quarta-feira, 31 de outubro de 2018
Senado: Segurança pública e educação serão prioridades de Capitão Styvenson
sábado, 12 de maio de 2018
Conhecer “A Teoria das Janelas Quebradas” deveria ser obrigatório
domingo, 22 de abril de 2018
Capitão Samuel afirma que PMs podem parar se retirarem direitos
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Adiberto de Souza: Socorro, a Polícia sumiu!
Fonte: Faxaju
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Movimento Polícia Legal - Nota do Soldado Isaías - Regional Aspra Propriá
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Sargento da PM é assassinado a tiros ao reagir a assalto na Barra dos Coqueiros
domingo, 19 de janeiro de 2014
Xerife do Tolerância Zero afirma que é a hora de o Brasil investir em Segurança
O Brasil está diante de uma oportunidade histórica para derrotar o crime. Quem garante é o homem que pacificou duas metrópoles americanas – Nova York e Los Angeles.
Quando William Bratton, 62 anos, assumiu o comando da polícia nova-iorquina com a promessa de vencer a guerra contra os bandidos que matavam mais de 2 mil pessoas por ano, em 1994, poucos acreditaram no xerife da tática conhecida como Tolerância Zero. Mas ele conseguiu.
De 2002 ao final do ano passado, período em que chefiou os policiais de Los Angeles, repetiu a promessa. Igualmente a cumpriu, encolhendo as estatísticas de crime. As cidades, que estavam entre as mais violentas dos Estados Unidos, são hoje duas das mais seguras. Agora, o homem que recebeu o apelido de “top cop” (maior policial) americano volta seus olhos para o Brasil – e com otimismo.
Recém aposentado do serviço público e integrado à empresa americana de consultoria em segurança Altegrity, Bratton virá ao país para uma palestra entre março e abril, em São Paulo.
Ele garante que o crescimento econômico e a proximidade de eventos como a Copa do Mundo e a Olimpíada criam um momento único para revolucionar a segurança urbana.
Confira os principais trechos da entrevista de Bratton concedida a ZH, por telefone, de Nova York:
Zero Hora – O que o senhor mudaria em primeiro lugar no sistema brasileiro de segurança pública?
William Bratton – Passei por uma experiência no Brasil, em 2000, 2001 e 2002, quando estive trabalhando para o ex-governador (Tasso) Jereissati no Estado do Ceará, particularmente na cidade de Fortaleza. Tivemos algum sucesso reduzindo índices de criminalidade, e pude conhecer o seu sistema de justiça criminal. Ele tem problemas em termos de falta de coordenação e colaboração entre os vários componentes. Às vezes devido à estrutura organizacional, às vezes porque há diferenças entre as organizações, e nem sempre há vontade de colaborar e se coordenar umas com as outras.
ZH – O fato de termos duas polícias faz parte disso?
Bratton – Sim, mas até mesmo se pegarmos apenas a Polícia Militar, por exemplo, os praças formam um grupo separado dos oficiais, são classes bastante separadas. É potencialmente problemático porque você tem diferentes classes no serviço. E a Polícia Civil, os seus delegados, são outra classe, são advogados, que não trabalharam no patrulhamento ostensivo antes de virar policiais civis. E há os promotores, que são completamente separados disso.
ZH – Nos EUA, o fato de haver uma polícia única ajuda?
Bratton – Temos um sistema em que todos começam como policiais de rua que podem subir na organização e se tornar um detetive, um supervisor, um oficial de comando, um comissário. Mas todos começam como policiais trabalhando nas ruas, e quase nunca se vê alguém que comanda um departamento de polícia que não tenha subido por essa hierarquia. No meu caso, por exemplo, em 1970 eu comecei como guarda, virei sargento, tenente, superintendente, comissário de polícia de Boston, depois comissário de Nova York e, mais recentemente, chefe de polícia de Los Angeles. No Brasil, isso não ocorre, e isso é problemático para ter um sistema de Justiça criminal que funcione.
ZH – Aqui as diferenças culturais são uma barreira?
Bratton – Há níveis educacionais diferentes. Alguns policiais civis têm diploma de Direito e, para ser um praça da Polícia Militar, você precisa de um diploma de Ensino Médio. Além disso, os oficiais e os chefes de polícia vêm, muitas vezes, de uma outra classe social. Há muitas diferenças de educação, de classe, profissionais. Nos EUA, detetives, praças, policiais e comandantes são parte da mesma organização. Essas são questões que precisam ser reconhecidas em uma tentativa de melhorar a coordenação, o compartilhamento de informação e inteligência. Começamos a fazer isso com algum sucesso em Fortaleza, mas então o contrato acabou e me tornei chefe de polícia em Los Angeles.
ZH – O senhor repetiria a experiência no Brasil?
Bratton – Estou muito interessado em voltar ao Brasil. O seu país passou por uma transformação fenomenal. Quando eu estive aí, sua economia estava lutando, as taxas criminais eram terríveis, mas agora vocês se tornaram a potência econômica da América do Sul. Vocês têm uma das economias mais fortes, o país está crescendo positivamente, e uma evidência disso é que vocês têm a Copa do Mundo e a Olimpíada. Isso demonstra ao mundo que vocês cresceram muito, mas o problema que vocês ainda enfrentam é a segurança pública.
ZH – Hoje o cenário é mais propício para mudar o quadro da segurança?
Bratton – Vocês têm hoje uma oportunidade crucial para os governos decidirem investir na infraestrura de segurança pública. Há uma grande oportunidade, com grande potencial de sucesso. Se vocês tiverem líderes dispostos a investir em segurança e a experimentar, vocês podem ter sucesso. Esta é a hora de o Brasil investir em segurança. Essa é a oportunidade, com a Olimpíada e a Copa do Mundo se aproximando, de mostrar o Brasil para o mundo.
ZH – Alguns dos problemas se referem a investimentos, como falta de pessoal, de equipamentos, baixos salários. Isso de fato é essencial para uma política de segurança eficiente?
Bratton – Nos EUA, temos uma expressão: você recebe pelo que paga. Se você não paga para ter policiais educados, motivados e honestos, você terá policiais sem educação, desmotivados e desonestos. Em Nova York, (Rudolph) Giuliani, e em Los Angeles, (Antonio) Villaraigosa, esses prefeitos entenderam a importância de aumentar a força policial, de investir em pagamento, equipamento e tecnologia. Agora que seu país está emergindo como potência econômica, tem mais riqueza do que tinha, assim como o Rio de Janeiro se prepara para a Olimpíada, precisa considerar investir bem mais dinheiro e recursos em segurança pública. Em uma democracia, a primeira obrigação de um governo é garantir a segurança pública.
ZH – O senhor citou o Rio de Janeiro...
Bratton – Li no New York Times uma reportagem muito interessante sobre o Rio de Janeiro. Para mim, é muito curioso porque é o que nós começamos a fazer em Nova York, em 1996. Tínhamos uma operação chamada Juggernaut. Nós usávamos milhares de policiais para tomar áreas dos traficantes de drogas e, uma vez que nós recuperávamos essas áreas, deixávamos muitos policiais na região para garantir que os traficantes não voltariam. Depois disso, passávamos para as áreas seguintes. Em um período de dois anos, atravessamos a cidade, reduzindo crimes. Como no Rio.
ZH – O senhor se refere às unidades de polícia pacificadora?
Bratton – Sim. Muitas áreas das suas cidades são deixadas à mercê dos grandes traficantes. A polícia não fica rotineiramente nelas. Geralmente usam forças de ataque quando entram, empregando muita violência, então vão embora e as gangues retomam o controle. No Rio, há um esforço não apenas para entrar, mas para permanecer. Mas isso exige muitos policiais e bons salários para que não se corrompam. É preciso haver otimismo sobre isso.
ZH – Havia otimismo em Nova York?
Bratton – Quando fui para Nova York, em 1994, ou para Los Angeles, em 2002, não havia muito otimismo nessas cidades de que poderiam fazer muito contra o crime, e elas fizeram. Nova York é hoje uma das cidades mais seguras do mundo, e a mais segura grande cidade americana. Los Angeles é a segunda cidade de grande porte mais segura dos EUA, depois de anos de domínio de gangues. Em Nova York, o crime vem caindo todo ano há 19 anos. Em Los Angeles, caiu durante todo o tempo em que estive lá. Então, sou um otimista, sou muito bom no que eu faço, seja quando sou o chefe de polícia ou quando presto consultoria a governos.
ZH – Por que o senhor virá ao Brasil?
Bratton – Vou a São Paulo porque o Departamento de Estado dos EUA me convidou para falar sobre minha experiência. Mas também fiquei muito interessado no que está ocorrendo no Rio, porque você não pode fazer tudo em todos os lugares, em grandes áreas como Nova York ou São Paulo. Você não tem como fazer tudo ao mesmo tempo, você tem de ir fazendo área por área. O Rio entendeu isso.
ZH – O senhor já sabe com quem deverá se encontrar?
Bratton – Devo me encontrar com representantes de governos da região de São Paulo, que demonstraram interesse em conversar comigo sobre minha experiência após uma entrevista que dei para uma TV e um artigo publicado em uma revista.
ZH – Há uma preocupação muito grande no país em encontrar uma saída para a violência.
Bratton – Você pode ter um emprego, mas se você tem medo de ser assaltado no caminho para casa, ou se você agora tem uma televisão, mas ela é roubada, ou se suas crianças ficam em perigo ao ir para a escola, mesmo que a sua condição econômica tenha melhorado, se a segurança pública não melhorou, você vai viver com medo. A melhora econômica precisa ser acompanhada por uma melhora dramática na segurança pública.
ZH – E isso não é automático?
Bratton – Não é automático. Tem de ser planejado, tem de ser apoiado, conduzido. Mas sou otimista a esse respeito.
Tolerância Zero
- Em meados dos anos 90, a cidade de Nova York – sob comando do prefeito Rudolph Giuliani (1994 a 2002) e do chefe de polícia William Bratton – tornou célebre a expressão Tolerância Zero para se referir à decisão de prender autores de crimes até então relevados, como pichadores.
- Na verdade, essa era apenas parte de uma política mais abrangente que incluiu a implantação de um sistema informatizado de inteligência policial, o CompStat, capaz de cruzar dados de crimes e vítimas a fim de orientar a ação da polícia – até hoje em uso.
- O excesso de prisões, porém, acabou gerando críticas de alguns especialistas americanos pelo inchaço no sistema carcerário e pelo risco de estigmatização de uma grande parcela da população.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Deputado Capitão Samuel anuncia volta do “Tolerância Zero”
A assembleia foi oficialmente aberta pelo presidente da ASSOMISE, major Adriano Reis que compôs a mesa convidando os presidentes de associações militares presentes na assembleia, tais como: Sargento Araújo, presidente da ASPRA, Svetlana Barbosa, presidente da ASSIMUSEP, sargento Jorge Vieira da Cruz, presidente da AMESE e o soldado Robson eleito para Cabos e Soldados que assumirá efetivamente em janeiro de 2014.
Pauta
A convocação da assembleia teve o objetivo de discutir com os militares os novos caminhos a serem seguidos tanto relativos a projetos que estão na Assembleia Legislativa quanto as novas propostas da categoria e dos presidentes de associações que buscam novos rumos para os problemas dos servidores militares sergipanos.
Ações aprovadas
A Assembleia unificada chamada pelo deputado estadual Capitão Samuel (PSL), teve o objetivo de realizar ações com o intuito de forçar o Governo a conceder o reajuste Linear. Ficou portanto definido que todas as associações militares entrarão na justiça buscando esse direito.
Os militares decidiram também que o melhor para a categoria é derrubar o veto do Governo do Estado relativo a GRAE Operacional retirando a voluntariedade para a participação dos militares do projeto enviado para a Assembleia Legislativa.
Diversos temas foram debatidos na oportunidade, como A PEC 300 que foi explanada pelo deputado federal André Moura e informou aos servidores sobre a tramitação da PEC 300 em Brasília a fim de deixar a tropa a par do assunto. O líder do PSC na Câmara dos Deputados, André Moura e o senador Eduardo Amorim presentes na assembleia acompanham com a atenção as reivindicações da categoria.
Deputado Capitão Samuel
A participação do deputado estadual capitão Samuel foi fundamental, o parlamentar explicou sem meias palavras e de forma desburocratizada a situação de projetos e indicações feitas em seu mandato para os militares e disse que a alteração feita na GRAE OPERACIONAL foi apenas para amenizar já que o parlamentar não pode alterar. “O Governo não enviou carga horária, não enviou a LOB, ele não enviou a Lei de Fixação de Efetivo, que todos pediram, ele enviou GRAE OPERACIONAL, o projeto que ele enviou foi a GRAE Operacional e o outro criando o bolsa formação foram os dois papéis que o Governador enviou para a Assembleia Legislativa” afirmou Samuel Barreto.
Os militares decidiram lutar pelo veto do projeto de lei retirando a voluntariedade da GRAE OPERACIONAL e realizarão uma carreata no próximo dia 20 de outubro às 9h da manhã com saída da Praça da Leste no Bairro Siqueira Campos reivindicando o reajuste linear da categoria. O Deputado capitão Samuel lembrou que chegou o momento de reunir novamente a categoria em prol do coletivo e que os militares devem cobrar constantemente seus direitos participando das assembleias, comparecendo a Assembleia Legislativa, interagindo com os assuntos pertinentes a classe e iniciando mais uma etapa que culminará no retorno do movimento “tolerância zero”.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Militares fazem novas ameaças
Na manhã de ontem, 250 praças fizeram uma passeata no Eixo Monumental. Mesmo com reunião marcada para discutir as questões trabalhistas, eles reclamavam que o GDF cancelou dois encontros. O grupo que organizou o protesto faz parte do Movimento Unificado, que reúne as associações de praças das duas corporações. Segundo uma das lideranças, o sargento reformado Manoel Sansão Alves Barbosa, se o governo não apresentar uma proposta satisfatória no próximo dia 11, a categoria “poderá reduzir novamente o ritmo de trabalho nas ruas”, como ocorreu entre 14 de fevereiro e 12 de abril.
O comandante-geral da PM desclassificou o que chamou de “tentativa de carreata”. Por outro lado, garantiu que a cúpula das duas corporações e o GDF levam a sério as reivindicações dos praças. Segundo Suamy, algumas lideranças buscam desestabilizar o diálogo entre o governo e a categoria. “O comando-geral reconhece os pleitos e busca melhorias, mas não vai aceitar nenhum tipo de pressão nesse sentido. Não haverá Operação Tartaruga. A polícia está nas ruas. Alguns praças ficaram irritados porque tivemos que esperar a agenda do Ministério do Planejamento. Mas, quando assumi, recebi todas as associações. E nessas reuniões, ficou claro que esse tipo de atitude só desgasta a corporação”, disse.
Tolerância zero
Por meio de nota, a Secretaria de Comunicação do GDF disse que o governo “valoriza a corporação e investe em logística e recursos humanos”. E deixa claro que “não aceitará nenhum movimento que prejudique ou ponha em risco a segurança da população de Brasília”. O texto diz ainda que a Secretaria de Administração mantém o diálogo com os praças. Como o dinheiro dos salários dos militares vem do Fundo Constitucional, é preciso que o Ministério do Planejamento aprove qualquer mudança.
Marcha lenta
Com o movimento, os PMs evitavam atender chamados corriqueiros, não trafegavam com viaturas acima da velocidade das ruas e diminuíam o policiamento ostensivo. Na ocasião, associações de praças do Corpo de Bombeiros decretaram apoio ao movimento.
Memória e crime de repercussão
Entre os assassinatos registrados durante a Operação Tartaruga da PM e dos bombeiros do Distrito Federal, e que tiveram grande repercussão, está o do analista do Banco Central Saulo Batista Jansen, 31 anos. Ele foi morto a tiro na frente da esposa, da filhinha e de amigos, por volta das 20h de 6 de abril, durante um assalto a clientes de uma lanchonete da 413 Norte. Tiago Pereira Andrade, 21, acusado pelo latrocínio (roubo seguido de morte), foi preso logo depois, no Paranoá. Após o crime, o suspeito ainda teria jogado bola com conhecidos. Agentes encontraram os objetos roubados por ele no telhado de uma casa próxima à que o criminoso estava. Ele escondeu a motocicleta, usada no crime, na sala da residência, na tentativa de não levantar suspeitas. Saulo, a vítima, chegou a ser socorrido e levado ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) em estado grave, mas morreu na sala de cirurgia. O servidor foi sepultado no domingo seguinte ao assassinato, no Recife.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Está chegando a hora do Tolerância Zero III
Da época onde tudo começou até agora vejam quantos colegas deram o seu sangue, doaram o seu tempo, sua folga, momento de lazer, de estudar, para lutarem pelos companheiros, são eles : Sgt Vieira, Cb Palmeira, Sgt Cerqueira, Cap Samuel, Sgt Edgar, Sgt Prado, Sgt Araújo, Cb Bezerra todos esses companheiros tiveram prejuízos psicológicos,profissionais suas vidas foram viradas pelo avesso, alguns precisaram de acompanhamentos médicos,psiquiatrico, patrocinado por um sistema opressor, arredio ao diálogo, agora outros companheiros aumentaram essa fila, agora o Sgt da Hora, Cb Silvan mororó,Ten Ribamar, Ten Lucas neves, Cap Íldomário e o Maj. Adriano reis, são 15 companheiros com IPMs, INQUERITOS, CONSELHO DE JUSTIFICATIVA e mais de 130 que foram transferidos por que estavam naquela caminhada junto com os professores do Sintese no précaju 2012 outros milhares estão aguardando o resultado de PAADs, Promoções foram dadas para isso, e é por isso que o sistema quer os resultados, as cabeças, o preço é o preço, e já que ficou acertado, então façam pagar os que pensaram, falaram, caminharam, e, sob a falácia das mais variadas, mas, não podem negar,tudo que fizemos e falamos foi com organização, disciplina e respeito tendo à frente o Maj. Adriano reis que mesmo debilitado em sua saúde, abraçou livremente a coordenação das associações e numa cadeira de rodas no précaju e na cama do hospital e na da sua residência se comprometeu com a causa, são mais de dois mil companheiros ultrajados e massacrados em sua auto estima, está faltando o que ?
Entre nós que argumentos colocaremos para não irmos todos para a luta. Queremos mas uma vez parabenizar o nosso representante dep. cap Samuel que falou por 99,95% e falou o que todos nós queríamos dizer, mais o bom é que o dep. poooode, e ontem ele disse muito bem : O governador deu a palavra e assinou documento que no dia 21 de abril estaria sancionando a nossa lob e não cumpriu. cap samuel falou que este cheque pré datado bateu sem fundo, o governador não cumpriu a sua palavra e advertiu ! : está chegando os festejos juninos, EU !, estou falando que depois não venham reclamar, os policiais não irão trabalhar em serviço extra !, e não digam que são as associações mas sim o nível de consciência que a tropa chegou vamos observar que a três anos a polícia militar vem sofrendo um ASSÉDIO MORAL como nunca houve nesse estado e sem nós reagirmos, nos mandam rebolar, nos chamam de saudados da ditadura ( Eles sim, SÃO ) o exmo. sr. governador é de uma oratória ! mas nos ofende e sempre sai com uma nova argumentação, e fala em estado democratico de direito, dele ! em fazer na hora que quiser, o que ele quer !.
Um exemplo de sua oratória ocorreu na paralização do companheiros da bahia, aqui em entrevista à imprensa local, o sr. governador falou que aquilo era motim e um afronte à democracia. No jornal nacional, após ser indagado por uma repórter da rede globo sobre aquele movimento dos PMs da bahia, o gal.do Exercíto, cmte da 6ª região Nilton cruz ao receber um bolo de aniversário e se emocionar disse : não estou aqui para prender companheiros trabalhadores e que só querem ser ouvidos, estou aqui para diálogar resultado ? o general foi afastado da missão, e aqui o exmo sr. governador Marcelo déda se saiu com outra pérola : Os policiais militares querem os direitos civis sem abrirem mão da pistola mas !, no nosso caso, quando foi que houve motim, insubordinação, indisciplina, quando foi que houve um dano a qualquer bem público ou particular praticado por nós ?, não meus companheiros, o partido dos trabalhadores está nos mostrando como eles foram enquanto oposição, sempre há uma carta nova, nós não podemos nada ! ( Ou podemos?, como diria caetano veloso ) e olhem que o sr. governador da Bahia Jacques wagner era um militante e ensinou e ajudou PMs em tempos passados, assim como o sr. gov. Marcelo déda e agora nos classifica com os piores adjetivos. Mas nós já estamos pegando o jeito, uma pessoa proxima ao sr. governador, nos disse que ele gosta muito de uma música de flávio josé que diz assim : Vou bater porta pra quem abusou de mim, esse meu rosto triste não nasceu assim... bem sujestiva a letra da música, mas ainda não chegou a hora, mas ela vai chegar, parabenizamos nesse espaço o sr. cel Marcos por colocar de forma firme a verdade sobre o que está acontecendo no H.P.M. e o apoio que recebeu do maj. Adriano reis, demonstrando que o Cel. marcos terá todo apoio que precisar para que OPERE e exponha os tumores que houverem e que o governo, o sr Cmte geral tome as providências cabíveis, Adriano reis disse que disponibilizará os advogados que forem preciso, se o associado Cel Marcos Gomes precisar.
( Assessoria de comunicação ASSOMISE )
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Em assembleia, militares decidem trabalhar voluntariamente no Carnaval de Sergipe


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Atestados da PM continuam sendo investigados por junta
Ainda estão em processo de investigação os atestados médicos apresentados por integrantes da Polícia Militar (PM) em janeiro passado, nas proximidades do período em que ocorreu o Pré-Caju 2012. As licenças, pedidas em meio a um imbróglio que se formou a partir da convocação de militares em folga, são analisadas por uma junta médica do Hospital do Comando Militar (HPM).
“Ainda não tem informação de quando eles vão terminar”, disse o capitão Charles Victor Oliveira, assessor de comunicação da PM, à redação do Portal Infonet. Os médicos estudam cada atestado individualmente para averiguar se eles possuem algum tipo de irregularidade.
O número de documentos, antes divulgado como girando em torno dos 140, atingiu a marca dos 410. Além do HPM, também acompanham o caso o Ministério Público de Sergipe (MP) e a Procuradoria Geral do Estado (PGE).
Fonte: Infonet
Deputado de SE viaja a BA para negociar greve
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Mendonça pede anistia para policiais que fizeram movimento durante Pré-Caju
“Perdemos um dos filhos mais ilustres de Sergipe. O seu falecimento abre uma lacuna muito grande na vida política sergipana e impõe a todos nós uma grande consternação”, lamentou Mendonça.
A segunda propositura é um Projeto de Lei que pede anistia aos policiais e bombeiros militares do Estado de Sergipe, que participaram de movimentos reivindicatórios nos últimos dias.
Para o parlamentar sergipano, é imprescindível que se reestruture a segurança pública, a fim de evitar momentos os quais estamos vivenciando em Sergipe. “É necessários e aprovar uma lei de organização com o estabelecimento da carga horária e demais formalidades para o exercício da profissão”, ressaltou Prado.
Mendonça disse ainda que não se pode punir um militar, apenas porque ele reivindica do governante um uniforme para suas atividades, quando a norma legal determina que o governo faça a entrega de três uniformes por ano, a cada militar, e há mais de 03 anos o governo não entrega nenhum.
“Não se pode punir o militar porque ele solicita a realização de concurso público visando o aumento do efetivo, quando constata que o número atual não preenche as lacunas e deixam vulneráveis os dois milhões de habitantes do Estado. Não se pode punir os militares que solicitam do governante as promoções previstas em lei, e que por falta de planejamento e por gestão ineficiente essas ascensões, também previstas em lei, não acontecem. Não se pode punir militares quando eles reivindicam o fim do desvio de função, enquanto que o governo mantém centenas de integrantes da polícia afastados da atividade fim”, alertou Mendonça.
Mendonça Prado disse também que a questão não se resolve com punições e sim com diálogo franco entre os gestores e a tropa. Dessa maneira, Mendonça sugeriu que o governador Marcelo Déda se reúna com as principais lideranças da polícia e com o comando na tentativa de se chegar a um denominador comum.
“Qualquer tipo de pena só servirá para acirrar os ânimos e aumentar a sensação de insegurança que tomou o Estado de Sergipe. Torço para que o governador Marcelo Déda seja sensível e resolva esse assunto da melhor maneira possível, com harmonia e sem perseguições. O Estado e a população precisam de segurança pública de qualidade”, finalizou.
Fonte: Faxaju
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
PM questiona: onde estão os investimentos?
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Policiais prestam depoimento por trabalharem à paisana
Farda totalmente rasgada nos bolsos e... (Fotos: Portal Infonet)
Três policiais militares foram convocados a prestar depoimentos na tarde desta segunda-feira, 23, na Companhia de Policiamento Turístico (CPTur). Motivo? Não possuem fardamento e foram trabalhar à paisana. Pedindo para não serem identificados os militares contaram que estão há três anos sem receber a farda, quando pela legislação devem contar com no mínimo três por ano.
A reportagem do Portal Infonet esteve no local e constatou a indignação dos policiais que foram recebidos pelo comandante da CPTur, tenente Fábio Alcântara. De acordo com ele, recebeu a determinação do comando do Policiamento da Capital.
“Eu recebi a determinação do comandante Enilson Aragão para pegar os depoimentos dos três policiais em virtude de os mesmos terem se apresentado em trajes civis sob a alegação de que não receberam o fardamento. Os policiais já estão aqui e estou apenas aguardando os defensores”, explica o tenente Alcântara.
... coturnos totalmente danificados
“É uma situação absurda. Além das fardas, os coturnos estão totalmente danificados. Sem qualquer condição de uso. Pior é que por lei, os policiais têm direito a três fardas por ano e não passar três anos com uma única”, lamenta um dos PMs. Os três pediram para não serem fotografados, apesar de estarem cumprindo determinação do Comando em prestar depoimentos.
Vários policiais estão sendo ouvidos e liberados a exemplo do que aconteceu com os que trabalham no 5º e no 8º Batalhão, além de alguns Postos de Atendimento ao Cidadão (PAC).
A reportagem do Portal Infonet tentou ouvir o comandante Enilson Aragão por telefone, mas não obteve êxito e continua a disposição para quaisquer esclarecimentos.
Por Aldaci de Souza
NOTA: Ao tomarem conhecimento da situação ocorrida esta tarde na CPTur, representantes da Aspra e da Assomise enviaram seus advogados àquela Companhia para acompanharem os militares que estavam sendo ouvidos. O presidente da Aspra, sargento Prado, o seu vice-presidente, sargento Araújo, e o sargento Vieira da Amese estiveram no local para ficar a par da situação, que era de tranquilidade.
domingo, 22 de janeiro de 2012
Enquanto uns se preocupam com a segurança, Déda se preocupa com as eleições.
Mas o governador Marcelo Déda parece não estar muito preocupado com essa situação. É o que se presume diante das notas divulgadas esta semana pelo jornalista Diógenes Brayner, do jornal Correio de Sergipe. Déda parece estar mais preocupado é com as eleições municipais de outubro.
De acordo com o publicado na coluna de Brayner na última sexta-feira, 20, o governador Marcelo Déda (PT) vai aproveitar o período do Pré-Caju 2012 para conversar sobre a sucessão municipal dentro do seu partido. Déda dedicou a quinta-feira, primeiro dia do Pré-Caju, para conversar com vereadores da bancada do PT em Aracaju e saber o que cada um pensa dos pré-candidatos a prefeito pelo PT.
O governador agendou para a sexta-feira, 20, encontros com os pré-candidatos petistas Silvio Santos, Rogério Carvalho e Ana Lúcia, buscando um consenso dentro do partido. Déda já conversou o com o presidente regional do PT, Silvio Santos, e com o presidente do diretório municipal, Usiel Rios, e na quarta-feira esteve com o senador Valadares (PSB). Déda havia agendado ainda um almoço com o prefeito Edvaldo Nogueira para a sexta-feira, cancelado por conta de compromissos comuns.
Como se vê, entre os conchavos políticos e os problemas da segurança pública, a segurança parece ficar mesmo em último plano e não merecer tanta atenção do governo. Enquanto isso, os militares pedem melhores condições de trabalho e o cumprimento das promessas do governo. Já na periferia da capital e no interior do Estado a sociedade clama por mais segurança. Continuem clamando. Quem sabe um dia alguém escuta.
Policiais cantam hino da PM como forma de protesto
E a segunda noite de Pré-caju não foi só de festa, professores do Sintese e a Associação dos policiais militares se uniram para fazer um protesto na avenida. Puxados por uma banda de frevo o hino da Polícia militar foi cantado como forma de chamar a atenção para o momento vivido pelas categorias.
Dias antes do início da prévia carnavalesca os policiais militares ameaçaram não colocar todo o efetetivo no policiamento da festa. Além disso, problemas com a regularização das viaturas deixaram alguns carros parados no pátio no último final de semana.
Coronel manda prender 7 em Lagarto
Mais uma situação de constrangimento é registrado em Lagarto. Tudo por conta da segurança do Pré-Caju. PMs mantem o movimento Tolerancia Zero II.
Mais uma informação chega á redação do FAXAJU e desta feita, envolvendo um coronel e sete policiais militares que se recusaram a trabalhar na segurança do Pré-Caju.
Segundo informações passadas por um militar de lagarto, o comandante geral da policia militar teria destinado um ônibus para se deslocar até a cidade de Lagarto para que os PMs viessem para a segurança do Pré-Caju.
Ai começou a polemica, já que com a chegada do ônibus, os militares se recusaram a embarcar. A informação é que há no batalhão em Lagarto, nove PMs e que desses, sete teriam que vir para Aracaju, trabalhar no Pré-Caju, ficando apenas 2 para fazer a segurança de todo o municipio.
Com a revolta dos PMs e a negativa de embarcar no ônibus, o comandante do batalhão, coronel Sergio teria dado voz de prisão aos militares e em seguida solicitado um viatura do Batalhão de Choque para “prender” os policiais.
Até o fechamento da reportagem a viatura do BPChoque não havia chegado para efetuar a prisão.
Fonte: Faxaju
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
PM abre IPM contra líderes de associações
Veja o que diz a nota divulagada pela comunicação da PM/SE:
O Comando da Polícia Militar do Estado de Sergipe vem a público garantir a sua participação na segurança do Evento Pré-Caju 2012, que será realizado nos dias 19, 20, 21 e 22 de janeiro, nesta capital. O Comando da Polícia Militar montou um esquema de segurança da prévia carnavalesca que contará com mil homens por noite.
Além do policiamento ostensivo, a segurança da festa será realizada também através de cinco salas de monitoramento do policiamento e dos foliões, distribuídas ao longo do percurso, 19 portões de acesso, seis cabines de desarmamento, 32 postos elevados para observação e 31 patrulhas policiais. Serão disponibilizadas 55 viaturas, com equipes motorizadas e especializadas da Radiopatrulha, Batalhão de Choque, Companhia de Policiamento Turístico (CPTur), Companhia de Policiamento de Trânsito (CPTran) e do Comando de Operações Especiais (COE).
O policial militar tem o dever de prestar segurança à sociedade e é este o compromisso assumido com o ingresso na Corporação que será rigorosamente cobrado por parte do deste Comando Geral, de acordo com o que dispõe o Regulamento Disciplinar em vigor na Instituição. Alertando, ainda, que o policial militar que recusar atendimento de ocorrência com alegações infundadas poderá incorrer em prevaricação ou omissão de socorro.
O governador Marcelo Déda já garantiu que o Governo está trabalhando para a modernização das polícias civil e militar e a sanção da Lei dos Coronéis foi o primeiro capítulo da estruturação do que vem sendo chamado de nova polícia. Ele assegurou que as demais Leis que interessam à categoria serão enviadas à Assembléia Legislativa ao longo desse ano.
Portanto, não há sequer uma exigência da categoria que não tenha sido objeto de apreciação por parte deste Comando e do Governo do Estado. A situação das viaturas da Polícia Militar já foi revista pela Corporação e as medidas cabíveis para sua inteira regularização já foram tomadas, as empresas que mantém contrato de locação com a PMSE foram notificadas e cumpriram o calendário proposto pelo Comando para entrega destas antes do início do evento.
Enfatiza-se a importância dos profissionais da segurança pública atuar com bastante seriedade, compromisso e ética profissional, seguindo os princípios e valores da Instituição, quais sejam: a Hierarquia e a Disciplina, pilares básicos da Polícia Militar do Estado de Sergipe, e garantia do respeito ao povo Sergipano.
Aelson Resende Rocha – Coronel QOPM
Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de Sergipe
Fonte: Faxaju
Postagens populares
-
Se por aqui, um agente da Polícia Federal em início de carreira recebe pouco mais de 9 mil reais por mês, nos Estados Unidos, um agente...
-
Foto Facebook Capitão Samuel Na sessão plenária da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) realizada na tarde dessa segunda-feira (...
-
Informação foi dada pelo Secretário da Administração durante entrevista Secretário Jorge Alberto (Foto: SEAD) A polêmica levantada pelo depu...
-
Lei Nº 2.066 de 23 de dezembro de 1976 Dispõe sobre o Estatuto dos Policiais-Militares do Estado de Sergipe e dá outras providências. h...
-
A Assessoria Jurídica da Aspra estará patrocinando ações de indenização por danos morais contra a cantora Rita Lee, que em seu último show ...
-
O soldado fugiu do presídio militar no último domingo, 25, e até o momento não foi recapturado O soldado Anderson dos Santos que estava p...
-
Foi publicada no blog "Correio do Estado Bahia" a notícia de que o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), teria declarado que n...
-
Além de trabalhar em delegacias de Polícia Civil, desempenhando um papel que constitucionalmente não compete à Polícia Militar, a realidad...
-
O presidente da Associação Nacional de Praças (Anaspra), cabo Elisandro Lotin de Souza, esteve em Brasília, na quarta-feira (6 de maio), re...
-
A assembleia dos praças aprovou a sua pré-candidatura à governador e também indicou nomes para deputados federal e estadual. Em assemblei...




