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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Eleições da Aspra Sergipe - Edital de Convocação - Quadriênio 2019-2023

Edital de Convocação
Para ampliar clique na imagem!


Presidente da Aspra faz reunião com as duas chapas inscritas no pleito eleitoral, eleição ocorrerá no dia 28 de fevereiro de 2019, das 8:00hs às 17:00 hs.


Chapas discutindo e decidindo o processo eleitoral

Eleições da Aspra - Sergipe
Quadriênio 2019-2013
Data: 28/02/2019
Horário: 08:00 às 17:00
Local: Rua Professor João Batista (antiga Rua C12), conjunto Orlando Dantas, bairro São Conrado
Aracaju-Sergipe

Edital de Convocação
https://drive.google.com/file/d/162wPnmxiTZXK2_l5-jO6294uiyZNfcLh/view?usp=sharing

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Resposta do candidato Ciro Gomes aos questionamentos da Anaspra


Seguem as respostas encaminhadas pelo candidato Ciro Gomes (PDT) aos questionamentos da Anaspra, com uma ressalva: "Em sua campanha, o Presidente Ciro Gomes nunca prometeu algo de forma leviana, sem considerar todos os fatos, por isso só responderemos alguns de seus questionamentos. Os outros não foram ainda discutidos pela equipe que formula o programa de governo. Apesar disso, suas indagações podem ajudar em nossas deliberações, dirigindo as discussões para pontos que não havíamos debatido anteriormente."

1- Resumidamente, qual o seu plano para a segurança pública nacional, em que pese a articulação da União com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios? Nesse sentido, qual a sua posição sobre o ciclo completo de polícia?

Com relação ao ciclo completo não chegamos, ainda, a um posicionamento definitivo. Quanto ao programa de governo, por ser o maior e mais detalhado de todos, sugiro que os senhores leiam as diretrizes principais para a área de segurança. Tais diretrizes podem ser encontradas no seguinte link do TSE.

2- De que forma a União pode contribuir para a construção de uma política salarial para os servidores estaduais da segurança pública, bem como para a fixação de uma jornada de trabalho de 40 horas semanais?

Definir uma política salarial para os servidores estaduais de segurança depende de negociação entre União, Estados e associações de servidores. Por isso é nossa intenção realizar, logo nos primeiros meses de governo, uma série de reuniões para chegar a uma proposta exequível, que melhore as condições dos funcionários e não quebre o caixa dos Estados.

3- Vossa senhoria acha viável e se comprometeria, se eleito, a instituir a vinculação constitucional de recursos para a segurança pública, tal como ocorre nas áreas de saúde e educação?

Este ponto não foi ainda definido.

4- Qual a sua posição sobre o fim dos regulamentos disciplinares e a instituição de códigos de ética nas instituições militares estaduais e a desvinculação dos Corpos de Bombeiro Militares?

Somos favoráveis à mudança dos atuais regulamentos disciplinares nas Polícias Militares e Corpos de Bombeiros. São instrumentos arcaicos e muitas vezes utilizados de forma arbitrária.

5-  O projeto de Lei da Câmara nº 148, que põe fim à pena de restrição da liberdade (prisão administrativa), está pronto para ser votado definitivamente pelo Senado Federal. Qual a sua posição sobre o mérito da matéria. E, se eleito, colocaria a força do governo, da sua liderança no Congresso e de sua bancada de apoio para fazer aprovar o projeto de Lei?

Nosso projeto é acabar com a prisão administrativa nas polícias militares e corpo de bombeiros. Portanto apoiaremos o projeto de lei que a suprime.

6- O projeto de Lei n 6886/2017, cujo texto solicita a inclusão do Espírito Santo na Lei Federal n 12.505/2011, que concede anistia a militares estaduais, está pronto para ser votado no Plenário da Câmara. Qual a sua posição sobre o mérito da matéria. E, se eleito, colocaria a força do governo, da sua liderança no Congresso e de sua bancada de apoio par fazer aprovar o projeto de lei?

Este tópico não foi ainda discutido.

7- Qual o seu projeto voltado para a Força Nacional e para a Rede Nacional de Educação à Distância para a Segurança Pública (Red EaD)?

Nosso projeto para a Força Nacional está explicitado no programa de governo. Na prática vamos encaminhar para o Congresso um Projeto de Emenda Constitucional para institucionalizar a Força Nacional, incluindo-a no artigo 144 da Constituição como Programa Permanente de Cooperação Federativa.

8- Se eleito vai reativar o Conselho Nacional de Segurança Pública, ou o colegiado vai ficar paralisado como está no atual governo?

O Conselho Nacional, da forma que foi definido por lei, será reativado e terá função importante para a condução da política nacional de segurança pública.

9- Qual a sua posição sobre a inclusão dos militares federais e dos policiais e bombeiros militares estaduais na reforma da previdência?

Como é do conhecimento de todos, o Presidente Ciro Gomes é contra a atual proposta de reforma previdenciária. Não vamos penalizar, em nossa proposta, categorias como policiais e bombeiros, cuja atividade requer esforço físico e envolve riscos e desgastes superiores aos observados em outras categorias de trabalhadores.

Resposta da candidata Marina Silva aos questionamentos da Anaspra


Veja a seguir as respostas da candidata Marina Silva (Rede) aos questionamentos da Anaspra.

1- Resumidamente, qual seu plano para a segurança pública nacional, em que pese a articulação da União com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios? Nesse sentido, qual sua posição sobre o ciclo completo de polícia?

A investigação é uma atividade altamente complexa que exige grande especialização. Portanto, devemos incentivar as polícias judiciárias a se especializarem cada vez mais. Já com relação aos crimes de menor complexidade e de menor potencial ofensivo, acreditamos que as policiais militares têm todas as condições para lidar com estas situações. Assim, nos estados em que houver sobre o tema, incentivaremos e apoiaremos a realização do Termo Circunstanciado pelos policiais militares.

2- De que forma a União pode contribuir para a construção de uma política salarial para os servidores estaduais da segurança pública, bem como para a fixação de uma jornada de trabalho de 40 horas semanais?

A administração e gestão das polícias militares é responsabilidade dos governadores de estados. Entretanto, cabe ao Governos Federal, através do Sistema Único de Segurança Pública que será implantado no governo de Marina Silva, estabelecer os parâmetros estruturantes para as carreiras policiais, com vistas a valorização e proteção destes profissionais.

3- Vossa Senhoria acha viável e se comprometeria, se eleito, a instituir a vinculação constitucional de recursos para a segurança pública, tal como ocorre nas áreas de saúde e educação?

O Sistema Único de Segurança Pública deverá redefinir as atribuições e competências da União, estados e municípios na área de segurança pública.

4- Qual sua posição sobre o fim dos regulamentos disciplinares e a instituição de códigos de éticas nas instituições militares estaduais e a desvinculação dos Corpos de Bombeiros e da Polícia Militar?

O governo federal, através do Sistema Único de Segurança Pública, deverá induzir os estados e modernizarem seus regulamentos disciplinares e códigos de ética. Compete aos governadores decidir ou não pela desvinculação dos Corpos de Bombeiros.

5- O Projeto de Lei da Câmara n° 148, de 2015, que põe fim à pena de restrição da liberdade (prisão administrativa), está pronto para ser votado definitivamente pelo Senado Federal. Qual sua posição sobre o mérito da matéria. E, se eleito, colocaria a força do governo, da sua liderança no Congresso e de sua bancada de apoio para fazer aprovar o projeto de lei?

Como dito na resposta anterior, a modernização das relações de trabalho é um dos itens do Sistema Único de Segurança Pública, que inclui o fim da prisão administrativa.

6- O Projeto de Lei nº 6886/2017, cujo texto solicita a inclusão do Espírito Santo na Lei Federal 12.505/2011, que concede anistia a militares estaduais, está pronto para ser votado no Plenário da Câmara. Qual sua posição sobre o mérito da matéria. E, se eleito, colocaria a força do governo, da sua liderança no Congresso e de sua bancada de apoio para fazer aprovar o projeto de lei?

A candidata ainda não tem posição firmada sobre este assunto.

7- Qual o seu projeto voltado para a Força de Segurança Nacional e para a Rede Nacional de Educação a Distância para a Segurança Pública (Rede EaD)?

Embora necessária, a Força Nacional de Segurança Pública precisa ser regulamentada e reestruturada. Atualmente seu custo é muito elevado e seu emprego tem resultado pouco impacto na realidade dos estados. Quanto à Rede EaD, ela faz parte do sistema nacional de formação profissional previsto no Sistema Único de Segurança Pública.

8- Se eleito(a), vai reativar o Conselho Nacional de Segurança Pública - Ministério da Justiça (Conasp) pelo Ministério da Justiça ou o colegiado vai ficar paralisado como está no atual governo?

Sim, se eleita, Marina Silva irá reativar o Conselho Nacional de Segurança Pública, incorporando novas atribuições, como prevê os Sistema Único de Segurança Pública.

9- Qual sua posição sobre a inclusão dos militares federais e dos policiais e bombeiros militares estaduais na Reforma da Previdência?

A reforma da previdência deverá incluir todos os militares federais e estaduais. 

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Segurança pública deve dominar debates e votações neste ano, diz novo líder do PSC

O líder do PSC na Câmara dos Deputados, deputado Professor Victório Galli (MT), acredita que temas ligados à segurança pública devem dominar os debates e as votações na Casa em 2018. Segundo ele, a decretação pelo governo federal de intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro é apenas um exemplo do clima de insegurança que atinge o Brasil.

Ao criticar a realização de eleições a cada dois anos, Galli disse que mais uma vez os deputados vão precisar se dedicar simultaneamente à Casa e à campanha eleitoral. Professor de teologia, Galli está atualmente no terceiro mandato de deputado federal, tendo atuado como suplemente em outras duas legislaturas.

Leia abaixo a entrevista concedida pelo novo líder à Agência Câmara.

Qual a prioridade da bancada para este ano de 2018? 

A prioridade da nossa bancada neste semestre vai girar em torno da segurança, inclusive isso já foi desdobrado numa situação de intervenção no Rio de Janeiro. Hoje no Brasil o cidadão de bem está preso na sua própria casa, e o bandido livre nas ruas. Vamos trabalhar em cima dessa pauta, cobrando do governo mais investimentos em questões que envolvem nossas fronteiras, que é por onde entram as drogas e as armas que vão parar nas mãos dos bandidos. Esta será nossa pauta principal. E, como é ano de eleição, a gente vai trabalhar também para orientar os nossos eleitores a votar, principalmente no Executivo, em pessoas que levam em consideração a segurança pública.

Em ano de eleição, o senhor acha que vai conseguir mobilizar a bancada para votar projetos na Câmara?

Ano de eleição é atípico. É um ano que não tem 12 meses para o legislativo e nem para o Executivo. Infelizmente, nossa proposta de colocar na reforma política a eleição de 4 em 4 anos não avançou. Seria bom ter uma eleição a cada 4 ou 5 anos, de vereador a presidente da República. Aí nós iriamos tirar esse entrave que leva o País a parar a cada dois anos. Vai ser difícil a gente fazer essa compensação e vamos ter que trabalhar com um olho e um pé aqui em Brasília e o outro olho e pé lá no estado.

E em relação à pauta econômica?

A pauta econômica é muito importante para o País. Nós vamos defender qualquer projeto sobre economia aqui na Câmara, desde que ele garanta aos grandes investidores confiança para investir no Brasil e ao cidadão o direito de ter o seu emprego, o seu trabalho para sustentar sua família.

Reportagem – Murilo Souza 
Edição – Ana Chalub

Fonte: Agência Câmara de Notícias

domingo, 5 de novembro de 2017

Lógica do absurdo! Preso vota, PM em serviço não!


A Justiça Eleitoral precisa garantir o voto na seção eleitoral em que estiver em serviço o PM e o BM no dia da eleição. A Policia Militar é a principal parceira da Justiça Eleitoral em todo país e essa cobrança, que já vem de um tempo, precisa ser colocada em prática nas eleições 2018.

E Sergipe, como o menor Estado, não teria dificuldade de implantar esse direito do PM e do BM. É injusto! A maioria dos policiais trabalhar no dia da eleição, se deslocarem dos seus domicílios eleitorais e não terem direito ao voto. Em vários Estados os policiais militares são escalados na região que trabalham.Aqui em Sergipe, desde 2014, o oficial da PMSE, Henrique Rocha, encampou essa luta da cobrança da efetivação do voto do PM e do BM.

Urnas especiais

A legislação permitem serem instaladas urnas espeicais na sede da comarca para que o servidor em serviço (PM, BM, PC e outros), envolvidos diretamente na eleição possam votar. O desembargador Ricardo Múcio, que está à frente do TRE/SE é um homem de diálogo, bom senso e, principalmente gosta de fazer o justo. Basta uma integração com os comandos da PM e BM para operacionalizar com antecedência toda estrutura para essas urnas especiais. Falta um ano e tem tempo de sobra para isso. E seria Justiça com os principais parceiros consolidar o direito consagrado na Constituição.

O presidente do TRE/SE, Ricardo Múcio e o comandante da PM, coronel Marcony podem fazer história e acabar com a injustiça dos policiais em serviço não votarem.

Fonte: Blog do Cláudio Nunes

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Capitão Samuel apoia votação da nova diretoria da Feconseg

Na manhã deste domingo, 17, aconteceu, na sede da Feconsg (Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública do Estado de Sergipe) a eleição para a escolha da nova diretoria executiva da federação.

O Capitão Samuel lembra que sempre apoia eventos que tragam benefícios para a sociedade sergipana. "Este evento contou com o meu apoio, pois sei da importância que ele tem para a segurança pública do nosso estado. O policiamento nos bairros causa a sensação de segurança e isso é muito importante para o nosso povo", declara.

Fonte: Facebook Oficial Capitão Samuel

sábado, 9 de setembro de 2017

Doria quer que GCM passe a ser conhecida como Polícia Municipal de SP

Mudança em veículos dos guardas começa nesta quarta e será ‘gradual’, segundo o prefeito.

A Prefeitura de São Paulo quer que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) passe a ser conhecida como "Polícia Municipal". O prefeito João Doria (PSDB) anunciou que, "gradualmente", a partir desta quarta-feira (6), todos os veículos da corporação ganharão adesivos com a nova denominação. O novo layout dos carros da GCM foi apresentado nesta manhã, na sede da Prefeitura, por Doria e pelo secretário municipal de Segurança Urbana, José Roberto de Oliveira.

Ao todo, a GCM conta com 454 veículos, sendo que 224 são locados. O contrato da locação se encerra no ano que vem e, após a renovação, a gestão Doria já quer que eles venham com a nova roupagem. "Toda frota vai receber gradualmente, evidentemente, essa nova envelopagem. Todas elas terão a indicação 'Polícia Municipal'. Isso é legal. Houve um estudo feito pela nossa Secretaria de Justiça e também pela Promotoria", disse o prefeito.

De acordo com Doria, a mudança é uma "questão de informação". "Tem pessoas que não conseguem identificar o que quer dizer GCM. Isso é um fato. Brasileiros. Estrangeiros, então, não tem menor ideia do que seja. 'Polícia' você lê em qualquer idioma", explicou. O secretário José Roberto também defendeu a ideia: "A Guarda já exerce atividades dentro do município que se assemelham à atividade policial".

Segundo ele, as vantagens vão além da questão da "informação". "Quando se coloca 'Polícia Municipal' se tem dois ganhos: tangíveis e intangíveis. Os tangíveis é que você vê a viatura com a polícia. Os intangíveis é a sensação que as pessoas têm. Para a pessoa de bem, polícia é mais um órgão. Para quem pratica o crime, é mais alguém que vai estar no combate às suas práticas", justificou.

Na visão de José Roberto, que é coronel da Polícia Militar, criminosos muitas vezes não reconhecem o guarda civil como um agente público de segurança. Ou seja, alguém que deveriam temer. "Com isso a gente ganha também nesse aspecto de combate ao crime na cidade", completou. Além da mudança em como vai se referir à corporação a partir de agora, a gestão Doria anunciou que pretende trocar mais da metade da frota automotiva da GCM - ou Polícia Municipal - por veículos 100% elétricos até o fim do mandato. Os dois primeiros carros com a tecnologia já estão estacionados na calçada da Prefeitura. Mais uma doação da iniciativa privada, segundo o prefeito.

Candidatura em 2018

Questionado se participaria de prévias do PSDB para uma possível candidatura à Presidência da República no ano que vem, Doria respondeu: "Sou filho e fruto das prévias. Devo as prévias à minha candidatura". Na terça, o padrinho político de Doria, o governador Geraldo Alckmin, defendeu as prévias. "Se tiver mais de um candidato o que deve fazer um partido democrático: deve ampliar a consulta, aquele que for escolhido está legitimado e quem não for escolhido tem o dever de apoiar quem ganhou", disse em evento em que o prefeito não compareceu.

Nesta quarta, Doria disse considerar que as prévias são “um instrumento democrático, bom, saudável”, mas que não é único. “A meu ver o ideal seria termos também uma combinação onde pesquisas nacionais pudessem indicar e avaliar candidatos, não apenas um mas os candidatos, no caso do meu partido, o PSDB, que possam apresentar seus nomes e serem avaliados também no ponto de vista de pesquisa. Em penetração, intenção de voto, igualmente em grau de conhecimento."

Também questionado sobre possível desconforto em prévias com seu padrinho político, o governador Geraldo Alckmin, afirmou. "Nenhum desconforto, mas eu aprendi também rapidamente na política que não há fila na política. Há uma decisão do povo, uma decisão popular. Não existe fila, não existe senha na política”, disse. “Seria como imaginar dizer ao povo: 'Olha, vote em fulano de tal porque ele é o primeiro da fila', e o povo vai e obedece. Isso não existe. Isso é uma figura caricata, não é a realidade. A realidade é que as pessoas podem apresentar os seus nomes e serem submetidos à opinião pública e, no caso específico, ao eleitor."

Sobre críticas de aliados que consideram que o prefeito estaria traindo Alckmin, respondeu: "Primeiro que eu não me apresento como candidato. Nem como pré-candidato. Eu sou prefeito e continuo fazendo isso. Portanto, não há razão para nenhuma crítica. E mesmo que eu fosse candidato, ainda que fosse, que tipo de crítica poderia haver? Isso é um país democrático, país livre. Qualquer pessoa pode apresentar suas ideias livremente."

E acrescentou: "No dia que alguém que desejar fazer isso for classificado como traidor temos a ditadura no Brasil". Ao ser questionado se sonha em ser presidente, brincou: “Do Santos Futebol Clube. Da República do peixe".

Fonte G1

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Subtenente Gonzaga: Voto em trânsito para os militares

Nas eleições de 2018, os militares, na prática, todos os integrantes das Instituições arroladas nos artigos 144 e 142 da Constituição Federal, poderão votar em trânsito.

Essa medida, resultante do Projeto de Lei (PL) 7773/14 do Deputado Federal Subtenente Gonzaga, foi inserida na reforma política constante da Lei 13.165/2015, que alterou o artigo 233A da Lei 4.737/65, que contem o Código Eleitoral Brasileiro.

“Estou feliz por ter contribuído com a consolidação da cidadania dos Policiais e Bombeiros Militares, que em razão da profissão tinham cassado o sagrado direito de votar. Apesar de não ter conseguido o voto em transito, também, para as eleições municipais, vou continuar lutando. Por isso apresentei o PL 5777/16 para garantir o voto, quando em serviço, nas eleições municipais”, afirma o deputado Subtenente Gonzaga.

Subtenente Gonzaga. Arquivo Aspra


Lei 4.737 de 15 de Julho de 1965
Institui o Código Eleitoral.

Art. 233-A. Aos eleitores em trânsito no território nacional é assegurado o direito de votar para Presidente da República, Governador, Senador, Deputado Federal, Deputado Estadual e Deputado Distrital em urnas especialmente instaladas nas capitais e nos Municípios com mais de cem mil eleitores. (Redação dada pela Lei nº 13.165, de 2015)
§ 1o O exercício do direito previsto neste artigo sujeita-se à observância das regras seguintes: (Incluído pela Lei nº 13.165, de 2015)
I - para votar em trânsito, o eleitor deverá habilitar-se perante a Justiça Eleitoral no período de até quarenta e cinco dias da data marcada para a eleição, indicando o local em que pretende votar; (Incluído pela Lei nº 13.165, de 2015)
II - aos eleitores que se encontrarem fora da unidade da Federação de seu domicílio eleitoral somente é assegurado o direito à habilitação para votar em trânsito nas eleições para Presidente da República; (Incluído pela Lei nº 13.165, de 2015)
III - os eleitores que se encontrarem em trânsito dentro da unidade da Federação de seu domicílio eleitoral poderão votar nas eleições para Presidente da República, Governador, Senador, Deputado Federal, Deputado Estadual e Deputado Distrital. (Incluído pela Lei nº 13.165, de 2015)
§ 2o Os membros das Forças Armadas, os integrantes dos órgãos de segurança pública a que se refere o art. 144 da Constituição Federal, bem como os integrantes das guardas municipais mencionados no § 8o do mesmo art. 144, poderão votar em trânsito se estiverem em serviço por ocasião das eleições. (Incluído pela Lei nº 13.165, de 2015)
§ 3o As chefias ou comandos dos órgãos a que estiverem subordinados os eleitores mencionados no § 2o enviarão obrigatoriamente à Justiça Eleitoral, em até quarenta e cinco dias da data das eleições, a listagem dos que estarão em serviço no dia da eleição com indicação das seções eleitorais de origem e destino. (Incluído pela Lei nº 13.165, de 2015)
§ 4o Os eleitores mencionados no § 2o, uma vez habilitados na forma do § 3o, serão cadastrados e votarão nas seções eleitorais indicadas nas listagens mencionadas no § 3o independentemente do número de eleitores
do Município. (Incluído pela Lei nº 13.165, de 2015)

Fonte: Facebook Subtenente Gonzaga

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Robson Viana apela para que secretários coloquem cargos à disposição de Jackson Barreto

Ele defende troca de pelo menos 30% do time para enfrentar a crise do governo

Esta terça-feira, dia 23, o deputado estadual Robson Viana (PEN) fez um apelo aos secretários e demais ocupantes de postos estratégicos no Governo do Estado: coloquem os cargos à disposição do governador Jackson Barreto (PMDB) para que ele fique à vontade para fazer uma necessária e urgente reforma no seu governo e, assim, enfrentar a crise que paira em sua gestão. Robson Viana entende ser preciso mudar pelo menos 30% do secretariado para recuperar a imagem do governo – desgastada, hoje, junto à sociedade, que vem cobrando as promessas de campanha. O deputado acredita ser o momento de os auxiliares provarem que são amigos do governador, deixando-o livre para mexer no seu governo, já que há setores que ainda não deram uma resposta positiva nem ao governador e nem à população.

“É preciso um choque de gestão. Têm setores que não estão rendendo. Tem que trocar. Se você não está servindo, não está rendendo tem que mudar. As pessoas têm que entender que o cargo é do governador. Tem gente que se apega ao cargo e não quer soltar. Quando a gente dá entrevista, as pessoas pensam que a gente está criticando. Mas é uma crítica construtiva. É uma forma de ajudar o governador. É preciso que as pessoas se comprometam mais com o governo. Vistam mais a camisa do governo. Às vezes você não tem o dinheiro, mas precisa usar a criatividade. Cada um tem o momento de entrar e sair. Tem a porta de entrada e a de saída. São importantes pessoas novas para ajudar. O povo está cobrando (solução para os problemas). A gente vê nas ruas”, disse o deputado, enfatizando que já tomou conhecimento de que o governador fará as mudanças, após as eleições.

Segundo Robson Viana, é preciso usar a criatividade para melhorar a imagem do governo junto à população. “É o que eu digo: quando a gente está no momento ruim, o auxiliar tem que usar a sua criatividade. Quando você começa a falar com a população, é preciso, mesmo com a falta de recursos, você procurar os caminhos. É muito bom você trabalhar com dinheiro, mas acho que você tem que usar a sua experiência como gestor e procurar um caminho, porque a gente não pode ficar o tempo todo falando da crise, da crise, da crise, da crise, da crise… Uma mudança no governo é muito boa. Pessoas que venham motivadas. Pessoas que já deram sua contribuição têm que entender, mas não entendem. E o governador tem a dificuldade de tirar. Às vezes é amigo, é mais próximo do governador… Amigo é amigo, mas o governo é impessoal e precisa dar resposta ao povo que acreditou neste projeto”, disse.

Fonte: Universo Político

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Voto em trânsito: mais uma conquista

Prezados amigos e companheiros.

Este é o texto aprovado para o voto em trânsito. "Aos eleitores em trânsito no território nacional é assegurado o direito de votar para Presidente da República, Governador, Senador, Deputado Federal, Deputado Estadual e Deputado Distrital em urnas especialmente instaladas nas capitais e nos municípios com mais de 100 mil eleitores".

O que muda: O voto em trânsito que até aqui só é previsto para a Presidência da República, passa a ser também para governador, senador e deputado, para toda a população, em urnas específicas, em cidade com mais de 100 mil habitantes. Para os profissionais de segurança pública em serviço, mediante cadastro prévio providenciado obrigatoriamente pela administração, nas urnas comuns a todos os eleitores, em todos os municípios, independentemente do número de eleitores. Infelizmente não consegui ainda para eleições municipais. Vou tentar recuperar isto no Senado. Acredito que foi uma conquista resultante da nossa convicção de que o direito ao voto é direito à cidadania. Assim, podemos comemorar duas conquistas nestas votações da chamada reforma política: o voto em trânsito e o direito de retornar ao serviço ativo após o exercício do mandato. Apresentei e defendi projetos nestes dois temas. Obrigado a todos pelo apoio de todos.

Acesse os links abaixo e leia os projetos apresentados pelo deputado federal Subtenente Gonzaga sobre Voto em Trânsito:

PL 7773/2014
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1263964&filename=PL+7773/2014

PL 8029/2014
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1282260&filename=PL+8029/2014

REDAÇÃO FINAL DO PL Nº 5735/13 que trata da Minirreforma Eleitoral, enviado para o Senado Federal para votação
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=5B51496C903FFECCD344C1C564E1C015.proposicoesWeb1?codteor=1362446&filename=REDACAO+FINAL+-+PL+5735/2013
Fonte: Página Oficial do Subtenente Gonzaga

sábado, 7 de março de 2015

Aspra Sergipe faz 30 anos e elege o seu novo presidente.

Sargento Carlos vai gerir a Aspra/SE pelos próximos quatro anos.

Sargento Antônio Carlos dos Santos, presidente eleito da Aspra/SE.

Aconteceu hoje a eleição para a escolha de membros da nova Diretoria Executiva e dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe (Aspra/SE), para o quadriênio 2015-2019. A eleição ocorreu na mesma data do aniversário de 30 anos da entidade e foi realizada na sede da Aspra no Conjunto Orlando Dantas, zona sul de Aracaju. Cumprindo as formalidades estatutárias o escrutínio transcorreu durante todo o dia, das 08h da manhã até às 17h, embora o pleito tenha sido realizado com chapa única. Ao final foram computados os votos e declarado o resultado da eleição, sendo então empossado o novo presidente e demais diretores eleitos.

Além do Sargento Antônio Carlos como Presidente Executivo, também foram eleitos o ex-presidente, Sargento Anderson Araújo, para a Vice-Presidência Executiva; o Subtenente Geverson Ferreira para a Presidência do Conselho Fiscal e o Soldado Reginaldo Virgínio para a Presidência do Conselho Deliberativo. Os demais cargos da Diretoria e Conselhos serão preenchidos através de nomeação dos eleitos.

A eleição do Sargento Carlos representa a manutenção do grupo que ele faz parte à frente da entidade, mas de modo algum significa que não haverá mudanças na forma de gestão. É certo que há ações iniciadas na gestão de seu antecessor que terão continuidade e ideias que ainda não haviam sido postas em prática e que terão o apoio de Carlos para que se concretizem, mas é certo também que o novo presidente de forma muito natural queira dar o "seu toque" à administração da Aspra/SE.

Em breve conversa com alguns diretores e associados ainda antes de assumir o cargo, o Sargento Carlos externou que espera realizar uma boa gestão na entidade e que conta com o apoio dos amigos, diretores e associados para concretizar esse desejo. Profissional bem quisto por seus companheiros na Polícia Militar, com mais de 20 anos de corporação, o Sargento Carlos não deverá ter dificuldades para obter o apoio dos associados e de sua diretoria. Com histórico de participação em movimentos estudantis e sociais, Carlos também deverá utilizar essa experiência na condução da Aspra, o que poderá trazer novidades. Ademais, terá a seu lado companheiros experientes que poderão contribuir muito com sua gestão, além dos novos colegas que deverá convidar para agregar valor ao grupo.

Carlos já assume o cargo com um importante compromisso marcado. De acordo com seu vice-presidente, Sargento Araújo, havia uma reunião marcada com o Secretário de Segurança Pública, Mendonça Prado, exatamente hoje, mas devido a um compromisso do Secretário e à eleição da Aspra a data foi reagendada. De acordo com Araújo, será muito bom que a reunião já ocorra sob a gestão do Sargento Carlos, pois garante a continuidade de suas ações.

Despedida

Sargento Araújo: "Passo o cargo a um amigo com a convicção de que fiz o melhor que pude".

Em seu último dia na presidência da Aspra, o Sargento Araújo despediu-se do cargo e falou ao blog sobre as ações que foram implementadas em seus 19 meses de gestão. Araújo diz que gostaria de ter feito mais pela Aspra, mas avalia que diante do curto tempo que teve à frente da entidade contribuiu significativamente para o seu crescimento futuro. 

"Conseguimos avanços consideráveis na Aspra, mesmo com poucos recursos investimos em melhorias nas nossas instalações, começando por nosso prédio administrativo, onde recebemos nossos associados, parceiros e visitantes. Fizemos toda a pintura interna, colocamos piso cerâmico em todos os ambientes, climatizamos o gabinete da presidência, equipamos nossa copa e o bar do clube, adquirimos e conseguimos por comodato novas mesas e cadeiras para o bar e salão de festas, pintamos a quadra de esportes atendendo ao pleito dos alunos que utilizam nosso espaço para a educação física, instalamos som ambiente em nossos quiosques, reativamos o bar do clube, liquidamos dívidas e por fim adquirimos um veículo próprio que muito nos ajudará no trabalho que pretendemos fazer para o crescimento da Aspra. Além disso iniciamos o processo de implantação do nosso cartão corporativo, que substituirá o sistema atual de cheque convênio, estamos fechando novas parcerias para oferecer mais benefícios aos associados e temos contatos em andamento para dar início ao processo de interiorização da Aspra. Tudo isso será passado ao novo presidente para que o mesmo possa dar continuidade. Acredito que deixamos o terreno bem preparado para que a Aspra possa crescer e acredito que a gestão do Sargento Carlos tem tudo para ser uma das melhores que nossa associação já teve", relatou o sargento Araújo.

"Queria apenas me despedir do cargo agradecendo às pessoas que de alguma forma, em maior ou menor escala, contribuíram durante a minha gestão. Aos nossos associados, funcionários, diretores e conselheiros, amigos empresários e comerciantes que mesmo preferindo o anonimato não poderiam ser esquecidos por suas contribuições, às empresas parceiras e aos políticos que apoiaram nossas lutas durante esse período, de modo especial o Deputado Capitão Samuel que muito nos ajudou nessa gestão. Agradeço também à minha família pela paciência e me desculpo pelas minhas ausências. Por fim, me coloco à disposição do Sargento Carlos para contribuir da melhor forma possível com a associação, em especial no que diz respeito à reforma de nossas instalações físicas, algo que desejei fazer como presidente e que agora desejo ajudá-lo a fazer em seu mandato", finalizou Araújo.

Aniversário da Aspra

Hoje também se comemora o aniversário da Aspra. São 30 anos de história, desde a fundação do antigo Clube dos Subtenentes e Sargentos até os dias atuais. Segundo a Diretoria, embora não tenha havido comemoração na data de hoje devido à eleição, o aniversário da Aspra não passará em branco. A proposta é que 2015 seja um ano marcado por vários eventos sociais em datas comemorativas importantes, todos alusivos aos 30 anos da Aspra. No final do ano a ideia é que a Aspra realize uma grande festa para os seus associados comemorando suas três décadas de existência. "Temos um planejamento a ser apresentado ao presidente que se aprovado nos permitirá trabalhar com tempo suficiente para realizarmos os eventos e fazermos deste ano um marco para a Aspra", informou o vice-presidente.


Mesmo com chapa única, diretores e outros associados compareceram para manifestar seu apoio ao Sargento Carlos.


sexta-feira, 6 de março de 2015

Subtenente Gonzaga protocola emenda que permite eleitores e agentes públicos votarem em outra cidade



O deputado Subtenente Gonzaga protocolou nesta terça-feira, (4/3), uma emenda (EM 3/15), à Proposta de Emenda Constitucional 352/2013, que trata da reforma política. A emenda concede ao eleitor o direito de votar em Governador de Estado; Senador; Deputados: Federal e Estadual; Prefeitos e Vices; e, Vereadores.

Atualmente, o eleitor que estiver em trânsito só poderá votar para presidente e vice-presidente da república.“A presente emenda evitará que milhões de brasileiros, em especial, os policiais e bombeiros militares, e demais integrantes do Sistema de Segurança Pública e Forças Armadas deixem de exercer sua plena cidadania, além de viabilizar e estimular o voto de inúmeros cidadãos, que por diversas razões, não podem comparecer à sua seção eleitoral no dia da eleição”, justificou o deputado.

Fonte: Página Oficial do Subtenente Gonzaga

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Edital de Convocação - Eleição 2015 da Aspra/SE

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

 ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
ELEIÇÕES DA ASPRA/SE - QUADRIÊNIO 2015/2019

  
                   O presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe – ASPRA/SE, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, convoca os(as) senhores(as) associados(as) a comparecerem à Assembleia Geral Extraordinária para a eleição de membros da nova Diretoria Executiva e Conselhos Fiscal e Deliberativo, para o quadriênio 2015/2019, sendo a eleição realizada no dia 06/03/2015, sexta-feira, no período compreendido entre as 08h00min e as 17h00min, na Sede Social da Aspra/SE, localizada à Rua Prof. João Batista (antiga Rua C 12) , s/nº, Conj. Orlando Dantas, B. São Conrado, Aracaju/SE. Informa ainda que após encerrada a votação seguir-se-ão a contagem dos votos, a declaração do resultado da eleição e a posse dos eleitos.


Aracaju/SE, 27 de fevereiro de 2015



ANDERSON PEREIRA ARAÚJO
Presidente Executivo


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Sargento da PM é assassinado a tiros ao reagir a assalto na Barra dos Coqueiros

O sargento André Nascimento foi assassinado há pouco (20:30 horas desta sexta-feira – 20), ao reagir a assalto a um posto de gasolina, na cidade da Barra dos Coqueiros, e foi atingido por um único tiro que o levou a óbito

Os assaltante fugiram em seguida, mas a polícia já está mobilizada para a sua captura. Segundo informações de pessoas que o conheciam, ele era uma pessoa pacata e muita conhecida no litoral Sul do Estado. O sargento foi candidato a deputado federal nas eleições de 2014 pelo PMN, mas não conseguiu eleger-se. Conseguiu apenas 120 votos, sem praticamente fazer campanha no Estado.

Luto

A Polícia Militar de Sergipe entra em estado de luto na noite desta sexta-feira (20), após tomar conhecimento da morte cruel e covarde do sargento Manoel André do Nascimento Neto, de 51 anos, assassinado por dois elementos quando reagiu a um assalto que os marginais faziam contra o posto de combustíveis Petrox, no município de Barra dos Coqueiros.

Segundo informações apuradas por F5 News, o sargento André Nascimento estava abastecendo seu veículo para ir à igreja, quando percebeu a ação dos dois elementos que chegaram a bordo de um veículo GM Corsa Classic, de cor branca (suspeitos de praticarem vários assaltos na zona norte de Aracaju) e tentavam assaltar o frentista do posto. André deu voz de prisão aos dois assaltantes que, sem pestanejar, revidaram disparando vários tiros contra o militar.

O sargento foi atingido por três disparos, sendo um na cabeça, que fatalmente lhe tirou a vida. Segundo informações, um dos bandidos foi atingido por um disparo feito pelo militar, ainda quando tombava ferido. André foi socorrido por populares e morreu ao dar entrada no hospital da cidade de Barra dos Coqueiros.

Militar com 25 anos de serviços prestados à sociedade sergipana, André Nascimento também atuava como radialista e estava em fase de conclusão do curso de Teologia. Dotado de temperamento brando e maleável, o sargento exercia atividades de aconselhamento religioso para presos e também desenvolvia ações de prática da caridade com os menos afortunados. No rádio, o sargento André desenvolveu atividades na Atalaia AM, Jornal AM e Aperipê AM, sempre como comentarista ou repórter.

André participou da coordenação dos movimentos “Polícia Legal” e “Tolerância Zero”, organizados pelas associações militares unidas. O sargento sempre buscou participar das lutas em favor das melhorias de condições de trabalho e salariais dos militares. Ao tomarem conhecimento da morte do sargento, dezenas de pessoas foram ao hospital da Barra para acompanhar o caso. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML).

Fonte: Portal F5 News

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Governo vai exonerar todos os cargos comissionados próxima semana

Jackson Barreto. Fonte Arquivo Aspra

O governador Jackson Barreto (PMDB) planeja exonerar todos os comissionados do Estado na próxima semana. Com apenas um decreto, o chefe do Executivo pretende colocar todos os CCs no olho da rua.

Os secretários serão chamados e cada um terá uma pequena cota de cargos em comissão "para se virar". No 2º turno da eleição presidencial, todos os comissionados foram pressionados para panfletar nas ruas e pedir votos para Dilma Rousseff (PT), sob a ameaça de que, quem não o fizesse, seria exonerado imediatamente. Quase todos atenderam à determinação.

Secretarias

O governador também enviará projeto para a Assembleia Legislativa propondo a extinção de algumas secretarias e a fusão de outras. O chefe do Executivo também pretende acabar com todas as subsecretarias, pondo fim a figura do adjunto.

Fonte: Ne Notícias

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Governo do Ceará tenta reprimir PMs que manifestaram voto

Foto: Arquivo Aspra

Mais um caso em que policiais militares brasileiros são perseguidos por manifestarem sua opinião. Nesse caso, ocorrido no Ceará, o governo tentou punir 18 policiais militares por manifestarem o voto em candidatos nas últimas eleições. Candidatos de oposição, obviamente.

Veja a matéria da Tribuna do Ceará:

“A Secretaria de Segurança Pública do Ceará (SSPDS), por meio da Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança, abriu processo administrativo contra 18 militares estaduais por terem declarado voto no vereador ​Capitão ​Wagner Sousa (PR), para deputado estadual, e em Flávio Sabino (PR), ex-membro da PM, para deputado federal. Ambos são opositores do governador Cid Gomes (Pros).

O Governo do Estado alegou que eles não cumpriram norma legal que veda manifestações político-partidárias por militares. Após receber notificação do Governo sobre o caso, o Ministério Público Eleitoral (MPE) analisou o assunto. Em despacho emitido nesta quarta-feira (22), o órgão concluiu não ter havido irregularidades nas manifestações de voto.

Em três portarias publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) no dia 20 de outubro, o controlador geral de disciplina dos órgãos de segurança, Frederico Sérgio Lacerda Malta, determina a instauração de conselhos – intitulados “conselhos de justificação” -, no âmbito da Secretaria de Segurança, para processar os 18 militares.

São três conselhos compostos por presidente, interrogante e relator/escrivão. No texto, o controlador geral alega que houve violação da conduta militar e que o fato se torna mais grave quanto mais alta for a patente do militar. De acordo com as portarias, os processados são cinco capitães, quatro tenentes, um coronel, um major e um tenente-coronel da Polícia Militar. Além destes, quatro majores e dois capitães dos Bombeiros também estão na lista. Processados, todos estão sujeitos à exoneração.

O que diz o Ministério Público Eleitoral

O procurador regional eleitoral Rômulo Conrado concluiu não ter havido irregularidades na manifestação de votos dos militares – conforme alegado pela SSPDS. O procurador também considera comum que militares votem em militares.

“Por outro lado é comum certo corporativismo nas intenções de voto, com médicos apoiando médicos, advogados pedindo votos para seus colegas da advocacia, etc. O mesmo pode ocorrer com candidatos que são militares, que buscam representar sua categoria nas cadeiras do parlamento”, afirma Rômulo, do despacho.

O MPE alega ainda que militares tem direito de votarem e serem votados, e que a livre manifestação do pensamento é um direito de todos previsto na constituição do estado.”

Fonte: Abordagem Policial

domingo, 26 de outubro de 2014

Que país é este que Dilma vai governar?

Presidente reeleita Dilma Rousseff. Foto Arquivo Aspra

Acabada a euforia das eleições, é hora de fazer um balanço da situação do país. Quais foram as principais conquistas dos últimos anos? O que deu errado? O que o próximo presidente precisa fazer para que a vida da população continue melhorando nos próximos anos? Veja aqui quais serão os principais desafios que a presidente eleita irá enfrentar nos próximos quatro anos.

Os avanços sociais aconteceram. Mas ainda falta muito

Neste ano, o Brasil conseguiu um marco. O país não está mais na lista da fome elaborada pela Organização das Nações Unidas (ONU). O levantamento aponta que, nos últimos 10 anos, o Brasil reduziu pela metade a parcela da população que sofre com a fome. Segundo o organismo internacional, a taxa de desnutrição no Brasil caiu de 10,7%, em 2003, para menos de 5%, em 2012.

Com isso, o Brasil alcançou antecipadamente um dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio que as Nações Unidas estabeleceram para ser realizados até 2015.

O sucesso deve ser comemorado, mas é preciso pensar no futuro. Para garantir aumentos de renda cada vez mais significativos para a população mais pobre, é preciso investir na qualificação das futuras gerações. Segundo a OCDE (organização que reúne os países mais ricos do mundo), os empregos que exigem ensino superior no Brasil pagam mais que o dobro do que os postos de trabalho que exigem apenas ensino secundário.

Hoje, o Brasil ainda está penando nesse quesito. Os trabalhadores brasileiros são considerados menos qualificados que os seus pares no Chile, na China e naCoreia do Sul. Uma das principais causas é a deficiência do nosso ensino médio. Para começar, a taxa de evasão é altíssima. Entre os nascidos em 1994, 52% abandonaram a escola. E, para piorar, os alunos não aprendem o que deveriam. No Pisa (exame internacional organizado pela OCDE para medir a qualidade do ensino básico), os brasileiros de 15 anos ocupam o 58º lugar entre os 65 países avaliados na prova de matemática. 

Enfrentamos recorde de mortes por violência

A crescente violência, principalmente nos estados do Nordeste, é mais um problema a espera de ser enfrentado com vigor pelo presidente eleito. Em 2012, o Brasil alcançou o recorde de 56 000 mortes por violência. As políticas de segurança pública também precisam ser repensadas, para se concentrar mais em prevenção do que em punição. Outra iniciativa bem-vinda seria adotar penas alternativas para crimes brandos. Mas hoje o Brasil tem apenas 20 varas especializadas nessas penas. Dividida em corporações que não se entendem, a Civil e a Militar, a polícia no Brasil tem baixíssima eficiência. Hoje, só 10% dos homicídios no Brasil são solucionados. Nos Estados Unidos a taxa é de 64% e na Inglaterra, de 81%. Há muito por fazer para que o Brasil deixe de apresentar a cada ano estatísticas de perdas humanas comparáveis à de guerras.

Mais estável na política e na economia

Desde o fim da ditadura militar e a promulgação da Constituição de 1988, os direitos da população brasileira se ampliaram. As instituições ficaram mais confiáveis. Os poderes Judiciário e Legislativo conquistaram independência e o Ministério Público ganhou poder. Os três poderes – incluindo aí o Executivo - ficaram mais equilibrados. O Brasil aperfeiçoou o que os especialistas chamam de sistema de freios e contrapesos, em que cada poder tem uma esfera de atuação clara e está apto para conter os abusos do outro. Com tudo isso, a democracia se tornou mais forte. “O legado de todos os presidentes brasileiros depois de 1984 é a consolidação do sistema democrático. Ainda há problemas e desvios, mas isso é um feito histórico até mais importante do que os resultados econômicos, que ainda não estão consolidados”, diz o historiador inglês Kenneth Maxwell.

Os feitos econômicos, porém, representam uma parte importante desse legado. Com o Plano Real, os brasileiros começaram a se livrar da inflação, distorção que corroía o salário dos trabalhadores e aumentava o preço dos produtos e serviços num ritmo incessante. Com o aumento da responsabilidade fiscal nos anos seguintes, o Brasil passou a atrair mais investimento.

O desemprego diminuiu, a pobreza recuou e milhões de pessoas foram incorporadas à classe média. “A estabilidade da política e da economia é obviamente a conquista recente mais importante do passado recente brasileiro, mas há uma série de outras vitórias que passam despercebidas. Entre elas as mais notáveis são as leis de combate à corrupção, as leis que garantem transparência pública e as leis que punem a violência doméstica”, afirma o cientista político Matthew Taylor, professor da American University, sediada em Washington.

Com um novo ciclo presidencial à vista, espera-se que essa estabilidade venha a ser reforçada. A confiança da população na economia tem piorado. Segundo uma pesquisa divulgada recentemente pelo centro de pesquisas americano Pew Research Center, 59% dos brasileiros afirmaram no ano passado que a economia estava em boa forma. Neste ano, o número caiu para 32%. É a piora mais significativa entre os países emergentes pesquisados pelo instituto.

O estudo também aponta que a inflação – que tem ficado em média perto de 6% -- voltou a ser a principal preocupação dos brasileiros. “A inflação é um fardo mais pesado para os indivíduos de renda baixa”, diz Alberto Ramos, economista-chefe para América Latina do banco Goldman Sachs. Os alimentos, por exemplo, já consomem 30% da renda dos mais pobres. O aluguel, que responde, em média, por 7% da renda dos mais ricos, abocanha 20% do salário das famílias que ganham menos. Os transportes absorvem mais 6% da remuneração dos trabalhadores. Quando esses custos se descontrolam, sobra cada vez menos dinheiro para as famílias de baixa renda.

Todo cuidado com a inflação é pouco 

Nos últimos anos, o combate à inflação foi relaxado. O índice de preços pode terminar este ano ultrapassando o teto da meta fixada pelo Banco Central, de 6,5%. Veja aqui um gráfico que mostra o sobe e desce da inflação desde os anos 1980.

Até o governo Dilma, a autoridade monetária tinha uma boa reputação, mas nos últimos anos a autonomia do BC e de seu presidente Alexandre Tombini foi muitas vezes questionada. As estatísticas sobre as contas públicas também eram mais respeitadas até o governo atual passar a usar artifícios de ocultação de despesas e geração de receitas extraordinárias para fechar seu balanço – expedientes que foram apelidados de "contabilidade criativa”.

Além da inflação, outros indicadores têm piorado. Em setembro, o déficit do Brasil nas transações de bens e serviços com o exterior alcançou 3,7% do PIB, o pior patamar desde fevereiro de 2002. No mesmo mês, o saldo da balança comercial brasileiro (a diferença entre as exportações e as importações) fechou com um déficit de quase 8 bilhões de dólares – um recorde histórico. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o nível de confiança do consumidor registrou em outubro o nível mais baixo desde abril de 2009, ano em que o país viveu o auge da crise econômica e registrou contração de 0,3% na economia.

Para que o Brasil continue levando mais brasileiros à classe média e mantenha a qualidade de vida da população, é importante corrigir esses desvios. “Os indicadores que estão piorando agora podem indicar desemprego lá na frente”, diz o economista Emilio Garofalo, ex-diretor do Banco Central. Para ele, a sinalização de uma mudança na política econômica faria com que os investidores, em poucos meses, voltassem a confiar no Brasil. A mudança, diz Garofalo, deve incluir o aumento do controle dos gastos públicos e a redução do endividamento do governo.

Fraqueza no Jogo Global

Já há um bom tempo, o Brasil está crescendo menos que a América Latina. E neste ano nossa economia deve se expandir apenas 0,3% ante 2% de média da região, segundo as estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI). O Brasil, a maior economia da região, é o grandalhão que puxa a média da turma para baixo: se o país não entrasse na conta, a América Latina teria um avanço de 2,4% em 2014.

A situação se repete na comparação com países de outras regiões do globo. A Índia deve crescer 5,6%, os Estados Unidos avançarão 2% e o Reino Unido registrará uma expansão de 3%. Esse retrato ameaça a já baixa capacidade de concorrer internacionalmente do Brasil. Segundo o Centro Mundial de Competitividade do instituto IMD, da Suíça, que elabora um ranking com 60 países, o Brasil caiu da 51ª posição, em 2013, para a 54ª na disputa mundial, em 2014.

Um dos passos mais importantes para aumentar a competitividade do Brasil é ampliar os acordos comerciais, hoje restritos ao Mercosul e a países pequenos, como Israel. Isso porque a política protecionista brasileira teve um efeito perverso: a de isolar o país das grandes cadeias globais de produção. Cada vez mais, a produção é fragmentada em etapas e distribuída pelo mundo. Um estudo da Organização das Nações Unidas mostrou que companhias inseridas nas cadeias globais têm produtividade 55% maior do que as que vendem e compram apenas no mercado interno. É uma forma incontestável de aumentar a riqueza das nações – e o salário dos seus trabalhadores.

Nossa alta carga tributária

A condução de reformas estruturais também ajudaria a destravar o crescimento e a melhorar a produtividade. A simplificação do sistema tributário, por exemplo, ajudaria as empresas a produzir com menor custo. Hoje, a carga tributária no Brasil equivale a 68% do lucro das empresas – nos Estados Unidos, a mordida é de 46%. Mais do que isso: as companhias se tornariam mais produtivas. De acordo com o Banco Mundial, as empresas brasileiras gastam em média 2 600 horas por ano com a burocracia tributária. As reformas são especialmente importantes porque os países que concorrem conosco estão realizando transformações históricas. O México, neste ano, rompeu com um monopólio de oito décadas na produção de petróleo e gás. A comunista China prometeu diminuir o peso do Estado na economia e ampliar a presença dos grupos estrangeiros no país.


A economia não cresce

As mudanças também preparariam o Brasil para enfrentar um momento mais difícil que se prevê que esteja por vir no mundo. “O Brasil conseguiu avanços importantes na última década. A boa administração da economia, o equilíbrio macroeconômico, a forte demanda da China por commodities e as políticas sociais direcionadas aos mais pobres garantiram um crescimento robusto nos anos 2000. A situação atual, porém, é muito menos brilhante. A economia não cresce e as previsões para o Brasil são revisadas cada vez mais para baixo”, diz a economista Barbara Kotschwar, pesquisadora do Peter Peterson Institute, com sede em Washington.

Desses quatro fatores citados pela economista, três perderam força. O Brasil não consegue mais manter as contas públicas em dia, os chamados fundamentos macroeconômicos (câmbio flutuante, meta de inflação e manutenção de superávits primários) foram enfraquecidos e a China, que está em desaceleração, já não amplia suas compras de matérias-primas tanto quanto antes.

Os desafios futuros não param por aí. Os Estados Unidos, que adotaram uma política de juro zero para estimular as atividades durante a crise econômica, vêm retirando aos poucos os incentivos. “Com os títulos do Tesouro americano oferecendo um retorno maior com risco zero, os investidores retirariam recursos de mercados emergentes para investir nos Estados Unidos, causando uma depreciação nas moedas dos países em desenvolvimento”, afirma Marcos Casarin, economista da Oxford Economics. É o que já se vê por aqui – e a tendência provável é a desvalorização do real prosseguir.

Com um horizonte tão desafiador pela frente, o novo ciclo presidencial parece a oportunidade perfeita para anunciar mudanças que poderão transformar o Brasil em um país melhor. Nada é mais urgente para os brasileiros.

Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Rede de advogados do Ceará emite nota a favor da unificação das polícias

Pela desmilitarização, pela unificação das polícias e em defesa de direitos humanos de profissionais de segurança pública

Cadete Lapoente. Foto Arquivo Aspra

Nestas eleições um tema que ficou praticamente esquecido dos discursos dos candidatos e candidatas, salvo raras exceções, foi a necessidade de reforma estrutural na organização das polícias no Brasil. A crise na segurança pública é assunto recorrente nos programas eleitorais, sendo inclusive objeto de promessas diversas. No entanto, as questões relacionadas às condições de trabalho dos policiais e demais profissionais de segurança pública e a implicação dessas condições para o cenário de crise do estado não é abordado.

Dentre os fatores que vulnerabilizam a atuação de policiais, especificamente os militares, é exatamente a estrutura militar da instituição policial. Isso é uma herança arcaica, com raízes no período do Brasil Império, mas que nunca foi seriamente enfrentada ao longo de nossa história, muito provavelmente porque esse formato é mais interessante para o exercício de controle da sociedade, em detrimento das finalidades da segurança pública. Hoje essa estrutura está se revelando não apenas inadequada, mas também insustentável num contexto democrático.

A estrutura militar das polícias contribui de duas formas para a diminuição de direitos dos policiais. A primeira é direta e consiste nas limitações legalmente estabelecidas às liberdades civis dos membros da corporação. São restrições à liberdade de expressão, de associação, de locomoção e até de garantias processuais. Tais restrições não se justificam numa sociedade democrática, uma vez que policiais são também cidadãos que dever ter assegurados direitos que lhes permitam interferir politicamente na sociedade. O arranjo militar ainda impõe aos profissionais extenuantes jornadas de trabalho que ultrapassam, por vezes, quarenta e oito horas contínuas. Diante da ameaça de prisão disciplinar, por conta do sistema hierárquico, os policiais não possuem meios para reagir e se submetem às jornadas desumanas, com prejuízo evidente para eles e para a qualidade da segurança pública.

Há ainda outro efeito da militarização da polícia, esse indireto, porém mais nefasto. Em forma de corporação militar, considerando a forma violenta e autoritária como se consolidou o Estado no Brasil, as polícias militares acabam mantendo uma cultura de violação permanente e continuada a direitos, em confronto com as leis e as garantias mínimas estabelecidas no marco dos Direitos Humanos.

Frequentemente, advogados e advogadas da RENAP recebem denuncias de humilhações, ameaças e perseguições sofridas por policiais militares, especialmente os de patente mais baixa, no exercício de suas funções realizadas por superiores hierárquicos que se valem exatamente da estrutura militar para manter a impunidade e perpetuar sua vilania. Esse tratamento é tão institucionalizado que as vítimas não se atrevem a denunciar pelos meios formais, por receio de que a denúncia seja inócua, podendo até agravar as violações caso o denunciado tome conhecimento. Essa realidade brutal e desumana não pode continuar. Primeiro porque, antes de tudo, policiais militares são pessoas humanas, detentoras de dignidade e que devem ter respeitados seus Direitos Humanos.

A junção destes dois elementos está produzindo quadros assustadores no cenário eleitoral. Denúncias recebidas pela RENAP dão conta de policiais que vem sofrendo perseguição pelo simples fato de terem declarado seu voto. Infelizmente o quadro é tão tenebroso que os denunciantes não querem se arriscar a apresentar denuncia formal aos órgãos competentes, razão pela qual os advogados e advogadas populares no Ceará decidiram divulgar esta nota para trazer o assunto para o debate junto à sociedade, rompendo pelo menos com a invisibilidade.

A estrutura militar da polícia é uma violação aos direitos humanos dos profissionais de segurança pública, ao mesmo tempo que um fator que diminui a qualidade dessa segurança, com prejuízos para toda a população.

PELA DESMILITARIZAÇÃO JÁ! Em defesa dos direitos humanos dos policiais militares e demais profissionais de segurança pública.

Fonte: Portal Fórum Justiça (http://www.forumjustica.com.br)

sábado, 18 de outubro de 2014

Aspra informa abertura de inscrições para as eleições da associação.

EDITAL INFORMATIVO Nº 001/2014


PROCESSO ELEITORAL DA ASPRA/SE - QUADRIÊNIO 2015/2019



                   O presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe – ASPRA/SE, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, e em cumprimento às disposições do Estatuto Social em vigor nesta associação, informa aos seus associados que no período de 20/10/2014 a 20/11/2014 estarão abertas as inscrições de chapas para o pleito eleitoral da Aspra/SE, a realizar-se no dia 20/02/2015 a fim de eleger a nova diretoria para o biênio 2015/2019. Informa ainda que para a composição da chapa deverão ser apresentados os nomes dos candidatos aos seguintes cargos: Presidente Executivo, Vice-Presidente Executivo, Presidente do Conselho Deliberativo, Presidente do Conselho Fiscal. Todos os candidatos inscritos deverão atender os requisitos exigidos pelo Estatuto Social, sob pena de terem a inscrição da sua chapa impugnada. As inscrições deverão ser feitas na Sede da Aspra no período supracitado, através de requerimento próprio fornecido pela Secretaria, e serão recebidas apenas nos dias úteis, de segunda a sexta-feira, no horário de expediente administrativo (das 08h00 às 12h30min e das 14h00 às 16h00). Maiores informações através do telefone (79) 3302-6491 ou na própria Sede da Aspra/SE no horário do expediente administrativo.


Aracaju/SE, 15 de outubro de 2014

  

ANDERSON PEREIRA ARAÚJO

Presidente Executivo

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