que estivesse o militar de serviço.

O capitão Samuel explanou na tribuna que os militares do Batalhão de Itabaiana puderam comprovar o descaso com a saúde e com o respeito à dignidade dos mesmos, pois vegetais e legumes guardados na cozinha do Batalhão alguns já estavam enraizando o que demonstra a falta de cuidado com a alimentação dos militares em questão. “Tinha um pé de cebola na cozinha, da cebola nasceu o pé. E o policial olhando aquilo ali não quis se alimentar justificou o deputado Capitão Samuel.

Segundo o parlamentar, o oficial encarregado pelo Batalhão seguindo o Regulamento Disciplinar deu voz de prisão para o cabo que se recusou a comer do alimento ali armazenado. A voz de prisão caracterizou desobediência segundo o oficial que conduziu o cabo para o Presídio Militar onde o mesmo ficou 30 horas preso por que se recusou a se alimentar da comida que o Batalhão estava servindo.

O deputado estadual Capitão Samuel disponibilizou para o cabo um advogado que peticionou a Auditoria Militar e através do juiz e do promotor tomou uma atitude inusitada, não acatando o flagrante por desobediência e inverteu o procedimento que foi levado para o judiciário denunciando o oficial por abuso de autoridade.

O deputado lembrou que esse oficial é o mesmo que denunciou a soldado Ediana no caso bastante divulgado pela imprensa em que a militar atravessou a rua para utilizar o banheiro de sua casa e foi denunciada por abandono de posto.

O ponto chave do discurso do deputado foi o apelo aos outros parlamentares para que avaliem o quanto antes o Código Disciplinar e desde já solicitou a retirada da prisão administrativa do Código que já se encontra na Assembléia Legislativa e alertou que vários Estados não têm mais a prisão administrativa e que Sergipe deve avançar nesse sentido também.

Fonte: Assessoria Parlamentar do Deputado Capitão Samuel (Chris Brota)

quarta-feira, 14 de março de 2012

Sindicato diz que Superintendência persegue delegados

Adepol acredita que transferências podem inibir ação sindical

Adepol acredita em perseguição da Superintendência (Fotos: Portal Infonet)

Em entrevista ao Portal Infonet nesta terça-feira, 13, o presidente da Associação de Delegados da Polícia Civil de Sergipe (Adepol), Kássio Viana, declarou que alguns delegados do Estado sofrem perseguição da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) e da Superintendência de Polícia Civil. De acordo com ele, as motivações para o suposto acuamento estão ligadas a questões sindicais.

“O fato não é novo”, afirmou Viana, acrescentando que o cerco a pessoas ligadas à Adepol teria crescido na medida em que o a associação tecia críticas à SSP e à Superintendência. Segundo o sindicalista, um ex-líder da classe chegou a ser transferido de delegacia dez vezes em cerca de dois anos. “Em [pouco mais de] um ano, foram removidos 60% dos delegados de polícia. Isso é desorganização, falta de planejamento”, atacou.

O presidente citou ainda o caso de uma delegada que teria sido intimada a responder sobre um problema em uma viatura que ela não teria sequer conduzido. Ela deveria ainda depor em uma comissão composta por agentes de polícia, e não por delegados – outra irregularidade apontada por Kássio Viana, que também denunciou o suposto fechamento da Delegacia Plantonista de Lagarto.

Recentemente, foi determinado que dois integrantes da Adepol seriam transferidos da capital para o interior, o que Viana considera uma inibição à liberdade dos servidores realizarem suas atribuições sindicais. O delegado Alexandre Pires acabou sendo colocado à disposição do sindicato – segundo a Associação, é possível mobilizar três profissionais nessa função –, mas o delegado Jefferson Alvarenga, que era responsável pela 4ª Delegacia Metropolitana, foi realocado para a Delegacia Regional de Maruim. Kássio Viana informou que na reunião ocorrida na última sexta-feira, 9, foi cogitado pela Superintendência que Alvarenga pudesse ter direito de se manifestar sobre o assunto.

Jefferson tem seu trabalho desenvolvido na 4ª DMP reconhecido internacionalmente, o que foi dado como justificativa pela transferência. Para o próprio delegado, entretanto, a maneira como a mudança foi feita impossibilitaria que a experiência pudesse ser aproveitada em Maruim. “A justificativa foi a experiência do delegado, mas a equipe não foi levada. O delegado sem equipe, em qualquer lugar, não pode fazer absolutamente nada”, comentou.

Nota à imprensa

Contatada pela redação do Portal Infonet, a SSP enviou uma nota sobre o assunto que incluía explicações da própria Superintende de Polícia Civil, Katarina Feitoza.

No comunicado, é argumentado que “não há falta de diálogo e muito menos perseguições. As mudanças de delegados são naturais no dia-a-dia e são baseadas na experiência dos profissionais e em números de produção cartorária em cada unidade”. A nota afirmou ainda que a mobilização pela reformulação dos quadros já existia na Coordenadoria da Capital, mas que não foi feita anteriormente “em razão da expectativa de evolução nos resultados, o que infelizmente não se concretizou”.

A respeito da interrupção do serviço na Delegacia de Lagarto, o documento expôs que os plantões vão continuar acontecendo “normalmente”, como em Itabaiana, Estância e Propriá, mediante o pagamento de horas extras.

A Superintendência admite que algumas mudanças foram efetuadas após o pedido de disposição de dois delegados pelo sindicato. “Considerando que a Delegacia de Maruim teria a lotação de apenas um Delegado, resolvemos lotar naquele município um delegado mais experiente e de 2ª Classe, e que pudesse ter desempenho melhor que um único Delegado mais novo e de 3ª Classe naquele município, é o caso do delegado Jeferson Alvarenga”, indicou a nota enviada à imprensa. A Superintendência considerou ainda que a implementação dos conhecimentos de Alvarenga em mediação de conflitos é mais acertada a Maruim “que a área de circunscriação da 4ª DMP”.

Fonte: Portal Infonet

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

PM: falta de segurança na prévia pode 'derrubar' comando

Cerca de 600 policiais por dia teriam faltado ao chamado


Decisão da assembléia foi cumprida à risca (Foto: Portal Infonet)

O dia foi de comentários, muitos comentários entre os policiais militares dando conta de que o comandante da Polícia Militar de Sergipe, coronel Aécio Resende pode ser exonerado ainda esta semana. Isso porque assim como fez o secretário de Segurança Pública, João Eloy, o comandante da PM garantiu ao governador Marcelo Déda (PT) que não faltariam policiais durante os quatro dias de realização do Pré-Caju, mas foram constatadas várias falhas nas escalas, aumentando o registro da violência.

Os policiais resolveram cumprir o que ficou decidido durante assembleia da categoria no último dia 14, ou seja, que se convocados para trabalhar em dias de folga não fariam a segurança. O resultado não foi dos melhores e já na primeira noite da festa, um jovem foi assassinado e dois na segunda noite, o que fez o Comando da Polícia Militar de Sergipe correr contra o tempo na tentativa de cumprir o prometido ao chefe maior, só que, em vão.

Sindicalistas calculam que cerca de 600 policiais por dia não compareceram à maior prévia carnavalesca do país. Com isso, foram muitas as reclamações dos foliões que saíram de casa para se divertir e se depararam com pessoas que compareceram à festa para bagunçar e encontraram o caminho livre. "Os Postos de Atendimento ao Cidadão foram esvaziados nos vários bairro para que os policiais fossem trabalhar no Pré-Caju e os moradores ficaram abandonados. Aqui no Santa Maria, descobriram um santo para cobrir outro e a população ficou nas mãos dos marginais", reclama o morador João Francisco Lima.

Sem a escala fechada da Polícia Militar [cerca de quatro mil homens], os policiais civis trabalharam mais e os policiais militares que atuam nos batalhões do interior e até mesmo no Batalhão da Reserva, o Besp, foram convocados, mas nem todos atenderam, a exemplo do que aconteceu no município de Lagarto, quando sete militares se recusaram a viajar no ônibus que estaria com a documentação irregular.

A reportagem do Portal Infonet tentou por diversas vezes ouvir o Comando da Polícia Militar nesta segunda-feira, 23, para saber quantos policiais deixaram de atender aos chamados, mas não há expediente no Quartel Central Geral (QCG) e a assessoria não atendeu às chamadas telefônicas. O Portal continua a disposição do Comando da PM para quaisquer esclarecimentos.

Aldaci de Souza

Fonte: Portal Infonet

domingo, 22 de janeiro de 2012

Coronel manda prender 7 em Lagarto

Mais uma situação de constrangimento é registrado em Lagarto. Tudo por conta da segurança do Pré-Caju. PMs mantem o movimento Tolerancia Zero II.

Mais uma informação chega á redação do FAXAJU e desta feita, envolvendo um coronel e sete policiais militares que se recusaram a trabalhar na segurança do Pré-Caju.

Segundo informações passadas por um militar de lagarto, o comandante geral da policia militar teria destinado um ônibus para se deslocar até a cidade de Lagarto para que os PMs viessem para a segurança do Pré-Caju.

Ai começou a polemica, já que com a chegada do ônibus, os militares se recusaram a embarcar. A informação é que há no batalhão em Lagarto, nove PMs e que desses, sete teriam que vir para Aracaju, trabalhar no Pré-Caju, ficando apenas 2 para fazer a segurança de todo o municipio.

Com a revolta dos PMs e a negativa de embarcar no ônibus, o comandante do batalhão, coronel Sergio teria dado voz de prisão aos militares e em seguida solicitado um viatura do Batalhão de Choque para “prender” os policiais.

Até o fechamento da reportagem a viatura do BPChoque não havia chegado para efetuar a prisão.

Fonte: Faxaju

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