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domingo, 13 de janeiro de 2019

2018: GETAM recupera 159 veículos roubados e apreende 68 armas


Getam recupera 159 veículos roubados, apreende 68 armas e cumpre 50 mandados de prisão em 2018. Também foram apreendidas drogas como cocaína, maconha e crack

A Polícia Militar, por meio do Grupamento Especial Tático de Motos (Getam), divulga nessa quarta-feira, 8, os dados estatísticos referentes aos trabalhos desenvolvidos pela Unidade Operacional na capital e em toda a região metropolitana de Aracaju durante o ano de 2018.

Foram confeccionados 508 Relatórios de Ocorrências Policiais, resultando em 159 veículos recuperados; 68 armas de fogo e 13 simulacros apreendidos; 2.992Kg de cocaína; 131.1Kgde maconha; 3.872Kg de crack; além do cumprimento de 50 mandados de prisão.

O Getam também obteve forte atuação nas fiscalizações de trânsito fazendo cumprir as Leis do Código de Trânsito Brasileiro(CTB), atuando de forma eficaz obtendo um índice significativo com um total de 84 CNH’s e 52 CRLV’s recolhidos; 3.066 autos de infração confeccionados e 380 veículos com irregularidades recolhidos.

Fonte: Ascom/PM

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Colômbia planeja incluir ecstasy em lista de drogas descriminalizadas

Proposta faz parte de política para combater uso e tráfico de drogas e substituiria leis que criminalizam uso de maconha e cocaína, embora tolerem a posse em pequenas quantidades


Projeto de lei para descriminalizar o uso de ecstazy deve ser enviado em breve ao Congresso (foto de arquivo)

A ministra da Justiça da Colômbia, Ruth Stella Correa, anunciou que o ecstasy será incluído na lista de drogas que devem ser descriminalizadas no país, segundo o projeto de lei que o governo planeja enviar em breve ao Congresso.

A proposta do governo substituiria as leis atuais que criminalizam o uso de maconha e da cocaína, embora a posse em pequenas quantidades seja tolerada. O projeto faz parte de uma nova política do governo para combater o uso e o tráfico de entorpecentes.

Um dos maiores produtores de drogas do mundo, a Colômbia vem sofrendo nas últimas décadas com crimes relacionados ao tráfico internacional. A inclusão do ecstasy nas drogas descriminalizadas, no entanto, é motivo de crítica por parte de opositores.

A declaração da ministra ocorreu após encontro com uma comissão que discute a política de drogas adotada pelo país na última década. Um dos integrantes é o ex-presidente César Gavíria, que faz parte de um movimento internacional que defende a descriminalização das drogas, com o apoio do ex-colega brasileiro Fernando Henrique Cardoso .

O movimento argumenta que a chamada "guerra às drogas", lançada nos anos 1980, só aumentou a violência no continente e não reduziu o consumo.

Negócio

Críticos da descriminalização das drogas argumentam que a nova lei só vai facilitar o consumo e aumentar a violência. Já aliados do governo, como o Partido Verde, argumentam o contrário. "O problema na Colômbia é com drogas como maconha e cocaína", disse o senador Roy Barreras à Rádio Caracol.

"As rotas do tráfico de drogas dependem fundamentalmente da cocaína, e a descriminalização no mundo só daria fim ao negócio."

A inclusão do ecstasy na lista das drogas toleradas também causa confusão sobre outros entorpecentes como a metanfetamina, também sintética. Outros argumentam que a heroína também deveria ser incluída.

A política de drogas na Colômbia ganhou nova abordagem após a Suprema Corte decidir, há dois anos, que o pequeno porte de entorpecentes para uso pessoal não era passível de punição. O governo do presidente Juan Manuel Santos também tem mostrado uma posição mais liberal sobre o tema, abrindo o debate na sociedade colombiana.

Fonte: Portal Ig

sexta-feira, 2 de março de 2012

Relatório aponta quase duas prisões por dia efetuadas pelo Choque nos últimos seis meses

O Batalhão de Choque da Polícia Militar divulgou nesta sexta-feira, 2, o balanço das atividades executadas pela unidade militar desde o dia 1º de setembro do ano passado. Os números dizem respeito à atuação dos militares em eventos esportivos, reintegrações de posse, eventos festivos e ações de repressão a criminalidade no interior e na capital Aracaju.

Nesse período foram efetuadas 98 prisões em flagrante. Foi feita a apreensão de 40,5 quilos de maconha; 244 pedras de crack e mais um quilo da droga; 108 cápsulas de cocaína, além de 13 trouxas e mais 460 gramas da droga. Além disso, os militares do Choque apreenderam 32 armas de fogo e 11 objetos perfurantes. Foram recuperadas 12 motocicletas, seis carros e sete motonetas.

“Esses números são resultado de 111 serviços executados numa sistemática de policiamento que é realizado diariamente na Grande Aracaju, além dos 116 serviços que foram realizados para segurança de dignitário durante o mesmo período. Houve , também, a participação conjunta com outras unidades, como no caso da apreensão de 4 mil DVDs piratas , onde o BPChoque atuou juntamente com a RP e o Getam no dia 19 de novembro de 2011. Dessa maneira, num trabalho ininterrupto, a equipe que compõe o BPChoque procura amenizar os índices de criminalidade, contribuindo, assim, para a melhoria da paz social", afirmou o comandante do Choque, major Carlos Rolemberg.

Fonte: Polícia Militar de Sergipe

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Política de segurança de Dilma terá de enfrentar a corrupção para combater a violência

Apesar de avanços, o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer no combate à violência. Nos últimos dez anos, segundo o estudo Mapa da Violência, mais de 500 mil pessoas foram vítimas de homicídio. O país ainda é considerado o principal corredor do tráfico internacional de cocaína, de acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), e tem uma das polícias mais brutais do mundo. Especialistas apontam ainda problemas na gestão das políticas públicas e a ampliação da corrupção dentro dos sistemas públicos.

Como a Constituição determina a subordinação da polícia militar aos governos estaduais, o Planalto esteve afastado por muito tempo das políticas de segurança. A presidente eleita Dilma Rousseff terá que dar atenção a problemas ainda sem solução e melhorar políticas já iniciadas pelo presidente.

Luís Antônio Francisco de Souza, sociólogo da Unesp (Universidade Estadual Paulista), defende maior controle externo dos órgãos públicos, para combater a corrupção. Segundo ele, existem planos para combate ao crime de rua, mas não para o crime organizado que envolve políticos e empresários.
- Hoje, crimes acontecem dentro das instituições. Precisamos aumentar a confiança do cidadão na polícia e nos outros órgãos.
Denis Mizne, presidente do Instituto Sou da Paz, diz que a corrupção policial é um problema crucial, mas pouco falado.
- A corrupção prejudica os mais pobres, porque evita a punição de quem tem mais dinheiro e das facções criminosas, além de desestruturar as polícias. É um problema que enfraquece o Estado. A gente ainda lida com o crime no varejo e não onde ele é mais perigoso, no topo da pirâmide.
Mizne avalia que o governo deverá investir na moralização da administração pública e no fortalecimento de instituições de controle, como TCU (Tribunal de Contas da União), CGU (Controladoria-Geral da União) e corregedorias, que, na opinião dele, deveriam ser independentes.

Papel do governo

O sociólogo Arthur Trindade, coordenador do Núcleo de Estudos sobre Violência e Segurança da UnB (Universidade de Brasília) explica que, na área da segurança, o governo federal pode induzir algumas ações, como o financiamento a projetos e programas. Atualmente, existem os seguintes instrumentos para isso: o Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), criado em 2007, o Fundo Nacional de Segurança Pública e o Fundo Penitenciário Nacional.
- O Pronasci é uma ótima iniciativa, mas tem problemas graves. O que tem de interessante: ele aloca muitos recursos e permite o financiamento de ações para fora da polícia, ou seja, não restringe o tema da segurança à polícia. O problema é que o Pronasci não tem padrões claramente definidos de como os projetos têm que ser e que tipo de contrapartida [dos Estados e municípios] seria necessária.
O professor também critica o fato de o programa não executar todos os recursos previstos no Orçamento. Muitos Estados e cidades que poderiam usá-los não enviam projetos, além de não serem devidamente estimulados para isso, segundo Trindade. O Pronasci se tornou a vitrine do governo Lula na área por propor o enfrentamento da violência priorizando a prevenção, o envolvimento das comunidades nas questões de segurança e a melhor formação de policiais.

O presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, afirma que o Pronasci tem o mérito de delimitar territórios para ações, mas corre o risco de ser esvaziado, caso não seja aprimorado e integrado a outras iniciativas locais. Para ele, muito mais do que falta de recursos, a segurança pública sofre com problemas de gestão.
- O grande desafio é melhorar a eficiência da máquina pública e induzir um debate amplo sobre o combate à violência.
Polícia e informação

Muitos dos problemas relacionados à segurança estão na falta de informações – ou na restrição ao acesso de dados. Luis de Souza, especialista da Unesp, avalia que não há bons diagnósticos sobre o perfil de criminosos ou características de crimes que ocorrem nas cidades e, quando isto é feito, as informações não são compartilhadas com a população em geral.

Souza diz que as informações são essenciais para o combate ao tráfico internacional de drogas, que movimenta mais de R$ 500 bilhões (US$ 300 bilhões) por ano, segundo a ONU, além da criação de acordos e ações conjuntas com outros países e da melhor vigilância dos 23 mil quilômetros de fronteiras.

A ausência de interação entre as diferentes polícias – federal, militar, civil e rodoviária – é um aspecto muito criticado pelos especialistas. As investigações de crimes têm se dado de forma independente, o que significa desperdício de esforços e gastos públicos. Os sistemas de inteligência precisam de investimentos, aponta o pesquisador.

Além da questão da informação, o funcionamento da Polícia Militar é muito questionado. Para Souza, o treinamento dos policias ainda é muito militarizado e prepara pouco para lidar com a população.

Denis Mizne, do Instituto Sou da Paz, também defende a melhor profissionalização dos policiais, que o governo federal defina o piso salarial nacional e critérios básicos de formação, além de reduzir a possibilidade de militares fazerem "bicos" fora do horário de trabalho.

A defesa de uma PM menos violenta, mais preparada e aliada da comunidade faz parte de um conjunto novo de ideias sobre a segurança pública. O maior investimento do governo deve ser mesmo na prevenção da violência, indicam os especialistas. Segundo eles, é muito mais barato – e benéfico – evitar que um crime aconteça do que manter e construir mais presídios, por exemplo.

O crescimento da população carcerária é outra preocupação que afetará o governo Dilma. Segundo o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), o Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo, com 494.598 presos. Com essa marca, o país está atrás apenas dos Estados Unidos, que têm 2,2 milhões de presos, e da China, com 1,6 milhão de encarcerados. Mizne avalia que as prisões precisam mudar, oferecendo, por exemplo, possibilidades de trabalho e estudo. Além disso, segundo ele, será preciso discutir a questão das penas alternativas, que já têm tido bons resultados no país.

Fonte: R7

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Polícias Militar e Civil prendem 21 pessoas em Itabaiana


A Polícia Militar e a Polícia Civil já prenderam 21 pessoas em Itabaiana, durante a operação Invasão. A maior parte dos detidos é acusada de assaltos e tráfico de entorpecentes. Durante as abordagens foram apreendidos frascos de lança-perfume, papelotes de maconha, crack e cocaína, além de uma espingarda, R$ 5 mil e objetos roubados, incluindo eletrodomésticos e uma motocicleta.

Entre os presos estão 19 homens e duas mulheres. Três deles foram identificados como Hebert Sacramento, 33 (considerado um dos maiores traficantes da região), a esposa dele, Ana Paula Souza Nascimento, 27, e Valdir Alves de Oliveira, 33, que fazia a entrega de drogas aos usuários. Todos foram detidos em cumprimento a mandado de prisão, no bairro Campo Grande.

Outros cinco presos, detidos em locais diferentes, também foram identificados: Max Yuri de Jesus, 18, detido por assalto e tráfico de entorpecentes, José Cleverton dos Santos Teixeira, 21, e Genidice Aurora da Silva, 26, denunciados por tráfico de drogas, e Fernando Silva Santos, 18, e Jonata Souza Melo, 20, por assalto à mão armada. Todos tiveram prisão temporária decretada pela justiça.

Participaram da operação equipes da Delegacia Regional da Polícia Civil de Itabaiana e Coordenadoria da Polícia Civil do Interior (Copci), 3º Batalhão da Polícia Militar, Grupamento de Ações Táticas do Interior (Gati), totalizando 60 policiais militares e civis. As ações preventivas visam inibir a ação de assaltantes e traficantes durante a prévia carnavalesca Miracana, que movimenta a cidade a partir do dia 17.

Fonte: Agência Sergipe de Notícias

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