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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Amase lança projeto para destinar verbas pecuniárias a PM

A Associação dos Magistrados de Sergipe (AMASE), lançou na manhã desta segunda-feira (22), o projeto pioneiro: “Magistrados e Segurança Pública, uma parceria em prol da paz social”. Pela primeira vez, a magistratura sergipana põe em prática uma iniciativa que destinará parte das verbas pecuniárias que são arrecadadas em penas aplicadas para a criação e manutenção do Centro de Treinamento da Polícia Militar.

Os valores destinados serão realizados por juízes de cada Vara ou Comarca. A parceria visa que com o dinheiro arrecadado a Polícia Militar de Sergipe construa e mantenha seu Centro de Treinamento, um fato inédito para a corporação sergipana. “O papel da Amase é no sentido de incentivar e coordenar junto com os magistrados a destinação da verba. Esta campanha não é exclusivamente da Amase, é uma campanha de todos os magistrados”, faz questão de frisar o presidente da Amase, Antônio Henrique de Almeida Santos.

Para a Polícia Militar será a oportunidade numa pareceria como esta com a Amase realizar o sonho de 182 anos de existência. “A Polícia Militar está comemorando a parceria com a magistratura para colocar em prática a criação de um Centro de Treinamento para a corporação. O espaço nos foi cedido em comodato pelo SESI. É uma área de mais de 37 mil e 500 metros quadrados no município de Areia Branca, próximo ao presídio onde poderemos por em prática nossos treinamentos”, afirmou o coronel Paulo Paiva, relações públicas da PM.

A Polícia Militar poderá desempenhar neste centro de treinamento seu estande de tiros, instruções para ações táticas e estratégicas. “O retorno para a sociedade será muito grande. Entendemos que é um passo muito importante a união entre as instituições organizadas certamente trarão benefícios para a sociedade, de forma ajustada com cada um respeitando o seu limite, mas todos convergindo para um bem maior, que é a paz social. Uma integração da magistratura, do Ministério Público e sociedade civil organizada faz com que de mãos dadas chegarmos à tranqüilidade pública e a baixos índices de criminalidade, é isso que nós buscamos”, comemora o comandante da polícia Militar, coronel Marcony Cabral.

O comandante expôs para os magistrados presentes e também tirou dúvidas a respeito do centro de Treinamento da Polícia Militar. Este será o primeiro centro da corporação e pela área existente levará de volta a companhia de polícia para o município de Areia Brana.

AMASE

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Aquartelamento: policiais civis e militares realizam protesto em SE

Em todo estado de Sergipe, policiais civis e militares deram inicio nesta segunda-feira (08), a movimentos de protesto contra o atraso do pagamento e parcelamento de salários. Os agentes da polícia civil realizam uma paralisação parcial das atividades, já os militares, o que chamam de ‘Movimento Polícia Legal’.

Polícia Militar

Segundo a Associação dos Militares de Sergipe (Amese) a luta dos policiais militares é também pela implantação da progressão na carreira, já que muito estão sem receber a promoção e o subsídio. Segundo a associação durante o movimento os PMs irão cumprir a Legislação e deixar de utilizar carros da corporação que estejam com documentação atrasada e não usar os coletes vencidos. “Os policiais não irão usar coletes vencidos, carros sem placas, com pneus carecas, além do combate às contravenções, a exemplo do jogo do bicho”.

A assessoria de comunicação da PM informou que não reconhece o movimento e que as escalas de trabalho estão normais. De acordo com o relações públicas da polícia militar de Sergipe, coronel Paulo Paiva as guarnições deram entrada normalmente e as ocorrências estão sendo atendidas.

Reunião na Sefaz

Nesta manhã (08) aconteceu ainda uma reunião na Secretaria da Fazenda, para discutir como o governo poderá atender as demandas da categoria. Participaram da reunião a equipe técnica da polícia militar e corpo de bombeiros, o secretário da Fazenda, Jeferson Passos, além de representante do Sergipe Previdência para fazer a negociação.

Policia Civil

Segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Sergipe, João Alexandre Fernandes, durante a paralisação será priorizado os serviços internos. “Em respeito a PM atenderemos os serviços externos somente quando solicitados. Também não haverá desdobramentos sobre investigações criminais”, afirmou.

Fernandes disse ainda que as investigações serão realizadas somente em casos especiais como casos que envolvam grandes organizações criminosas e políticos corruptos. A Secretária de Segurança Pública de Sergipe (SSP) ainda não se manifestou sobre o assunto.

Fonte: Portal F5 News

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Sergipe: Subsídio da PM pode unificar soldos, triênios e adicional de periculosidade

O Comando da Polícia Militar do Estado de Sergipe reuniu seus integrantes em dois encontros e apresentou o projeto de subsídio e progressão por tempo de serviço, que implicará no reajuste salarial dos oficiais e praças que compõem a Corporação, bem como o Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe. As reuniões ocorreram na quarta e quinta-feira, dias 20 e 21, no Teatro Tobias Barreto, em Aracaju.

O momento é histórico, uma vez que é a primeira vez que o Comando da PMSE se propõe a reunir a tropa e debater amplamente um projeto que refletirá na melhoria salarial e de qualidade de vida dos integrantes da Corporação. Na ocasião, homens e mulheres da segurança pública puderam ouvir e sanar dúvidas sobre as propostas de subsídio e promoção por tempo de serviço, apresentadas no teatro pelo coronel Paulo Paiva, chefe da 5ª Seção do Estado Maior Geral.

O subsídio está prescrito constitucionalmente como uma parcela única de remuneração, compatível com parcelas indenizatórias, que, no caso da Polícia Militar, unificaria soldo (salário base), adicional de periculosidade (30%) e triênios (40%), com a garantia de todos os demais direitos e percepções indenizatórias hoje previstas.

De acordo com o projeto inicial, o impacto mensal para os servidores ativos seria de R$ 11.879,44, enquanto para os inativos este valor seria de R$ 5.063.447,25. “A equipe do governo alegou que da forma como estava, gerando impacto dessa magnitude, a proposta seria impraticável. Ante a dificuldade, a comissão encarregada da elaboração do projeto teve de fazer alguns ajustes”, salientou o capitão Alysson Cruz, oficial adjunto da 5ª Seção do EMG.

Para viabilizar sua concretização, segundo o oficial, a comissão técnica flexibilizou alguns pontos: “Adequamos o subsídio de cada posto e graduação, com vistas a garantir os direitos já existentes, e estabelecemos carga horária de trabalho de 40 horas semanais – uma reivindicação antiga das associações militares – para mitigar os impactos às finanças do estado”.

Agora, com os ajustes necessários, o impacto para os cofres públicos seria de R$ 7.822.684,16 para os servidores ativos. “Aumentaríamos em 11,11% o número de horas trabalhadas, economizando cerca de R$ 4,27 milhões ao Estado; diminuiríamos a premente necessidade de contratação de pessoal e minimizaríamos a necessidade de escalas extras com pagamento de Gratificação por Atuação em Eventos (GRAE)”, destacou o capitão Cruz.

Vantagens

O subsídio e a progressão por tempo de serviço já foram implementados pelas Polícias e Corpos de Bombeiros Militares dos estados do Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Tocantins, Rio Grande do Norte, Amapá e Roraima, além do Exército Brasileiro. Uma conquista que possibilitou maior fluidez na promoção de postos e graduações dentro da carreira militar.

Em Sergipe, a proposta de subsídio geraria um aumento de 45,16% no recolhimento mensal para previdência. Além de diminuir o déficit previdenciário militar, o projeto prevê a extinção do posto/graduação superior na aposentadoria, garantindo, porém, o direito à promoção e a um fluxo regular na carreira aos policiais e bombeiros militares.

“O projeto amplia as atribuições de cada posto/graduação, evitando colapso operacional e administrativo, bem como mantém o atual sistema de progressão, que será ajustado com a concepção de nova legislação de promoção, que contemple, desde planejamento de ingresso ao fim da carreira, um fluxo de carreira saudável para instituição”, detalhou o capitão.

Pela nova proposta, a promoção dos militares é garantida com o interstício previsto e mais a metade, limitado ao acréscimo de 2 anos, desde que a lei de promoção vigente não atenda à demanda de fluxo. Por esse raciocínio, um soldado, que necessita de oito anos de serviço para ascender à graduação de cabo, caso não haja vaga, seria automaticamente promovido após dez anos de serviço.

Ascom PM/SE

terça-feira, 19 de julho de 2016

Sergipe: Coronel e delegado trocam farpas durante entrevista

A sociedade não pode pagar por uma animosidade entre oficiais e policiais civis por conta de uma opinião, diz comandante sobre declaração de delegado

A declaração feita pelo delegado Paulo Márcio, presidente da associação dos delegados de policia de Sergipe (Adepol), feito na manhã desta terça-feira (19), de que é preciso mais oficiais nas ruas, no combate ao crime não agradou ao coronel Paiva.

Ao tomar conhecimento das declarações de Paulo Márcio, o relações públicas da policia militar, coronel Paulo Paiva, pediu espaço ao programa jornal da Ilha, para responder ao delegado que qualificou a PM como uma instituição “ultrapassada e obsoleta”, devido às regras que regem a corporação que ainda hoje segue orientações da RDE.

Demonstrando certa irritação com as declarações do delegado, Paiva disse que “o delgado Paulo Márcio não conhece a realidade da policia militar. É preciso ter conhecimento para fazer uma análise dessas. O nosso oficial passa vários anos se preparando e além disso, nem todos os oficiais são conhecidos da imprensa. Mas isso não quer dizer que eles não trabalham. Com essas afirmações o senhor parece que está espalhando a discórdia”, afirmou o coronel em entrevista à radialista Magna Santana.

Em resposta ao que disse o coronel, o presidente da Adepol, Paulo Márcio afirmou que “é preciso que o coronel Paiva ouça a tropa, os praças. Essa é uma instituição obsoleta, ultrapassada. O coronel não pode impedir que seja feita critica construtiva”, disse o delegado e completou, “oficial precisa parar de bater a cabeça nas repartições e ir para as ruas”.

Comandante – após a entrevista, o comandante da PM, coronel Marcony, também participou do programa para responder a Paulo Márcio e também foi duro em sua resposta. “Voce se entrincheirar em uma mentira e vir falar de uma instituição que é respeitada, isso não vou aceitar. Não interessa à sociedade um problema institucional discutido em rádio. eu não reconheço autoridade do delegado Paulo Márcio e vejo uma certa arrogância e tenho certeza que é uma opinião isolada”, explicou o comandante.

Coronel Marcony disse ainda que “não sou comandante de fachada. Estou na condição para dar uma resposta aos meus oficiais que não estão órfãos. Fiquem tranquilos porque essa não representa a opinião da maioria. Não vou aceitar ninguém vir dar opinião sobre a situação da PM. eu jamais vou aceitar uma critica descabida. Não vejo legitimidade para isso. Porque não nos procurou no quartel. A sociedade não pode pagar por uma animosidade entre oficiais e policiais civis por conta de uma opinião. A policia militar é patrimônio da população sergipana”, disse coronel e encerrou a entrevista avisando ao delegado que já comuniquei ao presidente da Assomise, coronel Adriano para que acione na justiça”, avisou o comandante da PM

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

segunda-feira, 18 de julho de 2016

PM reúne oficiais e convoca todos os praças da capital e interior para apresentação dos projetos de subsídio e progressão por tempo de serviço

Foto: PMSE

A Polícia Militar do Estado de Sergipe promoveu uma reunião nesta segunda-feira, 18, no Tribunal de Contas, para apresentação dos Projetos de Subsídio e Progressão por Tempo de Serviço para a Corporação, e convocou todos os praças da capital e do interior para uma reunião de esclarecimento dos projetos encaminhados ao Governo do Estado, a ser realizada nos dias 20 e 21 de julho, às 14h, no Teatro Tobias Barreto.

Na reunião, o comandante geral da PM, coronel Marcony, frisou o empenho de seu Gabinete e da Comissão na elaboração dos Projetos e, em seguida, passou a palavra ao coronel Paiva, presidente da Comissão de Negociação e Implementação dos Projetos, que detalhou os projetos.

Convocação – O Comandante Geral e a Comissão Técnica convocam a tropa para explanação dos projetos e esclarecimento das dúvidas. Os encontros acontecem nos dias 20 e 21 de julho, próximas quarta e quinta-feira, às 14h, no Teatro Tobias Barreto. Ressaltando que os policiais que estiverem de serviço no dia 20 deverão comparecer no dia 21 de julho de 2016, no mesmo local e horário para outra reunião com a mesma finalidade.

Fonte: PMSE

sábado, 18 de julho de 2015

Sargento é presa por abandono de serviço

Presidente de Associação recebe voz de prisão em Aracaju

A sargento Svetlana Barbosa Silva, presidente da Associação das Policiais Femininas do Estado de Sergipe, foi presa no final da manhã deste sábado, 18, acusada de abandono de serviço, crime previsto no Código Penal Militar, com pena de detenção que varia entre três meses a um ano.

De acordo com informações do tenente-coronel Paulo César Paiva, chefe da 5ª Seção da Polícia Militar de Sergipe, setor responsável pela comunicação social da corporação, ela estava escalada para supervisionar as equipes que estão atuando no policiamento ostensivo do Centro da cidade, que é a área vinculada ao 8º Batalhão da Polícia Militar.

No entanto, teria sido flagrada, segundo o tenente-coronel, na sede da Associação que preside realizando outros trabalhos, o que caracteriza, na ótica da corporação, abandono de serviço. Mas as informações que estão circulando nas redes sociais divergem desta versão apresentada pelo tenente-coronel Paiva.

De acordo com as informações veiculadas nas redes sociais, a sargento não saiu da área de atuação. Ela teria ido à sede da Associação, que fica no Centro da cidade, para utilizar o banheiro e retornaria ao posto para dar sequência à atividade profissional como supervisora das equipes. Mas recebeu voz de prisão em flagrante do tenente Jamisson, do 8º BPM, que a encaminhou à Corregedoria da Polícia Militar, onde está sendo lavrado o flagrante.

O advogado Márlio Damasceno, que atua na Associação dos Militares do Estado de Sergipe, recebeu estas informações e vê excessos nos encaminhamentos que levaram à prisão da policial. “Como abandono de serviço, se ela não se ausentou da área de atuação? Na minha ótica, não vejo abandono de serviço”, comentou o advogado.

Cássia Santana

Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Sindimed denuncia inutilização de leitos do HPM

Sindicato sugere que hospital contrate mais profissionais

Hospital da Polícia Militar. Foto Arquivo Portal Infonet

O Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed) denuncia que os leitos do Hospital da Polícia Militar (HPM) estão sem utilização. A informação do órgão sindical é que outras unidades de saúde estão sendo contratadas para prestar serviços que não são ofertados pelo hospital, e que é necessária a contratação de profissionais para atender a demanda de internamentos.

“A gestão optou por contratar serviços por fora, como leitos no Cirurgia, Santa Izabel, São José, além de contratos com o Renascença e o Primavera. Preferiram desativar os próprios serviços para contratar em outros locais”, afirma o presidente do Sindimed, João Augusto Albuquerque.

Ainda segundo João Augusto, o questionamento que o sindicato faz não é com relação à ampliação do leque de serviços oferecidos, e sim a falta de atuação nos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A ideia do presidente do sindicato é que o HPM torne-se um hospital do servidor público estadual. “Seria ótimo para o servidor e para o Serviço único de Saúde (SUS), pois desafogaria uma grande parcela”, relata.

O presidente ainda conta que, quando há internamento no HPM, este só ocorre de modo extraoficial, de maneira que, quando um paciente fica mais grave, fica internado e depois é transferido.

HPM

De acordo com o tenente-coronel Paulo César Paiva, chefe da 5ª Seção da Polícia Militar (PM), a situação declarada pelo sindicato já é pré-existente. Ele explica que o HPM é um hospital de média complexidade e que, por isso, a lei não exige que haja UTI.

“O hospital não é de portas abertas, ele foi criado para atender policiais, familiares e membros da segurança pública. E a finalidade do HPM é de atendimento ambulatorial”, relata, acrescentando que existe um convênio com o Instituto de Promoção e de Assistência à Saúde de Servidores do Estado de Sergipe (Ipesaúde) para casos de emergência.

Monique Garcez

Fonte: Portal Infonet

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Grupo reprovado no teste médico da PM cobra explicações

Candidatos se manifestaram na frente do HPM neste sábado

Cerca de 60 candidatos reprovados na inspeção médica do último concurso realizado pelo Governo do Estado para preenchimento de vagas na Polícia Militar (PM) de Sergipe afirmam que o resultado apresentado no site da PM não especifica o motivo da eliminação. O grupo realizou uma manifestação em frente ao Hospital da Polícia Militar (HPM) na manhã deste sábado, 12, cobrando explicações. 

De acordo com o candidato eliminado, Ian Capua, o resultado não explica o motivo real da eliminação. “Queremos saber o critério e a metodologia adotada para nossa inaptidão, porque não fomos informados no resultado”, comenta. 

O grupo suspeita que o motivo tem a ver com o teste de acuidade visual. “Suspeitamos que nos eliminaram por conta do teste oftalmológico. Contudo, as pessoas não podem ser eliminadas por conta disto, já que, esta debilidade visual pode ser corrigida com óculos, por exemplo”, argumenta. 

Uma candidata inapta, que não quis se identificar, informou que alguns candidatos pediram exoneração dos empregos a pedido da Polícia Militar. “Eles nos recomendaram a pedir exoneração do emprego e muitos candidatos acataram ao pedido, principalmente porque o resultado saiu ontem à noite e o curso já começa na segunda”, revela. 

Ela ainda coloca que os candidatos também compraram roupas e acessórios que possivelmente seriam usados no curso. “Tem gente que comprou o enxoval exigido, com duas calças, camisa, roupa de educação física e tênis”, acrescenta. 

Polícia Militar 

O tenente-coronel Paulo César Paiva, chefe do setor responsável pela comunicação social da corporação, explicou que a polícia não divulgou os motivos da inaptidão para não prejudicar os candidatos. “Não colocamos os motivos no site para não expor a situação médica pessoal dos candidatos. Porém, eles têm o direito de saber os motivos. Essa informação pode ser encontrada no próprio HPM”, observou o tenente-coronel. 

Sobre a manifestação dos candidatos a respeito de que teriam recebido orientação para pedir demissão de outros empregos e quanto as compras das vestimentas e acessórios, o tenente-coronel Paulo Paiva afirma que toda a situação seria de responsabilidade de cada candidato. “Quem pediu demissão ou comprou as roupas fez por conta própria. A polícia não fez esta recomendação”, garantiu.

Geilson Gomes e Cássia Santana

Fonte: Portal Infonet

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Sargento Edgard Menezes é preso por enviar ofício à AL

Punição disciplinar determina quatro dias de reclusão
 
O Sargento Edgard Menezes está detido na Corregedoria de Polícia Militar em cumprimento a uma punição decorrente de um processo disciplinar instaurado pelo Comando da Polícia Militar. O oficial, que é vice-presidente da Associação Dos Militares do Estado de Sergipe, está detido na sede do Grupamento Especial Tático de Motos (Getam) cumprirá quatro dias de reclusão.

De acordo com o advogado de defesa, Plínio Karlo, o sargento Edgard [como vice-presidente da Amese] enviou ofício aos deputados estaduais solicitando que fosse avisado da chegada dos projetos referentes à Polícia Militar na Assembleia Legislativa, para que pudesse ir ao plenário debater e prestar esclarecimentos sobre as reivindicações da categoria. “O comando da PM entendeu que ele infringiu a legislação militar e agora ele responde à um processo administrativo, na qual foi determinada a sua punição e uma alteração na sua ficha disciplinar, que reduz o seu comportamento de excepcional para ótimo”, explica o advogado. "Ele como representante de classe quer melhorias para os seus colegas de fardas. Em nenhum momento, ele tentou infringir o código militar”, destaca Plínio Karlo.

O tenente coronel Paulo Paiva, relações públicas da Polícia Militar , explica que a punição do sargento Edgar havia sido determinada em fevereiro, mas que uma liminar suspendeu a aplicação da pena. O habeas corpus concedido anteriormente foi cassado e a punição disciplinar foi divulgada na última terça-feira, 8, no Boletim Geral da Polícia Militar. “Ele enviou ofício como se fosse representante da PM, mas o representante legal é o comandante geral”, justifica.

Esta não é a primeiraa vez que que vice-presidente da Amese é preso. No dia 22, de março, o Edgard Menezes foi encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar, sob acusação de abandono de posto de trabalho. Ele foi solto um dia depois, após habeas corpus concedido pela justiça.

Verlane Estácio 
 
Fonte: Portal Infonet

sábado, 29 de março de 2014

Policial militar afirma que há clima hostil entre praças e oficiais na corporação

Militares dizem que caso o governo atenda reivindicação da PC sobre promoção automática e não à PM e BM, a crise na SSP pode se agravar mais ainda

Após a apresentação do plano de promoções que foi preparado pelo comando da Policia Militar, as associações realizaram uma assembleia ocorrida na tarde da sexta-feira (28), na sede da associação de cabos e soldados, onde foi apresentada para os praças a proposta do comando.

Durante toda a sexta-feira, o assunto entre os militares foi sobre as possíveis promoções. Se de um lado, os oficiais estavam satisfeitos, isso não ocorria com os praças.

O relações pública da PM, tenente-coronel Paulo Paiva concedeu várias entrevistas onde deixou claro como funcionará as promoções. Paiva mostrou que não é possível uma promoção automática, já que caso isso ocorra, a PM corre o risco de não ter mais soldados e passar a ter somente cabos.

O problema é que, há na corporação uma turma que entrou na PM onde mais de 800 homens incorporaram. Caso ocorra a promoção automática, esses 800 soldados seriam promovidos a cabo e a policia ficaria sem soldados.

No final da tarde de ontem, os militares resolveram não aceitar a proposta durante a assembleia. Eles alegam que “os oficiais serão os maiores beneficiados. Nós entendemos que eles merecem a promoção, mas nós também precisamos de nossas promoções, afinal hoje ainda tem militar que espera promoção há mais de 17 anos”, desabafou um militar.

Por conta dessa situação, um policial militar disse estar preocupado com o que poderá ocorrer a partir de agora no relacionamento diário entre oficiais e praças. O militar contou que “há um clima hostil entre os oficiais e os praças. Eu cheguei a ouvir de alguns oficiais que caso o projeto não seja aprovado, eles irão tratar os praças com rigor. Isso não é bom para ninguém. Nem para os oficiais nem para os praças e muito menos para a sociedade”, contou o militar afirmando ainda que “a situação pode se agravar ainda mais dentro da segurança pública, caso o governo conceda promoção automática para delegados e agentes da policia civil e não conceda o mesmo benefício para os militares”, disse.

Além disso, o comando marcou para esta segunda-feira (31), uma formatura onde irá apresentar à tropa o projeto de promoções. 

Fonte: Faxaju

sábado, 22 de março de 2014

Sargento Edgar Menezes é levado à Corregedoria da PM

O motivo seria um suposto abandono do posto de trabalho

Sargento Edgard foi levado a corregedoria da PM

O sargento Edgar Menezes, vice-presidente da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese) foi encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar, situado na avenida Rio de Janeiro, nesta sábado, 22. O motivo seria um suposto abandono de posto de trabalho.

De acordo com informações de familiares do sargento, Edgar Vieira está de serviço e aproveitou o horário de almoço para levar um documento na Amese, onde acontecia uma reunião de lideranças da Associação. Ao deixar o local, um tenente da Polícia Militar, o conduziu à Corregedoria.

A equipe do Portal Infonet esteve na Corregedoria, mas não conseguiu manter contato com algum representante da Polícia Militar. Informações dão conta de que o sargento, Edgar Menezes está prestando esclarecimentos, mas ainda não há previsão de quando ele possa ser solto.

PMSE

A equipe do Portal Infonet entrou em contato com o assessor de comunicação da PMSE, tenente-coronel Paulo César Paiva que esclareceu que o sargento Edgar está de serviço na 3ª Companhia do 1º Batalhão e foi encontrado por um oficial na Amese, onde se caracterizaria crime militar.

Informou ainda que neste momento, além do sargento, estão sendo ouvidos o oficial de operações que fez o encaminhamento do sargento e o comandante do Batalhão.

O tenente-coronel destacou ainda que não há qualquer viés político na questão e que tão logo seja realizada as ouvidas, a Corregedoria irá decidir se houve ou não crime militar e se o sargento deverá ou não ser preso.

Aisla Vasconcelos

Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Sintra: corujões permanecerão sem circulação em Aracaju

Sintra diz que ‘corujões’ não tiveram policiamento no Pre-Caju

Miguel Belarmino diz que paralisação pode estender-se a demais linhas de ônibus

A desarticulação das três linhas de ônibus que circulam em Aracaju entre às 0h e 4h, os chamados ‘corujões’, completa cinco dias nesta terça-feira, 28. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Aracaju (Sintra), Miguel Belarmino, a falta de policiamento para garantir a segurança de motoristas e cobradores é o principal motivo da paralisação.

“A interrupção dos serviços realizados pelos ‘corujões’ será por tempo indeterminado e, caso não haja garantias de policiamento, será estendida às demais linhas que totalizam 500 ônibus circulantes em Aracaju e na Grande Aracaju”, garante Belarmino.

Segundo o presidente do Sintra, uma reunião com o secretário de Segurança Pública, João Eloy de Menezes, foi realizada na última sexta-feira, 24, a qual definiu um sistema de policiamento específico para o Pre-Caju, e que o mesmo seria mantido.


“Porém, isso não aconteceu na prática, daí a paralisação dos ‘corujões durante a prévia, a qual foi mantida até o momento e será até que providências sejam tomadas’”, explicou Miguel.

SMTT

De acordo com o diretor de transportes públicos da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), coronel Péricles Menezes, o órgão não pode interferir na ação que é de responsabilidade da Secretaria de Segurança Pública (SSP/SE).

“Nosso papel é elaborar escalas e das empresas, enviar os ônibus. A segurança dos profissionais do volante, por sua vez, e algo solicitado pelo Sintra, o que vai acontecer até que a SSP providencie a escolta solicitada pelos sindicalistas e trabalhadores”, explicou coronel Péricles.

PM/SE

Segundo o assessor de comunicação da Polícia Militar de Sergipe (PM/SE), o tenente-coronel Paulo Paiva, a escolta solicitada pelo Sintra não pode ser viabilizada pela corporação.

“Não há como providenciar escolta para atender todas as linhas de ônibus que circulam em Aracaju e Grande Aracaju. No que diz respeito, especificamente, aos ‘corujões’, é possível que haja alteração especial no sistema de segurança, mas ainda não fui informado sobre essa ação”, garantiu Paiva.

Por Nubia Santana 

Fonte: Portal Infonet

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Policial militar é assassinado em tentativa de assalto

Soldado estaria fazendo segurança em bar na orlinha
Carro incendiado após assassinato (Fotos: Cássia Santana/Portal Infonet)
O soldado Edvaldo Silva Santos Junior, 32, foi assassinado a tiros na madrugada desta sexta-feira, 6, na orlinha do bairro Industrial, em Aracaju. Os primeiros levantamentos da polícia indicam que o soldado estaria fazendo segurança para um bar na orlinha e teria interferido na ação de três homens que tentavam assaltar a proprietária do estabelecimento comercial, que estava saindo em uma Hilux na companhia de uma amiga.

O policial foi alvejado a tiros e o assalto frustrado. Mas esta seria a primeira versão e a polícia também não descarta a possibilidade de crime de mando, segundo informações do tenente-coronel Paulo César Paiva, chefe da 5ª Seção da Polícia Militar, em decorrência das circunstâncias em que ocorreu a morte do policial.

Conforme a PM, após o assassinato, os três homens fugiram em um Ford K, de cor preta, que foi incendiado e abandonado nas imediações do Moinho Sergipe, no mesmo bairro. O veículo foi encontrado durante as diligências realizadas pela Polícia Militar para identificar suspeitos.
Próximo ao veículo há um pé de tênis queimado
Para o tenente-coronel Paiva, o fato dos bandidos já estarem com esquema de fuga articulado com um outro veículo, ainda não identificado, à disposição para prosseguir a fuga, leva também ao entendimento de que o policial já estaria marcado para morrer. No entanto, predomina a versão de que o policial estaria fazendo o famoso ‘bico’ e que teria agido para evitar o assalto contra a proprietária do estabelecimento comercial. “Mas não há nada provado ainda”, observa o tenente-coronel.

O policial estava armado no momento em que foi alvejado por tiros. A Polícia Militar ainda não identificou o tipo da arma, que fora roubada. Segundo o tenente-coronel Paiva, o soldado E. Júnior, como era conhecido, não teve chance de reagir.

As investigações serão realizadas pela Polícia Civil, por meio do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). A população pode contribuir para elucidar este e outros crimes transmitindo informações por telefone: basta ligar o número 181. A identificação do informante será preservada.

Por Cássia Santana

Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Coronel Paiva explica seleção dos PMs para o quadro de acesso

No dia 20 de agosto, o juiz José Anselmo de Oliveira, do Juizado da Fazenda Pública de Aracaju, concedeu uma liminar favorável exigindo que as 17 militares femininas que recorreram à Justiça em busca do direito de ser promovidas do posto de soldado ao de cabo, fossem incluídas no quadro de acesso, o que levou o comando a ser obrigado a retirar 17 policiais da relação de promoção para dar lugar essas policiais.

Segundo o tenente-coronel Paiva, elas já estavam listadas há bastante tempo, pois o comando já vinha fazendo a seleção dos militares que estariam aptos a serem promovidos de acordo com a legislação. Paiva ressaltou que o comando não é contra nem a favor de que essas policiais femininas recebam a promoção, inclusive, entre os 17 policiais que foram retirados do quadro, para que essas policiais femininas fossem incluídas, existiam mulheres.

“O que o comando leva em conta é a legislação. O quadro continha policiais que faziam parte de turmas da antiguidade, que entraram na polícia em turmas anteriores dessas 17 militares femininas. E esse é o critério primordial de promoção. Aquele mais antigo, é promovido primeiro”, explicou o coronel.

Além disso, Paiva revelou que recebeu o processo três dias antes da promoção. “A promoção estava marcada para uma segunda-feira, nós fomos avisados na sexta-feira”, disse. Mas garantiu que o comando não fez juízo de valor em relação a ordem judicial. “Nós prestamos informações sobre os motivos pelos quais utilizamos os critérios de antiguidade para realizar a promoção. Mas fizemos o que a justiça pediu e estamos aguardando a finalização do processo para saber se continuará assim e poder fazer a promoção”, disse.

Sobre o comportamento desrespeitoso dentro da corporação que a sargento Svetlana Barbosa descreveu para o Portal F5 News (CLIQUE aqui para ler matéria relacionada), o coronel Paiva disse que desconhece qualquer tipo de ação desse tipo. Ele acredita que dentro da corporação existem alguns policiais que têm opiniões diferentes, e que isso pode gerar comentários, mas garantiu que se houverem denúncias o comando irá responsabilizar o policial pelo ato.
 
Fonte: F5 News

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Guardas entram com ação civil pública contra a SMTT

Com a ação, o Sindicato dos Guardas Municipais espera acabar com os que consideram desviados de função autuando no trânsito de Aracaju

Thiago Oliveira e Ney Lúcio querem cumprimento de lei municipal Fonte: Portal Infonet

Como estava previsto, o presidente do Sindicato dos Guardas Municipais, Ney Lúcio dos Santos e o advogado Thiago Oliveira, deram entrada em uma ação civil pública no Fórum Gumersindo Bessa, reivindicando o fim do “desvio de função” na Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT). Eles defendem o cumprimento da Lei 2.948/2001, que trata do Plano de Cargos e Carreira da Guarda Municipal e determina que apenas exerçam a função de agente público, quem for concursado.

Ney Lúcio ressaltou que caso a SMTT continue mantendo pessoas de outros órgãos como agentes de trânsito, a população será prejudicada. “Isso porque a sociedade está confusa, não sabe quem é guarda e quem não é. Nós defendemos que essas pessoas em desvio de função até podem trabalhar na SMTT, desde que não seja no trânsito, pois essa é uma atribuição específica dos guardas”, afirma.

O sindicalista disse ainda que uma das maiores preocupações é com as autuações. “Para se ter uma idéia, só um desviado de função chega a lavrar até 400 autos de infração por mês. Se essa pessoa está trabalhando de favor, que autonomia tem? Ou vai virar Robô?”, indaga referindo-se aos contemplados com cargos em comissão.

Ação Civil

O advogado Thiago Oliveira explicou que a ação civil pública tem por finalidade, afastar de imediato todas as pessoas que estão atuando como agente de fiscalização de trânsito. “Se a liminar for concedida, o sindicato vai se comprometer a divulgar uma lista com o código de autuação e de posse disso, as pessoas que se sentirem prejudicadas no trânsito, podem verificar pelo código se o agente é concursado ou não e daí pode entrar na Justiça solicitando ressarcimento ou indenização”, enfatiza.

Parquímetros

O prefeito Edvaldo Nogueira anunciou nesta segunda-feira, 22, que os parquímetros passam a ser administrados pela SMTT. “Com isso, a preocupação com o possível aumento de desviados de função. Se hoje já são quase 20, com a administração dos parquímetros, esse número pode crescer. Esse é o nosso medo. O próprio município não quer respeitar uma lei municipal”, lamenta o sindicalista.

Cargo em Comissão

Em recente entrevista ao Portal Infonet, o diretor de Trânsito da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT), major Paulo Paiva informou que não existe desvio de função. “Essa história de desvio de função não existe. São dez supervisores que possuem cargos de confiança”, afirmou.

Fonte: Portal Infonet

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