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sábado, 12 de maio de 2018

Georgeo Passos: “Enquanto pessoas morrem, Governo de SE não investe para diminuir a violência”



O deputado estadual Georgeo Passos, Rede, usou o pequeno expediente da sessão plenária desta quinta-feira, 10, para criticar novamente a falta de políticas de combate à violência no Estado. O parlamentar destacou que a ausência de ações do Governo continua aumentando os índices de crimes em Sergipe.

“Vimos durante essa gestão a escalada da violência. Cobramos várias vezes aqui e a falta de uma atitude fez com que o problema crescesse consideravelmente nos últimos anos. Os números estão comprovando isso. No entanto, enquanto pessoas morrem, infelizmente, ações concretas para a diminuição desse problema ainda não tem”, discursou o deputado.

A fala foi motivada após participação de Georgeo no Seminário “Juventude, Criminalidade Urbana e Políticas Públicas” que está sendo realizado pela Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública em Sergipe (Renaesp-SE) na Universidade Federal de Sergipe. O parlamentar foi convidado pelas professoras Joelina Menezes e Denise Leal.

O evento mostrou, por exemplo, que a maior parte dos homicídios no Estado tem vitimado os jovens. Para Georgeo, esse dado é mais uma comprovação de que o Estado não está cumprindo o seu papel de oferecer políticas para reverter o avança da violência. “Essas pessoas estão entrando no mundo do crime por vários motivos e estão morrendo por isso”, comentou.

“Políticas para o combate à violência não se restringem a investimento nas polícias. O Estado precisa investir também na educação desses jovens, na criação de emprego e também no lazer. Se o Governo se atentasse a isso e melhorasse à condição de vida desses jovens – principalmente os mais carentes – certamente muitas vidas seriam poupadas e viveríamos em um Sergipe mais seguro”, completou Georgeo.

Texto e foto: Por Assessoria Parlamentar/Alese

quinta-feira, 16 de julho de 2015

UFS divulga edital de pós-graduação em Segurança Pública

A Universidade Federal de Sergipe, por meio da Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública de Sergipe (Renaesp/SE), informa sobre a abertura do edital para o processo de seleção do curso de pós-graduação latosensuem Gestão e Modernização Institucional da Segurança Pública.

O curso visa atender, principalmente, o público da área de Segurança Pública. No entanto, também são destinadas vagas para outros profissionais ligados direta ou indiretamente ao sistema de segurança pública e para membros da comunidade em geral. Aos interessados, a Rede informa que as inscrições podem ser feitas no portal Sigaa (www.sigaa.ufs.br) até dia 7 de agosto.

Mais informações podem ser obtidas na Universidade Federal de Sergipe, no bloco departamental III, sala 001; pelo telefone (79) 2105-6820 ou e-mails renaesp.ufs@gmail.com e renaespse-ufs@hotmail.com.

Clique AQUI e faça a sua inscrição

Fonte: SSP

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Seminário ''Segurança, Sociedade e Políticas Públicas''

Nos dias 28 e 29 desse mês na Universidade Federal de Sergipe

O Laboratório de Estudos sobre Sociedade e Segurança (Lasseg-UFS) e a Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública em Sergipe (Renaesp-SE) realiza o seminário “Segurança, Sociedade e Políticas Públicas” nos dias 28 e 29 de abril, na Universidade Federal de Sergipe, no Campus São Cristóvão.

O evento conta com a presença de importantes pesquisadores vindos de vários pontos do país, a exemplo das Universidades Federais da Bahia, Maranhão e Pernambuco. A conferência de abertura será proferida pelo professor doutor José Vicente Tavares dos Santos, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Informações e inscrições

Os interessados em participar do seminário devem buscar informações por meio do telefone (79) 2105-6820 e do e-mail renaesp.ufs@gmail.com. Quantos às inscrições, elas podem ser feitas através do site.

Fonte: Assessoria de Comunicação

segunda-feira, 20 de maio de 2013

UFS abre inscrições para Especialização em Segurança Pública e Democracia



Prezados profissionais de segurança pública do Estado de Sergipe, 

Informamos que a Universidade Federal de Sergipe - UFS está com inscrições abertas para o seguinte curso de pós-graduação lato sensu:

- Especialização em Segurança Pública e Democracia.

O curso faz parte da Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública - RENAESP/SENASP e será gratuito para policiais militares e civis, bombeiros militares, profissionais de perícia forense e guardas municipais (conforme termos da Portaria MJ nº 1.148/12). Mais informações podem ser obtidas através do edital anexo, bem como através do sítio da UFS: 


Atenciosamente,

Coordenação da RENAESP.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Asprase participa da Mesa Redonda "Sistema Penitenciário no Âmbito da Segurança Pública" promovido pela Assipes e Sindpen

Queremos agradecer a ASSIPES e o Sindpen pelo convite feito e nos sentimos honrados de ajudar outras categorias na luta por um Sistema Público de Segurança mais digno e eficiente. Nosso muito obrigado!

Agentes Penitenciários, Polícial Civil, Policial Militar, Bombeiro Militar e Conselho de Psicologia pela Segurança Pública Cidadã.

A ASSIPES – Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário de Sergipe através de nosso Presidente vem convidar a sociedade sergipana para um contato inicial com os atores envolvidos na Execução Penal: Profissionais, Conselhos de Classe, Universidades, Estudantes, Sociedade organizada (movimentos sociais, associações de moradores, etc.) e ademais interessados para em um debate qualificado em prol de um melhor aperfeiçoamento do Sistema Penitenciário.

A reunião ocorrerá no dia 27/01/2011 (quinta-feira), a partir das 15 horas, no auditório da ACADEPOL – Academia de Polícia, localizado na Av. Tancredo Neves s/n, em frente a Maternidade Nª Sª de Loudes.

O ponto de partida será a exibição do vídeo da 4ª/4ª Audiência Pública realizada em Brasília, que tratou de assuntos referentes ao sistema penitenciário. Em seguida discussão acerca do tema “ Sistema Penitenciário no âmbito da Segurança Pública”.
Na tarde de ontem (27/01), na Academia de Polícia Civil, Agentes Penitenciários através da ASSIPES - Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário e do SINDPEN - Sindicato dos Agentes Penitenciários tiveram a oportunidade de expor para vários segmentos da sociedade (UNIT, UFS, RENAESP - Rede de Altos Estudos em Segurança Pública, COREN - Conselho Regional de Enfermagem, CRP - Conselho Regional de Psicologia, Pastoral Carcerária, ASIMUSEP - Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública, ASPRASE - Associação de Praças Militares, Polícia Militar de Sergipe, Núcleo de Execuções Penais da Defensoria Pública, Jornal da Cidade e membros da sociedade civil) as dificuldades que vêm enfrentando como: o baixo efetivo de servidores, a escassez de investimentos no setor, a superlotação das unidades prisionais, desrespeito e perseguições aos servidores por parte de alguns gestores da SEJUC.

Cap. Valdson e Ten. Alberto PM

De acordo com o CNPCP - Conselho Nacional de Políticas Criminais e Penitenciárias, Órgão do Ministério da Justiça, na Resolução nº 01 de 09 de março de 2009 resolve que o DEPEN - Departamento Penitenciário Nacional exija dos Estados Membros que tenha a cada grupo de 05 detentos: 01 Agente Penitenciário, bem como seja dimensionada a Equipe multidisciplinar para cada grupo de 500 detentos: 01 Médico Clínico, 01 Enfermeiro, 01 Auxiliar de Enfermagem, 01 Odontólogo, 01 Auxiliar de Consultório Dentário, 01 Psicólogo, 01 Assistente Social, 03 Advogados, 06 Estagiários de Direito, 09 Terapeutas Ocupacionais e 01 Pedagogo. Diz Ainda a Lei de Execuções Penais em seu Artigo 7º:

A Comissão Técnica de Classificação, existente em cada estabelecimento, será presidida pelo diretor e composta, no mínimo, por dois chefes de serviço, um psiquiatra, um psicólogo e um assistente social, quando se tratar de condenado à pena privativa da liberdade.
Delegado Ronaldo Marinho e Magal da Pastoral

A persistência do desrespeito às citadas leis, põe em risco iminente os parcos Agentes Penitenciários, que por exemplo no COPEMCAN - Complexo Penitenciário Manoel Carvalho Neto que possui capacidade para abrigar 800 detentos, já abriga mais de 1.900, que ficam sob a tutela de 18 Agentes Penitenciários, por plantão, sem Equipamentos de Segurança e Armamentos Institucionais apropriados para salvaguardar a si próprios e a sociedade. Além disso a inexistência de uma Equipe Multidisciplinar acarreta no descumprimento da lei no que se refere a ressocialização, assim como deixa nas mãos dos diretores das unidades, os quais não possuem habilidade técnica especializada, a decisão de devolver a sociedade indivíduos que não passaram por nenhum tipo de atividade "ressocializadora" ou avaliação psicossocial.

Denise Leal UFS, Marcelo Soares ASSIPES, Joelina Menezes RENAESP, Ronny Anderson SINDPEN

Farahide Diniz COREN e Edelvaisse Mendonça CRP

Gostaríamos de agradecer a presença e participação de todos que fazem o Sistema de Segurança Pública.

Fonte: Blog da Assipes (http://assipes.blogspot.com/)

sexta-feira, 19 de março de 2010

Ministério da Justiça vai implantar guarda costeira no país

Estresse na atividade policial, o papel das polícias na aplicação da Lei Maria da Penha, comunicação e segurança, o papel do setor privado na segurança pública. Esses foram alguns dos temas de 29 mesas-redondas apresentadas no IV Encontro Anual do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que reuniu em São Paulo mais de 1.300 pessoas interessadas num dos assuntos mais sensíveis da agenda política contemporânea. Depois de anos de abandono pelas políticas públicas, finalmente a segurança começa a aparecer com destaque nos programas de governo dos candidatos a cargos do poder executivo no país. Em breve veremos o dia em que todos os governadores e o presidente da República vão reservar espaço em sua agenda para ir ao encontro anual do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, do qual sou um dos 60 membros e que - tirando meu nome, é claro - reúne hoje a nata dos pesquisadores do tema no país e tem se transformado num espaço democrático que atrai tanto acadêmicos quando policiais e outros operadores da segurança pública.

Este ano tenho a grata alegria de receber uma colaboração superespecial para o blog. A jornalista Anabela Paiva, repórter de mão cheia e desde 2004 na seara da pesquisa em segurança pública, aceitou meu convite para escrever um texto sobre a mesa-redonda que reuniu três experts no tema com experiência na chefia da Secretaria Nacional de Segurança Pública - o órgão do Ministério da Justiça, que executa as políticas públicas junto aos estados da fedearação.

Um consenso: melhores salários, revisão do regimento da PM e reforma do modelo policial brasileiro

Por Anabela Paiva, pesquisadora e jornalista, especial para blog Repórter de Crime

Uma conversa franca e pública entre o titular de uma das pastas mais sensíveis do governo federal e dois antigos ocupantes do mesmo cargo não é uma cena comum na política brasileira. Por isso mesmo, a mesa que reuniu o Secretário Nacional de Segurança Pública Ricardo Balestreri e dois ex-ocupantes do mesmo cargo – o coronel da PM paulista José Vicente da Silva Filho e o cientista político Luiz Eduardo Soares – foi uma das mais concorridas do IV Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, encerrado ontem em São Paulo. A conversa em torno do tema “Política Nacional de segurança: discussões, consensos e desafios” não ficou só no plano das idéias futuras. Durante o debate, Balestreri contou “em primeira mão” que até o fim do seu mandato vai criar uma policia ostensiva marítima para combater a pirataria e o contrabando na costa brasileira.

– Tenho um mapa do Brasil no meu escritório. Olho para ele e fico pensando como, em 500 anos, não conseguimos construir uma guarda costeira. Deixamos isso para a Marinha, que não tem essa vocação.


Balestreri comentou que a pirataria já é uma preocupação em rios do Norte brasileiro e, se não for reprimida, pode tornar-se um problema em rotas de navegação marítima no Brasil. Além disso, ele ressaltou, à medida que o controle das “fronteiras secas” aperta, contrabandistas tenderão a usar o mar para o transporte de armas e drogas.

Os participantes da mesa não procuraram reinventar a roda. A valorização do profissional de segurança pública, necessidade já mais que comprovada e discutida, foi citada como a maior prioridade. Enquanto policiais e bombeiros continuam em campanha pela aprovação na Câmara Federal do Piso Salarial Nacional dos Bombeiros e Policias , a PEC 300, Luiz Eduardo Soares fez a defesa veemente da revisão dos salários de policiais.

– Se segurança pública é fundamental, que o limite não seja o orçamento disponível. O limite deve ser a dignidade do profissional de segurança – disse ele.

Outras duas prioridades pareceram ser consenso entre os três participantes. A primeira, uma revisão do regimento da Policia Militar.

– É preciso compatibilizar o regimento interno com a Constituição. Há limites para a hierarquia ser exercitada – disse Luiz Eduardo.

José Vicente e Balestreri também comentaram a necessidade de coibir o “assédio moral” de superiores da PM e bombeiros contra os subordinados. Balestreri lembrou que, num curso sobre direitos humanos, soube que um comandante de bombeiros castigava os soldados obrigando-os a sentarem-se nus em um formigueiro.

– A gente sai sem conseguir abrir os olhos – contou uma das vítimas da tortura.

O secretário relatou o caso ao comando da força no estado, sem sucesso.

– Tenho me preocupado muito em defender os direitos humanos policiais. O profissional precisa ser bem tratado na corporação para que possamos exigir que ele trate bem os outros – observou.

Outro tema de consenso foi reforma do modelo policial brasileiro. Luiz Eduardo fez referência à pesquisa que coordenou para a Senasp, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). As respostas de 64 mil policiais mostraram que 77% deles defende mudanças na atual estrutura do aparelho policial.

– Antes diziam que a massa era contrária às mudanças, que isso era coisa de intelectual, de militante de ONG.

Balestreri defendeu a atuação independente da PM e da Polícia Civil, em esferas diferentes.

– Somos o único país com meias polícias que se atrapalham mutuamente. Essa situação só pode ser resolvida pelo divórcio, não pelo casamento.

Para o chefe da Senasp, o Brasil teria um sistema mais racional se as polícias militares cuidassem dos crimes contra o patrimônio e as polícias civis se ocupassem dos crimes contra a pessoa. Guardas municipais fariam o combate de delitos como a contravenção.

Clima ameno

O encontro mediado pelo diretor do Instituto Sou da Paz, Denis Mizne, foi amistoso. Com seu jeito direto , o coronel José Vicente expressou idéias polêmicas. Declarou ser favorável à pena de morte e citou a importância da descriminalização do aborto para a segurança pública. Vicente também mostrou-se favorável à revisão das penalidades aplicadas aos crimes de adolescentes.

– Os que cometerem crimes violentos têm de ser punidos com o máximo rigor, não interessa a idade. Balestreri e Luiz Eduardo evitaram divergir e enfatizaram os pontos em comum com o policial. O Secretário Nacional de Segurança Pública aproveitou para fazer uma defesa da sua administração. Ele reconheceu a “má gestão histórica na segurança pública” e a ausência de pensamento estratégico no setor. Citou as unidades de polícia pacificadora do Rio de Janeiro como um exemplo dos resultados positivos da polícia comunitária ou de atuação próxima ao cidadão, uma antiga causa sua. Ele também destacou os investimentos em treinamento e qualificação.

– Gastávamos apenas 3,5% em capital humano e 37% dos recursos em viaturas que, por falta de política de garagem, em dois anos precisavam ser substituídas. Hoje tenho o orgulho de dizer que gastamos mais de 60% dos nossos recursos em capital humano – disse o criador da Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública.

O valor dos investimentos anuais da Senasp em 2010 chega perto dos R$ 1,7 bilhões, mas ainda precisa crescer muito, admitiu o secretário.

– Aumentou muito, mas ainda é insuficiente. Não adianta tapar o sol com a peneira. O governo federal tem de investir de R$ 8 a 10 bilhões por ano na segurança pública.

Para executar este orçamento de gente grande, continuou o secretário, seria preciso criar um ministério da Segurança Pública.

– Nós poderíamos levar essa idéia para a Dilma – propôs Balestreri a Luiz Eduardo.
– Certo. E eu levo pra Marina – riu Luiz Eduardo, partidário da candidata do Partido Verde.
 

Fonte: Blog Reporter de Crime - Jornalista Jorge Antônio Barros - Globo.com

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Senasp abre inscrições para o primeiro ciclo de cursos de 2010

De 26 a 30 de janeiro estarão abertas as inscrições para o Ciclo 18 dos cursos a distância ofertados pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp). Este será o primeiro ciclo de uma série de três programados para o ano de 2010. O sistema de ensino a distância é operacionalizado através de mais de 50 cursos disponibilizados pela Rede Nacional de Educação a Distância (Renaesp) e é destinado aos profissionais de segurança pública do país. Acesse o site do Ministério da Justiça e faça sua inscrição.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

SENASP abre inscrições de cursos de 2010

De 26 a 30 de janeiro estarão abertas as inscrições para o Ciclo 18 dos cursos a distância ofertados pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp). Este será o primeiro ciclo de uma série de três programados para o ano de 2010. O sistema de ensino a distância é operacionalizado através de mais de 50 cursos disponibilizados pela Rede Nacional de Educação a Distância (Renaesp) e é destinado aos profissionais de segurança pública do país.

O Renaesp é considerada a maior escola de ensino policial do país, tendo apenas em Sergipe cerca de 3 mil alunos em média por ciclo. Os temas abordados nos diversos cursos têm auxiliado até mesmo na composição da grade curricular de cursos de graduação e extensão do ensino superior. No ciclo 18, os profissionais de segurança pública terão mais seis opções de cursos, que são: Fiscalização de Excesso de Peso, Mediação de Conflitos 2, Espanhol 1, Identificação Veicular 2, Cartéis e Papiloscopia 2.

O curso de Espanhol Básico I é destinado a pessoas que estão iniciando seus estudos em língua espanhola e está dividido em duas unidades: Espanhol Básico 1 e Espanhol Básico 2, com 60 h/aulas cada um. Espera-se que os textos e os exercícios selecionados ajudem o profissional de segurança a se comunicar e ao mesmo prepare-o para atuar junto aos eventos internacionais, como a Copa do Mundo de Futebol e os jogos Olímpicos Rio 2016, que acontecerão em breve no Brasil.

As aulas estarão disponíveis no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) no dia 25 de fevereiro e tem previsão de conclusão no dia 31 março de 2010 para os cursos com carga horária de 40 horas; e dia 14 de abril para os de 60 horas. A Senasp também divulgou a programação completa do ano de 2010: o ciclo 19 terá as inscrições abertas no dia 7 de maio, prosseguindo até o dia 11, e o ciclo 20, último do ano, será disponibilizado dia 13 de agosto, seguindo com as inscrições até o dia 17.

Fonte: Faxaju

sábado, 2 de janeiro de 2010

MJ libera dinheiro para pagamento do Bolsa Formação

Brasília, 31/12/09 (MJ) - O Ministério da Justiça encaminhou à Caixa Econômica Federal o dinheiro que será repassado ao pagamento do Bolsa Formação relativo ao mês de novembro. O motivo do atraso se deve ao tempo de liberação pelo Tesouro Nacional de um crédito suplementar.

A Caixa vai depositar o dinheiro na primeira semana de janeiro nas contas dos profissionais de segurança pública que participam dos cursos de Capacitação promovidos pelo Pronasci.

Iniciado em 2008, o Bolsa Formação já beneficiou mais de 160 mil policiais civis e militares, bombeiros, agentes penitenciários e guardas municipais. Contar com o benefício, é preciso ter uma renda mensal de no máximo R$ 1.700 e realizar pelo menos um curso no prazo de doze meses, promovido pela Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública com Cidadania (Renaesp).

Como incentivo à capacitação, o servidor recebe uma bolsa de R$ 400. Em alguns estados brasileiros, esse valor chega a representar um acréscimo de 40% do salário. O primeiro estado a aderir ao projeto foi o Rio de Janeiro, com 721 inscritos. Atualmente, mais de 27 mil servidores fluminenses participam da iniciativa e contam com o acréscimo na renda.


Fonte: Ministério da Justiça

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