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sábado, 7 de junho de 2014

Rio de Janeiro: PM apura agressão em quartel do CFAP

Major teria atirado cassetete numa soldado durante treinamento do CFAP


Um oficial do Batalhão de Campanha, que funciona no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap), em Sulacap, foi acusado de agredir uma praça, quarta-feira, durante treinamento. A informação foi passada por leitores através do WhatsApp do DIA (98762-8248 ). A PM informou que abriu procedimento apuratório para analisar as circunstâncias do fato.

Lotada na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Santa Marta, a soldado Thaís Hora é uma das policiais cedidas ao Batalhão de Campanha — formado por PMs que tiveram as férias canceladas para receber treinamento para atuar na Copa do Mundo. De acordo com policiais que testemunharam o incidente, ela estava dispensada do treino, por ter se machucado no dia anterior, e observava o exercício sentada, quando o major Gilmar Tramontini, que é o subcomandante do Batalhão de Campanha, teria lançado contra ela uma espécie de cassetete com manete na lateral, conhecido como tonfa. 

“O major a viu sentada e achou que ela estava acochambrando, se escondendo. Ele estava a cerca de oito metros de distância dela e tacou a tonfa. Só depois se aproximou e perguntou o motivo dela não estar treinando. Quando ela respondeu que fora dispensada, ele simplesmente virou as costas”, contou um dos policiais que presenciaram a cena. 

A atitude causou indignação no efetivo de cerca de 300 homens e mulheres, que a incentivavam a registrar queixa de lesão corporal em delegacia. Um tumulto começou a se formar, e a tropa foi dispensada antes do horário previsto. A soldado foi levada para a administração, onde recebeu gelo para colocar no hematoma. O major e a soldado não foram localizados pelo DIA para comentar as denúncias. 

Os policiais cedidos à unidade também fizeram outras denúncias, como a falta de estrutura do local, que não possuiria alojamento com camas, e o suposto descaso com o transporte dos mesmos. Agentes que moram no interior e são lotados em batalhões como o 28º BPM (Volta Redonda) estão tendo que pagar pela própria condução, mesmo com o artigo 31 da Lei 279 de 26 de novembro de 1979, que diz que o policial tem direito à ajuda de custo para transporte quando em serviço distante da unidade de origem.

Roberta Trindade

Fonte: O Dia

sábado, 15 de setembro de 2012

Policial recebe indenização por ter sido agredido em serviço

O policial militar Teddy Ralf Souza Costa receberá R$ 10 mil de indenização pelos danos morais por ter sido agredido por um segurança do bar Fui Grill Beer Dancing Ltda. Durante a ocorrência no estabelecimento, o policial foi desacatado, sofreu agressões verbais e físicas em algumas regiões do corpo, inclusive teve seu dedo mordido pelo agressor. A decisão é da 13ª Vara Cível do Fórum João Mendes Jr.

A magistrada ressalta que é certo que o autor, sendo um policial militar, está mais sujeito a tais situações, mas nem por isso o agressor deixa de responder pelos danos que causou, pois o policial é acima de tudo um ser humano, que se expõe a riscos para salvar a vida de civis. O funcionário do réu passou dos limites, desrespeitando o autor como policial e como civil, tanto é que foi condenado criminalmente.

De acordo com a decisão, o réu, por sua vez, responde como empregador, pouco importando se o funcionário tinha carteira de trabalho assinada. As casas noturnas são frequentemente palco de brigas, conforme demonstrou o autor ao juntar as reportagens, de modo que devem elas selecionar melhor os seus seguranças para garantir a segurança de seus clientes e de seus próprios funcionários.

O valor da indenização foi fixado levando em consideração as provas dos fatos e o estresse pelo qual passou o autor no momento da briga, bem como a estimada condição econômica das partes e a profissão do autor.

Para juíza, “é certo que o autor, sendo um policial militar, está mais sujeito a tais situações, mas nem por isso o agressor deixa de responder pelos danos que causou, pois o policial é acima de tudo um ser humano, que se expõe a riscos para salvar a vida de civis"

Fonte: Blog da Renata/TJSP

sábado, 16 de junho de 2012

Estudante é agredida por filho de coronel da PM

Na madrugada desta sexta-feira (15), uma jovem estava bebendo e conversando com uma amiga em uma loja de conveniência de um posto de combustíveis localizado na avenida Francisco Porto, quando foi agredida por um rapaz que se identificou como filho de um coronel da Polícia Militar.

Segundo informações da vítima, de nome Brena, o rapaz de nome Thiago, bateu no fundo de seu carro, quando ela desceu, o jovem foi lhe agredindo com um tapa e com agressões verbais. Segundo a estudante de Direito, o agressor aparentava estar completamente embriagado. 

Os funcionários do posto de combustíveis partiram para conter o agressor, que foi levado para parte interna da loja de conveniência. Em seguida, aos risos, o jovem afirmou que é filho do coronel Braz, da Polícia Militar, ao ser informado que Brena procuraria a polícia para prestar queixa.

O pai do agressor chegou ao local poucos minutos depois e conversou com a estudante agredida, pedindo que não prestasse queixa. Entretanto, a vítima foi à Delegacia Plantonista e registrou a ocorrência. O agressor não foi preso, nem prestou depoimento.

Márcio Rocha

Fonte: Portal F5 News

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Exército e PM falam sobre agressão a soldado

De acordo com comandante o soldado já foi ouvido e o caso já está sendo apurando, já o coronel Pedroso afirmou que a corporação foi a única a não ser procurada


O comandante do 28º Batalhão de Caçadores, coronel Jefferson Hernandes, conversou na manhã desta quarta-feira, 25, com a equipe do Portal Infonet sobre a agressão sofrida por um soldado do exército. Segundo o soldado a agressão ocorreu quando ele e mais um amigo estavam em uma moto e policiais militares realizaram uma abordagem desastrosa com agressão física e intimidação com o uso de uma arma de fogo.

O coronel destacou que na última terça-feira, 24, teve a oportunidade de ouvir o soldado e seu pai, um tenente coronel da Polícia Militar. De acordo com o comandante Jeferson Hernandes um oficial do exército está realizando o procedimento administrativo para apurar todos os fatos.

Para o coronel a relação entre exército e Polícia Militar é excepcional e a agressão foi um fato isolado. “A nossa integração com a polícia militar é excepcional aqui no Estado. Nós já instauramos os procedimentos administrativos para apurar o fato e assim que elucidarmos a situação como ela ocorreu, tomaremos as medidas administrativas ou disciplinares que se forem necessárias serem tomadas”, afirma o comandante.

Comandante PM

O comandante da Polícia Militar, coronel Carlos Pedroso, também comentou a agressão e disse que a corporação militar foi a única a não ser procurada para tentar apurar a questão.

O comandante da PM, Carlos Pedroso

Visivelmente chateado o comandante da PM disse que ao invés de procurar outras instituições a corporação deveria ter sido procurada. “A gente foi surpreendido porque foi feita uma ampla divulgação e não deram condição sequer da corporação tomar conhecimento do fato, eu não vou entrar no mérito se houve ou não houve, se aquele fato se deu como as supostas vítimas estão dizendo é apenas a versão deles do fato na imprensa, não ouvimos ainda os nossos policiais. Estou determinando a abertura de um inquérito para apurar tudo isso”, afirma.

Fonte: Portal Infonet

domingo, 24 de janeiro de 2010

Soldado da PM é acusada de invadir estúdio da FM Eldorado e promete acionar a justiça

A soldado da Polícia Militar Márcia do Espírito Santo Mota, que trabalha no 7º BPM em Lagarto, foi acusada pelo ex-prefeito do município, José Raimundo Ribeiro, o Cabo Zé, e pelo jornalista Carlos Ferreira, que trabalha na mesma emissora, de ter invadido na última quinta-feira, 21, os estúdios da FM Eldorado na sede daquele município.

A denúncia foi feita inicialmente na própria emissora e posteriormente publicada também no site NE Notícias, que reproduziu o texto de um e-mail enviado ao Secretário de Segurança Pública, João Eloy, onde o Cabo Zé e o jornalista pedem providências ao secretário. O mesmo texto teria sido enviado também ao governador Marcelo Déda (PT).

Eis o texto do e-mail enviado ao secretário João Eloy, conforme publicado no NE Notícias:

"Exmo. Sr. Secretário de Segurança do Estado de Sergipe Dr. João Eloy.

Venho através deste e-mail, comunicar que as dependências do estúdio da FM ELDORADO no dia ontem pela manhã no programa Jornal Eldorado, apresentado pelo radialista Carlos Ferreira, foi invadida pela Policial Militar de prenome Márcia, fato este depois de ser noticiado que a tal policial agrediu uma criança. Denúncia esta feita pela própria senhora mãe da criança.

A policial Márcia foi até o estúdio, mas na parte externa e conversando com o irmão do jornalista Carlos Ferreria, o senhor Marcos José, lhe pedindo que o mesmo assinasse um oficio para resguardar a fita do programa, onde Marcos José foi levar o oficio ao Carlos Ferreira e na oportunidade a policial adentrou o estudio e fez a seguinte indagação: este é o Carlos Ferreira?

No mesmo programa o jornalista Carlos Ferreira no ar disse que se sentiu ameaçado pela policial que estava fardada e de arma na cintura.

Tanto a emissora como o jornalista pedem providencias a Vossa Excelência, como também sabemos que o senhor não compactua com certos erros com alguns policiais militares".

Outra versão

Em conversa com o presidente da Asprase, sargento Anderson Araújo, a soldado Márcia contou a sua versão dos fatos. Segundo ela, na quarta-feira, 20, o jornalista Carlos Ferreira teria dito em seu programa na FM Eldorado que tinha várias denúncias a serem feitas conta policiais militares, e que a princípio falaria apenas de uma policial, a soldado Márcia.

A soldado foi acusada no mesmo programa de ter praticado uma agressão contra uma criança, e com o intuito de se defender das acusações e de subsidiar uma possível ação judicial, Márcia teria se dirigido aos estúdios da rádio para entregar um ofício, onde solicitava uma cópia da gravação do programa em que teria sido acusada de agressão.

Atendida pelo irmão do radialista, o Sr. Marcos José, a policial perguntou a quem poderia entregar o documento. Marcos a princípio teria dito que receberia, mas após ler o conteúdo do ofício preferiu levá-lo ao próprio Carlos Ferreira. Marcos teria entrado no estúdio enquanto a policial o aguardava do lado de fora. Ao retornar e lhe entregar o ofício com o recebido, o qual segundo Márcia foi lido no ar pelo apresentador, a PM peguntou se poderia entrar no estúdio, tendo Marcos José lhe respondido que sim.

Márcia afirma que toda a sua conversa com Carlos Ferreira ocorreu com o programa no ar e que as gravações, se apresentadas, deixarão claro que não houve invasão do estúdio. "Só entrei porque tive permissão para isso", alega Márcia. Ela afirma ainda que ao contrário do que se alega não entrou no estúdio para conhecer Carlos Ferreira. "Eu já conhecia Carlos. Ele já trabalhou em outras emissoras em Estância, cidade onde moro e onde já participei de lutas sociais e frequentei programas de rádio. Ele é que não me conhecia", disse a soldado.

A soldado afirma que vai ingressar com uma ação judicial contra todas as pessoas que a estão acusando injustamente. "O ônus da prova cabe a quem acusa. Vou defender meus direitos", disse a policial. A Asprase já disponibilizou o apoio jurídico à soldado Márcia.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Adepol diz que delegado Gilberto Guimarães foi vítima e não agressor

A Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe (Adepol) esclareceu na tarde desta segunda-feira, dia 5, os fatos ocorridos no último dia 15 de setembro, quando um comerciante de 56 anos e sua esposa acusam o delegado Gilberto Guimarães de agressão e espancamento. De acordo com o diretor de comunicação da Adepol, delegado Jéferson Alvarenga, o delegado e sua esposa, uma promotora de justiça, são vítimas e não agressores.

Baseado em um laudo do Instituto Médico Legal (IML), Jéferson afirma que a promotora de justiça foi agredida fisicamente na presença da filha de cinco anos de idade no estacionamento de uma loja no bairro 13 de Julho pela proprietária do estabelecimento. Com a confusão, a esposa do delegado identificou-se como promotora no intuito de sanar as agressões.

Relata Jéferson que ainda no calor das discussões, o delegado Gilberto chegou ao local no intuito de identificar os agressores a fim de prestar um boletim de ocorrência contra o casal na Delegacia Plantonista. O fato foi apurado pela titular da 1ª Delegacia Plantonista, delegada Tereza Simony. Paralelo ao inquérito também foi instaurado um procedimento administrativo nas Corregedorias de Polícia Civil e do Ministério Público. Todos os procedimentos foram remetidos à Justiça.

Enquanto esteve no local, Guimarães não usou armas e nem algemas e em momento algum não se identificou como delegado de polícia. O diretor administrativo e financeiro da Adepol, delegado Alexandre Pires, acrescentou que Guimarães foi reconhecido por ser um homem público e porque a proprietária do comércio também é advogada.

O diretor de comunicação ressalta que o delegado em questão tem 20 anos de serviços prestados à Polícia Militar da Bahia e à Polícia Civil de Sergipe e nunca respondeu nenhum procedimento administrativo nesse período, demonstrando ser um profissional de grande competência e zeloso com a coisa pública.

Por fim Jéferson refuta a idéia de que o delegado deveria ter se afastado do caso. "Ele é vitima nesse caso e afastá-lo de suas funções seria premiar os agressores de sua esposa", informou, lembrando que o caso não foi divulgado para imprensa por se tratar de um problema pessoal de Gilberto. "Ele não utilizou a condição de delegado e muito menos usou a estrutura da Polícia Civil para resolver este problema, logo não há motivos para divulgação de um fato pessoal do cidadão Gilberto Guimarães", pontuou o delegado Jeferson

Fonte: NE Notícias

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