Mostrando postagens com marcador pmrn. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pmrn. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Cabo Jeoas assumirá vaga de vereador na Câmara de Natal

Na tarde de ontem (05/02) o vereador George Câmara (PCdoB) anunciou que irá se licenciar do mandato durante o período de primeiro a trinta e um de março de 2014. Com a decisão, o próximo suplente da coligação, Cabo Jeoás (PC do B), assumirá a vaga durante 31 dias. Obedecendo ao Regimento Interno da Câmara, George encaminhou ofício ao Presidente da Casa solicitando “licença para tratar de interesses particulares”. O procedimento está previsto no artigo 88, inciso IV, alínea “b” do Regimento Interno da CMN. "Estou certo que Cabo Jeoás, ao assumir essa tarefa partidária, fará uma atuação notável em favor da nossa segurança pública, atendendo aos anseios da categoria na qual é representante”, declarou George.

Cabo Jeoás

Jeoás Nascimento dos Santos, 32 anos, começou sua formação política no movimento estudantil no ETFRN (atual IFRN). Cursou Letras na UERN e atualmente se dedica ao curso de Direito na Universidade Potiguar (UNP). Em 2000, o Cabo Jeoás entrou para os quadros da polícia militar e a partir de 2003 começou a atuar junto a Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Rio Grande do Norte na busca de cidadania, dignidade e melhores condições de trabalho e salários para os policiais e bombeiros do Rio Grande do Norte.

Em 2006, o Cabo Jeoás assumiu a gestão da entidade, que passou, cada vez mais, a participar dos movimentos reivindicatórios. Em 2007, Jeoás foi excluído da corporação de forma arbitrária e injusta por ser acusado de deserção e outros crimes militares, durante a paralisação da categoria daquele mesmo ano, só retornando aos quadros da Polícia Militar em 2009, por meio de decisão judicial. Mesmo excluído, no inicio de 2009, o Cabo Jeoás foi reconduzido ao cargo de presidente da entidade onde permaneceu até abril de 2012.

Cabo Jeoás foi também representante da Anaspra - Associação Nacional dos Praças, entidade na qual participou da criação e foi Diretor Regional Nordeste por quatro anos e onde, atualmente, está licenciado do cargo de vice-presidente. Pela participação nas negociações da última greve realizada na Bahia, o Cabo Jeoás permaneceu preso por 40 dias acusado de formação de quadrilha (por fazer parte da direção da ANASPRA) e por incitação (por fazer o chamamento e a conscientização da tropa).

Fonte: Perfil do Facebook de Cabo Jeoas e Apram

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

PMRN: Déficit de efetivo aumenta em virtude de aposentadorias e baixas

A legislação atual prevê um efetivo de pouco mais de 12 mil policiais militares no Estado do Rio Grande do Norte, contudo, atualmente, o efetivo se encontra com pouco mais de 9 mil PM's, um déficit de cerca de 3 mil policiais.
 
Sem concurso para soldado e oficiais há nove anos, o efetivo da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte só vem reduzindo a cada ano. Em um breve levantamento realizado neste mês de janeiro, o blog contabilizou 8 solicitações de licenciamento, a chamada "solicitação de baixa" da corporação, além das 15 transferências para a reserva remunerada (aposentadoria), somando um déficit somente neste mês de 23 PM's.
 
Uma leve projeção mostra que o número de aposentadorias e solicitações de baixas da PMRN fica em torno de 300 PM's a cada ano. Muitos dos policiais militares que solicitaram baixa da corporação buscam melhores cargos, que possibilitem ascensão profissional, vez que na Polícia Militar do RN já é normal um soldado se aposentar como soldado, ou serem promovidos à graduação de cabo com mais de 25 anos de serviço prestado.
 
A falta de ascensão está gerando descontentamento, fazendo com os PM's prestem outros concursos e solicitem baixa da corporação. Das oito solicitações de baixas da PM nesse mês de janeiro, todas foram realizadas por Soldados.
 
As vagas de cabos e sargentos existem, mas os soldados esperam a realização de concursos para essas graduações há mais de 15 anos.
 
Fonte: Perfil Apram/Facebook

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Na PMRN, pedidos de baixa crescem mais de 700%

Vá lá que o serviço policial militar tem dificuldades nativas, mas o que está acontecendo na Polícia Militar do Rio Grande do Norte é realmente não natural: entre 2001 e 2012, o número de pedidos de exoneração cresceu mais de 700%, com uma perspectiva de crescimento vertiginosamente maior neste ano, já que até maio o número de baixas quase se iguala a todo o ano passado.

Veja detalhes sobre este fenômeno, que indica algum problema na gestão de pessoas:

É cada vez maior a quantidade de policiais e bombeiros militares que têm pedido para deixar as corporações onde atuam. Na Polícia Militar, o número de pedidos de baixa cresceu mais de 700% entre 2001 e 2012. A realidade permanece crescente nesse ano, quando a quantidade de pedidos de licenciamento em quatro meses já se aproxima do número total de todo o ano passado. Em 2013, 40 policiais deixaram a Corporação a pedido.

A razão apresentada para a curva ascendente tem sido similar em diversos casos: a falta de perspectiva de ascensão profissional. Desmotivados e sem enxergar a possibilidade de construir carreiras, policiais e bombeiros têm optado por ingressar em outras profissões. A maioria dos “desistentes” é formado pela base das instituições: o soldado. Na prática, é a graduação que mais tem sentido a falta de apoio do poder público.

Levantamento realizado pela Associação dos Subtenentes e Sargentos da PM/RN a partir de boletins da Corporação, obtido pelo NOVO JORNAL, comprovam a realidade. Em 2001, por exemplo, foram cinco pedidos de afastamento. Os números são crescentes com picos em 2012 e 2013. Ao longo dos últimos dez anos, a quantidade variou entre 10 e 38 pedidos anuais. Nos últimos 12 anos, foram 305 saídas de policiais militares.

As associações de classe demonstram surpresa com os números de 2013, que em quatro meses se aproxima da quantidade total do ano passado. Esse ano foram 40 pedidos, enquanto em 2012 foram 42. Na visão das autoridades da segurança pública, as estatísticas trazem duas preocupações: a sobrecarga de trabalho para os policiais e bombeiros que continuam trabalhando e o consequente prejuízo na prestação de serviço à sociedade.

“Esse é um fenômeno que está indo na contramão de qualquer outra categoria do serviço público. Pessoas que se dedicaram para passar no concurso acabam decepcionadas quanto entram na PM”, avaliou o presidente da Associação de Cabos e Soldados da PM, soldado Roberto Campos. “Isso é uma prova de que não existe estímulo ao servidor. Eles estão pedindo para sair para fazer outros concursos ou seguir como profissionais liberais”, acrescentou.

O presidente da Associação de Subtenentes e Sargentos, sargento Eliabe Marques, comenta as estatísticas levantadas pela instituição. “São policiais que perderam a motivação para estar na polícia e pedem para sair. Não era uma situação de rotina. Ser policial só vem realmente quem tem vocação e gosta. Quando ele entra tem essa situação toda tem as decepções. Em 2001, foram cinco policiais. A partir daí, começa a aumentar, de modo que em 2013, só nos primeiros quatro meses, já são 40”, analisou.

Para ele, a segurança é diretamente atingida: “A tendência é que esse número aumente. A segurança pública tende a piorar. A segurança está sendo diretamente afetada. Essa situação não é causada pelo atual governo. Isso vem de anos de negligência, de omissão de sucessivos governos. Hoje, quem está no Governo é Rosalba e ela que vai ter que resolver o problema”.

Fonte: Abordagem Policial

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Policial do RN tem prisão decretada por participar de greve na Bahia

Mandado determina que Jeoás seja transferido

Andrey Ricardo - da Redação

O presidente da Associação de Cabos e Soldados (ACS) da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, cabo Jeoás Nascimento dos Santos, é um dos policiais que tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça da Bahia, no sábado passado, 4. A Polícia Militar baiana está em greve desde o dia 31 do mês passado e 11 policiais, apontados como líderes do movimento, tiveram a prisão decretada. Jeoás estava na Bahia, representando a Associação Nacional de Praças da PM, e por isso foi envolvido. Ontem o Comando da Polícia Militar no RN cumpriu o mandado de prisão contra o cabo.

Jeoás é o presidente da entidade que representa os cabos e soldados da PM no RN e ocupa ainda o cargo de vice-presidente da Associação Nacional dos Praças (Anaspra). Logo após a deflagração do movimento grevista, ele desembarcou na Bahia e esteve junto dos líderes locais. Segundo o governo baiano, Jeoás e mais 10 militares, a maior parte deles membros de entidades representativas da Polícia Militar no Estado, são acusados de formação de quadrilha. Jeoás voltou da Bahia no sábado passado, justamente quando o Governo anunciou que cumpriria as 11 ordens de prisão.

Por volta das 12h do domingo passado, 40 homens do Comando de Operações Táticas da Polícia Federal, equipe considerada elite da PF, desembarcaram em Salvador. Eles foram enviados pelo Ministério da Justiça especificamente para prender o presidente da Associação de Cabos e Soldados do RN e os outros líderes do movimento paredista. No entanto, apenas o dirigente da Associação dos Policiais e Bombeiros (ASPRA) da Bahia, Alvir dos Santos Silva, estava preso até ontem. Além de formação de quadrilha, é acusado de furtar uma viatura e está na sede do Exército, na capital.

Segundo as leis brasileiras, Jeoás só pode ser preso no Rio Grande do Norte após o encaminhamento de um documento feito pela Justiça da Bahia à Justiça do RN. É preciso comunicar oficialmente que ele é considerado foragido da Justiça baiana para que a ordem seja cumprida pelas forças policiais potiguares. Se a prisão fosse determinada pela Justiça Federal, não haveria necessidade de realizar tais trâmites. Até ontem à tarde, Jeoás ainda aguardava uma resposta da assessoria jurídica da Associação Nacional de Praças para definir o que fazer. Ele afirma que continua trabalhando no RN. Jeoás adiantou que a associação vai tentar reverter a decisão judicial e que não sabe o motivo de estar sendo considerado foragido da Justiça baiana. Jeoás ficou na Bahia até sábado, quando voltou ao RN. Ele alega motivos familiares para o seu retorno e que soube da ordem de prisão só ontem à tarde, negando que tenha saído da Bahia para fugir da prisão. "Estou à disposição da Justiça para qualquer esclarecimento e vou entrar com uma ação para tentar desfazer esse mandado de prisão. Ele não faz sentido", disse.

Sindicalista do RN propõe greve nacional

O presidente da associação local e vice-presidente da entidade nacional, Jeoás Nascimento, atuou diretamente no comando de greve da Bahia e defendeu durante os últimos dias a bandeira de uma greve nacional, envolvendo a Polícia Militar de todos os estados brasileiros.

Através de sua conta no Twitter, rede social de relacionamento pela internet, o militar destacou ao longo dos últimos dias a importância de haver uma mobilização nacional.

Em uma das postagens, Jeoás afirma que a Associação Nacional dos Praças, entidade que ele ocupa o cargo de vice-presidente, convoca todas as associações que representam a PM, no Brasil, para irem a Salvador e ajudar na negociação. "Estamos convocando todas as Associações do Brasil a se deslocarem a Salvador. Pode virar greve geral no Brasil", disse o militar através da rede, propondo que seus aproximadamente 1000 seguidores (pessoas que participam do seu perfil na internet) divulguem a ideia de uma greve nacional.

Ontem ele anunciou que voltaria à Bahia, provavelmente antes de saber da ordem de prisão expedida contra ele. "Vamos organizar um dia de luta nacional. Policiais Militares clamam por dignidade, valorização e respeito. Amanhã (07) reunião em salvador", disse.

"Negociação no RN foi mais fácil"

Jeoás Nascimento foi um dos negociadores da Polícia Militar durante a última greve da categoria que conseguiu o aumento salarial, previsto para julho deste ano. A greve foi feita no fim do ano passado. Experiente em negociações entre policiais militares e representantes de governos estaduais, Jeoás avalia que a negociação no RN foi mais fácil do que essa que ocorre na Bahia.

Na Bahia, o Governo do Estado ofereceu um aumento de 6% aos policiais, mas disse que só iniciaria a negociação com o fim da paralisação, que atinge praticamente todo o Estado. A categoria tem criticado bastante o posicionamento do Governo regido pelo Partido dos Trabalhadores (PT), julgando ser uma medida rígida.

Jeoás compara com o Governo do RN, cujo partido é o Democratas (DEM). "No ano passado, foi feito um movimento de três dias, segurança com segurança, e o Governo do RN adotou uma postura que abriu canal de negociação, chegando a um termo", compara Jeoás. "O Governo do RN foi, com certeza, bem mais maleável. Isso é o que nós esperávamos na Bahia, que tivesse essa postura de dialogar, negociar, para que nós pudéssemos valorizar esses homens e mulheres que arriscam suas vidas para defender a vida e a liberdade da população", complementa.

O presidente da ACS no RN disse que foi pego de surpresa com a ordem de prisão e, principalmente, com o comportamento adotado pelo Governo do PT na Bahia. "No Pará, passamos 18 horas na mesa de negociação e em menos de um dia a greve foi encerrada, chegando a um consenso entre os policiais e representantes do Governo", cita.

"Sempre votei no PT, em toda minha vida, mas eles adotaram uma postura atípica na Bahia", finaliza o sindicalista.

Confrontos deixam seis feridos

Salvador (AE) - Os cerca de 300 policiais militares que acampam na Assembleia Legislativa com os familiares desde a terça-feira (31), quando teve início a paralisação parcial da PM na Bahia, estão cercados, por cordões de isolamento formados por militares do Exército ao redor do prédio. Até agora, foram registrados três pequenos confrontos entre as partes, quando foram lançadas bombas de efeito moral e disparados tiros com balas de borracha. Seis pessoas ficaram feridas, mas sem gravidade. Entre elas, está um cinegrafista da Rede Bandeirantes, que sofreu sangramento nasal depois de uma bomba de efeito moral explodir a menos de dois metros dele, e um fotógrafo da Secretaria de Comunicação do Governo, atingido com uma bala de borracha no braço. Uma mulher grávida de 4 meses passou mal.



Ernesto Rodrigues/AE Policiais grevistas e a força de segurança entraram em confronto, em frente à Assembleia Legislativa

O cerco teve início na madrugada de ontem, com os cortes no fornecimento de energia elétrica e de água para o prédio. Equipes do Exército, em carros e helicópteros, monitoravam a área. Os policiais grevistas, armados, foram divididos em equipes para vigiar a movimentação nos arredores e ficaram de prontidão durante toda a madrugada para uma eventual invasão do Exército no local. Por volta das 5 horas, os grevistas afastaram os profissionais de imprensa que estavam no local e iniciaram a movimentação para tentar bloquear o acesso principal ao Centro Administrativo da Bahia (CAB), onde está a Assembleia. A movimentação foi a justificativa para a entrada de 600 integrantes das tropas do Exército no local, por volta das 6 horas. O primeiro conflito ocorreu às 7h30, quando um grupo, que tentava levar mantimentos aos amotinados, foi impedido pelas forças federais. Houve revolta por parte do grupo, que dizia ser de familiares dos grevistas. Balas de borracha foram disparados contra o chão - uma delas atingiu o pé de um integrante do grupo

Ao longo da manhã, mais militares chegaram ao local - ao fim, havia 1.050 homens do Exército nos arredores da Assembleia. Um grupo de 20 homens do Comando de Operações Táticas da Polícia Federal (PF) também foi ao local, na tentativa de cumprir os 11 mandados de prisão expedidos pela Justiça baiana contra os líderes grevistas que continuam em aberto. Segundo o comando da greve, porém, nove dos foragidos deixaram a Assembleia ainda na noite de ontem. Eles teriam viajado para o interior durante a madrugada. Cerca de 500 policiais simpatizantes do movimento grevista também chegaram ao local e foram impedidos de entrar na Assembleia.

Fonte: Tribuna do Norte

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Rio Grande do Norte - Associação de policiais envia ofício ao governo e pede R$ 3.200,00 para soldado

A entidade afirma que ainda no mês de setembro realizará assembléia com a categoria e espera respostas das reivindicações.

Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Rio Grande do Norte protocolou na Governadoria, na tarde desta quarta-feira (01), ofício nº 364/2010 apresentando ao Governador do Estado pauta de reivindicação da Entidade.

Na pauta estavam o cumprimento da Lei de Anistia; realização do curso de Cabo e Sargento; realização de concurso para especialista em saúde; convocação dos suplentes; carga horária; programa habitacional e o Plano de Cargos, Carreira e Subsídio (R$ 3.200 - soldado). Na semana passada a Entidade já tinha apresentado essas reivindicações ao Secretário de Segurança e ao Comando da PM.

A entidade afirma que ainda no mês de setembro realizará assembléia com a categoria e espera respostas das reivindicações.

"Surgiram boatos que o governo daria um reajuste salarial agora em agosto, não sabemos com qual intenção. Nessas conversas com o Secretário de Segurança e com assessoria do Governador, foi desmistificado esse boato e descobrimos que não tinha nada. Agora tem, mandamos uma proposta de R$ 3.200,00 para o soldado, escalonado até coronel e marcaremos uma assembléia com a categoria para defesa dessa proposta" afirma Cabo Jeoás Santos - Presidente da ACS-PM/RN.

Fonte: Blog do Lomeu

Postagens populares