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domingo, 19 de julho de 2015

Sargento Svetlana passa mal no Presmil e é encaminhada às pressas ao HPM

A sargento Svetlana Barbosa, presidente da Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública (ASIMUSEP), foi presa por um oficial da policia militar e encaminhada à Corregedoria, acusada de ter abandonado o serviço.

A sargento Svetlana Barbosa, da Policia Militar de Sergipe (PMSE), foi presa por volta das 11 horas deste sábado (18), durante o seu expediente de trabalho dentro da Associação Integrada de Mulheres da Segurança Pública (Asimusep) acusada de abandono e serviço, crime previsto no Código Penal Militar, artigo 195.

Svetlana é primeiro sargento da policia militar e neste sábado estava de serviço ordinário onde cumpria a missão de supervisionar o policiamento ostensivo no centro de Aracaju. As informações passadas por um amigo da sargento que também é policial, é de que ela teria entrado na sede da associação para fazer suas necessidades fisiológicas, já que se encontrava nas proximidades da associação que preside.

A prisão da militar ocorreu dentro da Asimusep por volta das 11 horas. Após a prisão, Svetlana foi encaminhada à Corregedoria da PM e em seguida ela foi levada para o Presidio Militar (Presmil).

Na manhã deste domingo (19), a informação passada à redação do FAXAJU é de que a sargento Svetlana passou mal por volta das 21 horas de ontem. Muito abalada, a militar começou a vomitar sendo encaminhada às pressas para o Hospital da Policia Militar (HPM), onde foi medicada e mantida sob observação.

Por volta de meia noite e meia, ela foi reconduzida ao Presmil onde se encontra, porém as informações são de que ela chora muito e não quer se alimentar. Além disso, segundo declarou o militar amigo de Svetlana, as visitas estão proibidas, sendo possível ter acesso a ela apenas o advogado e familiares.

Um militar que pediu para não ser identificado disse que está muito triste com a maneira com que os militares são tratados. “Eu estou indignado. Até parece que a sargento é uma bandida de alta periculosidade. Isso precisa mudar. Não se pode tratar um ser humano dessa maneira, afinal de contas, com a prisão dela, é um policial a menos nas ruas”, desabafou o PM.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

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