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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Prefeita de Brejo Grande vai a SSP solicitar mais segurança

Na manhã dessa quinta-feira (7), representantes de Brejo Grande estiveram na Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP) para reivindicar mais segurança na comunidade, que vem sofrendo constantes assaltos e furtos acometidos por vândalos da região do Baixo São Francisco. A reunião contou com a presença da prefeita Fernanda Tenório (PTC), do deputado estadual Jeferson Andrade (PDT), e de vereadores e comerciantes do Município.

Todos foram ouvidos pelo secretário João Eloy, que foi assessorado pelo comandante-geral da Polícia Militar, coronel Maurício Iunes, e pela superintendente da Polícia Civil, delegada Katarina Feitoza. A primeira a falar foi a prefeita Fernanda Tenório, que fez questão de ressaltar a falta de policiamento na localidade. De acordo com ela, quase todos os comerciantes da cidade já foram assaltados e o medo gerado pela insegurança vem tomando conta de boa parte da população. Atualmente, a delegacia local conta apenas com seis policiais, que se alternam entre os municípios de Brejo Grande e o vizinho, Ilha das Flores. 

Os comerciantes afirmam que os constantes assaltos estão afugentando os clientes e até mesmo os funcionários. “Tinha um que estava comigo há mais de cinco e pediu demissão por não aguentar mais. Não podemos forçar os nossos funcionários a conviver com essa realidade e é por isso mesmo que até penso em fechar meu estabelecimento”, afirmou uma das comerciantes que compareceu à reunião, mas prefere não revelar o nome, com receio de represálias. 

Mais ação

De acordo com os presentes, muitos dos assaltos são feitos à mão armada por indivíduos que utilizam motos. O secretário João Eloy afirmou que pretende aumentar o policiamento na cidade, mesmo enfrentando sérios problemas com o baixo efetivo policial que hoje aporta a SSP. “Faremos o possível para atender as solicitações e tentar conter a ação desses marginais que atormentam a população”, assegurou. O coronel Iunes afirmou que irá acompanhar os andamentos dos trabalhos, mas adiantou que a Polícia Militar não se responsabiliza mais pela segurança interna de festas particulares, ficando a obrigação a cargo do gestor.

 “Decidimos que é melhor continuar agindo de forma eficiente na localidade, com o trabalho padrão da polícia, do que deslocar homens para agir especificamente nesse ou naquele evento, correndo o risco de faltar contingente policial no dia seguinte para fazer a segurança da comunidade”, explicou. Todas as solicitações levantadas foram anotadas pela equipe da SSP, que afirmou que dará mais atenção à comunidade de Brejo Grande, garantindo a segurança e a paz da população local. 

“É a primeira vez que administração de Brejo Grande vem a SSP solicitar mais segurança para a população, por isso acredito no trabalho desses profissionais e sei que agora iremos ficar mais tranquilos com a presença de mais policiais em nossa cidade”, afirmou a prefeita. A reunião também contou com a presença dos vereadores Thiago Ramos (PSD), Joel Luis (PT) e Abraão Vieira (PTB). T.Dantas Comunicação e Marketing

Fonte: Faxaju

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Operação conjunta das polícias de Sergipe e Alagoas desarticula quadrilha de assaltantes de banco

Foto: Ascom SSP

As polícias de Sergipe e Alagoas desarticularam na madrugada deste domingo (21) uma quadrilha de assaltantes de banco responsável por ações nos dois Estados. A polícia se antecipou a mais um roubo que seria realizado pelo grupo, cuja ação de ontem se preparava para explodir o cofre do Banco do Nordeste, em Gararu, cidade ribeirinha localizada a 156 quilômetros de Aracaju, já na divisa com Alagoas.

Na ação simultânea das polícias, nas cidades de Traipu (AL) e Porto da Folha (SE), três assaltantes foram presos e outros quatro, que estavam escondidos em uma chácara em Porto da Folha, receberam a polícia sergipana com tiros de fuzil e pistola. No confronto, que durou cerca de 25 minutos, acabaram morrendo.

Os policiais apreenderam um fuzil 762, duas pistolas 380 milímetros, três revólveres calibre 38, roubados de empresas de segurança privada de SE e AL; e rádios comunicadores. Todo o material apreendido será mostrado à imprensa durante entrevista coletiva, que acontece às 15h desta segunda-feira (22), na Academia da Polícia Civil (Acadepol), quando os coordenadores da operação vão detalhar a ação da polícia. As investigações começaram por conta de ações contra caixas eletrônicos nas cidades de Brejo Grande e Boquim.

Nesta última cidade, a Secretaria da Segurança Pública de Sergipe (SSP) registrou a única explosão de cashs na história do Estado. No mesmo dia da ação em Brejo Grande, a polícia interveio e conseguiu evitar o mesmo crime em Gararu, cidade onde o grupo agiria na noite deste sábado (20).

Por conta das investigações, as equipes policiais montaram barreiras nos dois Estados, em Traipu e Gararu já na noite deste sábado. Percebendo a ação da polícia, os bandidos se recolheram em suas bases de apoio, mas foram localizados pelos policias. Em Alagoas, na perseguição feita pelos policiais alagoanos, o carro usado pelos criminosos encapotou e eles foram presos. Os demais entraram em confronto com a polícia na cidade de Porto da Folha e morreram.

De acordo com a PC alagoana, a quadrilha é suspeita de ter participado também das explosões, nesse mês de outubro, das agências bancárias de Major Izidoro, dia 3, e de Olho D’Água Grande, na terça- feira, 18. Um policial da Divisão Especial de Investigações e Capturas (Deic) de Alagoas informou ainda que o grupo é perigoso, e que, durante todo o dia de hoje, a Polícia continua em diligências tentando localizar e prender outros integrantes.

A ação conjunta entre as polícias de Alagoas e Sergipe contou com equipes do Complexo de Operações Especiais (Cope), Divisão de Inteligência e Planejamento Policial (Dipol), Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar, todas unidades especializadas de Sergipe. Em Alagoas unidades especializadas como a Divisão Especial de Investigações e Capturas (Deic), por meio da Seção Especial de Roubos a Banco (Serb), também agiram.

Fonte: PMSE

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

PM realiza operação ‘Divisa Segura’ com emprego do efetivo do interior e da capital

A Polícia Militar, através do Comando do Policiamento Militar do Interior (CPMI), divulgou nesta sexta-feira, 13, as diretrizes da operação ‘Divisa Segura’, que será desencadeada no sábado, 14, e terça-feira, 17, em diversos pontos do interior sergipano.

A operação é fruto de acordo firmado no 5º Encontro do Comitê Gestor da Operação Divisa entre oito polícias militares do Nordeste - Bahia, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí - e prevê que as Corporações busquem meios para inibir o contrabando de armas, o tráfico de drogas e explosivos e os roubos a agências bancárias e cargas nas divisas dos estados, daí a implantação da Operação.

Para alcançar o objetivo traçado pelo Comitê, o CPMI estabeleceu diversos pontos de bloqueio nas divisas de Sergipe, desde o Pontal do Brejo Grande até Indiaroba. Tais locais abrangem as saídas e entradas do estado, incluindo rodovias estaduais e federais, acessos a balsas e pontos secundários, a exemplo das cidades de Neópolis, Simão Dias, Poço Verde, Tobias Barreto, Tomar do Geru e Canindé do São Francisco.

Todos os policiais da capital que estiverem empregados na operação 'Divisa Segura' receberão diária referente à alimentação.

Execução

A ação acontece no sábado, 14, e na terça-feira, 17, das 8 às 15h, e envolve policiais militares de várias companhias e batalhões que atendem às demandas de segurança da área do interior sergipano, com reforço do efetivo que atua na capital do Estado.

Fonte: Ascom PMSE

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Presidente da Asprase visita militares do Baixo São Francisco

Na última quinta-feira, o presidente da Asprase, sargento Anderson Araújo, esteve visitando os policiais militares que trabalham na região do Baixo São Francisco. Foram visitadas Unidade, Subunidade e delegacias de sete municípios: Propriá, Santana do São Francisco, Neópolis, Ilha das Flores, Brejo Grande, Pacatuba e Japoatã.

As visitas servem para que a associação divulgue o seu trabalho, ouça os reclames da classe e tome conhecimento das necessidades dos policiais e bombeiros militares em cada município sergipano.

O sargento Araújo teve a oportunidade de visitar, por exemplo, a delegacia de Santana do São Francisco, que no ano passado, após denuncia feita pela Asprase e veiculada pela TV Sergipe, foi reformada e passou a oferecer melhores condições de trabalho aos policiais.

A delegacia que não tinha sequer janela no alojamento e porta no banheiro, hoje pode receber os policiais e a própria comunidade graças à luta da Asprase, que mostrou o problema e provocou uma solução por parte da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Delegacia de Santana do São Francisco: condições de trabalho melhoraram

Por outro lado, a delegacia de Ilha das Flores, também visitada ano passado por diretores da Asprase, continua esperando a reforma prometida pela SSP. Os policiais foram transferidos para outro prédio, onde a delegacia funciona provisoriamente.

Já o prédio da SSP, onde funcionava a delegacia do município e que deveria abrigar os agentes garantidores da segurança pública, hoje, segundo populares, só abriga usuários de drogas. O local está completamente abandonado e virou alvo de vândalos, que depredam o patrimônio público. Aliás, até mesmo material da fazenda pública foi “esquecido” na antiga delegacia. Com a palavra a SSP.


Delegacia de Ilha das Flores: abandono e depredação

Notícias relacionadas:

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Cabo: polícia já tem suspeitos do homicídio

O cabo Manoel da Silva foi alvejado com vários tiros na última terça-feira, 17

O comandante da Polícia Militar, coronel Carlos Pedroso, afirmou que a polícia já sabe quem são os suspeitos de ter participado do homicídio do cabo da Polícia Militar, Manoel da Silva, de 40 anos, que foi alvejado com vários tiros na última terça-feira, 17, no município de Brejo Grande.

De acordo com o coronel o crime está sendo investigado pelas policiais civil e militar. “Esse é um crime premeditado e já está sendo investigado pelo serviço de inteligência da Polícia Militar e pela Polícia Civil”, diz Pedroso que afirma que a polícia já sabe quem são os suspeitos.

“Já temos alguns suspeitos desse caso, mas tudo nos leva a crer que é uma coisa que envolvia uma outra situação. Foi um crime premeditado, o policial não estava de serviço, portanto alguma coisa deve está por trás de tudo isso ai. Cabe a gente chegar aos culpados do assassinado do nosso cabo”, esclarece o comandante da PM.

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Para saber mais

Dois militares são alvejados em menos de 12 horas em Sergipe - http://www.infonet.com.br/cidade/ler.asp?id=102491&titulo=cidade

Fonte: Portal Infonet

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Diretores da Asprase visitam policiais militares do Baixo São Francisco

Delegacia de Santana do São Francisco está em estado deplorável

Representantes da Asprase visitaram os policiais na delegacia de Santana

O presidente da Asprase, sargento Araújo, e o diretor de comunicação da entidade, cabo Adelino Neto, passaram toda esta sexta-feira, 17, visitando policiais militares que trabalham na região do Baixo São Francisco. Eles tomaram conhecimento das condições extremamente precárias nas quais trabalham os policiais militares da 2ª Companhia do 2° Batalhão da Polícia Militar, lotados no município de Santana do São Francisco, e decidiram ver de perto a situação.

Antes de ir a Santana, o sargento Araújo já havia encaminhado ofício ao Comandante Geral da PM, coronel Pedroso, e ao secretário de Segurança Pública, Dr. João Eloy, informando a situação, inclusive com fotos das instalações da delegacia, que não oferece as mínimas condições de trabalho para os militares. No ofício o presidente da Asprase solicitou o agendamento de uma reunião para tratar do assunto e pediu às citadas autoridades que adotassem medidas quanto ao problema.
Mato em frente à delegacia denuncia o estado de abandono

Na delegacia, toda a situação relatada foi confirmada. Banheiros sem condições de uso, um deles sem ter sequer uma porta; armas guardadas em local inseguro; alojamento que não oferece a mínima segurança para o descanso do policial, já que no lugar da janela, há uma escora feita com uma porta de madeira; porta sem fechaduras; carceragem em péssimas condições, etc... Enfim, uma instalação totalmente incapaz de receber policiais, presos e cidadãos em busca de apoio policial.
Alojamento dos policiais não oferece a mínima segurança

Na delegacia não há sequer um policial civil, fato comum nas delegacias da região, à exceção de Neópolis e Pacatuba, onde segundo informações dos próprios PM’s ainda há policiais civis. A responsável pela delegacia de Santana do São Francisco é a delegada de Neópolis, cidade para onde são encaminhadas todas as ocorrências do pequeno município. A delegada não dá expediente em Santana devido à falta de condições para desempenhar seu trabalho.

Da Polícia Civil, só restou o emblema na porta da delegacia

O problema de Santana do São Francisco não é novo. Conforme informou o 2° Sgt Benaldo, comandante do DPM (Destacamento Policial Militar), o fato já foi informado ao juiz da Comarca de Neópolis e há alguns dias a promotora da Comarca esteve visitando a delegacia, mas até agora nada de concreto foi feito. Este Blog também já denunciou o fato (clique aqui para acessar a matéria), mostrando as fotos que comprovam a situação de abandono em que se encontra a delegacia do município

Ilha das Flores

Em Ilha das Flores a história não é muito diferente. Todas as ocorrências são encaminhadas para Brejo Grande, onde trabalha a delegada que responde pelos dois municípios. Na delegacia de Ilha, a situação é parecida com a de Santana do São Francisco. Lá foi constatado que há uma fossa estourada há tempos, sem que nunca tenha sido providenciado o reparo necessário.

Insalubridade: Fossa continua estourada na delegacia de Ilha das Flores

Para tomar banho, os policiais precisam ficar de pé sobre dois tijolos para que a água que retorna do esgoto não atinja seus pés. Um PM que trabalha na delegacia informou que ao usar o banheiro e dar a descarga, a água que desce do vaso sanitário retorna junto com seus dejetos pelo ralo do box.
Em Ilha das Flores o fogão da delegacia só tem um queimador para cozinhar

Em Brejo Grande também não há policiais civis na delegacia, exceto quando a delegada se faz presente no município acompanhada destes policiais. Segundo informações, a delegada de Brejo Grande teria dito que não trabalha na delegacia de Ilha das Flores enquanto não forem providenciadas reformas que possam lhe garantir condições de trabalho.

A posição das duas delegadas, tanto de Neópolis quanto de Brejo Grande está correta. Errada está a Polícia Militar em permitir que seus profissionais atuem em ambientes insalubres e inseguros como as citadas delegacias. Ao se recusarem a trabalhar nestas delegacias, ou ao impedir que seus comandados trabalhem nestes locais, as delegadas estão exercendo o direito de exigir que o Estado lhes ofereça condições dignas de trabalho, e cumprindo o dever de defender os interesses daqueles que lhes são subordinados.

Já está na hora da PM aprender esta lição e passar a agir da mesma forma, pois se essas delegacias são ambientes insalubres para os policiais civis, por que não o são para os policiais militares? É preciso dar um basta nessa situação e em tantas outras semelhantes que se espalham por nosso Estado.

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