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terça-feira, 6 de junho de 2017

Capitão Samuel recebe comerciantes do centro de Aracaju que pedem segurança

Capitão Samuel. Assessoria Parlamentar

Na tarde desta segunda-feira, 05, o deputado estadual e Presidente da Comissão de Segurança Pública da Alese, Capitao Samuel, recebeu uma comissão de comerciantes do Centro da cidade. Os representantes do comércio recorreram ao parlamentar para buscar apoio e levar mais segurança para aquela área.

Diversas alternativas foram pensadas durante a reunião, onde ficou acertada uma nova reunião, ainda esta semana, com os comerciantes, com o Secretário de Segurança Pública, comandante da Polícia Militar, comandante da Polícia civil, comandante do Ciosp e Guarda Municipal, para que juntos possam pensar na melhor solução para os frequentes assaltos que ocorrem no Centro comercial de Aracaju.

Segundo o Capitão Samuel os assaltos no centro comercial são um problema antigo, mas acredito que é hora de dar um basta. "Os empresários não aguentam mais os altos impostos, o momento difícil que o país está enfrentando e a situação se agrava ainda mais com os assaltos. Vamos juntos buscar essa solução. Acredito que com soluções simples encontraremos a solução para este problema", declara.

Fonte: Assessoria Parlamentar

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Com greve da PM, lojas e supermercados são saqueados em Salvador

Muitos ficaram sem transporte porque um ônibus que levava motoristas e cobradores para o trabalho foi assaltado

Fotos: Lúcio Távora/Agência A Tarde/Estadão Conteúdo

A primeira noite após o início da greve da Polícia Militar na Bahia foi marcada por ruas vazias e saques a lojas em Salvador. Além disso, muitas pessoas ficaram sem transporte para seguir para o trabalho na manhã desta quarta-feira, 16.

Apesar de o sindicato dos trabalhadores rodoviários ter garantido o serviço entre as 5 e as 18 horas, parte das linhas, em especial as que abastecem o Subúrbio Ferroviário da capital, não funcionou. O motivo foi um assalto a um ônibus que levava motoristas e cobradores para o trabalho, durante a madrugada, na região.

Foram registrados saques em supermercados e lojas de oito bairros de Salvador. Apenas a rede pública de supermercados Cesta do Povo teve duas lojas arrombadas e saqueadas durante a madrugada. A maioria das escolas e faculdades, incluindo parte da Universidade Federal da Bahia (UFBA), suspendeu as atividades.

Cerca de mil policiais grevistas estão acampados desde a noite desta terça-feira na área de um antigo parque aquático da cidade, transformado em local de shows musicais, na Avenida Paralela - a mais movimentada de Salvador. Representantes dos policiais levam, na manhã desta quarta-feira, uma pauta de reivindicações ao governo. O apoio da Força Nacional de Segurança já foi solicitado pela administração estadual, mas ainda não há previsão de chegada de tropas federais ao Estado.

Fonte: O Estadão

terça-feira, 18 de setembro de 2012

PM apresenta plano de segurança para lojistas da capital

Uma reunião-almoço na próxima quinta-feira, 20, a partir das 12h, na sede da CDL, será o ponto de partida para que os lojistas aracajuanos conheçam o Plano de Segurança elaborado pela Polícia Militar visando às festas de final de ano.

Para palestrar, a PM vai levar à CDL o major Vivaldy Cabral Santos, comandante do 8º Batalhão do Polícia Comunitária (8º BPCom), que abordará o tema de interesse dos comerciantes, sobretudo num período de pico de vendas e maior movimentação de clientes.

Samuel Schuster, presidente da CDL, disse que esse plano pode transmitir aos lojistas uma maior segurança, “já que neste período costumamos abrir nossas lojas até 21 e 22h, além da possibilitar também uma maior tranqüilidade à nossa clientela”.

A reunião-almoço é direcionada aos lojistas da capital, envolvendo os centros comerciais da cidade, Siqueira Campos, 13 de julho, aos associados da CDL, SPC/Sergipe, imprensa sergipana e aos convidados da entidade lojista. 

Fonte: F5 News

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Arrecadação do ICMS surpreende em Sergipe

Foi divulgado nesta quarta-feira (12) o Boletim Sergipe Econômico – Agosto de 2012.  Um dos dados que mais chamou atenção na divulgação foi a arrecadação do ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação) que no primeiro semestre deste ano teve o maior volume arrecadado para primeiros semestres, desde a série histórica, iniciada em 1997, em Sergipe.

A arrecadação do ICMS nos primeiros semestres de 2012, no estado, atingiu mais de 1,1 bilhão, com crescimento nominal (sem abater a inflação do período) de 20,1% sobre o primeiro semestre do ano passado. Os dados da pesquisa são da Comissão Técnica Permanente do ICMS (COTEPE) e foi analisado pelo Boletim Sergipe Econômico.

Para o economista Ricardo Lacerda, o ICMS é o imposto que os governos estaduais mais arrecadam e o valor expressivo com relação ao primeiro semestre de 2012 é fruto em grande parte do esforço da Secretaria da Fazenda do Estado de Sergipe em buscar a arrecadação desse tributo, já que outras fontes da receita têm caído.

Com relação aos cidadãos e comerciantes, o economista afirma que o aumento da arrecadação do ICMS não irá interferir em seus bolsos. ‘’ Para o cidadão e comerciantes, esse aumento não interfere diretamente em nada. Com o aumento do ICMS vai entrar mais recursos vindos dessa fonte para o governo do estado e com isso vai ajudar o cidadão na medida em que o estado pode ter recursos de políticas públicas. Esse aumento, em parte, intercore basicamente pelo crescimento da atividade econômica. Ou seja, na medida em que se produz e vende mais, se paga mais impostos. Claro que não é uma coisa que ninguém gosta de pagar, mas é um recurso necessário para que o governo possa fazer políticas públicas ‘’, declarou.

O economista finalizou explicando que a economia dos países centrais vive uma crise profunda, e isso de certa forma tem afetado a economia brasileira. ‘’A economia cresceu 7,5% em 2010, mas depois em 2011 cresceu apenas 2,7% e em 2012 deve crescer algo abaixo de 2%. Com isso, a arrecadação de tributos não tem evoluído tão favoravelmente. Esse resultado do ICMS foi muito bom, mais isso não significa que a situação das finanças do estado estejam favoráveis’’.

Fonte: Aracaju Virtual

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Feira das Trocas passa a funcionar em novo endereço

O novo endereço se localiza na rua Mato Grosso no Siqueira
(Foto: Ilustrativa/Arquivo Infonet)
Após diversos impasses com a Prefeitura Municipal de Aracaju, os comerciantes da Feira das Trocas já possuem local fixo. Nesta segunda-feira, dia 20, os trabalhadores estiveram no terreno localizado na Rua Mato Grosso, nº 702, no bairro Siqueira Campos, no intuito de providenciar os últimos ajustes para as instalações das barracas.
O terreno foi alugado por R$ 6 mil e será dividido entre os trabalhadores que fazem parte da associação. Além do novo endereço, a associação passa a se chamar Associação dos Comerciantes da Feira de Novos e Usados.
De acordo com o presidente da Associação, Gilson Omena, cerca de 200 comerciantes deverão utilizar o espaço para vender seus produtos. “O Ministério Público se recusou a negociar com os trabalhadores e por isso nós alugamos o espaço. Nós estamos ajeitando o espaço e na sexta-feira,24, os comerciantes vão começar a trabalhar”, diz.
Gilson Omena afirma ainda que a associação está traçando alternativas para regularizar a situação dos trabalhadores. “Nossa associação já está dentro da regularidade, já possue CNPJ e vamos agora regularizar a dos comerciantes. Cem comerciantes já se cadastraram no programa do Empreendedor Individual do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e vamos cadastrar os demais, pois hoje não se admite trabalhar na informalidade”, explica Omena.
No dia 2 de junho deste ano, uma operação conjunta da polícia e representantes da Secretaria da Fazenda e Ministério Público Estadual (MPE) obrigou os trabalhadores a deixarem o bairro capucho. Na oportunidade, produtos e animais silvestres foram apreendidos pela polícia, uma vez que o local não possuía normas de segurança para funcionamento.
Fonte: Portal Infonet

domingo, 4 de março de 2012

ADI questiona normas do Distrito Federal sobre atribuições da polícia

O procurador-geral da República ajuizou, no Supremo Tribunal Federal (STF), Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4731) contra um decreto (Decreto 27.699/2007) e duas portarias (Portarias 25/2011 e 39/2007) do Distrito Federal (DF) que criam novas atribuições para a polícia militar e para a polícia civil.

Entre as novas atribuições, as normas preveem que as polícias devem suspender sumariamente as atividades exercidas por estabelecimento comercial quando ficar constatada ameaça iminente de violência no local com graves riscos para a comunidade.

De acordo com a ADI, essas normas usurpam competência privativa da União para organizar e manter a polícia civil e a militar do DF, uma vez que a Constituição Federal (artigo 21, inciso XIV) lhe reserva essa prerrogativa. Isso porque o DF, em razão das peculiaridades decorrentes de sediar a capital da República, é ente federado cuja autonomia é parcialmente tutelada pela União. Dessa forma, as polícias civil e militar, além do corpo de bombeiros, são organizados e mantidos pela União, apesar de subordinados ao governador.

Conforme aponta o procurador-geral, a definição das atribuições das polícias civil e militar do DF deve ser estabelecida por lei federal, cabendo ao governador apenas o comando dos efetivos.

Na ação, o procurador-geral pede liminar para suspender as normas até o julgamento definitivo da ação. Argumenta que enquanto não for suspensa a eficácia do decreto e das portarias, diversos estabelecimentos comerciais poderão ter suas atividades sumariamente interrompidas por órgãos carentes da competência para tanto.

O relator da ADI é o ministro Ayres Britto.

Processos relacionados

ADI 4731

Fonte: Supremo Tribunal Federal

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

‘Siri na Lata’ sai às ruas em defesa dos trabalhadores

O congelamento da tarifa de ônibus é uma das reivindicações

 O bloco chega a sua 7ª edição (Fotos: Portal Infonet)

Com muita irreverência o bloco ‘Siri na Lata’ saiu às ruas do Centro da cidade nesta sexta-feira, 17. Contando com a participação de trabalhadores filiados a diversos sindicatos que compõe a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o evento chega à sétima edição com a finalidade de levar o protesto da classe trabalhadora e as suas pautas de reivindicações.

Os foliões se concentraram na Praça Fausto Cardoso e percorreram as principais ruas do centro de Aracaju. Durante todo o percurso, o bloco carnavalesco dos trabalhadores sergipanos foi acompanhado por uma banda de frevo, ao som de antigas marchinhas de carnaval e da famosa carroça da CUT, que representa o ‘decadente’ transporte coletivo oferecido à população.

De acordo com o assessor de comunicação da CUT, Jorge Washington, a intenção do bloco é mostrar de forma irreverente e criativa, os principais temas que afligem a classe trabalhadora. “Reivindicamos a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas sem redução do salário, contra a abertura do comércio aos domingos e feriados, por uma reforma agrária e urbana, ao combate a violência contra a mulher e pelo congelamento da tarifa do transporte público”, diz.

Para o diretor da CUT, Roberto Silva, o bloco além de utilizar aspectos da cultura popular como o carnaval, o bloco tenta discutir as reivindicações dos trabalhadores. "Tentamos promover o debate com a sociedade das pautas de lutas da classe trabalhadora de forma irreverente. O Bloco reúne diversas entidades que lutam por justiça e igualdade social, cada uma com liberdade e autonomia para levar suas bandeiras de luta para as ruas, juntamente com todos os militantes da CUT"", enfatizou Roberto Silva.

Aisla Vasconcelos

Fonte: Portal Infonet

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

PM inicia ´Operação Visibilidade´ nesta sexta-feira, 02

Tenente-Coronel Enilson Aragão (Foto:Ascom/PMSE)

Reforçar o policiamento ostensivo em áreas consideradas críticas da Grande Aracaju. Esse é o objetivo prioritário da “Operação Visibilidade”, que será desencadeada na manhã desta sexta-feira, 02, em diversos pontos estratégicos da Grande Aracaju.

A Operação, sem data de término prevista, contará com policiamento reforçado em diversos locais que concentram grande quantidade de sergipanos e turistas, a exemplo de agências bancárias, casa lotéricas, agências dos Correios, Orla de Atalaia, postos de combustíveis, estabelecimentos comerciais, entre outros. Corredores de segurança e pontos de bloqueio também integram o Plano de Operações que aponta todos os detalhes da Operação.

A Operação, desencadeada pela Polícia Militar [através do Comando do Policiamento Militar da Capital], irá priorizar áreas consideradas críticas pelo volume de acionamentos registrados pelo Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), visando a paz pública, a preservação da vida e o patrimônio do cidadão.

Na oportunidade, o tenente-coronel Enilson Aragão, comandante do Comando do Policiamento Militar da Capital (CPMC) irá apresentar todas as informações sobre os demais objetivos, execução e diretrizes da “Operação Visibilidade”; além de estatísticas que apontam a quantidade de assaltos por horário, por dia da semana; bairros com maior incidência da criminalidade, entre outros temas.

Operação Visibilidade 

A apresentação da Operação Visibilidade acontece nesta sexta-feira, 02, às 7h30, no auditório do Quartel do Comando Geral da PM, localizado na rua Itabaiana, 336, Centro.
Informações: (79) 3213-0023 / 8824-8044 [Ascom/PM].

Fonte: PMSE

Bombeiros civis pedem regulamentação da categoria

Sergipe possui cerca de 1200 bombeiros civis habilitados para trabalhar, mas apenas uma profissional foi contratada de acordo com a lei.

Ricardo Viana diz que em Sergipe a lei 6886/10 ainda não é cumprida (Foto: Arquivo Infonet)

A Associação dos Bombeiros Civis do Estado de Sergipe (ABOMES) e a Cooperativa de Bombeiros Civis do Estado de Sergipe (COOPERBOMPC) vêm colhendo assinaturas, para encaminhar ao Ministério Público, em favor da regulamentação da profissão. De acordo com a associação, a lei 6886/10, que está em vigor desde o ano passado, vem sendo desrespeitadas por empresas e órgão públicos no Estado.

De acordo com o fundador da ABOMES e membro da direção da COOPERBOMPC, Ricardo Viana, a lei está em vigor há 16 meses e ainda quase nenhuma instituição vem cumprindo a determinação. “De acordo com a lei, é para ter bombeiros civis em todos os locais de grande circulação e concentração de pessoas, shows, eventos e empresas de grande porte”, comentou.

“Desde que a lei entrou em vigor, apenas uma usina, localizada em Nossa Senhora de Dores, tem uma profissional contratada. Outra conquista da categoria foi o concurso da Prefeitura de Socorro que disponibilizou quatro vagas para o cargo e teve 250 inscritos”, informa o bombeiro civil.

Desvalorização

Para Ricardo Viana, a desvalorização da classe é imensa, não só em Sergipe como no Nordeste inteiro. “No Sul e Sudeste, em todos os aeroportos tem bombeiros civis contratados, já no Nordeste que faz o trabalho são os bombeiros militares. Também nos shopping de Sergipe a carteira é assinada como brigadista”, frisou.

Segundo o representante da ABOMES , em Sergipe possui uma escola de formação de bombeiro civil e cerca de 1200 profissionais habilitados para trabalhar.

Fonte: Infonet

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Coordenadoria de Polícia Comunitária implanta bases móveis de segurança na Capital de Mato Grosso do Sul

Base móvel da PM

A Coordenadoria Estadual de Polícia Comunitária, por meio da Polícia Militar, vai ativar na Capital, três Bases Móveis de Patrulha Comunitária. Estas unidades são viaturas do modelo Furgão, equipadas com mesas, cadeiras, ar condicionado, notebook, data show, iluminação, toldo de proteção entre outros equipamentos essenciais ao trabalho do policial militar como rádios de comunicação portátil.

De acordo com o coordenador estadual de Polícia Comunitária, tenente-coronel Carlos Santana Carneiro, as unidades têm capacidade para transportar até seis policiais militares e serão distribuídas para o 1º, 9º e 10º Batalhões da PM. “Estas bases móveis fazem parte do trabalho de Polícia Cidadã com a redução de violência e vão atender as regiões dos bairros com policiamento ostensivo e preventivo. O objetivo é fazer rondas policiais, abordagens e prisões, mas com o diferencial que é a filosofia de Polícia Comunitária em que o policial está mais próximo do cidadão com visitas ao comércio, escolas, postos de saúde, entre outros”, explica.

Estas unidades vão receber as pessoas que necessitarem dos serviços da Polícia Militar, mas principalmente atuar em conjunto com os 14 conselhos comunitários de segurança espalhados por Campo Grande. “As bases trazem uma vantagem que é a mobilidade, enquanto que as bases comunitárias de segurança fixas são referenciais. As unidades móveis vão atuar em pontos estratégicos através do planejamento da Polícia Militar, em eventos como feiras e shows ou mesmo com a solicitação dos próprios conselhos comunitários de segurança”, informa tenente coronel Santana.

O tenente coronel informou ainda que o projeto de trazer as bases móveis para a Capital foi elaborado pela Coordenadoria Estadual de Polícia Comunitária e por meio do convênio 55/2008, o Estado de Mato Grosso do Sul recebeu recursos de cerca de R$ 700 mil da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). “Com estes investimentos adquirimos os furgões e os equipamentos, além das oito motocicletas do projeto Patrulha PM Comunitária que fazem o patrulhamento numa área maior e é mais ágil. Com as motos a capacidade do policial ser visto pela comunidade é maior”, justifica.

Nestas rondas feitas pelo projeto Patrulha PM Comunitária, o policial militar visita residências, escolas, postos de saúde e realizam cadastros como, por exemplo, de comerciantes com o nome da empresa e telefone visando a prevenção da criminalidade. “Já temos um projeto em andamento que foi encaminhado pela Coordenadoria e aprovado pelo Comando da Polícia Militar para trazer mais seis bases comunitárias móveis e outras quarenta motocicletas”, adiantou Santana.

O coordenador estadual de Polícia Comunitária disse que a ativação das três bases móveis de segurança na Capital será feita a partir da ativação da base comunitária (fixa) que fica no Parque das Nações Indígenas. Esta iniciativa de maior contato com a comunidade e realização de ações preventivas e mais participação dos conselhos comunitários de segurança é um dos resultados da filosofia de Polícia Comunitária com a ativação de pelo menos seis bases comunitárias fixas que começou no ano de 2009 no bairro Nova Lima, na região norte da cidade.

Já foram ativadas bases fixas e referenciais nos bairros União, Aero Rancho, Nova Lima, Cophavilla, Coophasul e a mais recente, no Los Angeles. No interior do Estado, a Polícia Militar já ativou as bases comunitárias fixas nos municipios de Corumbá e Indápolis, distrito de Dourados. Em breve será ativada também em Amambai. “O resultado desta filosofia de Polícia Comunitária é a maior participação dos conselhos comunitários de segurança que só no ano passado foram constituídos sete conselhos em Campo Grande demonstrando que a população está mais próxima e pode contar com o policial militar”, ressaltou Santana.

Com o policial visitando o comércio e conhecendo a realidade da região de atuação, o índice de violência e criminalidade vem diminuindo ao longo dos anos. Os moradores como afirma o presidente do Conselho Comunitário de Segurança do bairro Los Angeles, José Carlos Pereira sentem a diferença naquela região com a presença no dia a dia do policial militar. “A base comunitária foi ativada no ano passado e diminuíram os assaltos no comércio, nas residências e nos ônibus. Duas motos fazem ronda diária, às vezes de manhã, à tarde e até à noite. Esta iniciativa foi aceita para população que já está participando bastante das nossas reuniões. Na última reunião, contamos com a participação de cerca de 80 moradores”, comentou.

No bairro Los Angeles, a base que já existia foi reformada pelo governo do Estado que construiu também um auditório para as reuniões do conselho comunitário de segurança que são mensais e extraordinárias e contam com a participação de membros natos como representantes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Civil.

Fonte: A Crítica

São Paulo: Conselho Comunitário de Segurança ajuda na prevenção e segurança do município de Rio Claro

Em Rio Claro atuam três Consegs: o de Floridiana, que abrange a área do 2º DP, 24 de junho do 1º DP e do 3º DP.

Os Conselhos de Segurança visam integrar a comunidade e as polícias no município, a fim de reduzir os índices de criminalidade e melhorar a segurança, bem como informar quais os principais anseios

Janyne Godoy

Para diversas pessoas, cobrar por melhorias nos bairros e mais segurança faz parte do dia a dia. É o caso dos integrantes dos Consegs.

Os Consegs são grupos de pessoas do mesmo bairro ou município que se reúnem para discutir e analisar, planejar e acompanhar a solução de seus problemas comunitários de segurança, desenvolver campanhas educativas e estreitar laços de entendimento e cooperação entre as várias lideranças locais.

Cada conselho é uma entidade de apoio à polícia nas relações comunitárias, e se vinculam, por adesão, às diretrizes emanadas da Secretaria de Segurança Pública, por intermédio do Coordenador Estadual dos Conselhos Comunitários de Segurança. Em Rio Claro atuam três Consegs.

Madalena César, uma das fundadoras do Conseg do Floridiana, conta que tudo começou devido ao elevado número de crimes registrados no bairro. “Não havia policiamento, o efetivo era menor, a bem da verdade nos sentíamos abandonados, então decidimos criar o Conseg”, relata.

Segundo ela, se cada bairro tivesse o seu Conseg, a cidade funcionaria bem melhor. “Depois disso, conseguimos que montassem o Conseg no São Benedito, que representa os moradores da área do 1º DP”, conta.

Madalena conta que em algumas cidades os Consegs têm o apoio da prefeitura e de associações comerciais.

Como conquistas do Conseg, Madalena cita que os moradores conseguiram reverter uma lei que transformava o Floridiana de bairro residencial para comercial, adquiriram diversos equipamentos que foram doados para a Polícia Militar, além de reforma na sala do antigo Copom da PM.

As reuniões do Conseg do Floridiana acontecem uma vez ao mês, no Sesi.

Madalena conta que todas as reivindicações são colocadas nas atas e os encontros têm como objetivo aproximar a polícia da população.

“Agora nosso próximo objetivo são as adaptações na obra da Avenida 50-A, pois está um absurdo quando chega em frente ao Corpo de Bombeiros. Naquele trecho precisa alargar a avenida, pois ali já teve até acidentes e, por questões políticas, não querem alargar, logo vai ter a ciclofaixa, então é preciso agir logo”, salienta.

Alaíde Aparecida Vertini Alberti, presidente do Conseg “24 de junho”, que representa a área do 1º DP, conta que o conselho existe há cerca de cinco anos, mas que poucas pessoas participam.

“Quando resolvem os problemas não aparecem mais nas reuniões e acho que as pessoas desacreditam no poder público, de levar seus problemas sem retorno, por isso não se interessam em participar”, fala.

“O Conseg é importante para discutir todos os problemas do bairro e passar as informações às autoridades, as pessoas sabem reclamar, mas não participam”, diz

Para o delegado seccional Roberto José Daher, o Conseg funciona como um ligação entre a população e os órgãos públicos. “O Conseg é importante para fazer o estreitamento da polícia com a comunidade e em Rio Claro os três Consegs são bem atuantes”, fala.

Para o delegado, a população deveria participar mais dos Consegs. “Ao invés de reclamar, as pessoas deveriam participar e buscar mais apoio, quanto mais gente participar dessas reuniões, mais teremos informações sobre os problemas e anseios da comunidade”, afirma.

Segundo Daher, a população não tem uma cultura de participação, mas que isso deveria mudar.

Fonte: JC Rio Claro

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Comandante do 5º BPCom atende pedido da Asprase sobre cartão-programa da 2ª Companhia

Há alguns dias chegou ao conhecimento da Asprase a notícia de que estava sendo aplicado no 2ª Companhia do 5º BPCom um cartão-programa considerado impraticável pelos policiais militares. O presidente da entidade, sargento Araújo, verificou in loco e confirmou as informações recebidas.

O cartão-programa destinado à guarnição que faz o policiamento do Conj. João Alves Filho, área que detém um grande número de estabelecimentos comerciais, estava distribuído com rondas e pontos base (PB's) durante praticamente as 24 horas do dia. Considerando que a escala de plantão dos policiais também é de 24 horas, constata-se de imediato que é humanamente impossível cumprir tal determinação. "Precisamos garantir a segurança da sociedade 24 horas por dia, mas trabalhar ininterruptamente durante todo esse período é impossível. É preciso que se respeite a condição humana do policial", disse o sargento Araújo.

Procurado pelo presidente da Asprase o Comandante do 5º BPCom, tenente coronel Enilson Aragão, disse que não tinha conhecimento deste cartão-programa, e concordou que se as informações fossem verdadeiras o cumprimento fiel do cartão era impraticável. O comandante afirmou que solicitou apenas a confecção de um cartão-programa para intensificar o policiamento na área comercial durante o horário de funcionamento dos estabelecimentos, e se comprometeu a verificar a situação.

Posteriormente foi informado pelo Ten Cel Enilson que o que houve foi um equívoco na interpretação da determinação passada pelo comando do Batalhão, e que já havia feito contato com o Comandante da 2ª Cia/5º BPCom para que o problema fosse corrigido. O cartão-programa foi alterado e hoje estabelece as rondas e PB's apenas no horário comercial, ficando o policiamento nos demais horários a critério dos Comandantes de Guarnição, dos acionamentos através do CIOSP ou de solicitações da população.

Ficam os nossos agradecimentos ao Ten Cel Enilson pela atenção dispensada ao trabalho da Asprase e pela solução dada ao problema apresentado, atendendo aos anseios dos policiais.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Você sabe o que é o Sistema de Kobans?

Modelo adotado há mais de cem anos mostra por que o Japão é um dos países com menor índice de violência do mundo.

Determinadas áreas de Tóquio dão a impressão de que você desembarcou em algum outro planeta onde a civilização já está num estágio mais avançado. Mas, para um brasileiro, talvez o mais marcante não seja a alta tecnologia presente nas tarefas banais do dia-a-dia ou o visual das pessoas, um degrau acima do que conhecemos por modernidade.

O mais impressionante é a sensação de segurança no meio do caos urbano. Perdeu a carteira? Calma. A chance de encontrá-la intacta no posto policial mais próximo é bem maior do que na maioria das grandes capitais mundiais.

O Japão tem baixos índices de criminalidade, e um dos pontos centrais da política de segurança pública — um fator que atrai especialistas de vários países — é o policiamento comunitário. O sistema de kobans, criado há mais de cem anos, é uma experiência que deu certo e faz parte da rotina dos japoneses. São pequenos postos policiais espalhados por todo o país, cujo princípio básico é prevenir crimes e acidentes.

Confiança é a marca do serviço. Os policiais não estão ali apenas para garantir a ordem. Eles prestam serviços não emergenciais. Se alguém se perde e não consegue achar um endereço — coisa que acontece o tempo todo em Tóquio porque a maioria das ruas não tem nome —, é só procurar uma koban. Os policiais têm um mapa detalhado da região. Se o pneu de um carro ou de uma bicicleta furou, eles ajudam. Guardam também objetos perdidos, de celulares de última geração a prosaicos guarda-chuvas. Nas horas vagas, é comum ensinarem algum esporte para as crianças nas escolas locais. E assim estabelecem uma relação de confiança com a população que permite a troca de informações, fazendo dos moradores agentes de segurança voluntários.

“Os policiais comunitários estão sempre muito visíveis e isso não apenas ajuda a prevenir crimes, como faz a população sentir a existência da polícia muito próxima de suas vidas. Os agentes devem mergulhar na situação da segurança de suas áreas e ouvir opiniões, pedidos e preocupações dos moradores, além de colaborar com as autoridades municipais”, explica o site oficial da Agência de Polícia Nacional.

— Em outras palavras, no Japão, o policial mostra a cara, não é uma figura distante. O morador sabe quem ele é e sua proximidade muda a percepção que a população tem das forças de segurança. A polícia mostra à sociedade que existe uma lei e que segurança pública é um problema de todos, e todos podem ajudar — resume o paulista Zare Ferragi, especialista em segurança pública que está fazendo seu doutorado no Japão e estudando o policiamento comunitário, um modelo já exportado, por exemplo, para lugares tão distintos quanto Cingapura e o estado de São Paulo.

Existem seis mil kobans espalhadas pelo Japão, além de sete mil chuzaishos, que seriam kobans das áreas rurais, nos quais os policiais moram no mesmo local em que trabalham. Numa koban, atuam poucos homens: entre três e cinco em média, mobilizando cerca de 30% do total da corporação. Nos chuzaishos, há apenas um agente. As estações policiais maiores são bem equipadas e fortemente armadas, como seria de se esperar num país rico, mas os policiais comunitários circulam, geralmente, a pé ou em bicicletas bastante simples, brancas, para fazer o patrulhamento.

Eles ajudam a controlar o trânsito nas horas mais movimentadas e fazem visitas periódicas às casas e ao comércio de cada região, montando um mapeamento completo da vizinhança. Sabem quem mora e quem trabalha na área de sua jurisdição — que nunca é muito extensa — e também onde estão os possíveis focos de problema.

Polícia de SP faz intercâmbio

A repressão policial no Japão é rigorosa, mas numa koban o atendimento à população é, em geral, respeitoso. Mesmo para um estrangeiro, que não fala fluentemente a língua, a sensação de que você é um inimigo em potencial ou um estorvo — tão comum em delegacias de várias partes do mundo — não é a regra.

Outro hábito que não passa desapercebido para um brasileiro — crianças pequenas, às vezes com menos de 7 anos, indo para a escola sozinhas, a pé ou de metrô — é garantido por essa relação entre polícia e comunidade. Na hora da entrada e da saída das escolas, voluntários ficam de olho no itinerário dos menores.

— Os cidadãos ajudam nessa patrulha. Se alguém vê algo errado ou suspeito, informa para a koban. Esse é um serviço muito comum entre as pessoas mais idosas, aposentadas — explica Zare, lembrando que em qualquer lugar do mundo existe corrupção policial, mas no Japão os casos se concentram nas esferas mais altas da corporação.

— O policial comum, aquele que está em contato com o público, tem uma boa imagem, conta com respeito da população e não vai se sujar por qualquer coisa. E, além disso, recebem salários que permitem que vivam com dignidade — acrescenta.

Desde o ano passado, Tóquio passou a permitir a presença de mulheres entre os policiais que trabalham nas kobans no turno da noite, quando ocorrências violentas são mais comuns. Há poucas policiais femininas, cerca de 2.300, o que representa 5% do total no país. Mas era uma reivindicação dos moradores da capital, que queriam a presença das policiais para atender casos em que a vítima de um crime é mulher.

Em junho, 11 PMs de São Paulo fizeram um programa de intercâmbio no Japão para ver de perto os fundamentos da polícia japonesa.

Fonte: Blog do Lomeu

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Para saber mais sobre Polícia Comunitária, clique no link: http://asprase.blogspot.com/search/label/policia%20comunitaria

domingo, 22 de agosto de 2010

Polícia dá batida na feira das trocas, desativa bancas e apreende veículos

Agentes de trânsito realizaram uma blitz na feira das trocas, localizada na Avenida Tancredo Neves, zona-oeste de Aracaju, na manhã deste sábado, 21. Foram realizadas também varreduras na parte interna da feira, por policiais que inspecionaram bancas de celulares e fiscalizaram o local.

Os agentes exigiram a documentação dos veículos e um caminhão guincho trabalhou do lado de fora tendo levado cinco motocicletas Shineray. Foram apreendidos também caixas de som e uma bicicleta.

O tenente Rivaldo, responsável pela operação, disse que as ações da polícia tem por objetivo conter a venda ilegal de veículos e material doméstico. A polícia informou que o material recolhido é ilegal e na maioria das vezes é fruto de roubos.

Fontel: Jornal Cinform

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Itabaiana tem queda de 18% nos roubos e 15% nos furtos

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) verificou quedas significativas nos índices de crimes contra o patrimônio em Itabaiana, município distante 56 km de Aracaju. Um levantamento feito pelo Centro de Análise e Estatística Criminal (CEACrim) apontou a redução de 18,44% no número de roubos e de 15,43% no de furtos, do primeiro para o segundo semestre deste ano.

Foram registrados de janeiro a junho de 2009 uma média de 23,6 casos por mês. Já no segundo semestre foram comunicados à Polícia Civil uma média de 19,25 ocorrências por mês. Em relação aos furtos, os cidadãos itabaianenses formalizaram uma média de 47 queixas por mês, mas no segundo semestre, as ações da SSP, por meio da Polícia Civil e da Polícia Militar, ajudaram a diminuir esse índice para 39,75 furtos por mês.

Para o coordenador da Delegacia Regional da Polícia Civil em Itabaiana, delegado Marcelo Hercos Lyrio, o registro de ocorrências é um índice que revela a importância do enfrentamento à criminalidade. "A comunicação do fato ilícito ajuda a SSP a preparar melhor suas ações", explicou.

Ele também revelou que determinadas ações contribuem decisivamente para esse bom resultado. "Temos feito muitas prisões de pessoas envolvidas em crimes contra o patrimônio - cerca de 50 no ano - e isso é resultado de investigações. Outro fator que contribui é a presença da polícia nas vias públicas, inibindo a ação de ladrões, arrombadores e assaltantes", destacou.

Ainda de acordo com Hercos, a população tem colaborado, denunciando pessoas envolvidas em delitos. "Em muitos casos, a participação anônima dos cidadãos de bem tem sido decisiva e esperamos que esse apoio continue crescendo junto com a acreditação da população", afirmou, creditando ainda o sucesso às ações preventivas realizadas ao lado da Polícia Militar na cidade.

Investimentos

Tradicional pólo comercial e agrícola a cidade vem recebendo maciços investimentos do Governo de Sergipe no patrulhamento preventivo e na investigação de crimes. A SSP está reestruturando a Delegacia Regional de Itabaiana e o 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM), promovendo reformas e adequando os prédios para o bom atendimento ao público e proporcionar uma maior eficácia para os trabalhos policiais.

Também está prevista a construção de um heliponto [local destinado para o pouso da aeronave da SSP], um destacamento do Esquadrão de Polícia Montada (EPMon) na unidade da PM e a colocação de carceragens na Delegacia Regional. Além de combater os crimes contra o patrimônio, a SSP também intensificou especialmente o combate a crimes contra a vida e contra a ordem tributária, sem esquecer do tráfico de drogas.

Esse processo foi iniciado no início deste segundo semestre, quando o secretário da Segurança Pública, João Eloy de Menezes, transferiu simbolicamente para Itabaiana a sede administrativa da SSP. "Aquela ação marcou o início de um planejamento para a implementação de ações operacionais e estratégicas permanentes e incisivas na cidade e agora estamos colhendo os resultados", resumiu.

João Eloy também tem visitado as unidades do interior e devolvido ao serviço nas ruas policiais que estavam servindo em outros órgãos. "Temos um planejamento bem definido para a reforma de Delegacias e Companhias da PM em todo o Estado. Mas, visualizando a situação de perto, conversando com os policiais e com a comunidade, podemos tomar atitudes mais rápidas para melhorar o serviço, beneficiar a população e prestigiar os homens e mulheres que atuam na segurança, que estão sendo reintegrados ao policiamento", destacou.

Fonte: PMSE

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