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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Edvaldo: “Não podemos permitir que politizem esta questão da segurança pública”

O candidato a prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PCdoB), voltou a defender, nesta segunda-feira (12), em entrevista à rádio 103 FM, que o Município dê sua contribuição no combate à violência na cidade. Ele destacou que seu Programa de Governo prevê uma ação mais efetiva da prefeitura na garantia da segurança pública e anunciou que uma de suas metas é realizar concurso público para a Guarda Municipal. Edvaldo criticou ainda a tentativa de politização da violência.

“É preciso que façamos um esforço muito grande para resolver este problema relacionado à Segurança Pública. Embora seja, constitucionalmente, uma responsabilidade do Estado, a prefeitura não pode se eximir de dar a sua contribuição. Por isso, meu programa de governo prevê uma atuação mais rigorosa da gestão municipal no combate à violência. Tenho força e vigor para administrar a cidade e ser ativo no combate à violência na capital”, disse.

Ele apresentou as ações do seu programa para o setor: “Nosso plano prevê o fortalecimento da Guarda Municipal, a integração com as polícias Civil e Militar, um programa de combate à violência nas escolas, nos ônibus e nos terminais do transporte público, o compartilhamento de câmeras com o Ciosp, a instalação de botões de pânico nos ônibus e o programa ‘Aracaju Iluminada e Monitorada’, que irá acabar com a escuridão na cidade e colocar câmeras de segurança nos postes. Vamos criar o Conselho Municipal de Segurança Pública. Assumo o compromisso de me somar no combate à criminalidade”.

Ao declarar que pretende realizar concurso público para a Guarda Municipal, o candidato ponderou que tal medida será tomada após a realização de um estudo sobre as finanças da gestão. Ele lembrou que foi durante a sua administração que a prefeitura de Aracaju realizou o primeiro concurso público para guardas. “Fui eu quem fiz o primeiro concurso da Guarda Municipal. Foi também na minha gestão que os recursos para comprar equipamentos e veículos para o trabalho dos agentes foram assegurados”, destacou.

Edvaldo alertou ainda para os riscos da tentativa de politização da Segurança Pública e lamentou o arrombamento da sede da 103 FM, no último final de semana. “Não podemos permitir que politizem esta questão da segurança pública. O que ocorreu contra a sede da 103 FM foi lamentável. Presto minha solidariedade aos funcionários e à empresa. Mas é preciso que se compreenda que este é um caso de polícia, não caso de política. É preciso investigar e elucidar o crime”, defendeu.

Pesquisas

Ao comentar os resultados das pesquisas eleitorais, que o colocam na dianteira, em todos os cenários, com larga vantagem sobre os demais candidatos, Edvaldo disse que fica feliz com o resultado, sobretudo porque “sente o carinho das pessoas e o desejo dos aracajuanos para que a cidade volte a ser a capital da qualidade de vida”. Ele relatou como foi a recepção a sua candidatura no bairro Santa Maria, no último final de semana, quando realizou duas caminhadas na localidade.

“Quando chego no Santa Maria tenho o reconhecimento e o apoio daquela população. O povo do Santa Maria sabe que os prefeitos que mais trabalharam pelo bairro fomos Marcelo Déda e eu. Escolas, postos de saúde, praças, ruas pavimentadas, nós levamos dignidade, melhores condições de vida e temos o reconhecimento daquela população. No último final de semana, ouvimos os reclames do povo e estamos dispostos a enfrentar as dificuldades e problemas que o Santa Maria está vivendo, não apenas lá como em toda a cidade”, disse.

Ataques

Edvaldo também falou sobre os ataques que estão sendo feitos contra ela pelos adversários. “Estão tentando de forma maldosa e inescrupulosa me atacar em seus programas. Não cairei nessa. Respondo com projetos, respondo com ações, com propostas para reconstruir a cidade. O povo de Aracaju não quer a baixaria daqueles que estão na prefeitura e nada fizeram pelo povo nem os ataques daqueles que só lembram de Aracaju na eleição. Aracaju quer saber quem é que está preparado para enfrentar a crise e transformar a cidade para o futuro e é a isso que me proponho”, reiterou.

O candidato defendeu que é preciso trabalhar pela retomada da credibilidade na política. “Eu não mudei de lado, eu estou ao lado de quem eu estava sempre. Ser partidário é importante. Estou com os mesmos aliados há 20 anos. A política tem que ter lado, ideia, compromisso. Não é como time de futebol, precisa ser instrumento de transformação e credibilidade”, defendeu.

Neste contexto, ele voltou a assumir o compromisso de retomar o pagamento dos salários dos servidores em dia e reafirmou que irá revogar “o aumento abusivo e extorsivo” do IPTU. “Fui o primeiro político a me posicionar contrário a esse aumento. Está todo mundo calado, só quem está falando nisso sou eu. Vou revogar sim”, afirmou. Sobre o salário dos servidores, ele disse que não fará “bravata”. “Irei resolver a crise de Aracaju no tempo mais rápido possível”, ponderou.

Saúde

Ao ser questionado pelo radialista George Magalhães sobre o principal problema de Aracaju, na atualidade, o candidato foi objetivo: “a maior reclamação do povo tem a ver com a Saúde. Esta é a principal reivindicação das ruas. Precisamos reconstruir a cidade, a começar pelas unidades básicas de Saúde, que estão deterioradas. Vamos acabar com as filas de exames para consulta, requalificar os quadros, fazer concurso público para a área. Não dá para agente de saúde estar hoje como recepcionista de posto ao invés de estar atuando nas ruas no combate às doenças e epidemias. Na UPA Fernando Franco, vamos reativar o setor infantil”, afirmou.

Bolsa Atleta

Ao responder a um questionamento feito pelo deputado federal Fábio Mitidieri (PSD), Edvaldo Nogueira lamentou que o programa Bolsa Atleta não esteja tendo o devido respeito e continuidade da administração atual. “No último final de semana ouvimos de atletas no Santa Maria que o Bolsa Atleta não está sendo pagamento devidamente. Isto é muito triste, lamentável. Mas iremos mudar esta realidade. O programa será fortalecido, sem apadrinhamento. Será por critério técnico, como era na minha gestão”, garantiu.

Fonte: Portal Universo Político/Joedson Telles

terça-feira, 22 de maio de 2012

Líder da oposição cobra envio do projeto de reajuste dos servidores

O deputado estadual e líder da oposição, Venâncio Fonseca, voltou a cobrar do governo do Estado o envio da mensagem de reajuste dos servidores. Segundo ele, a demora prejudica o funcionalismo, que pode perder dinheiro para o imposto de renda quando for receber retroativo. “Estamos chegando ao final do mês de maio e até agora não chegou o projeto de correção da inflação, conforme o próprio governo divulgou, já que não concedera aumento aos servidores públicos. A situação é preocupante”.

Venâncio disse que o governo já devia ter enviado desde março a proposta e até agora nada. “Estamos no fim de maio e até agora não enviou à Assembleia. Precisa explicar á sociedade e dizer se não tem dinheiro. Ouvimos palestras de Luiz Moura, do Dieese, e do representante do Sindicato dos Auditores, eles mostraram que o Estado está numa situação financeira equilibrada. Se até o presente momento não enviou esse projeto algo estranho está acontecendo”, comentou.

De acordo com o parlamentar, se os números não são verdadeiros, o Estado está quebrado. “É lamentável. No site Universo Político tem matéria que diz que o governo Déda é extremamente perverso com os sindicatos. Quem diz é o presidente da CUT, o Dudu. Ele diz que no PT é visto como inimigo porque não é pelego. Se fosse pelego seria elogiado pela cúpula e criticado pelos trabalhadores. São palavras do presidente da CUT ao fazer uma análise sobre o governo do PT, aquele que veio para mudar, mas mudar para pior. Trata o funcionalismo público com desdém”.

O líder da oposição está preocupado com a demora no envio do reajuste. “Quando vier esse aumento, virá retroativo e o imposto de renda vai levar quase tudo, o servidor será prejudicado. Isso é crueldade por que o imposto de renda vai levar quase tudo. É um governo sem pressa, devagar. Não duvidem se esse anúncio for feito em 2013 retroativo a 2012. Todos os sindicalistas estão perdendo a paciência”, argumentou.

“Qualquer greve e o Estado entra na Justiça pedindo a ilegalidade. Ninguém imaginaria que isso fosse acontecer no governo Marcelo Déda, o maior 'professor de greve' do Estado de Sergipe. Ele aprendeu e ensinou os movimentos a fazer greve e hoje, sentado na cadeira de governador, basta aparecer uma greve o governo recorre à Justiça e questiona até a legalidade de determinados sindicatos. Ninguém imaginava que isso fosse acontecer no governo do PT”, ironizou.

Venâncio disse que o governador e o prefeito de Aracaju estão no mesmo Estado, atuam na mesma economia, mas a prefeitura de Aracaju dialogou com o servidor e enviou um aumento. O Estado, não. “No governo não, Déda diz que o rei sou, o estado é meu e acabou. Os professores estão sendo humilhados. Quando se manifestam, são calados. É preciso buscar a ajuda da União para cumprir o piso, a lei é clara, mas não fazem essa justificativa à União porque não aplicam o que deveria aplicar na Educação. Por isso o governo enviou aquela lei truculenta, um mau exemplo que os prefeitos estão copiando. Os professores foram prejudicados porque o Estado não cumpre a lei”, disse.

Para o líder da oposição, o Estado não está pagando nem o salário mínimo aos servidores. “Isso é uma tragédia, um horror. Os servidores do Estado ficaram numa encruzilhada. Na Secretaria da Fazenda encontram o 'simbolo da sensibilidade', João Andrade. Se forem para o Planejamento, Oliveira Junior, a mesma coisa. Pense na pena que ele está dos professores, pense na boa vontade”, comentou.

A deputada estadual Ana Lúcia disse que os professores, que estão em greve há 40 dias, decidiram ocupar a frente do prédio da Secretaria de Planejamento hoje. “Esse impasse precisa ser resolvido”, observou a parlamentar, lembrando que o Sintese está negociando com várias prefeituras sobre o cumprimento da lei do piso do magistério.

A deputada estadual Maria Mendonça disse que é lamentável que os servidores e os professores estejam passando por esse constrangimento. “Eu disse que o projeto era maléfico, que quebrava a unicidade da carreira. Esse projeto respaldou o governo a fazer o que faz hoje. Penaliza os professores, mas penaliza também os alunos e a sociedade”, disse.

O vice-líder da oposição, deputado estadual Augusto Bezerra, disse que o Estado, ao deixar de pagar o reajuste desde março, ameaça os servidores. “Quando o dinheiro entrar, vai ultrapassar o limite e o imposto de renda vai levar tudo. Estamos em junho e o governo não manda o reajuste. Será que o governo está com medo? Não vamos votar contra os servidores”.
Fonte: Blog Aconteçe em Sergipe

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

PMs transferidos de Lagarto suspeitam de perseguição política

Na última sexta-feira, 16, o Portal Lagartense publicou matéria dando conta da transferência de três policiais militares do município de Lagarto, na região Centro-Sul do Estado, para o município de Simão Dias. A suspeita é de que a transferência dos militares tenha acontecido a pedido (ou por ordem) do prefeito da cidade, Valmir Monteiro, e do vereador "Xexéu", em consequência da atuação dos militares no município, pois estes, cumprindo a lei, teriam apreendido algumas motocicletas em situação irregular.

Em matéria publicada em seu blog no Portal Infonet, o jornalista Cláudio Nunes "cantou a pedra" ao afirmar que: "Como o prefeito acha que manda no município e é aliado do governador a essa altura já pediu ao comando da PM para transferir o cabo para um lugar bem longe. Dito e certo.

O fato é lamentável e inaceitável, e demonstra o quanto a Polícia Militar ainda é submissa à vontade de alguns políticos. "O pior é saber que nesses casos quem acata os pedidos ou ordens são justamente as pessoas que deveriam defender nossa instituição e impor sua autoridade. Se pedem para transferir um policial por que este cumpriu a lei, quem está errado? Certamente não é o policial. Isso é vergonhoso", declarou um policial que não quis ser identificado.

Para o sargento Anderson Araújo, presidente da Asprase, a polícia precisa ter autonomia e não pode estar sujeita a caprichos políticos. "Nosso papel é cumprir a lei. Quem não quiser ser importunado que a cumpra. Não se pode admitir que um policial seja humilhado por terceiros e desprezado por sua própria instituição por ter cumprido o seu dever legal. É preciso que nossos comandantes aprendam a dizer não para esses pedidos absurdos", declarou o sargento solidarizando-se com os colegas.

Em matéria publicada no seu site oficial, o deputado estadual Capitão Samuel (PSL) também criticou o fato. "É totalmente inadimissível esse tipo de situação ainda ocorrer no Estado. Samuel Barreto afirma ainda que não aprova Policiais Militares em desvio de função de forma alguma. 'Não concordo com o desvio de função, lugar de policial militar é nas ruas, não é em Gabinetes, nem fazendo segurança, nem á disposição de político nenhum, vou continuar afirmando e lutando contra esse mal, o policial militar é do povo e não de políticos', explicou o deputado", diz um trecho da matéria.

Abaixo segue na íntegra a matéria publicada pelo Portal Lagartense.


Subtenente Eraldo, cabo Honorato e sargento Geldo são transferidos de Lagarto

Para os militares houve perseguição política

Por Portal Lagartense

Três policiais militares dos mais atuantes em Lagarto foram transferidos. Sargento Geldo, subtenente Eraldo e o cabo Honorato a partir da próxima segunda-feira deverão prestar serviços na cidade de Simão Dias.

Para os militares a motivação da decisão foi por perseguição política.

O subtenente envolveu-se em polêmica com o presidente da Câmara de Vereadores de Lagarto, Wilson Fraga ‘ Xexéu' -, os dois trocaram acusações de abuso de autoridade, depois que a guarnição comandada pelo PM efetuou apreensões de motocicletas irregulares no povoado Jenipapo.

O cabo Honorato, bastante triste, comentou a sua transferência.
- Fiz muito por Lagarto, dei o meu máximo, mas infelizmente nem todos acharam assim. Darei o meu máximo também em Simão Dias, não será nada diferente.

O subtenente Eraldo disse que segue ordens dos seus superiores e não há problema em mudar-se. - Honrarei a farda aonde eu for, até porque sou policial de Sergipe.

A maioria das prisões neste ano realizadas pelo 7º Batalhão de Lagarto teve a assinatura dos três militares transferidos para Simão Dias. Uma simples pesquisa pela palavra "Honorato" no sistema de buscas do Portal Lagartense apresenta várias matérias que atestam a importância do trabalho que os militares realizaram na cidade.


Na esquerda cabo Honorato, na direita sargento Geldo


Com informações do Portal Lagartense e site oficial do Deputado Estadual Capitão Samuel

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Trânsito X Abuso de autoridade

Prefeito abusa e Cabo presta BO

Depois que o vereador Nitinho, que foi pego num blitz da Lei Seca, e ao invés de pedir desculpas pelo erro tentou transformar o fato numa perseguição política, agora foi a vez do prefeito de Lagarto, Valmir Monteiro dar um péssimo exemplo, não só desrespeitando o cumprimento da legislação, mas praticando abuso de autoridade contra um cabo da Polícia Militar de Sergipe.

Conforme o Boletim de Ocorrência o cabo teve que ir a delegacia e denunciar o prefeito e dois agentes de trânsito, porque ao apreender motos sem placa, sem documentação e o motorista sem habilitação, o prefeito foi ao posto policial e bradou “Que negócio é esse aqui?”, dizendo que quem manda ali é ele e não poderiam apreender motos.

Coitado do Cabo! Como o prefeito acha que manda no município e é aliado do governador a essa altura já pediu ao comando da PM para transferir o cabo para um lugar bem longe.

Que vergonha! Um município como Lagarto que está crescendo e acaba de receber uma universidade federal com cursos na área de medicina, tem como prefeito um cidadão que não só se acha acima da lei, mas também é arbitrário e prepotente, achando normal que jovens conduzam motos sem documentação e CNH. E quando um deles morre em acidente, será que esse prefeito não tem remorso? Talvez a única reação seja: “poxa, perdi um eleitor”.

O prefeito deveria dar exemplo, mas prefere abusar de sua autoridade pensando apenas nos votos.

Esquece que a lei e principalmente a vida deve ficar em primeiro lugar.

Veja abaixo o B.O. feito pelo cabo da PM.

Fonte: Blog do Cláudio Nunes (Infonet)

sábado, 16 de julho de 2011

Segurança de Alex Rocha é assassinado

O policial militar Alexsandro da Silva Santos, 40 anos, o Soldado Léo, que fazia a segurança do prefeito de São Cristóvão, Alex Rocha, foi assassinado a tiros por volta das 19h50 de ontem no povoado Caípe Velho, zona rural da cidade, na região metropolitana de Aracaju. Alexsandro voltava do sítio de seus parentes para sua residência, na sede do município, quando foi baleado por dois homens que estavam em uma motocicleta não-identificada. O policial, que estava de folga, sozinho e dirigindo uma moto tipo XR, morreu na hora, atingido na cabeça.

As primeiras investigações apontam que ele foi vítima de uma emboscada. Testemunhas informaram à polícia que, horas antes do crime, o sítio da família de Léo estava sendo rondado por suspeitos que usavam um cavalo e um veículo. A moto do militar não foi levada pelos criminosos, nem mesmo seus pertences pessoais, o que reforça ainda mais a hipótese de atentado.

Várias unidades das polícias Civil e Militar foram mobilizadas para tentar prender os criminosos, que conseguiram fugir. O helicóptero do Grupamento Tático-Aéreo (GTA) sobrevoou a região do Caípe Velho, enquanto dezenas de equipes do 1º Batalhão de Polícia Comunitária (1º BPCom), do Comando de Operações Especiais (COE), da Companhia de Radiopatrulha (CPRp), do Grupamento Especial Tático de Ações com Motos (Getam), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) faziam buscas por terra.

Segundo informações extra-oficiais, o prefeito Alex Rocha não estava no local do atentado, nem mesmo acompanhava o segurança. No entanto, ao saber do crime, ele foi até o povoado e desmaiou ao ver o corpo do policial, o que fez Alex ser internado em um hospital particular de Aracaju. Antes, chegou-se a dizer que o atentado foi contra o prefeito, o que foi posteriormente desmentido por amigos da vítima e pela Secretaria de Segurança Pública (SSP). Logo, o Soldado Léo, de quem o prefeito era amigo pessoal, foi a única vítima do ataque. O local do crime foi visitado por muitos outros amigos do militar, que era bastante conhecido em São Cristóvão.

Até o fechamento desta edição, nenhum suspeito foi detido e não havia mais informações confirmadas. Alexsandro estava na PM desde 1995, já pertenceu ao COE e era lotado atualmente no Posto de Atendimento ao Cidadão do povoado Caueira, em Itaporanga D´Ajuda, região metropolitana. O corpo dele foi removido por volta das 21h30 para o Instituto Médico Legal (IML), devendo ser sepultado hoje.

Gabriel Damásio
gabrieldamasio@jornaldodiase.com.br

Fonte: Jornal do Dia

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