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domingo, 9 de dezembro de 2018

Secretário da Fazenda não garante reajuste para servidor em 2019



Durante a exposição dos dados financeiros referentes ao 2º quadrimestre do exercício de 2018, feita pelo secretário de Estado da Fazenda, Ademario Alves de Jesus, nessa quarta-feira (5), para os membros da Comissão de Economia, Finanças, Orçamento e Tributação, presidida pelo deputado estadual Zezinho Guimarães (MDB), o auxiliar não assegurou uma proposta efetiva do Executivo de reajuste salarial para o funcionalismo público em 2019.

Os servidores já estão há cinco anos sem ao menos a reposição inflacionária do período.  O secretário falou de uma reposição salarial que está sendo feita agora em dezembro para os professores, mas também não assegurou o pagamento do piso nacional do magistério. “Para o próximo ano não existe discussão em relação a reajustes”.

Questionado se com as medidas de contenção de despesas anunciadas pelo governador, essa semana, aumenta a possibilidade de o Estado conceder o reajuste salarial, o secretário disse que “a redução das despesas já anunciadas são para diminuir o déficit previsto para o ano que vem, para equacionar um déficit superior a R$ 400 milhões”, disse.

Ele assegurou ainda que o Governo pode apostar em receitas extraordinárias, como linhas de crédito para precatórios, securitizar a dívida ativa, a venda de ativos e imóveis, além de empréstimos. Ele só descartou, por enquanto, qualquer possibilidade de privatização de empresas públicas. “Isso não está em discussão no momento”.

Previdência

Sobre a questão Previdenciária, Ademário Alves alertou que por uma decisão do governador Belivaldo Chagas o Estado vai esperar uma definição do ponto de vista nacional. “É melhor esperar o que pode vir nacionalmente até para que qualquer medida nossa não venha a ser questionada. Vamos aguardar como virá essa reforma da Previdência para adotarmos outras medidas de contenção de despesas”.

O secretário da Fazenda também alertou que também é possível aumentar a alíquota de contribuição previdenciária. “Estados como a Bahia e o Ceará já encaminharam para suas respectivas Assembleias Legislativas propostas neste sentido. Nossa alíquota é de 13% e a maioria dos Estados está elevando para 14%. Como disse, vamos aguardar o cenário nacional primeiro”.

Por Habacuque Villacorte – Rede Alese
Foto: Jadilson Simões
Fonte: Alese

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Alagoas: policiais e bombeiros militares em luta por reajuste salarial




Os policiais e bombeiros militares de Alagoas, reunidos em torno das entidades representativas (ASPRA, ACS Alagoas, ASSOMAL, ASSMAL, ABMAL, UPM/AL, ASSORPOBOM e Caixa Beneficente), estão lutando por reajuste 29%, ou seja, o mesmo valor aos delegados do Estado. Ou seja, pedem isonomia. A proposta apresentada pelo governo, dividir em quatro anos 10% de reajuste com pagamento inicial somente em 2019 dos primeiros 4%, foi rejeitada em assembleia da categoria. A assembleia, realizada no dia 17 de janeiro, contou com cerca de 4 mil militares. Logo após a votação, os dirigentes protocolaram documento ao governo do Estado negando a proposta oferecida. E, em seguida, os policiais e bombeiros militares fizeram uma caminhada no Centro de Maceió.

Em reunião na Secretaria do Planejamento, no dia 20 de abril, com os presidentes das associações militares e o Governo do Estado, através do secretário de Estado do Planejamento e Gestão Fabrício Marques, alegou impossibilidades legais e financeiras para atender o pleito de 29% exigido pelos militares. O secretário solicitou mais um prazo para realizar estudos mais detalhados sobre o assunto, sobretudo em relação a um maior percentual possível a ser dado no mês de janeiro de 2019, como forma de reenquadramento do subsidio do Militar.

Em outra reunião realizada no dia 24 de abril, ficou decidido, segundo informou o portal G1, que os representantes dos militares vão formar uma comissão própria para avaliar as contas do governo do estado, depois que mais um encontro da categoria com o governo que terminou sem acordo sobre o reajuste.

Conforme a notícia do G1, neste encontro, governo havia apresentado mais uma contraproposta, desta vez com percentuais diferentes de acordo com as patentes. Seriam 12% para cabos e soldados e 10,36% para patentes a partir de sargento, escalonados em quatro anos. A proposta de reajustes diferentes a depender da patente, no entanto, foi rejeitada de imediato.

"O nosso trabalho aqui é em busca de valorização de toda categoria, apesar do governo manter a negativa e querer aplicar 10% distribuídos até 2022, o que já foi rechaçado em assembleia. Depois dessa pressão, ele cedeu em 2%, mas dividindo a tropa. Ofereceu 12% para cabos e soldados, divididos em até 2022 e 10,33% para as demais graduações, de sargento até coronel, o que gerou uma insatisfação generalizada", explicou o presidente da Associação de Praças de Alagoas (Aspra/AL), sargento Wagner Simas. A categoria quer uma análise própria das contas do governo para saber a real situação do estado e definir um percentual justo, informou o portal.

Operação Legal

Enquanto as negociações acontecem, a orientação da direção unificada das associações é para que sejam suspensos os trabalhos da Ronda no Bairro e da Força Tarefa. A medida, esclarecem, não significa o aquartelamento da tropa. "Estamos trabalhando com a perspectiva de não radicalizar com aquartelamento, por isso estamos traçamos algumas medidas como Operação Legal", esclareceu Simas. Para isso, o movimento está adotando algumas medidas.

Em relação ao programa "Ronda de Bairro", programa criado pelo governador por decreto a partir de militares voluntários na reserva e ex-reservistas, está sendo feito um trabalho para que evitar essa atividade. "Isso a Constituição proíbe, pois se caracteriza como formação de milícia, e o governador formou uma milícia oficial. Inclusive o pagamento para essa Ronda de Bairro não está caracterizado como pagamento de pessoal. Ele tira de um custeio e paga em outra rubrica", explicou Simas.

Como a maior parte do serviço a PM desempenha com a Força Tarefa, deu um abalo muito grande no Estado. Em 24 horas, o índice de criminalidade aumentou em 39%. "No serviço ordinário, os militares estão fazendo a vistoria minuciosa das viaturas e se estiver com alguma situação em desacordo com a regulamentação, pneu careca, farol apagado, enfim, qualquer avaria que trata risco, o militar apresenta requerimento e se exime de prestar a atividade porque a viatura está sem condições. Além disso, quando os militares têm os coletes vencidos e as verbas de fardamento e de alimentação estão atrasadas também vão apresentar requerimento, o que está dando um abalo muito significativo", expôs Simas.

Além do mais, as viaturas do serviço ordinário e da Força Tarefa que estão com o documento de uma cor e com a pintura ou plotagem externa de outra cor, mesmo que seja da polícia ou bombeiro militar, não estão sendo usadas porque contraria o Código de Trânsito. Ademais, as munições que já estiverem vencidas deverão devolver aos quartéis porque arma sem munição é estar desarmado.

Fonte: Anaspra

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Georgeo: “Jackson vai encerrar seu mandato sem dar uma recomposição salarial aos servidores”

O deputado estadual Georgeo Passos (PTC), líder da oposição na Assembleia Legislativa, usou o pequeno expediente da sessão plenária desta quarta-feira, 4, para criticar o Governo do Estado pela falta da recomposição salarial da inflação para os funcionários públicos nos últimos anos. O parlamentar lamentou o fato de o governador Jackson Barreto concluir o seu mandado sem enviar para o Legislativo um projeto de lei concedendo o reajuste linear para todo funcionalismo público.

“O Governo da década perdida não consegue sequer dar a recomposição da inflação durante esses quatro anos. Jackson vai encerrar a sua gestão sem encaminhar para esta Casa um único projeto de lei neste sentido. É lamentável que isso aconteça, pois penaliza todos os servidores públicos que estão vendo seu salário diminuir durante esse período”, afirmou.

O parlamentar lembrou que na semana passada, durante audiência na Alese para avaliação das metas fiscais do 1º quadrimestre de 2017, o secretário de Estado da Fazenda, Josué Modesto, avisou que a recomposição não poderia ser concedida. A desculpa dada pelo gestor foi a crise financeira. Porém, Georgeo destacou que as receitas do Estado aumentaram este ano.

“O próprio secretário demonstrou nesta Casa que o ICMS e o FPE deste ano foram maiores do que no mesmo período do ano passado. Ou seja, o Estado arrecadou mais. No entanto, mesmo com isso, o reajuste da inflação não será concedido para o funcionalismo. O Governo da década perdida prefere virar as costas para essas pessoas”, finalizou Georgeo.

Fonte: Alese/Assessoria do Parlamentar

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Governo não dará reajuste aos servidores em 2018

Na manhã da última terça-feira, 26, o secretário de Estado da Fazenda, Josué Modesto, participou de uma audiência na Assembleia Legislativa para a avaliação das metas fiscais do 1º quadrimestre de 2017. O deputado estadual Georgeo Passos (PTC), líder da oposição na Alese, se mostrou preocupado com os dados apresentados.

Para o parlamentar, o secretário levou más notícias principalmente para os servidores do Estado. “Segundo Josué Modesto, mais uma vez, o Governo não terá condições de dar o reajuste salarial para o funcionalismo. Pelo quarto ano seguido, esses trabalhadores serão prejudicados e ficarão sem a recomposição prevista em Lei”, lamentou Georgeo.

Apesar do anúncio negativo, chamou atenção o fato de, pela primeira vez, o Governo confirmar que houve aumento de receitas este ano em comparação a 2016. No primeiro quadrimestre de 2017, a receita corrente aumentou 11,5% – o que representa o acréscimo de R$ 227 milhões. “Isso confirma aquilo que a gente vem denunciando há meses. O Estado mentia ao dizer que a receita caiu quando na verdade aumentou”, comentou o deputado.

Outro ponto que Georgeo destaca como negativo da explanação do secretário da Fazenda na Alese é a aplicação de recursos em duas áreas importantes para a população. A Constituição Federal obriga que o Estado invista 25% da sua receita na educação e 12% na saúde. No entanto, o Governo de Sergipe não está cumprindo nenhuma dessas metas.

“O secretário mostrou que o Estado está desrespeitando a Lei. Somente 23,60% dos recursos foram investidos na educação e 9,23% foram empregados na saúde. Ou seja, o Governo não gasta seus recursos onde deveria apesar da receita ter aumentado. Enquanto isso, a população sofre com o descaso em duas áreas essenciais”, criticou.

Georgeo aproveitou e também lamentou a má colocação de Sergipe no Ranking de Competitividade dos Estados 2017. A pesquisa, anunciada nos últimos dias pelo Centro de Liderança Pública a Tendências Consultoria e a Economist Intelligence Group, colocou o Estado na última colocação no Brasil. “Os números demonstram cada vez mais que o Governo da década perdida prejudica o nosso Estado. Como alguém vai querer investir no Estado que está na pior colocação do ranking? ”, finalizou o deputado.

Fonte: Alese

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Bahia: Deputado Soldado Prisco distribui mais placas de outdoor na Bahia chamando a atenção para a situação enfrentada pelo funcionalismo público.



O deputado estadual soldado Prisco disponibilizou pelo menos 30 placas placas de outdoors que denunciam os valores de apenas R$ 9 de auxílio alimentação oferecidos aos policiais militares baianos pelo Governo e a situação enfrentada por servidores com salário base abaixo do mínimo. Esta é a quinta campanha de outdoor, encampada pelo parlamentar, sempre em defesa do funcionalismo público.

As demais trataram da retirada do programa de financiamento habitacional (Conder/Prohabit), o arrocho salarial (três anos sem reajuste) aplicado ao funcionalismo público, a demora na aprovação da isenção de armas dos militares e violência contra os profissionais da área da segurança pública. "O governador do PT que era dos Trabalhadores já, há tempos, esqueceu suas origens”, reclamou.

Fonte: Facebook Oficial Marco Prisco

domingo, 10 de setembro de 2017

Bahia: Deputado Prisco distribui mais placas de outdoor na Bahia chamando a atenção para a situação enfrentada pelo funcionalismo público



O deputado estadual soldado Prisco disponibilizou pelo menos 30 placas placas de outdoors que denunciam os valores de apenas R$ 9 de auxílio alimentação oferecidos aos policiais militares baianos pelo Governo e a situação enfrentada por servidores com salário base abaixo do mínimo. Esta é a quinta campanha de outdoor, encampada pelo parlamentar, sempre em defesa do funcionalismo público.

As demais trataram da retirada do programa de financiamento habitacional (Conder/ Prohabit), o arrocho salarial (três anos sem reajuste) aplicado ao funcionalismo público, a demora na aprovação da isenção de armas dos militares e violência contra os profissionais da área da segurança pública. "O governador do PT que era dos Trabalhadores já, há tempos, esqueceu suas origens”, reclamou.

Fonte: Facebook Marco Prisco

sábado, 9 de setembro de 2017

7 de setembro de 2017 é marcado por protestos de PMs em São Paulo



Neste sete de setembro as festividades em comemoração a Independência do Brasil foram marcadas por protestos em São Paulo por policiais militares. O deputado federal major Olímpio se fez presente e aos gritos acusava o governador Alckmin de ladrão "Alckmin ladrão".

Faixas de protestos foram colocadas nas cercas de proteção com dizeres mostrando a insatisfação da categoria com os baixos salários e a negativa do governo em conceder reajuste salarial. Os policiais militares do estado estão sem qualquer reajuste a três anos e, ao que tudo indica, vão ficar muito mais tempo.

Se o governo não conceder reajuste este ano (2017) no próximo ano fica proibido reajustar salários de servidores públicos por ser ano eleitoral. As entidades de classe e políticos eleitos que defendem a categoria estão buscando a todo custo sensibilizar Alckmin a conceder reajuste ainda este ano.

O estado de São Paulo é o estado com maior arrecadação fiscal da federação, ano passado (2016) as contas públicas fecharam com superávit 1,5 bilhão, mesmo assim, Alckmin alega estar no "limite prudencial" em relação a Lei de responsabilidade fiscal o que o impede de conceder reajustes salariais.

Fonte: Portal Policial BR

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Ainda bem que a PM recebeu reajuste, ironiza Coronel

Após tomar conhecimento nesta terça-feira (20), de que secretários estaduais se reuniram para avaliar questões financeiras e jurídicas relativas ao projeto da Polícia Civil, o coronel Henrique Alves da Rocha, não perdeu a oportunidade para ironizar. Nas redes sociais o coronel escreveu: “Ainda bem que a Polícia Militar recebeu os reajustes lineares, com as reposições das perdas inflacionárias dos últimos cinco anos; Ainda bem que todos os policiais militares recebem um digno valor para se alimentar em durante o serviço; Ainda bem”.

O comentário do militar foi pelo fato de até hoje, o Governo não ter implementado o projeto de subsídio da PMSE, não ter sido concedido os reajustes lineares, com a reposição das perdas inflacionárias e não ter reajustado o ticket alimentação, cujo valor por refeição é de apenas R$ 8,00, valor esse suficiente para comprar dois pastéis e um suco. O coronel não expressou sua opinião sobre o tratamento que é dispensado à PM, mas vários militares reclamam que há diferença no tratamento dado pela SSP à PC.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

terça-feira, 18 de abril de 2017

A Má Distribuição da Retae no momento da “Farinha Pouca, Meu Pirão Primeiro"


Antes denominando Grae e agora formalmente intitulado Retae, o pagamento de escalas extras feito a policiais militares que trabalham durante a folga parece não estar sendo distribuído de forma igualitária, segundo denunciam alguns PM’s, realidade que não agrada, mas não pode ser passada para frente por quem se sente lesado, haja vista a utilização das regras militaristas como forma de opressão e punição.

Sem reajuste que compense as perdas inflacionárias, assistidos com um mísero ticket alimentação que há quase uma década é de R$ 8, recebendo salário atrasado, 13º parcelado e, literalmente, dando a vida a cada dia de serviço, os militares sergipanos têm sido vítimas de um descaso que ora aparenta ser com a segurança pública, ora com a sociedade, em outra com a corporação.

E foi face a esse descontentamento que um PM desabafou a sua lamúria, que é unânime entre os que realmente trabalham e pouco recebem, e relatou, dentre tantos problemas, conhecidos e negados à imprensa, o que no momento é sinal de discórdia: a má distribuição nas escalas extras e consequente apadrinhamento de uns poucos.

Segundo o militar, que terá a identidade preservada para evitar retaliações, é fato que o atual comando geral conseguiu, apoiado pelas associações militares e pela tropa, junto ao governo do Estado benefícios para a categoria, a exemplo da promoção por tempo de serviço, nível superior para ingresso, auxílio uniforme, o subsídio que terá implementação em 2018 e a própria retribuição financeira por atividade extra (Retae).

Contudo, apesar de estar no comando, o coronel PM Marcony Cabral parece não estar no controle absoluto e com isso os “ratos” têm feito a festa, ou então os festejos têm sido patrocinados com o silêncio do apadrinhamento, em se tratando das distorções na distribuição das escalas extras, vez que no comando do policiamento militar da capital (CPMC), que tem à frente o tenente-coronel PM Vivaldy, somente uma ou duas das diversas unidades operacionais concentram quase que todas as escalas extras. Em resumo, isso significa que figurinhas repetidas na capital estão enchendo o álbum ( nesse caso o bolso) com as gratificações que deveriam ser isonomicamente partilhadas.

E para que não se caracterize a denúncia como desserviço jornalístico ou da jornalista, bem como crime por parte do denunciante, no portal da transparência abaixo linkado é possível perceber e comprovar que oficiais superiores ligados ao comandante Marcony Cabral, integram a relação de beneficiários  recorrentes no recebimento da Retae.(http://www.transparenciasergipe.se.gov.br/TRS/Pessoal/FolhaPagamento.xhtml)

Mas deixando de lado o adágio da “farinha pouca, meu pirão primeiro”, vale ressaltar que não se trata de mensurar cumprimento ou não das escalas, nem merecimento, mas de cobrar justiça no processo de seleção, levando-se em conta a disparidade que já existe em termos de salário em virtude da patente. Oito plantões mensais de um dos oficiais parente do comandante geral gerou aos cofres públicos a despesa de R$ 4.800, valor superior ao recebido por um cabo PM que trabalha um mês inteiro.

Se assim como o caso da arma roubada de dentro do carro do tenente-coronel PM Vivaldy, que se tornou público somente cerca de quatro meses após o fato, o comando geral não tem conhecimento dessa realidade, é sugestivo um puxar de rédeas a fim de evitar que a situação desande mais do que já saiu dos trilhos. Afinal, não está em jogo somente a desmotivação de praças e oficiais não agraciados com a retribuição, mas também a responsabilidade administrativa de quem compete o poder do controle, que pode responder por improbidade e, ainda que indiretamente, estar entre os responsáveis pela caos social advindo da descrença da instituição polícia.

Descontentamento exposto, agora é crer no desconhecimento por parte do coronel e, ante a lisura que lhe é peculiar,  considerar que ao questionamento de “onde está o dinheiro? ” não será respondido ” os ratos comeram”.

Texto escrito pela jornalista Iane Gois

Fonte: Blog Espaço Militar/Faxaju

Servidores de Sergipe não terão reajuste salarial, diz secretário

Josué Modesto. Aquivo F5 News

O secretário de Estado da Fazenda, Josué Modesto dos Passos Subrinho, compareceu à Assembleia Legislativa de Sergipe, na manhã desta terça-feira (18), para prestar contas aos deputados. Antes da sabatina ele falou durante entrevista para a TV Alese, sobre os resultados do último quadrimestre de 2016. Na oportunidade, ele garantiu não haver qualquer possibilidade de reajustes para os servidores, por conta das restrições orçamentárias.

“O Estado está cumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal com imenso sacrifício, o que é uma situação muito comum na maioria dos estados brasileiros, que de maneira geral passaram por um problema estrutural de erosão das receitas próprias e das receitas do Fundo de Participação, que equivale a 49% da receita e esse fundo foi erodido com as isenções dos tributos que o Governo Federal concedeu tentando combater a crise. Isenções de IPI , de Imposto de Renda e o Governo Federal compensou a sua arrecadação com o aumento das chamadas contribuições sociais”, disse.

O secretário destacou que do lado das despesas, têm o crescimento necessário da Previdência. “Mesmo que o Estado não tenha grande crescimento na folha de pagamento dos ativos, tem os pensionistas e os inativos, e o que sofre é o nosso custeio e o investimento feito pelo Estado. Claro, também sofrem os servidores porque o Estado fica impossibilitado de conceder reajustes, dadas às restrições orçamentárias que temos. Nós não temos capacidade de reajustes, infelizmente e isso é compreensivo nesse quadro de recessão, de contração das receitas. Os números falam por si, todos gostaríamos que a realidade fosse mudada, mas ela não se concretiza tão rapidamente, há sinais tênues de recuperação da economia”, afirmou Josué.

Sabatina

O presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe, deputado Luciano Bispo (PMDB), destacou as dificuldades enfrentadas pelo secretário da Fazenda. "O país todo está passando por uma fase difícil aonde as arrecadações caem assustadoramente e as pessoas muito inconformadas com seus salários; todo mundo querendo ganhar mais e os estados sem ter o que fazer porque passaram a arrecadar menos. Quem tiver na função de secretário da Fazenda de qualquer Estado, fique certo de que não é matar um leão por dia, mas à cada minuto”, afirma.

Na sequência, o secretário seguiu para audiência pública na Comissão de Finanças, que não terminou até a publicação desta notícia. 

Com informações da Agência Alese
Foto: Jadilson Simões/Alese

Fonte: F5 News

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Policiais não podem fazer greve, decide Supremo Tribunal Federal


A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta quarta-feira para proibir que integrantes de forças de segurança entrem em greve. O julgamento ainda não terminou e diz respeito a uma ação do governo de Goiás contra policiais civis do estado, mas tem repercussão geral, ou seja, o mesmo entendimento deve ser aplicado por outros tribunais e juízes em casos semelhantes. Além de policiais civis, a maioria do STF entende que não podem parar suas atividades os policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais ferroviários federais, bombeiros e policiais militares. Os PMs já eram proibidos de entrar em greve.

A Constituição veda a sindicalização e a greve aos militares. Na avaliação da maioria dos ministros do STF, a mesma proibição deve ser aplicada aos policiais, mesmo que eles sejam civis. Está prevalecendo o voto do ministro Alexandre de Moraes. O relator, Edson Fachin, é a favor de restringir o direito de greve, mas não para eliminá-lo totalmente.

— Dou provimento ao recurso (do estado de Goiás) para aplicar a impossibilidade de que servidores das carreiras policiais, todas, exerçam o direito de greve. E apresento como tese: é vedado aos servidores públicos dos órgãos de segurança pública previstos no artigo 144 o exercício do direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade — disse Moraes.

A tese é o entendimento firmado pelo STF que deverá ser seguido por todo o Judiciário brasileiro. Já o artigo 144 abrange as outras polícias — federais ou estaduais — do país.

— Não é possível que braço armado do Estado queira fazer greve. Ninguém obriga alguém a entrar no serviço público. Ninguém obriga a ficar — afirmou Moraees, acrescentando: — É o braço armado do Estado. E o Estado não faz greve. O Estado em greve é um Estado anárquico. A Constituição não permite.

Acompanharam Moares os ministros Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes.

— Há um outro dado que acho muito importante: quem paga a greve do serviço público é o contribuinte. Isso para mim é algo que define todas essas questões. Quando a criança de colégio público não tem aula, quem está pagando é a criança. Greve no hospital público é o contribuinte que está morrendo na maca fria ao desabrigo, de sorte que sou absolutamente contrário a essa flexibilização que o legislador propôs. Estou concluindo que o exercício de direito greve de policial civil é inconstitucional — disse Fux.

Barroso e Lewandowski ainda propuseram alguns ajustes. Lewandowski, por exemplo, opinou pela irredutibilidade dos vencimentos e a garantia de reajuste. Ele também destacou que, apesar da restrição à greve, os policiais têm direitos que não são garantidos a outros profissionais, como aposentadoria especial e, em vários casos, adicional de periculosidade.

— É vedada a greve de policiais civis, sendo-lhes assegurado, em contrapartida, com a devida exação, o direito à irredutibilidade dos vencimentos e o seu reajuste anual — disse Lewandowski, admitindo, porém, que seu entendimento não seria seguido.

Barroso votou para que seja possível uma mediação no Judiciário de modo a tentar atender as reivindicações dos policiais, mas sem possibilidade de greve. Ele chegou a citar o filósofo político inglês Thomas Hobbes, autor do clássico "Leviatã". Na obra, que trata do Estado, Hobbes destaca que, no estado de natureza, o homem é lobo do homem, ou seja, não há garantias contra a exploração de um pelo outro.

— Não há como prevalecer com um caráter absoluto esse direito de greve para os policiais. Nós testemunhamos os fatos ocorridos no Espírito Santo, em que, em última análise, para forçar uma negociação com o governador, se produziu um quadro hobbesiano, estado da natureza, com homicídios, saques. O homem lobo do homem. Vida breve, curta e violenta para quem estava passando pelo caminho. Eu preciso dizer que não dá para interpretar essa situação, sem ter em linha de conta, os episódios recentes — disse Barroso, citando a paralisação de PMs capixabas.

Gilmar Mendes atacou ainda decisões judiciais que proíbem o corte de ponto de grevistas, mesmo havendo decisão do STF autorizando a medida. Segundo ele, greve que não afeta os rendimentos se transforma em férias.

— Tem juiz que tem coragem de dar liminar para que o sujeito receba. É mais uma jabuticaba que inventamos — avaliou Gilmar, acrescentando: — Greve de sujeitos armados não é greve.

O relator Edson Fachin está sendo voto vencido. Ele entendeu que proibir a greve seria inviabilizar o gozo de um direito fundamental. Ainda assim, ele foi favorável a impor algumas restrições aos policiais civis, sem fazer menção a outras corporações. A paralisação das atividades dependeria de autorização prévia da Justiça. Além disso, deveriam seguir as regras fixadas pelo próprio STF para greves no setor público, que permitem, por exemplo, corte de ponto. Por fim, propôs ainda a proibição do porte de armas e o uso de títulos, uniformes, distintivos, insígnias ou emblemas da corporação durante a paralisação.

— A greve deve ser submetida à apreciação prévia do Poder Judiciário. Compete ao Poder Judiciário, ainda, definir quais atividades desempenhadas pelos policiais não poderão sofrer paralisação, assim como qual deve ser o percentual mínimo de servidores que deverão ser mantidos nas suas funções — votou Fachin.

Apenas a ministra Rosa Weber o acompanhou. Faltam votar ainda Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e a presidente da corte, Cármen Lúcia.

A ministra da Advocacia-Geral da União (AGU), Grace Mendonça, e o vice-procurador-geral da República, José Bonifácio Borges de Andrada, também foram contra o exercício do direito de greve pelos policiais.

— A paralisação de policiais civis atinge a essência a própria razão de ser do Estado, que é assegurar efetivamente à população a segurança. E mais, segurança esse que a Constituição Federal preserva e insere como valor mais elevado — disse Grace

— Não é cabível, compatível algum tipo de paralisação nessa atividade, como também não é admissível paralisação nos serviços do Judiciário, do Ministério Público. Algumas atividades do Estado não podem parar de forma alguma. E a atividade policial é uma delas — afirmou Bonifácio em seguida.

A defesa do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás (Sinpol) alegou que não seria possível estender aos civis norma que diz respeito aos militares. Destacou também que, no estado, a categoria ficou cinco anos sem nenhum reajuste. Há atualmente no Brasil outras cinco ações relacionadas ao direito de greve de policiais que estão paralisadas, esperando uma definição do STF.

Fonte: Isto é

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Capitão Samuel parabeniza Amese e a sua assessoria jurídica por conquistas dos direitos dos PMs


Na tarde desta sexta-feira, 17, o Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe reconheceu o direito do reajuste linear para todos os militares sergipanos, concedendo ao Estado de Sergipe um prazo de 90 dias para que o governador retifique a omissão legal apresentando um processo legislativo de sua iniciativa exclusiva para conceder aos militares o reajuste anual da remuneração referente ao período de 2012 e 2015. Esta conquista é resultado de um trabalho sério realizado pela Amese (Associação dos Militares do Estado de Sergipe), através da assessoria jurídica do Dr. Plínio Karlo. 

Vale ressaltar que, o índice da correção anual das verbas salariais não pode ser menor que a inflação correspondente ao ano indicado. Logo, fica previsto um aumento significativo nos subsídios da classe defendida.

O deputado estadual Capitão Samuel ressalta o excelente trabalho realizado pela Amese e pela assessoria jurídica do Dr. Plínio Karlo, que também é assessor do parlamentar. “Eu parabenizo a Associação e a nossa assessoria jurídica, pois realizou um trabalho brilhante com a sua peça jurídica. “Lutas como estas engrandecem as entidades e fortalecem a luta para beneficiar a Família Militar, quero agradecer e parabenizar todo o judiciário Sergipano pelo reconhecimento efetivo desse parecer constitucional”, reforça. Vale ressaltar que o Governador pode recorrer da decisão para as Instâncias Superiores, após a publicação na íntegra da decisão do Acórdão.

Fonte: Assessoria Parlamentar Capitão Samuel

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Espírito Santo: “Eles têm direito a uma farda por ano”, diz mãe de PM

Salários baixos obrigam policiais militares a trabalharem como seguranças nas horas vagas

A crise na segurança pública que levou o caos às ruas do Espírito Santo reflete a situação de penúria vivida por policiais militares do Estado. Sem reajuste nos salários há quase quatro anos, os PMs não conseguem pagar suas contas e acabam fazendo “bicos” como seguranças particulares para complementar a renda, o que é proibido.

Um PM relatou ao Estado as dificuldades que enfrenta ao longo do mês. Pai de duas meninas, uma de 3 e outra de apenas 1 ano, ele afirma que o salário líquido de menos de R$ 2.300 é insuficiente. Gasta metade do valor com aluguel, luz e água.

Há ainda as compras da casa, principalmente com alimentação. “Complemento fazendo serviço de segurança particular, para pessoas ou em festas. Às vezes ganho R$ 100, outras R$ 200. Tem semanas que não rola nada.” A mulher dele cuida das filhas, mas também tem uma empresa que realiza festas infantis. “O problema é que o trabalho também é incerto”, relatou. Seu maior medo é com a saúde do marido. “Graças a Deus ele está bem, mas tem muitos casos de colegas que entraram em depressão. Eu me preocupo.”

A mãe de um policial que preferiu não se identificar reclamou de outros gastos a que os PMs são submetidos. “Eles têm direito a uma farda por ano. Se quiserem outra, têm de comprar. Se estraga o coturno, tem de comprar. Se quiser tocar na banda da PM, tem de comprar a farda. É uma vergonha”, reclamou.

Fonte: O Estado de S. Paulo/Exame

sábado, 5 de novembro de 2016

Presidente da Assomise pede urgência na aprovação de projetos

Atento a tramitação do Projeto de Lei do Subsídio e da Promoção por Tempo de Serviço (PTS) na Assembleia Legislativa de Sergipe – Alese, o presidente da Assomise, Tenente Coronel Adriano Reis, clama pela urgente aprovação, diante da tramitação de projetos no Congresso Nacional que podem congelar investimentos em diversas áreas, entre elas a segurança pública.

Não é o projeto dos sonhos da família militar, pois não atende de forma integral os nossos anseios, mas precisamos lutar pela aprovação, não podemos ficar inertes, visto que existe no Congresso Nacional, projetos que vão de encontro aos direitos dos militares e dos servidores públicos em geral, como mudança no tempo de serviço, progressão na carreira, reajuste de salário, entre outras coisas”, frisou Adriano Reis.

Atualmente no Senado o PLP 257/2016 e a PEC 241/2016, atingem diretamente os investimentos em diversas áreas. A PEC limita as despesas primárias da União aos gastos do ano anterior corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o que significa que a cada ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) vai definir, com base na regra, o limite orçamentário dos poderes Legislativo (incluindo o Tribunal de Contas da União), Executivo e Judiciário, Ministério Público Federal da União (MPU) e Defensoria Pública da União (DPU). Como o IPCA só é conhecido após o encerramento do ano, a PEC 241 determina que, para calcular o limite, o governo estimará um valor para a inflação, que será usado na elaboração dos projetos da LDO e da lei orçamentária. Na fase de execução das despesas, no ano seguinte, será usado o valor final do IPCA, já conhecido, procedendo-se aos ajustes nos valores dos limites.

A nova regra seria aplicada por um período de 20 anos. Caso haja descumprimento ao limite de gastos, o órgão ou Poder Público serão penalizados nos anos seguintes com a proibição de medidas que aumentem o gasto público, como por exemplo, o eventual reajuste salarial de servidores públicos; a criação de cargo, emprego ou função; a alteração de estrutura de carreira; restrições à admissão ou à contratação de pessoal, a qualquer título, ressalvadas as reposições de cargos de chefia e de direção que não acarretem aumento de despesa e aquelas decorrentes de vacâncias de cargos efetivos e à realização de concurso público.

O PLP faz parte do pacote de ajuste fiscal, que busca manter o pagamento de juros e amortizações da dívida ao sistema financeiro e aumentar a arrecadação da União, e atinge diretamente o serviço público e programas sociais. Além de estabelecer um novo limite para o crescimento do gasto público, o PLP 257/16 cria um Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal com propostas de “alívio financeiro”, com o alongamento do contrato da dívida com o Tesouro Nacional por 20 anos e a consequente diluição das parcelas, a possibilidade de refinanciamento das dívidas com o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e o desconto de 40% nas prestações da dívida pelo prazo de dois anos.

Em troca, os estados são obrigados a aderir ao programa oferecido pela União, de curto e médio prazo, para reduzir o gasto com pessoal, que prevê, entre outras medidas, a redução do gasto com cargos comissionados em 10% e a instituição de regime de previdência complementar de contribuição definida.

“A partir da próxima segunda feira, 07, a família militar estará na Alese diariamente, para acompanhar a tramitação dos projetos do Subsidio e da PTS, pedindo inclusive ao representante da família militar, deputado Capitão Samuel, para manter o diálogo com os seus pares a fim de agilizar a tramitação, já que o mesmo pediu vistas, diante do perigo iminente da perda dos direitos conquistados durantes os anos de existência da corporação militar”, diz o presidente da Assomise.

O subsídio e a progressão por tempo de serviço já foram implementados pelas Polícias e Corpos de Bombeiros Militares dos estados do Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Tocantins, Rio Grande do Norte, Amapá e Roraima, além do Exército Brasileiro. Uma conquista que possibilitou maior fluidez na promoção de postos e graduações dentro da carreira militar.

Em Sergipe, a proposta de subsídio geraria um aumento de 45,16% no recolhimento mensal para previdência. Além de diminuir o déficit previdenciário militar, irá garantir o direito à promoção e a um fluxo regular na carreira aos policiais e bombeiros militares.

Da assessoria de comunicação da Assomise

Fonte: Faxaju

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Nota conjunta Aspra e Única: PTS e implementação do subsídio

Aspra Sergipe

No dia de ontem, 04 de Junho de 2016, estivemos reunidos em frente à Rádio Jornal AM, com a missão de parabenizar o Governador do Estado, pela aprovação dos dois decretos, um que tornou realidade a presunção de inocência para os sargentos e o outro que trata da criação da Comissão de Avaliação do Projeto de SUBSÍDIO, abrindo assim o canal de negociação com a Polícia e os Bombeiros Militares do nosso estado.

Contudo a tropa fez questão também de deixar bem claro ao governador que defendemos sim o Subsídio porém juntamente com a reestruturação da carreira dos militares que é uma demanda histórica da nossa instituição onde vemos policiais que passam 18 anos de suas carreiras sem ao menos galgarem uma única ascensão.

Ficamos muito tristes ao saber que o nosso governador não iria mais comparecer à entrevista e frisamos que em nenhum momento houve baderna ou arruaça até por que fomos até o local de forma ordeira e pacífica com os objetivos anteriormente citados.

Queremos reforçar, portanto, nossos votos de confiança na intenção do Governador Jackson Barreto em aprovar nossa demanda histórica por Carreira e Subsídio, visto que a alteração da LFE em 2014, nada mais foi do que a ocupação das vagas dos militares que se aposentaram e deixaram suas vagas para os militares da ativa. Como também já estamos no quarto ano sem o reajuste constitucional da reposição da inflação.

PTS E SUBSÍDIO JÁ!

terça-feira, 28 de julho de 2015

Estado de Sergipe não tem como prover reajuste salarial, diz Sefaz

Os servidores do Estado de Sergipe que aguardam ansiosos pelo anúncio do reajuste salarial para este ano vão ter que continuar esperando. Isso porque, no momento, segundo a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), o aumento é impraticável. Em entrevista à TV Sergipe no começo da tarde desta terça-feira (28), o secretário da pasta, Jeferson Passos, voltou a afirmar que as contas do Governo ainda passam por dificuldades.

“As receitas estão menores que as despesas. Fechamos o primeiro quadrimestre e não tivemos condição de propor o reajuste salarial. Estamos aguardando o fechamento do segundo quadrimestre em agosto, que será divulgado no mês de setembro, mas, no momento, o Estado não tem condições de prover nenhum aumento. Estamos lutando para manter a regularidade dos salários devidos”, afirmou Passos. Além da crise econômica que assola todo o país, com quedas consecutivas da atividade econômica, o secretário atribui as dificuldades em controlar os gastos à previdência social.

Em abril, F5 News mostrou que Sergipe é o quarto Estado do país que mais gasta com aposentados e pensionistas, correspondendo a 24,6% da Receita Corrente Líquida, algo em torno de R$ 1, 475 bilhão. Desde abril o Estado voltou a ter que desembolsar cerca de R$ 70 milhões por mês para cobrir o déficit da previdência, que vinha sendo aportado pela antecipação de royalties.

Segundo Jeferson, Sergipe ainda está acima do limite prudencial. “Ano passado chegamos a estar acima do limite máximo de 49% (da Lei de Responsabilidade Fiscal), reduzimos para 47,97%. Temos dois quadrimestres seguidos de redução, mas ainda estamos acima do limite prudencial de 46,55%. O esforço que o Estado vem fazendo no controle das despesas e na busca de aumentar as receitas próprias tem contribuído para melhora do índice, mas a velocidade de queda não tem sido a esperada, principalmente porque as receitas transferidas da União têm frustrado e, hoje, não temos receitas de royalties porque antecipamos tudo do ano passado”, completou o secretário.

No mês de junho, o vice-governador Belivaldo Chagas (PSB) chegou a afirmar que o anúncio poderia ser feito naquele mês. À época, ele disse ao F5 News que não vê incompreensão por parte dos servidores e garantiu que o Governo está aberto para o diálogo. “A Casa Civil foi orientada pelo governador para, nesse primeiro momento, ouvir a todos”, disse.

Nesta terça-feira (28), o Governo divulgou o calendário de pagamento para o mês de julho. Parte dos servidores receberá os salários em duas parcelas. Confira o cronograma. 

Fonte:  F5 News

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Polícia Civil: paralisação de 48h afetará delegacias

Plantonistas funcionarão apenas para flagrantes


Por conta da paralisação de 48 horas dos policiais civis, delegados, escrivães e auxiliares datada para esta quarta-feira, 15, as delegacias de Aracaju e do interior não funcionarão e as ocorrências devem ser levadas à Delegacia Plantonista. Um ato intersindical está marcado para esta quarta-feira, às 8h, em frente ao Palácio dos Despachos reivindicando reabertura das negociações com o governo, enquanto outros agentes policiais farão movimentos pontuais em delegacias do centro comercial de Aracaju. As categorias garantem que o efetivo mínimo de 30% será mantido.

Sinpol

De acordo com Sindicato dos Policiais Civis de Sergipe (Sinpol), a paralisação é reivindicando o reajuste salarial linear para 2015 [que tinha maio como data base], implementação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV), um número maior de agentes de polícia e escrivães de forma a suprir a demanda que existe e melhores condições e gerenciamento nas delegacias.


O assessor de comunicação da Sinpol, Jorge Henrique, diz que o governo do estado descumpriu a promessa de que resolveria as situações pontuais da polícia civil. Ainda de acordo com ele, a mobilização é também uma luta pelo fim da manipulação na contabilidade pública. “O governo prega que está sem condições de honrar compromissos com o servidor público alegando em primeiro plano uma lei de responsabilidade fiscal, mas tudo isso não passa de falácia. Na verdade eles [governo] tentam passar para a sociedade uma situação em que não se encontram”, ataca.

Jorge afirma que toda categoria está no aguardo da instauração do PCCV que completou um ano desde sua criação, mas ainda não foi implantado. O assessor ressalta que a Polícia Civil foi criada para diligência com respeito às investigações, inquéritos e não para custódia de presos, citando também o baixo efetivo de funcionários. “Há superlotação carcerária em delegacias e a Polícia Civil não foi criada para tomar conta dos presos. Na 2ª Delegacia, existem 70 presos numa situação de animais abandonados em jaulas. Podridão, doenças, parasitas, fora a falta de segurança nas delegacias. No interior tem equipes que precisam tomar conta de três municípios”, denuncia.

Adepol

A delegada e vice-presidente da Associação dos Delegados de Sergipe (Adepol), Ana Carolina, afirmou que a categoria também luta pela correção dos salários deste ano, mas lamenta que a situação esteja se repetindo como no ano de 2014. “Ano passado só pagaram nosso reajuste em julho, e esse ano a história se repete e estamos a ver navios”, critica. Numa frente junto com outros sindicados, a Adepol também cobra do estado que retorne ao limite prudencial e pare de usar a lei de responsabilidade fiscal como desculpa para não honrar compromissos com os servidores. Outra reivindicação dos delegados é o cumprimento ao acordo da Lei 7.870/2014 na íntegra.

SSP

A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP/SE) afirmou que ainda não foi notificada sobre a paralisação, mas já montou esquema para funcionamento das delegacias durante as 48 horas. O setor garantiu que o um terço das delegacias funcionarão registrando os flagrantes e autos de resistência. São elas: Delegacia Plantonista, 3ª DM, 4ª DM, Itabaiana, Lagarto, Estância Propriá e Nossa Senhora da Glória

Diante de outras reivindicações dos policias civis e delegados, como a superlotação carcerária nas delegacias, o assessor de comunicação da SSP, Renato Nogueira, entende que o ambiente é apenas para custódia provisória, mas acredita que o aumento no número de prisões afetou a situação. "Devido ao bom trabalho da polícia temos um número maior de prisões que contribue para esta situação. E está suspenso também a entrada de presos no Copemcan, por isso o ecoamento dos presos para o presídio não está acontecendo. Estamos aguardando algumas medidas para solucionar a situação", afirma.

Renato também informa que tem sido tomadas medidas para diminuir o déficit no quadro de agentes policiais e escrivães. Ele afirma que em julho haverá um curso de formação para 500 profissionais e de imediatos serão convocados 100 agentes policiais e 20 escrivães, que segundo ele ainda não é o ideal, mas já contribuirá para os serviços da Polícia Civil.

Ícaro Novaes e Verlane Estácio

Fonte: Portal Infonet

domingo, 5 de abril de 2015

Falta de servidores e menos verbas limita o trabalho de combate a corrupção

Falta de servidores e menos verba para promover o cerco ao desvio de dinheiro público prejudica atuação de órgãos como PF, BC, Receita, AGU e CGU.


O esforço fiscal do governo poderá ser engolido pela corrupção. Servidores das carreiras típicas de Estado (sem correspondente na iniciativa privada) alertam que o tiro pode sair pela culatra, caso o pessoal especializado em combate, fiscalização e controle desses crimes não seja valorizado, com novas contratações e reajuste salarial.

O aumento do quadro de servidores, no entanto, ainda está em análise. O ministro do Planejamento, Nélson Barbosa, já anunciou e, ontem, em entrevista exclusiva ao Correio, o secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça, confirmou que todos os gastos, incluindo os com concursos públicos, dependerão do equilíbrio das finanças públicas. “Vamos estudar os impactos e trabalha com todos os cenários. O que vai nos orientar é a capacidade orçamentária e fiscal”, argumentou Mendonça.

“A economia que o governo faz sai muito cara ao país. Quanto menos se fiscaliza, mais os criminosos agem. Na Operação Lava-Jato, por exemplo, o dinheiro circulou por bancos e corretoras e a fiscalização do Banco Central ficou na superfície, por falta de pessoal. Não adiantam leis avançadas se não há funcionários e condições estruturais para que sejam cumpridas”, afirmou Daro Piffer, presidente do Sinal, sindicato da categoria.

Ele denunciou que, esse ano, pela primeira vez, o BC não vai cumprir o plano anual de fiscalização, por falta de verbas indenizatórias. “Funcionários sem diárias ou auxílio-transporte têm que tirar dinheiro do bolso. Eles se recusam a pagar para trabalhar e a fiscalização fica prejudicada.”

A Controladoria-Geral da União trabalha com um efetivo 44% menor do que é exigido por lei. Hoje, 2.245 servidores estão na carreira de finanças e controle e, anualmente, 150 trabalhadores se aposentam. Estudos do Sindicato Nacional dos Analistas Técnicos de Finanças e Controle (Unacon Sindical) mostram que os desvios com corrupção podem chegar a mais de R$ 100 bilhões por ano. “Em 250 dias úteis, são R$ 400 milhões diários. A cada 15 ou 30 dias, se reproduz uma Petrobras”, denunciou Rudinei Marques, presidente da Unacon Sindical.

Segundo Marques, os desvios de verbas ocorrem, principalmente, porque os órgãos públicos não trabalham em conjunto e acabam desperdiçando tempo e dinheiro público. E a situação na CGU vem piorando. “Na sexta-feira (20), as viagens previstas para o Programa de Fiscalização por Sorteios (fiscaliza o uso dos recursos federais por estados e municípios) foram canceladas”, lamentou Marques.

A contratação de servidores também é uma demanda da Receita Federal para aprimorar o combate à corrupção, ao contrabando e ao descaminho, projetos prejudicados pelo contingenciamento de verbas. Atualmente, cada auditor-fiscal recupera, em média, R$ 59,7 milhões por ano para o Fisco. O Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais (Sindifisco) alertou que cerca de 600 profissionais se aposentam anualmente e que os concursos públicos são insuficientes para recompor o quadro.

Na Polícia Federal, as contratações ficam aquém da necessidade. Cerca de 250 servidores saem dos quadros anualmente, enquanto o número de investigações contra corrupção crescem vertiginosamente: eram 20, em 2003, e 300, em 2012. O combate aos crimes do colarinho branco já supera as ações contra o tráfico de drogas e o contrabando. “As mudanças na gestão nem sempre implicam gasto. Se quem está à frente do combate fosse valorizado, o desembolso seria muito menor e o incentivo traria bastante motivação ao quadro”, destacou Jones Leal, presidente da Federação dos Policiais Federais (Fenapef).

A Advocacia-Geral da União (AGU) também atua no enfrentamento da corrupção, recuperando verbas desviadas e garantindo a recomposição do patrimônio público. Ações ajuizadas pela AGU em 3.706 ações recuperam R$ 2,7 bilhões de esquemas de corrupção. Mas os resultados poderiam ser melhores, não fossem o contingenciamento e a falta de pessoal.

Risco ao patrimônio

Servidores alegam que Estado desaparelhado é alvo de desvios de dinheiro público.Veja as carências nas carreiras de Estado:

Banco Central

Tem atuação ativa na Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro. Encarregado de formar 14 mil agentes anticorrupção em todo o país. Chegou a ter 6,5 mil funcionários na década de 1990. Trabalha agora com 4.156 e 600 aposentadorias são esperadas até o final de 2015.

CGU

Cerca de 150 servidores se aposentam por ano. Hoje, são 2,3 mil na ativa contra 2.650, em 2008. A redução de R$ 7,3 milhões no Orçamento de 2014 dificultou a reposição e, consequentemente, a identificação de eventuais irregularidades na Administração Pública.

Receita Federal

Mais de 600 auditores-fiscais se aposentam todos os anos. Contingenciamentos do Orçamento também prejudicam as operações de combate ao contrabando e ao descaminho. Atualmente, cada auditor-fiscal da RFB recupera, em média, R$ 59,7 milhões por ano.

Polícia Federal

Maior responsável pela visibilidade do combate à corrupção. Emprega 12 mil servidores, mas, todo ano há evasão de 250 funcionários. Os contratos sob investigação da PF somavam R$ 15,5 bilhões em recursos públicos. Entre 2003 e 2012, as operações resultaram na prisão de mais de 2 mil servidores públicos.

AGU

Braço jurídico dos órgãos de controle do governo federal. Atua no resgate de verbas desviadas e na recomposição do patrimônio público. Em setembro de 2014, recuperou cerca de US$ 26 milhões (R$ 60 milhões), nas ações judiciais no exterior. Os resultados poderiam ser melhores não fossem os contingenciamentos e a falta de pessoal.

Fonte: Blog do Servidor Público/Fenapef

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Reajustes dos servidores aprovados nas Comissões da AL

Votação aconteceu na manhã desta sexta-feira, 27, na Alese

Num esforço para esvaziar a pauta antes do recesso, os deputados estaduais voltaram a se reunir nas comissões temáticas para analisar projetos encaminhados pelo Poder Executivo e de autoria dos próprios parlamentares. Entre as propostas aprovadas, e encaminhadas para votação em Plenário, estão os projetos de reajustes dos servidores do Estado e de autoria da deputada Ana Lúcia que trata da devolução de mandados cassados pela ditadura militar. Projetos vão à votação na terça-feira.

Um dos projetos de Lei mais esperados pelos servidores foi votado e aprovado nas comissões temáticas nesta sexta-feira. Trata-se do Planos de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCVs) dos servidores da Administração Estadual, dos Engenheiros e Arquitetos e dos servidores da Secretaria de Estado da Saúde. O reajuste salarial geral dos servidores públicos do Estado, de 6,38 %, se refere ao índice de inflação dos últimos 12 meses. Beneficia a 35 mil servidores.

Do Poder Executivo também foram aprovados projetos de Leis que garantem reajuste salarial aos delegados de Polícia Civil e dos escrivães, promovendo melhorias no sistema remuneratório através da implementação de subsídio fixado em parcela única. Também foi apreciado e aprovado projeto que trata do subsídio dos procuradores. Os parlamentares aprovaram ainda nas comissões projeto de Lei que reestrutura a carreira de defensores públicos, alterando a Lei Orgânica da categoria, com a implementação de subsídio. O projeto garante a revisão (anual) salarial dos defensores.

No pacote de projetos analisados nesta sexta-feira incluem o que estabelece critério de remuneração dos empregados do Samu Estadual, que passam a receber vencimentos adequados aos serviços que prestam ao Estado. Os deputados aprovaram ainda projeto que institui a carreira de Técnico em Políticas Públicas e Gestão Governamental e o texto encaminhado pelo Poder Judiciário que altera comarcas em Sergipe.

Ditadura

A votação de projetos de autoria da presidenta da Comissão de Direitos Humanos, deputada estadual Ana Lúcia, causou debate entre a autora e a deputada Maria Mendonça, membro da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Projetos de Lei e Resolução de autoria de Ana Lúcia devolvem os mandatos do ex-governador de Sergipe, Seixas Dórea, cassado em 1964 pela Ditadura Militar, e dos deputados estaduais cassados por motivações políticas: Cleto Sampaio Maia (PRT), Viana de Assis (PR), José Nivaldo dos Santos (PR), Baltazar José dos Santos (PSD).

O deputado Antônio de Oliveira, cassado em 1947, também pode ter seu mandato restituído simbolicamente pelo projeto de Resolução. A deputada Maria Mendonça lamentou o fato do seu pai, o ex-deputado Chico de Miguel, não ter sido lembrado. “Meu pai não era aceito por suas convicções políticas”, destacou. Ana Lucia disse que sua escolha se deu por alinhamento político e por seleção de um período histórico, o golpe militar de 1964.

Fonte: Agência Alese

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Jackson Barreto concede reajuste linear de 6,38% a todos os servidores

O governador Jackson Barreto (PMDB), reuniu a imprensa na manhã desta sexta-feira (20), para anunciar o reajuste que será concedido para o funcionalismo publico estadual. O reajuste e o PCCV passa a valer a partir de 1º de julho.

Após uma longa explanação sobre a situação financeira em que se encontra o estado de Sergipe, Jackson Barreto (PMDB), anunciou um reajuste linear de 6,38% que passa a vigorar a partir do dia 1º de julho. O governador também anunciou a implantação do Plano de Cargos e Carreiras e Vencimentos (PCCV), que também passa a vigorar no dia 1º.

Sancionado em abril pelo governador, o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos dos servidores da Administração Estadual (PCCV) estabelece vencimentos iniciais e progressão salarial por titulação e tempo de serviço. Somando-se aos valores referentes ao reajuste do magistério, as medidas a serem anunciadas nesta sexta-feira representarão um impacto geral de aproximadamente R$178 milhões a mais nas despesas do Estado.

Durante o anuncio, o governador aproveitou para cobrar o retorno dos professores às salas de aula. “É preciso que o Síntese entenda a situação do estado. O governo cumpriu o pagamento do piso do salário dos professores e não é possível que os alunos fiquem fora da sala de aula. De sorte que eu espero que os professores retornem a sala de aula. Os professores precisam entender que o estado não tem condições de atender as demandas do ano de 2012. De sorte que eu espero que os professores entendam e retornem”, cobrou o governador.

Jackson Barreto também disse que espera que o projeto seja aprovado sem problemas na Assembléia Legislativa. O governador disse que o projeto será enviado na próxima segunda-feira à Alese. Dos 59 mil servidores efetivos, entre ativos e inativos, aproximadamente 15 mil servidores serão beneficiados pelos PCCVs e os demais pelo reajuste linear anunciados pelo governador. Excetuados os 24 mil servidores do magistério, que já receberam reajuste de 8,32% de acordo com o piso nacional a partir de maio.

O governador disse ainda que “a partir de agora não vamos mais ver servidores com salários de seiscentos e vinte reais”, disse Jackson afirmando que “no mês de julho com a chegada dos 640 novos policiais, nós vamos pagar do soldo do policial logo na sua investidura na corporação. Eles vão receber 50% do soldo do soldado durante o curso”, disse.

Sobre as greves que estão acontecendo por parte de vários sindicatos, o governador disse que espera que as manifestações sejam suspensas, pois segundo ele, o estado continua no limite prudencial.

Fonte: Faxaju

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