quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Espetáculo Deprimente
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Déda chama cúpula da SSP para reunião sobre segurança
Os boatos de demissão surgiram durante este fim de semana, por conta dos três assassinatos ocorridos dentro do circuito do Pré-Caju e do boicote convocado pelos PMs em protesto contra o governo do estado, que fez com que mais de 500 policiais faltassem ao serviço durante a prévia carnavalesca. No início da noite, a assessoria do governo estadual desmentiu qualquer mudança na cúpula do órgão e afirmou que o assunto não foi discutido na reunião de ontem. Hoje, João Eloy se afasta do cargo por uma semana para descansar com a família. Neste tempo, a SSP será comandada pelo secretário-adjunto João Batista Santos Júnior.
Fonte: Jornal do Dia
domingo, 4 de setembro de 2011
DÉDA PRETENDE LEVAR GETAM PARA ITABAIANA
Fonte: Faxaju
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Em reunião com a cúpula da SSP, Déda só falou em coronéis
Ao falar sobre o "Pacote Institucional da Nova Polícia", Déda só fez referências aos coronéis e ao oficialato, dizendo que a nova Lei de Organização Básica das duas instituições (PM e CBM) reduzirá o excessivo número de coronéis e criará fluxo para a carreira dos oficiais. “O Projeto de Lei vai, além de possibilitar a legalização da estrutura hierárquica da PM, criar a possibilidade de uma renovação no comando, oferecendo uma oxigenação da carreira, abrindo oportunidades de promoção dentro da PM para seu oficialato”, disse o governador.
Para o presidente da Asprase, sargento Anderson Araújo, as palavras do governador são preocupantes. "A PM e o Corpo de Bombeiros não são compostas unicamente por oficiais. A força bruta de trabalho está nas mãos dos praças, que são os que vão para as ruas enfrentar a marginalidade. Há soldados com 16 anos de carreira sem promoção, quando a lei prevê 8 anos, e o governador só demonstra preocupação com os oficiais. Isso é uma injustiça", declarou o presidente, que diz esperar que o governador tenha apenas esquecido de mencionar os praças.
Para Araújo, a falta de menções acerca das propostas encaminhadas pelos militares também é preocupante. "Enviamos nossas propostas ao governo através do subsecretário Chico Buchinho e nada do que reivindicamos foi mencionado na matéria publicada pela própria assessoria do governo. Cada dia mais acredito que fomos enganados e que o governador nem sequer recebeu o documento que as associações enviaram", lamentou o sargento.
"Esperamos que no tal pacote que o governo vai enviar para a ALESE tenha espaço para uma LOB que contemple os praças, para carga horária, para o nível superior e para nossas demais reivindicações", declarou Araújo.
Coincidência ou não, o dia 13 foi escolhido pelas associações e pelo governo como um dia crucial para a tomada de decisões que poderão dar um novo contorno ao impasse entre as partes. Os militares estarão acompanhando o desenrolar dos fatos.
Clique aqui e leia a matéria publicada pela ASN sobre a reunião do governador com a cúpula da SSP.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Militares realizam ato na Fausto Cardoso
Na manhã de hoje policiais e bombeiros militares realizaram um ato público na Praça Fausto Cardoso, Centro de Aracaju, em frente à Assembleia Legislativa de Sergipe (ALESE). Durante a manifestação que mobilizou a categoria, foi servido um café da manhã promovido pelas Associações Unidas.
O objetivo do ato dos militares foi reivindicar mais uma vez que o Governo do Estado atenda a categoria, negocie as reivindicações e cumpra as promessas que foram feitas, como a definição da carga horária e a aprovação da LOB (Lei de Organização Básica). Os militares se mostraram insatisfeitos com as palavras do governador Marcelo Déda em entrevista concedida à imprensa, onde o mesmo afirmou que os servidores públicos estão tendo inveja uns dos outros porque esse ou aquele ganha mais. Déda foi enfático ao dizer que não há mais o que negociar sobre salários com nenhuma categoria, e afirmou que o "poço" secou.
Em suas falas os militares também foram firmes e foram de encontro às palavras do governador. O deputado estadual capitão Samuel, que mais uma vez esteve presente em um ato promovido pela categoria que o ajudou a se eleger, afirmou que enquanto o governo não receber os militares e negociar com a categoria, ele não votará mais nada na ALESE.
Já o presidente da Asprase, sargento Araújo, afirmou em seu discurso que se o "poço" secou, como disse o governador, não foram os servidores públicos que o esvaziaram, e não são eles que terão que dar conta de onde foi parar a "água do poço". Araújo disse ainda que se o governador pensa que os militares estão pedindo aumento salarial, essa é a maior prova do descaso do governo para com os militares. "Entregamos nossa pauta de reivindicações ao subsecretário Chico Buchinho e não consta nela nenhum pedido de reajuste salarial. Se o governador está pensando o contrário, esta é a prova de que estão nos enganando e de que nossa pauta não foi passada para ele pelo subsecretário", disse Araújo.
O sargento Alexandre Prado, presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos (ASSPM), disse que é injusto o militar não ter uma carga horária definida que lhe permita usufruir livremente de sua folga. "Somos pais e mães, esposos e esposas, filhos e filhas, e merecemos ter nossas horas de folga para ter lazer e convívio com nossas famílias", disse o sargento. Prado concitou os companheiros a se unirem nesse momento de luta e a dizerem não à "escravidão".
Os militares se mantêm mobilizados e prometem ocupar novamente a Praça Fausto Cardoso no próximo dia 13, segunda-feira, para uma nova assembleia geral da categoria a partir das 14 horas. Se até lá o governo não tiver aberto o diálogo com a classe, os militares poderão deliberar sobre novas posturar a adotar durante os festejos juninos, principalmente na capital.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Marcelo Déda admite que o Estado está sem dinheiro e avisa: "O tacho secou".
"As pessoas não olham mais pro próprio contra cheque. Agora é a política da inveja. Quem ganha mais? Sou eu ou você? Ah! Você ganha mais, vou entrar em greve. O cofre secou, o poço secou. O restinho, a raspa do tacho, a prioridade agora é pra quem ainda não teve nenhum tipo de plano especial. O tacho secou!”. A mea culpa foi feita pelo Governador Marcelo Déda, em entrevista à radialista Magna Santana, veiculada na manhã desta terça-feira (7), no programa Liberdade sem Censura.
Com relação a uma possível paralisação da Polícia Militar durante os festejos juninos no Estado, o governador Déda diz: “é algo que não dá pra compreender. Terá segurança. Não faltará segurança. Eu mando buscar onde tiver. O povo de Sergipe não ficará sem segurança. Garantiremos na forma da lei”.
Marcelo Déda, não aceita que, segundo ele, a segunda polícia mais bem paga do país haja dessa forma e indigna-se: “isso é inaceitável. Vejam como estão seus colegas no Rio de Janeiro. Lá, eles ganharam cadeia, aqui, vocês ganharam salário e dignidade. O povo de Sergipe não ficará sem segurança pública”.
Sobre tais declarações, o Major Adriano Reis diz que “o governador está mal informado. Em nenhum momento a gente sequer tocou em aumento, até porque o nosso último aumento foi em setembro do ano passado. Nós lutamos muito e o governador foi obrigado a reconhecer. Estamos reivindicando melhorias de trabalho. Equipamentos, armas, munição, coletes. A gente reivindica é isso. Como eu posso lidar com vidas se não tenho a mínima condição e tranqüilidade para isso”, contesta o major.
Reis informou que durante os festejos juninos, por exemplo, “a polícia militar trabalha durante 18 horas ininterruptas e sem direito a folga. Em lugar nenhum isso existe. A gente jamais se recusa a trabalhar, a gente não quer é ser escravo. Se o governo tem palavra pra um, ele tem que ter palavra pra todos. Não é justo que o PM tenha horário pra entrar e não tenha pra sair. O que nós queremos é que ele cumpra a promessa dele, às 40 horas semanais. Nosso trabalho é de risco e nós precisamos de uma carga horária definida”.
Sobre a “Operação Padrão” deflagrada pelo Sinpol – Sindicado dos Policiais Civis de Sergipe, o governador Marcelo Déda disse que “o presidente do sindicato não ofende o governador, ofende os demais servidores públicos. Nenhum governo fez o que nós fizemos pela polícia civil” e avisa em tom de irritação “não tem mais dinheiro. Não vai ter mais reajuste. O Rio de Janeiro é o 3º orçamento maior no Brasil, é um Estado rico, está pagando R$ 900 ao bombeiro. Sergipe paga o 2º melhor salário ao Policial Militar e um dos melhores à polícia civil. Chegou a vez da raia miúda”, concluiu o governador.
O presidente do Sinpol, Antônio Moraes, afirma que “a Operação Padrão não vai acontecer durante os festejos juninos, pois não queremos colocar a população em risco. Mas faremos paralisações pontuais” e classifica as declarações de Marcelo Déda como jocosas: “o governador perdeu a oportunidade de falar algo de útil. O tom do governador foi jocoso, não foi digno de um chefe de Estado. Ele precisa entender que os servidores evoluíram bastante, até porque estão organizados em categorias, através dos seus sindicatos. Fica feio o governador utilizar esse tipo de jargão, arraia miúda, política da inveja. Quando ele fala que o tacho secou, ele apequena o discurso do servidor público e faz isso de propósito”.
Moraes acusa o governador de tentar colocar uma categoria contra a outra. “A intenção do governador é colocar categoria contra categoria. Ele tenta, mas não vai conseguir. Quando ele faz isso, ele mostra que a preocupação com a administração pública não existe. Déda não consegue mais confundir as pessoas, ele está no 2º mandato.” E denuncia: “a polícia hoje só serve pra proteger os políticos. A troca de favores é o problema. Chega da política de troca de favores.”
Apesar da decisão de não realizar a “Operação Padrão” durante os festejos juninos, Antonio Moraes avisa: “Vamos fazer a paralisação padrão. Faremos paralisações pontuais. Nós não estamos com inveja, um pingo de inveja. O sentimento é que estávamos na indigência do serviço público, éramos a categoria mais desmoralizada. Não somos mais e não vamos voltar a ser”, concluiu Moraes.
Fonte: Blog Bella Máfia
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Déda completa Reforma Administrativa
“Agora estamos implantando de fato a nova estrutura que desejo para este segundo mandato. Com a posse dos novos secretários, estamos completando o ciclo da Reforma Administrativa e ao longo da próxima semana estaremos anunciando os nomes do segundo escalão”.
Foi o que afirmou o governador Marcelo Déda (PT) na manhã desta sexta-feira, 1º ao empossar os secretários José de Oliveira Júnior (Planejamento, Orçamento e Gestão), Élber Batalha Filho (Turismo), Iran Barbosa (Direitos Humanos e Promoção das Pessoas Portadoras de Deficiência), Sérgio Ferrari (Desenvolvimento Urbano, Saneamento, Habitação e Transportes) e Maria Teles (Secretaria Extraordinária de Políticas para a Mulher).
De acordo com Marcelo Déda, as mudanças foram feitas após uma avaliação criteriosa dos aspectos positivos e negativos da primeira administração, buscando preencher algumas lacunas, dar mais agilidade e eficiência, além de dar prioridade e foco à área social.
Turismo em evolução
Na ocasião, o secretário Elber Filho afirmou que uma das principais prioridades da pasta será a divulgação do potencial turístico do Estado de Sergipe. “Estaremos investindo na divulgação do Estado de Sergipe lá fora, além de realizarmos um trabalho voltado para o desenvolvimento do turismo interior destacando as belezas de Sergipe”, ressalta Elber Filho.
O titular da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Saneamento, Habitação e Transporte, Sérgio Ferrari, afirmou que trata-se de “uma secretaria ampla, com várias atribuições, a exemplo do trabalho voltado para a Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso). Vamos dar continuidade às obras estruturantes em todos os municípios sergipanos, a exemplo da construção de quadras de esporte, delegacias, creches, além dos Distritos Industrias nos municípios de Tobias Barreto e Itabaianinha”, explica Ferrari.
Dona de uma das maiores torcidas já vistas nas solenidades de posse, a secretária de Extraordinária de Políticas para a Mulher, Maria Teles esbanjou simpatia durante a solenidade no auditório do Banese, retribuída com aplausos, gritos e buquês de flores. Segundo ela, sua administração terá dois pilares. “Nós iremos focar o nosso trabalho no enfrentamento à violência por meio da educação e na inserção das mulheres no mercado de trabalho. Nós esperamos que homens e mulheres saiam da escola com uma cultura de não violência”, enfatiza a professora e Assistente social Maria Teles.
Diálogo
O secretário dos Direitos Humanos e Promoção das Pessoas Portadoras de Deficiência, Iran Barbosa afirmou que sua administração será voltada para a abertura do diálogo com a sociedade. “Vamos ajudar o Governo do Estado a promover cada vez mais o desenvolvimento social, a acabar com a miséria. Vamos abrir o diálogo e desenvolver uma boa estrutura de funcionamento”, afirma Iran Barbosa.
Modernização
“A secretaria terá um novo sistema de planejamento e execução orçamentária e uma área destinada a modernização da gestão pública, além de uma área de estatísticas das atividades que o Governo prospectra, disponíveis à sociedade por meio de um sistema digitalizado”, destaca o secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Oliveira Júnior.
Por Aldaci de Souza
Fonte: Infonet
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Associações querem aproveitar vinda de Dilma a Aracaju para cobrar piso nacional
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
domingo, 2 de janeiro de 2011
Marcelo Déda assume governo de Sergipe e promete inclusão social
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