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terça-feira, 26 de junho de 2018

Tenente acusada de torturar e matar aluno durante aula prática do Corpo de Bombeiros em MT pode se aposentar por invalidez

Rodrigo Claro morreu após passar mal durante treinamento coordenado pela tenente Izadora Ledur. Militar responde por crime de tortura e está afastada do trabalho há mais de um ano.


A tenente do Corpo de Bombeiros, Izadora Ledur de Souza Dechamps, acusada da morte do aluno Rodrigo Patrício Lima Claro, de 21 anos, pode ser aposentada por invalidez devido ao afastamento contínuo para tratamento de saúde. Rodrigo Claro morreu depois de passar mal durante um treinamento aquático dos bombeiros em novembro de 2016, atividade coordenada pela tenente, que era a instrutora do curso.

Em portaria que circulou no Diário Oficial do Estado na sexta-feira (15), o comandante-geral do Corpo de Bombeiros em substituição legal, César Claudiomiro Viana de Brum, determinou que a tenente seja agregada por ter ultrapassado o período de um ano contínuo em licença para tratamento de saúde, a contar de 20 de março deste ano.

A agregação é a situação na qual o bombeiro da ativa deixa de ocupar vaga na escala hierárquica do seu quadro, nela permanecendo sem número. Segundo o regimento, o tempo em que permanece como agregado não é computado para critério de promoção. De acordo com a portaria, caso passe mais de dois anos contínuos de agregação, a corporação deve dar início à instrução do processo de reforma por invalidez.

Afastamento

Ledur se afastou pela primeira vez para tratamento de saúde entre 25 de novembro e 24 de dezembro de 2016. No segundo atestado, a tenente esteve de licença entre os dias 9 de março de 2017 a 15 de março.

Como houve um hiato entre o segundo e o terceiro atestado apresentado por ela - que justificou a ausência entre os dias 20 de março a 18 de maio -, a portaria considera que Ledur completou um ano em afastamento contínuo no dia 20 de março deste ano. Após essa justificativa, a tenente apresentou pelo menos outros seis atestados médicos. Durante o período afastada, Ledur tentou por duas vezes ser promovida para capitã, o que foi negado pela corporação.

Processo

A tenente responde criminalmente pela morte do aluno e foi monitorada por tornozeleira eletrônica por três meses. Em outubro do ano passado, ela conseguiu na justiça o direito de suspender o monitoramento eletrônico, com a retirada do equipamento. A ação que tramita na Justiça, de autoria do Ministério Público Estadual (MPE), tem a tenente como ré pelo crime de tortura. Além dela, outros cinco militares dos bombeiros foram denunciados.

Morte após treinamento

Rodrigo morreu no dia 15 de novembro, após passar mal em uma aula prática na Lagoa Trevisan, em Cuiabá, na qual a tenente Izadora Ledur atuava como instrutora. De acordo com a denúncia do Ministério Público Estadual, Rodrigo demonstrou dificuldades para desenvolver atividades como flutuação, nado livre e outros exercícios.

“Os métodos abusivos praticados pela instrutora consistiram tanto de natureza física, por meio de caldos com afogamento, como de natureza mental utilizando ameaças de desligamento do curso ”, como consta na denúncia.

Ainda segundo o órgão, depoimentos durante a investigação apontam que ele foi submetido a intenso sofrimento físico e mental com uso de violência. A atitude, segundo o MPE, teria sido a forma utilizada pela tenente para punir o aluno pelo mal desempenho.

Veja mais notícias sobre a região no G1 MT.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Tenentes em extinção na PMSE! Solução a vista, escreve PM!

Um policial militar que pediu para não ter seu nome revelado, enviou um e-mail à redação onde informa que o número de tenentes da Polícia Militar é reduzido e no momento, embora haja subtenentes que já fizeram curso de oficial, eles não podem ser promovidos por conta da falta de vagas. Os militares pedem apoio para que o governo do estado resolvam essa situação.

Veja o que diz o e-mail:

Ao que parece, tudo indica que uma das mais graves falhas administrativas, repetidamente cometidas nos últimos dez anos, será regularizada em pouco tempo, até que os candidatos ao Curso de Formação de Oficiais retornem das academias, em dois ou três anos. Quase não existem mais Tenentes de Academias nos quadros da PMSE.

A solução, construída há aproximadamente um ano e meio pelo atual Comandante-Geral e pelo seu staff de Oficiais, é incrivelmente simples e com o mínimo de custos para os cofres do Estado de Sergipe, que atualmente passa por graves problemas financeiros.

O projeto contempla cinquenta e cinco Subtenentes que já concluíram ou estão concluindo o Curso de Habilitação de Oficiais (CHO) para assumirem os postos de Oficiais subalternos. De forma a minimizar os efeitos do baixo efetivo de Tenentes na PMSE.

No dia de ontem, 22/05/2018, o Governador Belivaldo Chagas ouviu atentamente a explanação do problema e a sua possível solução para o momento. Em seguida, expôs a grave situação financeira do estado, mas reconheceu, num primeiro momento, não poder dizer não à solução apresentada pelo projeto 022.101.00075/2017-5, que temporariamente resolverá, a baixos custos, a questão do reduzido efetivo de Oficiais Subalternos nos quadros da PMSE, comprometendo-se a realizar breves estudos acerca do projeto e a fazer, em curto espaço de tempo, nova reunião com os Subtenentes para comunicar-lhes da sua decisão.

Estiveram presentes no evento, além do Governador do Estado, Belivaldo Chagas, o Deputado Estadual Capitão Samuel, um dos grandes apoiadores do projeto, e o Vereador por Aracaju, Zezinho do Bugio. Além de vários Oficiais da PMSE. Por questões de força maior, o Coronel Marcony, Comandante-Geral da PMSE, não pode comparecer ao evento.

Os subtenentes, atualmente sem perspectivas de ascensão hierárquica, saíram otimistas da reunião com o declarado empenho do chefe do executivo estadual, e das demais autoridades que lá estiveram.  A Sociedade agradece!

Fonte: Faxaju

sábado, 25 de março de 2017

Anaspra: Criação de Quadro de Oficiais Auxiliares em Santa Catarina é assunto de reunião em Brasília


A criação do Quadro de Oficiais Auxiliares (QOA) foi o assunto discutido durante reunião em Brasília com o deputado federal Subtenente Gonzaga, o Deputado Estadual Gelson Merísio e o Presidente da Associação Nacional dos Praças (ANASPRA) Cabo Elisandro Lotin. O encontro foi uma iniciativa do próprio deputado Merísio, que esteve em Brasília, para tratar de outros temas.

O Quadro de Oficiais Auxiliares (QOA), também chamado de Quadro de Oficiais Complementares (QOC), é um quadro complementar da carreira dos praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiro que possibilita ao última graduação da carreira (subtenente) ascender à carreira de oficialato, mediante seleção interna e/ou por antiguidade. 

O objetivo do QOA, além de promover a ascensão e o aprimoramento profissional na carreira dos praças, é aproveitar o conhecimento e a experiência desses profissionais em atividades administrativas. Em média, um subtenente chega à essa graduação com cerca de 25 anos de serviço. Além disso, o QOA contribui para diminuir o déficit de oficiais subalternos e intermediários (tenentes e capitães) nessas áreas.

De acordo com Cabo Lotin, Santa Catarina é o único estado que não possui o Quadro de Oficial Complementar, o que demonstra uma desvalorização dos policiais e bombeiros militares. “Conseguir instituir esse quadro em nosso estado será um avanço e valorização dos militares, pois assim conseguirão progredir na carreira”.

A proposta de criar o Quadro de Oficial Complementar em Santa Catarina, demanda de mais de 20 anos dos praças de Santa Catarina, é do Deputado Estadual Gelson Merísio e contará com total apoio do Deputado Subtenente Gonzaga, que considera ser um projeto extremamente importante. “Em Minas Gerais, por exemplo, o Quadro de Oficial Complementar corresponde a 25% de todo o efetivo de oficiais e tem tido um resultado extremamente importante. O pré-requisito é 15 anos de efetivo e ser pelo menos 2º sargento, então é uma valorização para os praças na medida em que atende os mais antigos”, disse o deputado.

O Projeto de Lei Complementar 27.7 foi protocolado no final de 2016 e está na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, e sofre a resistência de setores da Polícia Militar de Santa Catarina, que são contra a proposta. O Deputado Subtenente Gonzaga e o Cabo Lotin acreditam na construção de uma convergência a favor desta tese e, por isso, gravaram um vídeo, fazendo um apelo para que seja feita uma boa construção entre os praças e oficiais em prol desse projeto.

Fonte: Anaspra

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Ex-oficial da PM sugere fugir da vida militar



Walderlei Maia, que é técnico ministerial do Ministério Público do Ceará, publicou em seu blog, especializado em notícias sobre concursos, um artigo chamado “Concursos Militares: 5 motivos para você fugir deles”. O fato não chamaria atenção, senão por um detalhe: Walderlei era, há poucos anos, tenente da Polícia Militar.

O autor deixa bem claro em seu artigo que reconhece a importância do trabalho desses profissionais de segurança pública, “que arriscam a própria vida para defender a sociedade”, escreve. O objetivo de seu artigo, conforme se vê ao longo dele, é mostrar as dificuldades de quem abraça a vida de policial militar. 

Assim, listamos os motivos citados por Walderlei em seu artigo: 
1. Prisão Administrativa;
2. (A proibição ao direito de) Greve;
3. Stress;
4. Desvalorização;
5. (Falta de) Liberdade de expressão.

Como se pode notar, os motivos elencados pelo autor têm forte relação com o caráter militar dessas corporações policiais. O ex-tenente Walderlei já falou em entrevista para o Policial Pensador, na qual contou um pouco sobre sua carreira na PM e os motivos que o levaram a sair dela. Veja aqui.

O que nós, do Policial Pensador, temos a dizer é que a polícia não precisa ser assim. É possível a existência de uma polícia e uma política de segurança pública desmilitarizada, com mais direitos para o policial e um melhor tratamento à sociedade. Somente um trabalhador da segurança pública pleno de seus direitos de cidadania poderá reconhecer e garantir direitos dos demais cidadãos. 

Conheça alguns mitos sobre a desmilitarização aqui.
Veja o artigo do ex-oficial PM Walderlei Maia, na íntegra, aqui.

Fonte: Página Policial Pensador

domingo, 25 de setembro de 2016

Adiberto de Souza: Governo Velhaco

Ao deixar de pagar pelos serviços contratados, o governo de Sergipe está quebrando empresas, provocando desemprego em massa e desaquecendo a já enfraquecida economia. Não fosse isso, o Executivo ainda enviou para a Assembleia um projeto criando um tal Fundo de Equilíbrio Fiscal, visando cobrar 10% das empresas que receberam incentivo fiscal. Para se ter uma idéia de quanto é grave a situação, empresários dos setores de vigilância, e de asseio e conservação prometem suspender os serviços nos próximos dias porque o governo não lhes paga um único centavo há seis meses. Pelo mesmo motivo, os veículos de comunicação não param de demitir e as empresas de ônibus deixaram de transportar os estudantes para as escolas. Chega a ser assustador o rastro de problemas deixado pela velhacaria do Executivo sergipano, que continua pedindo socorro ao desalmado chefe deste governo temerário do Brasil. Decididamente, os sergipanos estão no mato sem cachorro!

Mãos ao alto

Enquanto a Polícia Militar segue em greve, deixando os sergipanos entregues à própria sorte, marginais estão, assaltando, espancando e matando policiais. Na segunda-feira, o sargento Erivan Pessoa foi assaltado em um posto de combustíveis de Aracaju. Na terça, bandidos assassinaram na capital o tenente PM Temístocles. Ontem, em Rosário do Catete, assaltantes tentaram matar o sargento PM Valmir, espancando-o violentamente. O objetivo dos dois últimos crimes foi roubar as pistolas dos militares. Misericórdia!

Fonte: Faxaju

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Aspra Sergipe lamenta a morte do Tenente da Polícia Militar do Estado de Sergipe Temistocles

Tenente Temistócles. Fonte: Jornal de Sergipe

Tenente da PM é assassinado com dois tiros na cabeça

Um tenente da policia militar e uma mulher foram baleados na noite desta quarta-feira (21), em um bar no bairro Coqueiral em Aracaju.

As informações passadas pela PM, são de que o tenente Temístocles estaria em um bar quando teria sido alvejado por volta das 22 horas de ontem, com dois tiros na cabeça, e que foram disparados por três homens que chegaram encapuzadas. Dois tiros atingiram a cabeça do militar que foi socorrido às pressas.Uma mulher que estava próximo, foi atingida com um tiro no braço, porém essa informação ainda não foi confirmada.

O militar foi socorrido e encaminhado para Nestor Piva e logo em seguida foi levado para o Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE), devido à gravidade dos ferimentos. O tenente, apesar de ter recebido toda assistência, não resistiu aos ferimentos e morreu na madrugada de hoje.

Após o crime, os três elementos fugiram levando a arma do militar. No bairro Coqueiral, ninguém quer falar sobre o assunto, porém o comandante de policiamento da capital, coronel Vivaldy disse que uma pessoa reconhecido um dos assassinos.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

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Morre Tenente da PM baleado por bandidos encapuzados no Coqueiral

O Tenente PM Temístocles foi baleado na noite de ontem, 21, em um bar, no bairro Coqueiral, em Aracaju. Ele foi alvejado na cabeça por três bandidos que estavam encapuzados. Os elementos levaram a pistola que estava com o policial. O militar foi levado às pressas para o Nestor Piva e depois para o HUSE, onde morreu.

Fonte: Ne Notícias

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Bandidos encapuzados matam policial a tiros em Aracaju
O tenente estava de folga

O tenente Temistocles Almeida da Polícia Militar de Sergipe foi assassinado a tiros na noite da última quarta-feira (21/09), por volta das 22h30, em um bar localizado na rua Divinópolis, no bairro Coqueiral, em Aracaju (SE).

Homens encapuzados chegaram atirando. A vítima foi socorrida por populares e encaminhada para o hospital Regional José Franco, em Nossa Senhora do Socorro, e depois transferida para o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), onde passou por uma cirurgia, mas não resistiu e morreu.

Fonte: Jornal de Sergipe

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Cabo Jeoás: Sargento da PM recebe voz de prisão por se recusar a empurrar viatura quebrada

Um Sargento da Policia Militar recebeu voz de prisão no inicio da tarde desta quarta-feira (15) por um Tenente da PM, por ter se recusado a empurrar uma viatura na Avenida Maria Lacerda, em Nova Parnamirim.

O Sargento teria ido ao local onde estava a viatura e lá, recebeu a ordem de um oficial que estava presente. O Sargento se recusou a empurrar, argumentando que era uma orientação padrão aos policiais para evitar que imagens desse tipo circulassem em redes sociais. Por isso, argumentou o Sargento, que deveria ser chamado o guincho. O tenente então ordenou que o carro fosse retirado e diante da negativa da praça, deu voz de prisão, recolhendo a arma do sargento.

O Praça foi conduzido ao Quartel do Comando Geral da PM para ser autuado em flagrante por desobediência. A situação causou uma forte reação na categoria. O Sargento recebeu imediato apoio das entidades representativas, do Cabo Jeoás e respectivas assessorias jurídicas na tentativa de reversão da decisão.

De acordo com o Cabo Jeoás essa situação é arbitrária e inaceitável. “O Sargento tem uma ficha exemplar e um bom relacionamento com os superiores e seus subordinados, e seria punido por descumprir uma ordem absurda, passando por um enorme constrangimento, porque é obvio que se o veiculo está quebrado deve ser removido para concerto, guinchado pela instituição em caso de veiculo próprio ou pela locadora em caso de frota locada. Situações arbitrarias e absurdas como essa não podem ser aceitas,” disse o ex-parlamentar.

“Já não bastam as adversidades enfrentadas diariamente, falta de condições de trabalho e equipamentos, efetivo insuficiente, ainda acontecem situações como essa. Precisamos do nosso Estatuto e Código de Ética com urgência, modernizar nossas legislações para enfim aposentar esse arcaico RDPM” destacou o Cabo Jeoás.

Atualização

O Sargento foi ouvido em termo de declaração e foi liberado no fim da tarde, vai ser aberto um procedimento administrativo para apurar o caso. A perspectiva de prisão que havia no inicio da tarde não foi concretizada, devido ao apoio jurídico recebido e do discernimento dos oficiais que estiveram a frente do caso.

Fonte: Homepage do Cabo Jeoás

terça-feira, 9 de junho de 2015

Capitão Ildomário e tenente Lucas são ouvidos na Justiça Militar

Tenente Lucas Neves e Capitão Ildomário

Na manhã desta terça-feira (09), o Capitão Ildomário Gomes e o Tenente Lucas Neves compareceram a mais uma audiência perante a Justiça Militar, acusados de serem os supostos autores do blog do Capitão Mano, respondendo a diversas acusações, dentre elas, publicação indevida, difamação e desrespeito a superior.

Desta feita, foram ouvidas as testemunhas de defesa, quais sejam, Sargento Alexinaldo Borges, Major Adriano Reis, Capitão Denisson, Sargento Jorge Vieira, além do paisano Alfredo Júnior, que foram unânimes em afirmar que não tinham conhecimento de quem era o autor ou autores do blog do Capitão Mano, bem como, de que se ouvia falar de que diversas outras pessoas poderiam os criadores do citado blog.

Durante as oitivas o Dr. Márlio Damasceno, advogado da AMESE que patrocinava a defesa do Capitão Ildomário, fez questão de perguntar às testemunhas acerca dos computadores apreendidos, se os mesmos foram devidamente lacrados, tendo aquelas afirmado também que não houve a devida lacração dos computadores, como deve ocorrer em casos de busca e apreensão.

A audiência terá sua continuidade no dia 23 do corrente mês e ano, visto que faltam testemunhas para serem ouvidas, como o caso do deputado estadual Capitão Samuel e o deputado federal Subtenente Gonzaga, o qual será ouvido através de precatória em Brasília.

Um fato que foi lamentado, é que o atual Secretário de Segurança Pública Mendonça Prado, foi arrolado como testemunha de defesa, porém, lamentavelmente, por diversas vezes a justiça tentou intimá-lo para dizer dia e hora para depor, chegando inclusive a ligar para o telefone do referido Secretário, mas o mesmo não recebeu a intimação, nem atendeu as ligações, fato que foi relatado na audiência realizada, necessitando a defesa ter que substituir esta testemunha.

Fonte: Espaço Militar

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Batalhão de Rádio Patrulha recebe 80 novos policiais

O Batalhão de Polícia de Radiopatrulha (BPRp), recebeu na manhã desta segunda-feira (12), os novos soldados que irão integrar a tropa de radiopatrulhamento em encontro realizado com a participação de oficiais e praças da unidade que recepcionaram os novos policiais.

O Comandante Geral da PMSE - Cel PM Maurício da Cunha Iunes, encaminhou para a unidade 80 novos policiais militares com o intuito precípuo de fortalecer a implementação da unidade que por consequência incidirá no aumento da capacidade ostensiva e preventiva no policiamento ostensivo radiomotorizado da capital e região metropolitana que estão subordinados operacionalmente pelo Comando do Policiamento Militar da Capital (CPMC), atuando no recobrimento das áreas e no atendimento das solicitações dos cidadãos através do acionamento do telefone de urgência - 190.

Na oportunidade o Comandante do BPRp – Ten Cel PM Carlos Rolemberg, deu-lhes as boas vindas, salientou a gratidão de recebê-los na unidade, explanando os desafios que os novos policiais terão na difícil missão de enfrentar cotidianamente a criminalidade e a satisfação de servir à sociedade no processo de pacificação, numa unidade histórica e que tem relevante importância no cenário policial do Estado de Sergipe, fomentando a necessidade de manter os ideais da corporação em servir e proteger com dignidade.

Os novos policiais foram orientados acerca da dinâmica dos serviços executados e da administração da unidade, como também, foram a partir desta data, 12, estarão no serviço operacional do 2º Turno de Serviço, integrando as equipes policiais de serviço, a fim de conhecer a prática do dia a dia com os policiais mais experientes. Ressaltando que de acordo com as diretrizes do Comando do Policiamento Militar da Capital (CPMC), a unidade aplicará 13 (treze) equipes policiais por turno, sendo uma comandada pelo Oficial de Operações (Tenente), que coordenará as ações de policiamento e as demais guarnições que atuarão nas áreas respectivas dos batalhões comunitários, especificamente no terreno correspondente a cada companhia de policiamento comunitário, supervisionado pelo Superior de Dia ao CIOSP, visando o aumento da capacidade ostensiva e preventiva da corporação.

Fonte: Ascom BPRp/Faxaju

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Pelotas: Aprovada aposentadoria especial para os Guardas Municipais do Rio Grande do Sul

A Câmara de Vereadores de Pelotas aprovou na terça-feira o projeto que garante aposentadoria especial para guardas municipais. Prefeito pode tentar derrubar lei.


O projeto elaborado pelo vereador Tenente Bruno (PT) toma por base a Constituição Federal que garante às atividades profissionais que geram risco de vida o direito de ter seus proventos de aposentadoria reajustados conforme o reajuste dos servidores na ativa. ”A Guarda Municipal de Pelotas enfrenta em seu dia-a-dia várias ações que colocam sua integridade física e emocional em risco, portanto, tem o mesmo direito à aposentadoria especial”, afirma.

Apesar da aprovação e da promulgação da emenda a Lei Orgânica do Município na quinta-feira (3), o presidente do Legislativo, Ademar Ornel (DEM) alertou a categoria do risco iminente da Prefeitura ingressar na justiça para tentar derrubar a medida. “A luta não encerra aqui. A lei será promulgada na quinta-feira, às 10h, mas o Executivo poderá ou não entrar na Justiça para barrar o direito de vocês”, disse aos guardas que lotaram o plenário para acompanhar a votação.

Fonte: Portal Reporter Tchê/Página do Facebook "Desmilitarização das PMs Já"

segunda-feira, 31 de março de 2014

A resistência militar contra o golpe de 1964: "Ficamos esperando a ordem para reagir, mas ela nunca veio"

Contrários à ditadura, cerca de 7,5 mil membros das Forças Armadas e bombeiros foram perseguidos, presos e torturados pelo regime

Paz: "Ficamos a ordem para reagir, mas ela nunca veio"

Depois da queda de João Goulart, Francisco Jesus da Paz e outros cabos do Exército ficaram de prontidão por 15 dias, um período muito superior aos dois dias que costumavam ficar. Enquanto cumpriam ordens, aguardavam orientações de Brasília sobre como deveria ser a reação aos golpistas. “Havia um esquema militar no governo Jango, e nós fazíamos parte desse grupo de resistência. Ficamos esperando a orientação para reagir ao golpe. Mas ela nunca veio”, lembra Paz, 74 anos, que foi para a reforma como tenente.

Paz fazia parte de uma corrente de militares que apoiava Jango e via nas reformas de base um importante caminho para o Brasil. Diferentemente do grupo que se opunha ao que classificava como “viés comunista” dos discursos de Jango, os militares de resistência – como era Paz – mantinham uma posição nacionalista e lutavam por maiores direitos para os militares, como o de patentes mais baixas poderem votar. Esperando o golpe contra Jango, eles se preparavam para dar um contragolpe, mas acabaram ficando sem ação de comando. “Chegamos ao ponto de, em um dado momento, o movimento de resistência ter armamento, tropas, tanques, mas não comandantes”, conta.

Assim como São Paulo (base do II Exército, pelo qual Paz servia no 1º de abril de 1964), também seriam focos de resistência a sede do III Exército (Rio Grande do Sul) e a sede do I Exército (Rio de Janeiro), que mantinha boa parte do contingente e arsenal do Exército e da Marinha. Nunca houve contragolpe, mas os adeptos a ele sofreram muito.

Categoria estigmatizada pela ditadura, os militares foram o grupo social que mais sofreu retaliações por parte do regime, segundo Paulo Ribeiro da Cunha, professor de Teoria Política da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e consultor do grupo de trabalho da Comissão Nacional da Verdade sobre militares perseguidos. Contrários aos generais que ditaram os rumos do Brasil e reprimiram a oposição ao longo de 21 anos, 7,5 mil membros das Forças Armadas e bombeiros foram perseguidos, presos, torturados ou expulsos das corporações por se oporem à ditadura. “Sempre se fala da repressão de vários grupos, como intelectuais ou sindicalistas, mas se esquece que militares tiveram um papel importante na resistência democrática e, proporcionalmente, foram penalizados em maior número do que em outras categorias sociais”, afirma Cunha.

O número, que remete ao período da ditadura cívico militar, não leva em conta repressão, tortura e mortes antes do golpe, apesar de perseguições a militares datarem do ano de 1946. “Eles eram presos, por exemplo, por participar de manifestações em relação a grandes causas nacionais, como ‘O Petróleo é Nosso’ e contra a ida de tropas brasileiras para a Guerra da Coreia”, lembra Cunha.

Antes da ditadura, a agenda dos militares entre 1946 e 1964 se deu fundamentalmente no sentido da ampliação dos direitos civis e políticos da categoria – os praças, por exemplo, eram impedidos de casar ou votar.

Dentre aqueles que eram contrários ao golpe, muitos apoiavam as reformas de base (bancária, fiscal, urbana, administrativa, agrária e universitária) de Jango. O presidente deposto em 1964 defendia ainda a necessidade de estender o direito de voto aos analfabetos e às patentes subalternas das Forças Armadas, além de uma maior intervenção do Estado na vida econômica e do controle dos investimentos estrangeiros no País, acompanhado da regulamentação das remessas de lucros para fora. Com o golpe, a dicotomia direita versus esquerda ganhou corpo e deixou os militares da resistência próximos a Jango encampando um caráter nacionalista sob o qual pediam a restauração do Estado democrático.

Ao rememorar os dias posteriores ao golpe de 1964, Paz lembra que a perseguição passou a ser “automaticamente terrível”. “Já nos primeiros dias de abril ocorreram prisões em grande quantidade. Oficiais e generais eram atingidos, mas o maior número dizia respeito a cabos e soldados. Alguns foram detidos e levados para o navio prisão Raul Soares, ancorado na Baía de Santos”, conta.

Apesar das prisões desde o início da ditadura, lembra o tenente, a tortura contra militares opositores começou anos mais tarde, por volta de 1968. No auge do endurecimento do regime, os serviços secretos buscavam informações sobre focos da resistência militar, assim como a influência do Partido Comunista Brasileiro nos sindicatos, no Exército, na Força Pública e na Guarda Civil.

Estudante de economia na Universidade de São Paulo, Paz ajudava a organizar encontros na União Nacional dos Estudantes (UNE) no campus da USP enquanto formava uma chapa para concorrer à presidência da Associação dos Sargentos, montava informalmente um curso de ciências humanas para militares, participava de um grupo de teatro de rua e editava o jornal O Mensageiro. “Tudo isso foi despertando a ira do comando. Em março de 1970, fui preso pela P2 (seção de inteligência da PM)”, lembra. A punição lhe rendeu um castigo de mais de seis meses como sentinela de porta de banheiro no corredor do quartel e o julgamento pelo Tribunal Militar.

Cinco anos mais tarde, quando trabalhava na área de processamento de dados no turno da noite em uma agência do banco Itaú, Paz foi detido, encapuzado e levado para o DOI-Codi na Rua Tutóia, zona sul de São Paulo. Ali foi torturado por 45 dias.

Além da tortura e humilhação a que estavam sujeitos, alguns militares acabavam sendo expulsos das corporações. “Passavam a ser considerados ‘mortos vivos’, ou seja, as esposas recebiam como viúvas quando tinham direito a benefícios”, explica Cunha. Diante disso, muitos não viam outra alternativa senão reconstruir suas vidas em outras profissões, como advogados, professores de cursinho, motoristas ou mesmo vendedores.

Foi o caso de Pedro Lobo de Oliveira, 82 anos. Expulso com aval do Ato institucional nº 1 de 1964, foi exonerado da Polícia Militar em 6 de maio daquele ano. Pouco tempo depois conseguiu emprego na Petrominas – Petróleo Minas Gerais. “Me puniram por ser ‘subversivo’, mas o que eu fazia eram reivindicações democráticas”, lembra.

Reivindicações que acabaram o levando para a luta armada. Parte do VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Lobo ajudou a tomar quartéis no Ibirapuera e no Cambuci, ambos na zona sul de São Paulo. Acabou preso novamente em 23 de janeiro de 1969. “No dia da minha prisão encontraram na minha casa 400 kg de explosivos, 10 mil tiros de FAL, 5 mil tiros de submetralhadora INA, morteiros e o dinheiro da organização suficiente para comprar uns 15 carros”, lembra. Foi conduzido à sede da Polícia do Exército, no Ibirapuera, onde foi torturado por quatro dias e teve duas costelas e o osso do cóccix quebrados. Passou pelo Dops, na zona norte da cidade, antes de seguir para o pavilhão 7 do Carandiru e para o antigo presídio Tiradentes.

Em 15 de junho de 1970 foi enviado para o exílio na Argélia em troca do embaixador suíço Giovanni Enrico Bucher. Do país africano seguiu para Cuba, onde ficou por dois anos e meio. Viveu um ano no Chile, de onde saiu para uma reunião em Buenos Aires no fim de agosto de 1973. Como a verba da organização estava curta, fez a viagem de volta por terra em vez de avião. Na parada em Mendoza descobriu que o governo do esquerdista Salvador Allende havia sido derrubado pelo golpe de Estado de Augusto Pinochet. Decidiu deixar a América Latina rumo à Alemanha Oriental, onde viveu por sete anos trabalhando em uma cooperativa agrícola até ser anistiado e poder retornar ao Brasil.

“A anistia foi extraordinária em parte. Permitiu, por um lado, que os militares voltassem do exílio. Mas anistiou torturadores, que deveriam ser julgados, condenados e pegar prisão perpétua”, avalia Paz. “Foi mais do que injusta. Foi um extraordinário equívoco.”

Marsílea Gombata

Fonte: Carta Capital

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Para saber mais:

Direitos Humanos também para os policiais militares: http://www.asprasergipe.com/2010/05/direitos-humanos-tambem-para-policias.html
 

sábado, 22 de março de 2014

Sargento Edgar Menezes é levado à Corregedoria da PM

O motivo seria um suposto abandono do posto de trabalho

Sargento Edgard foi levado a corregedoria da PM

O sargento Edgar Menezes, vice-presidente da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese) foi encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar, situado na avenida Rio de Janeiro, nesta sábado, 22. O motivo seria um suposto abandono de posto de trabalho.

De acordo com informações de familiares do sargento, Edgar Vieira está de serviço e aproveitou o horário de almoço para levar um documento na Amese, onde acontecia uma reunião de lideranças da Associação. Ao deixar o local, um tenente da Polícia Militar, o conduziu à Corregedoria.

A equipe do Portal Infonet esteve na Corregedoria, mas não conseguiu manter contato com algum representante da Polícia Militar. Informações dão conta de que o sargento, Edgar Menezes está prestando esclarecimentos, mas ainda não há previsão de quando ele possa ser solto.

PMSE

A equipe do Portal Infonet entrou em contato com o assessor de comunicação da PMSE, tenente-coronel Paulo César Paiva que esclareceu que o sargento Edgar está de serviço na 3ª Companhia do 1º Batalhão e foi encontrado por um oficial na Amese, onde se caracterizaria crime militar.

Informou ainda que neste momento, além do sargento, estão sendo ouvidos o oficial de operações que fez o encaminhamento do sargento e o comandante do Batalhão.

O tenente-coronel destacou ainda que não há qualquer viés político na questão e que tão logo seja realizada as ouvidas, a Corregedoria irá decidir se houve ou não crime militar e se o sargento deverá ou não ser preso.

Aisla Vasconcelos

Fonte: Portal Infonet

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Morre terceiro PM que passou mal em Curso de Operações Policiais Especiais

O tenente da Polícia Militar da Bahia, Joserrise Mesquita de Barros, morreu na tarde desta terça-feira (4), após quase dois meses de internamento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Rafael, em Salvador. A informação foi confirmada ao Bahia Notícias pelo tenente-coronel Edmilson Tavares, vice-presidente da associação Força Invicta da PM. O oficial, de 30 anos, é a terceira vítima fatal do Curso de Operações Policiais Especiais (Copes), no qual dois outros candidatos morreram em dezembro, após a realização de testes físicos na sede do Batalhão da Polícia de Choque da Polícia Militar, em Lauro de Freitas. 
 
Antes dele, já tinham falecido no Hospital do Aeroporto os soldados Manoel dos Reis Freitas Júnior e Luciano Fiuza de Santana, 29. Dos quadros graves, apenas Paulo David Capinam, 26, escapou. No fim do ano passado, o Copes avaliou a aptidão física de 67 PMs. Durante uma das provas, a corrida de 10km, os quatro postulantes, lotados na 81° Companhia Independente de policiamento Especializado do Cerrado (Cipe), apresentaram sintomas de náusea. À época, o secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, informou ao BN a "imediata suspensão" da capacitação e instaurou inquérito para apurar se houve abusos no processo seletivo.
 
Fonte: Bahia Notícias

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Distrito Federal: PM vai responder na Justiça por entrevista a TV Globo e a radio CBN

Está publicado no Diário Oficial do DF de hoje.

O governador Agnelo Queiroz do DF, nas atribuições que lhe confere a Lei Orgânica do Distrito Federal, em face das condutas, ofensoras aos princípios éticos e morais da Polícia Militar do Distrito Federal, que afetam o decoro da classe e o pundonor militar, constituindo transgressões disciplinares de natureza grave, quando se pronunciou em entrevista veiculada pelo Jornal Televisivo “Bom Dia DF”, no dia 28 de janeiro de 2014, bem como, em entrevista de rádio feita à CBN, no dia 30 de janeiro de 2014, incitando, policiais e bombeiros militares a deflagrarem a denominada “OPERAÇÃO TARTARUGA”, que promove o retardamento do atendimento de ocorrências operacionais das corporações militares.

Segundo o governador, foi constatado que o militar tem participação direta na criação, promoção e divulgação do referido movimento ilegal, o qual tem desestabilizado a ordem social no Distrito Federal. ... 
 
Desse modo vai responder pelas supostas acusações o tenente Poliglota. 
 
Leia abaixo:

CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO CONTRA O TEN POLIGLOTA.

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso de suas atribuições que lhe confere o artigo 100, inciso XXVI, da Lei Orgânica do Distrito Federal, combinado com o disposto no artigo 4º da Lei nº 6.577, de 30 de setembro de 1978, e considerando o que consta do processo nº 428.000.023/2014, resolve:

1 . NOMEAR o Major QOPM Cleber Xavier de Oliveira - Matrícula 50.593-5, Presidente, o Major QOPM Leonardo Augusto Guimarães - Matrícula 50.611-7, Relator, e o Capitão QOPM Osvaldo José D’Andrea Teixeira – Matrícula 50.667-2 - Escrivão, tendo como suplentes, respectivamente, o TC QOPM Paulo Allende Pimentel Milhomem - Matrícula 50-205-7, o Major QOPM Anderson de Sousa Braga - Matrícula 50.608-7, e o Capitão QOPM Luiz Carlos de Lima Freire - Matrícula 50.613-3, para compor o Conselho de Justificação, a fim de julgar da incapacidade do 2º Tenente QOPMA R/R JORGE ANTÔNIO MARTINS - Matrícula 07.638-4, permanecer nas fileiras da Corporação, em face das condutas, ofensoras aos princípios éticos e morais da Polícia Militar do Distrito Federal, que afetam o decoro da classe e o pundonor militar, constituindo transgressões disciplinares de natureza grave, quando se pronunciou em entrevista veiculada pelo Jornal Televisivo “Bom Dia DF”, no dia 28 de janeiro de 2014, bem como, em entrevista de rádio feita à CBN, no dia 30 de janeiro de 2014, incitando, policiais e bombeiros militares a deflagrarem a denominada “OPERAÇÃO TARTARUGA”, que promove o retardamento do atendimento de ocorrências operacionais das corporações militares.

Assim, constata-se que o referido militar tem participação direta na criação, promoção e divulgação do referido movimento ilegal, o qual tem desestabilizado a ordem social no Distrito Federal.

Com sua conduta o Tenente Martins está incidindo nas hipóteses previstas nas alíneas “b” e “c”, do inciso “I”, do artigo 2º, da Lei nº 6.577, de 1º de dezembro de 1977.

2. NOMEAR, como Oficial Acusador, o Major QOPM Marcelo Maciel da Silva - Matrícula 50.553-6, tendo como suplente o Major QOPM Cleber Fernandes de A. de Oliveira - Matrícula 50.452-1, o qual deverá, no prazo regulamentar, apresentar o Libelo Acusatório ao Presidente do Conselho de Justificação;

3. DESIGNAR, como Defensor Dativo do justificante, o 1º Tenente QOPM Paulo Roberto Rocha Krohn - Matrícula 81.229-3, tendo como suplente o 1º Tenente QOPM André Hideki Nogueira - Matrícula 167.767-5, caso o justificante não constitua defensor habilitado; 4. DELEGAR competência ao Comandante-Geral da Polícia Militar do Distrito Federal para prorrogar o prazo de conclusão do referido Conselho, previsto no parágrafo único do artigo 11, da Lei nº 6.577/78, caso seja necessário, bem como possíveis alterações dos integrantes do Conselho e Justificação, Oficial Acusador e Defensor Dativo, desde que devidamente justificados nos autos do processo em epígrafe; 5. ENCAMINHAR o presente processo à PMDF, via Casa Militar, para as providências pertinentes. 
 
AGNELO QUEIROZ Governador do Distrito Federal

sábado, 21 de dezembro de 2013

Bahia: PM que passou mal em curso precisa de transplante de fígado

O tenente Joserrise Mesquita de Barros Nascimento, 30 anos, que está internado desde a última terça-feira, 17, após passar mal durante um curso da Polícia Militar (PM), vai precisar fazer um transplante de fígado.

Um policial militar, que não quis ser identificado e que é amigo do tenente, relatou à Associação dos Praças, Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra) que ele teve falência hepática e por isso necessita do transplante.
Além do problema hepático, ele está com insuficiência respiratória aguda.

Fonte: Blog Bizú de Praça

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Bombeiros de Brasília visitam Aracaju

O deputado Capitão Samuel, major Adriano (Assomise) e sargento Araújo (Aspra) com o tenente Augusto do CBM/DF


Equipe de futebol do Clube dos Bombeiros do DF enfrentando a Assomise

Confraternização do Grupo Vem Comigo na Assomise

Uma comitiva de bombeiros militares do Distrito Federal está em visita a Sergipe. Os bombeiros são integrantes do Clube dos Bombeiros Militares do DF e do Grupo Vem Comigo, um grupo de amigos que organiza anualmente viagens de intercâmbio para diversos estados brasileiros. Desta vez a cidade escolhida por votação para ser visitada pelo grupo foi Aracaju, capital de Sergipe.

O grupo se encontra em Aracaju desde a última sexta-feira, 25, e retorna a Brasília na tarde de hoje. Em Sergipe o Grupo Vem Comigo foi recepcionado pelas equipes da Associação dos Oficiais (Assomise) e da Associação dos Praças (Aspra), entidades presididas respectivamente pelo major Adriano Reis e pelo sargento Anderson Araújo. O deputado estadual Capitão Samuel (PSL) também compareceu na Assomise no sábado para recepcionar os colegas brasilienses e prestigiar o torneio esportivo.

Foram dias agradáveis nos quais os visitantes tiveram diversas atividades, desde um torneio de futebol e de uma confraternização organizada pelo próprio grupo na Assomise, até um inesquecível passeio de catamarã pelo cânion do Rio São Francisco, no lago da usina hidrelétrica de Xingó, divisa entre Sergipe e Alagoas.

O diretor de intercâmbio do Clube dos Bombeiros e de logística do Grupo Vem Comigo, tenente Augusto, agradeceu em nome de todos do grupo a receptividade dos sergipanos, e se disse estar encantado com Aracaju e com as paisagens vistas no passeio realizado em Xingó, que classificou como o passeio mais bonito que já realizou. O major Adriano Reis e o sargento Araújo também expressaram sua satisfação em receber o grupo, que já intimou os sergipanos a retribuírem a visita.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Estado do Mato Grosso do Sul quer que militar pague R$ 18 mil por colisão em viatura

O estado do Mato Grosso do Sul entrou na justiça para receber R$ 18 mil de um bombeiro que, em serviço, bateu a viatura em um carro particular. As inforamações são do Supremo Tribunal Federal. 
 
De acordo com a denúncia, o veículo oficial do estado estava com a sirene desligada no momento da colisão. O inquérito técnico responsabilizou o bombeiro pelo abalroamento.

No entanto, o juiz que julgou o caso não acatou as alegações do estado, após o militar explicar que desligou a sirene da viatura para o que o tenente que estava ao seu lado pudesse modular no rádio. Portanto, na visão do juiz, o bombeiro agiu no estrito cumprimento do dever legal.

Oneroso!

O caso revela, porém, a armadilha que é dirigir para o estado, em especial veículos de emergência. Qualquer deslize pode significar R$ 18 mil a menos nos longos anos de salário do trabalhador.

É bom ficar esperto.

Fonte: Paraíba em QAP

sábado, 12 de janeiro de 2013

Chefe militar do TCE é promovido ao posto de major da PM/SE

 
Atual assistente chefe militar do Tribunal de Contas do Estado (TCE), o capitão da Polícia Militar do Estado (PM-SE), Adelmo Amado dos Santos, foi promovido ao posto de major em solenidade ocorrida na noite desta terça, 08, no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP). Na ocasião, outros 14 oficiais também receberam a promoção, seja por merecimento ou antiguidade.

"Fico feliz e honrado com esse reconhecimento após tantos anos dedicados à instituição, onde ingressei no dia 17 de julho de 1984, passando por diversos setores como a Rádio Patrulha, a Companhia de Polícia Rodoviária e o Batalhão de Choque, até ingressar no quadro administrativo do TCE", destacou o agora major Amado.

Segundo ele, sua conquista pessoal se deve ainda ao apoio e estímulo de familiares e amigos. "Agradeço ao governador Marcelo Déda pela confiança em mim depositada, à instituição, na pessoa do comandante Maurício Yunes, a meus familiares, ao conselheiro Carlos Alberto, que confiou a mim a chefia do gabinete militar da Corte de Contas, e à Dra. Patrícia Verônica pelo apoio de sempre", citou.

No comando da Polícia Militar de Sergipe há sete meses, o coronel Maurício Yunes informou que 442 policiais foram promovidos nesse período. De acordo com ele, o número de promoções reflete o compromisso do Governo do Estado em promover uma segurança pública de qualidade.

“Nossa gestão à frente do comando da Polícia Militar busca trabalhar com a motivação dos nossos profissionais e essas promoções representam isso. Ao longo dos últimos sete meses, foram 442 promoções. Estamos preparando uma grande promoção para o mês de agosto”, discursou.

Oficiais Promovidos

Na Polícia Militar, por merecimento foram promovidos:

- Ao posto de Tenente Coronel QOSPM: Major George André Almeida de Araújo.
- Ao posto de Major QOAPM: Capitão Adelmo Amado Dos Santos.

Através do critério antiguidade, foram promovidos:

- Ao posto de Major QOAPM: Capitão Antonio da Conceição.
- Ao posto de Major QOSPM: Capitão Leonício Silva Umbelino Junior.
- Ao posto de Capitão QOAPM: 1º Tenentes Rivaldo dos Santos e Givaldo Ramos da Silva.
- Ao posto de Capitão QOSPM: 1º Tenente Isabela Maria Santos Ferreira.
- Ao posto de 1º Tenente QOAPM: 2º Tenentes Miguel Fagundes da Costa Neto; Daniel Oliveira Dantas; Elis Cordeiro da Silva; Milton dos Santos Madureira.
- Ao posto de 2º Tenente QOAPM: 3º Tenentes Carmelita Dantas Bastos; José Mariano Batista Alves; Heliomar Alves Barbosa; Carlos Alberto de Oliveira Santos.
 
Fonte: Tribunal de Contas do Estado

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Seplag e Ciosp discutem aplicações cartográficas de Sergipe em Segurança

O objetivo é aprimorar a distribuição do efetivo e alocação de viaturas em determinadas áreas e pontos tidos como relevantes ou de maior criminalidade


Na perspectiva de difundir o uso da geoinformação e buscando o aperfeiçoamento das ações estratégicas do Governo do Estadual na área da segurança pública, representantes da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) e do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) se reuniram na manhã de quinta-feira, 19, para discutir a utilização da nova Base Cartográfica Digital do Estado de Sergipe.

Já está sendo implementado um termo de cooperação técnica entre a Seplag e a Secretaria de Segurança Pública (SSP) com o objetivo de compartilhar dados e informações, elaboração de estudos integrados com a utilização de indicadores da área de segurança pública, com fins de otimizar a gestão. Isso porque a modernização da gestão é uma condição essencial para o planejamento, execução e na análise da avaliação de políticas públicas e ações em todas as áreas de atuação do governo.

“Coordenada pela Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), a elaboração da Base Cartográfica de Sergipe converge para este caminho, pois visa promover a disseminação e a aplicação da geoinformação no planejamento e na tomada de decisões por parte dos gestores das secretarias e demais órgãos do governo estadual”, aponta a superintendente de Estudos e Pesquisas, Flávia Moreira.

Na análise de Jucicléia Correia Melo, chefe do Centro de Estatísticas e Análises da Polícia Civil, os mapas desempenham um papel primordial em diversos aspectos no contexto dos estudos operacionais na Segurança Pública. “Os mais restritos e significativos estão no planejamento estratégico e operacional, visualizando de forma direta as ocorrências e, assim, fazer determinadas pontuações das mesmas”, explica.

O objetivo também é aprimorar a distribuição do efetivo e alocação de viaturas em determinadas áreas e pontos tidos como relevantes ou de maior criminalidade. Por fim, como, foco chave, demonstra os alvos em potencial a serem alcançados, visualizando sua vulnerabilidade trazendo em seu desfecho a escolha racional dos meios para o bom andamento ao que se destina.

Situação da Base Cartográfica

Durante a reunião com a Ciosp, a superintendente expôs a situação do projeto, que já tem concluído o mapeamento das sedes municipais de Sergipe na escala um para 2 mil com a representação cartográfica dos elementos identificados na superfície terrestre e passíveis de serem classificados, como sistema viário, edificações, hidrografia dentre outros.

Com a conclusão desta etapa, estão sendo elaborados produtos que servirão tanto ao Governo do Estado e aos municípios para elaboração de políticas públicas diversas, monitoramento de programas e planejamento e execução de ações, quanto a pesquisadores e estudantes das mais diversas áreas de conhecimento.

De acordo com Flávia Moreira, é fundamental o estabelecimento de parcerias entre as secretarias estaduais com o objetivo de utilizar efetivamente esta ferramenta. “O próximo passo é a implantação do Sistema de Informações Geográficas (SIG) que armazenará e permitirá o acesso a uma série de dados e indicadores estatísticos, econômicos e geográficos sobre Sergipe e seus municípios de maneira espacializada”, avisa a superintendente.

Além da superintendente de Estudos e Pesquisas, Flávia Moreira, participaram da reunião o diretor de Geografia e Cartografia da Supes, Márcio Reis; o Coronel Sobrinho da Polícia Militar; o tenente Sílvio do Corpo de Bombeiros; e a chefe do Centro de Estatísticas e Análises da Polícia Civil, Jucicléia Correia Melo.

Fonte: Agência Sergipe de Notícias

sábado, 2 de junho de 2012

Crime contra um PM e esposa do militar é esclarecido

Polícia apresentará detalhes durante coletiva na segunda-feira
Walber (sem camisa), Fagner (camiseta rosa) e Alan (camiseta branca) (Fotos: Ascom SSP/SE)
Com a prisão do terceiro bandido, identificado como Jorge que foi detido neste sábado, 2, com 26 papelotes de maconha na avenida Osvaldo Aranha, suspeito de participar do crime contra um tenente da polícia e ter matado a esposa do militar a Polícia Civil desmonta o quebra-cabeça em torno da ação criminosa. As prisões foram noticiadas pelo Portal Infonet.
O crime ocorreu no dia 26 do mês passado e teve grande repercussão em todo Estado. O tenente Mateus Mendonça e sua esposa, Damiana Corado Mendonça,  de 28 anos, foram baleados na rua Francisco Portugal, nas proximidades da avenida Francisco Porto, zona sul da capital. A mulher faleceu no local do crime, já o tenente foi hospitalizado e recebeu alta médica na última sexta-feira, 1º.
Presos
Estão presos Jorge Valber Martiliano dos Santos, de 24 anos; Fagner Machado Bomfim, de 25 anos e Allan Santos, o primeiro a ser preso suspeito do crime. De acordo com a polícia o trio pretendia assaltar o casal.
Segundo a investigação comandada pela 1ª Delegacia Metropolitana, Alan foi o responsável por abordar o tenente e anunciar o assalto. O militar reagiu e Alan levou um tiro na boca. Conhecido como ‘Pequeno’, Jorge Valber, foi apontado como o responsável pelos disparos que mataram a esposa do tenente. Já Fagner foi o motorista e transportou os outros dois homens até o local do assalto.
Todos os detalhes sobre as prisões serão passados durante entrevista coletiva que será realizada na segunda-feira, 4.
Por Kátia Susanna
Fonte: Portal Infonet

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