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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Deputado assiste troca de tiros e afirma: não sei o que está acontecendo na SSP

Nesta quarta-feira (19), marginais fizeram alguns assaltos nas rodovias que cortam o estado de Sergipe, principalmente na grande Aracaju.


No inicio da noite de ontem, um sargento da polícia militar foi baleado durante uma tentativa de assalto entre os municípios de Maruim e Rosário do Catete. Também nesta quarta-feira, uma troca de tiros acabou assustando o deputado estadual capitão Samuel Barreto, presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, que acabou assistindo uma troca de tiros no meio da pista e aproveitou para cobrar providências.

O parlamentar trafegava pela rodovia nas proximidades do povoado Bom Jesus, quando retornava de Malhador, já chegando em Pedra Branca, quando presenciou a troca de tiros. “Realmente falta segurança. Um absurdo, marginais trocando tiros no meio da pista. Bandido perdeu o respeito”, afirmou o deputado.

Demonstrando muita irritação, Samuel Barreto afirmou que “não sei o que está acontecendo com a SSP. É preciso fazer alguma coisa. O bandido precisa saber que quem tem coragem de atirar na polícia para matar, tem que saber que vai tomar tiro para morrer. Em Maruim tem que botar moendo”, aconselhou o deputado.

O deputado disse ainda que lamenta a situação dos policiais militares. Segundo o deputado Samuel, a delegacia de Divina Pastora, a delegacia está fechada. “O povo de Divina Pastora está jogado à própria sorte. Policiais de Divina Pastora estão se arranchando na delegacia de Riachuelo e a bandidagem mandando. Cobrarei na Alese uma atitude da SSP”, avisou o deputado capitão Samuel.

Sobre o sargento Bezerra, o deputado disse lamentar o que aconteceu com o militar, afirmando ainda que “é lamentável o que está acontecendo em nosso estado. Como eu disse: é preciso ser duro com bandidos, porque eles já fizeram refém os sergipanos e agora está atacando policiais. Isso não pode acontecer”, afirmou Samuel.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

sexta-feira, 2 de maio de 2014

"Política de Segurança de Sergipe é cobrir um Santo e descobrir outro" diz Samuel

Deputado diz que delegacias irão fechar no final de semana por falta de policiais
 
O deputado estadual capitão Samuel Barreto (PSL), presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembléia Legislativa voltou a fazer duras criticas ao sistema de segurança que está sendo praticado no estado. Para Samuel, “a política de segurança pública desse governo é cobrir um santo e descobrir o outro”, ironiza o deputado.
 
Samuel Barreto afirma que várias delegacias estarão fechadas no interior do estado neste final de semana por falta de policiamento. O deputado conta que no feriado de 1º de maio, “a delegacia de Santo Amaro das Brotas estava fechada por falta de policiais. Lá por exemplo só tinha dois policiais e no feriado a delegacia acabou fechando porque o comando deslocou os únicos dois militares para o município de Maruim que vem enfrentando uma onda de violência muito grande e que naquele dia contava com apenas um PM”, denunciou Samuel.
 
O deputado diz ainda que essa situação vem acontecendo a muito tempo e que o governo não toma uma iniciativa para resolver a situação e dar mais segurança à população. “O governo alega que essa insegurança que existe no estado é uma fatalidade, mas na verdade a insegurança é mesmo por falta de gerenciamento. Por incompetência e não fatalidade como eles querem passar para a sociedade”, explica o deputado.
 
O parlamentar afirma ainda que na próxima segunda-feira irá fazer um pronunciamento na Assembléia onde irá cobrar do governo, providencias imediatas para o combate à criminalidade que segundo ele “Sergipe está se tornando o estado mais violento e perigoso para se viver desse País. Ou o governo promove uma segurança de qualidade ou o caos e a bandidagem vai tomar conta de nosso estado”, desabafou Samuel.
 
Fonte: Faxaju

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Déda inaugura Centros de Segurança e delegacia

Contemplados são Maruim, Laranjeiras e Itabaiana
(Foto: Marcos Rodrigues/ASN)
Nesta sexta-feira, 11, o governador Marcelo Déda inaugurará  obras que levarão mais segurança e qualidade de vida para a população de Maruim, Laranjeiras e Itabaiana. A partir das 14h30, em Maruim, será entregue o  Centro Integrado em Segurança Pública (Cisp).
O Cisp integra o novo modelo de segurança implantada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP): oferecer mais eficiência na prestação de serviços e na proteção à população concentrando, na mesma base operacional, policiais militares e civis. Foram investidos R$ 793.451,91 no prédio de Maruim. Desse total, R$ 41.835,63 foram investidos na aquisição de móveis e equipamentos eletrônicos. O Centro possui área construída de 402 m² , com cinco salas de repouso e seis banheiros e dois adaptados para deficientes físicos.
Em Laranjeiras, Marcelo Déda visitará as obras do prédio da antiga Carpintaria e do Casarão dos Rollemberg. O prédio da carpintaria receberá o Centro de Compras e Lazer de Laranjeiras, onde serão instaladas 22 lojas com aproximadamente 15 m² cada e dois quiosques/lanchonetes, além de quatro postos de serviço no pavimento superior. A obra é executada pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), em parceria com o Governo Federal, num investimento de R$ 1.013.928,31. Já no Casarão dos Rollemberg funcionará um restaurante. O investimento estadual na recuperação do sobrado é de R$ 520.633.
Laranjeiras também contará com um Cisp moderno e funcional. A inauguração está prevista para 16h. Totalizando um investimento de R$ 867.302,64, o Centro está localizado em um ponto estratégico, entre o povoado Pedra Branca e a sede do município, na  Rodovia SE-429.
Itabaiana
Em seguida, a partir das 17h, o governador Marcelo Déda inaugurará a Delegacia Regional de Itabaiana. Concebida com o objetivo de atender à população com eficiência e conforto, a nova Delegacia funcionará em um prédio de dois pavimentos com área total de 939,62 m², totalizando um investimento de R$ 1.791.895,62.
Além de abrigar a equipe da Delegacia da Polícia Civil na cidade, o edifício funcionará como Coordenadoria Regional para as ações da corporação por meio das delegacias nos 12 outros municípios do Agreste do estado. A obra foi realizada por meio do Programa Sergipe Cidades.
Ainda em Itabaiana, o governador assinará convênios com a Prefeitura que somam R$ 3.363,700 milhões para a realização de obras de infraestrutura (pavimentação e drenagem) e construção e ampliação do Cemitério do Povoado Pé do Veado.
Fonte: ASN/Portal Infonet

quarta-feira, 14 de março de 2012

Sindicato diz que Superintendência persegue delegados

Adepol acredita que transferências podem inibir ação sindical

Adepol acredita em perseguição da Superintendência (Fotos: Portal Infonet)

Em entrevista ao Portal Infonet nesta terça-feira, 13, o presidente da Associação de Delegados da Polícia Civil de Sergipe (Adepol), Kássio Viana, declarou que alguns delegados do Estado sofrem perseguição da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) e da Superintendência de Polícia Civil. De acordo com ele, as motivações para o suposto acuamento estão ligadas a questões sindicais.

“O fato não é novo”, afirmou Viana, acrescentando que o cerco a pessoas ligadas à Adepol teria crescido na medida em que o a associação tecia críticas à SSP e à Superintendência. Segundo o sindicalista, um ex-líder da classe chegou a ser transferido de delegacia dez vezes em cerca de dois anos. “Em [pouco mais de] um ano, foram removidos 60% dos delegados de polícia. Isso é desorganização, falta de planejamento”, atacou.

O presidente citou ainda o caso de uma delegada que teria sido intimada a responder sobre um problema em uma viatura que ela não teria sequer conduzido. Ela deveria ainda depor em uma comissão composta por agentes de polícia, e não por delegados – outra irregularidade apontada por Kássio Viana, que também denunciou o suposto fechamento da Delegacia Plantonista de Lagarto.

Recentemente, foi determinado que dois integrantes da Adepol seriam transferidos da capital para o interior, o que Viana considera uma inibição à liberdade dos servidores realizarem suas atribuições sindicais. O delegado Alexandre Pires acabou sendo colocado à disposição do sindicato – segundo a Associação, é possível mobilizar três profissionais nessa função –, mas o delegado Jefferson Alvarenga, que era responsável pela 4ª Delegacia Metropolitana, foi realocado para a Delegacia Regional de Maruim. Kássio Viana informou que na reunião ocorrida na última sexta-feira, 9, foi cogitado pela Superintendência que Alvarenga pudesse ter direito de se manifestar sobre o assunto.

Jefferson tem seu trabalho desenvolvido na 4ª DMP reconhecido internacionalmente, o que foi dado como justificativa pela transferência. Para o próprio delegado, entretanto, a maneira como a mudança foi feita impossibilitaria que a experiência pudesse ser aproveitada em Maruim. “A justificativa foi a experiência do delegado, mas a equipe não foi levada. O delegado sem equipe, em qualquer lugar, não pode fazer absolutamente nada”, comentou.

Nota à imprensa

Contatada pela redação do Portal Infonet, a SSP enviou uma nota sobre o assunto que incluía explicações da própria Superintende de Polícia Civil, Katarina Feitoza.

No comunicado, é argumentado que “não há falta de diálogo e muito menos perseguições. As mudanças de delegados são naturais no dia-a-dia e são baseadas na experiência dos profissionais e em números de produção cartorária em cada unidade”. A nota afirmou ainda que a mobilização pela reformulação dos quadros já existia na Coordenadoria da Capital, mas que não foi feita anteriormente “em razão da expectativa de evolução nos resultados, o que infelizmente não se concretizou”.

A respeito da interrupção do serviço na Delegacia de Lagarto, o documento expôs que os plantões vão continuar acontecendo “normalmente”, como em Itabaiana, Estância e Propriá, mediante o pagamento de horas extras.

A Superintendência admite que algumas mudanças foram efetuadas após o pedido de disposição de dois delegados pelo sindicato. “Considerando que a Delegacia de Maruim teria a lotação de apenas um Delegado, resolvemos lotar naquele município um delegado mais experiente e de 2ª Classe, e que pudesse ter desempenho melhor que um único Delegado mais novo e de 3ª Classe naquele município, é o caso do delegado Jeferson Alvarenga”, indicou a nota enviada à imprensa. A Superintendência considerou ainda que a implementação dos conhecimentos de Alvarenga em mediação de conflitos é mais acertada a Maruim “que a área de circunscriação da 4ª DMP”.

Fonte: Portal Infonet

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Ana Lúcia defende formação cidadã para policiais que lidam com multidões

No feriado do Dia da Independência da República, última quarta-feira, dia 7 de setembro, funcionários de segurança privada agrediram fisicamente dois professores do município de Japaratuba, durante o desfile do Grito dos Excluídos, que acontece após o desfile das escolas.

Policiais também dificultaram o desfile de professores no município de Maruim. E em Aracaju, também durante o Grito dos Excluídos, a deputada Ana Lúcia (PT) impediu que um policial prendesse um adolescente acusado de furto porque não havia nenhuma prova contra ele.

Os vários incidentes relacionados à segurança pública foram motivo de caloroso debate entre a deputada e policiais militares nos programas de rádio e na Assembleia Legislativa, com o deputado Capitão Samuel no turno da manhã desta quinta-feira, 8. Primeiramente, a deputada Ana Lúcia deixou claro que em Aracaju seu posicionamento foi movido por motivos ideológicos, e não eleitoreiros, como foi insinuado. “A tia deste rapaz é professora da rede pública, mas ela não vota comigo. Ela vota com Conceição Vieira, ela é do agrupamento da professora Rosângela, que inclusive foi quem me deu o telefone dos familiares deste rapaz. Eu liguei para eles e pedi que não deixassem mais ele sair de casa naquele dia”.

A deputada explicou que o adolescente foi revistado pelo policial e não estava com nenhum objeto de furto, por isso não havia motivo de ser levado para a delegacia. Sem provas, o que havia era o depoimento de um homem contra o de um adolescente. A deputada informou que o adulto que acusou o adolescente era membro de torcida de time de futebol, estava bebendo cerveja e já havia perseguido este mesmo menino outra vez. No mesmo dia, a deputada participou do Grito dos Excluídos em Estância.

Ela explicou que o Grito não teria acontecido se dependesse do prefeito Ivan Leite, que tentou impedir de várias formas. Ana contou que lá não houve confronto policial e, pelo contrário, a Polícia Militar foi fundamental para a realização do desfile. “Eu fui mediadora do conflito, como parlamentar, assim como o Comandante da Polícia Militar em Estância também usou de sua autoridade para fazer a mediação, em nome do Governo do Estado de Sergipe. A Polícia Militar em Estância teve um papel fundamental para a realização do Grito dos Excluídos. Assim não só os professores, como militantes do Movimento Sem Terra e da Central Única dos Trabalhadores, todos nós desfilamos pelas ruas da cidade, aplaudidos pela população”, relatou. Infelizmente, nos municípios de Maruim e de Japaratuba, o Grito dos Excluídos foi marcado pela opressão.

Em Maruim a polícia militar se interpôs à realização do desfile, e em Japaratuba dois professores chegaram a sofrer agressões físicas, praticadas pela segurança particular da prefeitura. Ana Lúcia avaliou em plenário que a dificuldade de se manifestar é resquício da cultura de violência herdada da Ditadura Militar. Eu não prego a paz a partir de um discurso vazio. Eu prego a paz a partir de ações. Eu sou uma mulher socialista e internacionalista. Aqui eu denuncio o imperialismo norte-americano que está matando palestinos e reproduzindo preconceito contra os árabes, e discuto preconceito racial, preconceito contra prostitutas, transexuais, contra os pobres, e discuto sim porque a nossa sociedade é preconceituosa. Nós vamos para o debate e todos nós tivemos uma formação autoritária. Com os militares tem outra questão: é que a última Ditadura foi Militar.

Foram 25 anos de Ditadura. E a CIA veio para o Brasil e para toda América Latina para ensinar técnicas de tortura. Aí o capitão diz: eu tinha 5 anos. Só que isso é cultural, e passa de geração para geração”, acrescentou. Ana Lúcia também explicou que a Polícia Militar não é a única instituição pública que tem uma postura autoritária, mas que esta cultura da violência precisa ser combatida. “Eu sou professora há 37 anos, e quem mais diz que a escola pública é autoritária e ultrapassada aqui nesta tribuna sou eu. Nós estamos num sistema capitalista extremamente cruel, e as instituições públicas têm que cumprir o seu papel. Para isso é que nós somos eleitos: para cobrarmos este papel”, declarou.

Assessoria de Imprensa

Fonte: Faxaju

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Secretário de Justiça diz que escolta de presos é de responsabilidade da PM

As duas fugas de presos que aconteceram essa semana, acaba criando uma situação que mostra a insegurança no estado. No inicio da semana, dois presos fugiram quando estavam no Fórum de Maruim, para prestarem depoimento. Na manha desta quinta feira (10), uma outra fuga foi registrada. Mais um presidiário conseguiu fugir no momento em que se preparava para prestar depoimento durante audiência na Segunda Vara do Fórum Juiz José Fernando de Brito, localizado no município de Propriá.

A Secretaria de Justiça e Cidadania, afirma que a escolta dos presos é de responsabilidade da policia militar.

No inicio da tarde de hoje, o secretario de Justiça, Benedito Figueiredo emitiu uma nota à imprensa falando sobre as fugas.

Veja o que diz a nota:
“A Secretaria de Justiça e Cidadania informa que a escolta de presos em audiência é de competência da Polícia Militar e não dos agentes prisionais. Para que fique claro e definido que as fugas ocorridas nesta semana não ocorreram com a presença de agentes da Sejuc, o secretário Benedito de Figueiredo já manteve conversação com o secretário adjunto da SSP, João Batista e logo será realizada uma reunião com o intuito de esclarecer e certificar que a escolta dessa natureza pertence legalmente e é realizada sempre pela PM”.
Assessoria de Comunicação da Secretaria de Justiça e Cidadania

Fonte: Faxaju

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

PM qualifica 1050 crianças e adolescentes para resistência às drogas

A Polícia Militar realizou nesta quinta-feira, 16, a formatura geral dos estudantes atendidos pelo Programa Educacional de Resistência às Drogas e Violência (Proerd). O evento reuniu no ginásio Constâncio Vieira, em Aracaju, 1.137 crianças e adolescentes que estudam em escolas da capital, da Barra dos Coqueiros, Maruim e Japaratuba, e foram capacitados pela PM com mensagens de valorização à vida e sobre a importância de manter-se longe das drogas.

A entrega dos certificados reforça o compromisso que os jovens estabeleceram junto ao Programa desenvolvido pela corporação. "Durante quatro meses de curso as crianças são qualificadas com ensinamentos e dinâmicas diversas e ao final do semestre recebem o certificado Proerd, ocasião que prestam o compromisso de manterem-se afastados e longe das drogas", explica a coordenadora do Programa em Sergipe, tenente-coronel Valéria Tatyane Menezes.

Ainda de acordo com a oficial, o Proerd visa preparar as crianças para saberem dizer não às drogas, assim como torná-las multiplicadores do combate a uso de entorpecentes. "É com muita alegria que estamos realizando esse Proerd, que é o coroamento do trabalho de todo um semestre letivo. Essas crianças foram orientadas e de certa formas serão multiplicadores para a prevenção para recusa das drogas, para recusarem caso sejam pressionados por colegas, familiares que usam, ou alguém da comunidade onde vivem. Assim, essas crianças estão prontas para usarem as técnicas de reclusas e também poderão passar essas técnicas para outras pessoas, formando assim uma rede que fortaleça a prevenção. E nosso projeto faz parte do programa Sergipe Contra o Crack", explicou Valéria.

O comandante-geral da Polícia Militar de Sergipe, coronel José Carlos Pedroso Assumpção, enfatizou a importância da prevenção no combate as drogas, assim como as crianças poderão ser agentes multiplicadores da prevenção. "Temos que investir cada vez mais na prevenção. Nada melhor do que investir na juventude, pois eles serão o futuro desse país. Então quando eles tomam conhecimento de que combater as drogas é necessário param evitar problemas futuros. Isso é extremamente importante. Então muitas crianças que se encontram aqui hoje serão os multiplicadores de combate as drogas que muitas vezes é causa que leva a todo tipo de criminalidade", registrou o comandante.

"Essas aulas atendem a noções de taxilogias, os motivos pelos quais se inicial o consumo de drogas, estratégicas para se mantarem longe das drogas, assim como as várias formas de dizer não aos usuários de drogas e vendedores. Hoje estamos formando o terceiro trimestre. Todos os instrutores são policiais militares, profissionais pedagogicamente formados e capacitados", acrescentou Henrique, soldado da PM e um dos instrutores do Programa.

Polícia x Drogas

O Programa Educacional de Resistência às Drogas e Violência (Proerd) é desenvolvido em escolas da capital e interior de Sergipe, por policiais militares treinados e preparados para desenvolver o lúdico, através de metodologia especialmente voltada para crianças.

As atividades são pedagogicamente estruturadas em lições, ministradas obrigatoriamente por um policial militar fardado; que além da sua presença física em sala de aula como educador social, propicia um forte elo na comunidade escolar em que atua, fortalecendo o trinômio: Polícia Militar, Escola e Família.

O Programa oferece, em linguagem acessível às faixas etárias que se direciona, uma variedade de atividades interativas com a participação de grupos em aprendizado cooperativo; atividades que foram projetadas para estimular os estudantes a resolverem os principais problemas na fase em que se encontram vivendo.

Origem do Proerd

O Programa tem como base o Drug Abuse Resistance Education (Dare), e foi criado pela Professora Ruth Rich, em conjunto com o Departamento de Polícia da cidade de Los Angeles, EUA, em 1983. Atualmente o Programa está presente nos cinqüenta estados americanos, e em cinquenta e oito países.

No Brasil, ele chegou em 1992 através da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, sendo que desde 2002 realiza atividades em todos os Estados brasileiros. Em Sergipe, as atividades são desenvolvidas em escolas públicas e particulares dos 75 municípios sergipanos.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Defesa Civil prepara ações para chuvas intensas previstas em Sergipe


A Coordenadoria Especial de Defesa Civil de Sergipe (Codec), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social (Seides), realizou na tarde desta quarta-feira, 7, uma reunião para planejar estratégias que minimizarão os danos que poderão ser causados com a iminência de chuvas contínuas e intensas para esta quinta e sexta-feiras no estado.

De acordo com o Centro de Meteorologia de Sergipe (Cemese), chuvas em quantidade significativa deverão cair desde a manhã desta quinta-feira, 8, seguindo até a sexta, 9, em Aracaju e região metropolitana, Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão e Laranjeiras. Os acumulados da chuva devem ultrapassar o final de semana e chegar a Maruim e no Alto Sertão sergipano, sobretudo no município de Poço Redondo.

Para evitar acidentes e garantir atendimento rápido à população nas situação mais crítica, o coordenador da Defesa Civil Estadual, major Mendes, e a equipe técnica do órgão elaboraram um plano de ação. O alerta oficial foi entregue por ele à secretária de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social, Maria Luci Silva, no início da noite desta quarta, 7.

As medidas incluem a mobilização de todas as estruturas municipais e estaduais, formação de um banco de dados para divulgação de boletins informativos, relação próxima com as associações de abrigo para possíveis vítimas, preparação de materiais e alerta para órgãos como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Corpo de Bombeiros e Energisa.

Segundo o major Mendes, é de fundamental importância prevenir a população sobre os riscos com a proximidade de chuvas torrenciais e informar cuidadosamente as pessoas que vivem nas áreas de risco.

“A Defesa Civil já está em estado de alerta e preparando sua equipe para melhor atender a população, principalmente quando na situação de emergência, em que há falta de energia e o número de vítimas das chuvas cresce, seja com pessoas desalojadas ou desabrigadas ou com feridos e mortos. Por isso, aconselhamos que quem estiver em área de risco, saia do local imediatamente e procure um local seguro”, aconselhou o coordenador da Defesa Civil.

Fonte: Agência Sergipe de Notícias

quinta-feira, 5 de março de 2009

Delegacias do interior continuam nas mãos da PM




Um antigo problema, uma nova denúncia. Na noite de hoje, 5, o Jornal do Estado, da TV Atalaia, mostrou mais uma vez o problema das delegacias do interior do Estado. Sem condições de trabalho, policiais militares exercem a função da Polícia Civil, deixando de realizar o policiamento ostensivo preventivo nas cidades para tomar conta de presos e dos prédios das delegacias.

A matéria mostrou a situação em alguns municípios do Vale do Cotinguiba, mas nos demais municípios sergipanos a situação não é muito diferente. Delegacias sem estrutura para abrigar os policiais e os presos, policiais trabalhando muitas vezes sozinhos, à mercê de todos os riscos, essa infelizmente é a realidade da segurança pública em Sergipe. Em Maruim foi encontrado um absurdo, um Guarda Municipal tomava conta da delegacia enquanto o único policial tinha ido atender uma ocorrência. Pior, a única arma dele era um guarda-chuva.


Em 2005 a Asprase denunciou uma situação parecida no município de Nossa Senhora das Dores, onde os policiais trabalhavam em uma delegacia com paredes rachadas, a ponto de desabar, e cheias de infiltrações. Até uma viatura sem volante foi encontrada no pátio da delegacia. Situação deplorável. Uma equipe da Rádio Atalaia, à época, fez a matéria ao vivo da própria delegacia. Diretores da Asprase estiveram com o prefeito do município conversando sobre o assunto e pedindo o apoio da prefeitura para a solução do problema. O então prefeito Fernando Lima se comprometeu em colaborar. Tempos depois foram feitas melhorias na estrutura física da delegacia e a viatura foi substituída.


Mas o problema hoje parece ainda estar longe de ter uma solução. Por um lado, a PM não tira o efetivo das delegacias para não deixar a Polícia Civil "na mão". Por outro, a Polícia Civil não ocupa o espaço que é dela para executar o seu serviço. É preciso que se encontre uma solução urgente para o problema, do contrário, policiais e cidadãos continuarão sofrendo com a negligência do Estado.

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