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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Em Sergipe, a SSP se Confunde com A Polícia Civil, Afirma Capitão Samuel


O presidente da Comissão de Segurança Pública na Alese, deputado estadual reeleito, capitão Samuel Barreto (PSL), não gostou das informações de que a polícia militar poderia ficar sem autonomia financeira, afirmando que “no inicio do ano teve uma tentativa de retirar recursos da PM/BM através de alteração na legislação do Fundo de Segurança Publica”, disse o parlamentar.

Para Samuel, os investimentos que são feitos na polícia civil, são bem maiores que para a polícia militar. “A Polícia Militar e Bombeiro,  não tem um real para investimento, fica tudo para SSP, e ela investe tudo na Polícia Civil”, afirma Samuel que reclama que foram adquiridos pistolas para a PC e não para a PM. “Eu não sou contra que faça investimentos em armamentos para a polícia civil que precisa sim de armas boas. Veja execução do orçamento de anos anteriores. Equipamentos chegam sempre para Polícia Civil primeiro e em melhores condições, como o caso das Pistolas Gloc. Mas porque não fazer com a polícia militar também?”, questionou Samuel.

Samuel vai mais além e diz que a SSP quer acabar com autonomia da Polícia Militar e Bombeiros Militares. “Isso significa retroceder e enfraquecer a instituição. O DAF da PM é reconhecido como o melhor do Estado de Sergipe, já o DAF da SSP esta nas páginas de jornais com denúncias diversas”, disse.

O deputado disse também que é preciso fortalecer a Polícia Civil, porém a SSP se confunde com a PC. “Precisamos fortalecer a Polícia Civil de Sergipe, passando ela a existir como é em outros estados. Em Sergipe a SSP se confunde com a Polícia Civil, mas nem sempre terá um Delegado da Polícia como Secretário”.

Por fim, Samuel reclama do fechamento do Hospital da Polícia Militar (HPM), informando que o governo não teria repassado o orçamento, na totalidade, o que teria provocado o seu fechamento. “O HPM, Hospital da Polícia Militar que tem DAF próprio, o governo não repassou o orçamento na totalidade e findou fechando o hospital há dois anos. Estamos buscando 1% do FUNESP para reabrir o hospital”, disse o deputado que concluiu dizendo que “a SSP não teve interesse”, disse o parlamentar e avisou: “estamos buscando apoio no Tribunal de contas”.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

terça-feira, 9 de maio de 2017

Policiais civis cruzam os braços por 48h

A paralisação segue até ás 8h da quinta-feira, 11

Policiais civis e escrivães de polícia iniciam uma paralisação de 48 horas nesta terça-feira, 9. O manifesto é em decorrência ao atraso de salário referente ao mês de abril. A paralisação inicia às 8h de hoje e segue até às 8h da próxima quinta-feira, 11. Com a paralisação apenas serão realizados serviços emergências como flagrante delito e exame de corpo de delito.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Agentes de Polícia Civil do Estado de Sergipe (Sinpol), João Alexandre Fernandes, a falta de pagamento motivou o ato. “A paralisação foi decidida em assembleia do dia 25 de abril contra a impontualidade no pagamento dos salários. Acredito que estaremos conversando com o governo ainda hoje para decidir a questão dos salários”. Deixarão de ser feitos registros de ocorrência e investigações.

SSP

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) ficou de se manifestar posteriormente. O Portal Infonet permanece à disposição pelo 2106-800 ou pelo jornalismo@infone.com.br

Por Aisla Vasconcelos

Fonte: Portal Infonet/Sinpol-Sergipe

terça-feira, 18 de abril de 2017

Jackson e a obrigação de respaldar o trabalho da polícia

Jackson Barreto. Arquivo Aspra/Portal Infonet

Até parece coisa de adversário político que age de forma rasa para desgastar ainda mais a imagem do governador Jackson Barreto. Qualquer pessoa minimamente inteligente refuta a ideia e é tomada pela indignação de pronto.

Refiro-me aos boatos (espero que não passe disso) sobre o governador agir no sentido de tapar o suspiro pelo qual a Polícia Civil trabalha em sintonia com o sentimento da gama honesta da sociedade para extirpar da vida pública verdadeiros nocivos e incontroláveis frente ao dinheiro público.

Não creio que o governador Jackson Barreto moverá uma palha para jogar por terra o imprescindível trabalho da Polícia Civil, que parece só incomodar mesmo aos corruptos. Jackson não “homenageará” delegados sérios, que fazem jus ao dinheiro público que custeia seus vencimentos, impedindo-os de trabalhar.

Todavia, como costuma ratar a bola na caçapa quem subestima a lógica que move a política, nos preparemos para o pior. Retrocesso e impunidade podem roubar a cena. O que, aliás, seria, além de tudo, uma medida pedagógica perniciosa a incentivar o crime.

Assim como a Operação Lava Jato em esfera nacional, a Polícia Civil de Sergipe tenta passar a política genuína a limpo. Em várias esferas e sem limites. Sem apadrinhar. A polícia demonstra apetite para emendar uma investigação envolvendo político ou empresário em uma mais nova e dar o desfecho esperado pelo coletivo, há décadas, ao passar a bola à Justiça.

A Polícia Civil demonstra agir do jeito que a sociedade cobra: sem deixar pedra sobre pedra. Recusando propinas ou outras imoralidades para “aliviar” branquinho, neguinho, amarelinho… Jogar quem agiu à margem da lei na cadeia soa o gol deste jogo do bem contra o mal.

Do mesmo jeito que inúmeros pobres são tratados neste Brasil desigual, políticos e empresários precisam ser punidos também. A polícia entendeu bem o clamor popular. Que o chefe do Poder Executivo não frustre expectativas.

Há duas semanas, ao ser entrevistado pelo Universo, o presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe, o delegado Paulo Márcio, confirmou que, de fato, há uma pressão forte para barrar o trabalho da polícia.

“A atuação do Deotap vem incomodando muita gente poderosa que realmente quer a cabeça da titular. A estes eu digo que a Drª Danielle Garcia permanecerá à frente do Deotap pelo tempo que ela quiser, atuando sempre de maneira ética, imparcial e em defesa do patrimônio público”, garantiu o delegado.

Tomo a liberdade de registrar aqui que Dr Paulo Márcio simboliza ali em Danielle Garcia seus demais colegas, que também trabalham contra o crime. O juízo do Dr Paulo Márcio é lúcido. Irretocável. Ratifica o compromisso assumido pela polícia com o correto. Com o coletivo. Sergipe espera ouvir juízo idêntico da boca do seu governador, que tem a obrigação de respaldar o trabalho da Polícia Civil. Com a palavra Jackson Barreto.

Joedson Telles

Universo Político

terça-feira, 11 de abril de 2017

Salários: Delegados suspendem plantões extras na SSP

Telefones funcionais desativados e sem acúmulo de funções

Os plantões extraordinários nas Delegacias de Polícia em Sergipe começam a ser suspensos a partir das 18h desta terça-feira, 11. A medida foi adotada pelos delegados de polícia reunidos em assembleia geral nesta manhã. Ao final, a Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado de Sergipe (Adepol/SE) divulgou nota explicando que a categoria respeita a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em não promover greve e mantém a continuidade das investigações policiais e o serviço ordinário de atendimento ao público.

Os plantões extraordinários serão retomados, conforme a nota, quando o Governo do Estado corrigir a gratificação denominada Remuneração Financeira Transitórios por Atividade de Plantão. Além desta correção, os delegados querem isonomia salarial tendo como parâmetro os salários de procuradores do Estado e pagamento extra aos delegados que acumulam funções nas 27 delegacias que não possuem delegados de polícia.

Na nota, a Adepol/SE informa que os plantões e sobreavisos no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) também estarão suspensos e os telefones funcionais serão desativados. Os aparelhos serão devolvidos à Secretaria de Estado da Segurança Pública.

Cogitou-se a possibilidade dos delegados entregarem os cargos, mas esta medida foi afastada. “Tendo em vista a importância da continuidade de diversas operações envolvendo a cooperação de variados departamentos e setores da Polícia Civil, sobretudo aquelas encabeçadas pelo Deotap, foi retirada de pauta a proposta de entrega dos cargos de direção da Polícia Civil”, destaca a nota.

Para o presidente da Adepol/SE, Paulo Márcio Cruz, essa decisão “reflete a maturidade e compromisso social dos delegados, que buscam sensibilizar o governo a fim de que atenda às suas justas reivindicações sem causar transtorno para a população e prejuízo para as investigações em curso”.

O Portal Infonet tentou ouvir o Governo, mas não obteve êxito. Informações podem ser enviadas por e-mail jornalismo@infonet.com.br ou por telefone (79) 2106 – 8000.

Cássia Santana

Portal Infonet

domingo, 19 de março de 2017

Sergipe: Agentes dizem que benefícios a delegados criam abismo na Polícia Civil

Um policial influente pede que se faça uma pergunta ao governador Jackson Barreto (PMDB), ao secretário da Segurança Pública, João Batista, e ao delegado geral da Polícia Civil, Alessandro Vieira. Trata-se da equiparação salarial dos delegados com os procuradores do Estado.

A pergunta é a seguinte: “a equiparação salarial dos delegados com os procuradores do Estado, sem o proporcional reajuste salarial para os demais policiais (Agentes e Escrivães), aumentando o abismo salarial dentro da Polícia Civil, não poderá servir como prática desestimuladora, comprometendo o trabalho da instituição, possivelmente promovendo forte instabilidade interna, com sérios prejuízos a serem suportados pela sociedade?”

O policial diz que se sabe que todos os trabalhos em que são divulgados, apenas nomes de Delegados aparece, mas “há o emprego do bom trabalho desenvolvido pelos Agentes e Escrivães da Polícia Civil, fato que, se esses estiverem descontentes, nada andará, então a sociedade que já sofre com a insegurança, amargurará maiores prejuízos”.

Fonte: Faxaju

domingo, 15 de janeiro de 2017

Suspeitos pela morte de policial e comerciante no Abaís são presos

Foto. Portal F5 News

Uma operação da Polícia Civil, na madrugada deste sábado (14), terminou com a prisão de dois homens suspeitos de terem envolvimento com a morte de um policial civil e uma comerciante na praia do Abaís, em Estância, no litoral sul de Sergipe, no final de semana passado. Na mesma operação, outros dois suspeitos foram baleados durante confronto com policiais e morreram.

De acordo com informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP), as prisões ocorreram no município de Itaporanga D’Ajuda e nos bairros Santa Maria e Mosqueiro, na zona de expansão de Aracaju. Com dois dos suspeitos, os policiais encontraram a arma do policial civil José Fernando que já estava com a numeração raspada.

O agente José Fernando Vieira Dias, 63 anos, e a comerciante Maria José Silva de Freitas, 41, foram mortos durante tentativa de assalto em um bar. O crime teria sido cometido por quatro homens armados, de acordo com relato de testemunhas. Os detalhes da operação serão divulgados na segunda-feira (16) durante entrevista coletiva no Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope).

Fonte: Portal F5 News

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Não sou frouxo, sou pai de família, desabafa policial

O parcelamento dos salários dos servidores públicos do estado tem causado muita revolta. Policia Civil e delegados ameaçam fazer greve, ao contrário da policia militar que a legislação proíbe de fazer qualquer tipo de manifestação.

Nesta terça-feira (13), o desabafo feito por um soldado da policia militar em um grupo de whatsapp, chamou a atenção pelo tom de desespero, ao informar que no dia 2 de outubro (eleição), ele estará “vendendo galeto” para sustentar a sua família.

Em tom de desabafo, ele escreveu ” Policial militar- desesperado pai de família, servidor público e vendedor de galeto para manter a família”.

Veja o que diz o policial em seu desabafo:

13 de setembro de 2016, um dia que entra pra história da minha vida, receber salário atrasado e ainda por cima fracionado. Aluguel atrasado, energia e água atrasadas, botijão secando, dispensa e coração vazios, Colégio do filho atrasado, todas as contas possíveis atrasadas, e quando o estado credita o fracionamemto salarial, o Banese não perdoa e deixa minha conta negativada. Em resumo, recebi meu salário atrasado só pra pagar ao Banco do Estado. 

O sentimento de impotência lhe toma o peito, por que policiais militares não têm direito de se indignar, somos escravos, açoitados pelo sistema, amordaçados pela legislação, castrados de direitos básicos inerentes a qualquer servidor público. Mas quando o desespero e o medo da fome espreitam no horizonte, mesmo na condição de servidor militar, algo sobressai dessa condição: ser HUMANO. Alternativas brotam de sua mente: dar o golpe na própria arma que o estado lhe dar e acabar com o próprio sofrimento ou tomar uma decisão mais sábia e fácil: *FAZER GREVE*, *AQUARTELAR*. Como nós policiais militares não temos direito a greve, resta-nos cruzar os braços e ficar dentro dos quartéis sem sair às ruas, para ver então se alguém sente nossa falta e visualizam que estamos em estado de calamidade. 

Eu, Soldado, servidor público sergipano, desesperado pai de família, informo ao senhor governador do estado que não trabalharei nas eleições 2016, pois estarei ocupado na minha folga de sábado e domingo para vender galetos de frango, juntamente com meu pai nos dias 01 e 02 de outubro, pois preciso pagar as minhas contas atrasadas, e se quiserem me prender que me prendam, usem destas leis arcaicas e medievais para estuprarem meus direitos. Vocês só terão meu sangue só no fim. Basta de humilhação. Impeachment já do Governo de Sergipe!

Eu estarei aquartelado no dia 02/10/2016, não sou frouxo, sou pai de familia, e pra defender os meus filhos da fome eu faço o que for necessário. Aquartelamento já! Senhor Governador, caso suas dívidas tenham sido quitadas, favor desconsiderar este aviso! Policial militar- desesperado pai de família, servidor público e vendedor de galeto para manter a família.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

Adiberto de Souza: Salve-se quem puder!

Atenção marginais, preparem-se para “trabalhar” dobrado, agir à luz do dia e de cara limpa sem qualquer risco de serem molestados pelo esfacelado braço armado do estado. Caso os delegados e agentes civis entrem em greve como prometem, Sergipe se transformará num verdadeiro paraíso para os bandidos, obrigando o cidadão de bem, largado à própria sorte, fugir se quiser preservar a vida. 

Seguindo o pensamento dos policiais militares, que cruzaram os braços por melhores salários, os delegados a agentes civis também ameaçam dar as costas ao povo, caso o governo se recuse em engordar seus contracheques. Como o Executivo jura não ter dinheiro para conceder reajustes, seguramente a ameaça será cumprida. Em isso acontecendo, os criminosos terão que buscar “reforços” em outros estados, pois já andam sem tempo e parceiros suficientes para roubar, estuprar e matar por qualquer ou nenhum motivo. É lastimável que policiais mantidos com o suor dos contribuintes, escudem-se na vida do cidadão para colocar a faca no pescoço do governo. Menos, senhores, menos!

Quebrou na solda

Sergipe e os demais estados nordestinos estão falidos, quebraram na solda. Reunidos com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, os governadores da região ameaçaram decretar estado de calamidade se este governo temerário não liberar imediatamente uma ajuda de R$ 7 bilhões. Ao ouvir do ministro que o foco é garantir a confiança do mercado, o governador Jackson Barreto (PMDB) disparou: “Nós lidamos com seres humanos. Eles deixam de ser atendidos em hospitais, não há gasolina para ambulâncias, nem como levar água para as vítimas da seca”. Cruz credo!

Fonte: Blog de Adiberto de Souza/Faxaju

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Coronel manifesta revolta com a SSP; veja nota

Veja a nota do coronel PM ROCHA:


Aquisição de armas pela SSP/SE

Publicado em Diário Oficial de hoje, dia 8 de setembro de 2016, a Síntese de Inexigibilidade de Licitação nº 002/2016, sob o Processo nº 022.000.02209/2016-1, com o Objeto de Aquisição de Pistolas GLOCK 22 Gen4, "Safe Action", calibre .40S&W, para atender a Polícia Civil é um avanço incomensurável para o desempenho da atividade policial. 

Essa aquisição representa uma luta antiga das polícias brasileiras, tanto as federais quanto as estaduais. Parabéns a Polícia Civil, conquista importantíssima.

O fato que nos causou estranheza é a aquisição ser única e exclusivamente feita para a Polícia Civil, pois é sabido por todos a importância da utilização do citado armamento por ambas as instituições policiais, mormente a Polícia Militar, presente em todos os municípios sergipanos, 24 horas por dia, independente da crise financeira que assola o nosso Estado e o nosso país. Esperemos que a SSP mostre agora qual a real importância da polícia ostensiva, responsável pela preservação da ordem pública.

Henrique Alves da ROCHA - Cel PM

Fonte: Ne Notícias

terça-feira, 23 de agosto de 2016

O Governo precisa resolver os nossos problemas, diz delegado em operação

Embora estejam insatisfeitos com o parcelamento dos salários, a Policia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira (23), uma operação para desarticular uma quadrilha que vinha realizando assaltos e lojas comerciais na capital e no interior do estado. A quadrilha efetuou diversos assaltos.

A operação policial que conta com a participação de cerca de 50 policiais civis, além de 5 delegados, teve inicio desde as primeiras horas de hoje e já efetuou a prisão de 8 suspeitos. Também foi recuperado parte do produto de roubo praticado pela quadrilha, inclusive materiais que foram subtraidos em uma loja de celulares em Ribeirópoilis, loja o Boticário em Socorro e Americanas em Aracaju.

Durante a operação, um dos delegados responsáveis pela operação, Dr. Marcos Garcia, aproveitou para fazer um desabafo. O delegado afirma que embora a categoria esteja descontente com o governo do estado, a população não irá ficar desamparada. “Embora nossa insatisfação com o governo em parcelar nossos salários, a população não pode ficar desamparada”, afirma o delegado.

Marcos Garcia disse ainda que o governo precisa resolver a situação dos policiais civis e militares. “Nós somos policia e não temos o direito de parar. O governo precisa resolver nossos problemas e nós não vamos deixar a população abandonada por conta do aumento da criminalidade”, desabafou o delegado em entrevista a uma emissora de rádio.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

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