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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Samuel cobra reabertura do Hospital da Polícia Militar (HPM)


O deputado estadual, capitão Samuel (PSL), usou a tribuna da Casa Legislativa na manhã desta quarta-feira, 1º de novembro, para denunciar o descaso do Governo do Estado em manter fechado o Hospital da Polícia Militar (HPM), e, por deixar 50 leitos, sete Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) e equipamentos caros se acabarem por falta de uso.

O parlamentar falou ainda durante seu pronunciamento que o atual secretário de Estado da Saúde, Almeida Lima, falou que não pagaria um montante de R$ 2 milhões que o órgão deve ao HPM.

“A SES não pagou e todos os contratos que o HPM tem estão em abertos. Os leitos não estão pagos, ou seja, estão em dívidas porque a SES não repassou a verba para o HPM. Hoje o hospital está fechado e são 50 leitos que poderiam estar servindo à população e aos servidores públicos, além de 7 leitos de UTIs”, enfatizou Samuel, ressaltando que se o problema é o nome da Unidade de Saúde, que tire, pois a categoria providência um espaço para consulta clínica apenas.

“É um absurdo esses equipamentos caros estarem se acabando com ferrugem. Os centros cirúrgicos poderiam esta fazendo cirurgias e eles estão se perdendo. Portanto, espero que o Governo do Estado reveja a situação e não faça esse crime com a saúde de Sergipe e, simplesmente, deixe um hospital com tanta capacidade fechado”.

Fonte: Agência de Notícias Alese

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Atendimento no HPM pode ser aberto à população em geral

MPE fez Recomendação ao Estado para restringir aos militares


O atendimento no Hospital da Polícia Militar de Sergipe poderá deixar de ser específico aos militares e passar a beneficiar a população de um modo geral, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Isso caso o Governo do Estado atenda à Recomendação do Ministério Público Estadual (MPE), que será enviada pelos promotores da Saúde, Nilzir Soares, Antônio Forte, Fábio Viegas e Alex Maia. Foram dados 60 dias para que a unidade seja aberta e caso não haja resposta nesse prazo, não está descartada a possibilidade de uma Ação Civil Pública (ACP).

Durante coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira, 23, o promotor Antônio Forte explicou que depois de muito pesquisar e analisar, o Ministério Público entende ser possível que o HPM atenda não apenas os militares.

“Essa já é uma realidade no Rio Grande do Norte, Piauí, Ceará, em que os hospitais da polícia não têm atendimento restrito. A estrutura de hospital público no HPM é a melhor do Estado. São cinco leitos de UTIs com todos os equipamentos modernos, 20 leitos de enfermaria, três centros cirúrgicos com aparelhagem nova, inclusive arco cirúrgico, laboratório completo, máquina de Raio- X moderna, salas de isolamento, sem contar com um corpo técnico muito qualificado, com profissionais experientes em todas as especializações. O HPM não pode ficar restrito a um público alvo, sobretudo com a atual conjuntura com a saúde difícil, com superlotação no Huse. O Governo do Estado têm que colocar o hospital para atender a toda sociedade”, destaca o promotor Antônio Forte.

Sub-utilizado

Antônio Forte ressaltou que atualmente a unidade não vem sendo utilizada nem por policiais militares. “Na época em que o HPM foi criado há mais de 30 anos, era voltado para os policiais militares para que não tivessem contato com civis nos hospitais públicos, mas hoje a grande maioria têm Ipes e Unimed e procuram hospitais particulares. O Hospital da Polícia Militar é sub-utilizado, não tem a eficiência e a efetividade que tem que ter, é mantido pelo Estado, mas não tem finalidade social, apesar da estrutura e do corpo técnico qualificadíssimo em virtude de concurso”, lamenta.

Reclamações

O promotor Fábio Viegas ressaltou que os próprios militares reclamam que não têm atendimento no HPM. "O HPM tem uma estrutura sólida, além disso, houve uma efetiva conservação de todo o mobiliário que lá existe, eles são muito organizados, mas hoje os militares reclamam que não tem acesso, não por culpa dos gestores, mas porque não há condições técnicas-financeiras para administrar. Em audiências aqui no MPE foi dito que havia inclemento de recursos que foram diminuíndo e hoje corresponde a 85 mil reais por mês, além do convênio com o Ipes. Por conta dessa sub-utilização, é que desde 2013 nós estamos na iminência de verificar uma destinação eficiente para aquele hospital e a gente entende que o Estado vai dar essa destinação que será uma grande vitória para a população sergipana", completa.

Legislação

Segundo o promotor Alex Maia, o Ministério Público esbarrava em um argumento legal de que o HPM era destinado aos bombeiros e policiais militares, que caiu por conta do levantamento feito por Antônio Forte. "O colega fez um trabalho exaustivo, de resgate histórico, foi atrás da lei, do edital do concurso e verificou que esse argumento não se sustenta e que há interesse que o hospital fique lá sub-utilizado como nós constatamos, o TCE e a Controladoria Geral do Estado constataram. E qual a repercussão disso no ponto de vista prático: não precisa ir atrás disso na Assembleia. Aqui não é só um argumento de aplicadores de direito, é fato: o HPM já trabalhou portas abertas para o SUS até 2006 e recentemente o próprio HPM fez proposta para novo credenciamento para atender civis. Eles atendem conforme as pretensões do hospital”, explica.

Aldaci de Souza

Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Sindimed denuncia inutilização de leitos do HPM

Sindicato sugere que hospital contrate mais profissionais

Hospital da Polícia Militar. Foto Arquivo Portal Infonet

O Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed) denuncia que os leitos do Hospital da Polícia Militar (HPM) estão sem utilização. A informação do órgão sindical é que outras unidades de saúde estão sendo contratadas para prestar serviços que não são ofertados pelo hospital, e que é necessária a contratação de profissionais para atender a demanda de internamentos.

“A gestão optou por contratar serviços por fora, como leitos no Cirurgia, Santa Izabel, São José, além de contratos com o Renascença e o Primavera. Preferiram desativar os próprios serviços para contratar em outros locais”, afirma o presidente do Sindimed, João Augusto Albuquerque.

Ainda segundo João Augusto, o questionamento que o sindicato faz não é com relação à ampliação do leque de serviços oferecidos, e sim a falta de atuação nos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A ideia do presidente do sindicato é que o HPM torne-se um hospital do servidor público estadual. “Seria ótimo para o servidor e para o Serviço único de Saúde (SUS), pois desafogaria uma grande parcela”, relata.

O presidente ainda conta que, quando há internamento no HPM, este só ocorre de modo extraoficial, de maneira que, quando um paciente fica mais grave, fica internado e depois é transferido.

HPM

De acordo com o tenente-coronel Paulo César Paiva, chefe da 5ª Seção da Polícia Militar (PM), a situação declarada pelo sindicato já é pré-existente. Ele explica que o HPM é um hospital de média complexidade e que, por isso, a lei não exige que haja UTI.

“O hospital não é de portas abertas, ele foi criado para atender policiais, familiares e membros da segurança pública. E a finalidade do HPM é de atendimento ambulatorial”, relata, acrescentando que existe um convênio com o Instituto de Promoção e de Assistência à Saúde de Servidores do Estado de Sergipe (Ipesaúde) para casos de emergência.

Monique Garcez

Fonte: Portal Infonet

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Diretora da Papuda diz que Prisco não tem requisitos para permanecer em presídio federal

Indeferimento tem por base o fato da prisão de Prisco não preencher requisitos legais


A Diretora do Sistema Penitenciário Federal, em Brasília, Diana Calazans Mann, oficiou o juiz federal Antônio Oswaldo Scarpa, da 17ª Vara Federal, que indeferiu relaxamento de prisão do vereador e soldado Marco Prisco, sobre a impossibilidade de manutenção de vereador em Presídio Federal, segundo informações da Aspra (Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares no Estado da Bahia).

O indeferimento da diretoria, que tem por base o fato de a prisão do vereador não preencher requisitos legais para manutenção dele em presídios federais, foi encaminhado à Justiça antes de Prisco passar mal e ser internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital de Base, em Brasília. 

Segundo documento formulado pela diretora prisional, a situação fática retratada no pedido de inclusão não comprova existência de nenhum dos referidos quesitos.

(...) O preso em questão não é membro de organização criminosa, não praticou de crimes violentos ou mediante grave ameaça. 

O desembargador do Tribunal Regional Federal da Primeira Região, relator convocado Carlos Augusto Pires Brandão, deferiu o pedido dos advogados da Aspra (Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares no Estado da Bahia), e desbloqueou as contas das entidades de classe que participaram dos movimentos reivindicatórios de 2012 e 2014, esta semana.

Na decisão judicial, Brandão citou o movimento paredista.

— A cessão do citado movimento paredista esvazia, no presente momento, o objeto da medida deferida, que, como visto visava à preservação da ordem pública então abalada pela ação de grupos de policiais militares.

O coordenador da Aspra, Fábio Brito, defende que, com base na própria sentença do desembargador, inexiste de motivo para a manutenção da prisão do edil já que o próprio relator do TRF (Tribunal Regional Federal), se manifestou no sentido de reestabelecimento da ordem pública.

Prisão

Prisco foi preso no dia 18 de abril, a pedido do MPF-BA (Ministério Público Federal da Bahia). O pedido de prisão preventiva ajuizado pelo MPF foi concedido pela Justiça Federal em 15 e a prisão foi realizada pela PF (Polícia Federal), com o auxílio da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e Aeronáutica em um resort em Costa do Sauípe, no Litoral Norte.

Fonte: Portal R7 News

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Especial Aspra: O futuro do hospital da Polícia Militar (HPM). A atuação da Aspra, do Ministério Público Estadual, do Capitão Samuel e demais lideranças políticas do Estado

Deputado federal André Moura, senador Eduardo Amorim, deputados estaduais Capitão Samuel, Gilson Andrade e Venâncio Fonseca reunidos em frente ao Hospital Militar para conhecer instalações.

Da esquerda para a direita, respectivamente, Gilson Andrade, Coronel Licoln, Venâncio Fonseca, Eduardo Amorim, André Moura e Capitão Samuel

Visitando o Hospital da Polícia Militar com o senador Eduardo Amorim e os deputados estaduais Capitão Samuel e Gilson Andrade para conhecer a situação atual. Reunidos com o diretor geral, Coronel Lincoln, foi nos dito que a capacidade é de 65 leitos e apenas 25 estão em uso. Além disso o HPM recebe somente 100 mil/mês do Governo do Estado, quando são precisos 300 mil/mês para gerí-lo.

Texto retirado do Portal Faxaju 

Amorim: Não podemos aceitar não se fazer nada pelo HPM - 30/01/2014

Na manhã desta quinta-feira (30), o senador Eduardo Amorim (PSC), acompanhado dos deputados estaduais Capitão Samuel, Gilson Andrade e Venâncio Fonseca, e também do deputado federal André Moura, realizou visita ao Hospital da Polícia Militar (HPM). Prosseguindo com a série de fiscalizações que vem fazendo às unidades de saúde do Estado, Eduardo conferiu de perto a atual situação do hospital que serve a uma das categorias que compõe o quadro de servidores estaduais.

“O HPM existe para atender a demanda dos policiais sergipanos. E se o governo não cuidar bem nem de seus servidores, imagine se haverá alguma preocupação com a população sergipana?”, questionou o senador, que já havia identificado a incapacidade governamental na gestão de saúde. Nossa saúde está mesmo na UTI. São situações que levaram o Ministério Público pedir intervenção federal na saúde sergipana. E por isso convocaremos a Comissão de Saúde do Senado para realizar uma visita a Sergipe também, disse Eduardo.

Quanto a situação do HPM, Eduardo Amorim e sua comitiva puderam constatar que o hospital, apesar da boa estrutura física que possui, não está funcionando em sua plenitude porque há falta de prioridade por parte do governo. “Como ficamos sabendo nesta visita, o custeio, que são os recursos para o funcionamento do local, caíram de cerca de R$ 500 mil em 2006 para apenas R$ 100 mil por mês atualmente. Isso é um absurdo sem tamanho, ainda mais quando o HPM, que já foi referência não só para a família militar, mas também para os demais servidores, através do IPES, opera abaixo de sua capacidade, enquanto os outros hospitais estão superlotados. Isso é falta de gestão”, avaliou o senador.

Solução para os problemas

Realizando apenas cirurgias eletivas de baixa complexidade, com a sua UTI desativada há mais de um ano e com o número de servidores, atualmente em cerca de 290, decaindo a cada ano por conta de aposentadorias, o HPM necessita de uma atenção emergencial por parte do Governo do Estado.

Mas, enquanto essa ação efetiva não chega, o senador Eduardo Amorim, acompanhado do deputado André Moura, propuseram ao Coronel Lincoln, diretor geral do HPM, a busca de solução para o problema em Brasília, através da luta por recursos através do orçamento da União. “O que precisamos agora é uma justificativa plausível, que possamos levar até os ministérios, de forma a conseguirmos os recursos”, disse Eduardo ao avaliar uma lista de necessidades do HPM que lhe foi apresentada para o diretor.

Dentre as possibilidades para fazer com que o HPM volte a ser uma unidade referencial em saúde, está a compra desde equipamentos simples, como cama e suporte para soro, por exemplo, até de maquinário para modernizar o laboratório. Dessa forma, tanto André como Eduardo se comprometeram a abraçar a causa do HPM em Brasília. “Temos até o dia 12 de fevereiro para apresentar as demandas. Estando tudo certo, vamos correr atrás desses recursos. O que não podemos é ver que o governo não faz nada pelo HPM e ficarmos de braços cruzados. Um hospital que já salvou a vida de tantos sergipanos precisa agora de nossa ajuda. E é isso o que faremos”, finalizou Eduardo Amorim.

Leia também: 

Senador Eduardo Amorim quer mais equipamentos para o HPM
04/11/2011

Fonte: Página Oficial no Facebook do Deputado Federal André Moura/Faxaju

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O papel desempenhado pela Aspra Sergipe

Nota do Blog da Aspra: Em 23 de abril de 2013, em matéria publicada no Portal Infonet, o falecido Governador Marcelo Déda havia sugerido dois caminhos para "salvar" o HPM: um deles seria a possibilidade de transformar a unidade em hospital geral com atendimento a todos os usuários que recebem assistência do Sistema Único de Saúde (SUS). E a outra seria restringir o atendimento ao servidor público, deixando que Instituto de Previdência dos Servidores (IPES) mantivesse o hospital. 

O Sindicato dos Médicos do Estado de Sergipe (Sindmed) denunciou, em 15 de outubro de 2013, que poderia haver o fechamento da unidade de pronto atendimento do hospital aos servidores públicos que possuíam Ipesaúde, entrementes o Ipesaúde afirmou que o que estava acontecendo era o aumento de convênios com hospitais e clínicas particulares, ficando a cargo do servidor público escolher onde quereria ser atendido. Clique nos links abaixo e leiam as matérias completas:
Sindmed teme fechamento de atendimento no HPM
15/10/2013

Situação do hospital da Polícia é indefinida
23/01/2013
A segunda ideia, de transformá-lo em hospital do servidor público, foi defendida pelos servidores públicos civis da instituição e pelo Sindicato da Polícia Civil (Sinpol) em reunião realizada no dia 17 de fevereiro de 2012. Clique na matéria e leia:

Servidores civis do HPM vão realizar mobilização após Carnaval:
17/02/2014
http://www.asprasergipe.com/2012/02/servidores-civis-do-hpm-vao-realizar.html
A Diretoria da Aspra Sergipe sempre esteve ciente dos problemas da unidade hospitalar, e sempre solicitamos apoio do deputado estadual Capitão Samuel no tocante a cobrar, de quem era de dever, a resolução dos problemas daquela unidade. Solicitamos também reuniões, por duas vezes, com o diretor do hospital. Confira aqui:
Diretoria do HPM quer discutir problemas do hospital com associações:
01/06/2012
Além das reuniões e solicitações de intervenção do Capitão Samuel, participamos da 2º Semana de Saúde e o 1º Seminário sobre Saúde Mental dos trabalhadores da Segurança Pública do Estado de Sergipe:
O presidente da Asprase, sargento Araújo, e o presidente da ASSPM, sargento Prado, prestigiaram a abertura do evento atendendo a convite do sargento Bispo, um dos organizadores do encontro. Também compareceram representantes da Associação Beneficente e o deputado estadual eleito Capitão Samuel. A presença de lideranças da classe foi destacada pelo sargento Bispo, que considera imprescindível o apoio destas entidades para a consecução de uma nova política de saúde preventiva voltada para os servidores da segurança pública no Estado, em especial dos militares. 

Semana de Saúde é aberta no HPM
25/10/2010

Seminário sobre saúde mental dos trabalhadores da Segurança Pública será realizado em Aracaju
13/08/2009

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A Atuação do Deputado Estadual Capitão Samuel

No começo do seu mandato, o deputado Capitão Samuel intercedeu a favor dos servidores civis do Hospital, que estavam em situação jurídica irregular, pois não se sabia quais seriam seus órgãos de origem, e cujos vencimentos não eram equiparados a servidores de mesma função em outras secretarias; além disso, não há planos de cargos e salários para alguns servidores, conforme mostrou o Portal Infonet, em matéria de 14 de junho de 2010, oportunidade esta que os servidores realizaram paralisação cobrando o PCS e gratificações escalonadas nos salários. Em discurso na Alese, o Capitão Samuel denunciou a situação irregular e cobrou do governo do Estado solução. Duas matérias jornalísticas de 24 de maio de 2011 comprovam:

Foto do Capitão Samuel, tirada no dia, retirada do site Agência Alese
A cobrança aconteceu hoje, 24/05/2011, numa sessão acompanhada por servidores estaduais em greve. O parlamentar disse que não conseguia entender o fato de alguns funcionários do hospital não receberem o mesmo salário pago aos servidores da mesma função em outros órgãos. “Há servidores que não sabem a que órgão pertencem. São como filhos enjeitados, sem direitos. Não ganham (salários) pela Secretaria de Segurança Pública, nem pela Polícia Militar e nem pela Fundação de Saúde”, observou capitão Samuel, que lamentou o fato da categoria ter chegado a essa situação.

Capitão Samuel cobra do governo solução para os servidores do HPM
24/05/2011
http://www.asprasergipe.com/2011/05/capitao-samuel-cobra-do-governo-solucao.html

Capitão Samuel diz: "Funcionários do HPM são filhos enjeitados
24/05/2011
http://www.asprasergipe.com/2011/05/capitao-samuel-diz-funcionarios-do-hpm.html
Em março do ano passado (2013) o Capitão Samuel, em pronunciamento no grande expediente da Alese, denunciou o atraso nos repasses do Ipesaúde para o HPM, além da desativação das UTIs. Segue a matéria completa e trecho do pronunciamento:
Samuel criticou a forma que estava sendo gerido o hospital e disse que o atraso nos repasses para o órgão piorou o problema. “A forma de relação do HPM e o IPES Sáude deveria ser outra, por que dá forma que estava não dava. O Ipes atrasando os pagamentos para o HPM, porém o Ipes não atrasa o pagamento para os hospitais da rede privada”, criticou o parlamentar. O deputado lamenta a desativação da UTI do Hospital da Polícia Militar e alerta sobre os gastos que o Estado terá para reativar a unidade em questão. “Agora estamos com uma UTI que estava em pleno funcionamento, fechada, e que para voltar a funcionar talvez tenha que gastar milhões. O Comandante Geral da Corporação decidiu fechar por não ter condições financeiras de manter ativada e não ter tido o apoio devido do Presidente do IPES, assim como por ter dificuldades de manter um bom diálogo com os órgãos responsáveis”, finalizou Samuel.

Capitão Samuel critica desativação da UTI do HPM
12/03/2013
http://www.asprasergipe.com/2013/03/capitao-samuel-critica-desativacao-da.html
Ainda em abril do mesmo ano, a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe, formada pelos deputados Angélica Guimarães, Capitão Samuel, Gilson Andrade, Pastor Antonio dos Santos, Maria Mendonça e Venâncio Fonseca, esteve em reunião com o diretor da unidade, Coronel Licoln, e  ele explicou os motivos para desativação da uti e o porquê da situação financeira precária da unidade. Texto mais importante dessa matéria, leitura obrigatória:

Capitão Samuel, acompanhando dos demais representantes da Comissão de Saúde da Alese, vistoriando as instalações do local
“O hospital está precisando de recursos e priorizar o atendimento aos pacientes do SUS para servir de suporte ao Huse. Plenamente poderia servir à questão da ortopedia, um dos gargalos do Huse. O hospital é viável, a estrutura física é boa, tem equipamentes, quem possa gerenciar, mas faltam recursos e faltam por incrível que pareça, pacientes. Temos apenas 20% da capacidade instalada porque hoje o HPM atende exclusivamente ao pessoal do Ipesaúde e a maioria deles vem para o Pronto-socorro e têm o direito de optar onde ficam internados, nos hospitais particulares”, ressalta a presidente da Assembleia Legislativa, Angélica Nascimento.

HPM chega ao fundo do poço e deve fechar em poucos dias
09/04/2013
http://www.asprasergipe.com/2013/04/hpm-chega-fundo-do-poco-e-deve-fechar.html
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A atuação do Ministério Público Estadual

O MPE tem sido peça fundamental na luta pela manutenção dos serviços do HPM, especialmente a atuação da Promotora Euza Missano, que intempestivamente tem solicitado audiências públicas e entrado com ações judiciais.  Várias matérias foram publicadas, de 2011 até 2013, no blog da Aspra Sergipe. Alguns dos links seguem abaixo:

Promotora do Ministério Público Estadual, Euza Missano

Justiça Sergipana defere liminar contra IpeSaúde
08/03/2012
De acordo com documento assinado pela promotora Euza Missano, várias denúncias feitas em 2011 levaram à constatação de que, apesar de contar com serviço de pronto-atendimento pediátrico, o Ipesaúde possui apenas cinco leitos para casos de baixa complexidade clínica. Localizados no Hospital da Polícia Militar – as vagas teriam sido garantidas apenas depois de um compromisso firmado no MPE.
http://www.asprasergipe.com/2012/03/justica-sergipana-defere-liminar-contra.html

HPM passa por dificuldade financeira por falta de pagamento
22/05/2012
De acordo com o diretor do HPM, Ten. Cel. Lincoln, os problemas giram em torno da falta de repasse de verba pública para o hospital. Segundo ele a Fundação Hospitalar da Saúde e o Ipesaúde devem um Milhão de reais ao hospital.

Ainda segundo o tenente, a verba que seria repassada ao HPM seria de R$200 mil, mas somente R$ 100 mil, 50% do valor, foi pago este ano. Contudo, explica que as despesas correntes do hospital são de R$ 200 Mil, uma vez que atende policiais militares, servidores do estado conveniados com o Ipesaúde e policias civis.

http://www.asprasergipe.com/2012/05/hpm-passa-por-dificuldades-por-falta-de.html
http://www.asprasergipe.com/2011/09/situacao-da-uti-do-hpm-e-discutida-em.html

Ministério Público Federal ajuiza ação contra Hospital da Polícia Militar
04/10/2012
Segundo a promotora Euza Missano, desde 2011 foram detectadas irregularidades no hospital. “A capacidade instalada do HPM é de 70 leitos de enfermaria mais seis leitos de UTI. Apenas três leitos de UTI estavam funcionando e 50% da capacidade das enfermarias também por falta de equipamentos e equipes multiprofissionais”, explicou.
http://www.asprasergipe.com/2012/10/mpf-ajuiza-acao-contra-hospital-da.html
http://www.asprasergipe.com/2013/01/hpm-mpe-pede-posicao-da-justica-para.html

Estado terá que regulariza UTI do HPM sob pena de multa
15/03/2013
“Defiro Parcialmente o pedido liminar, a fim de determinar, dentro de critérios de razoabilidade, inclusive com arbitramento de multa pecuniária visando resguardar o respeito e cumprimento do decisum, que o requerido providencie: O funcionamento, no prazo de sessenta dias, dos seis leitos da Unidade de Terapia Intensiva do HPM, ativando a capacidade instalada informada pelos gestores; a contratação de enfermeiros, médico e técnicos em enfermagem, mediante concurso público; a formação de uma comissão de Controle de Infecção Hospitalar, no prazo máximo de 30 dias; correção das irregularidades encontradas pela vigilância sanitária e instalação de quarto de isolamento na pediatria, em 60 dias; contratação imediata de médicos diaristas especialista em medicina intensiva; sala de recuperação anestésica, dentre outras correções".
http://www.asprasergipe.com/2013/03/estado-tera-que-regularizar-uti-do-hpm.html

terça-feira, 23 de abril de 2013

Situação do Hospital da Polícia ainda é indefinida

A unidade de saúde poderá fechar a qualquer momento

Por enquanto, ainda não há uma definição quanto ao que vai ser feito com o Hospital da Polícia Militar (HPM). Uma reunião realizada nesta segunda-feira, 22, com o Comando da Polícia Militar (PM), o presidente do Ipesaúde, Guilherme Rebouças e representantes do governo discutiu sobre a situação da unidade de saúde que atualmente passa por uma crise e pode fechar as portas a qualquer momento.
 
De acordo com o comandante da Polícia Militar, Mauricio Iunes, essa foi uma reunião inicial. “Foi uma reunião comum, mas ainda não teve nenhuma decisão. Estamos conversando e só vamos divulgar quando tivermos algo definido sobre o assunto, o que deve acontecer nos próximos dias”, conta o comandante.
 
O hospital poderá fechar em menos de um mês segundo garante o diretor geral da unidade, Lincoln Marcelo Veras, sendo que a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) já está fechada desde o último dia 15 de março.
 
Em recente entrevista concedida por Marcelo Déda ao Portal Infonet sobre a questão, o governador diz que acredita em duas alternativas para ‘salvar’ o HPM: Uma delas seria a possibilidade de transformar a unidade em hospital geral com atendimento a todos os usuários que recebem assistência do Sistema Único de Saúde (SUS). E a outra seria restringir o atendimento ao servidor público, deixando que Instituto de Previdência dos Servidores (IPES) mantenha o hospital.
 
Por Aisla Vasconcelos
 
Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 9 de abril de 2013

HPM chega a fundo do poço e deve fechar em poucos dias

Deputados visitaram a unidade e constataram o caos


O Hospital da Polícia Militar de Sergipe (HPM) pode fechar as portas em menos de um mês. A notícia foi dada na manhã desta terça-feira, 9, pelo diretor geral da unidade, Lincoln Marcelo Veras aos seis deputados da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa: Gilson Andrade (PTC), Angélica Guimarães (PSC), Pastor Antônio dos Santos (PSC), capitão Samuel Barreto (PSD), Maria Mendonça e Venâncio Fonseca (PP).


Após a reunião, os parlamentares fizeram uma inspeção pelas dependência do HPM, cuja Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), está fechada desde o último dia 15 de março. Eles constataram que o hospital possui uma boa estrutura para atender não apenas militares e servidores do Ipesaúde, mas os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), principalmente no que se refere à realização de cirurgias.

“O hospital está precisando de recursos e priorizar o atendimento aos pacientes do SUS para servir de suporte ao Huse. Plenamente poderia servir à questão da ortopedia, um dos gargalos do Huse. O hospital é viável, a estrutura física é boa, tem equipamentes, quem possa gerenciar, mas faltam recursos e faltam por incrível que pareça, pacientes. Temos apenas 20% da capacidade instalada porque hoje o HPM atende exclusivamente ao pessoal do Ipesaúde e a maioria deles vem para o Pronto-socorro e têm o direito de optar onde ficam internados, nos hospitais particulares”, ressalta a presidente da Assembleia Legislativa, Angélica Nascimento.


Ela completou ser “necessário que o Governo do Estado envie mais recursos. É preciso redimensionar a questão dos leitos. Temos aqui leitos vazios, apenas 20% da capacidade instalada”.

O presidente da Comissão de Saúde da Assembleia, deputado Gilson Andrade, destacou a importância de uma reunião urgente com o governador Marcelo Déda (PT).

“Nós vamos urgentemente agendar uma reunião com o governador do Estado, para que as medidas possam ser tomadas para impedir o fechamento do hospital. A UTI já está fechada e acredito que se não houver uma questão política por parte do Governo do Estado, o hospital vai realmente fechar as portas em poucos dias”, teme.

Gilson Andrade lembrou que o hospital está funcionando com um débito muito grande e uma estrutura adequada para prestar um atendimento de qualidade. “A população não está sendo assistida, tem três salas de cirurgia e não se faz uma sequer. Tem 60 leitos e apenas quatro são ocupados diariamente. Um hospital com uma estrutura dessas e não está atendendo a comunidade militar e nem civil. Vários pacientes nas filas aguardando por meses uma cirurgia, e um hospital com uma estrutura dessas e não está atendendo, principalmente quando a população clama por internamento. Sem investimento, sem dinheiro, sem aporte financeiro, como a UTI e o hospital vão funcionar”, enaltece.

Exaustão

O diretor do HPM, coronel Lincoln Marcelo fez questão de deixar claro já ter chegado a uma situação de exaustão.

“O Hospital da Polícia nesse momento passa por uma decisão de Governo. Os meios administrativos já foram exauridos. Eu acho que o Estado de Sergipe e o país inteiro necessita de uma política de saúde mais efetiva, não tenho dúvida disso”, diz.

Indagado pela reportagem do Portal Infonet sobre uma liminar concedida pela Juíza Sebna Simião da Rocha, da 18ª Vara Civel [que após Ação Civil Pública do Ministério Público Estadual] determinou que os seis leitos da UTI do HPM sejam reativados até o próximo daí 12 de maio, coronel Lincoln foi enfático:

 

“A questão desse prazo que se estabeleceu no MPE está indefinido. Eu não fui notificado. O texto da liminar, a decisão judicial ela não obriga o diretor do HPM, nem o comandante geral e secretário de segurança a abrir a UTI”.

E sobre a contratação de novos profissionais até 12 de abril, sob pena de pagar uma multa diária e R$ 5 mil no caso do não cumprimento da decisão, o diretor do HPM afirmou que os servidores são da administração direta.“Com isso, não posso contratar, eu só posso concursar. Somente poderia fazer uma contratação emergencial que estaria acompanhada de um edital de concurso público já estabelecido, aí eu teria dois anos pra fazer o edital do concurso”, destaca.

Ele informou ainda que o custo para a manutenção do hospital é de R$ 260 mil, sem contar com cerca de R$ 300 mil de insumos. “Não tem mais como segurar, já fui ao Tribunal de Contas, à Procuradoria. Espero que o Governo do Estado se sensibilize e que tome medidas urgentes para não permitir que o hospital funcione só por mais alguns dias”, finaliza. 

Aldaci de Souza 

Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 12 de março de 2013

Capitão Samuel critica a desativação da UTI do HPM

No grande expediente dessa terça-feira, 12, o deputado estadual Capitão Samuel (PSL), direcionou o seu pronunciamento para uma manchete jornalística veiculada hoje com o título: “Hospital da PM vai desativar UTI”.
“No dia de hoje nos deparamos com uma discussão em torno da desativação da UTI do Hospital da Polícia Militar de Sergipe, conhecido como HPM. Eu já havia feito pronunciamentos aqui alertando o Governo do Estado, alertando a Secretaria de Saúde, alertando até a população. Nós estamos passando por um problema muito sério na Saúde Pública do Estado e nós temos um hospital que é de médio porte e da forma que estava sendo conduzido e as negociações em manter aquele hospital, aquele hospital iria fechar, esse é o primeiro passo concreto daquilo que eu havia dito aqui na Assembleia”, lembrou Samuel Barreto.
Segundo Samuel, devido aos problemas vivenciados com a Saúde Pública no Estado, esse não é o momento para fechar portas de hospitais. “Nós não estamos num momento de falar em fechar hospitais, mas de colocar para funcionar aqueles que estão fechados”, declara o capitão.
Samuel criticou a forma que estava sendo gerido o hospital e disse que o atraso nos repasses para o órgão piorou o problema. “A forma de relação do HPM e o IPES Sáude deveria ser outra, por que dá forma que estava não dava. O Ipes atrasando os pagamentos para o HPM, porém o Ipes não atrasa o pagamento para os hospitais da rede privada”, criticou o parlamentar.
O deputado lamenta a desativação da UTI do Hospital da Polícia Militar e alerta sobre os gastos que o Estado terá para reativar a unidade em questão. “Agora estamos com uma UTI que estava em pleno funcionamento, fechada, e que para voltar a funcionar talvez tenha que gastar milhões. O Comandante Geral da Corporação decidiu fechar por não ter condições financeiras de manter ativada e não ter tido o apoio devido do Presidente do IPES, assim como por ter dificuldades de manter um bom diálogo com os órgãos responsáveis”, finalizou Samuel.

Assessoria Parlamentar (Chris Brota)

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

MPF ajuíza ação contra Hospital da Polícia Militar

Hospital terá 60 dias para se adequar às exigências de atendimento

Nesta quarta-feira, 03, o Hospital da Polícia Militar (HPM) recebeu ajuização de uma ação civil do Ministério Público Federal em Sergipe. Na discussão, a qualidade dos serviços prestados aos contribuintes do IPESaúde que está com baixa nos funcionários e leitos sem funcionamento.

Segundo a promotora Euza Missano, desde 2011 foram detectadas irregularidades no hospital. “A capacidade instalada do HPM é de 70 leitos de enfermaria mais seis leitos de UTI. Apenas três leitos de UTI estavam funcionando e 50% da capacidade das enfermarias também por falta de equipamentos e equipes multiprofissionais”, explicou.

Dentre as recomendações estão a contratação de funcionários, reestabelecimento das enfermarias e UTIs. “O MPE pede, em um prazo de 60 dias, o funcionamento dos seis leitos da UTI, a contratação de equipe para fazer essa assistência, a ativação da capacidade total de enfermaria e correção das inadequações como o controle de infecção hospitalar e o serviço de farmácia (não tem farmacêutico na farmácia)”, concluiu.

Caso haja descumprimento da liminar, a multa diária é de 10 mil reais.

Allan Andrade
Fonte: F5 News

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Samu municipal testemunha noite de caos

A proibição da circulação dos carros sem placas gerou transtornos para as equipes médicas e para os que aguradavam atendimento

Ambulâncias ficaram sem circular por prblemas na manutenção (Fotos: Arquivo Infonet)

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) passou por momentos críticos na noite da última segunda-feira, 26, depois que o secretário municipal de saúde, Silvio Santos, ordenou a retirada de circulação dos veículos de UTI móvel que estavam sem placas. A ordem partiu depois de denúncia feita pela imprensa nacional, que averiguou a irregularidade no emplacamento de várias ambulâncias em Sergipe.

Flávia Brasileiro, presidente do sindicato dos Enfermeiros de Sergipe, afirma que o problema do recolhimento das ambulâncias foi agravado pela falta de manutenção dos carros que estavam no plantão. “O plantão de ontem começou com quatro ambulâncias, mas duas quebraram durante o plantão, uma estava sem tampa no tanque de gasolina e outra teve defeito na parte elétrica do veículo, ou seja, restaram dois carros sendo que nenhum tinha serviço de UTI”, explica Flávia Brasileiro.

Flávia Brasileiro, presidente do Sindicato dos Enfermeiros

Durante o plantão algumas ocorrências graves aconteceram e o apoio do Samu estadual foi solicitado, mas ainda assim as necessidades não foram supridas. Com a situação os funcionários do Samu resolveram agir por conta própria. “Após uma terceira ocorrência os médicos reguladores resolveram tomar providências e assumiram a responsabilidade de circular com os carros mesmo sem autorização. Tomamos essa decisão porque trabalhamos com vidas e não podemos deixar de atendê-las por conta da burocracia”, comenta Samanta Bicudo, presidente do Sindicato dos Servidores do Samu.

Samanta Bicudo diz ainda que o Samu municipal conta hoje com 11 ambulâncias semi novas em oficinas aguardando reparos, ela indaga o motivo pelo qual o reparo desses veículos não é providenciado ao invés de se aguardar a resolução dos problemas na documentação dos veículos novos. Flávia Brasileiro completa que mesmo havendo problemas com o emplacamento das ambulâncias a situação não pode ser repassada. “Nós sabemos que houve erro do Ministério da Saúde em enviar as ambulâncias sem estarem regularizadas, mas nem a população e nem os profissionais podem pagar por isso”, comenta.

Samanta Bicudo reclama dos carros sem manutenção

Na manhã dessa terça-feira, 27, o secretário municipal de saúde autorizou que os carros sem emplacamento circulem para atendimento. Segundo Flávia Brasileiro, Silvio Santos reconheceu o erro da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) em não autorizar a saída dos veículos.

A reportagem da Infonet entrou em contato com a assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde e a informação é de que o secretário Silvio Santos está em reunião. O Portal Infonet continua a disposição para quaisquer esclarecimentos.

Caio Guimarães e Aldaci de Souza

Fonte: Infonet

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Situação da UTI do HPM é discutida em audiência

Na reunião também foram debatidos pontos relativos à parceria entre o HPM e o Ipes, que tem cedido médicos para o fechamento da escala plantonista do hospital da PM

George Araújo alega falta de médicos (Fotos: Portal Infonet)

A falta de leitos de UTI foi debatida no Ministério Público Estadual (MPE) na manhã dessa terça-feira, 13. A audiência foi marcada devido o não funcionamento de dois dos seis leitos disponíveis no Hospital da Polícia Militar (HPM). Na reunião também foram debatidos pontos relativos à parceria entre o HPM e o Ipes, que tem cedido médicos para o fechamento da escala plantonista do hospital da PM.

“O HPM tem hoje capacidade para seis leitos de UTI, mas principalmente por falta de pessoal e de alguns equipamentos, estamos operando com apenas quatro. Os casos prioritários são os militares ou pacientes internos que tenham piora no quadro médico”, explica o Major George Araújo, diretor administrativo do HPM. Quando indagado pela promotora Euza Maria Costa a respeito da ocorrência de mais de quatro casos que necessitem de UTI, Major George Araújo explicou que para os pacientes militares, há acompanhamento especializado. “Havendo um paciente militar e não surgindo vaga na UTI do HPM, é nomeado um médico que irá acompanhar esse caso em qualquer outra instituição pública ou privada”, comenta o diretor do HPM.

Euza Maria agendou nova audiência com representantes de vários hospitais

No que se refere à falta de médicos, o HPM já firmou um acordo com o Ipes, que concede médicos intensivistas para o HPM para cumprirem carga horária de 48h. A promotora Euza Maria Costa solicitou vistoria da Vigilância Sanitária para elaboração de relatório acerca das condições do HPM.

“A Vigilância Sanitária Municipal já fez vistoria nos leitos de UTI do HPM e constatou que está em condições de funcionamento, mas será necessária uma visita a todas as instalações do hospital, que será realizada no fim de setembro, para elaboração de relatório”, comenta a promotora. Próximo dia 29, será realizada nova audiência com representantes dos hospitais que atendem pacientes do HPM para resolver as questões relativas à falta de leitos e de profissionais.

Fonte: Infonet

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Motorista de desembargador será removido para Unidade Semi-intensiva

Para a equipe médica que acompanha o caso, o quadro clínico do motorista do desembargador Luis Mendonça apresentou evolução suficiente que justifica tal remoção

Prestes a completar um mês de internação no maior hospital do Estado, o policial militar, Jailton Batista Pereira, receberá alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e será encaminhado a um leito da Unidade Semi-intensiva. Esta informação é da assessoria de comunicação do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse).

Para a equipe médica que acompanha o caso, o quadro clínico do motorista do desembargador Luis Mendonça apresentou evolução suficiente que justifica tal remoção. Segundo o neurocirurgião Rilton Morais, nesta nova ala Jailton terá maior contato com familiares e amigos, essencial para a sua reabilitação.

Jailton Batista estava trabalhando como motorista no momento do atentado contra o presidente do Tribunal Regional Eleitoral, o desembargador Luiz Mendonça, quando foi alvejado com tiros e ficando gravemente ferido. O mesmo foi levado ao Huse e está em tratamento.

O quadro clínico

O paciente está traqueostomizado, sem nenhum sinal de infecção e com pressão arterial controlada. Ele continua respondendo a alguns estímulos de forma esporádica, mas ainda não consegue se comunicar verbalmente. Na Unidade Semi-intensiva, Jailton seguirá acompanhado de uma equipe interdisciplinar e do aparato tecnológico necessário ao seu tratamento. Apesar da melhora considerável, seu estado de saúde ainda é considerado delicado.

Fonte: Portal Infonet

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Jailton Pereira continua internado na UTI

O cabo da PM está sem sedação, respira com ajuda de aparelhos e responde a alguns estímulos do médico e da esposa, que diariamente visita o companheiro

A assessoria de comunicação do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) informa que segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em estado grave, o paciente Jailton Batista Pereira, de 41 anos, cabo da Polícia Militar (PM) que dirigia o veículo do desembargador Luiz Mendonça, e foi ferido quando do atentado sofrido pelo magistrado. Segundo a equipe médica que o acompanha, não há previsão de quando ele deixará a UTI.

Jailton é monitorado em período integral por um médico intensivista, enfermeiros, nutricionista, psicólogo e fisioterapeuta, além do acompanhamento diário de neurologista e pneumologista. Está sem sedação, respira com ajuda de aparelhos e responde a alguns estímulos do médico e da esposa, que diariamente visita o companheiro.

Fonte: Ascom/Huse

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Jailton Pereira ficará mais 15 dias internado no Huse

O cabo da PM já não está mais sendo sedado e, esporadicamente, responde aos estímulos dos profissionais que o acompanha

O cabo da Polícia Militar (PM) e motorista do desembargador Luiz Mendonça, que ficou ferido em atentado contra o magistrado no mês passado, continua apresentando melhoras. Segundo a assessoria de comunicação do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), Jailton batista Pereira, permanece em coma respirando com a ajuda de aparelhos e febril.

Contudo, o cabo da PM já não está mais sendo sedado e, esporadicamente, responde aos estímulos dos profissionais que o acompanha.

Ele está internado há 16 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não está mais sendo sedado e, esporadicamente, responde aos estímulos dos profissionais que o acompanha. De acordo com a equipe médica que o avalia, se a evolução do quadro clínico do paciente seguir no mesmo ritmo que vem sendo registrado, ele deve ficar internado por, pelo menos, mais 15 dias.

Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cabo da PM apresenta sinais de melhora, informa Huse

O nível de sedação foi reduzido e a pressão arterial já é mantida sem drogas vasoativas; porém, o motorista permanece febril e inconsciente.

A assessoria de comunicação do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) informou na manhã desta terça-feira, 24, que o paciente Jailton Batista Pereira, cabo da PM que dirigia o veículo do desembargador Luiz Mendonça, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), quando ele sofreu um atentado, continua internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Jailton já apresenta pequenos sinais de melhora. Na última segunda-feira, 23, a equipe médica que asssite ao cabo da PM divulgou que ele chegou a abrir os olhos e segurar na mão do médico quando lhe foi solicitado. Por isso a possibilidade de morte encefálica foi afastada. Ainda segundo o boletim divulgado nesta manhã, o nível de sedação foi reduzido e a pressão arterial já é mantida sem drogas vasoativas. Porém, Jailton permanece febril e inconsciente.

Fonte: Portal Infonet

domingo, 22 de agosto de 2010

Confira o último boletim médico sobre a saúde do motorista Jailton Pereira

A Fundação Hospitalar de Sergipe continua divulgando boletins médicos sobre o estado de saúde do 'Cabo Batatinha' atingido no atentado ao presidente do TRE

O estado de Jailton Batista Pereira, motorista do desembargador Luiz Mendonça, permanece grave. O paciente, de 41 anos, continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse). Jailton encontra-se em coma induzido e respirando com ajuda de aparelhos. A pressão arterial é mantida com o auxílio de medicamentos. No entanto, o paciente não apresentou qualquer intercorrência.

Jailton Batista deu entrada no Huse na última quarta-feira, 22, após ser atingido por tiros. No mesmo dia, foi submetido a uma neurocirurgia, que durou cerca de seis horas. Em seguida foi transferido para UTI.

Caso o estado de saúde do paciente sofra alterações, divulgaremos um novo boletim.

Fonte: Portal Cinform

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