Mostrando postagens com marcador guarda municipal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador guarda municipal. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Resposta do candidato Geraldo Alckmin aos questionamentos da Anaspra


Em resposta aos questionamentos da Anaspra a Coligação Para Unir o Brasil, do candidato Geraldo Alckmin, preferiu apresentar alguns pontos do programa de governo, mas optou por não responder ao questionário por se tratar, segundo a coligação, de "temas de interesse de uma categoria profissional específica de servidores públicos que não dizem respeito ao momento da eleição, mas ao exercício do governo".

Veja a seguir a resposta:

Prezado Presidente Elisandro Lotin de Souza

O período eleitoral é um dos momentos mais importantes da vida nacional, no qual diversos grupos de interesse que se organizam na sociedade brasileira têm a oportunidade de contribuir para a formação de uma agenda pública que ajude o país a encontrar o caminho do desenvolvimento, da segurança e da paz democrática. Neste sentido, recebemos com muita atenção as perguntas encaminhadas pela Associação Nacional de Entidades Representativas de Praças.

Nosso programa de governo está centrado na proposição de políticas públicas de interesse da população. Entendemos que é necessário, neste momento, criar mecanismos para melhorar a gestão da segurança pública no país e consolidar o Ministério da Segurança Pública. Propomos criar um Programa Nacional de Redução de Homicídios, com foco especial nas localidades com índices acima de 40 homicídios por 100 mil habitantes. Vamos instituir uma central de inteligência policial em Brasília, integrada com os bancos de dados criminais e com o sistema informatizado de impressões digitais dos Estados e criar novas instituições como a Guarda Nacional, que estará apta a atuar em todo o território nacional, para cobrir demandas não atendidas pelas polícias federal e estaduais, em especial no patrulhamento preventivo das áreas rurais e no controle dos conflitos agrários, e para reduzir a necessidade de envolvimento das Forças Armadas em questões internas de segurança. Propomos ainda fortalecer a Polícia Federal nas suas atividades de inteligência e fomentar a criação de núcleos de combate ao crime organizado, aos crimes do colarinho branco e aos grupos criminosos de atuação interestadual e transnacional. Vamos atuar para estabelecer um padrão nacional para os procedimentos operacionais das polícias militares, garantindo qualidade técnica nas operações e a padronização no atendimento do público. Vamos trabalhar desde o primeiro dia do governo para ampliar o papel dos municípios na segurança pública e propor uma nova legislação para as Guardas Municipais.

Analisamos as questões encaminhadas pela ANASPRA com muita atenção e entendemos que todas tratam de temas de interesse de uma categoria profissional específica de servidores públicos que não dizem respeito ao momento da eleição, mas ao exercício do governo. Dessa forma, a campanha da Coligação Para Unir o Brasil optou por não responder às perguntas encaminhadas. temas de interesse de uma categoria profissional específica de servidores públicos que não dizem respeito ao momento da eleição, mas ao exercício do governo.

Continuamos à disposição para o debate sobre os temas nacionais da segurança pública durante o presente período eleitoral e futuramente, no governo, cumpriremos com nossa obrigação democrática de acolher e avaliar as demandas dos grupos de interesse e suas demandas.

Atenciosamente,

Campanha da Coligação Para Unir o Brasil - Geraldo Alckmin

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Brasil não tem política nacional de segurança pública, diz Raul Jungmann

O ministro da Segurança disse que a segurança pública sempre foi concebida como responsabilidade dos Estados e chamou o sistema penitenciário de "pesadelo"


O ministro da Segurança Pública Raul Jungmann afirmou nesta quarta-feira, 25, que o Brasil carece de uma política nacional de segurança pública, que o sistema penitenciário é um dos maiores problemas da violência e que o Rio de Janeiro vive uma “metástase”, com o domínio do crime organizado.

As declarações foram dadas no segundo debate do “Fórum Estadão – A Reconstrução do Brasil”, realizado nesta quarta-feira, 25, em São Paulo, que tratou de alternativas para a segurança pública no País. Além do ministro, participaram o ex-secretário nacional de Segurança Pública José Vicente da Silva Filho, e o diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima.

Questionado sobre soluções de curto prazo para a violência, Jungmann argumentou que falta no País uma política nacional para tratar do assunto. “O Brasil não tem política nacional de segurança pública. Se olharmos as sete Constituições, nunca conseguimos ter um rumo para a segurança pública, ela sempre foi concebida como responsabilidade dos Estados”, afirmou o ministro. “Temos um federalismo acéfalo e a segurança pública carece de rumo.”

O ministro também não poupou críticas ao sistema penitenciário, que chamou de “pesadelo”. “Estamos criando um monstro para nos devorar.” Segundo o ministro, há cerca de 70 facções criminosas atuantes no Brasil, a maior parte presente nas cadeias. “Quando entra no presídio, todo jovem para sobreviver tem de fazer um juramento e fazer parte de uma facção”, diz.

Para Jungmann, a falta de recursos e a ausência de uma política nacional de prevenção são outros problemas. “Fala-se muito de repressão, mas o coração da tragédia está localizado numa juventude de periferia de 15 a 24 anos. Eles têm três vezes mais capacidade de matar e morrem três vezes mais. Têm baixa educação, pouca renda e geralmente vêm de lares desagregados”, disse.

Para o ministro, não há “solução mágica”. A prevenção seria o combate às facções criminosas que agem dentro e fora dos presídios brasileiros. “O crime organizado ameaça as instituições, a sociedade e o Estado. Eu focaria na juventude com programa de prevenção social, focando atividade do governo sobretudo na prevenção”, afirmou. “Então, nós somos recrutadores do grande crime organizado.” O ministro também afirmou que não se opõe a parcerias com a iniciativa para administrar presídios “onde for possível que tenha”.

Visão para o futuro

O coronel reformado da PM José Vicente da Silva Filho, ex-secretário nacional de Segurança Pública, afirmou que as projeções em relação ao aumento da violência para daqui a 10 anos “não são confortáveis”. Ele prevê um gasto com segurança pública em torno do R$ 1 bilhão por dia. “É preciso ter fundamentação no combate ao crime. Precisamos de medidas de redução de impunidade”, disse.

O ex-PM afirmou que as chances de quem mata alguém hoje ir para a cadeia é de “apenas 5%”. Ele também relacionou os índices de corrupção com a violência. “Nosso problema de impunidade vai de alto a baixo”, disse. Como sugestão, propôs “municipalizar a ação policial”.

Renato Sérgio de Lima, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, defendeu que o Brasil precisa “desideologizar” o debate sobre políticas de segurança e “arrumar a casa”. “Todos os anos temos um estoque de 20 milhões de crimes que entram no sistema Judiciário. Como o Estado está organizado para lidar com isso? Não está”, diz. “Se a gente não arrumar a casa, os milhões (em investimento) que estão chegando para não vão resolver.”

Intervenção

Os participantes foram questionados sobre a intervenção federal no Rio de Janeiro. “O Rio vive uma crise econômica, fiscal, moral. Tem 830 comunidades controladas pelo crime. 1,1 milhão de cariocas vivem na mão da milícia, do tráfico, do crime. A intervenção se impôs como necessidade”, comentou Jungmann.

José Vicente da Silva Filho criticou a intervenção, mas reconheceu que a situação do Rio tem “questões especiais”. “Temos que tomar muito cuidado com esse modelo de intervenção fortemente repressiva e militarizada”, alertou.

Questionado sobre as investigações do homicídio da vereadora do PSOL Marielle Franco, Jungmann pediu desculpas aos cariocas na plateia e disse que o “Rio de Janeiro vive uma metástase”, relacionando o assassinato ao crime organizado, que cada vez mais tem projeções em outras áreas, como na política. “Apenas diria que a investigação procede. Ela é complexa e tem, no meu modo de entender, no ponto de vista dos mandantes, nem tanto dos executantes, um reflexo do que é o Rio de Janeiro”, disse. “O Rio vive uma metástase. O crime organizado começa a ter projeção na política, nas polícias, no Estado, e eu diria que toda essa coisa se reflete no crime da Marielle.”

Desarmamento

O mediador questionou os participantes do fórum sobre a possível flexibilização do Estatuto do Desarmamento. “A posse de arma já é um direito do cidadão. O debate está sendo feito como se o cidadão fosse se proteger armado, o que tira a responsabilidade do Estado”, disse Lima.

Fonte: Exame

terça-feira, 10 de julho de 2018

Comissão aprova inclusão de guardas municipais na Força Nacional de Segurança Pública


A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou projeto de lei que inclui as guardas municipais entre as instituições que podem compor a Força Nacional de Segurança Pública-FNSP (PL 6975/17). A proposta foi apresentada pelo deputado Laudivio Carvalho (Pode-MG).

Criada no governo Luiz Inácio Lula da Silva pelo Decreto 5.289/04, a Força Nacional de Segurança Pública é um órgão de cooperação federativa cuja função é preservar a ordem pública, a segurança das pessoas e do patrimônio. Atualmente regulada pela Lei 11.473/07, é uma tropa ligada ao Ministério da Justiça e atua em situações de emergência e calamidade pública, além de operações ambientais.

Ao contrário das Forças Armadas, a Força Nacional não é uma tropa federal. Ela é composta de policiais federais e policiais de órgãos de segurança estaduais (bombeiros, policiais militares e civis), que são selecionados dentro de suas instituições e passam por curso de capacitação para atuar na FNSP.

Com as alterações propostas pelo projeto na Lei 11.473/07, a União poderá firmar convênio não apenas com os estados e o Distrito Federal, mas também com os municípios para que as guardas municipais possam compor a Força Nacional. Os membros dessas guardas que integrarem a FNSP passariam a receber diárias, da mesma forma que os policiais dos estados e do DF. As atribuições da Força Nacional passariam a incluir também a proteção de bens, serviços e instalações municipais.

Divergências

O parecer do relator, deputado Aluisio Mendes (Pode-MA), foi favorável à proposta. “Nossas guardas municipais estão cada vez mais profissionais e, nesse contexto caótico enfrentado diariamente pela sociedade brasileira no campo da segurança pública, abrir mão de seus efetivos na Força Nacional de Segurança Pública é uma irresponsabilidade”, disse.

O deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) discorda da proposta. Ele afirma que a Constituição permite que os constituam guardas municipais destinadas somente à proteção de seus bens, serviços e instalações, e não para outros fins.

Tramitação

A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da Proposta:


Reportagem – Lara Haje
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Agência Câmara de Notícias

terça-feira, 26 de junho de 2018

Permissão para que guardas sejam chamados de policiais municipais divide opiniões na CCJ


Em audiência pública realizada nesta terça-feira (26) pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), debatedores divergiram sobre o Projeto de Lei 5488/16, que altera o Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei 13.022/14) para permitir que os guardas também possam ser chamados de policiais municipais. Por acordo entre os parlamentares, a votação da proposta está marcada para a semana que vem na CCJ.

De um lado, especialistas e parlamentares favoráveis ao pleito das guardas municipais argumentaram que a categoria já exerce o poder de polícia, e que a nova denominação não afetará em nada as competências e atribuições das guardas. Por outro lado, os palestrantes e deputados contrários à proposta sustentaram que o texto seria inconstitucional, pois a Constituição estabelece que a segurança pública é exercida pelas polícias federal, rodoviária federal, ferroviária federal, civis e militares, além dos corpos de bombeiros militares. De acordo com o texto constitucional, as guardas municipais são destinadas à proteção dos bens, serviços e instalações das cidades.

Um dos receios dos críticos ao projeto é que a mudança no nome abra brecha para que os guardas municipais passem a reivindicar direitos e prerrogativas de policiais, que vão desde regras para porte de arma a planos de carreira e aposentadoria especial.

Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou a extensão de aposentadoria especial por meio de mandado de injunção às guardas municipais. O entendimento que prevaleceu foi o do ministro Roberto Barroso, segundo o qual, mesmo que exerçam atividade de risco, as guardas municipais não integram a estrutura da segurança pública prevista na Constituição.

Convidados

Para Elísio Teixeira, representante da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), a mudança geraria “equívocos e desinformação” na própria população. “Não há, em nenhum lugar na Constituição, a existência de polícias municipais.”

Na opinião do comandante nacional das guardas municipais, Carlos Alexandre Braga, entretanto, a alteração faz jus à realidade. “O povo já reconhece a guarda como polícia – e o bandido também, porque temos guardas mortos, feridos, paraplégicos ao defenderem a população.”

Segundo o coronel Gouveia, representante do Conselho Nacional dos Comandantes, a proposta pode ser usada para “discurso de aumento no efetivo de policiais, sendo que na realidade a nomenclatura não dá às guardas a competência de polícia. Para isso, seria preciso uma emenda constitucional”.

Por sua vez, o presidente do Sindicato dos Guardas Municipais de Campo Grande (MS), Hudson Pereira Bonfim, comentou que é necessário “desconstruir essa ideia de que as guardas vão virar polícia. É uma mudança simples na nomenclatura, que vai trazer sensação de segurança aos municípios.”

O major Lázaro, representante da Federação Nacional das Entidades de Oficiais Militares Estaduais, foi mais um a insistir na inconstitucionalidade da proposta: “Acho que as guardas integram o sistema de segurança, mas a mudança por lei ordinária não é adequada”.

Pedro Bueno, vereador de Belo Horizonte, defendeu a mudança de nome justamente porque a Constituição exclui as guardas do sistema de execução da segurança pública nacional, e não trata da palavra “polícia”. “O termo polícia não tem patente, não tem sequer uma definição constitucional. O artigo da Constituição trata da execução da segurança pública.”

Parlamentares

Nas falas dos deputados, a divergência se repetiu. Para Arnaldo Faria de Sá (PP-SP), é necessário “acabar com essa picuinha boba, essa disputa desnecessária. Nós temos de dar segurança à população, e é isso o que a guarda municipal faz”. Já o deputado Marcos Rogério (DEM-RO) disse acreditar que a proposta fere a Constituição: “Não cabe à legislação ordinária fazer essa alteração”.

O relator da matéria na CCJ, deputado Lincoln Portela (PR-MG), acusou representantes das polícias de se posicionarem contrariamente à proposta por “ciúmes”. “Ciúme é coisa complicada. Quanto mais policial, melhor. Nós temos mais bandidos do que efetivo de polícia.”

O autor do projeto, deputado Delegado Waldir (PSL-GO) também foi à comissão defender seu texto. “Temos de acabar com esse corporativismo. Quero uma polícia do cidadão, e não dos delegados, dos peritos, dos coronéis”, afirmou.

A audiência foi feita a pedido do deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG). O parlamentar voltou a se posicionar contrariamente ao projeto: “Ter competência de polícia não é a mesma coisa que ser uma instituição da polícia nos termos da Constituição”.

O deputado Rocha (PSDB-AC) seguiu a mesma linha. Para ele, o debate neste momento tem cunho eleitoreiro, e a proposta é inconstitucional, já que “o constituinte deixou muito claro que as atribuições das guardas não são de polícia e, se elas fazem função de polícia, fazem ao arrepio da Constituição Federal”.

São Paulo

A mudança na nomenclatura já vem sendo feita no País de maneira individualizada, a depender da vontade das prefeituras. Em alguns casos, o Judiciário foi acionado e proibiu a modificação. Foi o que aconteceu em São Paulo, em 2017, quando a Justiça concedeu liminar vedando o então prefeito João Doria de modificar o nome da Guarda Civil Metropolitana para Polícia Municipal.

Íntegra da Proposta:


Reportagem - Paula Bittar 
Edição - Marcelo Oliveira

Fonte: Agência Cãmara de Notícias

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Câmara aprova obrigatoriedade de curso de formação para guarda municipal


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, nesta quarta-feira (20), o Projeto de Lei 4494/16, do deputado Major Olimpio (PSL-SP), que obriga a realização de curso de formação para tomar posse como guarda municipal. O relator na CCJ, deputado Rocha (PSDB-AC), votou pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do projeto.

A proposta tramitou em caráter conclusivo e deverá seguir para análise do Senado, a não ser que haja recurso para votação em Plenário. Atualmente, o Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei 13.022/14) já estabelece sete pré-requisitos para a investidura no cargo, como idade mínima de 18 anos e nível médio completo.

O projeto prevê que a formação poderá ser feita em escola especializada em treinamento de segurança, e o treinamento de tiro poderá ser realizado em Clube de Tiro, ambos regulados e autorizados pelo Departamento de Polícia Federal. A proposta retira da lei a proibição de que o local de formação e aperfeiçoamento para guardas municipais, mantido por convênio entre estado e municípios, também possa ser usado para formar forças militares.

Reportagem - Paula Bittar
Edição - Marcia Becker

Fonte: Agência Câmara de Notícias

CCJ debate proposta que permite que guardas municipais sejam denominados policiais municipais


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (20), a realização de audiência pública para debater o Projeto de Lei 5488/16, que altera o Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei 13.022/14) para permitir que os guardas municipais também possam ser chamados de policiais municipais. A audiência deverá ser realizada na próxima terça-feira (26), a partir das 9h.

O autor do projeto a ser debatido, deputado Delegado Waldir (PSL-GO), defende que esses profissionais já exercem funções de polícia (uso da força, patrulhamento, proteção à vida), e a nova denominação não afetará seu estatuto jurídico, competências e atribuições.

Mas a proposta tem provocado polêmica na CCJ. Um dos receios é que a mudança no nome abra brecha para que os guardas municipais passem a reivindicar direitos e prerrogativas dos policiais, que vão desde regras para porte de arma a planos de carreira e aposentadoria especial.

A mudança na nomenclatura já vem sendo feita de maneira individualizada, a depender da vontade das prefeituras. Em alguns casos, o Judiciário foi acionado e proibiu a modificação. Foi o que aconteceu em São Paulo, em 2017, quando a Justiça concedeu liminar proibindo o então prefeito João Doria (PSDB) de modificar o nome da Guarda Civil Metropolitana (GCM) para “Polícia Municipal”.

Serão convidados para a audiência, entre outros, representante da Associação Nacional dos Praças Policiais e Bombeiros Militares; da Federação Nacional dos Policiais Federais; e do Conselho Nacional das Guardas Municipais.

Reportagem – Paula Bittar
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Agência Câmara de Notícias

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Legislação Participativa realiza seminário sobre guardas municipais

A Comissão de Legislação Participativa promove nesta quarta-feira (13) o 10º Seminário Nacional de Guardas Municipais e Segurança Pública.

O evento será realizado por sugestão da ONG SOS Segurança Dá Vida. O objetivo do seminário é avaliar as necessidades legislativas em relação ao tema e debater as principais proposições em tramitação no Congresso Nacional que dizem respeito a essas instituições e seus integrantes.

Para o deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), que relatou a proposta na comissão, é necessário que a Câmara discuta o papel das guardas municipais “como órgãos de segurança pública, importantíssimo instrumento de controle do excessivo crescimento da violência no Brasil, seu emprego em atividades de defesa civil, seu preparo e as garantias que devem ser asseguradas aos seus integrantes”.

Guardas municipais

Responsável por diversos serviços preventivos de segurança pública, as guardas municipais são instituições de caráter civil, uniformizadas e armadas, conforme especifica o Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei 13.022/14).

Entre suas competências está solucionar conflitos, atuar como agente de trânsito nas vias municipais e fazer o encaminhamento do autor das infrações ao delegado de polícia, nos casos de flagrante delito. Os guardas municipais também podem celebrar convênios com órgãos de municípios vizinhos, de estados e da União para desenvolver planos de defesa civil. O seminário será realizado a partir das 10 horas, no auditório Nereu Ramos, com a participação de parlamentares, representantes das guardas municipais e de órgãos de segurança pública.

Participação popular

O seminário será realizado a partir das 10 horas, no auditório Nereu Ramos, com a participação de parlamentares, representantes das guardas municipais e de órgãos de segurança pública. Confira a lista de convidados. Os interessados poderão participar enviando perguntas, críticas e sugestões para o portal e-democracia, no banner abaixo.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Comissão debate PEC que inclui guarda municipal entre órgãos de segurança pública

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado realiza, nesta terça-feira (12), um seminário para discutir a Proposta de Emenda à Constituição 275/16 e a importância das guardas municipais para a segurança pública.

A PEC inclui as guardas municipais entre os órgãos da segurança pública e equipara o regime de previdência de seus profissionais aos policiais civis e militares. Ela já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e aguarda constituição da comissão especial que irá analisá-la.

“Embora os guardas municipais sejam submetidos a riscos idênticos aos que estão sujeitos os integrantes das polícias civil e militar, seus integrantes não dispõem do mesmo amparo legal que é dado aos seus colegas policiais”, disse o deputado Cabo Sabino (PR-CE), que é autor da proposta e pediu a realização deste debate.

“A PEC 275 visa corrigir a omissão jurídico-constitucional para garantir aos guardas municipais a proteção necessária para o desempenho de sua profissão. Esta categoria é de extrema importância para o exercício da segurança pública e para a preservação da ordem, da incolumidade das pessoas e do patrimônio”, defendeu o parlamentar.

Foram convidados para o seminário:
- o representante da União da Nação Azul (UMA) Elivanio Maciel de Lima; 
- o comandante da Ronda da Capital (Rondac), Guilherme Freitas de Lima;
- o vereador de Fortaleza (CE) Marcio da Cruz Farias; e
- representante da Guarda Municipal de São José dos Campos (SP) Elvis Oliveira de Jesus.

O evento está marcado para as 10 horas no auditório Nereu Ramos.

Íntegra da Proposta:


Da Redação - MB

Fonte: Agência Câmara de Notícias

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Cabo Sabino: CCJ aprova admissibilidade de PEC que inclui guardas municipais entre órgãos de segurança pública


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 275/16 que inclui as guardas municipais entre os órgãos da segurança pública e equipara o regime de previdência de seus profissionais aos policiais civis e militares. Os guardas municipais são regidos pelo Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei nº 13.022/14) e respondem pela segurança de bens, serviços e espaços públicos do Município.

Segundo o autor, deputado Cabo Sabino (PR-CE), a medida é necessária para garantir aos guardas municipais a proteção para o desempenho de sua profissão, “uma vez que esses servidores municipais, que atuam na segurança do patrimônio municipal, também estão submetidos a riscos à saúde ou à integridade física”. O relator da matéria, deputado Lincoln Portela (PRB-MG), disse que o projeto respeita as regras constitucionais e, portanto, está pronto para ter seu mérito analisado por comissão especial.

Tramitação

A partir de agora, será criada uma comissão especial para analisar o mérito da PEC 275/16. Caso seja aprovado por esse colegiado, o texto seguirá para o Plenário, onde terá de ser votado em dois turnos.

Íntegra da Proposta:


Reportagem - Emanuelle Brasil
Edição - Geórgia Moraes

Fonte: Agência Câmara de Notícias

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Profissionais da segurança pública são beneficiados por projeto de autoria do Capitão Samuel


Na manhã desta terça-feira, 24, foi votado e aprovado por *unanimidade*, o projeto N 75/2015, de Lei de autoria do deputado Capitão Samuel, que contempla a gratuidade do transporte intermunicipal e interestadual para os guardas municipais do estado de Sergipe.

O projeto de gratuidade de transporte foi apresentado pelo Capitão Samuel em 2011, onde serão contemplados os profissionais que trabalham como agentes de transito, agentes prisionais e os guardas municipais. A deputada Sílvia Fontes apresentou, este ano, a gratuidade para os guardas municipais, o deputado Augusto Bezerra apresentou para os agentes de trânsito e o Capitão Samuel emendou os dois projetos, onde foi aprovado gratuidade para as três categorias.

O deputado Capitão Samuel agradeceu aos parlamentares que aprovaram o projeto por unanimidade e aos dois colegas que apresentaram os dois projetos isoladamente. "Quero aproveitar para parabenizar a categoria contemplado e reafirmar o meu compromisso com todas as categorias que compõe a segurança pública municipal e estadual do meu querido estado. Não tenham dúvidas de que luta continua", afirma.

Fonte: Facebook Capitão Samuel

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Cabo Sabino: PEC inclui Guardas Municipais no Artigo 144 da CF

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal aprovou Proposta de Emenda à Constituição (PEC 275/2016), de autoria do deputado Cabo Sabino (PR-CE), que inclui as Guardas Municipais, entre os órgãos da segurança pública e altera seu regime de aposentadoria. Conforme o parlamentar, a proposta ela tem uma importância vital para reforço da Segurança Pública em todo o Brasil.

“Hoje, constitucionalmente, a Guarda Municipal cuida dos bens da Prefeitura, no entanto, com o avanço da violência e o crescimento populacional nos municípios, as Guardas passaram a fazer um policiamento em reforço as demais forças de segurança que existem como a Polícia Militar e a Civil”, pontua o parlamentar.

Cabo Sabino frisa ainda que, a Emenda à Constituição corrige uma omissão jurídico-constitucional, garantindo aos guardas municipais a proteção necessária para o desempenho de sua profissão. “Listando as Guardas Municipais como órgão de segurança pública, em consequência lógica, as Guardas terão as mesmas garantias postas à disposição dos policiais civis e militares, por exemplo, tendo direito a aposentadoria especial, tendo em vista que, estão submetidos a atividades que são exercidas sob condições especiais que prejudicam a saúde ou a integridade física”, frisa.

Fonte: Homepage Cabo Sabino

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Guarda metropolitana é nova ideia para segurança

Secretário da pasta em Santos sugere, no Condesb, que as guardas locais tenham atuação e estrutura unificadas


A criação de uma Guarda Civil Metropolitana com atuação nas nove cidades da região deu seus primeiros passos. A proposta de unificar as corporações está em debate no grupo de trabalho do Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista (Condesb) que busca soluções para barrar a escalada da violência. E deve ser um dos planos a fim se enfrentar as questões relacionadas à criminalidade.

A ideia de unificação das oito guardas da região – Cubatão não tem uma corporação do gênero, mas pretende (leia nesta página) – foi apresentada na manhã de ontem pelo secretário municipal de Segurança, Sérgio Del Bel Júnior. A medida é possível desde agosto de 2014, quando passou a valer o Estatuto Geral das Guardas Municipais (Lei 13.022/2014). O texto autoriza ações como o porte de armas de fogo pelos integrantes dessas instituições.

Del Bel defendeu a formalização de um modelo regional de cooperação entre as guardas. Na prática, a medida cria uma unidade de atuação regional. Segundo ele, a formação de uma só corporação para toda a Baixada Santista daria mais dinamismo nas ações de repreensão ao crime, mesmo não sendo a função principal das guardas municipais.

Um dos argumentos é ampliar os limites de atuação das corporações, que atualmente estão restritos aos municípios nas quais estão sediadas. Atualmente, um agente de Santos fica impedido de autuar um suspeito assim que ele atravessa a divisa com São Vicente. Outro ponto defendido pelo secretário santista é a economia de recursos públicos para a formação e treinamento e requalificação dos agentes.

A proposta visa a unificar, inclusive, o centro de aperfeiçoamento de guardas. Essa unidade teria como outra função a criação de estudos para aperfeiçoar a segurança regional. “Devido a sua posição estratégica, indico que essa unidade fique em Praia Grande”, propõe o secretário santista.

Por vídeo

Além de compartilhar estrutura física, a proposta prevê o uso conjunto dos sistemas de câmeras de segurança instaladas nas cidades.

Essa ideia não é nova, mas esbarra nas diferentes tecnologias utilizadas em cada município. “O ideal é ter troca de informações em tempo real. E consolidar uma ferramenta de tecnologia de informação que permite ter essa integração com mais velocidade”, afirma o presidente do Condesb e prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão (PSDB).

Efetivo

Embora diga que apenas policiamento não resolverá a questão da violência urbana, Mourão cobrou mais policiais nas ruas. Ele alega que o uso de pessoal de outras regiões nos finais de semana seria uma maneira paliativa de ampliar a vigilância local. “Usaríamos nossos policiais para ampliar o efetivo nos dias de semana”. A medida, entretanto, enfrenta resistência do Governo Estadual, por questões logísticas.

O presidente do Condesb considera que esse entrave seria facilmente resolvido com “um pouco de boa vontade política”. Ele cita o volume de lixo produzido como forma de exemplificar a população flutuante na Baixada Santista. “O que recolhemos (de lixo) das ruas sinaliza termos uma população de 600 mil habitantes. Praia Grande tem pouco mais de 300 mil (fixos)”. Ele citou, ainda, que a região tem 250 mil imóveis de veraneio. “Se fizermos a média de duas pessoas por apartamento, são meio milhão de pessoas”.

O prefeito de Praia Grande menciona outros pontos que devem ser analisados. Cita, como exemplo, adoção de medidas socioeducativas para inibir que menores de idade sejam aliciados pelo crime organizado e mecanismos das prefeituras para fortalecer essas ações. Mourão apontou, também, o sucateamento das policias Civil e Militar na região.

Fonte: A Tribuna

sábado, 9 de setembro de 2017

Doria quer que GCM passe a ser conhecida como Polícia Municipal de SP

Mudança em veículos dos guardas começa nesta quarta e será ‘gradual’, segundo o prefeito.

A Prefeitura de São Paulo quer que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) passe a ser conhecida como "Polícia Municipal". O prefeito João Doria (PSDB) anunciou que, "gradualmente", a partir desta quarta-feira (6), todos os veículos da corporação ganharão adesivos com a nova denominação. O novo layout dos carros da GCM foi apresentado nesta manhã, na sede da Prefeitura, por Doria e pelo secretário municipal de Segurança Urbana, José Roberto de Oliveira.

Ao todo, a GCM conta com 454 veículos, sendo que 224 são locados. O contrato da locação se encerra no ano que vem e, após a renovação, a gestão Doria já quer que eles venham com a nova roupagem. "Toda frota vai receber gradualmente, evidentemente, essa nova envelopagem. Todas elas terão a indicação 'Polícia Municipal'. Isso é legal. Houve um estudo feito pela nossa Secretaria de Justiça e também pela Promotoria", disse o prefeito.

De acordo com Doria, a mudança é uma "questão de informação". "Tem pessoas que não conseguem identificar o que quer dizer GCM. Isso é um fato. Brasileiros. Estrangeiros, então, não tem menor ideia do que seja. 'Polícia' você lê em qualquer idioma", explicou. O secretário José Roberto também defendeu a ideia: "A Guarda já exerce atividades dentro do município que se assemelham à atividade policial".

Segundo ele, as vantagens vão além da questão da "informação". "Quando se coloca 'Polícia Municipal' se tem dois ganhos: tangíveis e intangíveis. Os tangíveis é que você vê a viatura com a polícia. Os intangíveis é a sensação que as pessoas têm. Para a pessoa de bem, polícia é mais um órgão. Para quem pratica o crime, é mais alguém que vai estar no combate às suas práticas", justificou.

Na visão de José Roberto, que é coronel da Polícia Militar, criminosos muitas vezes não reconhecem o guarda civil como um agente público de segurança. Ou seja, alguém que deveriam temer. "Com isso a gente ganha também nesse aspecto de combate ao crime na cidade", completou. Além da mudança em como vai se referir à corporação a partir de agora, a gestão Doria anunciou que pretende trocar mais da metade da frota automotiva da GCM - ou Polícia Municipal - por veículos 100% elétricos até o fim do mandato. Os dois primeiros carros com a tecnologia já estão estacionados na calçada da Prefeitura. Mais uma doação da iniciativa privada, segundo o prefeito.

Candidatura em 2018

Questionado se participaria de prévias do PSDB para uma possível candidatura à Presidência da República no ano que vem, Doria respondeu: "Sou filho e fruto das prévias. Devo as prévias à minha candidatura". Na terça, o padrinho político de Doria, o governador Geraldo Alckmin, defendeu as prévias. "Se tiver mais de um candidato o que deve fazer um partido democrático: deve ampliar a consulta, aquele que for escolhido está legitimado e quem não for escolhido tem o dever de apoiar quem ganhou", disse em evento em que o prefeito não compareceu.

Nesta quarta, Doria disse considerar que as prévias são “um instrumento democrático, bom, saudável”, mas que não é único. “A meu ver o ideal seria termos também uma combinação onde pesquisas nacionais pudessem indicar e avaliar candidatos, não apenas um mas os candidatos, no caso do meu partido, o PSDB, que possam apresentar seus nomes e serem avaliados também no ponto de vista de pesquisa. Em penetração, intenção de voto, igualmente em grau de conhecimento."

Também questionado sobre possível desconforto em prévias com seu padrinho político, o governador Geraldo Alckmin, afirmou. "Nenhum desconforto, mas eu aprendi também rapidamente na política que não há fila na política. Há uma decisão do povo, uma decisão popular. Não existe fila, não existe senha na política”, disse. “Seria como imaginar dizer ao povo: 'Olha, vote em fulano de tal porque ele é o primeiro da fila', e o povo vai e obedece. Isso não existe. Isso é uma figura caricata, não é a realidade. A realidade é que as pessoas podem apresentar os seus nomes e serem submetidos à opinião pública e, no caso específico, ao eleitor."

Sobre críticas de aliados que consideram que o prefeito estaria traindo Alckmin, respondeu: "Primeiro que eu não me apresento como candidato. Nem como pré-candidato. Eu sou prefeito e continuo fazendo isso. Portanto, não há razão para nenhuma crítica. E mesmo que eu fosse candidato, ainda que fosse, que tipo de crítica poderia haver? Isso é um país democrático, país livre. Qualquer pessoa pode apresentar suas ideias livremente."

E acrescentou: "No dia que alguém que desejar fazer isso for classificado como traidor temos a ditadura no Brasil". Ao ser questionado se sonha em ser presidente, brincou: “Do Santos Futebol Clube. Da República do peixe".

Fonte G1

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Augusto propõe que prefeituras contratem bombeiros

Nesta segunda-feira, dia 21, o deputado estadual Augusto Bezerra (PHS) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa para propor que as guardas municipais das prefeituras sergipanas implantem brigadas de incêndio. O deputado observa que não apenas existe a necessidade como também uma vasta mão de obra qualificada. “Temos seis mil bombeiros treinados e diplomados. As prefeituras, através do próprio Tribunal de Contas, poderiam contratar estes profissionais e implantar as brigadas contra incêndio”, disse Augusto.

Augusto exemplificou a necessidade lembrando que, no último final de semana, começou um incêndio, por volta das 19 horas, no município de Ilha das Flores cujas chamas só foram contidas às 2 horas da manhã de hoje. O deputado observou que a água do caminhão foi insuficiente para apagar o fogo, sendo preciso reabastecer no município de Neópolis, e, enquanto isso, as chamas cresciam.

“O incêndio não foi controlado devido a falta de hidrantes na cidade. Se acontecer um incêndio desse não tem ninguém qualificado, o grande exemplo é o que aconteceu no Makro, que não tinha brigada de incêndio. Parece que as pessoas que faziam parte da brigada de incêndio foram as primeiras a correr, quando começou a pegar fogo. É importante que a Guarda Municipal de todos os municípios contrate uma brigada desses seis mil profissionais, que fizeram o curso, estão habilitados, mas só trabalham 100”, disse.

De acordo com Augusto, dos os seis mil bombeiros que existem Sergipe (uma lei da deputada Ana Lúcia, de 2010) não existem 100 trabalhando como bombeiro civil. “É uma mão de obra que está sendo treinada e desperdiçada. Bastaria aos prefeitos entenderem que é melhor diminuir cargos em comissão e contratar uma brigada de incêndio. Por isso que ficamos a favor do projeto do deputado Georgeo Passos, que, além de aprovar, também já deixa pronto para que, se as prefeituras quiserem, contratem os bombeiros civis”, disse.

Enviado pela assessoria

Fonte: Universo Político

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

PMA: Campanha lançada pela Prefeitura em apoio ao Soldado Rômulo


Com o objetivo de estimular a solidariedade e salvar vidas, a Secretaria Municipal de Defesa Social (Semdec), através da Guarda Municipal, realizará uma campanha para cadastramento de doadores de medula óssea. O cadastramento será realizado no Comando Geral da GMA, localizado no Parque da Sementeira, no dia 12 de setembro das 8h às 15h. O processo consiste no preenchimento de uma ficha de identificação e na coleta de 10ml de sangue, o que torna o cadastrado um doador em potencial. A campanha foi motivada pelo problema de saúde do ex-guarda municipal Rômulo dos Santos Oliveira, diagnosticado com leucemia linfóide aguda.

Fonte: Prefeitura Municipal de Aracaju

terça-feira, 6 de junho de 2017

Capitão Samuel recebe comerciantes do centro de Aracaju que pedem segurança

Capitão Samuel. Assessoria Parlamentar

Na tarde desta segunda-feira, 05, o deputado estadual e Presidente da Comissão de Segurança Pública da Alese, Capitao Samuel, recebeu uma comissão de comerciantes do Centro da cidade. Os representantes do comércio recorreram ao parlamentar para buscar apoio e levar mais segurança para aquela área.

Diversas alternativas foram pensadas durante a reunião, onde ficou acertada uma nova reunião, ainda esta semana, com os comerciantes, com o Secretário de Segurança Pública, comandante da Polícia Militar, comandante da Polícia civil, comandante do Ciosp e Guarda Municipal, para que juntos possam pensar na melhor solução para os frequentes assaltos que ocorrem no Centro comercial de Aracaju.

Segundo o Capitão Samuel os assaltos no centro comercial são um problema antigo, mas acredito que é hora de dar um basta. "Os empresários não aguentam mais os altos impostos, o momento difícil que o país está enfrentando e a situação se agrava ainda mais com os assaltos. Vamos juntos buscar essa solução. Acredito que com soluções simples encontraremos a solução para este problema", declara.

Fonte: Assessoria Parlamentar

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Capitão Augusto apresenta projeto de lei que garante proteção aos dados dos agentes de segurança pública


Para ampliar, clique na imagem!

Deputado Capitão Augusto protocolou o Projeto de Lei n. 7315/2017 que institui medidas de proteção à integridade dos integrantes dos órgãos de segurança pública e de guardas municipais.

De acordo com o projeto, os dados dos integrantes dos órgãos de segurança pública e de guardas municipais constantes em bancos de dados oficiais terão caráter sigiloso, a fim de evitar sua exposição e fácil acesso, que coloca em risco esses agentes e suas famílias. Além disso, a proposta prevê como crime expor a vida ou a integridade física de integrante dos órgãos de segurança pública e de guardas municipais, mediante a divulgação por veículo de comunicação ou por qualquer outro meio de fotos, nomes e locais de trabalho e de residência envolvidos em ocorrências.

Capitão Augusto explica que, entre os colossais paradoxos por que passa o nosso País, está o que proíbe a divulgação de dados sobre bandidos envolvidos nas ocorrências, enquanto igual proteção não é assegurada aos integrantes dos órgãos de segurança pública e das guardas municipais, tornando-os vulneráveis, junto com suas famílias, a eventuais ações dos criminosos.

A sociedade protege o bandido que a golpeia, mas não defende aqueles que têm a nobre missão de defendê-la. É chegada a hora de mudarmos esses tempos em que leis são feitas sob medida para proteger criminosos.

Brasília, 30 de março de 2017.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

“O modelo atual de polícia não funciona”, diz Cláudio Beato

O sociólogo defende que Guardas Municipais ganhem mais protagonismo para evitar casos como o do Espírito Santo. “A segurança pública deve ser mais municipalizada”, diz

A paralisação dos policiais militares do Espírito Santo chega ao décimo dia com um saldo de 146 mortos até as 10 horas desta segunda-feira (13), segundo o Sindicato dos Policiais Civis do Espírito Santo (Sindipol). Alguns policiais começaram a se apresentar no fim de semana, mas as mulheres dos praças seguem ocupando os quartéis do estado, impedindo a volta à normalidade. O dia amanheceu com ônibus circulando na Grande Vitória e o comércio, os postos de saúde e as escolas ensaiando uma retomada das atividades.

Contudo, a paralisação dos policiais gerou uma onda de violência de grandes proporções, que escancarou a fragilidade do sistema de segurança pública. “Temos de pensar em outra maneira de organizar a segurança pública, de forma que não dependamos apenas de uma corporação para manter a ordem na cidade”, afirma Cláudio Beato, diretor do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Como alternativa, ele sugere pensar não em uma polícia apenas, mas em uma segurança pública cada vez mais municipalizada. “Temos de repensar o papel das Guardas Municipais, das Polícias Municipais e de uma segurança pública municipal”, afirma.

Em entrevista a ÉPOCA, Beato chama a atenção para a explosão no número de assassinatos no Espírito Santo logo após o início da greve. Segundo ele, trata-se de um fato incomum, que merece ser investigado a fundo. O normal em casos semelhantes é haver um crescimento dos chamados “crimes de oportunidade”, como os que agridem o patrimônio público, não de homicídios.

ÉPOCA – O que é mais comum acontecer quando a polícia entra em greve?

Cláudio Beato – Considerando o histórico, o que sabemos de greve – inclusive a de 1997, que atingiu vários estados – é que, quando a polícia para, aumentam os crimes contra o patrimônio, que são os chamados “crimes de oportunidade”. Nessas circunstâncias, são pessoas comuns que cometem determinados crimes. São atos “desorganizados” que não têm a ver, necessariamente, com as organizações criminosas.

ÉPOCA – O que chama a atenção no caso recente do Espírito Santo?

Beato – No caso do Espírito Santo, chama a atenção o aumento considerável dos homicídios após a paralisação da PM. Foram 146 em dez dias, segundo a última contagem da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social [Sesp-ES]. Isso precisa ser investigado e mais bem esclarecido. Não é natural ter uma correlação direta entre a greve dos praças e o crescimento do número de homicídios. É preciso entender como e onde ocorreram esses crimes.

ÉPOCA – Por que vemos um salto tão grande nos crimes na ausência dos PMs? Somos “selvagens” sem o aparato do estado?

Beato – De forma geral, sem mecanismos de controle social, seja a polícia – que é um dos mais relevantes — ou qualquer outro, é comum pipocarem os chamados crimes de oportunidade. Assim como houve no Espírito Santo, acontece o saqueamento de lojas e outros tipos de roubo etc.

ÉPOCA – A polícia do Espírito Santo está em situação pior que as de outros estados?

Beato – De forma alguma. Primeiro porque ela está recebendo o salário em dia. Em outros estados, como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, há o parcelamento do benefício. É uma pena termos chegado a essa situação no país, mas é uma realidade. E mesmo se for isolada a variável salário, segundo informações do governo do Espírito Santo, ele não é o pior do Brasil, mas o 10º no ranking, que considera dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [IBGE]. Não posso dizer o que está acontecendo em relação às condições de trabalho e a outras questões que afetam o dia a dia dos policiais. Mas melhorias nas condições de trabalho podem ser negociadas em outra instância.

ÉPOCA – Os últimos governos tiveram uma atuação firme no combate ao crime organizado e à violência de forma geral?

Beato – No primeiro governo de Paulo Hartung [2003-2007], houve uma ação muito decisiva para cortar os tentáculos do crime organizado, que estava se infiltrando em vários poderes, da Assembleia ao Judiciário. Houve ação decisiva na época, que incluiu uma força-tarefa com a Polícia Federal. Isso foi fundamental para diminuir a força do crime organizado, mas talvez não extingui-la. Algo ainda resta. Mas, de forma geral, nos últimos anos as taxas de homicídio vêm diminuindo gradativamente. [O Estado fechou 2016 com uma redução de 15% no número de homicídios, atingindo a menor taxa dos últimos 28 anos]. E Paulo Hartung continuou o trabalho que o governador anterior, Renato Casagrande, começou. Inclusive, manteve o secretário de Segurança, André Garcia.

ÉPOCA – Em termos de formação ou desempenho, a polícia do Espírito Santo é diferente das outras?

Beato – A diferença se dá no grau de formação. Até poucos anos atrás, não havia necessidade de formação superior dos oficiais. Mas, em termos de resultado, não se destaca nem como uma das piores ou melhores. É mediana. O que vemos é que também há problemas dentro da própria estrutura, onde a hierarquia foi quebrada. Isso é algo novo que a paralisação mostrou.

ÉPOCA – Especificamente sobre a PM, o que a paralisação recente no Espírito Santo pode nos ensinar?

Beato – Sobre a PM, há questões a serem pensadas no contexto brasileiro. Existem raízes mais profundas no modelo de polícia, que tem de ser rediscutido. Temos de pensar em outra maneira de organizar a segurança pública, de forma que não dependamos apenas de uma corporação para manter a ordem na cidade. A cidade não pode parar por causa de uma greve. Temos de repensar isso tudo. Nesse contexto, no Brasil todo, a emergência das Guardas Municipais vai adquirir uma proeminência cada vez maior. Já atuavam no Espírito Santo, em cidades como Guarapari, e tentaram minimizar o problema. O fato é que o modelo atual de polícia não funciona. Inclusive a ideia de ser uma PM e de que por isso não pode fazer greve está vencida.

ÉPOCA – Que protagonismo deveriam ter os Guardas Muncipais?

Beato – Temos de repensar o papel das Guardas Municipais, das Polícias Municipais e de uma segurança pública municipal. Em Belo Horizonte, isso tem funcionado muito bem. É positivo ter uma instância municipal que pense a segurança, que não apenas o estado. O estado, às vezes, é uma instância muito ampla e genérica para cuidar de problemas que muitas vezes são locais, circunscritos aos bairros. Temos de pensar não só em polícia, mas em uma segurança pública, cada vez mais municipalizada. Isso é o que temos de fazer para escapar de situações como esta que vimos no Espírito Santo.

ÉPOCA – Como o senhor avalia a estratégia dos policiais de usar suas mulheres na paralisação?

Beato – Perante a Justiça, essa estratégia não tem funcionado. No entendimento dos procuradores, o fato de as mulheres terem ocupado a linha de frente da greve não exime os próprios policiais de não exercem sua função. Pelo contrário, eles podem sofrer sanções, independentemente do papel das mulheres. O Ministério Público tem sido muito firme nesses casos.

ÉPOCA – Em tempos de ajuste e crise fiscal, o senhor acredita que veremos mais greves de policiais, de outras categorias e em outros estados?

Beato – A crise fiscal que os estados enfrentam não ameaça a estabilidade dos PMs exclusivamente, mas de todas as categorias do funcionalismo público, no país inteiro. As cidades e os estados que não cuidaram do ajuste verão proliferar greves de professores e de outras categorias do funcionalismo. O equilíbrio fiscal é uma variável vital para a própria governança das cidades, dos estados e do país. Todos pagam o preço desse ajuste.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Edvaldo: “Não podemos permitir que politizem esta questão da segurança pública”

O candidato a prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PCdoB), voltou a defender, nesta segunda-feira (12), em entrevista à rádio 103 FM, que o Município dê sua contribuição no combate à violência na cidade. Ele destacou que seu Programa de Governo prevê uma ação mais efetiva da prefeitura na garantia da segurança pública e anunciou que uma de suas metas é realizar concurso público para a Guarda Municipal. Edvaldo criticou ainda a tentativa de politização da violência.

“É preciso que façamos um esforço muito grande para resolver este problema relacionado à Segurança Pública. Embora seja, constitucionalmente, uma responsabilidade do Estado, a prefeitura não pode se eximir de dar a sua contribuição. Por isso, meu programa de governo prevê uma atuação mais rigorosa da gestão municipal no combate à violência. Tenho força e vigor para administrar a cidade e ser ativo no combate à violência na capital”, disse.

Ele apresentou as ações do seu programa para o setor: “Nosso plano prevê o fortalecimento da Guarda Municipal, a integração com as polícias Civil e Militar, um programa de combate à violência nas escolas, nos ônibus e nos terminais do transporte público, o compartilhamento de câmeras com o Ciosp, a instalação de botões de pânico nos ônibus e o programa ‘Aracaju Iluminada e Monitorada’, que irá acabar com a escuridão na cidade e colocar câmeras de segurança nos postes. Vamos criar o Conselho Municipal de Segurança Pública. Assumo o compromisso de me somar no combate à criminalidade”.

Ao declarar que pretende realizar concurso público para a Guarda Municipal, o candidato ponderou que tal medida será tomada após a realização de um estudo sobre as finanças da gestão. Ele lembrou que foi durante a sua administração que a prefeitura de Aracaju realizou o primeiro concurso público para guardas. “Fui eu quem fiz o primeiro concurso da Guarda Municipal. Foi também na minha gestão que os recursos para comprar equipamentos e veículos para o trabalho dos agentes foram assegurados”, destacou.

Edvaldo alertou ainda para os riscos da tentativa de politização da Segurança Pública e lamentou o arrombamento da sede da 103 FM, no último final de semana. “Não podemos permitir que politizem esta questão da segurança pública. O que ocorreu contra a sede da 103 FM foi lamentável. Presto minha solidariedade aos funcionários e à empresa. Mas é preciso que se compreenda que este é um caso de polícia, não caso de política. É preciso investigar e elucidar o crime”, defendeu.

Pesquisas

Ao comentar os resultados das pesquisas eleitorais, que o colocam na dianteira, em todos os cenários, com larga vantagem sobre os demais candidatos, Edvaldo disse que fica feliz com o resultado, sobretudo porque “sente o carinho das pessoas e o desejo dos aracajuanos para que a cidade volte a ser a capital da qualidade de vida”. Ele relatou como foi a recepção a sua candidatura no bairro Santa Maria, no último final de semana, quando realizou duas caminhadas na localidade.

“Quando chego no Santa Maria tenho o reconhecimento e o apoio daquela população. O povo do Santa Maria sabe que os prefeitos que mais trabalharam pelo bairro fomos Marcelo Déda e eu. Escolas, postos de saúde, praças, ruas pavimentadas, nós levamos dignidade, melhores condições de vida e temos o reconhecimento daquela população. No último final de semana, ouvimos os reclames do povo e estamos dispostos a enfrentar as dificuldades e problemas que o Santa Maria está vivendo, não apenas lá como em toda a cidade”, disse.

Ataques

Edvaldo também falou sobre os ataques que estão sendo feitos contra ela pelos adversários. “Estão tentando de forma maldosa e inescrupulosa me atacar em seus programas. Não cairei nessa. Respondo com projetos, respondo com ações, com propostas para reconstruir a cidade. O povo de Aracaju não quer a baixaria daqueles que estão na prefeitura e nada fizeram pelo povo nem os ataques daqueles que só lembram de Aracaju na eleição. Aracaju quer saber quem é que está preparado para enfrentar a crise e transformar a cidade para o futuro e é a isso que me proponho”, reiterou.

O candidato defendeu que é preciso trabalhar pela retomada da credibilidade na política. “Eu não mudei de lado, eu estou ao lado de quem eu estava sempre. Ser partidário é importante. Estou com os mesmos aliados há 20 anos. A política tem que ter lado, ideia, compromisso. Não é como time de futebol, precisa ser instrumento de transformação e credibilidade”, defendeu.

Neste contexto, ele voltou a assumir o compromisso de retomar o pagamento dos salários dos servidores em dia e reafirmou que irá revogar “o aumento abusivo e extorsivo” do IPTU. “Fui o primeiro político a me posicionar contrário a esse aumento. Está todo mundo calado, só quem está falando nisso sou eu. Vou revogar sim”, afirmou. Sobre o salário dos servidores, ele disse que não fará “bravata”. “Irei resolver a crise de Aracaju no tempo mais rápido possível”, ponderou.

Saúde

Ao ser questionado pelo radialista George Magalhães sobre o principal problema de Aracaju, na atualidade, o candidato foi objetivo: “a maior reclamação do povo tem a ver com a Saúde. Esta é a principal reivindicação das ruas. Precisamos reconstruir a cidade, a começar pelas unidades básicas de Saúde, que estão deterioradas. Vamos acabar com as filas de exames para consulta, requalificar os quadros, fazer concurso público para a área. Não dá para agente de saúde estar hoje como recepcionista de posto ao invés de estar atuando nas ruas no combate às doenças e epidemias. Na UPA Fernando Franco, vamos reativar o setor infantil”, afirmou.

Bolsa Atleta

Ao responder a um questionamento feito pelo deputado federal Fábio Mitidieri (PSD), Edvaldo Nogueira lamentou que o programa Bolsa Atleta não esteja tendo o devido respeito e continuidade da administração atual. “No último final de semana ouvimos de atletas no Santa Maria que o Bolsa Atleta não está sendo pagamento devidamente. Isto é muito triste, lamentável. Mas iremos mudar esta realidade. O programa será fortalecido, sem apadrinhamento. Será por critério técnico, como era na minha gestão”, garantiu.

Fonte: Portal Universo Político/Joedson Telles

domingo, 24 de julho de 2016

Ceará: Em novo ataque das facções, guardas municipais e bombeiros militares têm viaturas metralhadas

A Polícia voltou a registrar novos ataques ordenados por facções criminosas instaladas dentro dos presídios da Grande Fortaleza. Foram, pelo menos, três atentados nas últimas 24 horas contra agentes da Segurança Pública. Em contrapartida, as autoridades informaram ter prendido novos suspeitos de participação nas ações criminosas. Agora, já são 11 pessoas detidas pelas policias Civil e Militar. Um dos mais recentes episódios ocorreu na noite desta quarta-feira (20), quando uma patrulha da Guarda Municipal do Eusébio (GME) foi atingida por vários tiros quando transitava pelas imediações da Avenida Maestro Lisboa, no bairro Lagoa Redonda. Através do rádio da viatura, os guardas informavam à base de operação ES da GME que estavam sob alvo de criminosos que atiravam de dentro de outro veículo. Por sorte, nenhum dos guardas ficou ferido.

Em outro ataque ocorrido mais cedo, ainda à tarde, bandidos atiraram contra uma viatura administrativa do Corpo de Bombeiros Militar do Ceará, em Messejana.

O terceiro ataque ocorreu ainda durante a madrugada da quarta-feira, quando bandidos armaram uma emboscada para matar policiais militares na BR-116, na localidade de Jabuti, no Município de Itaitinga, logo após a patrulha ter feito um cerco a um traficante de drogas na cidade de Pacajus (a 49KM da Capital). Houve troca de tiros entre bandidos e PMs. Duas pessoas acabaram presas e uma delas ficou ferida a tiros. Com os bandidos, a Polícia apreendeu mais drogas, armas, celulares e um carro roubado que trafegava com placa clonada.

Viaturas

Ainda na noite de ontem, através da freqüência de rádio da Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), o Comando do Policiamento da Capital (CPC) reforçou uma determinação anterior para que as viaturas em patrulhamento pela cidade trafegassem em comboio de, pelo menos, duas patrulhas. Também foi determinado que aqueles policiais que não possuem transporte próprio fossem deixados em casa pelas viaturas no término de seu turno de serviço.

Os detidos como suspeitos de envolvimento nos ataques estão sendo investigados pela equipe da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF).

Fernando Ribeiro

Fonte: Ceará News

Postagens populares