Mostrando postagens com marcador sargento prado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sargento prado. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 13 de março de 2015

Caminhada contra violência percorre ruas de Aracaju

O evento foi realizado na tarde desta quinta-feira, 12

Participação de membros da Aspra. Sargento Araújo e atual presidente, Sargento Antônio Carlos, na foto. Arquivo Portal Infonet

Aconteceu na tarde desta quinta-feira, 12, uma caminhada contra a violência e em defesa dos agentes de segurança pública e da sociedade civil. Eventos conjuntos foram realizados pelo do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social Política (Fenasp) e pela Associação dos Militares de Sergipe (Amese).

De acordo com o presidente do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social Política, pastor José Carlos Vieira, o objetivo da caminhada contra a violência, o evento teve por objetivo é incentivar os agentes de segurança pública.

“O nosso objetivo é incentivar os agentes de segurança pública que continuem fazendo o seu trabalho que tem sido belíssimo, apesar de a sociedade ver de uma forma diferente, nós observamos que eles tem feito um trabalho de excelência, eles prendem os bandidos, mas a lei frouxa termina colocando esses delinquentes nas ruas”, ressalta. O presidente da Amese, sargento Jorge Vieira, explicou que depois da morte de um sargento da Polícia Militar mês passado, as associações Unidas decidiram fazer um ato nesse sentido.

“Mas ficava difícil mobilizar por ser em defesa de um policial e resolvemos fazer pela Paz em Sergipe, foi quando soubemos desse de hoje e juntamos em prol dos agentes e de toda a sociedade. A segurança pública é um direito do estado, mas também é responsabilidade de todos. Queremos chamar a atenção da sociedade que cada um pode fazer a sua parte, desde a sua conduta, ensinando os filhos e evitando que a insegurança cresça, por exemplo, quando eu me omito de denunciar um traficante que mora na minha rua, esse traficante lá na frente pode tocar em mim, ou tocar em alguém que eu amo. A sociedade em si tem a sua responsabilidade no quesito segurança”, destaca.

Sargento Prado. Foto Arquivo Portal Infonet

“A gente tá vendo que a sociedade civil é quem está organizando esse movimento em apoio à segurança pública, por isso estamos aqui agradecendo á Fenasp que está apoiando o nosso trabalho”, complementa o sargento Alexandre Prado. A caminhada contou ainda com integrantes do Sindicato dos Vigilantes das Escolas da Rede Estadual de Ensino e da Associação de Praças do Estado de Sergipe (Aspra).

Aldaci de Souza

Fonte: Portal Infonet

quinta-feira, 6 de março de 2014

Aspra Sergipe chega aos 29 anos de existência!


Hoje é um dia especial para a Aspra Sergipe. Nesta data comemoramos o aniversário de 29 anos da nossa associação. Para muitos pode parecer estranho, mas é isso mesmo: a Aspra Sergipe está completando 29 anos.

Um pouco de história

Para melhor compreensão de todos, cabe contar de forma bem resumida um pouco da nossa história. Em 06 de março de 1985, foi fundado por um grupo de sargentos e subtenentes o Clube dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar do Estado de Sergipe. Àquela época o Corpo de Bombeiros ainda fazia parte da estrutura organizacional da PMSE. Anos mais tarde o clube foi transformado em associação, passando a ser denominada de Associação dos Subtenentes e Sargentos da PMSE, nomenclatura que perdurou até 28 de dezembro de 2011, quando em assembleia geral unificada, associados da então ASSPM/SE e da extinta ASPRASE (Associação de Praças Militares de Sergipe) decidiram pela união das duas associações, transformando-as a partir daquela data em uma só entidade. Por ser a associação mais antiga, a ASSPM/SE manteve a sua personalidade jurídica e seu histórico, absorvendo a ASPRASE e recebendo dela todos os seus associados e patrimônio, e mudando sua razão social, passando a partir daquela data a denominar-se ASSOCIAÇÃO DOS PRAÇAS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES DE SERGIPE, ou simplesmente ASPRA SERGIPE, como a conhecemos hoje.

Em vez de festa, luta e trabalho

Apesar da data ser comemorativa, o dia não será de festa. O período agora é de luta. Luta pelos direitos que têm sido negados aos policiais e bombeiros militares sergipanos ao longo de décadas. Lutamos pela definição da nossa carga horária, até hoje inexistente; pela modernização de nossas leis de fixação de efetivo e de organização básica, que permitam o fluxo de carreira para todos; pela exigência de nível superior para ingresso nas duas corporações, valorizando assim a profissão do policial e bombeiro militar; pelo reajuste linear, com a reposição em nossos salários das perdas inflacionárias dos anos de 2012 e 2013; pelo tratamento igualitário no âmbito da segurança pública no Estado, garantindo-se aos PMs e bombeiros os mesmos direitos e concessões garantidos aos colegas policiais civis, inclusive equiparação salarial; lutamos enfim por estas e por tantas outras causas a nível local e a nível nacional, a exemplo da PEC 446 (ou PEC 300, como ficou mais conhecida), até hoje parada no Congresso Nacional por pura falta de vontade política para a sua aprovação.

Festa? Hoje não. Ao invés de investir em festa, nossa gestão preferiu investir em melhorias que possam ser sentidas e usufruídas por nossos associados e visitantes. Há quase sete meses à frente de nossa associação, nosso presidente, sargento Anderson Araújo, tem trabalhando com foco na melhoria de nossas instalações físicas e de nossos serviços. Temos buscado parcerias para realizar mais do que aquilo que nos permite nosso orçamento e aos poucos os resultados estão começando a aparecer. Já começamos a equipar nossas piscinas, reativamos e estamos equipando o nosso bar com novos freezers, mesas e cadeiras, instalamos um novo sistema de som ambiente distribuído em nossos quiosques, estamos dando andamento às etapas de reforma de nosso prédio administrativo, estaremos em breve realizando a pintura de nossa quadra de esportes e esperamos ainda este ano também realizarmos a reforma de nosso salão de festas e banheiros, isso sem falar no que já havia sido feito por nosso ex-presidente, sargento Prado, que reformou muros, a piscina adulto e instalou o sistema de segurança do clube, entre outras ações. Em termos de serviços, temos trabalhado para melhorar cada vez mais nosso atendimento aos nossos associados e para ampliar nossa rede de convênios e benefícios. Tudo isso com foco no crescimento e no fortalecimento da Aspra.

É desta forma que vamos comemorar a passagem dos 29 anos da Aspra Sergipe, lutando pelos direitos da classe que representamos e trabalhando pelo bem estar dos nossos associados. E como marco desta data estaremos lançando hoje nossa fan page no Facebook, disponibilizando assim para nossos associados, amigos e demais interessados, mais um canal de comunicação da Aspra Sergipe, através do qual estaremos transmitindo sempre mais informações aos nossos associados e ao público em geral.

E se Deus permitir, em 2015 estaremos comemorando de forma festiva ao lado dos nossos associados três décadas de fundação de nossa querida associação.

Parabéns Aspra Sergipe pelos seus 29 anos de existência! E a todos aqueles que são ou já foram nossos associados, e aos que fizeram e fazem parte de sua administração, nosso agradecimento por vocês fazerem parte da nossa história, ajudando a Aspra a ser o que é atualmente.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Sargento Araújo assume a presidência da Aspra Sergipe e já discute novos projetos

Na tarde da última quinta-feira, 7, o ex-presidente da Associação dos Praças Policias e Bombeiros Militares de Sergipe - Aspra/SE, sargento Alexandre Prado, surpreendeu os dirigentes e associados da entidade ao apresentar ao vice-presidente, sargento Anderson Araújo, seu pedido de renúncia do cargo que até então ocupava na associação.

O motivo que levou o sargento Prado a se afastar definitivamente da presidência da Aspra foram os problemas de saúde que o mesmo já vem enfrentando há algum tempo. Em conversa com o sargento Araújo, Prado revelou que decidiu se afastar da entidade por não ter mais condições de se dedicar totalmente a ela, decidindo então por deixar o espaço aberto para que fosse ocupado por seu vice-presidente, em quem depositou sua total confiança.

O sargento Araújo lamentou a saída do colega, principalmente pelo motivo que o levou a tomar tal decisão. Os dois já trabalhavam juntos há alguns anos, desde quando ainda faziam parte da Asprase, entidade que foi extinta após se unir com a Associação dos Subtenentes e Sargentos criando a Aspra Sergipe. Segundo Araújo, o sargento Prado teve um papel muito importante para o surgimento da Aspra e a melhor forma de fazer com que seu trabalho não tenha sido em vão é promover o crescimento da associação.

Reuniões de trabalho marcam a primeira semana do sargento Araújo à frente da Aspra

Em consequência da renúncia do sargento Prado, desde o dia 8 de agosto que o sargento Araújo vem respondendo pela presidência da Aspra, conforme preceituam o Estatuto Social e o Regimento Interno da associação, e nesta semana o novo presidente já deu início às conversas visando definir os novos rumos da entidade.

Na segunda-feira Araújo se reuniu com os colaboradores da Aspra, transmitindo as primeiras recomendações e ouvindo também as opiniões da cada um. "A impressão que tive foi a melhor possível, pois o pessoal parece bastante motivado e disposto a abraçar as ideias apresentadas, mesmo porque mostrei para eles que as melhorias que eles desejam passam por uma melhoria da própria Aspra, e eles entenderam o recado", disse o presidente.

Na terça-feira a conversa foi com os diretores e conselheiros da Aspra. No encontro os dirigentes apreciaram o pedido de renúncia do sargento Prado e formalizaram a efetivação do sargento Araújo como novo presidente da associação. Além disso, foram discutidas as primeiras ideias que a nova gestão pretende colocar em prática o quanto antes visando dar mais visibilidade e credibilidade à Aspra Sergipe, e promovendo consequentemente o crescimento da associação. De acordo com o sargento Araújo não há tempo para sentar e pensar, o momento é de agir. "Da mesma forma que os colaboradores, os diretores e conselheiros que estiveram na reunião também se mostraram dispostos a contribuir para a construção de uma nova Aspra. Essa será minha missão e espero concluí-la com êxito", disse animado o sargento Araújo.

O presidente ainda afirmou que as novidades na Aspra começarão a aparecer em breve. "Não posso revelar muita coisa neste momento, mas estou certo de que nossos associados ficarão satisfeitos com as novas ações que serão realizadas. O que posso adiantar é que, entre outras coisas, pretendemos explorar melhor o excelente trabalho do nosso setor jurídico, principalmente na defesa dos direitos dos praças, realizar melhorias nas instalações do nosso clube e promover momentos agradáveis de convívio entre nossos associados", finalizou o presidente.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Sargento Prado afasta-se da Presidência da ASPRA

Sargento Prado entrega ofício a Sargento Araújo, vice-presidente da ASPRA, e solicita afastamento da presidência da entidade. Assume a presidência Sargento Araújo.

Por motivos de saúde, o Sargento Prado ficou impossibilitado de continuar no comando da entidade. A Diretoria da ASPRA agradece os serviços prestados, a dedicação e compromisso. Desejamos melhoras, e que retorne o mais rápido possível as suas funções

Fonte: Diretoria de Comunicação da ASPRA

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Governador em exercício recebe associações militares a pedido do deputado Capitão Samuel

 Presidente da Aspra, Sargento Prado, esteve presente

Na manhã desta quarta-feira, 03, o governador em exercício, Jackson Barreto (PMDB) , recebeu no Palácio dos Despachos , as associações militares do Estado de Sergipe, além do deputado estadual Capitão Samuel (PSL), solicitante da reunião.

As associações militares lá representadas pelos presidentes da Assomise, Major Adriano Reis, Edna, vice- presidente da Assimusep, Cabo Bezerra, presidente da Associação de Cabos e Soldados, Sargento Prado, presidente da Aspra, assim como Alberto Almeida representante dos Bombeiros de Sergipe.

O objetivo das associações foi que o Governo do Estado encaminhe os projetos que alteram a legislação e reestruturam a Polícia Militar e o Bombeiro Militar de Sergipe para a Assembleia Legislativa, no que diz respeito à lei de fixação de efetivo, a lei de organização básica (LOB), concurso para a Polícia Militar e Bombeiro Militar, aposentadoria e promoções dos militares que respondem processo.

O Governador em Exercício ouviu atentamente todos os questionamentos e solicitações das associações assim como as explicações do deputado estadual Capitão Samuel, que fez uma explanação geral da situação e passou a palavra para os representantes de cada associação que tiveram seu espaço para dialogar com o governador em exercício Jackson Barreto. “É uma satisfação muito grande poder de fato abrir mais esse canal de diálogo entre o Governo e as Associações militares que necessitam desse contato, necessitam serem ouvidas pelo governador e de obterem as respostas para que a nossa categoria continue avançando e progredindo”, declarou o deputado Capitão Samuel.


O governador em exercício afirmou que irá estudar, os diversos questionamentos e reivindicações das associações e que ainda esse mês será agendada outra reunião para a discussão dos pontos abordados hoje. “Nós nos encontramos hoje com as associações militares, foram colocadas na pauta diversas reivindicações, diversos pleitos, como a questão da LOB, de promoções e nós faremos uma análise, uma avaliação, vamos estudar, e dentro desse mês de julho ainda voltaremos a conversar. Vamos estudar levando em conta os interesses da polícia, os interesses do estado, e Vamos fazer uma discussão que envolva o próprio comando da Polícia, Procuradoria Geral do Estado, por que eu acho que são peças fundamentais na discussão desse documento de reivindicação”, concluiu o governador em exercício Jackson Barreto.

Assessoria Parlamentar (Chris Brota)

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Deputado defende o envio de LOB e LFE para a AL

Deputado disse que Batalhões da PM e PM atuam na ilegalidade

O deputado estadual Capitão Samuel Barreto (PSL) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, na manha da última quarta-feira, 17, para defender que o governo do Estado envie para a Casa o projeto versando sobre a Lei de Organização Básica (LOB) e a Lei de Fixação de Efetivo (LFE) que é o complemento. Samuel disse que os batalhões da PM e outros segmentos da Polícia Militar atuam dentro da ilegalidade.

Ao iniciar seu pronunciamento, e sob os olhares de representantes de várias entidades representativas da PM, Samuel Barreto disse que “essa é uma luta que travamos há muito tempo e com muita dificuldade. Aqui nesta Casa os deputados estaduais dizem sim aos projetos, aprovando nossas indicações. O governo analisa e decide se reenvia ou não”.

Em seguida, Samuel Barreto colocou que “essa é a luta de 2013 da família militar! Temos hoje a grata satisfação quando falamos do Batalhão de Caatinga, quando interior as pessoas enxergam aquele grupamento como ‘salvadores da pátria’. Eles garantem o mínimo de segurança ao povo do Sertão, mas o batalhão atua dentro da ilegalidade. É o mesmo caso do Getam e do Gati. Não existem na estrutura da PM”.

“Enquanto não for enviada a Lei de Fixação do Efetivo da PM pelo governo do Estado para esta Casa, os Batalhões de Choque e de Trânsito, por exemplo, como também o Grupo Tático Aéreo seguem ilegais. O Denarc, por exemplo, também está ilegal e foi constituído por portaria”, completou Samuel.

O deputado foi ainda mais longe e disse que o Corpo de Bombeiros inaugura todo dia vários quartéis e Batalhões pelo interior com dois bombeiros. “Um para cuidar do prédio e outro para atender o povo! São 420 homens nas ruas. Se inaugura batalhões, mas não se fala em concurso público”.

Samuel Barreto disse que já conversou com o Coronel Maurício Iunes, Comandante da Polícia Militar de Sergipe. Samuel também destacou as conversas com o chefe da Casa Civil, Silvio Santos. “A Lei está pronta na Casa Civil. Está na mesa de Silvio Santos. O governador, segundo ele, tem boa vontade. Então só falta enviar a lei para a Assembleia Legislativa legalizar essas Companhias e garantir os direitos aos policias de trabalharem dentro da legalidade”.

Insegurança

Samuel Barreto também fez um alerta para as autoridades da Segurança Pública do Estado. “Na Polícia Militar, diferente do que acontece com os professores, por exemplo, não existe progressão vertical. Um sargento fica 18 anos esperando uma promoção. Alguns movimentos estão sendo discutidos e elaborados. A turma que entrou na PM em 1984, completa 30 anos de serviço em 2014 e cerca de mil homens se aposentam”.

“Este ano ainda se aposentam 400 policiais. Não teremos policiais nas ruas! O efetivo da PM não aguenta mais pagar horas extras. É bem verdade que estão recebendo, mas eles não suportam mais a carga de trabalho. E 10% do efetivo hoje está em dispensa de saúde. Dizer que não tem dinheiro, não cola, porque dinheiro tem! Dá-se um jeito! E a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) traz um artigo onde se pode fazer concurso para suprir as vagas de aposentados”.

Associações Militares

A presença quase que unânime das associações militares de Sergipe foi decisiva para a lotação das galerias do Plenário da Assembleia Legislativa que ficou repleta de policiais e bombeiros militares interessados no Projeto de Lei que foi discutido na ocasião. A AMM (Sub tenente Jailton), a ASPRA (Sargento Prado), a ASSIMUSEP (Svetlana), Associação de Cabos e Soldados (Cabo Bezerra), Associação dos Bombeiros (Alberto), a ASSOMISE (Major Adriano Reis) através dos seus representantes compareceram ao plenário apoiando o mandato do deputado estadual Capitão Samuel. Apenas uma associação militar não compareceu nem representou seus associados no movimento em favor da aprovação do Projeto de Lei de Fixação de Efetivo dos militares sergipanos.

Fonte: Assessoria Parlamentar/Portal Infonet

Presidente da ASPRA, Sargento Prado, participa do Movimento pela Aprovação da Lei de Fixação de Efetivo

Capitão Samuel discursa para a tropa (17/04/2013)

 Presença dos presidentes da Assomise, Major Adriano Reis (camisa azul, ao centro) e do presidente da Aspra, Sargento Alexandre Prado (camisa negra, sentado alo lado do senhor de vernelho, próximo ao Major Adriano)

Capitão Samuel elogia no Twitter a presenças dos líderes, e a união da tropa em prol da categoria!


sexta-feira, 8 de março de 2013

Presidente da ASPRA participa do I Seminário Estadual "Mulheres, Segurança Pública e Direitos Humanos"

A ASPRA, na pessoa do seu presidente, Sargento Prado, participou do "I Seminário Estadual Mulheres, Segurança Pública e Direitos Humanos", realizado nos dias 05 e 06 de março de 2013 na Academia da Polícia Civil do Estado de Sergipe. Estiveram presentes o deputado estadual Capitão Samuel e a Secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki. Para saber mais sobre o evento, visite a página no Facebook da Asimusep:

Sargento Prado e a soldado PMSE Krisvânia

Sargento Prado e a Secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki

https://www.facebook.com/mariasdaseguranca.asimusep
http://www.asprasergipe.com/2013/03/i-seminario-estadual-mulheres-seguranca.html

GMA participa de Seminário Estadual sobre mulheres e Segurança Pública

Representantes do efetivo feminino da Guarda Municipal de Aracaju (GMA) participaram nos dias 5 e 6 do I Seminário Estadual Mulheres, Segurança Pública e Direitos Humanos, promovido pela Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública de Sergipe (Asimusep-SE) na Academia de Polícia Civil (Acadepol). O objetivo do evento foi fomentar a discussão a respeito da equidade de gênero e da igualdade social através dos processos de empoderamento da mulher.

Temas como violência contra mulher, história feminina na segurança pública e políticas de gênero e Direitos Humanos foram focos dos debates que envolveram, além da GMA, mulheres das Polícias Civil, Militar, Corpo de Bombeiros, Departamento de Sistema Penal (Desipe) e Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT).

De acordo com a Secretária Municipal de Defesa Social e Cidadania, Georlize Teles, o evento foi exitoso e enriquecedor, “pois trouxe falas que nos indicam uma construção diferente: a ideia de que homens e mulheres participam do mesmo espaço com respeito, com contribuições iguais e podendo dialogar”, completou. 

“Não queremos competir com os homens. Queremos que nosso espaço seja respeitado. Nós nos percebermos mulheres e somos profissionais. Não há necessidade de reproduzir os modelos equivocados. Somos mulheres e não abrimos mão disso”, destacou a secretária. 

Durante o encontro a GM Eliene participou da mesa redonda expondo um pouco sobre a mulher na GMA. “No concurso não houve vagas reservadas para mulheres, no entanto, nota-se que muitas não buscam a área de segurança, pois procuram mais atuar em setores administrativos. Em um universo de 400 guardas há apenas 62 mulheres. Na Guarda não existe distinção de sexo na área operacional, inclusive há fardas exclusivamente femininas e serão adquiridos coletes balísticos específicos para mulheres”, pontuou. Segundo Eliene, na instituição o efetivo feminino trabalha em viaturas, no setor administrativo, trânsito e ocupam cargos de chefia e coordenação. 

Secretaria Nacional no Seminário

A Secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, fez a abertura do evento, destacando os avanços relacionados ao sistema sergipano de segurança pública, a partir da valorização profissional e investimentos em equipamentos e nas carreiras. "Nós queremos a certeza da progressão na carreira e que seja igualitária, tanto para a mulher como para o homem. É importante salientar que nós mulheres desejamos igualdade de carreira, observando a nossa capacidade e dizer que não abrimos mão de trabalhar com os homens”.

Para a GM Joseane participar do seminário foi importante, porque foram expostas visões diferentes do tema. “A gente conheceu um pouco mais sobre a história da mulher na área e percebeu a evolução dessa atuação. Mas, percebe-se que ainda existem focos de discriminação. O seminário foi muito válido, pois agregou valores e expôs as lutas das mulheres pela conquista de espaço e respeito profissional”, avaliou.

Texto da GM Grazielle
Fotos da GM Pâmela

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Aspra é reconhecida como entidade de Utilidade Pública Estadual pela ALESE

Deputado Capitão Samuel foi o autor do projeto que reconheceu a Aspra como de Utilidade Pública

Na última quarta-feira, 5, a Assembleia Legislativa de Sergipe reconheceu como de Utilidade Pública Estadual a Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe (Aspra Sergipe). O autor do projeto foi o deputado estadual Capitão Samuel Barreto (PSL). Com o reconhecimento de Utilidade Pública a Aspra Sergipe passa a poder contar com diversos benefícios, entre eles a entidade pode, por exemplo, ser contemplada através do repasse de verbas de subvenção, destinadas a promover melhorias na entidade e assim atender melhor os seus associados.

Durante assembleia geral dos militares, ocorrida na quinta-feira, 6, na sede da Assomise, o presidente da Aspra Sergipe, sargento Alexandre Prado, agradeceu ao deputado Capitão Samuel pela apresentação do projeto e por sua atuação para que ele pudesse ser aprovado. Prado também fez questão de reconhecer publicamente perante os colegas ali presentes o esforço e o empenho do seu vice-presidente, sargento Anderson Araújo, que foi o responsável direto pelo início de todo esse processo quando respondia pela presidência da Aspra durante o afastamento do sargento Prado por conta das eleições municipais. "Araújo não só iniciou o processo como se empenhou para que ele chegasse à sua aprovação", afirmou Prado.

Para o sargento Araújo esse foi um passo importante para a Aspra que planeja continuar a promover melhorias em sua sede situada no conjunto Orlando Dantas, zona sul de Aracaju. "Para o ano de 2013 temos como um de nossos objetivos realizar a ampliação e reforma de nosso salão de festas, e esperamos poder contar com o apoio do Capitão Samuel nesse ideal", afirmou Araújo. Segundo o sargento Prado, o deputado já sinalizou positivamente e afirmou que irá colaborar para que sejam realizadas melhorias no Clube da Aspra.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Presidente da ASPRA convidado a participar em reunião no Rio de Janeiro. Lideranças discutem a retomada do Movimento PEC 300

Sargento Prado e demais lideranças do Rio de Janeiro


Em reunião realizada no dia 28 de novembro de 2012, quarta-feira, o Tenente Fernando Lima, líder do Movimento PEC 300 no Rio de Janeiro, convidou o presidente da Aspra, sargento Prado, para reunião com demais lideranças de associações do Rio de Janeiro para discutir pauta de lutas nacionais para o ano de 2013.
Sargento Prado passa informações sobre os movimentos reivindicatórios de Sergipe

Desmilitarização, direito de sindicalização, piso salarial nacional, direitos humanos dos policiais militares, carga horária, dentro outros assuntos, foram definidos como bandeiras de reivindicações para a categoria.

Na oportunidade Sargento Prado encontrou-se com a Deputada Janira Rocha, presidente estadual do PSOL do Rio de Janeiro. A Deputada Janira Rocha é membro da Comissão de Segurança Pública da ALERJ e a favor da aprovação de projeto de lei de iniciativa popular para tornar hediondo os crimes praticados contra trabalhadores da segurança pública.

Sargento Prado e Deputada Estadual pelo Rio de Janeiro, Janira Rocha

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Aspra pede ao Comando Geral solução para fornecimento de água mineral na PM

A Aspra Sergipe encaminhou nesta quinta-feira, 25, ofício ao Comando Geral da Polícia Militar informando acerca de problemas detectados no fornecimento de água mineral às Unidades e Subunidades da PMSE. No documento a Aspra relata os problemas detectados com o intuito de que sejam solucionados.

Segundo dirigentes da entidade foi apurado que o fornecimento de água não está sendo feito com a devida regularidade e em alguns casos, para não ficar sem água potável, os policiais militares estão abastecendo os garrafões vazios de água mineral em uma fonte natural no bairro Santa Maria, pois até mesmo a validade dos garrafões tem se tornado um empecilho para o abastecimento, já que os garrafões da PMSE tem validade até 2015 e a corporação não estaria aceitando receber em troca garrafões com validade abaixo de 2015.

Para o presidente da Aspra, sargento Alexandre Prado, as maiores preocupações são o fato de a água ser um bem essencial à vida, não podendo faltar de forma alguma para o consumo humano, e também o fato de que ao abastecer em fontes naturais os militares não sabem qual a qualidade da água que está sendo utilizada, podendo representar um risco à saúde.

A Aspra aguardará a solução do problema por parte da PMSE.

Diretores da Aspra acompanham audiência de militares acusados de motim

Dr. Sérgio Bezerra, advogado da Aspra Sergipe, passando informações aos militares

Sargento Prado, cabo Bomfim (associado Aspra), Dr. Sérgio Bezerra e sargento Araújo

Aconteceu na manhã de hoje no auditório da Auditoria Militar, no Fórum Gumersindo Bessa, audiência de instrução de mais um processo movido contra policiais militares pelo Ministério Público Militar. Neste processo dez policiais militares são acusados de suposta prática de motim, em virtude de terem se recusado a conduzir viaturas em situação irregular em janeiro do corrente ano.

A audiência foi acompanhada pelo presidente e pelo vice-presidente da Aspra Sergipe, sargentos Alexandre Prado e Anderson Araújo, respectivamente. O advogado Sérgio Bezerra, assessor jurídico da Aspra também atua no processo e passou informações aos denunciados acerca do pedido de suspeição que os advogados da defesa fariam em relação à participação do coronel PM Abner Lobo no Conselho.

O pedido dos advogados foi motivado pelo fato de que à época do fato o coronel Lobo era o chefe da 4ª Seção da PMSE (PM/4), justamente o setor responsável pela fiscalização dos contratos de locação das viaturas da corporação, fiscalização essa que não foi feita, permitindo assim que as viaturas circulassem com inúmeras regularidades, a exemplo de licenciamento vencido. O coronel não aceitou o pedido dos advogados e afirmou que a responsabilidade direta pela fiscalização das viaturas era do chefe do Centro de Suprimento e Manutenção (CSM), e não do chefe da PM/4.

Diante do pedido de suspeição a audiência foi cancelada e remarcada para o próximo dia 28 de novembro. A decisão sobre a permanência ou não do coronel Lobo no Conselho será decidida pela juíza da 6ª Vara Criminal. Os advogados poderão pedir também a nulidade de todos os atos jurídicos já realizados referentes ao mesmo fato, ou seja, a recusa de motoristas em conduzir viaturas irregulares, o que pode pode interferir por exemplo no processo que respondem policiais militares do 7º Batalhão da PM, localizado no município de Lagarto. É possível também que ocorra a suspensão das audiências de processos semelhantes já agendadas até que se decida sobre o pedido de suspeição feito pela defesa dos réus.

A Aspra continuará acompanhando o caso.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Diretoria do HPM quer discutir problemas do hospital com associações

Presidente da Aspra participou de reunião com diretor do HPM


Sargento Prado representou a Aspra e conversou com companheiros do HPM 
(Na foto ao alto com o Ten Cel Lincoln e abaixo com os sargentos Tavares e Bispo)

Foi realizada esta manhã no Hospital da Polícia Militar de Sergipe Gov. Lourival Baptista uma reunião entre o Comandante Geral da PMSE, coronel Maurício Iunes, o diretor do HPM, tenente-coronel Lincoln, e oficiais médicos daquela Unidade. A reunião aconteceu logo após a formatura realizada pelo novo comandante com os policiais militares que atuam no HPM.

Na tarde da última quarta-feira, 30, também foi realizada uma reunião no próprio HPM entre o diretor do hospital e representantes de associações dos militares. O convite para a reunião partiu do próprio tenente-coronel Lincoln por ocasião da audiência pública realizada no Ministério Público Estadual no dia 22 de maio. O presidente da Aspra, sargento Alexandre Prado, o presidente da Associação dos Cabos e Soldados,  cabo Antônio Bezerra, e o subtenente Dantas, participaram do encontro, contudo, como outras associações não se fizeram presentes, o diretor do HPM resolveu marcar uma nova reunião para o próximo dia 06 de junho para que se possa discutir mais amplamente as questões. Em janeiro deste ano a Assomise e a Aspra já haviam encaminhado ofício solicitando a realização de uma reunião com as associações para debater os problemas do HPM. (Leia matéria)

Segundo o tenente-coronel Lincoln  o mais viável seria o HPM voltar a ser um hospital voltado para o atendimento dos policiais e bombeiros militares, pois do jeito que está funcionando e com a carência de recursos para a manutenção e estruturação do hospital, não há como manter o atendimento a todos os servidores públicos do Estado. Segundo informações veiculadas pela imprensa, a Fundação Hospitalar e o Ipessaúde teriam uma dívida junto ao HPM de aproximadamente 1 milhão de reais, o que estaria inviabilizando o funcionamento do hospital.

O sargento Prado sugeriu que fosse realizada uma reunião com os médicos e demais servidores do HPM para saber a opinião destes sobre o que seria melhor para que o hospital continue prestando os seus serviços de maneira adequada, sendo esta decisão apoiada pelas associações da classe.

Sobre a reunião com o Comandante Geral o diretor do HPM não adiantou muitas informações, mas afirmou em conversa com o sargento Prado que o encontro foi produtivo e que suas expectativas eram positivas, afirmando que detalharia os assuntos discutidos no encontro do dia 06 com as associações.

==============================

Para saber mais:

Aspra e Assomise propõe reunião para discutir problemas do HPM
http://www.asprasergipe.com/2012/01/aspra-e-assomise-propoem-reuniao-para.html

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Noves PMs respondem Conselho de Disciplina

Policiais militares que participaram do Movimento Tolerância Zero II, durante as manifestações feitas em busca de melhores condições de trabalho e modernização da legislação da policia militar e bombeiro militar, responderam e estão enfrentando Conselhos de Disciplina.
 
Nove PMs foram acusados de liderar o movimento. Na lista, os sargentos, Prado, Eraldo, Vieira, Edgard, alem do cabo Mororó e os tenentes Ribamar e Lucas, capitão Ildomário e major Adriano Reis. Dos nove policiais militares que enfrentaram o Conselho de Disciplina, quatro já foram julgados inocentes. Os sargentos Prado e Eraldo, tenente Ribamar e o cabo Mororó já se livraram das acusações. Os quatro militares foram julgados inocentes por unanimidade. Além deles, o sargento Jorge Vieira também teve encerrado a série de Conselhos a que foi submetido, porem não teve a mesma sorte dos colegas militares, já que também, de forma unânime, foi condenado, tendo inclusive sido sugerido através do Conselho, que seja feita a sua transferência para a reserva.
 
Já os casos dos major Adriano Reis, tenente Lucas, capitão Ildomário e sargento Edgard Menezes, a situação ainda continua pendente, já que os militares continuam a enfrentar os procedimentos abertos pelo comando. Nessa situação, uma coisa tem chamado a atenção. É o caso do sargento Edgard, que segundo informações, “ninguém quer assumir o Conselho”.
 
Fonte: Faxaju

terça-feira, 24 de abril de 2012

Carlinhos Cachoeira contava com rede de proteção de policiais regada a propina em Goiás

Para movimentar cerca de R$ 400 milhões nos últimos seis anos com a exploração do jogo ilegal no país, o esquema de Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, contou não apenas com a ajuda de parlamentares, mas recebeu também cobertura exatamente daqueles que deveriam impedir que fosse adiante: agentes das forças de segurança do Estado em Goiás, em especial de policiais militares.

Além de pagamento de propina para policiais militares, civis e federais, o contraventor indicou apadrinhados para promoção e influenciou na escolha dos nomes para postos de comando, segundo relatório da Procuradoria da República em Goiás. Seja de forma ostensiva, com ações contra organizações que dividiam espaço com Cachoeira no negócio do jogo ilegal, seja de maneira velada, com a divulgação de informações sigilosas sobre operações policiais, a tranquilidade dos contraventores era assegurada pelos agentes da lei, numa rede que chegou a ter sete policiais civis, sete federais e 28 policiais militares.

O pagamento de propinas – que variavam de R$ 200 a até R$ 5 mil mensais, dependendo não só da patente como da função ocupada – a policiais deu ao chefe da jogatina do Brasil voz de comando nas forças policiais em Goiás. Diálogos gravados pela Polícia Federal durante investigações da Operação Monte Castelo – que desarticulou a organização criminosa, em fevereiro –, mostram a força do contraventor até diante do comandante regional da Polícia Militar de Valparaíso de Goiás. Em uma das conversas, inconformado com a troca de comando que alçou ao cargo o tenente-coronel Alberto Carlos Clemente, Cachoeira chama o oficial de “imbecil” e determina ao seu segundo homem, o gerente Lenine Araújo de Souza, que o obrigue a colocar na rua operação policial de seu interesse.

"Eu quero"

Sempre atento à movimentação de peças-chaves no comando da Polícia Militar, Cachoeira revela, em outra conversa com Lenine, ter intimidade com o então comandante do Policiamento da Capital, tenente-coronel Massatoshi Sérgio Katayama, que até a Operação Monte Carlo sonhava chegar ao posto de comandante-geral da PM naquele estado. Em uma conversa, Katayama cobrou de seu auxiliar Milton Antônio Ananias uma moto que o grupo do contraventor havia lhe prometido. O tenente-coronel pediu afastamento do cargo no dia da deflagração da Operação Monte Carlo e afirmou que o contraventor era apenas seu “informante” na área de jogos.

Ordens


Interesses da organização criminosa eram defendidos também por integrantes da Polícia Federal em Goiás que forneciam informações sobre o que estava sendo planejado no combate à exploração dos jogos ilegais. Delegados da PF recebiam ordens de Cachoeira, que chegou até a escolher a data das operações, revelam os diálogos apresentados no inquérito do Ministério Público Federal em Goiás. A divulgação de informações falsas pelos próprios delegados com objetivo de atrapalhar investigações do órgão também foram denunciadas pelo MP.

Reação


As corregedorias das polícias Civil e Militar de Goiás já instauraram procedimentos administrativos para apurar o envolvimento dos policiais no esquema comandado por Cachoeira. Os 35 suspeitos foram afastados de suas funções por tempo indeterminado. De acordo com o delegado chefe da Comunicação da PC goiana, Norton Luiz Ferreira, a expectativa é de que as investigações sejam concluídas em 30 dias. “Para a instituição, essa é uma situação vexatória e temos que cortar o mal”, afirmou o delegado.

A punição prevista em lei vai desde uma advertência até a exoneração do cargo. A mesma pena pode ser aplicada aos militares. Segundo o assessor de Comunicação da PM, tenente-coronel Onésio Barbosa da Cruz Júnior, integrantes do Ministério Público e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também participam das investigações para garantir “maior transparência” nos atos. “A PM tem muito interesse em esclarecer tudo. Já fizemos a solicitação de todos as provas para usar nos procedimentos administrativos e de polícia judiciária militar”, disse. Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Federal, os policiais foram presos em 29 de fevereiro, indiciados e denunciados pelo Ministério Público Federal. (Colaborou Isabella Souto) 

Fonte: Estado de Minas/Blog da Renata

quarta-feira, 28 de março de 2012

Nota de falecimento: Falece o pai do sargento Prado

Nota de falecimento

A Diretoria da Aspra Sergipe lamenta e comunica a todos os associados e amigos o falecimento do Sr. Gilvan Rezende Prado, pai do presidente da Aspra, sargento Alexandre Prado, ocorrido no final da manhã desta quarta-feira, 28, nas dependências do Hospital João Alves Filho onde o mesmo encontrava-se internado.

O velório do Sr. Gilvan está acontecendo no Velatório PIAF, na Rua Itabaiana, bairro São José (próximo à Secretaria de Segurança Pública de Sergipe). O sepultamento acontece amanhã às 09:00h no cemitério São João Batista, em Aracaju.

É com muita tristeza que comunicamos o falecimento do Sr. Gilvan Prado, desejando sinceramente que Deus possa dar o conforto à família e a todos os amigos.

Diretoria da Aspra

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Assessoria Jurídica da Aspra aguarda notificação para promover defesa do sargento Prado

Sargento Prado e o advogado da Aspra, Sérgio Bezerra, após julgamento na Auditoria Militar

Mais uma vez o presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe (Aspra), sargento Alexandre Prado, estará no banco dos réus.

Da primeira vez, em 2009, o sargento Prado respondeu a processo na Auditoria Militar pelo suposto cometimento do crime de motim, em consequência de sua participação no movimento Tolerância Zero. Com ele responderam ao mesmo processo o capitão Samuel Barreto e os sargentos Jorge Vieira e Edgard Menezes. À época todos foram absolvidos e após reabertura do processo a pedido do promotor Jarbas Adelino, os militares ficaram livres em definitivo do risco de perderem seus empregos por conta da Lei de Anistia sancionada pelo presidente Lula.

Agora o sargento Prado e outros militares foram surpreendidos pela abertura de Conselhos de Disciplina e de Justificação, procedimentos que também podem provocar a expulsão dos militares da corporação. A abertura dos Conselhos coincide com a segunda edição do Tolerância Zero, que está novamente em andamento, embora ainda não tenha sido entregue nenhuma notificação formal ao sargento Prado dando-lhe ciência das acusações que pesam contra o mesmo.

O advogado Sérgio Bezerra, assessor jurídico da Aspra, será o responsável pela defesa do sargento Prado. Ele informou que aguardará a notificação formal do presidente da entidade para tomar conhecimento das acusações que motivaram a abertura do Conselho de Disciplina. Só então se manifestará e apresentará a defesa do policial militar.

O presidente da Aspra afirma estar tranquilo pois tem consciência de não ter cometido nenhum crime. Segundo Prado, assim como todos os seus colegas a única coisa que ele tem feito é defender os interesses da categoria e lutar por melhores condições de trabalho para todos. "Tenho fé primeiramente em Deus e tenho plena confiança em nossa assessoria jurídica, especialmente o Dr. Sérgio Bezerra, que fará novamente a minha defesa. Foi ele quem conseguiu minha absolvição no processo em que fui acusado de praticar motim e será ele de novo que me defenderá neste Conselho que foi instaurado. Confio em sua competência e fico extremamente tranquilo em ser defendido por ele", afirmou confiante o presidente da Aspra.

Além da Aspra, a Associação dos Oficiais (Assomise) também fará uso de sua assessoria jurídica para a defesa de seus associados, entre eles o major Adriano Reis, presidente da associação.

Outros companheiros estão necessitando do apoio dos colegas para arcarem com o custo do advogado que fará suas defesas. Para isso foi aberta uma conta poupança onde poderão ser depositados valores por quem deseje ajudá-los. Aos que querem se solidarizar, segue abaixo os dados da conta.
CONTA SOS CONSELHO
Banco: Banese
Agência: 043 (Barão de Maruim)
Conta Poupança: 01/036397-5
Observação: A conta está em nome de duas pessoas físicas.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

5 PMs poderão ser expulsos da corporação

Cinco policiais militares podem ser expulsos da corporação, tendo como um dos motivos, a deflagração do movimento “Tolerância Zero II”.
 
O comando da Policia Militar abriu conselho de justificação contra o presidente da Assomise, major Adriano Reis, capitão Ildomário, diretor da AMESE e tenente Ribamar. Da mesma forma foi aberto um Conselho de Disciplina contra os diretores da Amese, sargentos Edgard Menezes e Jorge Vieira, e sargento Prado (Aspra).
 
Até o momento os militares não foram informados sobre o motivo que levou o comando a instaurar esses procedimentos, mas o que se sabe é que estão sendo responsabilizados pelo “fracasso” da segurança no Pré-Caju.
 
Procurados pela reportagem do FAXAJU, os militares disseram que vão aguardar serem convocados para saberem o motivo e do que estão sendo acusados. Caso eles sejam considerados culpados, os militares poderão ser excluídos da corporação.
 
“Não da para entender tanta perseguição. Os policiais militares e bombeiros militares decidiram em assembleia que não iriam trabalhar em suas folgas. É nossa a culpa?”, questionou um dos dirigentes.
 
Há comentários que a cúpula da Segurança Publica não está aceitando a decisão tomada pelos PMs e BMs. Recentemente eles decidiram não dirigir e não sair com as viaturas que não estivesses devidamente regularizadas. O que se sabe é que até a semana passada, cerca de 80% dos veículos da PM circulavam de forma irregular, ou seja sem estarem devidamente emplacadas. "De quem é a culpa dessas viaturas estarem circulando de forma irregular? Será que vão dizer que é dos representantes das associações?", questiona um policial.
 
Outro ponto que virou motivo comentários, seria o "abismo salarial que há entre as policias civil e militar, além do tratamento dispensado pela SSP as duas policias". "É um abismo grande que há entre o nosso salário e o da PC. Eles merecem isso e muito mais, só que nós também fazemos parte da mesma secretaria. Então porque tamanha diferença. O tratamento que a SSP dispensa à PC não é o mesmo que dá a PM", desabafou um dirigente.
 
Sobre a segurança no Pré-Caju, os representantes das Associações contam que foi realizado uma audiência no Ministério Publico Estadual, onde foi discutido o efetivo da policia militar e lá foi comprovado que não havia condições de a PM fazer a segurança do Pré-Caju e atender a todos os municípios do estado, já que o efetivo é menor do que o necessário.
 
Fonte: Faxaju

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Ministério Público promove reunião para discutir segurança no Pré-Caju


Associações participaram de reunião no Ministério Público

Foi realizada na manhã de hoje,18, no Ministério Público de Sergipe (MP) uma audiência com a participação de representantes das associações militares, da Polícia Militar, da Associação Sergipana de Blocos e Trios (ASBT) e do deputado estadual Capitão Samuel para discutir a segurança durante o Pré-Caju, prévia carnavalesca que acontece de 19 a 22 deste mês na capital sergipana.

A audiência foi convocada pela promotora Euza Missano, que está respondendo pela Promotoria de Defesa do Consumidor e Serviços de Relevância Pública. A promotora demonstrou preocupação com a segurança do evento em razão da crise envolvendo o governo do Estado e os servidores militares, que reivindicam melhores condições de trabalho e a modernização da legislação da categoria.

Durante a audiência o Comandante do Policiamento Militar da Capital, coronel Enilson Aragão, garantiu a segurança do evento, informando que todo o planejamento estratégico montado para a festa estava mantido e que as escalas foram divulgadas desde o dia 13 de janeiro. Questionado pela promotora Euza Missano sobre o emprego de policiais militares de folga para atuarem no evento, o coronel Enilson confirmou o fato, mas alegou tratar-se de voluntários, conforme foi consignado no Termo de Audiência Pública confeccionado pela promotoria. No entanto, alguns militares que participaram da audiência alegaram ter sido escalados no Pré-Caju mesmo sem terem se voluntariado.

Por parte das associações foi informado que em nenhum momento os militares foram incitados a não comparecerem ao serviço do Pré-Caju, e que inclusive havia sido convocada uma coletiva com a imprensa na manhã de hoje para que esse esclarecimento pudesse ser feito à imprensa e à população sergipana, a fim de que todos ficassem tranquilos em relação à realização do evento. Contudo, informaram que o eventual não comparecimento do militar em escala extra é uma decisão de foro íntimo de cada um.

Na oportunidade representantes das associações também entregaram à promotora Euza Missano um documento contendo as reivindicações da categoria, muitas delas reconhecidas pela própria promotora como demandas antigas que até hoje continuam sem solução. Euza se comprometeu a encaminhar o documento para a Coordenadoria Geral do MP, para que seja dado andamento naquele órgão. O deputado capitão Samuel, também presente no encontro, informou que se o Estado executar em sua totalidade o orçamento aprovado para a segurança pública em 2012, os recursos serão suficientes para cobrir todos os custos para a implementação das reivindicações da categoria militar.

Presente à audiência o empresário Lourival Oliveira, presidente da ASBT, se disse mais tranquilo após a audiência diante da garantia do Comando do CPMC, em nome da Polícia Militar, de que o evento não teria a segurança comprometida, bem como da informação das associações de que os militares voluntários não seriam impedidos ou convencidos a não trabalhar no evento.

O presidente da Aspra, sargento Alexandre Prado, disse ter sido muito importante a realização da audiência no Ministério Público, pois demonstra a preocupação do órgão não só com a segurança pública mas também com as reivindicações dos militares.

HPM

Quase ao final da audiência um fato chamou a atenção dos presentes. Uma mensagem eletrônica recebida por um dos representantes das associações dos militares dava conta de que estaria acontecendo naquele momento uma reunião no Hospital da Polícia Militar (HPM) com a presença do Comandante Geral da PM, coronel Aelson Resende, onde os oficiais médicos daquela Unidade de Saúde estariam sendo orientados sobre restrições à homologação de atestados médicos durante o período do Pré-Caju.

Tal informação deixou indignada a promotora Euza Missano, que se prontificou a encaminhar expediente destinado à direção do HPM orientando que seja cumprida rigorosamente a lei e que os atestados dos militares que porventura procurem a unidade sejam homologados. Instantes depois a informação recebida durante a reunião foi confirmada com a publicação de nota no Boletim Geral Ostensivo da PM, onde constam novas normas relativas à homologação de atestados médicos exclusivamente no período do Pré-Caju. Segue abaixo o teor da nota publicada no BGO nº 013/2012, 3ª Parte, Item 2, letra "b".

b) NORMAS GERAIS DE AÇÃO DA JUNTA DE INSPEÇÃO DE SAÚDE MILITAR –
EXTRAORDINÁRIO
1 – Durante o período do Pré-Caju 2012, de 19 a 22 de janeiro do corrente ano, as
inspeções médicas serão realizadas de forma contínua – 24 horas;
2 – O militar que durante esse período necessitar homologar atestado médico civil deverá dirigir-se, de imediato, ao Hospital da Polícia Militar, após ser liberado do primeiro atendimento médico;
3 – Nos atestados médicos deverão constar a hora de liberação do atendimento (alta);
4 – Não serão homologados atestados médicos emitidos fora do prazo acima mencionado;
5 – Durante as homologações, caso seja necessária, será feita a triagem dos casos que
deverão ficar de repouso domiciliar, repouso no HPM ou na Companhia do militar em questão.
Em consequência:
a) O Diretor do HPM, Comandantes de Unidades, Subunidades e Pelotões adotem as
providências para o cumprimento das Normas Gerais de Ação;
b) Todos tomem conhecimento e as providências pertinentes.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Associações se reúnem com os deputados André Moura e Capitão Samuel

Entidades farão esclarecimentos à imprensa e à população em entrevista coletiva

Representantes de diversas associações militares estiveram reunidos no início da tarde desta terça-feira, 17, com o deputado federal André Moura (PSC) e o deputado estadual Capitão Samuel (PSL). Em discussão o impasse entre o governo do Estado e os policiais militares, que deixaram de realizar o policiamento com as viaturas da corporação desde o último domingo por estas não estarem em consonância com o que determina o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Outra questão que tem preocupado a população e as autoridades é a decisão dos policiais e bombeiros militares de não mais trabalharem durante a sua folga até que o governo encaminhe as reivindicações da categoria, entre elas a definição da carga horária e a LOB (Lei de Organização Básica).

A decisão ameaça comprometer a segurança do Pré-Caju, embora o governo insista em afirmar que o evento contará com um contingente de 1000 policiais por noite. Segundo representantes das associações, o efetivo policial militar empregado por dia em todo o Estado é de aproximadamente 800 homens, o que sugere que para empregar 1000 homens no evento a PM precisaria comprometer todo o serviço ordinário do Estado e ainda se utilizar de policiais de folga para completar o efetivo.

De acordo com o sargento Alexandre Prado, presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe (Aspra), as associações em nenhum momento afirmaram que não haverá segurança no Pré-Caju. "A decisão da assembleia não foi de que os policiais não realizarão a segurança no Pré-Caju, e sim de que os militares não irão mais trabalhar em serviços extraordinários nas suas horas de folga até que o governo negocie as demandas da classe", esclareceu o sargento. Prado informou ainda que a segurança do Pré-Caju será feita normalmente pelos militares de serviço ordinário e que a mobilização da categoria não tem a menor pretensão de prejudicar a segurança dos foliões que vão curtir a festa.

Coletiva

Amanhã, 18, às 07h00min da manhã representantes das Associações Unidas darão uma entrevista coletiva à imprensa no Clube dos Oficiais da Polícia Militar, localizado na Rua Tenente Aragão, no bairro Farolândia. O objetivo dos militares é prestar todos os esclarecimentos à imprensa e à população sergipana sobre os motivos da mobilização da classe e reafirmar que não há paralisação da PM no Pré-Caju como tem sido especulado por alguns setores, já que os militares de serviço ordinário estarão cumprindo suas escalas durante a festa. Os deputados capitão Samuel e André Moura confirmaram presença na coletiva.

Postagens populares