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terça-feira, 11 de abril de 2017

Salários: Delegados suspendem plantões extras na SSP

Telefones funcionais desativados e sem acúmulo de funções

Os plantões extraordinários nas Delegacias de Polícia em Sergipe começam a ser suspensos a partir das 18h desta terça-feira, 11. A medida foi adotada pelos delegados de polícia reunidos em assembleia geral nesta manhã. Ao final, a Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado de Sergipe (Adepol/SE) divulgou nota explicando que a categoria respeita a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em não promover greve e mantém a continuidade das investigações policiais e o serviço ordinário de atendimento ao público.

Os plantões extraordinários serão retomados, conforme a nota, quando o Governo do Estado corrigir a gratificação denominada Remuneração Financeira Transitórios por Atividade de Plantão. Além desta correção, os delegados querem isonomia salarial tendo como parâmetro os salários de procuradores do Estado e pagamento extra aos delegados que acumulam funções nas 27 delegacias que não possuem delegados de polícia.

Na nota, a Adepol/SE informa que os plantões e sobreavisos no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) também estarão suspensos e os telefones funcionais serão desativados. Os aparelhos serão devolvidos à Secretaria de Estado da Segurança Pública.

Cogitou-se a possibilidade dos delegados entregarem os cargos, mas esta medida foi afastada. “Tendo em vista a importância da continuidade de diversas operações envolvendo a cooperação de variados departamentos e setores da Polícia Civil, sobretudo aquelas encabeçadas pelo Deotap, foi retirada de pauta a proposta de entrega dos cargos de direção da Polícia Civil”, destaca a nota.

Para o presidente da Adepol/SE, Paulo Márcio Cruz, essa decisão “reflete a maturidade e compromisso social dos delegados, que buscam sensibilizar o governo a fim de que atenda às suas justas reivindicações sem causar transtorno para a população e prejuízo para as investigações em curso”.

O Portal Infonet tentou ouvir o Governo, mas não obteve êxito. Informações podem ser enviadas por e-mail jornalismo@infonet.com.br ou por telefone (79) 2106 – 8000.

Cássia Santana

Portal Infonet

Delegados de Sergipe ameaçam entregar cargos de direção

Medidas são contra postura do governador Jackson Barreto

Na próxima terça-feira, 11, a Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe (Adepol) fará uma assembleia para colocar em votação a entrega dos cargos de direção e de delegacias acumuladas, a suspensão dos plantões extraordinários, a devolução de telefones funcionais e suspensão de sobreaviso no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A medida é reflexo da insatisfação da categoria com o Governo do Estado. São exigidas a isonomia com a carreira dos procuradores, carga horária igual à da Polícia Militar (PM) e gratificação para delegados que acumulam delegacias.

De acordo com a Assessoria de Comunicação da Adepol, entre os cargos que podem ser devolvidos, está o de delegado-geral, ocupado por Alessandro Vieira. 27 delegacias do interior também podem ficar provisoriamente sem comando, além de direções e coordenações de mais 18 setores da Polícia Civil e delegacias regionais.

A Adepol estuda a possibilidade de conceder coletiva de imprensa na quarta-feira, 12, para divulgar os detalhes da assembleia da categoria que acontece nesta terça-feira, 11, no Hotel Aquários, às 7h30. A Secretaria Estado da Comunicação informou que o Governo de Sergipe e SSP só irão de manifestar após o resultado da assembleia.

Victor Siqueira e Verlane Estácio

Fonte: Portal Infonet

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

DHPP não elucidou 56% dos homicídios da Grande Aracaju em 2015

Fonte: F5 News

Mais da metade dos homicídios investigados pelo Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) na região metropolitana de Aracaju não foram elucidados, no ano passado. Em 56% dos 539 inquéritos abertos pela Polícia Civil, os autores dos crimes não foram descobertos e responsabilizados. Os dados fazem parte de um estudo elaborado pelo Núcleo de Análises e Pesquisas em Políticas Públicas de Segurança e Cidadania (NAPSEC), que será divulgado nesta quinta-feira (24) pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), ao qual o F5 News teve acesso com exclusividade.

Os dados da SSP mostram que Aracaju, Nossa Senhora do Socorro e São Cristóvão concentraram o maior número de homicídios em 2015, o que eleva consideravelmente a taxa de homicídio do Estado, já que ela é calculada considerando a concentração populacional, e o colocou no topo do Mapa da Violência.

As três cidades somaram, de janeiro a dezembro, 539 assassinatos dolosos. Desses, 235 tiveram a autoria definida a partir das investigações; os outros 304 seguem sem elucidação. O estudo revela ainda que apenas 281 casos foram remetidos à Justiça, cerca de 25%, mesmo sem a definição da autoria.

O estudo mostrou que a maior parcela das vítimas tinha até 33 anos, com concentração mais acentuada entre 18 e 21 anos. Já quanto aos autores, a análise concluiu que, em sua maioria, tinham até 29 anos, com maior percentual entre 18 e 21 anos. De acordo com o levantamento da SSP, a arma de fogo foi utilizada em 86% dos crimes. Ainda segundo a pasta, 85% dos autores e 75% das vítimas tinham envolvimento com o tráfico de drogas, na condição de traficante ou usuário.

A partir deste recorte, a SSP pretende propor a elaboração de uma carta aberta em parceria com vários órgãos da sociedade civil para construção de “políticas articuladas, preventivas e contínuas, nos territórios críticos onde o crime de homicídio se reverbere com maior número”.

Will Rodrigues

Fonte: F5 News

sábado, 23 de julho de 2016

Jackson Barreto, os delegados e as mazelas da Segurança Pública

Delegado Paulo Márcio. Foto Arquivo Aspra

Jackson Barreto assumiu o governo do Estado há exatos dois anos, sucedendo o titular, Marcelo Déda Chagas, morto em dezembro de 2013. No ano seguinte, já no pleno exercício do poder, disputou e ganhou, por méritos próprios, a corrida pela própria sucessão.

Não é segredo que, embora integrante do governo desde 2011, a ele não se pode atribuir, pessoalmente, a responsabilidade pelas dificuldades herdadas dos seus antecessores, mas é legítimo que se cobre do atual governador a resolução dos problemas que ele se propôs a enfrentar quando pediu um voto de confiança ao eleitorado sergipano.

Dentre os problemas mais preocupantes e urgentes, estão, sem dúvida, os altos índices de criminalidade, sobretudo homicídios, roubos, furtos e tráfico ilícito de entorpecentes. Para se ter uma ideia da gravidade, em 2015 foram registrados 999 homicídios em todo o Estado. Já em 2016, estima-se uma cifra de aproximadamente 1200 assassinatos, correspondente a um acréscimo de mais de 20%.

Desde que retornou de sua licença médica, em 16 de novembro, o governador Jackson Barreto tem concedido algumas entrevistas. Em quase todas, tem sido indagado sobre os problemas da segurança pública e igualmente cobrado em relação à violência cada vez mais alarmante.

Não raro, o governador tem atribuído a causa da violência ao aumento do tráfico/consumo de entorpecentes, e, sempre que possível, enaltece o trabalho da Polícia Militar, confrontando estatísticas de 2015 e 2014, a fim de demonstrar que aumentaram não só as abordagens quanto o número de prisões realizados pelos militares neste seu primeiro ano de governo.

Por outro lado, ao se referir à atuação da Polícia Civil, o governador não faz mais do que um tímido reconhecimento, do tipo protocolar, diplomático mesmo, afirmando, à guisa de conclusão, que os delegados e seus agentes têm que se empenhar mais. Noutras palavras, o governador, a um só tempo, elogia a Polícia Militar e critica a Polícia Civil. Mas serão justos, igualmente, o elogio e a crítica?

Entendemos que não. Ambas as instituições são passíveis de críticas e elogios, sobretudo por atuarem com bravura e determinação no combate à criminalidade, quase sempre sem contar com a mínima estrutura para o desempenho de seu trabalho.

Talvez Jackson Barreto não saiba, mas algumas unidades metropolitanas vêm recebendo mais flagrantes realizados pela Guarda Municipal de Aracaju e por populares do que pela Polícia Militar. Da mesma forma, os departamentos da polícia como o DHPP, COPE e DAGV têm um índice de resolutividade de mais de 70%, mesmo não tendo estrutura física e de pessoal suficiente para a realização dos serviços. Isso sem falar no DEOTAP, que vem realizando um trabalho de excelência no combate à corrupção no Estado com uma equipe formada por apenas duas delegadas e seis policiais.

No interior do estado, onde é quase inexistente a presença da Polícia Civil, a maioria dos flagrantes é realizada por equipes das próprias delegacias. Na cidade de Estância, por exemplo, os registros demonstram que em 2015 cerca de 80% dos autos de prisão em flagrante foram realizados por policiais civis.

Lagarto é outro exemplo que vale a pena ser mencionado. Por meio de um trabalho notável realizado pelo delegado regional e suas equipes, obteve-se uma redução nos índices de roubos e homicídios em relação a 2013 e 2014.As ações focaram o combate aos receptadores nas feiras livres, a fiscalização de veículos e a concentração na investigação de todos os homicídios consumados e tentados, afastando os grupos criminosos da região.

Jackson enfrenta uma grave crise: salários atrasados, previdência deficitária, obras paralisadas, servidores sem reajuste e em greve, policiais assassinados, violência em ascensão. Em momentos assim, é necessário encontrar um discurso que satisfaça a opinião pública e ao mesmo tempo exima o governo de sua própria responsabilidade. Pôr a culpa das mazelas da segurança pública nos delegados de polícia foi a fórmula encontrada pelo governo para desviar a atenção dos verdadeiros problemas.

Não é que os delegados não aceitem críticas. Não se trata disso. Mas não aceitamos, por hipótese alguma, ser tratados como bode expiatório nessa crise que tem causas estruturais e conjunturais que ninguém se propõe a resolver com seriedade.

Os delegados de polícia têm no governador Jackson Barreto e seus auxiliares parceiros indispensáveis no combate eficaz à criminalidade e na construção de uma moderna e racional política de segurança pública. Mas é preciso que cada um se cerque das cautelas necessárias para evitar que prevaleça a má-fé daqueles que pregam a autofagia e só têm interesse na promoção pessoal. Não é jogando uma polícia contra a outra, ainda que indiretamente, que iremos alcançar nossos objetivos.

Fonte: Universo Político

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

SSP informa que Perícia tem atendimento normal e PC atende com 30% do efetivo durante a greve

A Secretaria de Segurança Pública informa que o atendimento do Instituto de Criminalística, Instituto de Identificação e Instituto Médico Legal (IML) seguem normal durante a greve da Coordenadoria Geral de Perícias (Cogerp) e da Polícia Civil deflagrada nesta segunda-feira, 3. No IML, a única restrição é para realização das perícias para obtenção do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Seguro DPVAT), que foi suspensa durante a paralisação.

Na Polícia Civil, o Delegado Geral, Everton Santos, informou que 30% do efetivo estará trabalhando durante a greve tanto na capital quanto no interior do Estado. As unidades que terão atendimento priorizado são os Complexo de Operações Policiais Especiais (COPE), Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), Delegacias Especializadas, como o Departamento de Atendimento aos Grupos Vulneráveis (DAGV), e as Delegacias Plantonistas Central e Zona Norte, em Aracaju, além das Plantonistas no interior do Estado.

Em todo o caso, o atendimento priorizará os casos urgentes, tais como flagrantes, autos de apreensões e de resistência e cumprimento de operações previamente agendadas pela Superintendência da Polícia Civil. Everton esclarece que diante da redução do quantitativo de servidores públicos poderá haver demora na prestação do serviço, mas que ele será realizado.

Ele orienta aos cidadãos que caso sintam dificuldades no atendimento que procurem a Superintendência da Polícia Civil, situado à rua Duque de Caxias, S/N, bairro São José, para ser direcionado para uma delegacia específica.

Os serviços oferecidos pela Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe continuam sendo ofertados normalmente. De modo, que a população, caso necessite, pode acionar os serviços de emergência via 190.

Fonte: Ascom SSP/Faxaju

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Policial militar é assassinado em tentativa de assalto

Soldado estaria fazendo segurança em bar na orlinha
Carro incendiado após assassinato (Fotos: Cássia Santana/Portal Infonet)
O soldado Edvaldo Silva Santos Junior, 32, foi assassinado a tiros na madrugada desta sexta-feira, 6, na orlinha do bairro Industrial, em Aracaju. Os primeiros levantamentos da polícia indicam que o soldado estaria fazendo segurança para um bar na orlinha e teria interferido na ação de três homens que tentavam assaltar a proprietária do estabelecimento comercial, que estava saindo em uma Hilux na companhia de uma amiga.

O policial foi alvejado a tiros e o assalto frustrado. Mas esta seria a primeira versão e a polícia também não descarta a possibilidade de crime de mando, segundo informações do tenente-coronel Paulo César Paiva, chefe da 5ª Seção da Polícia Militar, em decorrência das circunstâncias em que ocorreu a morte do policial.

Conforme a PM, após o assassinato, os três homens fugiram em um Ford K, de cor preta, que foi incendiado e abandonado nas imediações do Moinho Sergipe, no mesmo bairro. O veículo foi encontrado durante as diligências realizadas pela Polícia Militar para identificar suspeitos.
Próximo ao veículo há um pé de tênis queimado
Para o tenente-coronel Paiva, o fato dos bandidos já estarem com esquema de fuga articulado com um outro veículo, ainda não identificado, à disposição para prosseguir a fuga, leva também ao entendimento de que o policial já estaria marcado para morrer. No entanto, predomina a versão de que o policial estaria fazendo o famoso ‘bico’ e que teria agido para evitar o assalto contra a proprietária do estabelecimento comercial. “Mas não há nada provado ainda”, observa o tenente-coronel.

O policial estava armado no momento em que foi alvejado por tiros. A Polícia Militar ainda não identificou o tipo da arma, que fora roubada. Segundo o tenente-coronel Paiva, o soldado E. Júnior, como era conhecido, não teve chance de reagir.

As investigações serão realizadas pela Polícia Civil, por meio do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). A população pode contribuir para elucidar este e outros crimes transmitindo informações por telefone: basta ligar o número 181. A identificação do informante será preservada.

Por Cássia Santana

Fonte: Portal Infonet

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Acidente: vítima presta depoimento

Marcela faleceu vítima do acidente (Foto: Facebook)
Advogado da família da universitária morta durante acidente pede que o caso seja investigado pelo DHPP

“Para ela era verbo. Para nós, é saudade”, a frase de luto, em uma rede social, é da irmã gêmea de Marcela Christinne Ferreira, de 18 anos. A jovem morreu vítima de um acidente de trânsito na última terça-feira, 4, na rodovia José Sarney. Nesta sexta-feira, 7, amparada por familiares Nathália Monicque Ferreira esteve na Delegacia de Delitos de Trânsito onde prestou depoimento sobre o acidente. Visivelmente abatida a jovem contou detalhes do ocorrido na presença do advogado.
De acordo com o advogado Walter Gomes Marques Neto, no dia do acidente Nathália, a irmã Marcela e o amigo Leonardo Esquivel beberam cerca de oito cervejas. O namorado de Marcela, identificado como Valter também estava com o grupo, mas não ingeriu bebida alcoólica. O condutor permanece internado em uma clínica de repouso.
O advogado esclarece que as irmãs e o amigo Leonardo estavam no veículo Siena e que Valter estava em uma moto. Durante o depoimento a delegada Georlize Teles, a irmã da vítima fatal contou que Marcela estava no banco de trás do veículo e no momento do acidente passava mensagens.
Testemunha diz que o carro estava a 130 Km/h
Nathália que estava no banco da frente manuseava o aparelho de som do veículo, e foi neste momento, que o condutor do veículo, Leonardo Oliveira Esquivel, também foi manusear o aparelho e acabou causando o acidente.
Walter Neto é enfático ao afirmar que Leonardo assumiu o risco de causar o acidente ao fazer uso de bebida alcoólica e abusar da velocidade. “Veja, a imprudência está claramente visível, ele dirigia em alta velocidade, inclusive um motoboy relata que o carro estava a cerca de 130 km/h. O veículo estava com os vidros fechados e não tinha como as vítimas perceberem a velocidade. O acidente foi causado em virtude do álcool e do excesso de velocidade”, afirma o advogado.
Família
O advogado diz que a família das irmãs pede que o inquérito seja apurado pela Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP). O entendimento é que o acidente seja tratado como homicídio doloso e Leonardo vá à júri popular.
Walter Neto disse ainda que a delegada Geolize Teles deixou o inquérito, alegando que a superintendente da Polícia Civil, Katarina Feitosa, determinará se o acidente continuará sendo apurado pela Delegacia de Delitos de Transito ou pelo DHPP.
A equipe do Portal Infonet entrou em contato com a delegada Georlize Teles, mas não obtivemos êxito. A informação é que ela está em uma reunião.
A assessoria de comunicação da SSP, informou que Katarina Feitosa disse que o caso continuará na Delegacia de Delitos de Trânsito.
Por Kátia Susanna
Fonte: Infonet

sábado, 16 de julho de 2011

Segurança de Alex Rocha é assassinado

O policial militar Alexsandro da Silva Santos, 40 anos, o Soldado Léo, que fazia a segurança do prefeito de São Cristóvão, Alex Rocha, foi assassinado a tiros por volta das 19h50 de ontem no povoado Caípe Velho, zona rural da cidade, na região metropolitana de Aracaju. Alexsandro voltava do sítio de seus parentes para sua residência, na sede do município, quando foi baleado por dois homens que estavam em uma motocicleta não-identificada. O policial, que estava de folga, sozinho e dirigindo uma moto tipo XR, morreu na hora, atingido na cabeça.

As primeiras investigações apontam que ele foi vítima de uma emboscada. Testemunhas informaram à polícia que, horas antes do crime, o sítio da família de Léo estava sendo rondado por suspeitos que usavam um cavalo e um veículo. A moto do militar não foi levada pelos criminosos, nem mesmo seus pertences pessoais, o que reforça ainda mais a hipótese de atentado.

Várias unidades das polícias Civil e Militar foram mobilizadas para tentar prender os criminosos, que conseguiram fugir. O helicóptero do Grupamento Tático-Aéreo (GTA) sobrevoou a região do Caípe Velho, enquanto dezenas de equipes do 1º Batalhão de Polícia Comunitária (1º BPCom), do Comando de Operações Especiais (COE), da Companhia de Radiopatrulha (CPRp), do Grupamento Especial Tático de Ações com Motos (Getam), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) faziam buscas por terra.

Segundo informações extra-oficiais, o prefeito Alex Rocha não estava no local do atentado, nem mesmo acompanhava o segurança. No entanto, ao saber do crime, ele foi até o povoado e desmaiou ao ver o corpo do policial, o que fez Alex ser internado em um hospital particular de Aracaju. Antes, chegou-se a dizer que o atentado foi contra o prefeito, o que foi posteriormente desmentido por amigos da vítima e pela Secretaria de Segurança Pública (SSP). Logo, o Soldado Léo, de quem o prefeito era amigo pessoal, foi a única vítima do ataque. O local do crime foi visitado por muitos outros amigos do militar, que era bastante conhecido em São Cristóvão.

Até o fechamento desta edição, nenhum suspeito foi detido e não havia mais informações confirmadas. Alexsandro estava na PM desde 1995, já pertenceu ao COE e era lotado atualmente no Posto de Atendimento ao Cidadão do povoado Caueira, em Itaporanga D´Ajuda, região metropolitana. O corpo dele foi removido por volta das 21h30 para o Instituto Médico Legal (IML), devendo ser sepultado hoje.

Gabriel Damásio
gabrieldamasio@jornaldodiase.com.br

Fonte: Jornal do Dia

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Crime de PM foi motivado por disputa de estacionamento

Acusado do crime, Bruno Campos Fernandes, está sendo ouvido na Corregedoria da Polícia Militar

Policial foi morto por uma briga de estacionamento

Um crime com uma motivação banal tirou a vida de um jovem policial militar na madrugada desta sábado, 28. A equipe do Portal Infonet esteve no Quartel Central da Polícia Militar (QCG) e conversou com tenente coronel Luiz Fernando Almeida que lamentou o ocorrido.

De acordo com o tenente, a morte do policial Alisson Farias Souza, de 24 anos, foi realmente motivada pela disputa por vaga de estacionamento na Orlinha da Atalaia.

Luiz Fernando conta que o acusado do crime, Bruno Campos Fernandes, está sendo ouvido na Corregedoria da Polícia Militar, a fim de trazer informações concretas do caso. As informações dão conta que ambos os policiais estavam de folga no momento da ocorrência. Uma terceira vítima, identificada como Adriano Batista Macedo, policial militar da Companhia de Polícia de Turismo (CPTur), ainda encontra-se internado no Hospital São Lucas.

Segundo a polícia os veículos dos envolvidos foram apreendidos e levados à Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP). Além dos carros uma moto da marca Suzuki, com a placa HZY 2705 também foi encaminhada ao DHPP. “Ainda não sabemos qual a relação que a moto e seu possível proprietário possam ter com o fato. Mas, já estamos realizando as investigações para tomarmos as providências cabíveis”, explica o tenente.

O comandante da Polícia Militar, coronel José Carlos Pedroso Assumpção, lamentou profundamente o fato. “A primeira impressão é de que toda esta situação teria sido causada por motivos torpes, que não justificam as atitudes. Entretanto, todas as providências previstas em lei foram e estarão sendo tomadas pela instituição, inclusive a abertura de inquérito policial militar para investigar as circunstâncias em que se deram o fato”, relatou o comandante.

Abalados, familiares do militar que estavam no Instituto Médico Legal (IML) preferiram não comentar sobre o assunto. Sobre o estado de saúde de Adriano Batista Macedo a informação do tenente coronel é que ele foi atingido com um tiro nas nádegas e permanece sendo atendido em um hospital da capital.

Sepultamento

O corpo do militar foi sepultado no final da tarde de sábado no Cemitério Santa Izabel, em Aracaju.

Fonte: Portal Infonet

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Acusado de matar sargento se entrega à Polícia


O principal acusado de ter assassinado o sargento da Polícia Militar de Sergipe, Jadilson da Cruz Santos, 49, entregou-se à Polícia no final da tarde desta segunda-feira, 7. O crime ocorreu há quatro dias, quando o policial foi baleado após tentar impedir um assalto a um supermercado no bairro Santos Dumont, Zona Norte da capital.

Romário Lima da Conceição, 20 anos, estava escondido na invasão Porto do Gringo, no bairro Soledade. O jovem se entregou após a família procurar o delegado de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), Everton Santos. A integridade física do acusado foi o principal pedido dos familiares para que a Polícia o prendesse. A medida, de acordo com o delegado, era a melhor alternativa. “Toda a Polícia estava no encalço dele, na região da Soledade, do Lamarão e da Taiçoca, porque sabíamos que ele estaria por ali”, explicou Everton Santos.

Segundo o delegado, Romário confessou o crime, mas disse que não teve a intenção de matar o sargento. “Ele disse que só queria roubar o estabelecimento, mas o sargento entrou no caminho dele. Foram pelo menos quatro disparos e o crime foi cometido na frente de 25 pessoas”, disse o delegado. Romário confirmou que travou uma luta corporal com o sargento após ele ter reagido ao assalto e, por isso, efetuou o disparo. “Foram dois tiros nele e dois no chão”, disse. No entanto o acusado não confirmou a participação de Cândido Júnior, de aproximadamente 21 anos, e José Domingos da Silva, 19, também presos sob acusação de ter participado do crime.

Procedimentos

Após a apresentação do acusado na Secretaria de Segurança Pública (SSP), ele foi conduzido à delegacia de Homicídios, na Zona Sul da capital, para prestar depoimento. O inquérito só será concluído depois de encontrada a arma e a moto utilizada por Romário para fugir do local.

Outros casos

Dos quatro crimes cometidos contra policiais este ano apenas um ainda não foi solucionado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP). O assassinato do sargento Genilson de Jesus Menezes, 45 anos, morto após tentar ajudar um colega de trabalho, identificado como cabo Valtênison, na perseguição de dois assaltantes, no bairro Industrial, teve o inquérito concluído mas a polícia ainda não prendeu os suspeitos.
Fonte: Portal Infonet

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Polícia apresenta envolvidos na morte de sargento

A polícia ainda busca um menor de idade e Romário Lima da Conceição que teria sido o autor dos disparos contra o sargento



A polícia apresentou na tarde desta sexta-feira, 4, na delegacia plantonista os dois suspeitos de participação na morte do sargento da Polícia Militar, Jadilson da Cruz Santos, 49, na tarde desta quinta-feira, 3, vítima da tentativa de assalto em um supermercado no do bairro Santos Dumont. Foram presos José Domingos Silva e Cândido José dos Santos Junior, os suspeitos são acusados de latrocínio. A polícia ainda busca um menor de idade e Romário Lima da Conceição que teria sido o autor dos disparos contra o sargento.


Delegado Everton Santos disse que buscas continuam

De acordo com o delegado Everton Santos, coordenador da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, José Domingos foi preso às 18h de ontem e Cândido Junior às 23h30, ambos em via pública. “Nós localizamos dois envolvidos e ambos citaram a participação de Romário e do menor no crime. Eles utilizaram duas motos na fuga, uma ainda não identificada de cor preta e a Shineray que nós capturamos na casa do menor foragido”, contou.

Segundo o delegado, Romário seria o autor dos disparos. “Ele já tem passagem por assalto qualificado e porte de arma. Todas as testemunhas, inclusive os comparsas capturados disseram que Romário foi o autor dos disparos. Ele teria atirado no sargento por saber que ele era policial, no momento do assalto ele desceu de uma das motos sozinho e entrou em luta corporal com o sargento, efetuando os tiros. Nós ainda temos que localizar a arma que foi utilizada no assassinato”, disse.

O delegado Everton Santos contou que hoje ainda foi preso um quinto elemento acusado de dar guarita para um dos foragidos. “Todos os envolvidos possuem parentes e laços de amizade nas proximidades do supermercado, inclusive o proprietário do supermercado já os conhecia, então capturamos outro menor de idade, estamos investigando a participação dele no crime”, afirmou.

Romário acusado de matar sargento está foragido

Para o comandante do policiamento da capital, Coronel Iunes, é fundamental a colaboração da população para a prisão de Romário. “Pedimos à população que colabore com a polícia para a prisão de Romário que é um elemento perigoso, através dos telefones 181 (disque denúncia) e 190 (Ciosp). A operação vai continuar as buscas e somente irá terminar com a prisão dos envolvidos”, enfatizou.

Por Bruno Antunes
Fonte: Portal Infonet

sábado, 8 de maio de 2010

Sargento da PM é assassinado em quartel na capital

Polícia revela que assassinato de sargento em quartel foi crime passional

Sargento Joselito Alves - Foto: SN1
Um sargento da Polícia Militar de Sergipe foi assassinado com um tiro no pátio do quartel em Aracaju. Segundo a polícia, o crime foi passional e o autor preso instantes após o fato.
O corpo do sargento Joselito Rodrigues Alves foi velado na Companhia de Choque, no Bairro Capucho e sepultado na tarde deste sábado, 08, no Cemitério São João Batista.
Depoimentos
No momento da prisão, o corretor Antônio de Oliveira, 50 anos, reponsável pelos disparos e a esposa do policial que estava no carro do corretor, foram encaminhados para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde prestaram depoimento durante toda a madrugada ao delegado Everton dos Santos. Segundo Everton, o que aconteceu foi uma fatalidade, pois não acreditava que o militar tivesse intenção de matar a esposa e Antônio. “Segundo o que foi relatado no depoimento, eles [o militar e o corretor] já se conheciam há algum tempo. O que aconteceu foi algo inusitado. A guarda do QCG foi prudente e tentou preservar a vida de todos na ocorrência, mas lamentavelmente, o sargento foi alvejado e morreu no pátio do quartel”, comentou Everton.

O secretário da Segurança Pública João Eloy de Menezes, o superintendente da Polícia Civil, delegado João Batista, e o comandante da PM na capital, coronel Maurício Iunes, acompanharam de perto os trabalhos desenvolvidos no DHPP no final da noite de sexta e madrugada deste sábado. João Eloy determinou que haja todos os trabalhos necessários, tanto através da Superintendência, como também junto ao Comando da PM, para que aconteça a finalização do inquérito e que o Judiciário analise a ocorrência.

O tenente-coronel Luís Fernando lembrou que o QCG é um prédio quase que exclusivamente administrativo, cujo expediente funciona das 7h às 13h, e que a reserva de armamentos, fica fechada durante o período noturno. As armas do militar e de Antônio, dois revólveres 38, foram apreendidos pela polícia. Além do veículo do corretor, também foi encaminhado ao DHPP o Honda Civic, com placa HZY 7066, de propriedade do militar.

Fonte: SN1, com informações do SETV 1ª Edição

Crime sem limites: Policial militar é assassinado dentro do QCG

Incrédulos. Foi desta forma que policiais militares receberam a poucas horas a notícia de que mais um companheiro de farda havia sido assassinado, e desta feita, pasmem, dentro do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar de Sergipe, no Centro de Aracaju. É o terceiro PM assassinado em menos de um mês.

A vítima desta vez foi o 1º Sargento Joselito Rodrigues Alves, que trabalhou no Batalhão de Choque. Joselito foi alvejado com pelo menos um tiro no peito, no pátio interno do QCG. O autor do crime, identificado como Antônio de Oliveira, 50 anos, foi preso instantes depois por policiais da Rádio Patrulha nas proximidades do Restaurante O Miguel, no bairro Atalaia, e neste momento encontra-se na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no conjunto Orlando Dantas, prestando esclarecimentos.

O crime ocorreu por volta das 23h00min deste dia 7 de maio. Minutos depois o QCG estava bastante movimentado. Policiais militares, delegados e até mesmo o Secretário da Segurança Pública, João Eloy, compareceram ao quartel. A Asprase esteve presente na pessoa do seu presidente, sargento Araújo, e do diretor administrativo, soldado Gomes, que em companhia do sargento Prado, presidente da ASSPM estiveram no QCG. Araújo esteve ainda no Instituto Médico Legal (IML) e na DHPP.

Até o momento não foi divulgada a versão oficial da PM sobre o ocorrido, mas sabe-se que tanto a vítima quando o criminoso adentraram ao QCG dirigindo, cada um, um veículo Toyota Corolla, o que demonstra total fragilidade na segurança daquela Unidade militar.

O corpo do sargento Joselito Alves encontra-se no IML à espera da perícia para que possa ser liberado. Desde já lamentamos a morte de mais um companheiro e prestamos nossas condolências à família do militar. A qualquer momento traremos mais informações.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Polícia Militar lamenta falecimento do cabo Hélio Menezes


A Polícia Militar do Estado de Sergipe lamenta o falecimento do cabo da reserva remunerada Hélio Menezes de Andrade, de 53 anos. O militar faleceu na noite da última terça-feira, 27, no povoado Piabeta, localizado no município de Nossa Senhora do Socorro. De acordo com informações dos peritos do Instituto Médico Legal (IML), o policial foi alvejado com três tiros na cabeça.

Segundo informações de testemunhas, o cabo tinha acabado de chegar a uma panificação por volta das 19h, quando um homem teria se aproximado e disparado os tiros. Quem estava no momento do crime afirma que o PM não teve tempo de defesa e morreu no local.

O sepultamento do cabo ocorrerá às 16h desta quarta-feira, 28, no cemitério Parque Colina da Saudade, localizado no conjunto Santa Lúcia, bairro Jabotiana. A Polícia Militar disponibilizará um ônibus para deslocar amigos e familiares. O transporte sairá da Rua Paraíba, nº 348, bairro Siqueira Campos, às 15h.

O policial foi para a reserva no comportamento bom. Ao longo da carreira militar, prestou serviços ao Hospital da Polícia Militar (HPM), Centro de Suprimento e Manutenção (CSM) e Batalhão Especial de Segurança Patrimonial (Besp). O cabo Hélio morreu deixando esposa e cinco filhos.

Prisão

De acordo com policiais da Companhia de Polícia de Radiopatrulha (CPRp), o suspeito do assassinato foi preso na madrugada desta quarta-feira, 28. A informação da polícia é que o homem, identificado como Fabiano Santos Souza, foi encontrado com a arma do cabo. O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Fonte: PMSE

Luto: PM é assassinado com vários tiros

O crime aconteceu na noite da última terça-feira, 27. Na manhã desta quarta-feira, 28, policiais da Radiopatrulha prenderam um homem suspeito de ter cometido o crime

Foto: Infonet

Mais um crime contra um Policial Militar em apenas oito dias. A vítima, um cabo da PM identificado como Hélio Menezes. A informação do Instituto Médico Legal (IML) é que o assassinato aconteceu na noite da última terça-feira, 27, no povoado Piabeta, localizada no município de Nossa Senhora do Socorro.

De acordo com informações dos peritos do IML, o cabo foi alvejado com três tiros na cabeça. Segundo informações de testemunhas, o cabo tinha acabado de chegar à panificação por volta das 19h quando um homem teria se aproximado e disparado os tiros. Quem estava no momento do crime afirma que o cabo não teve tempo de defesa e morreu no local. O corpo do policial permanece no IML, onde aguarda liberação para o sepultamento.

Há oito dias um sargento da PM foi assassinado e um cabo foi ferido por um bandido. O crime aconteceu no dia 20 no bairro industrial. O sargento Genilson de Jesus Menezes, de 45 anos, morreu no local e o cabo Valtênison permanece internado no Hospital de Urgência e Emergência de Sergipe (Huse).

Prisão

De acordo com policiais da Radiopatrulha o suspeito de ter assassinado o cabo Hélio foi preso na madrugada desta quarta-feira, 28. A informação da polícia é que o homem identificado como Fabiano Santos Souza foi encontrado com a arma do cabo. Todas as informações foram confirmadas pelo sargento Reinaldo da Radiopatrulha.

O suspeito foi encaminhado a Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP).


Por Kátia Susanna

Fonte: Infonet

terça-feira, 27 de abril de 2010

João Eloy determina interdição de prédio da 3ª DM

O secretário da Segurança Pública, João Eloy de Menezes, interditou nesta segunda-feira, dia 26, a carceragem da 3ª Delegacia Metropolitana (DM), situada na rua do Carmo. A medida é o primeiro passo para a interdição completa da atual sede da 3ª DM. Neste domingo, 25, seis presos fugiram da unidade após serrarem as grades. Por volta das 16h30 desta segunda, policiais transferiram 21 presos que estavam cumprindo pena na unidade.

Ainda esta semana, a superintendência da Polícia Civil irá anunciar onde deverá funcionar a nova sede da 3ª DM, na zona norte de Aracaju. Após a fuga, que já não acontecia há quase um ano, dois foragidos já foram recapturados. Apesar da interdição da carceragem, o serviço de cartório e atendimento ao público prossegue até que seja definido o novo local.

“A ideia é desativar este prédio o mais breve possível. Já estamos no processo de escolha de um novo local que acomode da melhor forma possível os serviços de uma delegacia”, explicou o corregedor da Polícia Civil, Carlos Frederico Muricy.

A operação de transferência dos detentos contou com um efetivo de mais de 25 policiais civis do Grupo Especial de Rondas e Blitz (Gerb), da Coordenadoria das Delegacias da Capital (Copcal) e da 3ª DM, que tiveram o apoio de policiais militares do Batalhão de Choque. Foram transferidos 21 custodiados, incluindo os dois que foram recapturados. Eles serão distribuídos nas carceragens da 2ª, 5ª, 8ª e 9ª Delegacias Metropolitanas, além do Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP).

"Anteriormente a esta operação de transferência foi feito pela coordenadoria de Polícia Civil da capital um levantamento das unidades policiais com melhores condições de custodiar os presos”, finalizou Muricy.

Licitação

A construção do Centro Integrado em Segurança Pública (Cisp), na avenida Visconde de Maracaju, deverá ser retomado nos próximos dias. Após demolição do antigo prédio da 3ª Delegacia Metropolitana, a construtora que venceu a licitação para a construção da obra começou os trabalhos, no entanto, conforme faculta a lei específica que trata das licitações e contratos públicos, como a empresa desistiu de continuar com os trabalhos, uma segunda empresa foi convocada, mas não aceitou o chamamento da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra).

Por conta disso, um novo processo para licitação foi iniciado. Após toda a análise e procedimentos necessários, uma nova construtora foi escolhida e vai recomeçar os trabalhos, aguardando apenas análise da Procuradoria Geral do Estado (PGE). O planejamento é entregar o prédio onde atuarão policiais civis e militares no menor período possível de tempo.

Fonte: Agência Sergipe de Notícias

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Polícia de Sergipe é a que mais elucida homicídios no Brasil

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A Polícia Civil de Sergipe tem, segundo a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o melhor índice de resolução de crimes contra a vida no Brasil. Para se ter uma ideia, de 277 inquéritos instaurados pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) em 2009, 189 foram concluídos com a definição e prisão dos autores.

Diretor do DHPP, delegado Everton Santos / Foto: Allan de Carvalho/SSP

Dados da Senasp mostram que nos estados mais desenvolvidos em termos de organização policial esse índice é, no máximo, de 30% a 40%. "Em Sergipe, o percentual de identificação e prisão dos infratores é de 68,23%, superando estados como Rio de Janeiro, com apenas 15%. Mesmo dentro de uma proporção em termos de população, estamos numa média excelente", explica o diretor do DHPP, delegado Everton Santos.

O caso de Sergipe chamou a atenção da Senasp e também de outros estados, como Alagoas. "Temos recebido a visita de representantes que querem levar informações do nosso trabalho para outros lugares, para que sirvamos de espelho para a atuação da polícia judiciária de lá, já que o homicídio é, normalmente, o crime de maior repercussão e que mais choca a sociedade", completa o diretor do Departamento.

A fórmula do sucesso, segundo Everton Santos, está em medidas simples adotadas pela Superintendência da Polícia Civil. "É obrigatória a participação de um delegado da Polícia Civil em todas as fases da investigação, desde a apuração do local de crime até o envio do inquérito à justiça, já que eles [os delegados] é que presidem cada um dos procedimentos", lembra.

Foto: Allan de Carvalho/SSP

Outras particularidades de Sergipe foram a implantação de equipes distintas para o local de crime e para a investigação e captura, e a alocação de recursos materiais e humanos. “Dessa forma, podemos levar em consideração as peculiaridades de cada local de crime, o que facilita uma apuração mais precisa e ágil. O objetivo é evitar que os policiais acumulem processos e se sobrecarreguem", aponta o policial.

"Temos hoje melhores equipamentos e veículos, e um maior número de agentes, além do apoio incondicional da Secretaria de Segurança Pública", reforçou Everton. Ele destaca ainda a padronização do serviço cartorário, através da qual foi estimulada a interação com os juízes e com o Ministério Público, e também a avaliação dos resultados, com a divulgação de estatísticas e estímulo aos agentes.

Para o delegado Everton Santos, outro objetivo da forte padronização, investigação apurada e agilização dos procedimentos é permitir que os casos vão a julgamento em menos tempo. "É importante que os casos envolvendo crimes letais sejam concluídos nos tribunais, evitando assim um 'funil de impunidade', afinal a falta de uma resposta forte, rápida, precisa e equilibrada do Estado estimula crime e violência. Essa é a resposta que os cidadãos nos cobram, com razão", comenta.

Fonte: Agência Sergipe de Notícias

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Acusados pelo triplo homicídio em Alagoas são sergipanos

Deic já prendeu um dos Criminosos e monta operação para prender restante do grupo que pode estar em Sergipe

Alessandro dos Santos já está preso

A Polícia Civil de Sergipe, através do delegado regional Antônio Francisco e do coordenador do DHPP, delegado Everton dos Santos, está dando apoio a uma operação da polícia de Alagoas para localizar e prender outros componentes da quadrilha responsável pelo triplo homicídio do Pontal do Peba, município de Piaçabuçu (AL), que vitimou o policial civil sergipano, Sérgio Figueiredo. Os criminosos são sergipanos e a polícia alagoana acredita estarem escondidos no Estado.

Os nomes dos criminosos foram levantados depois das investigações que tiveram a participação de agentes da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic/AL), após os trabalhos iniciais feitos pela Delegacia regional de Penedo, em Alagoas. A operação ocorre desde o último sábado, 16, sob o comando do Delegado Paulo Cerqueira no intuito de prender Valdemar da Silva Neto, conhecido por “Neto”, 25 anos, além de Marquinhos e Alan, que também participaram da ação criminosa.

Na última quinta-feira, 14, policiais civis do serviço de inteligência da Deic, prenderam Alexsandro dos Santos, 33 anos, “vulgo Alex”. Ele foi localizado e preso no bairro Rio Novo, em Maceió. Os mandados de prisão dos envolvidos foram expedidos pela Justiça alagoana, através da 17ª Vara Criminal.

Triplo homicídio

O triplo homicídio aconteceu depois que homens, em um Polo sedan, de cor prata, perseguiram o comerciante do ramo de pescados Gilson Marinho e o balearam quando ele tentava pedir socorro em um posto da Polícia Militar no Pontal do Peba. O perito criminal teria reclamado da ação dos criminosos que teriam dito serem policiais, e foi morto junto com o amigo.

A polícia alagoana descobriu que, na verdade, se tratava de um assalto e que o grupo já havia cometido outros ataques contra estabelecimentos comerciais e pessoas na região. O grupo é responsável pelo assalto a uma fábrica de gelo, um bar e um mercadinho ocorridos no Pontal do Peba.

O delegado Paulo Cerqueira, coordenador da Deic, informou que no dia do assalto Alex estava encapuzado, por já ter morado no Peba, e conhecendo a região dava dicas sobre a localidade aos demais integrantes do grupo criminoso.

O delegado Paulo Cerqueira disse que Valdemar da Silva Neto foi quem atirou no perito criminal sergipano Sérgio Figueiredo e no barbeiro Francisco Calixto. O empresário Jamyl Teixeira, amigo do perito, foi assassinado pelo homem conhecido por Marquinhos. O outro acusado na ação criminosa, de nome Alan, era quem dirigia o veículo.
Com informações da Ascom PC/AL

Fonte: Infonet

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

SSP auxilia investigações sobre morte de policial civil em Alagoas

O policial civil Sérgio Figueiredo

Colegas de trabalho do agente de polícia civil Sergio Figueiredo Souza, 51 anos, ficaram chocados com a notícia do seu assassinato ocorrido na noite desta segunda-feira, 11, na praia do Pontal do Peba no município alagoano de Piaçabuçu. O servidor da SSP foi covardemente morto por criminosos que se identificaram como policiais antes de matá-lo.

Assim que soube do fato, o secretário João Eloy determinou investigação imediata para elucidar o caso e prender os executores do policial. Ainda na madrugada, o delegado Everton dos Santos, coordenador do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), seguiu para Piaçabuçu a fim de auxiliar as investigações da polícia alagoana, com uma equipe de mais 15 policiais civis.

Além de Sérgio, foi morto um amigo que estava com ele, José Jaminho Teixeira, e um sapateiro que estava próximo ao local e presenciou a ação dos criminosos. O filho do policial, que também estava no veículo, por pouco não foi morto.

Sérgio ingressou no serviço público no dia 31 de outubro de 1979 e estava lotado desde o ano de 1983 no Instituto de Criminalística. Bastante emocionado, o diretor do Instituto de Criminalística, Leandro José de Menezes Lima, avaliou o episódio como uma tragédia. "O que apenas posso dizer é que perdemos um grande amigo e um excelente profissional", disse.

Já o diretor da Coordenadoria Geral de Perícias (Cogerp), Adelino Lisboa, destacou que o policial era um exemplo de profissional. "Sergio foi um grande colega e um excepcional profissional. Bastante atuante, ele não media esforços e a qualquer hora do dia estava à disposição das demandas da SSP. Foi um dos peritos com o maior número de procedimentos realizados nos últimos anos. Vai fazer muita falta". O corpo do policial civil permanece no Instituto Médico Legal de Maceió, onde aguarda a liberação. Ele será sepultado em Aracaju.

O superintendente da Polícia Civil, delegado João Batista, também lamentou a perda de Sérgio Figueiredo. “Era um dos melhores profissionais que tínhamos no Instituto de Criminalística. Hoje os que fazem a SSP estão muito tristes com a morte do Sérgio”, comentou.

Ação criminosa

De acordo com informações da polícia, o triplo homicídio aconteceu depois que um vendedor de peixe foi perseguido pelos criminosos pelas ruas do Pontal do Peba. A vítima foi interceptada nas proximidades da delegacia da cidade de Piaçabuçu. Lá, os criminosos se identificaram aos gritos como policiais para não chamar a atenção dos servidores que estavam na unidade policial.

O policial sergipano, que estava em uma rua próximo ao local, onde observava uma casa que pretendia alugar para passar o Carnaval com a família, ouviu o barulho e foi averiguar o que acontecia , identificando-se como policial. Os marginais, então, pediram para ele mostrar a carteira. Foi aí que Sergio foi atingido com disparos. O seu colega também foi morto sem piedade. Uma terceira vítima, que estava na esquina e presenciava todo o fato, foi executado, também, pelos criminosos. O filho do policial, que estava dormindo no carro, escapou por pouco.

Fonte: SSP

NOTA: O corpo do policial civil Sérgio Figueiredo Souza, 51 anos, chegou ontem em Aracaju. O velório aconteceu no OSAF, na rua Itaporanga, 436, e o sepultamente está marcado para às 9h desta quarte-feira, 13, no cemitério São Benedito, localizado ao lado do cemitério Santa Izabel. Os familiares convidam todos os amigos da Secretaria da Segurança Pública (SSP) para acompanhar o velório e enterro do policial.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Assaltante troca tiros e morre ao tentar assaltar cabo da PM

O cabo da Polícia Militar Adalvenan Gastor da Silva, 42 anos, se envolveu numa troca de tiros na noite de ontem, 29, por volta das 22h, com o desempregado Alisson Vieira Cassiano, 24, que tentou assaltar o militar e uma senhora no conjunto Marcos Freire II, em Nossa Senhora do Socorro. Durante o confronto, o infrator foi atingido no abdome e faleceu no próprio local. Já o policial, que atua no Batalhão de Choque da PM levou um tiro na perna esquerda, mas foi socorrido e não corre perigo de morte.

Segundo o comandante da Força Tática do Batalhão de Choque, capitão George Melo, o cabo Adalvenan tinha saído de serviço, estava à paisana, e se dirigia a sua casa. "Ele tinha descido do ônibus e seguia a pé para sua residência, quando percebeu que uma mulher de idade mediana corria em sua direção pedindo ajuda. Ela era perseguida por um homem com um revólver na mão, então o cabo sacou sua arma e deu voz de prisão ao suspeito, quando começou a troca de tiros. O cabo foi atingido na perna, mas conseguiu atingir o bandido", informou.

Depois de dominar o acusado, o cabo Adalvenan solicitou socorro por telefone ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) e também ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp 190). Quando as equipes chegaram, Alisson Vieira Cassiano já havia falecido e o corpo dele foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para ser necropsiado, enquanto o militar foi levado ao Hospital da Polícia Militar (HPM). O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil.

O responsável pela investigação será o delegado Luiz Carlos Xavier, que esteve com sua equipe no local do crime e já abriu um inquérito policial. "Já ouvimos o policial militar e também conversamos com a mãe do acusado, que revelou que ele era envolvido em outros crimes, já tendo sido preso, inclusive", revelou o delegado. Xavier ainda informou que as duas armas, dois revólveres calibre 38, foram examinadas e serão periciadas: a do policial teria efetuado cinco disparos, enquanto a do infrator estava com quatro munições deflagradas.

Fonte: NE Notícias

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