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sábado, 9 de setembro de 2017

7 de setembro de 2017 é marcado por protestos de PMs em São Paulo



Neste sete de setembro as festividades em comemoração a Independência do Brasil foram marcadas por protestos em São Paulo por policiais militares. O deputado federal major Olímpio se fez presente e aos gritos acusava o governador Alckmin de ladrão "Alckmin ladrão".

Faixas de protestos foram colocadas nas cercas de proteção com dizeres mostrando a insatisfação da categoria com os baixos salários e a negativa do governo em conceder reajuste salarial. Os policiais militares do estado estão sem qualquer reajuste a três anos e, ao que tudo indica, vão ficar muito mais tempo.

Se o governo não conceder reajuste este ano (2017) no próximo ano fica proibido reajustar salários de servidores públicos por ser ano eleitoral. As entidades de classe e políticos eleitos que defendem a categoria estão buscando a todo custo sensibilizar Alckmin a conceder reajuste ainda este ano.

O estado de São Paulo é o estado com maior arrecadação fiscal da federação, ano passado (2016) as contas públicas fecharam com superávit 1,5 bilhão, mesmo assim, Alckmin alega estar no "limite prudencial" em relação a Lei de responsabilidade fiscal o que o impede de conceder reajustes salariais.

Fonte: Portal Policial BR

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Sem acordo com o governo, militares caminham no Desfile de 7 de setembro



Sem acordo com o governo do estado, policiais militares demonstraram toda a sua insatisfação por não ter as reivindicações atendidas. Neste 7 de setembro, sem cometer o “crime de indisciplina”, policiais “caminharam mais do fizeram cadencia de marcha”.

Na manha desta quarta-feira (07), durante o desfile cívico em comemoração ao 7 de setembro, o que se viu na avenida Barão de Maruim, foi servidores insatisfeitos com o atraso no salário e um certo clima de revolta.

Além da parada militar, participam do desfile cívico estudantil 15 escolas da rede estadual, uma escola representando a Diretoria Regional de Educação (DRE 8), quatro escolas particulares e 10 grupos de pelotões comunitários.

Durante o evento, as manifestações acabaram chamando a atenção dos populares. Durante o desfile da policia militar, era visível o desanimo dos policiais, que “caminhavam mais do que marchavam”. Ainda durante a passagem pela avenida, familiares dos militares fizeram um protesto. No momento em que a tropa desfilava, familiares e aposentados da PM iniciaram um coro de voz dizendo “sem marcha, vamos caminhar. a tradicional continência que é prestada às autoridades que estavam no palanque, esse ano não aconteceu, até porque os militares, pelo menos os praças, se fizeram presentes, mas não desfilaram.

Vídeos – Várias pessoas gravaram vídeos que mostram claramente que os militares caminhavam, em vez de marchar, e o que mais chamou a atenção foi o fato de, em frente ao palanque, não houve o “olhar a direita”.

Reivindicações – Policiais e Bombeiros militares estão lutando para que seja implantado a promoção por tempo de serviço (TPS) na carreira e o subsídio. O governo alega que ainda esse mês será enviado para a Alese o projeto de Lei, porém segundo alguns militares, eles não sabem o teor do projeto.

Assembleia – em assembléia foi realizada na sede da Associação dos oficiais PM/BM de Sergipe (Assomise), ficou decidido que militares de folga, juntamente com seus familiares, fariam caminhada durante o desfile de 7 de Setembro, que aconteceu na avenida Barão de Maruim.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

terça-feira, 6 de setembro de 2016

PMs e BMs decidem fazer caminhada no dia 7 de setembro

Sem acordo com o governo do estado e sem ter as reivindicações atendidas, policiais e bombeiros militares decidiram em assembléia realizada na tarde desta segunda-feira (05), que no dia 7 de setembro, eles farão uma caminhada.

A Assembléia foi realizada na sede da Associação dos oficiais PM/BM de Sergipe (Assomise), e ficou decidido que militares de folga, juntamente com seus familiares, farão caminhada durante o desfile de 7 de Setembro, que acontece na avenida Barão de Maruim.

Ainda durante a assembleia os militares decidiram continuar com o movimento “Polícia Legal”, além de outras ações que não foram divulgadas, mas que será colocada em prática a partir desta terça-feira (06). Os militares alegam que o diálogo tem que ser direto com o governador. Para eles, os secretários João Augusto Gama (Seplag) e Jeferson Passos (Fazenda), “não resolvem nada”.

Reivindicações – Policiais e bombeiros militares estão lutando para que seja implantado a promoção por tempo de serviço (TPS) na carreira e o subsídio. O governo alega que ainda esse mês será enviado para a Alese o projeto de Lei, porém segundo alguns militares, eles não sabem o teor do projeto.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

“Nós não somos mercenários, Somos policiais”, Diz Secretário João Batista

O impasse entre o governo do estado e os policiais militares deve continuar. Sem acordo e sem ter atendidas as reivindicações, os militares devem continuar com o “Policia Legal”.

Na manhã desta quarta-feira (31), os policiais e bombeiros militares participaram de uma reunião onde esteve presente o Secretário de Segurança Pública, delegado João Batista e os comandantes da PM e BM/SE, no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), no bairro América, em Aracaju. A reunião teve como finalidade informar aos praças que o governo do estado deve enviar em meados de setembro um projeto de Lei à Alese, para ser apreciado pelos deputados.

As informações passadas por um militar que participou do evento é de que “desfile da tropa parecia um velório. E como será em 7 de Setembro?”, disse o policial que informou que os militares não entenderam a mensagem da cúpula da SSP, já que eles não tiveram conhecimento do teor do projeto que será encaminhado à Alese.

O secretário João Batista, afirmou que “o governo tem interesse em solucionar o problema e que o projeto será enviado à Alese. Nós não somos mercenários, somos policiais”, afirmou João Batista aos militares durante a formatura.

Para os militares, houve uma decepção por parte da tropa que esperava uma definição sobre as reivindicações, o que acabou não ocorrendo. O que se via nos semblantes dos policiais era a expressão do desanimo, por mais uma vez, participar de reunião e nada ficar definido. Após essa reunião, as Associações Unidas irão reunir os policiais e bombeiros militares e decidir sobre que será feito daqui para frente. A data da assembleia ainda não foi marcada.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Militares decidem sair "em massa" do Banese e fazer caminhada com familiares dia 7 de setembro

Militares em Assembleia. Foto Ne Notícias

Policiais e bombeiros militares superlotaram ontem (25) o Instituto Histórico e Geográfico de Aracaju, onde se reuniram para discutir a continuidade do movimento Polícia Legal.

Veja o que ficou decidido por unanimidade:
  1. Intensificação da entrega dos requerimentos de uniforme.
  2. Entrega das munições e coletes fora da validade.
  3. A saída em massa do BANESE. (a partir de segunda)
  4. Ato no restaurante Padre Pedro, os militares que atuam na capital usarão o valor do ticket de 8,00 para almoçar e adotar pessoas carentes no local.(a partir de segunda)
  5. Manifestação e caminhada com os familiares no dia 7 de setembro.
  6. Entrega dos alimentos arrecadados para as famílias dos policiais mortos no combate, que hoje passam necessidades.
  7. Os polícias militares agirão extremamente dentro da legalidade da função.
  8. Viaturas em condições fora da normalidade e legalidade serão colocadas fora de serviço, como já está sendo feito, o que já está diminuindo o número de viaturas nas ruas, como informamos mais cedo.
  9. O pouco combustível não será motivo para diminuir o percurso do patrulhamento, se a viatura parar... parou
Os militares manterão movimento até que o projeto de Subsidio e PTS esteja aprovado na Alese.

Fonte: Ne Notícias

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Samuel: PMs usaram coletes refletivos para esconder fardas velhas

Capitão Samuel “faz denúncias na tribuna em relação às condições vividas pelos PMs”

O capitão Samuel aproveitou o pronunciamento feito ontem para denunciar o fardamento dos policiais militares no desfile cívico no último dia 7 de setembro na Avenida Barão de Maruim. “Se vocês observaram, os policias militares estava à maioria com os coletes reflexivos com a intenção de esconder o fardamento velho da tropa militar”, denunciou o deputado.

Nesta terça-feira (11), o deputado estadual capitão Samuel ocupou a tribuna da Assembléia Legislativa e voltou a cobrar providencias para resolver o problema do codigo disciplinar e aproveitou para comentar um fato ocorrido no Batalhão de Lagarto que segundo ele reafirma a necessidade de discutir o Código Disciplinar da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Sergipe que já se encontra na Assembléia Legislativa de Sergipe. “Infelizmente esse Código enviado pelo Governo ainda insiste em colocar pena administrativa de prisão para os militares sergipanos, vários Estados já retiraram esse tipo de punição administrativa isso é coisa da ditadura militar, onde os servidores públicos sendo militares poderiam ser presos, para os outros servidores isso foi retirado, mas o servidor militar infelizmente ainda continua com a prisão administrativa”, afirmou o deputado.

Segundo Samuel Barreto um cabo da Polícia Militar lotado em Lagarto foi punido com a prisão administrativa por causa de uma falta de serviço. Ainda segundo o parlamentar o militar tinha restrições médica para determinados tipos de alimentos que pudesse prejudicar a saúde do cabo. “O cabo tinha uma prescrição médica que proibia o militar de comer vários tipos de alimento que pudesse prejudicar ainda mais a sua saúde”, disse o capitão Samuel.

Samuel alerta ainda para a questão da licitação para alimentação dos militares e que seria bem mais barato e proveitoso para a categoria o ticket alimentação, pois, os horários das refeições poderiam se ajustar ao local em que estivesse o militar de serviço.

O capitão Samuel explanou na tribuna que os militares do Batalhão de Itabaiana puderam comprovar o descaso com a saúde e com o respeito à dignidade dos mesmos, pois vegetais e legumes guardados na cozinha do Batalhão alguns já estavam enraizando o que demonstra a falta de cuidado com a alimentação dos militares em questão. “Tinha um pé de cebola na cozinha, da cebola nasceu o pé. E o policial olhando aquilo ali não quis se alimentar justificou o deputado Capitão Samuel.

Segundo o parlamentar, o oficial encarregado pelo Batalhão seguindo o Regulamento Disciplinar deu voz de prisão para o cabo que se recusou a comer do alimento ali armazenado. A voz de prisão caracterizou desobediência segundo o oficial que conduziu o cabo para o Presídio Militar onde o mesmo ficou 30 horas preso por que se recusou a se alimentar da comida que o Batalhão estava servindo.

O deputado estadual Capitão Samuel disponibilizou para o cabo um advogado que peticionou a Auditoria Militar e através do juiz e do promotor tomou uma atitude inusitada, não acatando o flagrante por desobediência e inverteu o procedimento que foi levado para o judiciário denunciando o oficial por abuso de autoridade.

O deputado lembrou que esse oficial é o mesmo que denunciou a soldado Ediana no caso bastante divulgado pela imprensa em que a militar atravessou a rua para utilizar o banheiro de sua casa e foi denunciada por abandono de posto.

O ponto chave do discurso do deputado foi o apelo aos outros parlamentares para que avaliem o quanto antes o Código Disciplinar e desde já solicitou a retirada da prisão administrativa do Código que já se encontra na Assembléia Legislativa e alertou que vários Estados não têm mais a prisão administrativa e que Sergipe deve avançar nesse sentido também.

Fonte: Assessoria Parlamentar do Deputado Capitão Samuel (Chris Brota)

domingo, 9 de setembro de 2012

Falta viaturas no Bombeiro de Estância

Em apenas doze anos de fundação do Batalhão do Corpo de Bombeiros da cidade de Estância, fundada no ano de 2000, a entidade encontra-se desfacelada e passando por sérias dificuldades estruturais. Como se não bastasse o pequeno quadro de efetivos, falta de manutenção do prédio e viaturas, dificultando o deslocamento dos policiais militares para as ocorrências do dia a dia; a quantidade de veículos é insatisfatória para suprir o atendimento de toda região centro-sul e, além disso, essa semana as viaturas foram deslocadas para o desfile cívico em Aracaju, deixando assim, a cidade totalmente desprotegida.

Ainda essa semana, alguns cidadãos criticaram o serviço dos bombeiros em páginas dos sites de relacionamentos, questionando o tempo de atendimento a um grave acidente ocorrido nas proximidades da cidade, onde tanto os militares quanto o SAMU levaram praticamente três horas para chegarem ao local. Essa denuncia também chegou aos órgãos de comunicação e fomos em busca de maiores informações – soubemos que o SAMU ainda está em greve e no Batalhão, onde, os militares não quiseram se pronunciar, apenas comunicando que as viaturas haviam sido deslocadas para a capital (Aracaju), para participar do desfile cívico do dia 07 de Setembro.

Observando no pátio da corporação, vimos apenas um caminhão ABT 09, que havia chegado de uma diligência a um foco de incêndio no cemitério local. Perguntados sobre o que eles fariam em caso de uma grave emergência na região, já que não há suporte físico para atender a comunidade, disseram apenas que não podiam fazer muito. Em contato com outras corporações de algumas cidades do estado, descobrimos que as viaturas também haviam sido desviadas com o mesmo objetivo. E deixamos a seguinte pergunta no ar: “É correto desviar de função viaturas de extrema importância para salvar vidas e prestar socorro à comunidade?”.

Jussara Assunção

Fonte: Faxaju 

sábado, 8 de setembro de 2012

Entidades marcam presença no 18º Grito dos Excluídos

Cerca de seis mil pessoas seguiram em marcha pela Barão

Pelo 18º ano, o Grito dos Excluídos marcou presença no desfile cívico de 7 de Setembro. Assim como todos os anos, sindicalistas, representantes de associações e populares participaram do ato que teve início com uma concentração na Catedral Metropolitana de Aracaju e reuniu cerca de seis mil pessoas segundo a organização do evento.

Tão logo a última escola passou pela Barão de Maruim, foi a vez do grito dos excluídos dá voz e vez aos manifestantes que aos 'gritos' pediam um ‘Estado a Serviço da Nação que garanta direitos a toda a população’.

De acordo com um dos representantes do movimento, padre Genivaldo Garcia, esse é o momento em que a sociedade tem como demonstrar a sua luta e reivindicar os seus direitos. “A igreja com seus movimentos sociais é a favor da vida e aqui nos temos uma causa em comum, valorizar a vida, gritar pela vida e ser contra tudo aquilo que não dignifica a vida. Aqui a gente grita por uma educação de valor, por um país mais justo, mais fraterno e por todas as dívidas sociais que o estado deve a população”, garante.

A cada passo dado na avenida, à população aplaudia em sinal de aprovação do ato e da luta pela garantia, ampliação e da universalização dos direitos da sociedade. Quem também marcou presença na manifestação foram os condutores do Samu que estão em greve desde o dia 13 de agosto deste ano.

Para o presidente da categoria, Adilson Melo, é preciso que todos se unam para serem reconhecidos. “Os condutores são sempre excluídos dos processos de negociações. Estamos unidos para mostrar o nosso valor e sair dessa situação de exclusão para uma inclusão de negociações e de conquistas para a categoria”, afirma.

Fonte: Portal Infonet

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Ana Lúcia defende formação cidadã para policiais que lidam com multidões

No feriado do Dia da Independência da República, última quarta-feira, dia 7 de setembro, funcionários de segurança privada agrediram fisicamente dois professores do município de Japaratuba, durante o desfile do Grito dos Excluídos, que acontece após o desfile das escolas.

Policiais também dificultaram o desfile de professores no município de Maruim. E em Aracaju, também durante o Grito dos Excluídos, a deputada Ana Lúcia (PT) impediu que um policial prendesse um adolescente acusado de furto porque não havia nenhuma prova contra ele.

Os vários incidentes relacionados à segurança pública foram motivo de caloroso debate entre a deputada e policiais militares nos programas de rádio e na Assembleia Legislativa, com o deputado Capitão Samuel no turno da manhã desta quinta-feira, 8. Primeiramente, a deputada Ana Lúcia deixou claro que em Aracaju seu posicionamento foi movido por motivos ideológicos, e não eleitoreiros, como foi insinuado. “A tia deste rapaz é professora da rede pública, mas ela não vota comigo. Ela vota com Conceição Vieira, ela é do agrupamento da professora Rosângela, que inclusive foi quem me deu o telefone dos familiares deste rapaz. Eu liguei para eles e pedi que não deixassem mais ele sair de casa naquele dia”.

A deputada explicou que o adolescente foi revistado pelo policial e não estava com nenhum objeto de furto, por isso não havia motivo de ser levado para a delegacia. Sem provas, o que havia era o depoimento de um homem contra o de um adolescente. A deputada informou que o adulto que acusou o adolescente era membro de torcida de time de futebol, estava bebendo cerveja e já havia perseguido este mesmo menino outra vez. No mesmo dia, a deputada participou do Grito dos Excluídos em Estância.

Ela explicou que o Grito não teria acontecido se dependesse do prefeito Ivan Leite, que tentou impedir de várias formas. Ana contou que lá não houve confronto policial e, pelo contrário, a Polícia Militar foi fundamental para a realização do desfile. “Eu fui mediadora do conflito, como parlamentar, assim como o Comandante da Polícia Militar em Estância também usou de sua autoridade para fazer a mediação, em nome do Governo do Estado de Sergipe. A Polícia Militar em Estância teve um papel fundamental para a realização do Grito dos Excluídos. Assim não só os professores, como militantes do Movimento Sem Terra e da Central Única dos Trabalhadores, todos nós desfilamos pelas ruas da cidade, aplaudidos pela população”, relatou. Infelizmente, nos municípios de Maruim e de Japaratuba, o Grito dos Excluídos foi marcado pela opressão.

Em Maruim a polícia militar se interpôs à realização do desfile, e em Japaratuba dois professores chegaram a sofrer agressões físicas, praticadas pela segurança particular da prefeitura. Ana Lúcia avaliou em plenário que a dificuldade de se manifestar é resquício da cultura de violência herdada da Ditadura Militar. Eu não prego a paz a partir de um discurso vazio. Eu prego a paz a partir de ações. Eu sou uma mulher socialista e internacionalista. Aqui eu denuncio o imperialismo norte-americano que está matando palestinos e reproduzindo preconceito contra os árabes, e discuto preconceito racial, preconceito contra prostitutas, transexuais, contra os pobres, e discuto sim porque a nossa sociedade é preconceituosa. Nós vamos para o debate e todos nós tivemos uma formação autoritária. Com os militares tem outra questão: é que a última Ditadura foi Militar.

Foram 25 anos de Ditadura. E a CIA veio para o Brasil e para toda América Latina para ensinar técnicas de tortura. Aí o capitão diz: eu tinha 5 anos. Só que isso é cultural, e passa de geração para geração”, acrescentou. Ana Lúcia também explicou que a Polícia Militar não é a única instituição pública que tem uma postura autoritária, mas que esta cultura da violência precisa ser combatida. “Eu sou professora há 37 anos, e quem mais diz que a escola pública é autoritária e ultrapassada aqui nesta tribuna sou eu. Nós estamos num sistema capitalista extremamente cruel, e as instituições públicas têm que cumprir o seu papel. Para isso é que nós somos eleitos: para cobrarmos este papel”, declarou.

Assessoria de Imprensa

Fonte: Faxaju

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Militares fazem bonito no desfile

Sob aplausos da população os policiais não decepcionaram o comando e desfilaram na av. Barão de Maruim, na manhã desta quarta-feira, 7


Para a alegria da sociedade, do Comando da Polícia Militar de Sergipe e dos integrantes da Secretaria de Segurança Pública (SSP), os policiais deram um ‘show’ na avenida Barão de Maruim, nesta quarta-feira, 07 de Setembro, quando da realização do desfile cívico-militar. A categoria até ameaçou não participar do desfile [reivindicando melhorias], mas decidiu em assembleia geral que compareceria “respeito à sociedade”. E assim fez.

“Eu tinha certeza que os policiais não iam deixar de trazer este brilho para a nossa sociedade. Aqui já passaram representantes do Exército, da Marinha, dos Expedicionários, mas modéstia à parte, os militares estão trazendo um brilho todo especial à avenida. Dá para perceber na recepção das pessoas. Este ano reduzimos a participação dos militares, trouxemos 500 pessoas para a avenida, mas investimos em qualidade. Estou satisfeito”, comemora o comandante da Polícia Militar de Sergipe, coronel Aelson Rezende.

Participaram do desfile militar, o Destacamento da Parada do Estado Maior, a Força Expedicionária Brasileira, o Destacamento da Marinha do Brasil/Capitania dos Portos, o 28º Batalhão de Caçadores, 19ª Circunscrição do Serviço Militar, Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Aracaju, a Polícia Militar do Estado de Sergipe, o Corpo de Bombeiros, a Guarda Municipal, o Colégio Militar de Sergipe e a Polícia Rodoviária Federal.

E ainda o Destacamento Hipomóvel da Polícia Militar de Sergipe, a Associação Sergipana de Equoterapia, a Federação de Bandeirantes do Brasil, o Instituto Nossa Senhora das Graças, o Clube dos Desbravadores e o Clube dos Aventureiros.

"Pra mim é muito emocionante. Cheguei do plantão no Huse, tomei um banho e corri para a avenida. Minha gente, vocês não tem noção da emoção em ver o desfile militar. Não podia deixar de ver a beleza desses homens fortes que nos protegem, mesmo com dificuldades. Sem o desfile militar, o desfile não tinha graça. Eles levantaram a avenida", afirma a auxiliar de enfermagem Raimunda Dias, que chegou a Av. Barão de Maruim por volta das 7h da manhã. 'Só para ver os soldados lindos', como fez questão de esclarecer.

Aldaci de Souza

Fonte: Infonet

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

7 de setembro: Militares discutem possível boicote ao desfile

Policiais e bombeiros militares se reúnem daqui a pouco em assembleia geral para discutir a possibilidade de um boicote ao desfile cívico do dia 7 de setembro, na Av. Barão de Maruim. A categoria está insatisfeita com a falta de resposta do governo às propostas encaminhadas a seu próprio pedido e podem boicotar o desfile como forma de protesto. A assembleia acontecerá às 14h no Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Associações Unidas convocam os militares e a sociedade em apoio à PEC 300


Sargentos Vieira e Araújo, e cabo Palmeira, em mais uma ação das Associações Unidas



Sargento Araújo entregando panfletos e bandeiras na Barão de Maruim

Na manhã de hoje, 7 de setembro, as Associações Unidas voltaram às ruas de Aracaju para conclamar os servidores militares e a sociedade sergipana para mais uma luta da classe. Desta vez a luta é em favor da PEC 300, uma proposta de emenda constitucional que propõe que os salários dos militares estaduais em todo o Brasil não seja inferior aos salários pagos no Distrito Federal, onde os militares detêm a melhor remuneração da classe no país.

O ato consistiu na distribuição de panfletos convocando todos para participarem da caminhada em favor da aprovação da PEC 300 na Câmara Federal, além de bandeiras do Brasil, contendo no verso a mensagem "PEC 300 - Por uma questão de igualdade". Milhares de panfletos e bandeiras foram distribuidos, antes e durante o desfile cívico-militar em comemoração à independência do Brasil. Crianças e adultos aderiram à campanha dos militares e enfeitaram a avenida com as bandeirinhas distribuídas pelas Associações Unidas.

A caminhada pela PEC 300 acontece em Aracaju no próximo dia 30 de outubro, com concentração às 14:00 horas na Praça da Bandeira. Os militares seguirão pela Av. Barão de Maruim, entrarão na Rua Itabaiana, seguirão pela Rua Itabaianinha, Rua Geru e Av. Ivo do Prado até chegarem na Praça Fausto Cardoso, onde encerrarão o ato.

Estão convidados a participar do ato todos os policiais e bombeiros militares, cidadãos sergipanos, as organizações da sociedade civil, lideranças dos militares de todos os estados brasileiros, todas as lideranças políticas do nosso Estado, em especial os parlamentares federais, que decidirão pela aprovação ou não da PEC primeiramente na Câmara dos Deputados e posteriormente, se Deus ermitir, no Senado Federal. As Associações Unidas contam com a presença e apoio de todos.

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