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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Samuel se reúne com Belivaldo e busca solução para o apostilamento dos PMS do concurso de 2014


Na manhã desta segunda-feira, 04, o Presidente da Comissão de Segurança Pública da Alese e Deputado Estadual,Capitão Samuel, participou de uma audiência com o governador Belivaldo Chagas, onde tratou do apostilamento dos Policiais Militares do concurso de 2014, que se encontram com problemas judiciais.

São 300 homens da PMSE que estão em situação transitória com fragilidades em relação aos seus empregos. Eles já estão trabalhando nas ruas, onde é preciso dirimir os problemas e dar tranquilidade para estes profissionais que lutam pela segurança pública do estado.

A solução desta problemática foi uma promessa de campanha do parlamentar, onde o governador se comprometeu em buscar uma solução. "Belivaldo me prometeu que logo depois do carnaval nós voltaremos a nos reunirmos, juntamente com os Militares e com os representantes da PGE (Procuradoria Geral do Estado), para dar uma solução definitiva para o caso", declara.

Fonte: Facebook Capitão Samuel

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Capitão Samuel cobra reformas urgentes na sede do BPRV


Nesta quarta, dia 05, o deputado estadual e presidente da Comissão de Segurança Pública da ALESE (Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe), Capitão Samuel Alves Barreto, cobrou, mais uma vez, reformas urgentes na sedo do BPRV (Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual) da PMSE, cujo prédio tem parte interditada por risco de desabamento e outras salas necessitando de reparos urgentes, visto que se não forem feitos, correm o risto de também serem interditadas, tudo conforme determinação do MPE (Ministério Público Estadual) e laudo pericial da Defesa Civil de Aracaju, após denúncia feita através de petição pelo advogado Márlio Damasceno, em 30 de agosto do corrente ano, que requereu tal perícia no citado prédio (http://www.espacomilitar.com/2018/08/advogado-marlio-damasceno-peticiona-ao.html).

Em 30 de outubro do corrente ano, o blog Espaço Militar publicou todo o laudo feito pela Defesa Civil do município de Aracaju, onde consta todas as deficiências do prédio do BPRV e a necessidades das reformas em caráter de urgência (http://www.espacomilitar.com/2018/10/apos-provocacao-do-advogado-marlio.html).

“Não se pode deixar um prédio muito bem localizado se acabar, muito menos, colocar em risco a integridade física dos valorosos policiais militares do BPRV, além do mais, o imóvel pertence ao próprio estado, possuindo uma grande área, que certamente poderia abrigar outras unidades militares. Por isso sou contra enviar os policiais militares para São Cristóvão, em um “puxadinho” da Escola Agrícola. Vamos convocar o comandante-geral da PMSE para explicar a situação na Comissão de Segurança Pública da ALESE e cobrar reformas urgentes, pois com o passar do tempo e a não reforma no local, poderá acarretar futuramente na interdição todal do prédio”, afirmou o parlamentar.

Importante destacar que no dia 31 de outubro do corrente ano, o deputado Capitão Samuel encaminhou ofício ao governador Belivaldo Chagas, solicitando providências em relação à reforma, em caráter de urgência, do prédio do BPRV, conforme ofício protocolado abaixo. “Continuaremos na cobrança até a reforma do prédio, pois os PMs merecem trabalhar em um local digno”, destacou Samuel.

Fonte: Matéria do blog Espaço Militar/Faxaju

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Capitão Samuel: "E inaceitável que profissionais atuem em ambientes insalubres e sem condição de trabalho"


Na manhã desta quarta-feira, 31, o presidente da comissão de segurança pública da Alese e deputado estadual, Capitão Samuel, recebeu o advogado que representa os militares de Sergipe, Márlio Demasceno, para encaminhar uma reclamação dos profissionais que prestam serviço no Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual, BPRV, e que estão sofrendo pelas péssimas condições de trabalho no prédio onde funciona a instituição.

Segundo Márlio, a unidade se encontra em péssimas conduções de conservação. “Além de antigo, o prédio se encontra cheio de cupins, o telhado deteriorado, instalações elétricas e hidráulicas precárias, rachaduras nas paredes, causando a sensação de insegurança para os profissionais de segurança pública. A minha vinda aqui tem o objetivo de buscar uma solução para este problema junto ao parlamentar que sempre representou a categoria”, afirma.

De forma imediata, o Capitão Samuel encaminhou um ofício para o governador Belivaldo Chagas solicitando que o problema seja resolvido o mais rápido possível. “Já encaminhei a solicitação de reparo dos problemas no Batalhão e estarei acompanhando diariamente o andamento deste pedido. É inaceitável que profissionais tenham que atuar em ambientes insalubres e sem a menor condição de trabalho”, declara.

Fonte: Assessoria Parlamentar Capitão Samuel

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Samuel: Policiais do BESP estão sem receber ticket alimentação


Cerca de 50 policiais do Batalhão Especial de Segurança Patrimonial (Besp) estão reclamando que estão sem receber o ticket alimentação. As informações são de que essa situação foi comunicada ao deputado estadual capitão Samuel Barreto que é presidente da Comissão de Segurança Pública da Alese. Ao tomar conhecimento da situação, o deputado se prontificou a ir até o comando para saber o que está ocorrendo.

Até o momento os militares não sabem quando irão receber e isso tem causado alguns problemas para os policiais que estão sendo obrigados a pagar pela refeição no dia em que estão de serviço.

Fonte: Faxaju

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Deputado assiste troca de tiros e afirma: não sei o que está acontecendo na SSP

Nesta quarta-feira (19), marginais fizeram alguns assaltos nas rodovias que cortam o estado de Sergipe, principalmente na grande Aracaju.


No inicio da noite de ontem, um sargento da polícia militar foi baleado durante uma tentativa de assalto entre os municípios de Maruim e Rosário do Catete. Também nesta quarta-feira, uma troca de tiros acabou assustando o deputado estadual capitão Samuel Barreto, presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, que acabou assistindo uma troca de tiros no meio da pista e aproveitou para cobrar providências.

O parlamentar trafegava pela rodovia nas proximidades do povoado Bom Jesus, quando retornava de Malhador, já chegando em Pedra Branca, quando presenciou a troca de tiros. “Realmente falta segurança. Um absurdo, marginais trocando tiros no meio da pista. Bandido perdeu o respeito”, afirmou o deputado.

Demonstrando muita irritação, Samuel Barreto afirmou que “não sei o que está acontecendo com a SSP. É preciso fazer alguma coisa. O bandido precisa saber que quem tem coragem de atirar na polícia para matar, tem que saber que vai tomar tiro para morrer. Em Maruim tem que botar moendo”, aconselhou o deputado.

O deputado disse ainda que lamenta a situação dos policiais militares. Segundo o deputado Samuel, a delegacia de Divina Pastora, a delegacia está fechada. “O povo de Divina Pastora está jogado à própria sorte. Policiais de Divina Pastora estão se arranchando na delegacia de Riachuelo e a bandidagem mandando. Cobrarei na Alese uma atitude da SSP”, avisou o deputado capitão Samuel.

Sobre o sargento Bezerra, o deputado disse lamentar o que aconteceu com o militar, afirmando ainda que “é lamentável o que está acontecendo em nosso estado. Como eu disse: é preciso ser duro com bandidos, porque eles já fizeram refém os sergipanos e agora está atacando policiais. Isso não pode acontecer”, afirmou Samuel.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

terça-feira, 5 de junho de 2018

Câmara dos Deputados: Comissão aprova destinação de parte dos royalties do petróleo para a segurança pública

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou proposta que altera a distribuição de recursos provenientes das compensações financeiras geradas pela exploração de petróleo e gás (royalties e da participação especial) para incluir a segurança pública entre as áreas beneficiadas.

O texto (PL 1504/15), do deputado Silas Freire (PRB-AM), altera a Lei 12.858/13. A norma atual determina que a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios devem aplicar 75% dos recursos da compensação financeira na educação pública, com ênfase no ensino básico, e 25% na saúde. O texto aprovado propõe três faixas de aplicação: 55% na educação, 25% na saúde e 20% na segurança pública.

O relator na comissão, deputado Aluisio Mendes (Pode-MA), recomendou a aprovação. “A proposta vai ao encontro de outros esforços legislativos para o fortalecimento da estrutura de segurança pública”, disse. “Contribuirá, ainda que minimamente, para que haja alguma melhora no combate à criminalidade, com reflexos benéficos à sociedade.”

Tramitação

Como havia sido rejeitado anteriormente pela Comissão de Educação, o projeto deixará de tramitar em caráter conclusivo e deverá ser analisado pelo Plenário. Antes, as comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania examinarão a proposta.

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Câmara dos Deputados: Rejeitada proposta que alterava fundo nacional de segurança pública

Moreira disse que a proposta já foi contemplada pela lei que criou o Susp

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado rejeitou o Projeto de Lei 6978/17, do deputado Leo de Brito (PT-AC), que pretendia criar o Programa Nacional de Combate Local a Crimes Federais. Como foi rejeitada na única comissão indicada para analisar o mérito, a proposta deve ser arquivada.

A rejeição foi recomendada pelo relator, deputado Delegado Edson Moreira (PR-MG). Segundo ele, a proposta que dispõe sobre Sistema Único de Segurança Pública, já aprovada pelas duas Casas do Congresso Nacional, incorporou as sugestões de Leo de Brito.

Entre outros itens, o PL 6978/17 buscava alterar o conselho gestor do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), instituído pela Lei 10.201/10, a fim de garantir, parcialmente, a compensação financeira por parte da União aos Estados ou ao Distrito Federal na utilização de recursos para o combate a crimes de competência federal.

O projeto de lei que cria o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PL 3734/12, do Executivo) aguarda a sanção do presidente Michel Temer. Conforme o texto, um regulamento disciplinará os critérios de aplicação de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), considerando os aspectos geográficos, populacionais e socioeconômicos dos entes federados.

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Wilson Silveira

Fonte: Agência Câmara de Notícias

sábado, 19 de maio de 2018

Capitão Samuel é reeleito Presidente da Comissão de Segurança Pública da ALESE


Nesta sexta-feira, 19, o deputado estadual Capitão Samuel (PSC) foi reeleito Presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe, pela Comissão permanente -18° Legislatura -2° Biênio (Abril/2018 - Janeiro/2019).

A Comissão de Segurança Pública compete opinar sobre proposições e assuntos de segurança pública, aspectos operacionais da Polícia Civil, Militar e assuntos relativos ao sistema penitenciário do Estado; bem como sobre a organização ou reorganização das repartições da administração direta ou indireta aplicadas a esses fins.

A comissão de Segurança Pública é formada por sete membros, além do presidente, que são: Robson |Viana (PSD), Garibalde Mendonça (PMSB), Zezinho Guimarães (PMDB), Francisco Gualberto (PT), Luciano Pimentel (PSB) e Georgeo Passos (REDE).

Fonte: Assessoria Parlamentar

domingo, 22 de abril de 2018

Capitão Samuel afirma que PMs podem parar se retirarem direitos


Com a ameaça da perda de direitos adquiridos com a aprovação  do subsídio, policiais militares e bombeiros militares farão uma grande manifestação e ameaçam parar atividades, com a volta do “tolerância zero”. O deputado capitão Samuel Barreto (PSL) presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa afirmou na manhã desta sexta-feira (19), que a Polícia Militar pode parar e até aquartelar, caso o governo do estado retire os direitos adquiridos sobre o subsídio.

Por conta de um parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE) que defende a retirada de direitos adquiridos  por policiais e bombeiros militares, está marcado uma grande manifestação que irá acontecer no dia 28 de abril na Associação de Cabos e Soldados, a partir das 9 horas.

Segundo Samuel Barreto há ainda o indicativo de além da manifestação, policiais e bombeiros militares se aquartelar, caso o governo mantenha a decisão da PGE. “Isso está causando uma grande revolta. Isso é inadmissível e não vamos aceitar calados”, avisou.

Sobre a manifestação, Samuel diz que “no sábado, dia 28, faremos uma grande assembleia com sargentos e todos os militares da reserva. Faremos também uma grande carreata até o palácio do Governo. Este será o primeiro movimento contra a retirada de direitos”, avisou o afirmou o deputado Samuel em entrevista ao radialista Carlos Ferreira no jornal da Xodó.

O problema foi criado após a aprovação do subsídio que concede um posto imediato aos militares que vão para a reserva, ou seja, o PM ou BM que vai para a reserva, se mantém no posto mas recebe o salário do posto superior. “Quando o subsídio entra em vigor, o governo agora aparece com esse parecer que á para retirar o posto imediato. Isso é direito adquirido, agora daqui para frente tudo bem. Quero deixar claro que não está descartado a volta do Tolerância Zero”, explicou o parlamentar.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

ES: Policiais pedem anistia em audiência. Deputado se compromete em levar projeto ao governador


A audiência pública que discutiu a anistia aos militares estaduais do Espírito Santo aconteceu na manhã desta segunda-feira (16) na Assembleia Legislativa (ALES). O presidente da Comissão de Segurança, o deputado Gilson Lopes (PR), se comprometeu em levar o projeto de anistia, criado pela Associação de Cabos e Soldados (ACSPMBMES), à Casa Civil e ao governador. Além disso, seguirá a orientação do deputado Josias Da Vitória em recolher a assinatura de todos os parlamentares em apoio ao projeto.

Apesar da chuva, alagamentos e caos no trânsito da Grande Vitória, aproximadamente 300 militares compareceram na audiência pública. Usando camiseta com o dizer ‘Anistia Já’ e munidos de faixas e cartazes, lotaram a galeria e plenário da Ales. Em alguns momentos se manifestaram com palmas e também vaias.

Anistia é retorno à normalidade

O presidente da ACSPMBMES, sargento Renato Martins, destacou o papel que o deputado Gilson Lopes vem exercendo de ‘construtor de pontes’ quando se trata das reivindicações da tropa e propostas de projetos de lei criados pela entidade. Disse também que os estados que admitiram anistia administrativa o fizeram para o bem da população porque as consequências pós-movimentos são de igual modo graves para a sociedade. Por isso, é preciso debater o assunto com a população e entre a classe política.

“A anistia é a alternativa porque não há mais tempo para esperar o retorno à normalidade, a população quer de volta a PMES de outrora. Esse entendimento revela que o caminho mais inteligente e curto para tal é conceder anistia a esses policiais militares”.

O deputado Gilson Lopes reafirmou o compromisso de reivindicar pelos direitos dos Policiais Militares e, segundo o parlamentar, o governador deveria aproveitar o momento para se reaproximar da tropa. “Estou nessa luta porque acredito que, se o governador quiser se redimir com a Polícia Militar, esse é o melhor momento e para isso estamos aqui com essa audiência pública. Nós queremos reivindicar os direitos dos policiais militares que foram e acredito que nós vamos vencer”.

Já o presidente da Associação Nacional de Praças (Anaspra), sargento Elisando Lotin, destacou a deficiência no efetivo do Espírito Santo e no país, para Lotin, vários policiais não estão trabalhando nas ruas por conta das prisões administrativas e destacou que apesar de promessas de campanha, os governos usam os militares, mas se voltam ao regulamento militar.

“Isso tem que acabar porque, do contrário, a insatisfação só crescerá. Respeitar o trabalhador de segurança pública é premissa básica para que possamos evoluir. Nós não somos massa de manobra de político, somos servidores públicos que têm uma missão a cumprir. Dêem-nos condições, respeitem os direitos do policial, respeitem os direitos humanos dos policiais. Não é tratando o policial como criminoso que vamos melhorar a segurança pública”.

O coordenador da Comissão de Direitos Humanos Irmãos Naves, o delegado Claudio Marques Rolin e Silva, ressaltou a irmandade existente entre os militares e que a presença dos oradores na audiência pública foi uma tentativa de pacificar a situação enfrentada pelos policiais capixabas.

“A maneira mais correta de agir em toda situação é compreender os reais motivos que levaram os nossos policiais a tomarem uma atitude dessa natureza de reivindicação. Praticamente não há crime, há um estado de necessidade e eu peço a cada corregedor e comando que olhe a tropa como ela sempre foi: uma família”, destacou.

Para o Comando da PM não há anistia

A audiência transcorreu em ordem e pacificamente até o momento em que o subcomandante geral da PM, coronel Reinaldo Brezinski Nunes, se pronunciou. Ele destacou a divergências de ideias e, ao falar sobre a anistia, foi vaiado pelos militares. Durante seu discurso, os policiais que ocuparam as galerias e cantaram  a ‘Canção do Soldado Capixaba’. Apesar da proteção de vidro, as vozes dos militares foram ouvidas por todos que estavam no Plenário, mas o coronel deixou claro que não existe a possibilidade de anistia.

“Eu tenho a tranquilidade de falar em nome da instituição que no âmbito interno administrativo, o que está sendo feito é a garantia de todas as prerrogativas ao direito de defesa de todos e os processos estão em andamento. Defender uma anistia onde entendemos que os princípios basilares da hierarquia e disciplina foram aviltados e enfrentados seria demagogia da minha parte”, disse.

Já o deputado Gilson Lopes discordou da fala do subcomandante afirmando que as reivindicações foram justas e legítimas. “Da forma que foi feita infringiu algumas coisas sim, mas nós temos que reconhecer que eles (praças) estão sendo mal tradados por diversos governos, assim como vocês (oficiais). Nós vamos fazer o trabalho político que tem que ser feito”.

O presidente da Anaspra destacou a legalidade das reivindicações: “A partir da legalidade o que é perfeitamente compreensível, em função que eles exercem dentro da polícia militar. É preciso deixar claro que a lei de anistia vinda para essa casa e aprovada por essa câmara também é legal”. Ele discordou das punições aplicadas aos policias capixabas. “Nenhum policial, seja ele oficial ou praça faz um movimento paredista porque gosta. É preciso respeitar uma categoria que tem 500 profissionais mortos por ano, respeitar o direito humano básico de um trabalhador de reivindicar um salário justo” explicou Lotin.

Parlamentares se comprometem com o projeto da ACS

O deputado Gilson Lopes parabenizou a ACSPMBMES e, em especial, os policiais militares que compareceram ao evento numa reivindicação justa e equilibrada. E se comprometeu publicamente com o projeto de Anistia Administrativa.

“Me comprometo de ir à Casa Civil fazer a apresentação do projeto de Anistia e posteriormente ir ao governador. Está mantida a minha palavra, vamos percorrer estes caminhos. Não tenho a caneta porque isso depende do governador, mas eu tenho poder de persuasão e crédito para que ele mande este projeto para esta casa. Entendo que o objetivo foi alcançado e agradeço pela coerência dos discursos."

Divergências políticas à parte, o deputado Josias da Vitória (PPS) se uniu ao presidente da Comissão de Segurança e sugeriu que ele colhesse a assinatura dos 30 parlamentares da casa antes de apresentar o projeto ao governo, uma forma de mostrar força e coesão, pedido que foi aceito por Gilson Lopes.

“O governo deve olhar pra frente e conceder essa anistia para não perder mais o tempo dos nossos capixabas e fazer que a nossa instituição esteja mais motivada e entusiasmada para poder produzir mais nesse momento que a população capixaba precisa de segurança pública. Esse encaminhamento tem o meu apoio. Esse é um projeto que vai atender a necessidade de muitos capixabas nesse momento que é anistiar nossos policiais militares”, afirmou.

Também participaram do encontro os deputados Euclério Sampaio (PSDC) e Sergio Majeski (PSB), além do deputado federal Carlos Manato (PSL).

Reportagem: Mary Dias, assessoria de imprensa da ACSPMBMES 
Com informações: João Caetano Vargas/ALES
Fotos: Tati Beling/ALES

terça-feira, 10 de abril de 2018

Com a chegada de Belivaldo, Samuel diz cobrar melhor segurança pública


Na posse do novo governador do Estado de Sergipe, Belivaldo Chagas,  recém empossado na data de hoje, 7 de abril,  o deputado Estadual, Capitão Samuel, revela que a chegada do atual governo traz esperanças para a população.

“A chegada de Belivaldo Chagas traz grande  expectativa para o povo de Sergipe,  e para o mundo político, principalmente para povo pobre que precisa e continua carente em diversas áreas. E  quando vem o novo, geralmente esse  novo modifica algumas coisas. Espero que modifique para melhor, em diversas áreas, e que venha beneficiar o povo de Sergipe. Principalmente em um ano que todos  passarão pelo julgamento popular. Espera-se que o que se tem de bom, se mantenha, e o que não está,  que se modifique”, disse capitão Samuel na cerimônia de posse.

Prioridades

Revelou ainda que irá cobrar segurança pública. “Eu pessoalmente cobrarei que seja reduzida a violência. É um ponto que vamos cobrar muito que se melhore. Prevenção às drogas e a violência é um foco que entendo, tenho formação, e como presidente da Comissão de Segurança da Alese, pra mim, esse  é um ponto que irei  cobrar muito”, garantiu o parlamentar, capitão da polícia militar de Sergipe.

Por, Agência de Notícias Alese/Assessoria do Parlamentar

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Presidente do Sindicato dos Bombeiros Civis visita o Capitão para buscar informações sobre projeto de regulamentação da profissão


O Presidente do Sindicato dos Bombeiros Civis esteve no gabinete do deputado Capitão Samuel na manhã desta quinta-feira, 07, com o objetivo de se inteirar sobre o andamento do projeto de lei que regulamenta a profissão da categoria. O projeto se encontra na Comissão de Segurança Pública, onde o relator, Garibalde Mendonça, já está com o relatório pronto e com o parecer favorável.

Segundo o Capitão Samuel a busca do momento é de fortalecer o trabalho dos bombeiros civis nos municípios que são banhados por rios e mares. Nos meses de alta estação é necessário ter maior cuidado e proteção para os banhistas que frequentam estas áreas. “O pequeno número de efetivo acaba impossibilitando o trabalho em todas as cidades, mas os profissionais qualificados podem ser contratados pelas prefeituras exercendo a função de guarda vidas. É importante que os poderes públicos se atentem para esta questão e se necessário mantenham contato com o sindicato dos bombeiros civis para buscar maiores informações”, declara.

Fonte: Facebook Capitão Samuel

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Presidente da Anaspra participa de audiência na Câmara dos Deputados sobre termo circunstanciado de ocorrência



O termo circunstanciado é uma ferramenta prática e objetiva para os policiais militares e dá uma resposta efetiva para a sociedade. Essa foi a opinião expressa pelo presidente da Associação Nacional de Praças (Anaspra) em audiência pública promovida pela Comissão de Segurança Pública na Câmara dos Deputados, na tarde de terça-feira, 28 de novembro, sobre lavratura do Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). 

O dirigente falou sobre sua experiência pessoal, como policial militar em Joinville (SC). "Em grupo de Whatsappp, quando questionei sobre o termo circunstanciado, o pessoal foi praticamente unânime a favor", disse, explicando que em Santa Catarina a medida é adotada desde 2007 e conta com um tablet na viatura. "É uma unanimidade entre os praças, por vários fatores, primeiramente porque agiliza o processo e nosso policial não precisa ficar mais durante horas na delegacia."

O TCO é um documento de registro do cometimento de contravenções e infrações de menor potencial ofensivo. Em alguns estados, a própria Polícia Militar realiza a lavratura do TCO, mas sob questionamentos da Polícia Civil que alega que haveria usurpação de função.

Lotin falou que o termo circunstanciado é também uma medida de modernização da segurança pública, em um momento em que os números mostram que o modelo organizacional está falido e demanda mudanças. "São 500 policiais mortos por ano e nós estamos discutindo questões, que do ponto de vista prático e objetivo, já deveriam ter sido superadas há muito tempo", criticou.

Fonte: Anaspra

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Comissão aprova garantia em lei de treinamento de tiro para policiais civis e militares

Proposta também prevê isenção de impostos sobre a munição adquirida no País ou importada

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7981/14, do deputado Guilherme Mussi (PP-SP), para garantir em lei o treinamento de tiro para policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis e militares, além de bombeiros militares.

Caberá aos órgãos de segurança pública oferecer a essas categorias cursos de tiro para cada modelo de arma adotado e fornecer 100 cartuchos mensais para o treinamento individual do policial. Pelo texto, esse treinamento ocorrerá fora da jornada de trabalho.

O relator, deputado Lincoln Portela (PRB-MG), apoiou a iniciativa. No entanto, apresentou substitutivo para retirar do projeto a previsão de dispensa de licença para importação de munição, quando os similares nacionais forem 50% mais caros que os internacionais.

O parlamentar observou que a legislação (Lei nº 10.826/03) atribui ao Exército a competência de autorizar e fiscalizar a produção, exportação, importação, desembaraço alfandegário e o comércio de armas de fogo, inclusive o registro e o porte de trânsito de arma de colecionadores, atiradores e caçadores. “A licença prévia, fiscalizatória, por parte do Exército é de extrema importância para o controle do armamento que circula no País”, disse.

Isenção fiscal

Lincoln Portela, por outro lado, manteve artigo do projeto que prevê isenção de impostos sobre a munição adquirida no País ou importada para os órgãos de segurança pública. Em seu parecer, ele sugere que a isenção ocorra apenas em relação aos impostos federais.

“Em face da situação caótica no campo da segurança pública, toda iniciativa legislativa que vise incrementar a capacidade de nossos policiais, federais e estaduais, e de nossos bombeiros militares estaduais é digna de louvor”, justificou o deputado.

Avaliação

O relator defendeu item do texto original que submete os agentes de segurança a um teste de aptidão de tiro. Pelo texto, os profissionais que não alcançarem pontuação mínima devem ser afastados das operações até que obtenham êxito em nova avaliação que deve ser realizada em, no máximo, 30 dias. “Espera-se que se reduzam o número de vítimas de ‘balas perdidas’ e de acidentes de tiro entre os profissionais da segurança pública”, disse Portela. Mas o relator decidiu retirar do projeto a previsão de suspensão do porte de arma do profissional que falhar no teste.

Tramitação

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da Proposta:


Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Segurança Pública amplia trabalho voluntário na PM e nos bombeiros

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou proposta que permite a jovens que concluírem o serviço militar obrigatório trabalharem como voluntários nas unidades das polícias militares e dos corpos de bombeiros militares ou como agentes comunitários nas áreas geográficas abrangidas pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). A inciativa consta do Projeto de Lei 5937/16, da deputada Jô Moraes (PCdoB-MG), que recebeu parecer favorável, na forma de substitutivo, do relator, deputado Cabo Sabino (PR-CE).

Na visão de Cabo Sabino, um dos principais problemas à execução de ações de policiamento ostensivo e de defesa civil é a insuficiência de efetivos das polícias militares e dos corpos de bombeiros militares que são deslocados para atividades de cunho administrativo.

“A liberação dos militares estaduais da obrigação de cumprimento dessas atividades possibilitaria o deslocamento desses profissionais para o exercício de suas atividades típicas, essenciais para a garantia da lei e da ordem e da incolumidade do patrimônio”, justificou.

No entanto, o relator defende que esses voluntários não sejam admitidos em serviços administrativos considerados estratégicos para a segurança pública. “Alguns serviços administrativos se revestem de sensibilidades extremas, admitir voluntários poderia se configurar em risco para a sociedade”, disse.
Nesse sentido, o parlamentar restringiu em seu substitutivo a admissão dessas pessoas aos serviços auxiliares de saúde e de defesa civil.

O projeto previa mudanças na Lei nº 10.029/00, que trata da prestação voluntária nas Polícias Militares e nos Corpos de Bombeiros Militares; e na Lei nº 11.530/07 que cria o Pronasci. No substitutivo, porém, o relator decidiu não alterar lei do Pronasci, que já contém dispositivo sobre trabalho voluntário.

A legislação atual permite a prestação voluntária de serviços administrativos e auxiliares de saúde e de defesa civil, na polícia militar e no corpo de bombeiros, por homens, maiores de 18 anos e menores de 23 anos que são dispensados do serviço militar por excederam às necessidades de incorporação das Forças Armadas.

Tramitação

A proposta ainda será analisada de forma conclusiva pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da Proposta:


Reportagem - Emanuelle Brasil
Edição - Geórgia Moraes

Fonte: Agência Câmara de Notícias

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Câmara dos Deputados: Trabalho aprova licença para bombeiro militar do DF acompanhar cônjuge

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou proposta do deputado Alberto Fraga (DEM-DF) que garante aos bombeiros militares do Distrito Federal o direito à licença para acompanhar cônjuge (PL 1259/15). Hoje, esse direito já é reconhecido aos servidores públicos civis da União e tem duração indeterminada.

No caso dos bombeiros militares, se o afastamento exceder seis meses, o profissional continua na ativa, mas perde o direito de ser promovido. O relator, deputado Rôney Nemer (PP-DF), apresentou parecer favorável ao texto e manteve as alterações aprovadas na Comissão de Segurança Pública.

Na proposta aprovada, as alterações são estendidas à lei que trata da progressão hierárquica desses profissionais (Lei 12.086/09).  Pelo projeto, o afastamento poderá ser interrompido, de forma unilateral pela autoridade militar, como já ocorre nos casos de licença especial ou para tratar de interesse particular.

Tramitação

A proposta ainda será analisada de forma conclusiva pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da Proposta:


Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Agência Câmara de Notícias

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Comissão aprova lista tríplice e mandato para comando da Polícia Militar e Bombeiros

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou proposta que determina nova forma de nomeação dos comandantes-gerais das Policias Militares e dos Bombeiros Militares. O texto aprovado é o Projeto de Lei 4934/16, do deputado Cabo Sabino (PR-CE).

O comando das policias e bombeiros será, de acordo com o projeto, exercido por um oficial da ativa do último posto da própria corporação, escolhido pelo governador a partir de lista tríplice, com mandato de dois anos, sendo facultada a recondução. Atualmente, o cargo é de livre nomeação entre os oficiais do último posto.

O relator da proposta, deputado Alberto Fraga (DEM-DF), disse que o critério atual de definição dos chefes da Polícia Militar e dos Bombeiros é “meramente político, desprovido de critérios de mérito, de reconhecimento e de liderança, o que pode trazer inúmeros prejuízos para a gestão da segurança pública como um todo”.

A lista tríplice, segundo ele, prestigia as corporações e legitima os escolhidos para exercer o cargo e o mandato também concede estabilidade ao cargo, já que hoje os comandantes podem ser destituídos, a qualquer momento, pelo governo.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da Proposta:


Reportagem - Carol Siqueira
Edição - Marcia Becker

Fonte: Agência Câmara de Notícias

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Proposta que prevê Lei Orgânica da Segurança Pública é aprovada em comissão

A comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou o Projeto de Lei 6662/16, que dispõe sobre a Lei Orgânica da Segurança Pública. A proposta foi elaborada em dezembro de 2016 por comissão especial da Câmara que analisou o tema.

O texto foi aprovado na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Alberto Fraga (DEM-DF). Segundo ele, houve necessidade ajustes devido ao Plano Nacional de Segurança Pública, lançado em janeiro deste ano pelo governo federal. 

O texto institui o Sistema Nacional de Segurança Pública (Sinasp) e estabelece diretrizes gerais e princípios fundamentais para a organização e o funcionamento de todos os envolvidos. A coordenação ficará a cargo do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Estados, Distrito Federal e municípios serão responsáveis pela implementação de programas, ações e projetos.

Conflito de atribuições

No substitutivo, Fraga fez mudanças como a padronização, em todos os estados, do uniforme da Polícia Militar - “o cidadão deve saber quem é PM só de avistar a vestimenta”, justificou.

Para promoção nas carreiras da segurança pública, o novo texto prevê a necessidade de cursos de especialização em nível de pós-graduação. Quanto à remuneração dos agentes, o relator sugeriu a adoção de subsídio, limitado ao teto do funcionalismo público.

Alberto Fraga elogiou a ideia de criar Conselhos de Segurança Pública. “Contudo, da forma como figuram em alguns dispositivos do projeto [original], certos absurdos são previstos”, criticou. Ao apresentar o substitutivo, o relator disse que eliminou, por exemplo, hipóteses de conflito com as atribuições de fiscalização da atividade policial que são, atualmente, competência do Ministério Público e das corregedorias dos diferentes órgãos.

Tramitação

A proposta será analisada agora pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário. 

Íntegra da Proposta:


Reportagem - Ralph Machado
Edição - Rosalva Nunes

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Capitão Augusto: Comissão aprova pena menor para policial que cometer erro em serviço


A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 8060/17, do deputado Capitão Augusto (PR-SP), que reduz de 1/6 a 1/3 a pena para o agente de segurança pública que cometer um erro que resulte em crime durante o exercício de suas atribuições, por necessidade de evitar perigo maior. A proposta acrescenta o dispositivo ao Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40).

“Como o agente de segurança pública encontra-se em situação de confronto em seu dia a dia, é mais suscetível a envolver-se em ocorrências criminais. Assim, é fundamental que a legislação penal preveja tratamento diferenciado”, justificou o autor do projeto.

O relator da proposta, deputado Cabo Sabino (PR-CE), apresentou parecer pela aprovação. “O agente público deve estar revestido de certas prerrogativas inerentes ao risco das atribuições que exerce em nome da sociedade”, declarou.

Tramitação

A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), antes de seguir para o Plenário.

Íntegra da Proposta:


Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Agência Câmara de Notícias

domingo, 5 de novembro de 2017

Segurança aprova bolsas de estudo a dependentes de policiais e bombeiros do DF mortos em serviço

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou projeto que concede bolsa de estudo para os dependentes dos policiais e bombeiros militares do Distrito Federal que falecerem no exercício da profissão ou em razão dela (PL 715/15). Os detalhes do benefício serão definidos em regulamento posterior. As despesas correrão por conta de dotações orçamentárias próprias.

O relator, deputado Ronaldo Martins (PRB-CE), manteve as alterações propostas pela Comissão de Educação. O projeto original, do deputado Alberto Fraga (DEM-DF) destinava a bolsa não apenas aos filhos de militares mortos, mas aos próprios policiais e bombeiros do DF para que completassem seus estudos. 

“Deve ser assegurado que os dependentes desse militar usufruam da bolsa de estudo, uma vez que é uma forma do Estado apresentar alguma compensação pelos relevantes serviços prestados em situações de alto risco, já que a família do policial ou bombeiro não contará mais com a sua presença como provedor”, defendeu Martins

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da Proposta:


Reportagem - Luiz Gustavo Xavier
Edição - Marcia Becker

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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