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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Novos Policiais Militares começam a atuar nas ruas

Trabalho será expandido também para o interior do estado

Os alunos do Curso de Formação de Soldado (CFSD), aprovados no último concurso público da Polícia Militar, realizaram neste final de semana o primeiro estágio do serviço ostensivo nas ruas da capital. Divididos entre os pelotões que compõe, eles foram distribuídos ao longo do calçadão e esquinas do bairro 13 de Julho e na Orla da Atalaia, sempre supervisionados pelos oficiais e monitores do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) da Polícia Militar.

De acordo com o tenente-coronel PM Edênisson Paixão, comandante do CFAP, esta era uma etapa já prevista no curso de formação e, inclusive, anunciada à sociedade sergipana quando da realização do concurso. “Todos os 600 alunos irão participar deste estágio supervisionado, obedecendo às escalas, uma vez que já atingiram cerca de 40% do total do curso de formação. Todos eles, que ainda não portam armas de fogo, estão sob a supervisão dos nossos monitores e do oficial de dia que acompanham todos os locais onde o efetivo é empregado”, informa o tenente-coronel.

A programação total do curso prevê 1.200 horas/aula, incluindo técnicas de abordagem, defesa pessoal, disciplinas da área jurídica e disciplinas inerentes à regulamentação da atividade policial, bem como a realização periódica do teste físico-militar.

Ostensividade e Preservação

Segundo o aluno do CFSD Jailton Vieira Neto, 24, um dos que esteve em serviço ao longo do calçadão da 13 de Julho, a orientação elementar dos monitores é para que os alunos desenvolvam o potencial de observação da ordem e de qualquer alteração que enseja a intervenção policial. “Neste momento, nosso serviço se resume à observação dos transeuntes ou de qualquer fato que altere a rotina natural na zona urbana. Se detectarmos algo suspeito, de imediato, comunicamos via rádio o ocorrido, para que as medidas adequadas sejam tomadas”, explicou o aluno.

A simples presença dos futuros policiais em via pública já reforçou a sensação de segurança de várias pessoas que costumam trafegar pelos pontos onde o serviço foi realizado. Isto foi comprovado, por exemplo, pelo depoimento da comerciária Valdinete dos Santos, que trabalha em uma panificação nas imediações do calçadão da 13 de Julho. “Pego ônibus diariamente aqui. Mesmo percebendo a existência de policiamento que passava, ou dos guardas municipais, já presenciei incômodos provocados por menores e usuários de drogas que abordam as pessoas nos pontos de ônibus. Hoje, a presença destes novos policiais me chamou a atenção e me tranquilizou já que é um dia de menor movimento”, declarou.

Opinião semelhante foi emitida pela também comerciária Laísa Andréa, que também trabalha nas imediações da 13 de Julho. “No domingo, como o movimento de pessoas é menor no horário que pegamos o ônibus, eu sempre busquei vir em grupo, com outras colegas, para não ficar sozinha no ponto. A presença da polícia é muito importante para garantir a nossa tranquilidade”, afirmou.

Já na Orla da Atalaia, onde o efetivo foi distribuído ao longo de todo o calçadão, desde as imediações da orlinha até o final da Passarela do Caranguejo, a presença dos novos agentes de segurança também foi percebida pelos banhistas. “O maior número de policiais nos dá a garantia de ter a quem recorrer rapidamente em caso de algum fato. Tenho certeza que esse novo pessoal vai dar mais ação ao trabalho policial na garantia de mais segurança a população. Eu mesmo, fiquei muito satisfeito em ver esse grande número de policiais em toda a orla”, revelou o pedreiro Edcarlos dos Santos que, como faz semanalmente, estava na praia com a esposa e o filho de cinco anos.

Novos Pontos

O tenente-coronel Edênisson informou ainda que já na próxima semana mais um efetivo de alunos do CFSD será empregado no Centro comercial da capital e adjacências, sempre sob a supervisão dos monitores do CFAP, com o intuito de se familiarizarem com o trabalho ostensivo inerente ao policial militar. Até o término do curso, previsto para dezembro deste ano, os alunos serão empregados, cada vez com maior frequência, nesses estágios operacionais supervisionados, não apenas em Aracaju, como também nas principais cidades do interior sergipano.

Fonte: Secom/Portal Infonet

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Sergipano de Itabaiana morre em treinamento da PM de Alagoas

Foto: Polícia Militar de Alagoas

A família miliciana da Polícia Militar de Alagoas, com pesar, informa o falecimento do soldado Alex Junio da Silva, vinte e um anos na madrugada de hoje (28), na Unidade de Pronto Atendimento de Coruripe (UPA).

O militar participava na manhã de ontem de um treinamento na cidade de Penedo, no 11º BPM, para o grupamento de Rocam (Rondas ostensivas com apoio de motocicletas), quando numa atividade física que consistia numa corrida entre a sede da Unidade e o local da instrução (SESI), passou mal, vomitando e entrando em convulsão, perdendo os sentidos. Foi socorrido pela Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros Militar e encaminhado para a UPA da cidade. Contudo, no local a equipe médica decidiu que o militar fosse transferido para a UPA de Coruripe. O helicóptero do Samu (Arcanjo) permaneceu de prontidão, todavia os médicos optaram pelo transporte terrestre, considerando que seria o mais adequado para a estabilização do paciente. O soldado Alex Silva permaneceu internado até a madrugada de hoje, quando veio a falecer.

Lamentamos profundamente que após o árduo e intenso treinamento de sete meses no Curso de Formação de Praças (CFP), num treinamento de rotina em sua Unidade, o policial tenha sentido complicações e tendo o resultado trágico que ora noticiamos.

A Polícia Militar irá abrir procedimento administrativo para investigar a morte do soldado, bem como o Inquérito Sanitário de Origem (ISO), para o processo de promoção post-mortem, ao tempo em que está prestando toda a solidariedade e o suporte necessário para a família do soldado Alex Silva, envidando de todos os recursos disponíveis para ampará-los nesse momento doloroso.

Fonte: Polícia Militar de Alagoas

Para saber mais:













sábado, 24 de maio de 2014

Governo encerra negociações com os servidores da Polícia Civil

Zezinho Sobral afirma que fica vedado o pagamento de horas extras

Secretário da Casa Civil, José Sobral. Arquivo Aspra

No dia 22/05/2014, às 18h16mim, o Secretário da Casa Civil, Zezinho Sobral, encaminhou correio eletrônico (e-mail) para os Secretários da SSP (João Elói), SEFAZ (Jeferson Passos) e SEPLAG (João Augusto Gama), encerrando os trabalhos da Comissão criada pelo Decreto nº 29.790, de 14 de abril de 2014, publicado em 16 de abril de 2014 no Diário Oficial do Estado nº 26.952.

Ato contínuo, o Secretário da SSP, João Elói, reencaminhou para as lideranças sindicais.

Segue a fiel transcrição da mensagem do secretário, seguida de pequenos comentários para sua reflexão:

"Prezado João Elói,

Com relação às demandas classistas apresentadas pelas entidades representativas dos Delegados (ADEPOL) e Agentes, Escrivães e Agentes Auxiliares (SINPOL), manifestadas em reunião com o Governador do Estado Jackson Barreto de Lima e materializadas em ata de reunião realizada no gabinete da Superintendência da Polícia Civil, o Governo do Estado vê como integralmente atendidas às reivindicações das categorias através da proposta elaborada pela Comissão Especial criada para este fim.

O pleito conjunto de ADEPOL e SINPOL consistiu em:

1. Adoção do sistema de promoção automática por decurso de tempo;

2. Incorporação da Gratificação por curso.

3. Estabilidade dos cedidos à SSP.

4. Tratamentos iguais para todos.

5. Submissão aos limites da despesa de pessoal prevista na LRF.

* O GOVERNO MENTE:

Não foram atendidas nenhuma das reinvindicações elaboradas pelo SINPOL:

a) a contraproposta do governo não se referiu a incorporação da gratificação por curso;

b) o governo quer nos obrigar a aceitar a mudança a nossa forma de remuneração, dos atuais ‘vencimentos e vantagens’ para ‘subsídio’, com consideráveis perdas de direitos, mantendo basicamente os mesmos valores já pagos hoje. Para nossos colegas delegados, o governo já ofereceu o topo.

A proposta apresentada pela comissão mista, que foi aceita pelo Governo e que atende plenamente a tais demandas, além de agregar várias outras conquistas para as categorias, ressaltando que todas as vantagens e alterações são comuns para Delegados, Agentes, Escrivães e Agentes Auxiliares.

* O GOVERNO MENTE:

a) não há essa história de “várias outras conquistas para as categorias”. Até porque a categoria é uma só: a categoria policial civil;

b) o governo quer manter a discriminação com os agentes auxiliares, pois não quer coloca-los na mesma regra da promoção automática.

Não é possível avançar em nenhum ponto de proposta com relação a novas demandas por parte das categorias, em razão do atual quadro financeiro do Estado e também da necessidade de atendimento às diversas outras categorias de servidores públicos estaduais que, como os policiais civis, são merecedoras de toda a consideração e esforço por parte do Governo do Estado.

* O GOVERNO MENTE:

a) não houve “novas demandas”, houve apenas encaminhamento de pedido de majoração dos valores apresentados pelo governo.

Assim, acredito que estão encerrados os trabalhos da Comissão Especial, bem como que o Governo aguarda a manifestação das entidades representativas de classe para a deflagração das medidas necessárias para elaboração, envio e aprovação do Projeto de Lei dentro dos prazos previstos na legislação eleitoral. Lembrando finalmente que a proposta da comissão mista aceita pelo Governo, está condicionada ao gatilho da LRF, à vedação de horas extras e sua consequente alteração de plantões limitados e outras seguranças correlatas contidas na mesma e construídas durante sua elaboração, concordância da PGE, revisão da SEFAZ, SEPLAG, CASA CIVIL e SSP.

* O GOVERNO CONFESSA QUE FICARÁ VEDADO PAGAMENTO DE HORAS EXTRAS AOS POLICIAIS CIVIS.

Atenciosamente,

José Sobral

Secretário de Estado da Casa Civil"

Vejam através desse link o E-MAIL de ZEZINHO SOBRAL para que não restem dúvidas.

Ascom SINPOL Sergipe

Começa a greve dos Policiais Civis sergipanos

Veja as propostas oferecidas pelo Governo aos delegados e demais policiais civis

Desde às 6 horas de hoje, 24/05/2014, sábado, que teve início a greve por tempo indeterminado dos Policiais Civis sergipanos.

O governo do Estado encerrou os trabalhos, impondo aos Policiais Civis a mudança da forma de pagamento de seus salários: de ‘vencimentos e vantagens’ para ‘subsídio’. Com essa mudança, os Policiais Civis deixam de ter direito a perceber valores referentes a horas extras (veja o que disse o Secretário da Casa Civil, Zezinho Sobral), adicional noturno, gratificações (periculosidade e curso) e os adicionais de terço e triênio.

A base da Polícia Civil (Agentes, Agentes Auxiliares e Escrivães), representada pelo SINPOL, recusou a proposta final do governo. Para a base da Polícia Civil, a implantação do SUBSÍDIO somente seria aceita se houvesse uma compensação financeira razoável para a perda de tantos direitos. Os delegados da Polícia Civil, representados pela ADEPOL, aceitaram a mudança e os valores propostos pelo governo.

Para o presidente do SINPOL, Antonio Moraes, não causou nenhuma surpresa a aceitação dos delegados a proposta do governo. Para os delegados de polícia o governo foi bastante generoso financeiramente.

As propostas do governo

No final da tarde de ontem, 23/5, sexta-feira, os delegados Alessandro Vieira e João Batista, respectivamente, representante da SSP na comissão de negociação e Secretário Adjunto da SSP, esmiuçaram TÃO SOMENTE a proposta rejeitada pela base da Polícia Civil.

Por questão de justiça, e para que toda a sociedade saiba de TODAS as informações, apresentamos também a PROPOSTA aceita pelos DELEGADOS DE POLÍCIA. Para os Delegados de Polícia, os valores foram bem mais atraentes, talvez isso tenha os convencido de aceitar tão rapidamente e sem maiores crises o que foi oferecido pelo governo.

Para Agentes, Agentes Auxiliares e Escrivães, esses valores são iguais ou próximos de suas atuais remunerações brutas. Para a base da Polícia Civil, estar-se trocando SEIS por MEIA DÚZIA.

ASCOM SINPOL Sergipe

sábado, 8 de fevereiro de 2014

PM realiza curso de condutor de veículo de emergência em Propriá


A Polícia Militar iniciou essa semana no 2˚ Batalhão de Polícia Militar, com sede no município de Propriá, distante 100 km de Aracaju, a formação de mais uma turma de policiais no curso de Condutor de Veículo de Emergência e Capacitação de Fiscalização de Trânsito, um total de 40 PMs de várias cidades do Baixo São Francisco estão frequentando o curso, o qual tem uma carga horária de 60 horas/aulas.

O curso segue as normas e procedimentos estabelecidos pelas resoluções 168/2004 e 409/2012 do CONTRAN e oferece aos policiais conhecimento na área de legislação de trânsito, direção defensiva, primeiros socorros, relação interpessoal, atuação em fiscalização e acidente de trânsito e procedimentos com condutores embriagados, além de outras.

Com a formação da turma do Batalhão de Propriá, a Polícia Militar encerra a primeira fase dos cursos no interior do estado, onde já foram formados mais de 200 (duzentos) policiais abrangendo os cinco Batalhões localizados no interior (2˚ BPM em Propriá, 3˚ BPM em Itabaiana, 4˚ BPM em Canindé do São Francisco, 6˚ BPM em Estância e 7˚ BPM Lagarto).

O curso tem a coordenação geral da Terceira Seção do EMG da PMSE e vem sendo ministrado no interior do estado pela Companhia de Polícia Rodoviária Estadual.

Fonte: Faxaju

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Formação de PMs deve ser humanizada, defende Coronel

Em artigo publicado há pouco na Revista do Laboratório de Estudos da Violência da Unesp, o coronel da reserva Luiz Eduardo Pesce de Arruda defende mudanças na formação de policiais militares.

Para o coronel, que também é professor universitário e doutor em ciências policiais de segurança e ordem pública, os PMs só conseguirão se orientar pela prática dos direitos humanos em suas ações, como reivindicam parcelas expressivas da sociedade, quando as escolas em que são formados valorizarem a sua humanidade, em vez de desumanizá-los.

No artigo, intitulado Polícia e Direitos Humanos: A Responsabilidade das Escolas, o coronel sugere que não se pode esperar que os PMs passem a matar menos, quando, em sua formação, ainda jovens, são envolvidos por símbolos bélicos que louvam a letalidade; e comparados a animais agressivos como cobra, tigre e cachorros da raça pit bull.

O especialista também observa que as escolas utilizam canções e gritos que exaltam a guerra e o combate ao inimigo. Eles seriam adequados às Forças Armadas, mas não à PM, obrigada permanentemente a interagir com pessoas às quais serve e protege.

Arruda lista uma série de mudanças que poderiam ser feitas nas escolas de formação para se evitar o que chama de “atos de barbárie”, entre eles a morte de inocentes confundidos com delinquentes.

O primeiro passo seria o aprimoramento do processo seletivo. Quando a instituição opta por quantidade e não pela qualidade dos candidatos, abre “perigosas brechas, pelas quais poderão ser admitidas pessoas ansiosas, imaturas ou com transtornos de comportamento que estarão mais propensas à prática de atos reprováveis”.

O segundo passo sugerido é a valorização dos direitos humanos em cada momento da formação do policial. Para ele, mais importante do que ensinar a agir dentro dos limites da legalidade, é instar o jovem a “acreditar sinceramente, defender e promover os direitos humanos, mesmo em ambientes hostis”.

As instalações das escolas também deveriam mudar. “Como formar policiais em instalações improvisadas, medíocres, sujas, quebradas, desconfortáveis?” – pergunta. “Em escolas que são verdadeiras ilhas fortificadas, onde a comunidade não frequenta?”

Ainda sobre o ambiente, o coronel considera “imprescindível a abolição de símbolos bélicos que louvem a letalidade, glamourizem a morte, edulcorem a guerra ou seus instrumentos (fuzil, faca na caveira, etc)”.

Outro passo importante seria o fim do sistema de formação que leva à despersonalização do estudante, à perda de identidade e à aceitação passiva de humilhações e constrangimentos de todo gênero. Arruda observa que se o aluno é submetido a tratamento cruel, desumano ou degradante, tende a reproduzir esse tipo de comportamento nas ruas.

Ele defende ainda o fim da endogenia, ou seja: o fim do conceito de que o corpo docente seja “composto exclusivamente por profissionais da instituição, a linguagem padronizada, a visão de mundo acabada e unilateral, a simplificação da realidade”. A formação deveria incluir docentes de fora da instituição, “capazes de expressar ao aluno as contradições da própria sociedade” e ensiná-lo a “lidar com opiniões diversas das suas”.

O coronel defende a existência da instituição e critica os seus detratores. O que propõe são mudanças internas.

Ele apresenta o artigo como análise cotejada com um texto clássico de Theodor Adorno, Educação Após Auschwitz. Nele, o filosófo alemão trata a educação como preventiva a atos de barbárie como os que se viram no campo de concentração mantido pelos nazistas em Auschwitz, no qual foram mortos cerca de três milhões de judeus. Muitos dos policiais que lá trabalharam eram jovens camponeses que alegaram estar cumprindo ordens.

A íntegra do artigo de Arruda na revista da Unesp está disponível na internet.

Fonte: Estadão/Blog Roldão Arruda

sábado, 21 de dezembro de 2013

Bahia: PM que passou mal em curso precisa de transplante de fígado

O tenente Joserrise Mesquita de Barros Nascimento, 30 anos, que está internado desde a última terça-feira, 17, após passar mal durante um curso da Polícia Militar (PM), vai precisar fazer um transplante de fígado.

Um policial militar, que não quis ser identificado e que é amigo do tenente, relatou à Associação dos Praças, Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra) que ele teve falência hepática e por isso necessita do transplante.
Além do problema hepático, ele está com insuficiência respiratória aguda.

Fonte: Blog Bizú de Praça

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Morre mais um policial militar após treinamento no curso de “Caveiras”


O soldado da Policia Militar, Luciano Fiuza de Santana, morreu na noite desta quarta-feira (18). Ele era lotado no 12º Batalhão e, a exemplo de mais quatro militares, sofreu exaustão após correr 10 km usando coturno durante treino de grupo especial da PM, Caveira. O policial estava na UTI do Hospital São Rafael e sofreu uma parada respiratória.

O vereador Soldado Prisco (PSDB), em contato com o Bocão News, declarou que ingressou com uma ação junto ao Ministério Público Estadual (MPE) para investigar as circunstâncias em que foram executados o TAF que resultou na morte do policial militar Manoel dos Reis Freitas Júnior, da 4ª CIPM, e de Luciano Fiuza, após passarem mal durante o treinamento.
 
“Alguém vai ter que pagar por essas mortes. Não vamos tolerar este tipo de tratamento. Queremos saber quem estava à frente do teste, se havia profissionais de educação física e porque não havia ambulância no local”, declarou Prisco.

Além dos dois mortos, outros policiais também passaram mal após o treinamento. O caso mais grave é o do tenente Joserrise Mesquita de Barros Nascimento, que ainda corre risco de morte. Com informações do Bocão News.
 
Fonte: Aspra/Bahia

Morre um dos PMs que passaram mal em treinamento

O policial militar Manoel dos Reis Freitas Júnior, da 4ª CIPM morreu, na noite desta terça-feira (17), no Hospital Aeroporto, onde estava internado após passar mal durante o treinamento de uma pré-seleção para entrar no curso de “Caveiras” da Polícia Militar, a tropa de elite da Bahia.

A informação foram confirmadas coordenador-geral da Aspra, o soldado Prisco, que se manifestou sobre o caso. ”Não vamos tolerar este tipo de tratamento. Esta não é uma orientação do Comando da PM, mas uma prática rotineira do Batalhão de Choque. Um absurdo!”.

A Associação dos Praças e Soldados e seus familiares recebeu informações de que um dos militares está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Geral Menandro de Farias (HGMF) em coma, correndo risco de morte. Fontes garantem que outro PM também está em coma. Os casos mais graves são do Ten PM Joserrise Mesquita de Barros Nascimento, da CIPE-Cerrado e do Sd PM Luciano Fiuza de Santana do 12° BPM. Segundo as fontes, Joserrise foi transferido para o Hospital São Rafael em estado grave.

Na manhã de hoje, a assessoria da PM preferiu não confirmar identidade dos policiais, mas garantiu que todos são obrigados a fazer exames que atestam a capacidade de realizar esforços físicos. Os quatro pertencem às companhias do Cerrado 81ª CIPM (Itinga), 4ª CIPM (Macaúbas) e do 12º Batalhão (Camaçari). Dois dos quatro candidatos correm risco de morte.

O Caso

Policiais militares de diversas companhias e batalhões participavam de uma pré-seleção para entrar no curso de “Caveiras” da Polícia Militar, a tropa de elite da Bahia, quando quatro dos policiais sofreram uma exaustão durante a corrida de 10km com coturno, rova que faz parte do Teste de Aptidão Física (TAF) para o COPES. Eles foram levados ao Hospital Geral Menandro de Faria e identificados como: Ten PM Joserrise Mesquita de Barros Nascimento, da CIPE-Cerrado; Sd PM Luciano Fiuza de Santana do 12° BPM; Sd PM Paulo Deivid Capinan da Silva Pedro da 81 CIPM e o SD PM Manoel dos Reis Freitas Júnior da 4ª CIPM. Com informações do Bocão News.
 
Fonte: Aspra Bahia

PMs que passaram mal durante teste correm risco de morte, afirma Aspra

Após quatro candidatos da Polícia Militar passarem mal, na segunda-feira (16), a Associação dos Praças e Soldados e seus familiares recebeu informações de que um dos militares está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Geral Menandro de Farias (HGMF) em coma enquanto um outro tem quadro de falência de rim e fígado.

O vereador e coordenador-geral da Aspra, o soldado Prisco, afirmou que "não vamos tolerar este tipo de tratamento. Esta não é uma orientação do Comando da PM, mas uma prática rotineira do Batalhão de Choque. Um absurdo!".

O caso

Policiais militares de diversas companhias e batalhões participavam de uma pré-seleção para entrar no curso de “Caveiras” da Polícia Militar, a tropa de elite da Bahia, quando quatro dos policiais sofreram uma exaustão durante a corrida de 10km com coturno, prova que faz parte do Teste de Aptidão Física (TAF) para o COPES. Eles foram levados ao Hospital Geral Menandro de Faria e identificados como: Ten PM Joserrise Mesquita de Barros Nascimento, da CIPE-Cerrado; Sd PM Luciano Fiuza de Santana do 12° BPM; Sd PM Paulo Deivid Capinan da Silva Pedro da 81 CIPM e o SD PM Manoel dos Reis Freitas Júnior da 4ª CIPM.

A assessoria da PM preferiu não confirmar identidade dos policiais, mas garantiu que todos são obrigados a fazer exames que atestam a capacidade de realizar esforços físicos. Os quatro pertencem às companhias do Cerrado 81ª CIPM (Itinga), 4ª CIPM (Macaúbas) e do 12º Batalhão (Camaçari). Dois dos quatro candidatos correm risco de morte.
 
Fonte: Portal Bizú de Praça

Policiais militares são internados após passarem por prova de corrida

Quatro policiais militares passaram mal depois de uma corrida de 10 km no quartel do Batalhão de Polícia de Choque, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. Segundo a corporação, os PMs participavam de um teste para ingressar no Curso de Operações Policiais Especiais (Copes) da Polícia Militar.

Durante a corrida, eles sentiram náusea e três não conseguiram terminar a tarefa. Ao todo, 67 PMs faziam o teste. De acordo com a assessoria de comunicação da Polícia Militar, os PMs foram atendidos por equipes médicas de plantão e conduzidos para o Hospital Menandro de Farias. No final da tarde, eles foram transferidos para hospitais particulares.

A PM não informou o destino nem o nome dos policiais, mas através de nota, afirmou que todos os candidatos fazem exames físicos antes dos testes. “O candidato é obrigado por força de edital a realizar uma bateria de exames médicos de ordem laboratorial e cardíacos, e ainda apresentar atestado médico indicando estar apto para a realização de testes de esforço físico”, diz a nota.

Ainda segundo a PM, os quatro policiais pertencem às companhias do Cerrado, 81ª CIPM (Itinga), 4ª CIPM (Macaúbas) e do 12º Batalhão (Camaçari). A corrida foi a primeira fase de uma série de atividades que incluíam ainda tranposição de muro, subida no cabo vertical, transporte de carga, deslocamento em meio líquido, flutuação uniformizado e apneia na água. Em março de 2012, um candidato a soldado morreu durante corrida na Vila Militar.
 
Fonte: Portal Bizú de Praça/Bahia

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Operação padrão: Sinpol quer parar viaturas da SSP

SSP faz pesquisa quanto à habilitação para viaturas ostensivas
 
O Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe (Sinpol) pretende paralisar todas as viaturas da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) até o final do ano, fruto da operação padrão desencadeada para pressionar o Governo a formalizar acordo pela revisão geral salarial conforme os entendimentos firmados entre o Poder Executivo e os delegados de polícia.

O presidente do sindicato, Antonio Moraes, explica que a estratégia é fruto do descaso da SSP em não proporcionar curso de formação específica aos agentes para condução de veículos de urgência e emergência. Fruto da operação padrão, segundo Antonio Moraes, algumas delegacias de polícia já estão sem prestar atendimento ao público e outras apresentam grandes filas porque não há delegados de polícia para acompanhar os trabalhos desenvolvidos pelos agentes e escrivães de polícia.

O Sinpol fará contatos com o Tribunal de Justiça e com o Ministério Público para pedir apoio nas negociações com o governo. “Vamos comunicar nossa decisão ao Tribunal de Justiça e também ao Ministério Público e, ao mesmo tempo, vamos solicitar a intervenção deles nas negociações com o Governo”, ressalta Moraes.

A delegada Viviane Pessoa, coordenadora das Delegacias da Capital, informa que a SSP está em permanente disposição para dialogar com os agentes e que não tem conhecimento da existência de interrupção do atendimento ao público. A delegada informou que a operação padrão não trará qualquer problema, desde que não haja atos ilícitos e abusivos. A SSP, segundo a delegada, já consultou os órgãos de trânsito e constatou que não há previsões legais quanto a possíveis exigências especiais para a condução de viaturas não ostensivas da polícia civil. Quanto às viaturas ostensivas, a SSP continua fazendo pesquisas para prestar os esclarecimentos necessários aos agentes.

O delegado Kássio Viana, presidente da Associação dos Delgados de Polícia (Adepol), observa que a operação padrão promovida pelo Sinpol está trazendo um efeito inverso. “Eles [os dirigentes do Sinpol] estão diminuindo a importância dos agentes”, observa o delegado. Kássio observa que as viaturas da polícia civil não se caracterizam como carros de urgência e emergência devido à atividade peculiar da corporação. “É um trabalho investigativo, e todo trabalho investigativo é discreto, não é uma ação preventiva”, considera o delegado. “Todas as obrigações do delegado de polícia e dos agentes estão na lei e todos nós, delegados e agentes, sabemos quais são as nossas obrigações”, observou.

Por Cássia Santana
 
Fonte: Portal Infonet 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Aspra participa de discussões sobre projetos de lei do governo

Associações se reuniram para debater projetos de lei na Comissão de Segurança da Alese

Na tarde desta quarta-feira, 4, aconteceu na Sala das Comissões da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) mais uma rodada de discussões sobre os projetos de lei enviados pelo governo do Estado àquela Casa, referentes aos servidores militares. O encontro foi promovido pelo deputado estadual Capitão Samuel Barreto (PSL), presidente da Comissão de Segurança Pública, com o objetivo de que os projetos de lei pudessem ser analisados pelos militares antes de sua aprovação.

Várias associações participaram do encontro, entre elas a Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe (Aspra), que esteve representada pelo seu presidente, sargento Anderson Araújo. O intuito principal dos presentes era analisar, debater e se necessário propor alterações ao Projeto de Lei Complementar nº 6/2013, que entre outras providências altera a forma de remuneração dos alunos do Curso de Formação de Soldados, e ao Projeto de Lei nº 128/2013, que altera dispositivos da Lei nº 5.699/2005 (Sistema Remuneratório dos Servidores Militares) referentes à Gratificação por Atuação em Eventos (GRAE).

Concurso

O deputado Capitão Samuel abriu o debate colocando em discussão o PLC nº 6/2013, que altera dispositivos das Leis nº 2.066/76 e 5.699/2005, e cria remuneração diferenciada para os novos alunos a Soldado a serem convocados por concurso público. De acordo com Samuel, este projeto está sendo tratado pelo governo como condição indispensável para a realização do concurso público para a Polícia Militar.

Durante a apreciação do projeto, o sargento Araújo chamou a atenção dos colegas para o que denominou de “pegadinha”, que era a revogação do direito ao recebimento de diárias pelo militar que esteja realizando curso fora ou dentro do Estado em determinadas situações. O presidente da Aspra lembrou que embora em menor número, ainda há praças que realizam esses cursos e que seriam prejudicados com a revogação da norma, pelo que propôs que fosse apresentada emenda retirando do projeto o art. 7º e mantendo o direito inalterado.

GRAE

O maior debate ocorreu quando se passou a analisar o PL nº 128/2013, que versa sobre a alteração do art. 19-A da Lei nº 5.699/2005, que prevê a Grae. Pelo projeto, a gratificação que hoje é paga apenas para eventos específicos poderia ser paga também como compensação pela atuação em ações operacionais. Segundo o deputado Samuel Barreto a ideia teria sido do próprio Comandante Geral da PM, coronel Maurício Iunes, e teria o objetivo de promover uma compensação financeira aos policiais militares empregados em operações policiais extraordinárias, uma vez que hoje o policial já é empregado, mas não há amparo legal para que a Polícia Militar o remunere.

Sobre o assunto o primeiro a pedir a fala foi o sargento Edgard Menezes, vice-presidente da Amese, que informou que era contrário a qualquer mudança no projeto de lei por ser favorável à definição de carga horária e ao pagamento de horas extras. Já os representantes das demais associações presentes foram unânimes no entendimento de que, em se tratando de um projeto que altera uma lei já existente, seria melhor tentar interferir através da propositura de emendas que tragam algum benefício para os militares do que simplesmente cruzar os braços e deixar a lei ser aprovada com o texto original encaminhado pelo governo.

Segundo o presidente da Aspra, é preciso considerar que os projetos de lei que estão na Alese não foram solicitados nem encaminhados pelas associações, mas interferem na vida do policial e bombeiro militar, por isso as associações não podem se eximir de discuti-los e de se posicionar a respeito. “Nós continuaremos lutando para que o governo defina a carga horária do militar e lhe remunere com horas extras, mas enquanto o governo não toma a atitude de encaminhar para a Alese proposta nesse sentido, precisamos trabalhar em cima daquilo que existe de concreto. Não temos o direito de cruzar os braços diante de uma discussão tão importante”, declarou o sargento Araújo externando um pensamento compartilhado pelas demais associações, à exceção da Amese.

Propostas

Como resultado das discussões foram definidas as seguintes propostas de alteração no projeto de lei: incluir dispositivo que priorize o serviço extraordinário voluntário para percepção da Grae; propor a limitação de horas para a Grae (hoje a gratificação é paga por evento diário, sem limite de horas de serviço); ampliar a possibilidade de pagamento pelo Estado, que atualmente só pode pagar até 5 (cinco) vezes o valor diário num mesmo mês, havendo casos de policiais que possuem várias gratificações a receber e que ficam com estas acumuladas.

“Quero lembrar que tudo que está saindo desta reunião são propostas, que podem ou não ser acatadas pelo governo. Se este assim desejar poderá aprovar o projeto do mesmo jeito que ele chegou aqui na Alese. Nosso papel é tentar fazer algo que beneficie o servidor militar, mas se vamos ter êxito ou não só depois saberemos. Penso que se conseguíssemos aprovar o dispositivo da voluntariedade já seria uma grande vitória, mas isso não é fácil, mesmo porque já somos presumidamente voluntários segundo a própria lei”, explicou Araújo.

Além das propostas acordadas entre as associações, o presidente da Aspra ainda sugeriu ao deputado Samuel Barreto que atue junto ao governo do Estado no sentido de que seja revista a forma de definição dos valores da Grae, que hoje são irrisórios para os militares de patente mais baixa, e que atue também objetivando mais agilidade no pagamento destas gratificações.

Votação

A apreciação dos dois projetos deverá ocorrer na próxima semana no plenário da Assembleia Legislativa. Antes a proposta receberá emendas e deverá retornar à Comissão de Constituição e Justiça, para só depois seguir para votação, possivelmente na terça-feira. 

Participaram da reunião representantes da Aspra, Assomise, Amese, Associação Beneficente, Asimusep, AAM e diretores recém eleitos da ACS.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Samuel consegue reintegrar cabos ao curso de sargentos

Samuel consegue reintegrar soldados ao curso sargentos
Curso que foi interrompido volta após provocação junto à PGE
Capitão Samuel comemora decisão com policiais (Foto: Divulgação assessoria)
A suspensão do curso de sargento que estava sendo realizado por 165 cabos da policia militar de Sergipe que havia sido interrompido por decisão judicial, volta a ter continuidade após o deputado estadual capital Samuel Barreto (PSL), ter provocado a PGE.
O curso de sargento que estava sendo realizado para 165 cabos da policia militar de Sergipe, acabou sendo suspenso através de uma liminar da justiça. Um cabo da Policial militar entrou com uma ação que acabou sendo acatada e justiça determinou através de liminar que o curso fosse suspenso. Não concordando com suspensão do curso, o deputado capitão Samuel, esteve reunido com o comando geral, onde foi buscar informações sobre o andamento do curso. Ao tomar conhecimento do motivo que levou à interrupção do curso, Samuel foi à Procuradoria Geral do Estado para que esta se pronunciasse sobre a legalidade do curso.
A partir daí, entrou com um pedido para derrubar a liminar que proibia a continuidade do curso de cabo, o que acabou sendo acatado pela justiça, que esta semana se pronunciou favorável à continuidade do curso, porém 22 soldados da Polícia Militar ficaram de fora do curso causando mal estar e indignação aos militares.
O Deputado Capitão Samuel mais uma vez foi interlocutor dos soldados e solicitou do comando geral da Polícia Militar de Sergipe a reintegração dos soldados ao curso de Sargento. Após diálogo com o Comando Geral na pessoa do coronel Luiz Fernando o parlamentar conseguiu resolver o problema e já foi publicado em BGO a reintegração dos 22 militares ao curso. “Agradeço ao Comando Geral da PM que prontamente atendeu a minha solicitação em prol desses 22 policias militares que ficaram de fora do curso, mas, que após diálogo com o comando eles entenderam e atenderam a solicitação de trazer de volta esses 22 militares para realizarem o curso, fico feliz pelos militares e pelas suas famílias que estão radiantes nesse momento com notícia”. Declarou o Capitão Samuel.
Fonte: Assessoria Parlamentar

terça-feira, 4 de junho de 2013

Deputado Samuel diz que curso de sargento da PMSE continua

A suspensão do curso de sargento que estava sendo realizado por 165 cabos da policia militar de Sergipe que havia sido interrompido por decisão judicial, volta a ter continuidade após o deputado estadual capital Samuel Barreto (PSL), ter provocado a PGE.

O curso de sargento que estava sendo realizado para 165 cabos da policia militar de Sergipe, acabou sendo suspenso através de uma liminar da justiça. Um cabo policial militar entrou com uma ação que acabou sendo acatada e justiça determinou através de liminar que o curso fosse suspenso.

Não concordando com suspensão do curso, o deputado capitão Samuel, esteve reunido com o comando geral, onde foi buscar informações sobre o andamento do curso. Ao tomar conhecimento do motivo que levou à interrupção do curso, Samuel foi à Procuradoria Geral do Estado para que esta se pronunciasse sobre a legalidade do curso.

A partir daí, a entrou com um pedido para derrubar a liminar que proibia a continuidade do curso de cabo, o que acabou sendo acatado pela justiça, que esta semana se pronunciou favorável à continuidade do curso.

Ao tomar conhecimento da decisão do Tribunal de Justiça, o deputado Samuel disse que “agora será possível esses 165 policiais, que já participavam do curso de formação de sargento, de continuarem com suas atividades e com isso conseguirem um posto a mais em suas patentes. Não era justo que apenas um policial fosse prejudicar a carreira de outros 165. Ficamos feliz em poder resolver os problemas que afligem a nossa família militar”, afirmou o deputado.

Fonte: Fax Aju

segunda-feira, 20 de maio de 2013

UFS abre inscrições para Especialização em Segurança Pública e Democracia



Prezados profissionais de segurança pública do Estado de Sergipe, 

Informamos que a Universidade Federal de Sergipe - UFS está com inscrições abertas para o seguinte curso de pós-graduação lato sensu:

- Especialização em Segurança Pública e Democracia.

O curso faz parte da Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública - RENAESP/SENASP e será gratuito para policiais militares e civis, bombeiros militares, profissionais de perícia forense e guardas municipais (conforme termos da Portaria MJ nº 1.148/12). Mais informações podem ser obtidas através do edital anexo, bem como através do sítio da UFS: 


Atenciosamente,

Coordenação da RENAESP.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Samuel quer continuidade de concurso de sargento da PM

O curso de sargento que estava sendo realizado para 165 cabos da policia militar de Sergipe, acabou sendo suspenso através de uma liminar da justiça. Policial militar entra com uma ação e justiça determina através de liminar que o curso fosse suspenso.

Não concordando com suspensão do curso, o deputado estadual capitão Samuel Barreto (PSL), esteve reunido na tarde desta quinta-feira (02), com o comando geral, onde foi buscar informações sobre o andamento do curso. Samuel disse que “não concordo que através de uma ação impetrada por um cabo que está na 291ª colocação, possa prejudicar outros 165 cabos que inclusive iniciaram o curso e estão ansiosos para a conclusão do mesmo”, explicou o deputado.

Samuel diz ainda que também na tarde de hoje, esteve na Procuradoria Geral do Estado onde quis saber o que está sendo feito para que o curso tenha continuidade. “Eu aproveitei hoje e também já fui à PGE onde lá fui informado que a procuradoria já está recorrendo da decisão. Nós acatamos uma decisão judicial, mas podemos discordar e é isso que estamos fazendo por entendermos que em beneficio de um outros 165 não podem ser prejudicados”, afirma o deputado.

O deputado diz ainda que ficou contente com a conversa que teve com o comandante que também quer a continuidade do curso. “O comandante se mostrou preocupado com a situação e também quer a solução desse problema e por isso nós acreditamos que a justiça possa rever a situação e ai os 165 militares poderão concluir o curso”, disse Samuel.

Fonte: Faxaju

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Inscrições abertas para o I Curso de Tripulante Operacional



A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), através do Grupamento Tático Aéreo (GTA), irá realizar o I Curso de Tripulante Operacional (CTOp), com a finalidade de capacitar policiais militares e civis e bombeiros militares a atuarem nas diversas ocorrências que envolvem o uso da aviação de segurança pública. Os interessados podem efetuar suas inscrições no período de 29 de agosto a 9 de setembro deste ano na sede do GTA, localizada no aeroclube de Sergipe na avenida Maranhão, em Aracaju.

O curso visa capacitar os operadores de segurança pública para a execução do policiamento, ações de prestação de socorro e defesa civil, concomitantemente com a segurança de voo, fazendo frente à criminalidade em defesa da vida e preservação da ordem pública, através de instruções práticas e teóricas. Implantar uma doutrina de operações aéreas, padronizando procedimentos operacionais da aviação de segurança pública com uso de técnicas modernas através de conhecimentos especializados é o principal objetivo do curso.

As instruções acontecerão no período de seis semanas e tem carga horária total de 264 horas/aula divididas em quatro módulos, seguido de um estágio final de quatro serviços em que o formado será acompanhado por um tripulante operacional antigo. Serão ministradas aulas de técnicas de sobrevivência, orientação e navegação, patrulha urbana e rural, atendimento pré-hospitalar, trabalho em altura, salvamento aquático, técnicas de abordagem, armamento e tiro, imobilizações táticas, propriedades da aeronave, segurança de vôo, fraseologia e orientação da arenave, meteorologia, embarque e desembarque operacional, balizamento e ZPH, rapel em aeronave, tiro embarcado e busca e salvamento aéreo.

A turma será composta por doze alunos. As vagas serão distribuídas da seguinte forma: cinco para policiais militares, cinco para bombeiros e duas vagas para policiais civis. O teste de aptidão física (TAF) de caráter eliminatório será avaliado segundo os seguintes critérios: corrida com calça e coturno em um percurso de oito quilômetros, com tempo máximo de sessenta minutos para o masculino e 1:10h para o feminino; flutuação vertical com calça ou macacão e tênis ou coturno, durante 45 min; prova de natação de 200m em qualquer estilo, com tempo máximo de 6 min; salto da plataforma de 7m, tendo o candidato cinco segundos após ser autorizado o salto e prova de natação fardado( calça e gandola de manga comprida ou macacão e com tênis) 200m ( duzentos metros) sem limite de tempo.

GTA

Em Sergipe, esse leque de missões é atribuído ao Grupamento Tático Aéreo (GTA), que deve manter um cronograma permanente de treinamento para especialização e atualização do seu quadro de pessoal. Como também, a formação de novos agentes de segurança pública para ampliação do efetivo para fazer frente ao aumento das demandas que ora se encontram em fase de expansão e, ainda, aquelas que se encontram latentes.

Fotos: Allan de Carvalho/SSP

Fonte: PMSE

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Fanese oferece descontos para servidores públicos em cursos de pós-graduação

A Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe (Fanese) firmou um convênio, por meio do Núcleo de Pós-Graduação e Extensão, para ofertar aos servidores públicos estaduais do Poder Executivo e seus respectivos dependentes em primeiro grau (cônjuge e filhos) a possibilidade de obterem descontos especiais nos cursos de pós-graduação existentes da Instituição de ensino.

Segundo o acordo, servidores efetivos e comissionados que são ex-alunos da instituição terão desconto de 20% na mensalidade do curso e servidores efetivos e comissionados que comprovem vínculo com o Governo do Estado terão desconto de 10% na mensalidade do curso. Grupo de 10 servidores efetivos e comissionados que comprovem vínculo com o Governo terão desconto de 15% na mensalidade. Mais informações podem ser obtidas através dos telefones 0800-702-6400 e (79) 3234 - 6350.

Cursos oferecidos
  • Especialização em Gestão da Saúde Pública e da Família
  • Especialização em Auditoria e Controladoria
  • Especialização em Gestão Fiscal e Planejamento Tributário
  • Especialização em Auditoria Governamental e Contabilidade Pública
  • MBA Gerência de Projetos
  • Especialização em Desenvolvimento de Soluções WEB
  • Especialização em Gestão de Redes e Segurança da Informação
  • Especialização em Gestão da Tecnologia da Informação
  • Especialização em Projetos de Software
  • Especialização em Banco de Dados
  • Especialização em Gerenciamento de Projetos Elétricos na Indústria
  • Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho
  • MBA em Gestão Empresarial e Inteligência Organizacional
  • MBA em Responsabilidade Social e Gestão de Sistemas Integrados
  • MBA em Logística e Operações
  • Especialização em Gestão Estratégica de Pessoas
  • Especialização em Comunicação Digital
  • MBA Marketing Executivo
  • Especialização em Gestão e Planejamento Estratégico em Serviço Social
  • MBA em Financial Banking

Fonte: PMSE

sábado, 13 de novembro de 2010

Associação de Cabos e Soldados do Rio Grande do Norte denuncia exigência de R$ 700,00 para formatura de alunos do CFSd

A Associção de Cabos e Soldados da PM do Rio Grande do Norte recebeu denúncias formuladas por alunos soldados que cursam neste período no 2º BPM, sediado em Mossoró, de que estavam sendo obrigados a pagarem uma “contribuição simbólica” de R$ 700.00 para participarem do baile de formatura do referido curso. Ocorre que o pagamento não era facultativo, todos tinham que pagar, segundo orientação do coordenador de formação. Quem não pagasse, segundo as ameaças, sofreria penalizações de ordem militares.

A ACS levou o caso ao conhecimento do Comandante Geral da PMRN que resolveu imediatamente intervir, sugerindo ser o pagamento optativo, o que na verdade, era já o desejo do alunado do CFSD 2010 de Mossoró e o pleito da ACS.

A mensagem foi levada pessoalmente pelo Cabo Jeoás, presidente da ACS, aos companheiros de Mossoró, onde foi gentilmente recebido pelo comando daquela unidade na pessoa do Coronel Eliezer que prontamente se certificou do ocorrido e garantiu o acompanhamento do problema para fatos dessa natureza não se repitam naquela jurisdição militar.

A proposição da Associação de Cabos e Soldados é que se cumpra o acordo feito com aquele comando para que a parcela de R$ 130.00, já paga por cada aluno, seja devolvida e o contrato como a empresa que prestaria o serviço seja rescindido. Estamos em alerta para qualquer possível quebra do que foi pactuado.

Fonte: ParaibaemQAP

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