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domingo, 12 de março de 2017

Soldado Isaías: O Comando Geral usa o ticket alimentação?

Soldado Isaías - Arquivo Aspra

Todo dia 10 de cada mês essa é a pergunta que todo policial militar sergipano se faz. Com 8 reais para cada etapa alimentação, o PM usa esse valor para um almoço, custa caro imaginar que as cúpulas que compõem os órgãos da SSP sergipana e da intuição preventiva da pasta usem esse valor para sucumbir vossas inanições.

Ferve mais ainda o juízo a possibilidade da tropa ter que voltar a se manifestar para brigar mais uma vez por essa causa tão trágica (cômica? ), por que se nem os salários tiveram suas obrigatórias atualizações inflacionárias, imaginem se o governo se importaria em reajustar o ticket miséria que enche os 'bucho' dos pracinhas que estão nos cafundós do Judas erguendo no seu ombro a bandeira do estado sergipano (o mesmo que mata de fome e amordaça).

É impossível ficar calado perante tal descaso, enquanto a inflação suga nossa força monetária, enquanto não se ver mais representação política na base da PMSE (?), enquanto o governo detêm em sua rédea pessoas "responsáveis" por trilhar o destino da instituição da PMSE, redundo-me em minhas colocações "pleonásticas", de tão ridícula que é a petição: *REAJUSTE JÁ* para o ticket alimentação.

Por Isaías Silva
Soldado da PMSE
Representante da ASPRA no Baixo São Francisco
Servidor público que precisa almoçar com 8 reais.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Soldado Isaías: "Força Nacional enxugando gelo em Sergipe"


Após as orquestradas ações de luta da categoria militar sergipana que desencadearam pequenos avanços para a sua base de servidores, onde este governo desvirtuou demasiadamente as principais reivindicações da classe, a exemplo das correções inflacionárias não repassadas nos últimos anos, dos irrisórios valores salariais da base na conversão do subsídio (a serem pagos num futuro tão distante), a alteração no Plano de Carreira com suas limitações percentuais, o esdrúxulo valor de 8 reais para o almoço dos PM’s, sintetizam a desmotivação por que passam os soldados, cabos, sargentos e subtenentes PM’s e BM’s sergipanos.

Haveria absurdo em relacionar os altos índices da violência sergipana com o caput desse humilde artigo? Seria pretensão conectar a insatisfação dos homens e mulheres que estão na linha de frente, dentro de viaturas, com o crescimento absurdo da criminalidade?

Inocência ou incoerência será de quem desatrelar tais fatos, falo pela vivência diária no cumprimento do policiamento ostensivo, pela convivência constante com os companheiros de luta e labuta, na condição de ator desse filme de terror vivido por todos os servidores da base das casernas, por ser ouvidos de muitos irmãos na condição de representante da Associação dos Praças, prerrogam-me afirmar que existe conexão do desestímulo profissional com o interminável crescimento da violência sergipana.

Entra em cena no teatro da segurança pública sergipana a Força Nacional, alheia às demandas dos irmãos sergipanos, mais por cumprimento e encenação política do que mesmo por garantias efetivas na diminuição da violência.

Isso mesmo, por que há de se convir que possa até existir efetividade nas ações policiais desenvolvidas pelos co-irmãos da Força Nacional, porém essa (pseudo) efetividade terá seu efeito momentâneo tão logo o avião destes deixem o solo Serigy, e por cá fiquem os desestimulados praças velhos, sentados em promessas de melhorias para suas famílias num futuro tão distante.

O governo sergipano precisa retomar o diálogo franco com a categoria, de forma espontânea, para depois não posar de bom moço, quando tiver de garantir direitos mediante intervenção judicial, a exemplo do mandado de injunção para garantir nosso direito das correções inflacionárias devidas (Parabéns a AMESE).

A categoria precisa se arranjar, reestruturar-se, para então retomar a luta pelas velhas reivindicações. Não tem como não ver diárias mirabolantes pagas à FN enquanto continuamos almoçando com migalhas!

Por Isaías Silva – Soldado da PMSE – Diretor Regional da ASPRA

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Aspra promove confraternização entre associados da regional do Baixo São Francisco em Propriá

Confraternização da Aspra/SE na regional do Baixo São Francisco em Propriá, parabéns a equipe do CBPM campeã do primeiro torneio de futebol Society realizado pela Aspra no baixo São Francisco. Em 2017 se Deus permitir vamos fundar outras regionais, vamos interiorizar a Aspra Sergipe.










quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Aspra Regional São Francisco promove evento de confraternização para Associados


Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe - Regional Baixo São Francisco

CONFRATERNIZAÇÃO/CONVITE

Nós temos a honra de convidar Vossa Senhoria, policial ou bombeiro militar sergipano, para nosso evento de confraternização da Regional Baixo São Francisco.

Data: 14/01/2017 (sábado)
Cronograma:

* 08h00min = Torneio de Futebol Socciety, Centro Esportivo José Silva, Rodovia SE - Propriá/Telha;
* 12h00min = Almoço no Bar do Zé, Praia da Adutora - Telha/SE.
* 13h00min = Premiação dos campeões do torneio.
* 13h30min = Entrega do Prêmio "Praça Guerreiro 2016".
* 14h00min = Bate papo com o Presidente da ASPRA, Sgt Carlos, prestação de contas da ASPRA 2016, lutas da categoria para 2017.
* 14h30min = Sorteio de brindes aos praças presentes. 
* 15h00min = Sgt Carlos entregará os cartões dos sócios do Baixo São Francisco.

Entretenimento do Evento com o Cantor João Trindade.
Informações: 079-99891-9001 (Sd Isaías)

Mensagem*: num próximo evento, teremos a satisfação de convidar os familiares de cada policial ou bombeiro militar, agradecemos a compreensão e contamos com sua presença.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Soldado Isaías responderá por mais dois crimes militares na 6º Vara



"Presente de Natal do Democrático Governo de Jackson Barreto, mais dois processos meus encaminhados à 6ª Vara Criminal pelo simples fato de tecer comentários a respeito da situação da Segurança Pública Sergipana. Tudo que posso falar a esse respeito é que, mediante os últimos capítulos da luta da classe policial militar sergipana, mediante a imposição dos valores do subsídio muito abaixo da atualização salarial atrasada pelo Governo, mediante a insensibilidade do Governo ao atrasar absurdamente o pagamento do SUBSÍDIO para o mês de Abril de 2018, mediante as condições insalubres do local de trabalho em diversos municípios sergipanos, mediante as precárias condições das viaturas policiais (faltando gasolina), mediante ainda às péssimas condições do Hospital de Propriá, onde cidadãos do Baixo São Francisco sofrem as agruras da inoperância funcional deste, não há outra coisa a dizer: O atual Governo Sergipano é incompetente, intolerante, antidemocrático. Logo em breve estarei no Conselho de Disciplina para ser expulso da PMSE. Comportamento EXCEPCIONAL."

Fonte: Facebook Soldado Isaías

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Soldado Isaías responderá mais um processo na Justiça Militar



Quando você critica o sistema, quando você luta por melhores condições de trabalho de sua categoria, quando você lutar por direitos inalienáveis que lhes sejam garantidos constitucionalmente, quando você usar do sagrado direito da Liberdade de Expressão, não importa se o seu comportamento como profissional seja EXCEPCIONAL, você será transformado em criminoso. VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO, ABAIXO O LIMITARISMO! Mais um processo criminal pra coleção, apenas por defender sua categoria.

Fonte: Facebook Soldado Isaías

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Declaração do Soldado Isaías Silva a respeito do julgamento do seu 1° IPM pela 6º Vara Criminal

Soldado Isaías. Arquivo Aspra

A justiça dos homens foi feita, agradeço a Deus por existirem seres humanos dotados do real senso de justiça e arquivarem essa atrocidade. Continuo com meus posicionamentos firmes, contudo pautados no incondicional respeito à pessoa humana. Obrigado a todos pelo carinho. Agora só faltam mais dois Inquéritos ainda em andamento.

Ass.: Sd Isaías Silva do 2° BPM
07/10/2016

Leia a sentença na íntegra:

Processo n°: 201620600524
Classe: Inquérito Policial Militar
Competência: 6ª Vara Criminal de Aracaju
Situação: Julgado

Autor: Justiça Pública 
Investigado: Isaías Silva Santos

Vistos etc.

Trata-se de Inquérito Policial Militar instaurado com a finalidade de apurar a ocorrência do crime militar de publicação ou crítica indevida (art. 166 do CPM), supostamente cometido pelo SD PMSE ISAÍAS SILVA SANTOS, já qualificado.

Consta dos autos, em suma, que, em fevereiro de 2016, o investigado postou em sua rede social, “Facebook”, textos que relatavam problemas relacionados à promoção, defasagem e atraso salarial, o baixo valor do ticket refeição e da gratificação de atividade extra, a falta de diálogo entre os dirigentes da SSP/SE e os policiais militares e, por fim, a retirada do transporte dos militares que trabalham no interior.

Instado a se manifestar, o representante do Parquet pugnou pelo arquivamento do presente feito, conforme parecer de fls. 41/42 dos autos materializados.

Eis a história relevante.

Passo a decidir.

O crime militar de Publicação ou Crítica Indevida está previsto no art. 166 do CPM com a seguinte redação:

“Art. 166. Publicar o militar ou assemelhado, sem licença, ato ou documento oficial, ou criticar publicamente ato de seu superior ou assunto atinente à disciplina militar, ou a qualquer resolução do Governo:

Pena - detenção, de dois meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave”.

*Com efeito, no caso sub oculo, verifica-se que,em nenhum dos textos publicados, houve crítica a ato de superior hierárquico ou resolução do governo, apenas comentários acerca de alguns problemas enfrentados por policiais militares que, por já serem de conhecimento geral, não devem ser caracterizados como assuntos atinentes à disciplina militar. Revela-se, desse modo, atípica a conduta do investigado.*

Em sendo assim, esgotados todos os meios investigatórios, não há mais razão para o prosseguimento do Inquérito Policial Militar, principalmente após o pedido de arquivamento formulado pelo dominus litis, circunstância que impõe o arquivamento do feito.

Ante o exposto, acolho o pedido do Ministério Público e DETERMINO O ARQUIVAMENTO DESTE INQUÉRITO POLICIAL MILITAR, com fulcronos arts. 25, §2º, 30, alínea “a”, e 397, caput, todos do CPPM.

Feitas as necessárias anotações e comunicações, arquivem-se.

Aracaju-SE, 04 de outubro de 2016.

Dra. Bruna Aparecida de Carvalho Caetano
JUÍZA DE DIREITO

Fonte: Soldado Isaías/Facebook

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Não sou frouxo, sou pai de família, desabafa policial

O parcelamento dos salários dos servidores públicos do estado tem causado muita revolta. Policia Civil e delegados ameaçam fazer greve, ao contrário da policia militar que a legislação proíbe de fazer qualquer tipo de manifestação.

Nesta terça-feira (13), o desabafo feito por um soldado da policia militar em um grupo de whatsapp, chamou a atenção pelo tom de desespero, ao informar que no dia 2 de outubro (eleição), ele estará “vendendo galeto” para sustentar a sua família.

Em tom de desabafo, ele escreveu ” Policial militar- desesperado pai de família, servidor público e vendedor de galeto para manter a família”.

Veja o que diz o policial em seu desabafo:

13 de setembro de 2016, um dia que entra pra história da minha vida, receber salário atrasado e ainda por cima fracionado. Aluguel atrasado, energia e água atrasadas, botijão secando, dispensa e coração vazios, Colégio do filho atrasado, todas as contas possíveis atrasadas, e quando o estado credita o fracionamemto salarial, o Banese não perdoa e deixa minha conta negativada. Em resumo, recebi meu salário atrasado só pra pagar ao Banco do Estado. 

O sentimento de impotência lhe toma o peito, por que policiais militares não têm direito de se indignar, somos escravos, açoitados pelo sistema, amordaçados pela legislação, castrados de direitos básicos inerentes a qualquer servidor público. Mas quando o desespero e o medo da fome espreitam no horizonte, mesmo na condição de servidor militar, algo sobressai dessa condição: ser HUMANO. Alternativas brotam de sua mente: dar o golpe na própria arma que o estado lhe dar e acabar com o próprio sofrimento ou tomar uma decisão mais sábia e fácil: *FAZER GREVE*, *AQUARTELAR*. Como nós policiais militares não temos direito a greve, resta-nos cruzar os braços e ficar dentro dos quartéis sem sair às ruas, para ver então se alguém sente nossa falta e visualizam que estamos em estado de calamidade. 

Eu, Soldado, servidor público sergipano, desesperado pai de família, informo ao senhor governador do estado que não trabalharei nas eleições 2016, pois estarei ocupado na minha folga de sábado e domingo para vender galetos de frango, juntamente com meu pai nos dias 01 e 02 de outubro, pois preciso pagar as minhas contas atrasadas, e se quiserem me prender que me prendam, usem destas leis arcaicas e medievais para estuprarem meus direitos. Vocês só terão meu sangue só no fim. Basta de humilhação. Impeachment já do Governo de Sergipe!

Eu estarei aquartelado no dia 02/10/2016, não sou frouxo, sou pai de familia, e pra defender os meus filhos da fome eu faço o que for necessário. Aquartelamento já! Senhor Governador, caso suas dívidas tenham sido quitadas, favor desconsiderar este aviso! Policial militar- desesperado pai de família, servidor público e vendedor de galeto para manter a família.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

Soldado Isaías: Aquartelar ou morrer de fome?


Treze de setembro de 2016, um dia que entra pra história da minha vida, receber salário atrasado e ainda por cima fracionado. Aluguel atrasado, energia e água atrasadas, botijão secando, dispensa e coração vazios, Colégio do filho atrasado, todas as contas possíveis atrasadas, e quando o estado credita o fracionamemto salarial, o Banese não perdoa e deixa minha conta negativada. Em resumo, recebi meu salário atrasado só pra pagar ao Banco do Estado.

O sentimento de impotência lhe toma o peito, por que policiais militares não têm direito de se indignar, somos escravos, açoitados pelo sistema, amordaçados pela legislação, castrados de direitos básicos inerentes a qualquer servidor público. 

Mas quando o desespero e o medo da fome espreitam no horizonte, mesmo na condição de servidor militar, algo sobressai dessa condição: ser HUMANO. Alternativas brotam de sua mente: dar o golpe na própria arma que o estado lhe dar e acabar com o próprio sofrimento ou tomar uma decisão mais sábia e fácil: FAZER GREVE, AQUARTELAR. Como nós policiais militares não temos direito a greve, resta-nos cruzar os braços e ficar dentro dos quartéis sem sair às ruas, pra ver então se alguém sente nossa falta e visualizam que estamos em estado de calamidade.

Eu, Soldado Isaías Silva do 2° BPM, servidor público sergipano, desesperado pai de família, informo ao senhor governador do estado que não trabalharei nas eleições 2016, pois estarei ocupado na minha folga de sábado e domingo para vender galetos de frango, juntamente com meu pai nos dias 01 e 02 de outubro, pois preciso pagar as minhas contas atrasadas, e se quiserem me prender que me prendam, usem destas leis arcaicas e medievais para estuprarem meus direitos. Vocês só terão meu sangue só no fim. Basta de humilhação. Impeachment já do Governo de Sergipe! Eu estarei aquartelado no dia 02/10/2016, não sou frouxo, sou pai de familia, e pra defender os meus filhos da fome eu faço o que for necessário.

Aquartelamento já!
Senhor Governador, caso suas dívidas tenham sido quitadas, favor desconsiderar este aviso!

Isaías Silva - desesperado pai de família, servidor público e vendedor de galeto pra manter a família.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Soldado Isaías: "Indisciplina e Aquartelamento já são realidades na PMSE"

Soldado Isaías. Arquivo Aspra

Após a fala do Comandante Geral hoje, deu-me vontade de falar sobre os tópicos citados pelo então Comandante: Indisciplina e Aquartelamento. As tropas da PMSE e do CBMSE já sofrem com a *Indisciplina* do Sr governador do estado frente aos descumprimentos das legislações que abrangem as categorias militares: por que deixar de pagar os 3 uniformes por ano aos PMs, não repassar os índices inflacionários aos salários dos servidores militares há 4 períodos anuais (mais de 30% de perda do poder de compra), não reajustar os valores do ticket alimentação, contrariar a lei não regulando a carga horária, descumprir o Programa de Governo estabelecido junto ao TSE durante a campanha eleitoral de 2014 onde previa a continuidade do ajustamento salarial das classes militares, dentre outras aberrações legais, enquadram o governo do estado numa situação de Indisciplina, frente às suas obrigações legais. 

Aquartelamento

Hoje já existe sim, mesmo que de forma legal (a exemplo de um PM que em Propriá apreendeu um carro irregular da Prefeitura e o Comando colocou o praça no serviço interno, aquartelou o cabra) o aquartelamento só não existe de fato e de direito por que os cabos e soldados ainda dão colher de chá para esse governo que nos chama de mercenários. Se todos os policiais militares devolvessem hoje todas as munições que já estão vencidas há mais de 6 meses, se todos os cabos e soldados não costurasse os fundilhos de suas calças velhas e surradas, teríamos já amanhã um aquartelamento em massa, com proporções inimagináveis, e com total previsibilidade legal.

Mercenários

Não são esses homens e mulheres que são o sustentáculo da SSP, que alimentam a democracia, que levam nas costas o resto da segurança pública, que ainda não virou caos justamente por que muitos ainda se importam, mesmo que não valha mais a pena se importar. Infeliz termo usado pelo SSP em tempos de busca da serenidade e resolução dos conflitos criados pelo governo de Sergipe.


"Somos bravos soldados de Sergipe, mas sem riso altaneiro, com dívidas sobre nossos lombos, a fronte está baixa, PTS e Reposição Inflacionária são os nossos ideais". Continuemos a obedecer todas as ordens de nosso Comandante Geral, dentro das possibilidades legais que nossa profissão exige.


Por Isaías Silva - humilde cidadão sergipano.

Autorizada a reprodução, com citação da origem.
Whatsapp: 079998919001

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Polícia Legal: Soldado Isaías responderá crime militar por declarações feitas contra o ex-secretário Mendonça Prado


Criminalizam pais de família, pelo simples fato de falar a verdade.... ninguém pode criticar o intocável governador do estado, não pode criticar o ex Secretário Mendonça Prado, não se pode criticar Policiais militares de patente superior, é lamentável tal fato, mas a ditadura militar não acabou....

Fonte: Facebook Soldado Isaías

sábado, 13 de agosto de 2016

Soldado Isaías: Nota sobre a oitiva no QCG

Soldado Isaías - Arquivo Aspra

Senhores (as) Policiais e Bombeiros (as)...

Só agora estou tendo tempo de postar algo sobre o ocorrido ontém, em razão de estar de serviço na segunda, quarta (permuta) e hoje novamente (escala 12x36), peço desculpas a todos pela demora, mas não tem nenhuma relação com a oitiva ontem.

Cheguei no QCG por volta das 10h30min, agradecer a carona dada pelo meu amigo Capitão Bomfim e à companhia do também amigo Sargento Pereira; na entrada lateral do QCG tinham alguns policiais militares, fardados e à paisana, que foram me dar aquele apoio presencial. Adentrei o quartel e logo após fui atendido pelo Coronel Campos e pelo Major Sidney, fui ouvido em Termo de Declarações, acompanhado do nosso Advogado da *ASPRA* (Dr Sérgio), a respeito da minha participação em um Programa de Rádio local após a repercussão da apreensão de um veículo da Prefeitura de Propriá. A oitiva se deu apenas nesse sentido, onde expus também ser Diretor Regional da ASPRA (Baixo São Franscisco) e que por isso faço parte também das Associações Unidas. Segundo o Coronel Campos, a oitiva será encaminhada à Assessoria Jurídica do Comando Geral para as avaliações posteriores.

No mais agradecer primeiramente a Deus pela paz de espírito, agradecer ao nosso advogado Dr Sérgio na pessoa do Presidente da ASPRA meu irmão Sargento Carlos, sinto-me representado pelo cabra, agradecer aos que puderam comparecer fisicamente, aos que queriam ir mas não puderam comparecer, a todas as mensagens de apoio, essa demonstração de coesão e união é muito importante para a atual luta e as que virão posteriormente. Por que as lutas não irão parar. Hoje me foi ordenado trabalhar na Guarda do Quartel, ao meu contragosto, todavia, tenho que cumprir.

Finalizo este post afirmando a todos que quem vive na sombra da legalidade não tem o que temer, vivemos num sistema democrático que atinge a todas as categorias do nosso estado, com exceção apenas da categoria de trabalhadores que sustentam a democracia: os *Policiais* Militares (ainda).


Sd PMSE 204196-05 *Isaías Silva* Santos
Diretor de Base da ASPRA - Baixo São Francisco
12/08/2016

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Movimento Polícia Legal - Nota do Soldado Isaías - Regional Aspra Propriá

Soldado Isaías - Representante Aspra Propriá

Combatentes, por cá o Soldado Isaías Silva do 2º BPM, não tinha como não deixar de publicar essa nota para agradecer a todas as manifestações de carinho e respeito que tenho recebido nesta quarta-feira, 10, emocionei-me com as inúmeras mensagens que tenho recebido de policiais, bombeiros e da sociedade civil em geral, fui chamado no dia de hoje para uma reunião amanhã com o Coronel Campos, Chefe do CPMI, e desde então tudo o que vivi dentro da PMSE me vieram como um filme, muitos me aconselharam a não me expor muito, mas não vejo luta sem comprometimento efetivo, e desde já repito que estou apenas defendendo o leite dos meus filhos. Amanhã, após a reunião, exporei pelas redes sociais o que ocorreu, torcendo que não me ocorra qualquer retaliação por estar fazendo o que entendo ser o certo: lutando pelas melhorias da minha profissão. Quero antecipar meus agradecimentos ao meu Presidente da ASPRA e irmão, o Sargento Carlos, pelas palavras de acalento e pelo apoio jurídico, ao Presidente da ÚNICA, Soldado Will Guerreiro, um praça irmão e guerreiro, ao Presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembléia Legislativa, o Deputado e Capitão da PMSE Samuel, pela imediata reação ao fato. O amanhã está reservado a Deus... Até amanhã e que Deus seja por todos nós!!!

*Sd Isaías Silva - 2º BPM
Representante Regional da ASPRA - Baixo São Francisco*
10/08/2016

sábado, 8 de agosto de 2015

Aspra inicia processo de interiorização e cria sua primeira Regional em Propriá.

Regional do Baixo São Francisco será sediada em Propriá e atenderá os associados da região.

Presidente e vice-presidente da Aspra em visita a policiais do 2º BPM.

Um antigo sonho que começa a se tornar realidade. Foi assim que dirigentes da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe (Aspra/SE) definiram a criação da primeira regional da entidade no interior do estado. A Regional do Baixo São Francisco será sediada na cidade de Propriá, onde também ficam as sedes do 2º Batalhão da Polícia Militar e do 2º Destacamento de Bombeiros Militar.

A interiorização da Aspra era um sonho antigo dos seus dirigentes e uma necessidade dos associados, e começará a se tornar realidade graças ao empenho da Diretoria e à disposição do Soldado Isaías Silva, lotado no 2º BPM e morador de Propriá. Isaías relatou que há muito se fomentava a ideia da criação de uma nova associação para atender aos anseios dos policiais do Baixo São Francisco, mas sempre relutou contra isso tendo em vista o grande número de associações já existentes. Em meados de 2014 houve o primeiro contato entre o então presidente da Aspra, sargento Araújo, e o soldado Isaías, exatamente para discutir a possibilidade de criação de uma regional da Aspra em Propriá.

Desde então foram mantidos diversos contatos que culminaram em um acordo firmado na última terça-feira (04), durante uma visita feita pelo atual presidente da associação, sargento Antônio Carlos, e pelo vice-presidente, sargento Anderson Araújo, ao município de Propriá. Pelo acordo o soldado Isaías Silva se comprometeu em assumir o cargo de representante regional da Aspra e desenvolver as ações necessárias ao crescimento e fortalecimento da associação na região.

Apoio jurídico e benefícios

Logo de início a Aspra já irá oferecer aos associados de Propriá e região do Baixo São Francisco o benefício da assistência jurídica sem a necessidade do deslocamento para Aracaju. Foi celebrada uma parceria com o advogado Kleber Gonçalves, morador de Propriá, através da qual será prestado atendimento jurídico no próprio município. "Ficamos muito gratos ao Dr. Kleber pelo apoio que nos foi oferecido, será fundamental para a consolidação do trabalho que estamos iniciando e demonstra a simpatia e respeito dele para com os policiais e bombeiros militares", declarou o sargento Carlos.

Os casos que envolvam a Justiça Militar permanecerão sob os cuidados do Dr. Sérgio Bezerra e os demais casos serão conduzidos pelo Dr. Kleber, advogado da Regional. Outros benefícios também já estão sendo estudados e discutidos, a fim de atender as mais diversas necessidades dos associados dentro de sua própria região, trazendo assim mais comodidade, conforto e satisfação. Um dos exemplos é na área do lazer, para a qual já estão sendo mantidos contatos a fim de proporcionar acesso a um espaço dessa natureza aos associados e seus dependentes.

Sargento Araújo, soldado Isaías, sargento Carlos e o advogado Kleber Gonçalves, parceria em prol dos associados do Baixo São Francisco.

Além do apoio jurídico local e dos demais benefícios que serão apresentados, a chegada da Aspra em Propriá e região também visa dar aos militares um canal para a reivindicação dos seus direitos junto às autoridades constituídas. "A Aspra tem o papel de representar os seus associados e de buscar soluções para os problemas que estes lhe apresentam. Para isso iremos sempre buscar de maneira respeitosa o diálogo com as autoridades para levar a eles os anseios dos nossos representados e buscar estas soluções. Por isso é tão importante estabelecer um representante na região", afirmou o sargento Araújo.

Segundo o sargento Carlos, todo apoio necessário será dado ao soldado Isaías para a concretização dos projetos que foram e que venham a ser traçados para a Regional do Baixo São Francisco. Segundo Isaías a expectativa de adesão é muito boa e já há inclusive militares do município de Neópolis, onde fica sediada a 2ª Companhia do 2º BPM, dispostos a colaborar com o projeto.

Por fim o sargento Carlos declarou sua satisfação com a concretização desse projeto, e revelou que Propriá será um grande laboratório para a Aspra, através do qual a Diretoria pretende aprender cada vez mais para levar a mesma ideia a outros municípios sergipanos, aproximando a Aspra dos seus associados e fortalecendo a entidade para a consecução dos seus objetivos em prol da classe.

ASCOM - ASPRA SERGIPE

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