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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Muita movimentação no QCG da PM E 16 policiais da RP foram presos


16 policiais militares da Radiopatrulha estão nesse momento no QCG. O clima entre o governo do estado, comando e corporação da PM que não era bom, agora pode ficar ainda pior. Policiais militares estão se movimento após a informação de que PMs estariam sendo ameaçados de prisão no Quartel Central da Policia Militar por estarem sem a farda que eles não recebem há mais de 2 anos.

As informações são de que soldado Angelo, em companhia de outros colegas da RP e que não recebem uniforme já há dois anos do governo, fez um oficio solicitando o fardamento e na manhã desta segunda-feira (12), ele foi até o QCG e como estava sem a devida farda, ele foi chamado na sala de um superior para se explicar.

No momento, as informações são de que o militar estaria gravando com seu celular tudo o que estava acontecendo na sala. A partir daí ele o telefone tomado de sua mão e teria sido humilhado, o que acabou provocando uma movimentação grande no local.

A OAB/SE, além das associações unidas foram comunicadas do fato e já se deslocaram para o QCG. As últimas informações sobre a ocorrência são de que 16 policiais militares estariam sendo detidos e isso deve acirrar ainda mais o “Policia Legal”.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Seplag efetuará gestão dos contratos firmados pela PM

Parceria pretende ajudar a melhorar medidas da gestão da PM

A Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), representada pelo subsecretário de administração e logística, Walter Lima, e o superintendente-geral de compras centralizadas do mesmo órgão, Aristides Ferreira Neto, esteve reunida, na manhã desta terça-feira, 12, com o comandante da Polícia Militar (PM), Maurício Iunes, e outros membros da corporação. Em pauta as tratativas para a consolidação de parceria entre os dois órgãos na qual está previsto que a Seplag prestará suporte à gestão de contratos conduzidos pela PM.
Com a mencionada parceria, estima-se que a Seplag contribua com os serviços da PM, no sentido de possibilitar que a mesma priorize o foco de suas atividades para as finalidades de sua respectiva área. Além disso, a parceria também pretende, em última análise, conferir melhorias relacionadas ao planejamento, eficiência, celeridade, controle, economicidade e transparência à gestão daquela instituição.
A medida faz parte das atribuições atinentes à Gestão de Suprimentos e Logística da Seplag (SGCC), recentemente instituídas com o objetivo de programar e coordenar a política de gestão da cadeia de suprimentos do Governo Estadual, cujo foco é o controle sobre o planejamento das demandas, compras e contratações e sobre a entrega e o consumo de todas as organizações do Poder Executivo Estadual.
Nesse primeiro momento, a Seplag, através de sua superintendência de compras, acompanhará, entre outros, o contrato de locação de veículos e compras de armamentos e fardas, cujos certames se encontram em andamento, além dos demais contratos para serviços existentes e vindouros daquela instituição.
O Coronel Iunes diz estar satisfeito com a ação de parceria. “Estou certo do que a ação acarretará em grandes benefícios para a Polícia Militar de Serpipe, que poderá centrar melhor suas atividades nos seus objetivos e realizá-las com mais presteza e eficiência”, enfatizou o Coronel. Walter Lima e Aristides Neto ratificaram as palavras do Comandante, acrescentando que a Seplag fará o possível para contribuir da melhor maneira com a corporação.
Fonte: Portal Infonet/Ascom Seplag

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

"Estão desesperados para demitir a gente", diz líder dos PMs

Militares decidem pela permanência do movimento Tolerância Zero


Após deflagrarem o Movimento Tolerância Zero II, no último dia 14, policiais militares e bombeiros decidiram continuar o movimento que teve seu primeiro ato em 2009. Os militares continuarão com praticamente toda a frota da Polícia Militar paralisada. Segundo eles, as viaturas permanecem com seus licenciamentos vencidos. Os PMs também não trabalharão nas horas de folga nos eventos Projeto Verão e Carnaval. E só mudam a postura quando o governo definir a situação da carga horária e demais reivindicações.

Grande número de militares compareceram à assembleia na tarde desta quinta-feira (26), no Clube dos Oficiais, no bairro Farolândia, para avaliar o Pré-Caju. O movimento foi coordenado pelas Associações Unidas e pelo deputado estadual capitão Samuel (PSL). Estiveram presentes a Associação dos Militares de Sergipe (Amese), a Assocação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares (ASPRA) e a Associação dos Oficiais da PM e Bombeiros (Assomise).


“Pela quantidade dos militares defendendo o movimento vai continuar sim. É um movimento eterno, não dá para fechar os olhos e dizer que existe segurança da forma precária que está. O próximo passo da categoria é reafirmar o compromisso de não trabalhar na sua folga, não comprar mais uniformes, não dirigir mais viaturas disregularizadas, somente depois de ter condições dignas. Vai perdurar até o governo criar vergonha e resolver os problemas”, analisou o presidente das Assomise, major Adriano Reis.

Sobre os atestados médicos dos militares que não trabalharam no Pré-Caju, os quais não foram aceitos pelo Comando da Polícia Militar, o major Adriano Reis afirma que esta foi mais uma arbitrariedade do estado. “Como é que você leva o atestado e não é reconhecido? Todo mundo tem direito, não é o estado que vai dizer quem estava doente ou não. A gente não tolera esse tipo de arbitrariedade”. Sob a alegação de que o número de atestados foi exorbitante, Adriano questiona. “Eles alegam que o número de atestado foi muito grande. Tem como você prever a pessoa ficar doente? Isso é uma questão de cada um. Agora se eles acham que houve um derrame de atestado então que apurem, nós queremos honestidade. Não apurar é um absurdo e nós não admitimos”, critica.

Segundo o major, 22 inquéritos militares foram instaurados para demitir a ele e aos presidentes das associações. “Foram 22 inquéritos contra nós presidentes de associações e não contente com isso, o estado de forma absurda instaurou conselhos para julgar a nossa conduta. A intenção é de nos demitir, simplesmente porque nós cansamos de dizer a sociedade que está tudo bem. Agora como foram desmascarados eles estão desesperados para demitir a gente. Possivelmente daqui a 30 dias eu serei um ex major da PM, mas com certeza eu terei justiça”.

Pedindo que outros oficiais adiram ao movimento, no próximo dia 14 de fevereiro a expectativa é que tenham aproximadamente a participação de três mil policiais militares.

Fernanda Araújo

Fonte: F5 News

BMs de "chinelo" começam a receber coturnos

A situação enfrentada por cabos e soldados da Policia Militar, que não recebem fardamento há mais de três anos, também afeta os Bombeiros militares.

Uma informação passada no inicio da tarde desta terça-feira (24), é que após tentarem “prender” os BMs que estavam trabalhando de chinelo, por falta de coturno, a situação acaba de ser resolvido, por não haver embasamento legal para efetuar as prisões dos praças, já que os mesmos não são obrigados a comprar o fardamento.

O fardamento teria que ser entregue aos cabos e soldados da PM e BM, pelos menos três vezes ao ano, só que isso não vem sendo cumprido. Para solucionar o problema de Bombeiros precisarem sair para atender ocorrências, com “chinelos nos pés”, os cabos e soldados começam a receber os coturnos.

Fonte: Faxaju

domingo, 15 de janeiro de 2012

Policiais decidem não dirigir viaturas sem legalização

Decisão foi tomada em assembleia da categoria no Cotinguiba

Policiais lotaram o Cotinguiba (Foto: Portal Infonet)

Além da decisão dos policiais e bombeiros militares na assembleia deste sábado, 14, em não trabalhar na segurança de eventos, caso estejam em dias de folga, a categoria deliberou que a partir deste domingo, 15, todos os militares estaduais, ao darem entrada de serviço, informarão ao CIOSP (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública) que se as viaturas não estiverem em consonância com o que preceitua o Código de Trânsito Brasileiro, não irão dirigir até que sejam legalizados.

Os policiais decidiram ainda na assembleia que reuniu centenas de participantes no Cotinguiba Esporte Clube, que todos os cabos e soldados exigirão através de requerimento, concessão de uniforme, e Equipamento Individual. E escolheram o deputado capitão Samuel Santos (PSC), para ser o coordenador do Movimento Tolerância Zero.

Capitão Samuel: "Decisão não prejudica a sociedade" (Foto: Arquivo Portal Infonet)

De acordo com o capitão Samuel, “a manhã do sábado, 14, foi inesquecível para a categoria militar sergipana. A maior assembleia já realizada pela categoria, segundo informações das Associações Unidas, mais de 2000 mil militares compareceram ao Cotinguiba e lotaram o ginásio e as galerias do clube”.

Capitão Samuel lembrou que na última sexta-feira, 13, o Comando da Polícia Militar de Sergipe desencadeou duas operações policiais com a finalidade de esvaziar a assembleia da categoria. “Eu tive a iniciativa de locar ônibus para trazer militares do interior, o que foi determinante para a lotação do local. Muitos policiais de folga escalados abandonaram as operações desencadeadas pela Polícia Militar”, ressalta.

“Fiquei feliz quando vi milhares de militares unidos em prol de um mesmo objetivo, a decisão da categoria não prejudica a sociedade de forma nenhuma, simplesmente queremos a nossa legislação de forma correta, nossa carga horária. Não tem incitação ao crime, nem transgressão militar. Fui escolhido pela minha tropa para ser coordenador do movimento Tolerância Zero e como deputado não sou mais regido pela legislação militar, o que facilita bastante o andar das negociações. Vou continuar sendo independente sem partidarismo”, enfatiza capitão Samuel.

Fonte: Infonet/Assessoria Parlamentar (Chris Brota)

sábado, 14 de janeiro de 2012

PMs e BMs decidem que viaturas só circularão se estiverem legalizadas

Sem acordo com o governo do estado, policiais militares e bombeiros militares se reúnem em assembléia e decidem que a partir deste domingo (16), a “PM terá que cumprir a lei”.

Cerca de dois mil policiais militares e bombeiros militares, estiveram reunidos em assembléia, na tarde deste sábado (15), na sede do Cotinguiba Esporte Clube. Vários assuntos foram discutidos pelas Associações Unidas e de consenso, os militares decidiram tomar medidas duras para chamar a atenção do governo, tudo por conta de um projeto que foi entregue ao governo e que encontra-se engavetado.

PMs e BMs estão em busca de uma definição da carga horária para a classe. Alem disso, no ano passado, governo e Associações Unidas sentaram em uma mesa de negociação e acertaram que seria elaborado pelos PMs e BMs, um projeto constando todas as reivindicações da classe. Isso foi feito no São João, entregue ao governo para que esse fizesse um estudo do que poderia ser atendido e até o momento nada foi resolvido.

A revolta dos militares ficou comprovada na assembléia de hoje, onde mais de dois mil PMs e BMs se fizeram presentes, mesmo o comando geral ter decidido realizar uma mega operação na grande Aracaju. Segundo os dirigentes das associações, “mesmo o comandante ter tentado esvaziar a nossa assembleia, nós conseguimos mostrar que unidos nós somos fortes”, disse um dirigente.

Várias decisões foram tomadas durante a assembleia, porem uma delas vai chamar a atenção de fato do governador. Os policiais decidiram que a partir deste domingo (16), os militares só sairão para o trabalho ostensivo em viaturas que estiverem legalizadas, ou seja, o estado pode ficar sem segurança, porque segundo as Associações, cerca de 95% das viaturas não estao legalizadas. Dessa maneira, a partir de amanha, deve acabar a “operação visibilidade”.

Outra decisão tomada na assembleia, é que a partir da próxima segunda-feira, todos os cabos e soldados farão requerimento que será encaminhado aos seus comandantes imediatos solicitando o fardamento completo, já que a legislação estadual prevê que o governo do estado tem obrigação de fornecer três uniformes por ano, o que não acontece há mais de três anos.

Ainda durante a assembleia os PMs e BMs voltaram a confirmar o que já vinham anunciando há vários dias. Ficou decidido também que enquanto o governo do estado não encaminhar a assembleia legislativa, o projeto que define a carga horária e a LOB, os policiais militares de folga, não irão trabalhar em eventos como Pré-Caju, Carnaval e Forró-Caju.

Segundo o presidente da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese), sargento Jorge Vieira, “Essa assembleia mostra que a classe está unida e que nós não vamos mais aceitar migalhas. Não precisamos de esmolas. Nós somos seres humanos e merecemos respeito. Não se pode escravizar o ser humano. Não é possível o militar trabalhar acima de sua capacidade, porem é isso que vem ocorrendo com nossos irmãos. As medidas tomadas nessa assembleia, serão seguidas à risca. Se nós fazemos segurança, então temos que trabalhar dentro da legalidade”, disse Vieira.

Para o vice-presidente da Amese, sargento Edgard Menezes, “Mesmo com todo o trabalho feito para esvaziar nossa assembleia, nós conseguimos reunir mais de dois mil militares. Isso demonstra o descontentamento de nossos irmãos com essa modelo de segurança publica que discrimina o policial militar e bombeiro militar. O que nos deixa mais triste, é saber que é exatamente o Partido dos Trabalhadores que persegue e prejudica um trabalhador”, desabafou Edgard.

Fonte: Faxaju

terça-feira, 25 de outubro de 2011

“A PM está doente, sofre de parasitose”.

Essa é a frase usado por um policial militar que mais uma vez reclama da falta de atenção do governo do estado para com a corporação. Em e-mail enviado no final da tarde desta terça-feira (25), à redação do FAXAJU, o PM conta que há mais de cinco anos que os praças não recebem fardamento. Ele também reclama de armas velhas e de gratificações que ainda não foram pagas. Alem disso, o policial afirma que alguns coronéis são “parasitas”, ou seja, não trabalham no serviço ostensivo.
 
Veja o que diz o e-mail do policial:
“A policia Militar está doente, sofre de parasitose aguda. Muitos oficiais da PMSE estão agindo como verdadeiros parasitas. Apenas recebem o dinheiro do estado para não trabalhar. Muitos estão a disposição de outros órgãos, como prefeituras por exemplo e não tiram um minuto de serviço na Policia, o governador recentemente mandou um monte de parasitas pra reserva como verdadeiros sanguessugas, ganharam rios de dinheiro como se tivessem trabalhado os trinta anos exigidos por lei, isso só retrata o e reforça o que todos sabem, que quem realmente trabalha está fora do jogo. 
 
Há ainda a situação dos policiais que estão aguardando a gratificação de apreensão de armas, todos os dias vemos nos jornais pelo menos uma apreensão de arma, e ainda o secretario-adjunto João Batista, disse recentemente que Sergipe possui uma lei estadual autoriza o Governo do Estado a pagar uma gratificação por arma apreendida ao policial que efetuar a retirada destas armas das mãos de criminosos. Só que ele esqueceu de dizer que os Policias Militares não estão recebendo suas gratificações, e o comandante não toma nenhuma atitude, claro, ele não vai colocar o se CC na fogueira para defender os direitos de meros policiais que estão dia-a-dia arriscando suas vidas para proteger a sociedade. Isso na verdade não é novidade na PM, administradores que só sabem administrar seus próprios bolsos, esquecendo da coletividade ou seja administrar bem a policia, que esta caindo pelas tabelas, vejam alguns motivos: 
 
- Policiais com mais de 17 anos sem promoções; - Três anos sem receber unifome (cabos e soldados), se o policial quiser se vestir bem tem que comprar uniforme, sendo que existe uma lei que garante até três uniformes por ano. - 6 anos sem concurso publico, o efetivo da PM é o mesmo de 1993, enquanto a população do estado cresceu mais de 15% até hoje. 
 
- Armas, munições velhas, quando existem. além do fato de que oficiais estão cautelados com armas da PM para uso pessoal, como se fossem suas, enquanto falta armas para os policiais que estão nas ruas. - Descaso com as gratificações que esses policias têm direito: GRAE, Gratificação de armas, Diárias - Abandono dos batalhões: viaturas velhas, aliás sucatas vindas de outras unidades, como choque, RP, COE, a exemplo do 5º BPM. A Policia Militar está na UTI, assim como a Saúde, a Educação. Isso não é um conto de fadas, é pura realidade!”
 
O Policial Millitar pediu para não ser identificado com medo de represálias.
 Fonte: Faxaju

sábado, 8 de outubro de 2011

Policial administrativo x operacional: a divisão

Entre as várias divisões pregadas no âmbito das instituições policiais (praças x oficiais, agentes x delegados, especializados x convencionais etc) uma destacável é a contraposição entre os policiais que atuam na atividade fim (operacionais) e os que atuam na atividade meio (administrativos). Os operacionais acusam os administrativos de privilégios, de viverem “na sombra”, longe dos riscos e desgastes que a atividade operacional possui. Os administrativos, por sua vez, alegam a importância do seu serviço, e dizem que sem seus esforços na estruturação das condições de trabalho da operacionalidade, nada daria certo.
 
De certo modo, ambos estão certos, pois essas não são afirmações excludentes. Atuar no serviço operacional de rua traz desgastes como a passagem de noites insones, exige preparo físico no desenrolar das ocorrências (é preciso correr, se manter de pé por muito tempo, carregar peso etc), e, além do mais, expõe o policial ao risco de morte, já que a possibilidade de confronto armado com suspeitos é evidente. Nenhum desses fatores atingem o policial empregado no serviço administrativo.
 
Este, porém, trabalha viabilizando o serviço do policial da operacionalidade, e até diminuindo os desconfortos a que este é submetido. É o policial da administração que realiza a licitação para a compra de um coturno mais confortável. É o policial da administração que racionaliza as horas de trabalho de cada policial. É também ele que garante, através dos procedimentos burocráticos, a concessão de férias, licenças e outros direitos dos policiais.
 
Assim, os serviços administrativos e operacionais são complementares, embora os “de rua” passem por mais desconfortos que os demais. Uma crítica justa, neste sentido, é o gasto às vezes feito com policiais que atuarão na administração mas que possuem toda a formação de um policial operacional (de técnicas policiais, tiro, defesa pessoal…). Como fazem as Forças Armadas brasileiras, as polícias devem direcionar a carreira de determinados profissionais a determinadas funções, evitando gastos desnecessários – qual o sentido de um policial aprender tiro policial se passará toda a sua carreira trabalhando com licitação?
 
Outra proposta vem sendo adotada, a contratação de auxiliares administrativos ou soldados temporários para assumir funções da administração (como telefonista) que não precisam de conhecimento técnico-policial para serem desenvolvidas. A ideia é liberar o policial administrativo (com formação operacional) para atuar nas ruas. Apesar de ser uma boa tese, o cuidado se refere à desenvoltura e probidade desses auxiliares no desempenho do serviço.
 
De qualquer modo, é preciso se distanciar das vaidades que às vezes surgem em virtude da diferenciação administrativo x operacional. Sem todas as engrenagens, por menor que sejam, não há motor que funcione.
 
Danillo Ferreira

Fonte: Blog Abordagem Policial

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