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quinta-feira, 25 de maio de 2017

“Jackson demonstrava pouco interesse nas Investigações”, diz Delegado

O ex-delegado geral da Polícia Civil, Alessandro Vieira, disse na manhã desta quarta-feira (24), que algumas vezes, no tempo em que esteve à frente da DGPC, ouviu do governador Jackson Barreto (PMDB), manifestações de desconforto com o trabalho que vinha sendo realizado pela delegada Danielle Garcia, coordenadora do Departamento de Combate aos Crimes Tributários e Administração Pública (Deotap).

Em entrevista ao programa Fala Sergipe, Alessandro Vieira afirmou que embora Jackson Barreto tenha demonstrado desconforto, em nenhum momento pediu o afastamento da delegada. “O governador nunca me pediu ou determinou o afastamento da delegada Danielle, mas manifestou algumas vezes seu desconforto com as investigações”, disse o delegado.

Alessandro explicou que Jackson ao manifestar seu desconforto com trabalho da Deotap, o governador teria dito ao delegado que era procurado por amigos políticos, que diziam de suas contrariedades com as investigações, mas que em nenhum momento, ouviu o governador mencionar nomes de políticos.

O delegado disse também que “o governador demonstrava pouco interesse nas investigações de crimes de lavagem de dinheiro. O ápice se deu com as investigações sobre o conselheiro Ulices Andrade, do Tribunal de Contas, e a Torre. Deixo claro que o conselheiro não foi investigado¨, revelou o delegado. Ainda sobre o trabalho realizado pela Deotap, Alessandro Vieira disse que o governador lhe disse que não entendia essas investigações, com tantos crimes sendo cometidos nas ruas.

Sobre as eleições de 2018, Alessandro Vieira explicou que se filiou à partido Rede, mas deixou claro que sua candidatura ainda não está definida. “O Brasil precisa parar e mais pessoas, que não precisam do salário de parlamentar, devem entrar na política”, afirmou.

Fonte: Faxaju

domingo, 23 de abril de 2017

Novo Secretário de Segurança Pública terá o meu apoio, diz Samuel


Na manhã desta quarta-feira, 19, o Presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe (ALESE), deputado capitão Samuel Barreto (PSL), fez uma análise sobre as mudanças da cúpula da Secretaria Estadual de Segurança Pública. Diante de todas as controversas do caso, o parlamentar se pronunciou para esclarecer as mudanças e as suas razões. Segundo ele, A única exoneração realizada pelo governo do estado foi a do Dr. Alessandro Viera, auxiliar direto do Dr. João Batista, que se sentiu desconfortável com a situação e fez a entrega do cargo.

Segundo o Capitão Samuel, o trabalho que vinha sendo realizado pelo Dr. João Batista deve continuar. “O Dr. João Eloy é do mesmo grupo do Dr. João Batista, espero que o trabalho de prevenção, com a polícia militar nas ruas, continue sendo realizado, pois surtiu muito efeito. Tenho uma amizade antiga com o novo secretário e espero continuar com o livre acesso à secretaria para lutar pela segurança do povo sergipano”, declara.

O parlamentar ainda afirma que “a escolha de Dr. João Eloy e da Dra. Katarina Feitosa se deu pela capacidade e serviços de grande relevância prestados à segurança pública e, também, por fazerem parte do mesmo grupo do antigo secretário, o Dr. João Batista. Dando a certeza de que o trabalho continua e que vinha sendo realizado a contento”, reforça.

“O Dr. João Batista fez um grande trabalho à frente da SSP e conseguiu uma redução significativa no número de homicídios, em 16%. Hoje precisamos dar continuidade aos trabalhos e focar em ações ainda maiores nos grandes problemas da segurança pública, que são os homicídios e os narcóticos. Tenho certeza de que o novo secretário fará um grande trabalho e terá o meu apoio em suas atividades”, afirma.

Fonte: Facebook/Assessoria Parlamentar

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Adepol vincula queda de delegado geral a casos da Deotap


E nega que a motivação tenha relação com um projeto de salário

A saída do delegado Alessandro Vieira do Comando de Delegado Geral da Secretária de Segurança Pública (SSP) foi motivada pelas investigações ocasionadas no Departamento de Crime Contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap). A afirmação é da Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe (Adepol/SE).

Diante das especulações de que a exoneração de Alessandro Vieira teria sido motivada por um projeto apresentado por ele que eleva os cargos de comissão em 156%, o presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe (Adepol/SE), Paulo Márcio, diz ser inverídica a afirmação.

“Isso é falso. Ele tem esse projeto de aumentar em 156% os gastos com cargos de comissão de direção como coordenador da capital, do interior, diretor do COPE, mas não foi essa a motivação da exoneração. No meu entendimento o enfraquecimento de Alessandro que resultou na exoneração dele está relacionada, sim, ao desgaste que ele sofreu em razão desse enfrentamento que acabou fazendo ao explicar por meio da imprensa o passo a passo das operações desenvolvidas pela Deotap. Nós acreditamos que pela forma como ele se colocou, enfrentando de forma contundente pessoas que estavam sob investigações, inclusive chegando a travar debates públicos e fazendo algumas considerações sobre as provas colhidas e sobre fases da operação, tudo isso a meu ver acabou provocando, criando assim um certo mal estar, um certo desconforto no âmbito do governo”, informa.

Ainda de acordo com ele, a surpresa ocorreu com a saída do secretário de Segurança Pública, João Batista. “A nossa surpresa foi a saída de João Batista. Ele por não ter aceitado a saía de Alessandro, saiu do cargo e ao nosso ver foi um ato louvável”, acredita Paulo Márcio.

Por Aisla Vasconcelos

Fonte: Portal Infonet

João Batista: "não poderia ficar na SSP sem Alessandro Vieira"

João Batista. Arquivo Aspra e Portal Infonet

O delegado João Batista, ex-secretário da Segurança Pública de Sergipe, confirmou nesta quarta-feira (19) que a decisão de deixar o comando da pasta foi própria. Durante a transmissão do cargo para o delegado João Eloy, ele alegou questões pessoais e a impossibilidade de continuar projetos como justificativas para a saída. "Meus projetos não estariam mais possíveis de serem executados, além do cansaço físico, mental e a família”.

Em entrevista à imprensa, Batista declarou que pediu para ser exonerado após a decisão do governador Jackson Barreto (PMDB) de afastar o delegado Alessandro Vieira do comando da Polícia Civil. Embora não tenha comentado o que motivou a decisão do Executivo, João Batista disse compreendê-lo.

“O governador tem direito de tirar e colocar as pessoas em cargo de comissão da forma que quiser, sem precisar prestar contas. Entendi porque o governador não queria a permanência de Alessandro e ele entendeu porque não poderia estar mais no governo sem ele", afirmou João Batista.

O delegado deve assumir na próxima semana a coordenação da Academia de Polícia Civil de Sergipe (Acadepol). Batista que já foi adjunto na gestão anterior de Eloy acredita que o novo secretário vai manter o desempenho da SSP.

“O que vinha dando errado foi consertado, que era a integração das polícias. João Eloy vai manter essa integração, ele é competente e tem mais experiência que eu. Vou trabalhar para que os projetos dele sejam executados com mais fôlego”, disse Batista.

Já o delegado Alessandro Vieira, apontado como pivô das mudanças na cúpula da SSP, segue com o futuro indefinido dentro da pasta. “Fui comunicado (da exoneração) por João Batista, agradeço a confiança. O trabalho da polícia é contínuo, nós estamos sempre em busca de uma nova oportunidade para fazer a melhor aplicação da lei”, comentou.

Will Rodrigues

Fonte: Portal F5 News

Governo confirma João Eloy na SSP, Catarina Feitosa como Delegada Geral e mantém Daniella Garcia na Deotap

Foto: Arquivo Aspra

O Governo do Estado emitiu nota curta, nesta terça-feira (18), em que divulga mudanças na Secretaria da Segurança Pública, com a exoneração do atual secretário, delegado João Baptista e a nomeação do delegado João Eloy, que assume a pasta já pela terceira vez.

O delegado-geral da Polícia Civil Alessandro Vieira também foi exonerado do cargo e substituído pela delegada Katarina Feitoza, ex-superintendente da Polícia Civil. Essa mudança no comando da Secretaria da Segurança Pública vem sendo divulgada há mais de 15 dias e especulada de todas as maneiras pela mídia e grupos na Internet.

Segundo as especulações, o objetivo da saída de Alessandro Vieira teria acontecido porque ele deu declarações de que a delegada da Deotap, Daniella Garcia, só seria demitida “caso ele também fosse”. Isso teria irritado o governador Jackson Barreto pela forma como se expressou o delegado, como se estivesse acima do chefe do Executivo.

O nome da delegada Daniella Garcia não aparece na nota. Ela não será afastada porque exerce o seu trabalho com competência e rigor nas apurações de fatos que barram qualquer tentativa de infringir a lei, principalmente em termos de sonegação e corrupção. Daniella continuará à frente da Deotap e não existe qualquer razão para o seu afastamento.

A causa maior teria sido um projeto que vinha sendo esboçado pelo delegado-chefe, que poderia causar transtornos ao Governo, porque mexia na questão financeira do Estado, sem que antes tivesse consultado o governador Jackson Barreto, o que provocou aborrecimento ao chefe do Executivo.

A nota na íntegra

O Governo do Estado de Sergipe informa mudanças no comando da Secretaria de Estado da Segurança Pública. O Secretário de Estado da Segurança Pública, delegado João Batista, será substituído pelo delegado e ex-secretário João Eloy.

O Delegado-Geral, Alessandro Vieira, será substituído pela delegada Katarina Feitoza.

O Governo do Estado agradece a contribuição dos delegados João Batista e Alessandro Vieira neste ciclo que se encerra, e reconhece o trabalho competente exercido por eles nos seus respectivos cargos.

O Coronel Marcony Cabral continuará exercendo o comando da Polícia Militar. O Coronel Eduardo Carlos continuará exercendo o comando do Corpo de Bombeiros. A transmissão de cargo será nesta quarta-feira, 19, às 07:30h, na sede da Secretaria de Segurança Pública.

Governo de Sergipe

Fonte: Faxaju

terça-feira, 18 de abril de 2017

Delegado Geral emite nota de esclarecimento sobre notícias

Alessandro Vieira. Arquivo Portal Infonet

O Delegado Geral da Polícia Civil, Alessandro Vieira, emitiu uma nota onde esclarece, considerando o teor de notícias inverídicas ou deturpadas que estão sendo veiculadas na mídia:
  • O Governo do estado recebeu e vem analisando, desde o ano passado, propostas de revisão remuneratória apresentadas separadamente pela Associação dos Delegados de Polícia Civil – ADEPOL e pelo Sindilcato de Policiais Civis – SINPOL. Ambas receberam por parte da Superintendência da Polícia Civil o mesmo encaminhamento, qual seja, envio à Secretaria de Governo para tramitação e análise;
  • O projeto da ADEPOL, em síntese, busca uma isonomia com outras carreiras jurídicas do Executivo, em particular a dos Procuradores de Estado. A proposta do SINPOL, por sua vez, busca uma recomposição com base em índices de reajuste anual não aplicados.
  • Em que pese a avaliação pessoal deste Delegado, no sentido de que os dois pleitos se revestem de razoabilidade, desde o primeiro segundo de tratativas ficou claro o entendimento de que a definição da política remuneratória do Estado é atribuição de outras instâncias, distintas da SUPCI e até mesmo da SSP, em razão dos óbvios reflexos em outras categorias e demandas.
  • Também tramita pendente de análise final um terceiro projeto, este de iniciativa da SUPCI, o qual versa essencialmente sobre o ajuste da carga horária e do valor da indenização por plantão aos patamares concedidos à Polícia Militar. O mesmo projeto também traz a previsão da indenização pelo acúmulo de Delegacias e uma reestruturação do cargos em comissão da SUPCI, para suprir lacunas e distorções tais como a inexistência real dos cargos de Delegado Regional;
  • Considerando as naturais dificuldades de negociações deste porte, bem como as restrições orçamentárias de Sergipe, este Delegado Geral informou ao Governo que não faz restrição à supressão integral de qualquer alteração na estrutura de cargos, preservando os dispositivos que são de interesse institucional.
  • Embora isso não seja integralmente compreendido por alguns colegas, a atuação do Delegado Geral deve ser impessoal e baseada nos interesses institucionais e, acima de tudo, dos cidadãos sergipanos.
  • Antes mesmo da decisão da ADEPOL de suspender plantões extraordinários, a categoria foi informada de que seriam adotadas as providências indispensáveis para garantir o atendimento ao cidadão e o respeito à legislação vigente. A escala de plantões foi divulgada com a antecedência devida e vem sendo cumprida sem restrições há mais de um ano. Considerando a possibilidade de dúvida ante a manifestação da entidade classista, foi expedida Ordem de Serviço com o mesmo teor da escala já publicada, até para maior tranquilidade do profissional escalado diante da pressão sindical;
  • A legislação vigente, recentemente interpretada pelo STF, não garante às categorias policiais o direito de greve, em razão da natureza do serviço prestado. O não comparecimento a plantão para o qual se estava escalado, sob justificativa de manifestação ou protesto, não encontra amparo legal.
  • Essa gestão da Polícia Civil se caracteriza pela observância indistinta das normas legais, sem direcionamentos ou personalismos. Essa característica assegura que as investigações contra poderosos sejam realizadas com a mesma intensidade outrora dedicada apenas à criminalidade de rua.
  • Evidente que essa postura de trabalho incomoda diversos segmentos da sociedade, historicamente resguardados.
Todavia, garanto que o trabalho continuará a ser realizado da mesma forma até o último dia da gestão, com base em princípios éticos e legais inarredáveis.

Fonte: Faxaju

Em Nota, Adepol repudia Atitude de Alessandro Vieira e de Ex-Sindicalista

A Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe, emitiu no inicio da tarde esta sexta-feira (14), uma nota de repudio, sobre uma postagem feira pelo agente de polícia civil e ex-presidente do Sinpol, que diz que delegado teria faltado ao trabalho.

A publicação de Moraes foi reproduzida pelo FAXAJU, onde ele diz que “Policiais Militares de Neópolis realizaram 02 prisões em flagrante. Com a ausência do delegado, tiveram que se dirigir à cidade de Itabaiana, onde o delegado Fábio Ricardo Sobral Kano aceitou receber os flagrantes e proceder aos seus devidos registros”.

Moraes questiona se “o delegado Henrique César Tomiello será representado junto à corregedoria da polícia civil por possível prática de transgressão disciplinar?”.

No inicio da tarde desta sexta-feira (14), a Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe (Adepol), emitiu uma nota de repúdio, onde diz que ” Alessandro Vieira, que, em consórcio com o um ex-sindicalista conhecido pelo destempero e condutas reiteradamente criminosas, utilizou-se de uma rede social para acusar o delegado”.

Veja o que diz a nota da Adepol

A Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe – Adepol vem a público manifestar seu mais veemente repúdio ao Delegado-Geral da Polícia Civil, Alessandro Vieira, que, em consórcio com o um ex-sindicalista conhecido pelo destempero e condutas reiteradamente criminosas, utilizou-se de uma rede social para, em um grupo de filiados a uma agremiação político-partidária, levianamente acusar o delegado Henrique Tomiello de faltar deliberadamente ao plantão extraordinário do 12/04, em Propriá. Com vistas ao esclarecimento da verdade, a Adepol informa que o Dr Henrique Tomiello, apenas e tão somente, cumpriu orientação de sua categoria, aprovada em assembleia geral extraordinária realizada no último dia 11, consistente na suspensão dos plantões extraordinários até que o Governo se comprometa a reajustar a Remuneração Financeira Transitória Pelo Exercício da Atividade de Plantão, que se encontra congelada desde julho de 2014. A Adepol aproveita o ensejo para lembrar que o referido ex-sindicalista foi condenado pela prática de 14 crimes contra a honra dos delegados de polícia e a uma indenização por danos morais no valor de 46 mil reais, também por ofensas à categoria. Por fim, a Adepol parabeniza o Dr Henrique Tomiello pela coragem e destemor demonstrados, ao seguir as diretrizes da entidade e não se curvar ao despotismo do senhor Alessandro Vieira, que, no afã de recuperar o prestígio junto ao Governo do Estado e permanecer à frente do cargo, vem coagindo profissionais honrados e chancelando discursos demagógicos e levianos de quem dedica a vida a macular com as mais torpes e criminosas acusações a imagem dos Delegados de Polícia de Sergipe.

ADEPOL

Munir Darrage

Faxaju

sábado, 15 de abril de 2017

Presidente da Adepol diz que Delegado Geral age de forma arbitrária

Delegados querem equiparação das gratificações que são recebidas pelos policiais militares

Sem ter as reivindicações atendidas pelo governo do estado, a Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Sergipe (Adepol), reuniu os delegados para deliberarem sobre as ações com o intuito de chamar a atenção do governo e decidiram não realizar trabalhos extraordinários.

Os delegados lutam junto ao governo do estado para que haja isonomia nas gratificações com a polícia militar que teve aprovado em 2014, um novo valor para a RETAE. Eles querem equiparação, porém o governo que havia acenado em atender a reivindicação dos delegados, teria voltado atrás.

Nesta terça-feira (11), os delegados decidiram em assembleia realizada pela categoria que eles não iriam realizar os plantões extraordinários nos municípios de Propriá, Lagarto, Estância e Nossa Senhora da Glória. Esses plantões são feitos pelos delegados que recebem uma gratificação extra pelo trabalho.

Na manhã desta quarta-feira (12), o presidente da Adepol, delegado Paulo Márcio, denunciou uma ação que teria sido praticada pelo delegado-geral da policia civil, Alessandro Vieira, contra pelo menos três delegados. Segundo Paulo Márcio, o delegado-geral teria constrangido alguns colegas sob ameaça de denunciá-los junto a Corregedoria de Polícia por eles ter se negado a trabalhar voluntariamente.

Paulo Márcio afirma que o delegado-geral agiu de “forma acintosa, arbitrária e abusiva, coagiu três colegas nossos, ao chamá-los e dizer que teriam que assinar um ato de ordem de missão para cumprir os plantões. Caso eles se negassem, os delegados Eurico, João Eduardo e Luciana Pereira seriam denunciados na Corregedoria e no Ministério Publico por eles não cumprirem ordem superior. Nós lamentamos a atitude do delegado geral e a Adepol repudia esta atitude. Esses delegados trabalham voluntariamente em escala extraordinária e recebem gratificação”, afirmou o delegado Paulo Márcio.

Ele explica ainda que mesmo sob ameaça de serem representados junto a Corregedoria, o delegado Eurico teria se recusado a cumprir a ordem e que essa decisão de não trabalhar de forma extraordinária foi decidido por 63 votos a favor e um contra, durante a assembleia realizada ontem.

Ainda segundo o presidente da Adepol, outros dois delegados foram chamados pelo delegado-geral para assinar o ato de ordem de missão, ou seja, que assumissem o compromisso para cumprirem a escala extraordinária. Paulo Márcio preferiu não citar os nomes dos dois delegados.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

terça-feira, 11 de abril de 2017

Delegados de Sergipe ameaçam entregar cargos de direção

Medidas são contra postura do governador Jackson Barreto

Na próxima terça-feira, 11, a Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe (Adepol) fará uma assembleia para colocar em votação a entrega dos cargos de direção e de delegacias acumuladas, a suspensão dos plantões extraordinários, a devolução de telefones funcionais e suspensão de sobreaviso no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A medida é reflexo da insatisfação da categoria com o Governo do Estado. São exigidas a isonomia com a carreira dos procuradores, carga horária igual à da Polícia Militar (PM) e gratificação para delegados que acumulam delegacias.

De acordo com a Assessoria de Comunicação da Adepol, entre os cargos que podem ser devolvidos, está o de delegado-geral, ocupado por Alessandro Vieira. 27 delegacias do interior também podem ficar provisoriamente sem comando, além de direções e coordenações de mais 18 setores da Polícia Civil e delegacias regionais.

A Adepol estuda a possibilidade de conceder coletiva de imprensa na quarta-feira, 12, para divulgar os detalhes da assembleia da categoria que acontece nesta terça-feira, 11, no Hotel Aquários, às 7h30. A Secretaria Estado da Comunicação informou que o Governo de Sergipe e SSP só irão de manifestar após o resultado da assembleia.

Victor Siqueira e Verlane Estácio

Fonte: Portal Infonet

domingo, 19 de março de 2017

Sergipe: Agentes dizem que benefícios a delegados criam abismo na Polícia Civil

Um policial influente pede que se faça uma pergunta ao governador Jackson Barreto (PMDB), ao secretário da Segurança Pública, João Batista, e ao delegado geral da Polícia Civil, Alessandro Vieira. Trata-se da equiparação salarial dos delegados com os procuradores do Estado.

A pergunta é a seguinte: “a equiparação salarial dos delegados com os procuradores do Estado, sem o proporcional reajuste salarial para os demais policiais (Agentes e Escrivães), aumentando o abismo salarial dentro da Polícia Civil, não poderá servir como prática desestimuladora, comprometendo o trabalho da instituição, possivelmente promovendo forte instabilidade interna, com sérios prejuízos a serem suportados pela sociedade?”

O policial diz que se sabe que todos os trabalhos em que são divulgados, apenas nomes de Delegados aparece, mas “há o emprego do bom trabalho desenvolvido pelos Agentes e Escrivães da Polícia Civil, fato que, se esses estiverem descontentes, nada andará, então a sociedade que já sofre com a insegurança, amargurará maiores prejuízos”.

Fonte: Faxaju

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Delegado Geral parabeniza PM pela aprovação de projetos de lei

O Delegado Geral da Polícia Civil, Alessandro Vieira, parabenizou a Polícia Militar pelo avanço histórico conquistado na tarde desta terça-feira, dia 08, com a aprovação de projetos de Lei na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese). Foram aprovados os projetos de Lei que definem a reorganização da carreira dos policiais militares sergipanos e a remuneração pelo regime de subsídio. Alessandro Vieira disse que o fortalecimento da Polícia Militar é fundamental para a garantia da segurança dos sergipanos.

Fonte: SSP/Faxaju

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Delegado geral responde ao Coronel Rocha sobre compra de armas para a Polícia Civil

O coronel PM Rocha manifestou ontem, 8, sua revolta com a Secretaria de Segurança Pública por ter comprado armas para a Polícia Civil, enquanto para a Polícia Militar restaram armas doadas pela SSP de São Paulo que, naturalmente, já não serviam mais para a PM daquele Estado.

Veja a nota do Coronel Rocha:

Publicado em Diário Oficial de hoje, dia 8 de setembro de 2016, a Síntese de Inexigibilidade de Licitação nº 002/2016, sob o Processo nº 022.000.02209/2016-1, com o Objeto de Aquisição de Pistolas GLOCK 22 Gen4, "Safe Action", calibre .40S&W, para atender a Polícia Civil é um avanço incomensurável para o desempenho da atividade policial. 

Essa aquisição representa uma luta antiga das polícias brasileiras, tanto as federais quanto as estaduais. Parabéns a Polícia Civil, conquista importantíssima.

O fato que nos causou estranheza é a aquisição ser única e exclusivamente feita para a Polícia Civil, pois é sabido por todos a importância da utilização do citado armamento por ambas as instituições policiais, mormente a Polícia Militar, presente em todos os municípios sergipanos, 24 horas por dia, independente da crise financeira que assola o nosso Estado e o nosso país.

Esperemos que a SSP mostre agora qual a real importância da polícia ostensiva, responsável pela preservação da ordem pública.

Henrique Alves da ROCHA - Cel PM

Nesta sexta-feira, o delegado geral da Polícia Civil Alessandro Vieira emitiu nota em responsta ao coronel:

Como é de pleno conhecimento do Cel. Rocha, ao contrário da Polícia Militar, a Polícia Civil não goza de autonomia financeira e orçamentária. A demanda pelas referidas armas partiu da Superintendência da Polícia Civil, sendo processada pela SSP por imposição legal e não por critérios de preferência. As aquisições realizadas pela PCSE são sempre processadas pela SSP, inclusive nos casos de convênio, em razão da falta de autonomia.

Alessandro Vieira

DG PCSE

Fonte: Ne Notícias

sábado, 30 de julho de 2016

Sergipe: SINPOL cobra resolução de demandas em reunião na SSP

O presidente do Sindicato dos Policiais de Sergipe, João Alexandre Fernandes, acompanhado do conselheiro fiscal e diretor de comunicação, Jorge Henrique, esteve reunido na manhã de quinta-feira (28) com o secretário da segurança pública, João Batista Santos Júnior e com o delegado geral da Polícia Civil, Alessandro Vieira, para tratar de algumas demandas de interesse da categoria. Ele abordou questões relacionadas aos reiterados atrasos nos pagamentos dos salários e agora, novamente, o famigerado parcelamento, o que tem causado diversos transtornos aos servidores policiais civis.

Dentre outras coisas, o presidente João Alexandre afirmou que existe uma insatisfação generalizada dentro da categoria e que encaminhou algumas a pautas sem obter respostas até o momento. Falou do reenquadramento administrativo, questão que se arrasta há um longo tempo, sem solução até agora. O secretário respondeu que “o governador tem interesse em resolver o problema, quer que se faça, mas é preciso termos uma construção jurídica e um momento político interessante. O que depender da gente, estaremos prontos para ajudar na resolução”.

O presidente pediu, então, o número exato dos servidores que preenchem os requisitos para o processo de reenquadramento, com o objetivo de ajudar no encaminhamento da possível solução. Sobre questão da Lei Orgânica da Coordenadoria Geral de Perícias – Cogerp, João Alexandre comentou sobre a manifestação desfavorável, emitida num parecer técnico do coordenador geral de perícias, Moisés Chagas. “A gente até esperava que ele agisse dessa forma. Mas, independentemente da mudança de nomenclatura de papiloscopista para perito papiloscopista, isso não seria tão crucial para nós, desde que o requisito de ingresso fosse de nível superior a partir do próximo concurso”.

O presidente do SINPOL SERGIPE também questionou sobre o novo “Modus operandi” para o pagamento das horas-extras; o delegado geral informou que a matéria foi solucionada e que o governo já autorizou, através da Sefaz, as horas extras que não foram pagas na data prevista, mas que já entraram nas respectivas contas nesta sexta-feira (29). Garantiu, também, que nos meses de julho, agosto, setembro e outubro os pagamentos já estão garantidos.

A questão do subsídio para os agentes auxiliares também foi tratada e recebeu a garantia de que a documentação se encontra com a secretária executiva da Seplag, Lucivanda Nunes, aguardando apenas o momento de ser encaminhada para aprovação na Assembleia Legislativa.

ASCOM/Sinpol Sergipe

quarta-feira, 27 de julho de 2016

OAB: Audiência Pública discute Políticas de Segurança em Sergipe

Representantes de entidades de classe, sindicatos e sociedade civil participaram da Audiência Pública realizada no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Sergipe (OAB/SE), na manhã desta quarta-feira (27), para discutir a Política de Segurança Pública do Estado. A iniciativa da OAB surgiu após a morte do cobrador David Jonathan, durante um assalto em um ônibus do transporte coletivo, no dia 13 de junho em Aracaju.

Também estiveram presentes aprovados nos concursos das Polícias Civil e Militar que aguardam a convocação. Uma das propostas apresentadas pela OAB é a convocação imediata desses aprovados, além da implantação da Policia Comunitária, e a presença de policiais nas ruas de forma preventiva.

O Delegado-Geral da Polícia Civil, Alessandro Vieira, participou da audiência representando a Secretaria de Segurança Pública (SSP) e destacou a importância de se fazer presente à reunião, apresentando à comunidade em geral dados estatísticos e o planejamento de segurança que já vem sendo aplicado no Estado. 

“É muito importante essa interação com a população, principalmente para que as pessoas tenham conhecimento do assunto, da forma como trabalha a Secretaria de Segurança Pública, para que possam efetivamente colaborar, a fim de que possamos estar melhorando os nossos serviços. Toda atividade humana é passível de ser melhorada e estamos abertos para sugestões que possam aperfeiçoar o nosso trabalho”, disse Vieira.

Para o presidente da OAB/SE, Henri Clay, a presença do delegado-geral demonstrou a preocupação do Governo do Estado em querer somar esforços para a redução da criminalidade. “A participação de Alessandro Vieira mostra que o Governo está disposto a dialogar com a sociedade. Vamos aproveitar o momento para apresentar algumas propostas para a Secretaria de Segurança Pública, a fim de que possamos resgatar a sensação de segurança da população sergipana”, concluiu.

As propostas discutidas na audiência irão compor um documento que deverá ser encaminhado ao Governo do Estado.

Fonte: F5 News

terça-feira, 26 de julho de 2016

Secretário recebe comissão de aprovados em concurso da Polícia Civil

O secretário de Segurança Pública, João Batista Santos Júnior, e o delegado geral da Polícia Civil, Alessandro Vieira, receberam na manhã desta terça-feira, 26, uma comissão de aprovados do concurso público da Polícia Civil realizado no ano 2014.

No encontro, o secretário apresentou a necessidade de contratação de todos os aprovados da Polícia Civil, mas mostrou que o momento difícil das finanças públicas dificultam essa nomeação. No entanto, se comprometeu em adotar medidas a curto e médio prazo que ajudem na nomeação dos futuros policiais, que já passaram pelo curso de formação na Academia de Polícia Civil (Acadepol) no ano de 2015.

Uma das medidas, que serão adotadas pelo secretário, é pedir à Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), a reposição imediata dos candidatos faltosos que foram convocados para ocupar as 120 vagas previstas no Edital do Concurso. Vários candidatos desistiram da vaga e ainda não houve reposição.

Outra medida é marcar uma reunião dos candidatos aprovados com o Governador do Estado, Jackson Barreto. Finalmente, um terceiro item foi gerado a partir de um levantamento feito pelos excedentes no tocante à aposentadoria de policiais civis nos anos de 2015 e 2016, 16 agentes e 4 escrivães solicitaram aposentadoria nesse período.

João Batista se comprometeu em fazer ofício à Seplag pedindo que as vagas abertas sejam ocupadas pelos aprovados no último certame. Um dos representantes da comissão, Rafael Almeida, disse que a avaliação dos encontro é positiva, sobretudo, pela receptividade do delegado-geral e do secretário. “Os dois demonstram ter grande compromisso com a nomeação e com a reestruturação da base da Polícia Civil”, destacou Rafael.

Fonte: Ne Notícias

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Delegado-geral lamenta morte de colega e diz que é preciso reconhecer a atividade policial

O delegado-geral da Polícia Civil, Alessandro Vieira, divulgou nota na qual compartilha tristeza pela morte do delegado Ademir da Silva Melo Júnior, 37 anos, e reconhece os serviços prestados pelo delegado durante os 10 anos em que atuou na Polícia Civil.

Alessandro Vieira. Delegado Geral da Polícia Civil

Alessandro destacou o empenho das demais Instituições policiais, sobretudo a PM, que atua de maneira integrada com a Polícia Civil. “O policial, seja ele militar ou civil, está exposto 24 horas por dia ao que temos de pior na sociedade”.

Por fim, Alessandro lembra que “vê pessoas falando a cada período eleitoral sobre a grave temática da Segurança Pública sem nunca se dar ao trabalho de conhecer o que já é feito, quem são os profissionais envolvidos e como se dá o verdadeiro embate com a criminalidade”. Leia a nota na íntegra:

“Acabo de chegar do sepultamento do colega delegado Ademir da Silva Melo Júnior. Compartilho da tristeza lancinante dos familiares, amigos e colegas. Das muitas injustiças deste mundo cão, obrigar pais a sepultar um filho assassinado é talvez a maior delas.

Ademir era um excelente profissional, sério, honesto e respeitado. Era também muito querido pelos colegas, mesmo aqueles que não tinham o privilégio de manter com ele um convívio mais íntimo. Educado, se fez respeitar na instituição pela conduta absolutamente retilínea.

Na condição de gestor da Polícia Civil, tenho o dever de agradecer publicamente pela solidariedade irrestrita manifestada pelos integrantes das forças de segurança de Sergipe. Policiais Militares, Bombeiros, Policiais Federais e Rodoviários Federais, Guardas Municipais, todos irmanados no sentimento de perda. Na mesma forma, devo registrar o nosso empenho integral na elucidação urgente do crime, bem como o apoio prestado por diversas outras instituições.

Como cidadão, me permito compartilhar uma brevíssima digressão sobre a dignidade da atividade policial. O que motiva um jovem com a capacidade intelectual de Ademir, que assim como tantos colegas poderia se aventurar com sucesso em qualquer atividade profissional, a ingressar e permanecer numa atividade tão árdua como a lida policial?

O policial, seja ele militar ou civil, está exposto 24 horas por dia ao que temos de pior na sociedade. Confrontamos diariamente aqueles que não respeitam famílias, escolas, leis ou religião. Onde todos os setores do aparato estatal falharam, estará o policial, que sai de casa deixando a sua família sem a certeza de que vai voltar. Que não recebe a valorização devida, nem sequer o respeito daqueles que defende sem conhecer a face. Que vê pessoas falando a cada período eleitoral sobre a grave temática da Segurança Pública sem nunca se dar ao trabalho de conhecer o que já é feito, quem são os profissionais envolvidos e como se dá o verdadeiro embate com a criminalidade.

Mesmo submetido a essa situação, o bom policial retorna ao trabalho dia após dia, cumprindo sua missão indispensável, como fazia Ademir, pela convicção de que alguém tem que enfrentar esse desafio ingrato, que os homens e mulheres de bem precisam lutar para garantir o direito de seus pares. Somos policiais porque é necessário, porque sabemos a importância essencial do nosso trabalho e porque não vamos admitir que os cidadãos decentes fiquem sitiados, enquanto os maus prosperam.

Quando estiver lendo este texto, a qualquer instante que o faça, lembre que policiais estarão lá fora lutando para garantir a sua paz. Que Deus conceda paz e consolo para a dor da perda do colega, e força para perseverar no bom combate”.

Fonte: Sergipe Notícias

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