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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Sargento Edgard: Policial reclama do atendimento no IPESaúde


Um sargento da Polícia Militar está indignado com o atendimento dispensado aos usuários do instituto, que segundo ele, tem um bom arrecadamento mas não presta um bom serviço aos associados. O sargento Edgard Menezes que precisou de atendimento médico para sua mulher, diz que “tenho que registrar minha indignação com a estrutura oferecida aos usuário”, diz o militar. Outra reclamação do policial é o fato de homens e mulheres ficarem juntos para serem atendidas. “Outro aspecto negativo é o fato de ficar mulheres e homens no mesmo local de atendimento médico”.

Veja o desabafo do militar:

“Ontem, precisei levar minha esposa ao serviço de urgência do Ipesaúde, que fica localizado no HPM. Quero parabenizar os profissionais que lá se encontravam no plantão, foi um atendimento impecável. Porém, tenho que registrar minha indignação com a estrutura oferecida aos usuários. Tive que andar aproximadamente 20m escorando minha esposa  no ombro e na outra mão, levando o tubo de soro, isso para ela ir ao banheiro, pois tinha que sair da sala que ela estava e passar pela recepção para chegar ao banheiro. 

Outro aspecto negativo é o fato de ficar mulheres e homens no mesmo local de atendimento médico, tivemos que fazer procedimento de limpeza e exame onde foi necessário levantar a blusa, claro que colocaram um biombo, mas não é correto. Quando o Ipesaúde resolveu cobrar um percentual para cada dependente, eu compreendi, afinal, nenhum plano cobra um taxa do titular e o mesmo pode colocar dez dependentes de graça. Porém é preciso reverter essa cobrança, que eu entendo justa, em serviços de qualidade, para encerrar eu informo que antes da cobrança dos dependentes eu pagava 275,00 reais pelo plano, depois da cobrança passei a pagar, 576,00 reais”.

Sargento Edgard Menezes

Fonte: Faxaju

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Sem conhecer Código Militar, advogado de Alcivan fala besteira, diz Sargento

Sargento Edgard. Arquivo Aspra

Uma entrevista concedida por Valter Neto, advogado do empresário e também advogado Alcivan Menezes, no final da manhã desta terça-feira (24), terminou irritando alguns militares, quando ele afirma que no Presídio Militar (Presmil), “há policiais civis e militares homicidas e assaltantes”. O comentário do advogado foi feito após o desembargador Diógenes Barreto negar o pedido de habeas corpus de seu cliente que cumpre prisão domiciliar.

Assim que o advogado concluiu a entrevista, o sargento da policia militar Edgard Menezes, procurou a redação para poder responder ao advogado. Em nota, o militar diz que “por desconhecimento do código penal militar, o advogado de Alcivam. Menezes, falou besteira em entrevista concedida ao SETV 1a edição”.

Irritado, o policial afirma que “diante da negativa do desembargador Diógenes Barreto, em conceder habeas corpus aos seus clientes que estão em prisão domiciliar e a narrativa de que seus clientes deveriam ir para o Presmil, o advogado saiu com essa pérola. No Presmil tem policiais militares e civis, assaltantes e homicidas”.

Edgard afirma que o advogado desconhece o Código Miliar. “Quero esclarecer ao doutor, que ele desconhece o código Militar, que muitos dos policiais militares vão para aquela instituição, simplesmente por desobedecer um superior hierárquico, por supostamente abandonar o serviço, por se ausentar dá PM por mais de oito dias. Portanto, crimes tipicamente Militar, que se fosse no código penal cívil, nem crimes seriam. Portanto peço respeito para com os policiais militares”, avisou o PM.

Ao final, o sargento Edgard pede que o advogado trate bem os miltiares. “E se tiver algum policial aguardando julgamento lá no Presmil, estará na mesma situação que o seu cliente, ainda sem definição se é culpado ou inocente. Trate com mais respeito quem passa o dia defendendo sua família dos marginais, não é só entre os advogados que existe homens do bem”, desabafa o PM.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Pirotecnia! Escreve Sargento da Polícia Militar

Sargento Edgard. Arquivo Aspra

Ao longo do meus 25 anos como policial militar, respondi à diversos processos administrativos e judiciais, todos por defender minha categoria e expressar livremente o meus pensamentos. Algumas vezes tiraram minha liberdade por ter feito a cobrança de melhores condições de trabalho para defender a sociedade. É muito difícil ficar calado, quando nós, que estamos dentro da segurança pública, sabemos da falência do sistema, não me refiro unicamente a Sergipe, é uma falência do sistema de segurança pública nacional.

A Força Nacional, é o maior engodo já criado pelo governo federal, não me refiro aos profissionais que atuam na força, me refiro a baixa eficácia do programa. Gastam milhões para enviar 100, 200, 300 policiais que não conhecem o Estado, que não vão permanecer muito tempo no local para o qual foram deslocados e principalmente, não passa de um paliativo.

Em nosso país a política de prevenção contra a marginalidade está abandonada, o investimento é todo voltado para a PIROTECNIA dos crimes do colarinho branco. O investimentos são quase todos voltados para as grandes operações contra a corrupção de políticos e gestores públicos, que sem dúvida tem que acontecer, porém são crimes que não necessitam de confronto para o cumprimento de prisões ou apreensões.

As Polícias Militares do Brasil, atuam quase que estritamente, na repressão, o papel fundamental que é a prevenção foi abandonada. O fato de termos duas polícias estaduais, exclusivo do sistema brasileiro, é outro fator que burocratiza a segurança pública. Que as nossas autoridades ” competentes ” façam uma mudança urgente.

Sargento Edgard Menezes (Cidadão Brasileiro)

Fonte: Faxaju

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Sergipe tem menos da metade do efetivo de bombeiros previsto em lei


O incêndio registrado na noite desta terça-feira (10) no hipermercado atacadista da rede Makro, em Aracaju (SE), que deixou toda a loja destruída, levanta a preocupação para o baixo efetivo do Corpo de Bombeiros em Sergipe. A corporação tem cerca de 580 militares na ativa, ou seja, menos da metade do efetivo necessário previsto por lei, de 1.200.

Ao todo, 78 homens atuaram no combate ao sinistro e mais da metade precisou ser chamada às pressas. Equipes de folga tiveram que ser acionadas e trabalharam durante toda a madrugada. Como um dia atípico, ontem também foram registradas outras ocorrências no período da tarde, incêndios no bairro São Conrado, na capital, e ainda na Serra de Itabaiana, situada no agreste sergipano; entre outras obrigações cotidianas da corporação.

Atualmente, de acordo com o sargento Edgar Menezes, ex-presidente da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese), existe um pouco mais de 500 bombeiros. Segundo ele, o déficit é muito grande tendo em vista a população de Sergipe.

“São 75 municípios, se analisar homens de folga, de licença médica ou por algum motivo, acabamos ficando quase sem ninguém para guarnecer o estado. Para se ter uma ideia no caso da morte do ator Domingos Montanger (morto afogado no Rio São Francisco) teve que chamar mergulhadores de folga porque não tem efetivo de mergulhadores no estado”, afirma o sargento. Ele considera que o número de homens a atuarem no combate ao fogo no Makro não foi pequeno, mas reforça que o atual efetivo é insuficiente.

“É um quarto do que deveria existir. A necessidade de concurso público para bombeiro militar é urgente. Não adianta ter feito concurso, de 300 ou 500 homens, se a lei prevê 2 mil homens. Está muito aquém do que necessita o Estado”, critica Menezes. A expectativa é que o concurso, que foi anunciado dia 11 de março do ano passado, seja confirmado este ano. A última seleção foi realizada em 2006, quando foram oferecidas apenas 150 vagas, sendo 120 para homens e 30 para mulheres.

Ao F5 News, o comandante da corporação, coronel Eduardo Pereira, reconheceu a deficiência de pessoal e disse que busca conscientizar o governo da necessidade de recompor os quadros. “O governo tem sinalizado positivamente, estamos em um processo bem adiantado e deveremos ter o anúncio de um novo concurso público, tanto para oficiais como para praças, agora em 2017”, declarou. O Governo de Sergipe diz ter a “perspectiva de realizar concurso para Polícia Militar e Corpo de Bombeiros até o final de 2017, levando em consideração a saúde financeira e fiscal do estado”. 

Fernanda Araujo e Will Rodriguez

Fonte: Portal F5 News

quinta-feira, 28 de julho de 2016

"Não basta abrir um letreiro escrito PAC", escreve Sargento

Sargento Edgard. Arquivo Aspra

Há alguns anos tenho dito, que a segurança pública de Sergipe, começa por uma boa reestruturação do Policiamento Comunitário. Não quero com isso, dizer que todos os problemas na área de segurança pública estariam resolvidos, mas seria um grande avanço. A população mora em bairros, e é lá que a polícia deve se fazer presente, o policial comunitário passa a conhecer a população daquele logradouro e vice-versa.

Não é somente abrir um letreiro escrito PAC ( Posto de Atendimento ao Cidadão ), em uma casa alugada e dizer a população que reestruturou a Polícia Comunitária. É necessário o remanejamento do efetivo policial, precisa ter uma estrutura para a instalação dos policiais, tem que ter viatura, garantir três PMs na viatura fazendo patrulhamento no bairro, e dois recepcionando o cidadão que chega para solicitar ajuda, ao mesmo tempo que realizam o policiamento próximo a área do PAC.

Me perguntam se é possível manter postos comunitários abertos, pois sabemos que o efetivo é diminuto. É possível, temos o BESP (Batalhão Especial de Segurança Patrimonial), o PAC é um patrimônio do povo, a PM deve utiliza-los para manter os postos abertos e no atendimento do cidadão, enquanto os demais fazem rondas.

Seria um ganho significativo em segurança pública, os bairros ocupados por policiais militares, enquanto que outros Batalhões ou Cias, como a Rádio Patrulha, GETAM, CHOQUE, Cavalaria, ficam livres para fazer o recobrimento das áreas de ligação entre os bairros, ou chegam em apoio a uma possível ocorrência de maior gravidade.

É uma ideia que pode ser melhorada, mas tenho certeza que é um norte para melhorar a segurança pública de Sergipe. Sempre coloquei essa ideia para meus superiores, infelizmente nunca fui ouvido.

Sargento Edgard Menezes (cidadão brasileiro)

domingo, 3 de julho de 2016

Sargento Edgard: Sargento vê inconstitucionalidade em lei estadual

Ex-presidente da Amese diz que militar deve ir para a reserva

Sargento Edgard. Arquivo Aspra Sergipe

O sargento Edgar Menezes, ex-presidente da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese), considera como grande avanço, mas abre uma discussão quanto ao aspecto constitucional da lei aprovada nesta quinta-feira, 30, na Assembleia Legislativa do Estado que garante o retorno do militar à corporação após o cumprimento de mandato eletivo.

O ex-presidente da entidade que acolhe os interesses dos policiais militares vê com preocupação a aprovação desta lei. Na opinião do sargento Edgar Menezes, a constitucionalidade desta lei aprovada na quinta-feira pelos deputados estaduais poderá ser questionada. “Sou favorável à lei, mas acho que é inconstitucional porque é a lei federal que estabelece [a inatividade do PM que exercer cargo eletrivo]”, comentou o sargento. “Acho que só pode mudar uma PEC [Proposta de Emenda Constitucional] à Constituição Federal”, observa o militar.

De acordo com as explicações do advogado Evânio Moura, professor universitário, a matéria é tratada no Capítulo IV da Constituição Federal, que dispõe sobre os direitos políticos. Conforme destaca Evânio Moura, o parágrafo oitavo do artigo 14º da Constituição Federal destaca que o militar alistável é elegível, desde que se afaste da atividade, se contar com menos de dez anos de serviço, ou agregado pela autoridade superior e, se eleito, passará automaticamente para a inatividade, no ato da diplomação, em caso de contar com mais de dez anos de serviços prestados na corporação.

O advogado não entra no mérito da lei estadual aprovada pela Assembleia Legislativa de Sergipe por desconhecê-la. “A ideia da Constituição Federal não me parece essa [a garantia do retorno do militar à atividade após cumprir mandato eletivo]. Não sendo eleito, o militar volta à atividade, mas sendo eleito passa automaticamente para a reserva, é isso que está na Constituição, mas só fazendo uma análise mais cuidadosa da lei [aprovada em Sergipe] para saber se é ou não inconstitucional”, comenta o advogado, também professor do curso de Direito.

O diretor de comunicação da Assembleia Legislativa, Marcos Aurélio Costa, garante ser constitucional a mais nova lei aprovada pelos deputados estaduais sergipanos. “Não há inconstitucionalidade nesta lei. Em outros Estados, as Assembleias Legislativas já adotaram a mesma postura”, observou o diretor da Assembleia.

Cássia Santana

Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 31 de maio de 2016

Sargento Edgard vai ser julgado por suposto abandono de serviço

Sargento Edgard Menezes. Foto Arquivo Aspra

O sargento Edgard Menezes volta a sentar nos bancos dos réus, após ser acusado de supostamente ter abandonado o serviço. O julgamento do militar está marcado para acontecer às 10 horas desta quarta-feira (01), no na 6ª Vara Militar, no Fórum Gumercindo Bessa.

Sargento Edgard foi preso em 2014, quando se encontrava na Amese, em seu horário de almoço, onde acontecia uma reunião para a criação de um documento que seria entregue da Assembleia Legislativa. À época, Edgard estava de serviço e como as refeições são feitas fora do local onde militar presta serviço, então ele resolveu passar na Associação para entregar o documento.

Minutos após a sua chegada, ele foi levado por policiais da Radiopatrulha para a Corregedoria da Policia Militar.

Ao ser indagado pela redação do FAXAJU para explicar a sua versão do caso, sargento Edgard afirmou que “naquele dia eu aproveitei o meu horário de almoço para passar na AMESE, antes da refeição, e entregar por escrito a minha idéia de projeto que se referia a promoção automática. Haja visto que eu não concordava com o projeto do comandante geral da época, que na minha opinião tratava o número de promoções de forma desigual, ou seja, seriam promovidos mais oficiais do que praças, quando o quantitativo de praças é bem maior do que o de oficiais, e que também resultaria na diminuição do efetivo da PM, o que acabou acontecendo. Mas estou confiante em Deus e na justiça, amanhã vai ficar provado que eu não abandonei o serviço disse o militar.

Fonte: Faxaju

sábado, 18 de julho de 2015

Svetlana, presidente da Asimusep, é presa e encaminhada a corregedoria da PM



A sargento Svetlana, presidente da Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública (ASIMUSP), acaba de ser presa por um oficial da policia militar de Sergipe e encaminhada à Corregedoria.

A 1º sargento Svetlana foi presa por volta das 11 horas deste sábado (18), durante o seu expediente de trabalho. Não há informações concretas sobre os motivos da prisão da sargento e representante de classe. Até o momento o que se comenta é que a sargento que estaria em serviço neste sábado, e teria ido até a sede da associação onde ocorreu o flagrante e a prisão.

A situação de Svetlana foi vivida no ano passado pelo então vice-presidente da Amese, sargento Edgard Menezes, que também foi acusado de abandonar o serviço para se dirigir à sede da associação, onde à época acabou sendo preso.

Ao tomar conhecimento da situação da colega militar, o presidente da Amese, sargento Vieira se delocou para a corregedorria para prestar apoio à militar e colocar os advogados da associação à disposição da sargento.Mais informações em instantes

Munir Darrage 

Fonte: Blog da Amese

NOTA: A Aspra Sergipe, representada por seu vice-presidente, sargento Anderson Araujo, também se faz presente na corregedoria em apoio à presidente da Asimusep/SE. Posteriormente serão prestadas mais informações sobre o caso.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Blog Capitão Mano: mais três testemunhas são ouvidas

Capitão Samuel e o Sargento Edgard participaram da audiência

Aconteceu no final da manhã desta terça-feira, 23, na 6ª Vara Criminal do Fórum Gumersindo Bessa, mais uma audiência presidida pela juíza Juliana Nogueira Galvão Martins, sobre o inquérito policial aberto pelo Ministério Público Estadual, tendo como réus, o capitão Ildomário Santos Gomes e o tenente Lucas Neves Santos, que investiga a identidade dos responsáveis pelo Blog Capitão Mano [o blog tecia críticas ao Comando da Polícia Militar e à Secretaria de Segurança Pública de Sergipe]. Três testemunhas de defesa foram ouvidas. O secretário Mendonça Prado não compareceu e uma nova audiência ficou marcada para o dia 19 de agosto.

Com a ausência do secretário de Segurança Pública de Sergipe, apesar das várias citações, foi ouvido como testemunha de defesa, o comandante da Guarda Municipal de Nossa Senhora do Socorro, major Luis Henrique Oliveira Rocha. Foram ouvidos também nesta sexta-feira, o sargento Edgard Menezes Silva Filho e o deputado Capitão Samuel Alves Barreto e todos afirmaram “não saber quem é o autor do blog e que cogitaram ser várias pessoas”.

O advogado de defesa, Márlio Damasceno disse estar tranquilo, principalmente pelo fato de os computadores apreendidos na sede da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese), não terem sido lacrados. “Quando pegaram os computadores não lacraram. A perícia para ser feita com a devida lisura, tem que lacrar os objetos e colocar selo, o que não foi feito, inclusive o presidente da Amese, sargento Jorge Vieira fotografou tudo e documentou”, destaca. Deverá ser ouvido ainda em Brasília, o deputado federal (PDT/MG), o subtenente Luiz Gonzaga Ribeiro.

Aldaci de Souza

Fonte: Portal Infonet

quarta-feira, 25 de março de 2015

Sargento Edgard é condenado em mais dois processos

O sargento Edgard Menezes voltou a sentar no banco dos réus, no Fórum Gumercindo Bessa, e mais uma vez foi condenado. O crime do militar está relacionado ao Artigo 166 do CPM. O sargento Edgard Menezes enfrentou na manhã desta quarta-feira (25), mais dois julgamentos que aconteceram na 6ª Vara Criminal Militar, no Fórum Gumercindo Bessa, em Aracaju.

A acusação que pesa contra o militar do qual ele foi julgado e condenado, seria comentários e publicações que teriam sido feitas pelo sargento, sobre melhorias para a policia militar. Por conta disso, ele foi condenado baseado no Artigo 166, do Código Penal Militar. 

O que diz o Art. 166 – Código Penal Militar - “Publicar o militar ou assemelhado, sem licença, ato ou documento oficial, ou criticar publicamente ato de seu superior ou assunto atinente à disciplina militar, ou a qualquer resolução do Governo. Pena - detenção, de dois meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave”.

Com essas duas condenações, o sargento já enfrenta três processos em que ele foi condenado. No caso de hoje, em um dos processos, o resultado foi de 5 a 0, pela sua condenação e no outro, foram 3 votos a favor da condenação e dois contra.

Procurado pela redação para falar sobre o assunto, sargento Edgard limitou-se apenas a dizer: “não tenho nada o que comentar. Apenas quero dizer que vou recorrer de todas as condenações”, desabafou o militar que deve ser hoje, o militar com maior número de processos, por conta de sair em defesa da classe militar.

Fonte: Faxaju

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Sargento Edgard tem prisão decretada pelo Comando e vai cumprir mais quatro dias no Getam

Em menos de 30 dias, vice-presidente da Amese é condenado duas vezes à prisão. Cada uma delas de 4 dias de detenção em regime fechado

Foto: Arquivo Portal Infonet

O vice-presidente da Amese, sargento Edgard Menezes está enfrentando dois grandes problemas. O primeiro por estar passando por tratamento médico estando inclusive de licença por 30 dias. O segundo por ter que cumprir em menos de 30 dias mais uma vez, uma prisão de quatro dias, a segunda em menos de trinta dias.

O sargento Edgard Menezes teve a sua prisão decretada pelo comando da policia militar e deverá cumprir os quatro dias de detenção na sede do Getam, onde recentemente esteve preso.

A ordem de prisão do militar fui publicada no BGO da corporação nesta quarta-feira (30) e o militar deverá se apresentar, mesmo estando de licença médica, na próxima sexta-feira (02), na sede do Getam.

Procurado para falar sobre o assunto, Edgard Menezes que se encontrava no consultório médico, se limitou apenas a dizer que “estranhamente depois que declarei minha pré-candidatura a deputado estadual, as punições se tornaram corriqueira”, reclamou o militar. 

Fonte: Faxaju

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Democracia para alguns, Ditadura para outros

Na minha opinião a liberdade só perde em importância para vida, os dois maiores bens do ser humano, vida e liberdade, nessa ordem.

A democracia é muito propagada em nosso país, assim como o conjunto leis vigentes, que orgulham os juristas e legisladores da nossa Pátria Amada Brasil. São tantas as leis para garantir os direitos e a cidadania do povo brasileiro, que a cada ano são lançadas coletâneas, para que os advogados e profissionais da segurança pública se mantenham atualizados.

O cidadão brasileiro deve aproveitar a democracia na sua plenitude, pois não existe coisa melhor, já estive do lado do povo alcançado pela democracia. Hoje na condição de policial militar não passo de um SEMI-CIDADÃO vivendo na plenitude da ditadura militar, o respeito aos direitos humanos e a cidadania não nos alcançam, regidos por uma legislação que faz questão de salientar que o militar não é cidadão e que seus direitos resumi-se a não ter direitos.

Imagine cidadão civil, a contradição que passa pela cabeça do policial militar, que é responsável por manter a ordem pública, garantir os direitos e a cidadania da pessoa humana, e ele mesmo não ter esses direitos garantidos.

Uma das primeiras lições que aprendemos durante o curso der formação ”ALGUÉM SÓ PODE SER PRESO EM FLAGRANTE DELITO OU MANDADO JUDICIAL” correto, afinal seria imperdoável sair pelas ruas tirando a liberdade das pessoas, ao bel prazer.

O detalhe é que essa regra da legislação só é aplicada quando se trata de cidadãos, no caso do policial militar SEMI-CIDADÃO a regra é, tire primeiro a liberdade depois achamos a motivação.

No caso do policial militar não é preciso ordem judicial para tirar sua liberdade, basta algum superior hierárquico que confunde essa condição com superioridade humana, achar que o militar o ofendeu, mesmo que a ofensa seja ao ego do egocêntrico superior.

Por essas e por outras que continuo livre nos meus pensamentos e ideologia, não há como prender quem pensa e tem ideologia, quem não pensa e não tem um ideal, já está preso por si só.

Fique com Deus, abraços.

Edgard Menezes (Cidadão brasileiro)

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Sargento Edgard Menezes é preso por enviar ofício à AL

Punição disciplinar determina quatro dias de reclusão
 
O Sargento Edgard Menezes está detido na Corregedoria de Polícia Militar em cumprimento a uma punição decorrente de um processo disciplinar instaurado pelo Comando da Polícia Militar. O oficial, que é vice-presidente da Associação Dos Militares do Estado de Sergipe, está detido na sede do Grupamento Especial Tático de Motos (Getam) cumprirá quatro dias de reclusão.

De acordo com o advogado de defesa, Plínio Karlo, o sargento Edgard [como vice-presidente da Amese] enviou ofício aos deputados estaduais solicitando que fosse avisado da chegada dos projetos referentes à Polícia Militar na Assembleia Legislativa, para que pudesse ir ao plenário debater e prestar esclarecimentos sobre as reivindicações da categoria. “O comando da PM entendeu que ele infringiu a legislação militar e agora ele responde à um processo administrativo, na qual foi determinada a sua punição e uma alteração na sua ficha disciplinar, que reduz o seu comportamento de excepcional para ótimo”, explica o advogado. "Ele como representante de classe quer melhorias para os seus colegas de fardas. Em nenhum momento, ele tentou infringir o código militar”, destaca Plínio Karlo.

O tenente coronel Paulo Paiva, relações públicas da Polícia Militar , explica que a punição do sargento Edgar havia sido determinada em fevereiro, mas que uma liminar suspendeu a aplicação da pena. O habeas corpus concedido anteriormente foi cassado e a punição disciplinar foi divulgada na última terça-feira, 8, no Boletim Geral da Polícia Militar. “Ele enviou ofício como se fosse representante da PM, mas o representante legal é o comandante geral”, justifica.

Esta não é a primeiraa vez que que vice-presidente da Amese é preso. No dia 22, de março, o Edgard Menezes foi encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar, sob acusação de abandono de posto de trabalho. Ele foi solto um dia depois, após habeas corpus concedido pela justiça.

Verlane Estácio 
 
Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 25 de março de 2014

Venâncio: governo tem que parar de veicular “propaganda enganosa”

O líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, deputado estadual Venâncio Fonseca (PP), ocupou a tribuna na tarde de hoje (24) para solicitar do governo do Estado pare de veicular a propaganda oficial que trata da implantação de uma refinaria de petróleo em Carmópolis, em um investimento de R$ 120 milhões que seriam financiados pela REF Brasil, uma sociedade entre as empresas Energio e Costa Global, gerando 250 empregos diretos e indiretos.

“Ninguém tem bola de cristal para adivinhar o que poderia acontecer. Não quero dizer aqui que o governo de Sergipe sabia do que poderia acontecer sobre essa Refinaria. Agora quando o governo vem a público para dizer que existia apenas um protocolo de intenções, eu quero solicitar que retire aquela propaganda enganosa do ar. Aqui não condiz com a realidade. Quem assiste pensa que a refinaria está em funcionamento, mas eu repito: é propaganda enganosa! Tem que tirar do ar porque aquilo é pago com dinheiro público, dinheiro do povo. É uma propaganda que foi feita para enganar a população”, cobrou o deputado, reforçando que algo parecido ocorre com o Hospital do Câncer.

Venâncio fez a cobrança também baseado na prisão do presidente da tal REF Brasil e ex-diretor de Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, o mesmo que anunciou a construção da Refinaria em janeiro, ao lado de Jackson Barreto. Ele foi detido em casa, no Rio de Janeiro, com R$ 700 mil e US$ 200 mil. Paulo é suspeito de comandar uma quadrilha acusada de lavagem de dinheiro. Ele havia prestado depoimento e chegou a ser liberado, mas teve a prisão temporária decretada por “tentativa de destruição e inutilização de documentos que poderia servir de prova nas investigações”.

Servidores – Venâncio aproveitou e pediu que o governo atendesse o pleito dos radialistas da Fundação Aperipê que se encontravam nas galerias da Assembleia Legislativa. “Para o servidor é sempre assim. Não tem dinheiro, existe limite prudencial. Agora tem para pagar propaganda enganosa de refinaria. Esse governo ainda paga o salário mínimo de 2012 ao funcionalismo. Isso é um absurdo! Que respeito tem um governador desses com o servidor? É um governo que vive de empréstimos e que está quebradinho da Silva Xavier”.

“E isso em um ano eleitoral, quando está precisando do apoio. Imagine depois, quando não estiver precisando mais! E não venha com um plano de carreira enganoso. Que venham 100 páginas, mas se tiver um artigo enganoso lá no meio, dizendo que se ferir o limite prudencial o plano perde a validade, a gente não aprova. Esse Estado já vem no limite há muito tempo e esse plano não poderá ser executado”, completou o líder da oposição.

Euza Missano – Venâncio fez questão ainda de prestar uma homenagem a promotora de Justiça, Euza Missano, que deixou a pouco de responder pela Curadoria de Saúde. “É um símbolo da mulher guerreira e dinâmica. Trabalhadora, que exerce sua atividade com responsabilidade. Euza Missano faz um trabalho belíssimo e fantástico no Ministério Público voltado para os mais carentes, para quem sofre e necessita do serviço público. Pediram para ela retornar a Defesa do Consumidor. Estranhamente, de uma hora para a outra”.

Em seguida, o deputado reproduziu, com preocupação, a informação publicada pelo jornalista Jozailto Lima, do Cinform. “Ele diz aqui que Euza Missano deixou a Curadoria de Saúde a pedido do governo, com influência do governo. Eu não quero acreditar, mas acho isso preocupante e defendo sim que seja devidamente apurado”, acrescentou.

Edgar Menezes – Venâncio também prestou sua solidariedade ao sargento da PM, Edgar Menezes, que foi conduzido, no sábado (22), a Corregedoria da Polícia Militar, preso em flagrante por supostamente participar de uma reunião em seu horário de trabalho. “Agora a SSP, que queria prender esse PM, permite que os policiais circulem por aí com viaturas sem a documentação em dia, sem a carteira de habilitação. Esse é o nosso Brasil. Isso é perseguição! Quem tem que ficar preso é o investidor da refinaria de Sergipe que lesou os cofres da Petrobras”.
 
Fonte: F5 News

segunda-feira, 24 de março de 2014

"2014 não será ano político para a Polícia Militar", avisa Coronel Maurício Iunes

Continua repercutindo a prisão do vice-presidente da Amese, sargento Edgard Menezes, ocorrido no final da manhã do ultimo sábado (22).

Edgard foi levado para a Corregedoria da Policia Militar e após a ouvida dos participantes da ação, foi decretado sua prisão, porem ele acabou sendo liberado no inicio da tarde do domingo (23), por conta de um habeas-corpus.

Durante a prisão do sargento, o deputado estadual capitão Samuel Barreto (PSL), teceu duras criticas ao governo do estado e ao comandante da Policia Militar coronel Mauricio Iunes. Para Samuel, a prisão do militar foi ordem do governo. “o governo que não gosta dos militares resolveu determinar a sua prisão”.

Na manhã desta segunda-feira (24), o comandante da PM, coronel Mauricio Iunes, em entrevista à imprensa, classificou as declarações de Samuel como sendo de ordem política. “Não venha nos últimos seis meses querer fazer o que deveria ter feito em quatro anos. Isso pode ser um drama de consciência. O senhor não fez o que debatemos em prol dos militares”, disse o coronel.

Para o comandante, estão querendo transformar esse fato em algo político. Iunes explica que não houve interferência sua e muito menos do governador na prisão do sargento Edgard. “Esse é um fato que foi levado à Corregedoria e que o coronel corregedor tem toda autoridade para apurar os fatos. Foi feita as ouvidas e só depois foi que o corregedor deu a voz de prisão. Não houve nada ilegal, nós apenas somos os cumpridores da lei”, garantiu o comandante.

Coronel Iunes aproveitou para avisar que “o ano de 2014 não será ano político para a policia militar. Ninguém, a não ser o comandante tem autoridade para sair convidando militares para reunião. Políticos estão usando para criar fatos políticos. Estão trabalhando para o quanto pior melhor”, disse.

Durante as entrevistas que concedeu, um novo fato a respeito da reunião que ocorreu na Amese, acabou acontecendo. O comandante foi comunicado pelo repórter Alex Carvalho, da rede Ilha de Rádio, que alem do sargento Edgard Menezes, outros dois militares, sargento Vieira e Svetelana estariam de serviço e também estavam na reunião.

O coronel Mauricio Iunes garantiu que irá abrir um procedimento para investigar a veracidade das informações e que caso seja comprovado, os dois militares também irão responder a IPM. 

Fonte: Faxaju

domingo, 23 de março de 2014

Juíza libera Sargento Edgard

Juíza Hercília e Capitão Samuel
Auto de prisão em flagrante
Ofício de liberação expedido pela Juíza Hercília Maria Fonseca Lima
Capitão Samuel na porta do Presmil
Sargento Edgard com sua esposa

Obs1.: Atualizado às 14:07 do domingo, 23/03/2014, para acréscimo de informações
Obs2.: Atualizado às 15:10 do domingo, 23/03/2014, para acréscimo de informações
Obs3.: Sargento Araújo, presidente da Aspra, encontra-se no local

Capitão Samuel encontra-se agora no Presmil com ofício de liberação do Sargento Edgard expedido pela juíza de plantão. Aguarda a chegada do Sargento Edgard para que o ofício seja entregue e o mesmo liberado.

Agradecimento da Aspra Sergipe a nossa Assessoria Jurídica,em especial ao Dr. Sérgio Bezerra

Palavras do Presidente da Aspra Sergipe, Anderson Araújo:

Na foto da esquerda para a direita Sgt Araújo, Maj Adriano Reis, Dr. Valério e Dr. Sérgio

Quero agradecer o empenho e disponibilidade do nosso advogado Dr. Sérgio Bezerra, que acionado para atuar no caso do Sgt Edgard atendeu prontamente ao pedido do presidente da Aspra, sendo o primeiro advogado a comparecer na Corregedoria no início da tarde. Agora nosso assessor jurídico se encontra com os advogados Valério e Clay, da Assomise e Amese, respectivamente, elaborando o HC de Edgard. É mais uma prova do comprometimento de nossa Assessoria Jurídica, em especial do Dr. Sérgio Bezerra, a quem faço os agradecimentos em nome de todos que fazem a Aspra Sergipe.

sábado, 22 de março de 2014

Sargento Edgar Menezes é levado à Corregedoria da PM

O motivo seria um suposto abandono do posto de trabalho

Sargento Edgard foi levado a corregedoria da PM

O sargento Edgar Menezes, vice-presidente da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese) foi encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar, situado na avenida Rio de Janeiro, nesta sábado, 22. O motivo seria um suposto abandono de posto de trabalho.

De acordo com informações de familiares do sargento, Edgar Vieira está de serviço e aproveitou o horário de almoço para levar um documento na Amese, onde acontecia uma reunião de lideranças da Associação. Ao deixar o local, um tenente da Polícia Militar, o conduziu à Corregedoria.

A equipe do Portal Infonet esteve na Corregedoria, mas não conseguiu manter contato com algum representante da Polícia Militar. Informações dão conta de que o sargento, Edgar Menezes está prestando esclarecimentos, mas ainda não há previsão de quando ele possa ser solto.

PMSE

A equipe do Portal Infonet entrou em contato com o assessor de comunicação da PMSE, tenente-coronel Paulo César Paiva que esclareceu que o sargento Edgar está de serviço na 3ª Companhia do 1º Batalhão e foi encontrado por um oficial na Amese, onde se caracterizaria crime militar.

Informou ainda que neste momento, além do sargento, estão sendo ouvidos o oficial de operações que fez o encaminhamento do sargento e o comandante do Batalhão.

O tenente-coronel destacou ainda que não há qualquer viés político na questão e que tão logo seja realizada as ouvidas, a Corregedoria irá decidir se houve ou não crime militar e se o sargento deverá ou não ser preso.

Aisla Vasconcelos

Fonte: Portal Infonet

Sargento Edgard é mandado mais uma vez para a tranca

Militar foi preso após levar documento em associação


O sargento Edgard Menezes, vice-presidente da Associação dos Militares de Sergipe (Amese), foi preso no início da tarde deste sábado (22), por crime de abandono de posto de trabalho e uso de viatura policial para executar serviço particular.

De acordo com informações apuradas por F5 News, o militar foi levado para a corregedoria da Polícia Militar, minutos após chegar na associação para levar um documento. Um oficial da PM que estava no quartel central recebeu a ordem de prender o sargento, assim que ele saísse da Amese, onde se encontravam outros líderes de associações. No momento, o sargento Jorge Vieira, presidente da associação, não estava no local, por estar de serviço.

Segundo militares que estavam no local da reunião, o sargento Edgard foi para a associação em seu próprio carro, durante seu horário de almoço, já que também estava de serviço. Entretanto, mesmo assim o levaram para a “tranca”, nome que os militares dão às prisões administrativas.

Uma grande quantidade de policiais militares se aglomeraram na porta da corregedoria da PM, para acompanhar os desdobramentos da prisão do líder classista. Várias associações de policiais militares disponibilizaram assessoria jurídica para auxiliar Edgard no momento de sua prisão. A própria Amese, por meio dos advogados Márlio Damasceno, Clay Anderson e Plínio Karlo, além da Associação de Oficiais Militares de Sergipe (Assomise), por meio do Major Adriano Reis e Associação de Praças Policias e Bombeiros Militares de Sergipe (Aspra Sergipe), com o Sargento Anderson Araújo, se manifestaram com seus advogados e marcaram presença durante a oitiva de Edgard.

O deputado estadual Capitão Samuel foi até o local para dar assistência ao sargento Edgard e disse que a prisão de Edgard significa uma afronta aos direitos dos policiais militares e seus representantes legitimados. A reportagem F5 News tentou contato com Edgard, que apenas chorou ao telefone e disse que estava preocupado com sua esposa, que se encontra no sétimo mês de gestação e entrou em estado de choque ao saber da prisão do marido. Edgard disse confiar na justiça e negou que estivesse praticando qualquer crime, pois não usou viatura policial, nem estava no horário de serviço quando esteve na Amese e foi levado para a tranca.

Marcio Rocha  

Fonte: Portal F5 News

Sargento Edgard encaminhado a Corregedoria da PM


O Sargento Edgard Menezes, vice-presidente da Amese, foi encaminhado esta manhã a Corregedoria da Polícia Militar, da sede da associação, após reunião com demais associações militares. Era discutido pelos representantes das Associações Unidas os projetos de lei de Fixação de Efetivo e Lei Orgânica Básica da Polícia Militar.

Segundo o Capitão Samuel, que também estava presente a reunião, é alegado que o militar havia abandonado o posto em que trabalha, no Conjunto Leite Neto. A Aspra Sergipe, a Associação de Cabos e Soldados e Assomise disponibilizaram suas assessorias jurídicas para auxiliar o militar. Dr. Sérgio Bezerra, assessor jurídico da Aspra, o presidente da Aspra Sergipe, Sargento Anderson Araújo, também prestam apoio ao Sargento, acompanhados do Major Adriano, Soldado Robson e Sargento André Nascimento.

A Assessoria Jurídica da Amese também já se fez presente através do Dr. Clay Anderson, que assumiu a defesa de Edgard. 

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