Mostrando postagens com marcador rita lee. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rita lee. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de março de 2018

Capitão Samuel comemora vitória de PMs sergipanos contra cantora Rita Lee

O deputado Capitão Samuel usou as redes sociais na manhã deste domingo, 25, para comemorar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), onde a cantora Rita Lee deverá pagar R$ 245 mil de indenização por danos morais aos 33 policiais militares sergipanos que foram ofendidos pela artista durante um show que aconteceu em janeiro de 2012, no município de Barra dos Coqueiros. A artista deverá desembolsar cerca de R$ 7 mil para cada PM e a decisão não cabe mais recurso.

Segundo o Capitão Samuel, ele repudiou a atitude da cantora na época do ocorrido, onde conseguiu disponibilizar advogados, através das associações Unidas, para os militares envolvidos que sentissem necessidade. "A injúria da cantora está sendo, em partes, punida. Esperamos que situações como esta não voltem a acontecer", declara. 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Retrospectiva policial 2012

 
Em 2012 vimos definhar o PRONASCI, a maior iniciativa Federal da história do país no campo da segurança pública, ao tempo em que muitas polícias militares brasileiras, já sem a Bolsa Formação (complemento salarial de 400 reais concedido pelo PRONASCI), realizaram movimentos reivindicatórios explosivos nos estados, a exemplo do Ceará, Bahia e Rio de Janeiro.

Aliás, o mundo parou para assistir a greve dos policiais militares baianos, com direito a intervenção duvidosa da Rede Globo, através do Jornal Nacional. São Paulo também foi destaque: Pinheirinho e a relação explosiva entre policiais militares e integrantes da facção criminosa chamada PCC gerou mortes e destruição. Aliás, nunca se viu tantas mortes de policiais, não só em São Paulo, mas no Brasil.

2012 foi o ano em que policiais começaram a despertar para sua força política, mas também entraram em conflito e confrontos, por pura falta de sorte, falta de bom senso, erro operacional e até e até mesmo truculência.

Rita Lee xingou policiais militares em um show, Datena negociou com sequestrador em programa ao vivo, o Governador do Paraná disse que PM’s com curso superior tendem a ser insubordinados.

Ainda há polícias que não reconhecem o policial como cidadão, e tolhem, ou tentam tolher o direito de manifestação de seus homens e mulheres – principalmente quando se trata de publicações na internet. Parece não ser à toa que a ONU recomendou a extinção das polícias militares brasileiras.

A legalização da maconha ganhou espaço enquanto tema relevante, e o Uruguai chegou a editar lei sobre o assunto. Nos EUA, a discussão sobre a difusão de armas de fogo entre a população civil ganhou corpo, após sucessivos ataques com grande número de mortos, inclusive crianças.

2012 foi o ano em que ex-membros do primeiro escalão do Governo Federal foram condenados por corrupção, com perspectiva de cumprimento da pena em 2013. Torcemos para que a justiça seja feita, e que o ano vindouro seja mais surpreendente e pacífico do que 2012.

Um feliz ano novo a todos!
 
Fonte: Abordagem Policial

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Déda diz que marido de Rita Lee confirma exagero no Show

Governador garante que para o Executivo assunto está encerrado
Deda: "Marido quis dizer que houve exagero" (Fotos: Portal Infonet)
A confusão do show da cantora Rita Lee na Barra dos Coqueiros na programação do Projeto Verão Sergipe, em janeiro de 2012, continua repercutindo. Na noite deste domingo, 8, o jornalista Zeca Camargo [Fantástico, da Rede Globo] iniciou uma entrevista com a artista falando justamente do show na capital sergipana. Rita Lee destacou que o sucesso da música ‘Reza’ é uma “vingança gostosa, de você dar o troco. Uma resposta da gente com os fãs, da transparência com a música. Versos como ‘Que Deus me livre e guarde de você’ parecem mandar um recado. É uma maravilhosa coincidência divina”.
Nesta segunda-feira, 8, o governador Marcelo Déda afirmou que assistiu à entrevista. “Eu acompanhei a entrevista e acredito que de certo modo, o que o marido da cantora Rita Lee quis é que por conta do problema de saúde, houve um exagero no episódio do show. Do ponto de vista do Governo do Estado, o caso está encerrado. O problema está no Ministério Público em virtude do inquérito policial. É um assunto que não diz respeito ao Poder Executivo”, entende Marcelo Déda.
Show da cantora na Barra dos Coqueiros
Quando o jornalista Zeca Camargo perguntou à cantora Rita Lee se o show era uma despedida, ela respondeu: “Olha, meu amor, eu acho que foi tudo muito rock and roll”. Como a cantora ainda não pode falar sobre o assunto, o marido Roberto de Carvalho afirmou que “a Rita não podia falar sobre o assunto. Ainda não pode falar sobre o assunto. Nós nunca tínhamos estado em uma situação em que a polícia resolve dar geral nas pessoas que estão em frente ao palco”, destacou.
Quanto à pergunta se o problema de saúde [Transtorno Bipolar] teria contribuído para a confusão no show. Se faltou medicamento, Roberto Carvalho respondeu que “era uma fase em que o medicamento ainda estava sendo buscado. Não que a Rita não tivesse sido provocada. Ela foi provocada. Mas a reação talvez tenha sido um pouco indesejada”.
A proposta do Ministério Público é para que Rita Lee preste serviços comunitários por um período de três meses e doe o cachê de R$ 115 mil recebido pelo show pago pelo Governo de Sergipe quando da realização do Verão Sergipe 2012
Por Aldaci de Souza
Fonte: Portal Infonet

quinta-feira, 1 de março de 2012

Samuel cobra postura do comando da PM

Nesta quarta-feira (29), o deputado estadual Capitão Samuel (PSL), ocupou a tribuna e explanou sobre a importância da Polícia Militar em Sergipe que completou 177 anos de existência. Na oportunidade o deputado disse que muitos militares já perderam suas vidas em prol do projeto de Segurança Pública, em prol de outras vidas. “Quero parabenizar a Instituição Polícia Militar pela passagem do seu aniversário no dia de ontem, seus 177 anos. Cento e setenta e sete anos que muitos companheiros já tombaram para manter essa instituição de pé, muitos companheiros já perderam a vida para garantir a segurança a nossa sociedade, a segurança do povo sergipano. Cento e setenta e sete anos, quantos homens e mulheres já deram seu suor para manter essa instituição de pé”, declarou Samuel Barreto.
O parlamentar relatou os problemas que envolveu a categoria e o Governo do Estado num só dilema que foi a escala extra no carnaval. Segundo o deputado o carnaval é uma festa pública sendo da Polícia Militar a responsabilidade de garantir a segurança para o povo ao contrário das festas particulares. “A sociedade até nos culpou por causa do Pré-Caju, por que os companheiros decidiram que não iriam mais esperar. Por dois longos anos os companheiros cansaram de esperar as promessas do Governador Marcelo Déda que não cumpriu, fazendo com que a categoria tomasse aquela decisão no Pré-Caju. O Pré-Caju é uma festa público-privada, não é uma festa meramente do povo, dos sergipanos, ou não teria as cordas separando o pobre do rico, ou não teria apenas uma marca de bebida entre tantas outras coisas”, afirmou o deputado.
Para Samuel Barreto o fato do Pré-Caju ser uma festa particular é motivo de contratar segurança para o evento, diferente da festa pública que é o carnaval no calendário brasileiro onde o pobre e o rico são tratados da mesma forma. O Capitão Samuel relembrou o fato desagradável que ocorreu entre a Polícia Militar e a cantora Rita Lee e lamentou a postura da cantora mais uma vez. “Hoje estão sendo movidas mais de 89 ações de policiais militares contra a cantora Rita Lee, cada policial que estava trabalhando lá está movendo uma ação contra a cantora, fomos aplaudidos pela sociedade e pelo governo do Estado pela postura tomada diante da atitude da artista. Esse problema de cachê não é comigo, quem deve responder é ela e quem pagou. Agora que ela vai ter que responder para cada policial que teve a sua honra atingida lá naquele evento, vai. Ela tem que ser velhinha, tem que ser roqueira, mas respeitar, ela tem que respeitar as pessoas, não é por que é roqueiro que tem que desrespeitar as pessoas, principalmente uma instituição de 177 anos”, desabafou o deputado.
O deputado disse ainda que por conta da escala extra efetuada no carnaval é que a categoria perdeu um companheiro, o cabo Aécio que se não estivesse trabalhando em escala extra o militar estaria em casa com a família. “Se a decisão de não trabalhar no carnaval tivesse sido mantida o cabo Aécio não teria sido morto num ponto de ônibus a caminho do trabalho, estaria de folga curtindo o carnaval com a sua família”, lamentou Samuel Barreto.
Decisão Judicial – Caso AMESE
Outro ponto abordado pelo deputado Samuel Barreto, foi à decisão judicial enviada hoje pela manhã para a residência de dois cidadãos e para a Associação dos Militares de Sergipe – AMESE, a pedido do Ministério Público Estadual. Segundo o deputado essa ação foi impetrada através da abertura de um inquérito pelo Comando Geral da PM de Sergipe e que só faz reafirmar o desejo de perseguição do comando aos militares líderes de categoria, principalmente aos sargentos Jorge Vieira da Cruz e Edgard Menezes.

Samuel Barreto disse que num momento de negociação onde o Governo se propôs a enviar no mês de março a lei orgânica da PM para a Assembléia Legislativa não é momento de incitar a categoria. “Já dizia um filósofo: em tempo de paz se prepare para a guerra, realmente temos que nos preparar, por que durante o período de paz o comando da corporação em vez de legalizar as viaturas que já vão 45 dias e ainda tem 10% das viaturas da SSP rodando sem pagar o devido licenciamento e exigindo do cidadão o licenciamento. É o sujo falando do mal lavado. Hoje em vez de estar perseguindo militares, deveriam regularizar a alimentação dos militares, através do ticket alimentação. Três meses sem pagar a empresa que fornece a alimentação, a empresa cortou a alimentação e os policiais militares do interior estão pedindo alimentação aos prefeitos ou então levando de casa a bóia fria, este é o tratamento com o policial militar”, declara o capitão.
O parlamentar lamenta a perseguição aos militares e afirma ser uma obsessão.“Vinte inquéritos, mandado de busca e apreensão, eu lamento profundamente esse tipo de atitude, a instituição tem que nos respeitar, a postura interna tem que mudar”, avisa o deputado que ficou indignado com a postura e a forma de abordagem na casa do Capitão Ildomário onde familiares do militar passaram mal e também a abordagem ao sargento Jorge Vieira, presidente da AMESE que teve os computadores e celulares da associação apreendidos, além de ter seu veículo revistado sem a devida autorização.
O deputado Samuel finalizou seu pronunciamento comunicando a imprensa e aos colegas parlamentares da necessidade de se convocar até a Casa do Legislativo a cúpula da SSP – Secretaria de Segurança pública do Estado de Sergipe para que se discuta os projetos existentes para a sociedade em relação à segurança. “Não dá para jogar debaixo do tapete os problemas, enquanto existem homens perdendo a vida,mulheres perdendo a vida e pessoas com problemas de drogas”, concluiu Samuel Barreto.
Chris Brota
Fonte: Faxaju

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Emmanuel sai em defesa da PM

O presidente da Câmara Municipal de Aracaju (CMA), Emmanuel Nascimento (PT), deu entrada numa moção de apoio e solidariedade ao Coronel José Aelson Rezende, comandante da Polícia Militar do Estado de Sergipe. A moção se deve ao fato da cantora Rita Lee ter se dirigido com palavras de baixo calão contra policiais sergipanos, na madrugada do último domingo (28), durante seu show no Projeto Verão, que acontece na Atalaia Nova.

"Considerando que Rita Lee agrediu verbalmente policiais militares que estavam de serviço, desacatando-os e ofendendo-os verbalmente com palavras de baixo calão, foi que dei entrada nesta moção de apoio e solidariedade", justificou Emmanuel, complementando que a moção é estendida a todos os policiais da corporação. A moção deve ser lida em Plenário para os demais vereadores no dia 15 de fevereiro, no retorno do recesso, e deve receber parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça.

Fonte: Correio de Sergipe

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Samuel insufla os policiais ao trabalho

Na manhã de quarta-feira (01), em entrevista ao jornalista André Barros durante o Sergipe Notícias, apresentado na TV-Atalaia, o deputado estadual Capitão Samuel Barreto (PSL) falou sobre os problemas enfrentados pelos policiais.

Sobre a relação à ausência dos policiais no Pré-Caju, o parlamentar disse que não deu incentivo à ação. “Na verdade, há uma falta de policiais civis e militares em Sergipe. Há vários anos tentamos evitar problemas, mas os presidentes das entidades não aguentam mais promessa. As autoridades vivem protelando a solução das questões. Jamais incentivei a categoria a prejudicar a sociedade. Pelo contrário, eu insuflo para trabalhar mais, como fiz no Pré-Caju, no show de Rita Lee, no Projeto Verão”, afirma.

De acordo com o deputado, o efetivo da polícia responsável pela segurança é insuficiente e, por conta disso, muitos precisam fazer hora extra. Diante das promessas não cumpridas, a categoria acabou se revoltando e decidiu que não trabalharia mais fora da escala. Outro problema levantado por Samuel é a irregularidade das viaturas. “70% delas apresentam problema. Não sei o que está faltando para providenciar a licenciatura. Com a palavra, os gestores”.

Questionado sobre o posicionamento do governador Marcelo Déda (PT) em relação ao “boicote” dos policiais no Pré-Caju, Samuel diz que “o governador pode ficar da forma que bem entender. Acho que um diálogo resolve tudo. Sem comunicação não haverá solução para os problemas. Algumas atitudes tomadas não são suficientes para resolver tudo que a categoria tem passado”.

Segundo o parlamentar, os policiais sequer podem marcar uma viagem com a família, pois os mesmos não têm férias. “A nossa classe precisa de mais respeito. Todos elogiaram o profissionalismo dos policiais no episódio que envolveu a cantora Rita Lee. Na hora de os gestores votarem nos direitos da polícia, ninguém colabora”, diz. Falando em questões salariais, o deputado acha que os assessores do governador precisam andar mais pelo país. “O Brasil inteiro está caminhando para a valorização da segurança pública. Assessores do governo se equivocam ao passar as informações de um salário de R$ 3.200,00 para o soldado. Na verdade, o salário é cerca de R$ 2.500,00”, afirma.

Sobre novos nomes para a segurança pública do estado, Samuel confirma alguns comentários: “de fato, já estão surgindo comentários a respeito da ida do coronel Iunes para o comando da Polícia Militar e Everton para o comando da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Se o governador quer que a bandidagem tenha medo do comandante, Iunes é um bom nome. Se quiser uma polícia que converse e dialogue, pode escolher outro. A forma como se quer conduzir define o nome. Sergipe é um estado pequeno e tem total condição de ter uma segurança exemplo para o país”, finaliza.

Fonte: Faxaju

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Rita Lee e o patrão que pagou seu cachê

Nada é tão ruim que não possa ficar pior! Pense nisso e relaxe,pois os grandes navegadores devem sua reputação as maiores tempestades!

Sou policial da nossa valorosa polícia militar de Sergipe, estava de folga em casa no dia e fiquei estarrecido com o acontecido. A Atalaia Nova não é paraíso das drogas, nem Amsterdã, muito menos Sodoma, queria ter ido ao que seria um brilhante show de Rita Lee, mas toda admiração que eu tinha por ela ficou só nas letras de suas músicas, ela deveria pedir desculpas como fez na canção desculpe o auê, mas, indignado, escrevi o texto que segue abaixo.

Quem defende o uso de um baseadinho, recebeu a educação de pais maconheiros e deve incentivar o uso de maconha e outros tipos de entorpecentes a seus filhos. Não me admira pseudo-intelectuais, maconheiros e cheiradores de pó, defenderem essa véia maconheira safada (ela nos chamou de FDP e cachorro, safada é até suave pra ela), até o suposto poeta Araripe Coutinho (alguém conhece algum poema dele?), que faz de tudo pra aparecer e nada tem de acrescentar a cultura sergipana, defende a cantora e malha a PM, enfim todo tipo de gente maluca defende o que ela fez, até Zeca Camargo no portal G1 disse que ela pode tudo, só porque enfrentou a ditadura... Então todos que lutaram contra a ditadura podem tudo? Eu vivi em épocas de ditadura e digo que a ditadura é agora, a ditadura da corrupção, dos programas televisivos apelativos, do assistencialismo, dos intelectuais drogados, das novelas que incentivam a promiscuidade, da hipocrisia e da libertinagem, isso sim é ditadura: impor valores morais goela abaixo só porque não somos filhinhos de papai, drogados ou gays frustrados. A PM de Sergipe deveria é subir no palco, meter algemas e dar voz de prisão nela e em quem se metesse, e dizer ao microfone que em Sergipe tem gente de bem, que não compactua com artistas drogados e nem com um senso comum de mentira que querem nos impor...quem quer ter um filho maconheiro? (Você quer?) As pessoas não aceitam isso, suportam... parabéns ao nosso ilustre patrão governador Déda que acertou em cheio dessa vez ao defender a polícia; foi pouco, mas ajudou muito; ele deve urgente rever seus assessores para futuros shows, até porque depois que já tinha recebido seu fabuloso cachê,Lee mandara o patrão tomar café... Esperemos então Planet Hemp... foi um vexame geral, acredito que nem Mano Brown ou Marcelo D2 faria isso. O nosso povo merece respeito, só não entendo porque ela não foi na viatura detida, já que foi flagrante, e sim em seu carrão tuitando geral e tirando onda.. Afinal, como ela disse, o show foi dela...

PS: Quem acha que existe uma Rua da Cultura, leve seus filhos e pais para verem o que acontece lá e deixe-os passearem a vontade, soltos adquirindo a bonnis fummi cultural.

Atenciosamente, um PM indignado.

Rádio Comércio exclui da sua programação a cantora Rita Lee

O episódio envolvendo a cantora Rita Lee e a Polícia Militar sergipana, em que a roqueira tentou desmoralizar a polícia e colocar o público contra a mesma, motivou a Rádio Comércio (radiocomercio.com.br) a proibir a veiculação de qualquer música desta cantora na programação musical da emissora, em respeito ao povo sergipano. A emissora de canal fechado é a 1ª e única em Sergipe a adotar esta medida como forma de solidariedade, respeito e carinho a Polícia Militar e o povo sergipano, desrespeitados pela cantora.

Solidariedade e respeito

O jornalista Paulo Sousa, diretor executivo da emissora aproveitou a ocasião para conclamar as demais emissoras, abertas e fechadas, a adotarem a mesma postura da Rádio Comércio. "Não dá pra aceitar a promoção musical em nossa emissora de uma cantora que veio pra Sergipe nos desmoralizar. O que ela fez contra a nossa brilhosa Polícia Militar é algo inadmissível, inaceitável e que deve receber o repúdio de toda a população, inclusive das emissoras de rádio de Sergipe. Eu sugiro que ao invés de tocar Rita Lee na programação que as emissoras promovam mais o artista sergipano que é tão bom quanto qualquer cantor de fora, e em alguns casos, bem superior, musicalmente falando", protestou.

Banda É o Tchan

A emissora web também proibiu a veiculação em sua programação da banda baiana É o Tchan. De acordo com Paulo Sousa, a medida surgiu a partir do momento em que um dos vocalistas da banda, o Compadre Washington, classificou Aracaju de quintal da Bahia, durante sua apresentação no Pré-Caju. "As autoridades sergipanas precisam impor respeito ao nosso estado. Essas pessoas que vem pra Sergipe querer nos humilhar precisam ser banidas das festas culturais promovidas pelo Governo do Estado e pelas prefeituras. Agindo assim, tenho certeza que "cantores" de fora vão repensar seu comportamento e reconhecer os nossos valores culturais, éticos e políticos", concluiu.

Fonte: Blog do Cláudio Nunes (Infonet)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Déda responde a Moreno e diz: "Polícia foi ofendida de forma injusta e grosseira".

O governador Marcelo Déda (PT) enviou carta ao jornalista Jorge Bastos Moreno, colunista de O Globo, no domingo (29) que em seu twitter (@RadiodoMoreno) fez críticas à prisão de Rita Lee, ocorrida na madrugada do mesmo dia, e lhe enviou poema de Drummond Anfrade, sobre episódio com a cantora Nara Leão, no período ditatorial (link do poema http://glo.bo/xOYPGk) comparando-o com o caso Rita Lee em Sergipe.

Na carta, Déda explica a Moreno que “Rita Lee implicou com a presença da Polícia no evento. Reclamou da presença dos capacetes. Disse que tinha paranóia de polícia e que se sentia incomodada com a sua presença. Exigiu que os policiais saíssem da praça, aconselhando-os a fumar um baseado e prender políticos corruptos. Era só o começo...”

Na carta a Jorge Bastos Moreno, ao concluir suas reflexões, Déda diz: “Criticar a polícia pode ser mais fácil . Condenar aprioristicamente qualquer ação policial pode até dar ibope para alguns, mas eu não farei isso. Ninguém me contou, eu estava lá. Portanto, é meu dever solidarizar-me com os homens e as mulheres da Polícia Militar de Sergipe ofendidos de forma injusta e grosseira e elogiá-los pela forma como reagiram às provocações, evitando o conflito e preservando a integridade de todos”.

Marcelo Déda é amigo de Moreno e frequenta sua casa quando convidado a jantar, disse-lhe que tinha “51 anos de idade e o som da Rita Lee sempre esteve na minha playlist” (lista de músicas preferidas)

Carta na Integra:

Aracaju(SE), 29 de janeiro de 2012.

Meu caro Moreno,

Não posso responder ao Drummond - faltam-me engenho e arte. Mas posso, ao menos, contar o que aconteceu no sábado passado. É o testemunho de quem esteve lá e servirá para mostrar a abissal distância entre o episódio da Nara, que o Poeta Maior cantou e denunciou, e aquilo que aconteceu sábado no show da Rita Lee:

No último sábado, 28, fiz um programa igual ao de outros 20 mil sergipanos e turistas que curtiam o Verão Sergipe na praia de Atalaia Nova, no município de Barra dos Coqueiros, uma ilha paradisíaca entre o Atlântico e o Rio Sergipe - fui ver o show da Rita Lee.

Era a segunda vez que ela se apresentava no evento, um Festival gratuito, realizado nas praias próximas a Aracaju e organizado pelo governo do Estado, com o apoio de patrocinadores privados. Dessa vez seria especial, a rainha do rock pretendia encerrar neste espetáculo a sua presença nos palcos. Tenho 51 anos de idade e o som da Rita Lee sempre esteve na minha playlist. No local do evento me encontrei com minhas duas filhas, Marcella e Yasmin que também foram prá festa.

A minha expectativa era a melhor possível, o ambiente ajudava. A arena aberta, sem cercas ou qualquer restrição de entrada, na Praça de Eventos Jugurta Barreto, inaugurada na sexta, acolhia uma multidão bonita e alegre. Na noite anterior a banda de rock The Baggios abrira a noite e fora seguida pelos Paralamas do Sucesso e por Margareth Menezes. Um lindo espetáculo, pacífico, e sem qualquer incidente digno de nota, como é a característica do evento.

Mal sabia que iria testemunhar uma imensa confusão. Ainda no início do show, Rita Lee implicou com a presença da Polícia no evento. Reclamou da presença dos capacetes. Disse que tinha paranóia de polícia e que se sentia incomodada com a sua presença. Exigiu que os policiais saíssem da praça, aconselhando-os a fumar um baseado e prender políticos corruptos. Era só o começo...

Alguns minutos depois, aparentemente sem nenhuma razão, sem que se pudesse perceber qualquer conflito ou briga no público, a artista começou a agredir verbalmente os policiais que faziam a segurança do evento com palavrões, ao mesmo tempo em que pedia ao público um baseado e desafiava a polícia a prendê-la. Cachorros, cavalos, cafajestes, f.d.p., foram algumas das expressões dirigidas aos policiais. O público, excitado e incentivado pela artista, respondia aos seus apelos de vaia e repetiam em coro as ofensas.

Foram momentos de grande tensão. Imagens produzidas por várias fontes foram postadas no You Tube e estão acessíveis a todos que queiram examiná-las.

Sou pai e pensei nos pais que esperavam em casa a volta daqueles meninos que ali estavam. Se um policial prendesse um dos fãs da cantora, como reagiria a multidão? Se um dos expectadores agredisse um policial, como reagiria a polícia? Se os policiais aceitassem a provocação e tentassem subir ao palco, o que poderia acontecer naquele evento? Confesso que temi uma tragédia. Um conflito entre policiais e um público de 20 mil pessoas jamais acabaria bem. A integridade física dos cidadãos e dos policiais estavam em risco. Talvez o show terminasse com um ou mais corpos estendidos no chão... Orientei o comando a retirar os policiais do meio da multidão. A polícia atendeu a ordem e se comportou exemplarmente: ferida nos seus brios, agredida e vaiada, não revidou, não perdeu o controle, não agiu por impulso. Retirou-se de forma pacífica e organizada.

O show foi apresentado integralmente, com o tradicional bis, sem que qualquer intervenção externa fosse produzida. Finda a apresentação as autoridades policiais presentes adotaram as medidas previstas na lei, registraram a ocorrência e ouviram a cantora, sem qualquer agressão ou ameaça à sua integridade, nem a da sua equipe.

Hoje as redes sociais amanheceram em reboliço. Opiniões de todo o tipo. Manifestações críticas e de apoio com a passionalidade tradicional nessas mídias. Quem lá estava apresentava suas versões, quem sequer chegara perto também fazia questão de baixar decreto e assinar sentença condenando a parte que julgasse culpada.

O episódio foi encerrado, eu e a minha equipe lamentamos profundamente o acontecimento. Uma noite que tinha tudo para ser uma homenagem do público a uma das mais importantes artistas brasileiras transformou-se numa ocorrência policial. No entanto, como governador e cidadão não posso aceitar que o carinho natural que dedicamos aos artistas que admiramos, encubra a realidade e nos afaste de algumas reflexões necessárias:

1) Não é correto pedir para retirar a polícia de um evento em praça pública, aberto, gratuito, com um público estimado em quase 20 mil pessoas. É dever inafastável do poder público policiar a área e proteger o público e os próprios artistas.

2) A ação da polícia sergipana não foi abusiva. Não há um registro de excesso até agora. Se os policiais agissem de forma ilegal e violenta eu seria o primeiro a adotar as medidas para a punição de quem assim agisse. Eu estava no evento e não vi nenhum ato da polícia que justificasse a reação da cantora.

3) O artista tem o direito de expressar livremente a sua arte e as suas convicções sobre qualquer tema político, social, comportamental , etc., sem sofrer qualquer restrição ou ameaça. O artista tem o dever, inerente ao seu papel social, de denunciar a violência e o abuso quando os testemunha. Mas não pode se valer do seu prestígio e do carinho dos seus fãs para, sem qualquer justificativa, criar um clima de tensão e incitar o público contra a polícia, ofendendo e desacatando quem está ali com o dever legal de garantir a segurança pública, justificando-se com a afirmação de que aquilo é rock´n roll.

4) Cumprir a lei pode ser chato e careta para alguns, mas ninguém está acima dela: nem o governador, nem o policial, nem o artista. Todos temos o dever de observá-la e o direito de buscar mudar aquelas que julgamos injustas.

5) Ninguém foi preso. O show foi concluído sem qualquer interferência. Prestar depoimento, com opção de poder fazê-lo 7 horas depois da ocorrência, não é prisão nem constrangimento ilegal. A artista foi conduzida à delegacia ao sair do evento porque preferiu assim e registrou no seu perfil no twitter. Foi ouvida com tranquilidade, sem mais incidentes e os seus argumentos registrados na forma legal.

6) Criticar a polícia pode ser mais fácil . Condenar aprioristicamente qualquer ação policial pode até dar ibope para alguns, mas eu não farei isso. Ninguém me contou, eu estava lá. Portanto, é meu dever solidarizar-me com os homens e as mulheres da Polícia Militar de Sergipe ofendidos de forma injusta e grosseira e elogiá-los pela forma como reagiram às provocações, evitando o conflito e preservando a integridade de todos.

Não sei se foi Chico Buarque quem disse certa vez que nem toda loucura é sinônimo de genialidade e nem toda lucidez é sinal de velhice. Ouso dizer que viver o equilíbrio entre ambas - loucura e lucidez - produz grandes obras e eterniza grandes artistas. Continuarei a aplaudir e respeitar todos os que na vida e na arte constroem essa maravilhosa síntese.

Receba o forte abraço do seu amigo,

Marcelo Déda.


Fonte: Faxaju

Governo emite nota sobre o caso Rita Lee

Sobre o episódio envolvendo a cantora Rita Lee, sábado (28), na praia de Atalaia Nova, município de Barra dos Coqueiros, e o pedido da artista para que os policiais militares se retirassem do local, o Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), esclarece que:

1 - Um evento da dimensão do Verão Sergipe, em que ela se apresentou, gratuito e que atrai dezenas de milhares de pessoas, depende diretamente da Polícia Militar para que a segurança de quem participa da festa seja garantida. O comando da PM cumpriu seu papel com louvor, tanto é que o número de ocorrências nos dois primeiros dias do evento foi considerado muito baixo, e a instituição tem o reconhecimento do Governo pelos bons serviços prestados.

2 - Não foi registrada nenhuma ação dos policiais militares presentes na festa que justificasse os insultos proferidos pela cantora Rita Lee durante sua apresentação. Os profissionais da segurança pública cumpriram com seu papel, inclusive na escolta da artista em seu trajeto do hotel em que estava hospedada até o local do show, atendendo a uma solicitação da produção de Rita Lee.

3 - A Polícia Militar agiu com sensatez ao não interromper a apresentação de Rita Lee no momento em que foi insultada e desafiada pela artista, afinal, outra reação poderia provocar manifestações violentas na plateia, atrapalhando o clima de paz e tranquilidade registrado até então no evento.

4 - O Governo de Sergipe lamenta que em seu último show da carreira, como ela mesma anunciou, a cantora Rita Lee tenha provocado um mal-estar com uma instituição como a Polícia Militar de Sergipe, que ali estava presente para zelar pela segurança do público, dos profissionais envolvidos no evento e da própria Rita Lee.

SEM EMBASAMENTO LEGAL

O que tinha tudo para ser uma alegre despedida pode ter se tornado uma baita dor de cabeça para Rita Lee. Na madrugada deste domingo, 29, a cantora disse no Twitter que estava sendo levada para a delegacia de Aracaju, em Sergipe, após realizar aquele que seria o últim show de sua carreira. Tô indo p/ a delegacia...a polícia d Aju ñ gosta d mim mas Sergipe gosta, estou dentro do carro, eles estaaoentravv, escreveu Rita.

Minutos antes, ela havia dito que não retiraria qualquer palavra dita durante a apresentação, levantando suspeitas do motivo de sua prisão. Polícia dando trabalho p/ mim, quer me prender, embasamento legal ñ há, ñ retiro uma palavra do q disse, o show era meu! Alô twittlawyers, polícia abusiva e abusada, nāo sou obrigada a fazer o q me pedem: ir à delegacia agora, ou amanhā às 9. Último show e ela vai presa? Nāo poderia ser mais la cantante, afff, disse.

Fonte: Faxaju

domingo, 29 de janeiro de 2012

Vídeo do vexame de Rita Lee no Verão Sergipe

Além de detalhar o momento de surto da rainha do rock, o vídeo mostra também o momento em que o governador se retira do camarim em que assistia ao show.


conheça o fato:

O ultimo show da carreira da Rainha do Rock Rita Lee não foi exatamente com ela planejou, ou talvez tenha sido. A cantoraRita Lee foi presa na madrugada deste domingo (29) após realizar o último show da carreira na praia de Atalaia Nova, município de Barra dos Coqueiros, litoral norte de Sergipe. Ela não gostou da presença de policiais militares no evento Verão Sergipe e passou a desafiar e ofender os policiais.

Rita Lee mandou os PMs fumarem um “baseado” e se retirarem do show. A situação piorou quando a artista partiu para agressões verbais, chamando-os de“filhos da puta”, “cachorros” e outros palavrões. Ao final do show, a cantora foi presa e encaminhada à delegacia para prestar esclarecimentos. Ela postou no twitter as seguintes frases: ”Último show e ela vai presa? Nāo poderia ser mais la cantante, afff”.

A cantora foi levada para a Delegacia Plantonista em Aracaju e, após depoimento, acabou liberada. Ela foi enquadrada pelo ato de desacato a autoridade. Em seguida foi para o hotel.

O boletim de ocorrência foi tipificado como “desacato e apologia ao crime ou ao criminoso (art. 287 do Código Penal)”. “A sensatez falou mais alto no momento, por isso a polícia não parou o show”, disse o tenente-coronel Adolfo Menezes, responsável pelo policiamento do show.

A ex-senadora e hoje vereadora de Alagoas Heloisa Helena (PSOL), que assistiu ao show, já estava na delegacia antes mesmo de Rita chegar. Foi solidária à cantora e assinou o B.O. como testemunha a seu favor. No mesmo boletim, Rita disse que “todo o ocorrido se deu como uma reação emocional, provocada pela ação truculenta desnecessária”.

O governador Marcelo Déda (PT), que também assistiu à apresentação, disse ter testemunhado “um espetáculo deprimente” por parte de Rita. “A polícia não tinha feito nenhum tipo de ação que justificasse [a atitude da cantora]“, declarou.

Para o governador, a cantora tentou colocar o público, estimado em 20 mil pessoas pela organização, contra os policiais, o que poderia levar a uma“confusão generalizada”, segundo ele.

No Twitter, Beto Lee, filho de Rita, protestou: “A policia de Aracaju levou minha velha para a delegacia. Bando de frouxo”. A própria cantora tuitava enquanto era escoltada pelos policiais: “Tô indo p/ a delegacia…a polícia d Aju ñ gosta d mim mas Sergipe gosta, estou dentro do carro, eles estaaoentravv [sic]“.

Pelo microblog, o cantor Lobão também se manifestou: “Mas era soh o que faltava…prender a Ritinha eh de última!”.

Veja matéria completa em: http://portalalarde.com/videos-de-momento-de-discurcao-de-rita-lee-com-policiais-de-sergipe/

Acusada de desacato, Rita Lee é levada para delegacia

Cantora foi liberada após prestar depoimento na DP
Cantora se apresentou em festival na Barra (Foto: Arquivo Portal Infonet)

A cantora paulista Rita Lee, de 67 anos, foi levada para prestar depoimento na Delegacia Plantonista, em Aracaju, na madrugada deste domingo, 29 de janeiro. Momentos depois de show anunciado como o último de sua carreira, ela foi detida por acusação de desacato a policiais que faziam a segurança do Verão Sergipe 2012. O festival – e a confusão – ocorreram no município de Barra dos Coqueiros.

De acordo com informações do delegado Leógenes Corrêa, responsável pelo plantão, Lee reclamou que a Polícia Militar (PM) foi truculenta durante a apresentação. Os policiais teriam se dirigido então à frente do palco – foi quando a artista teria usado termos como “cachorro” e “cavalo” para se dirigir aos PMs.

Por conta do mal-estar gerado, o comandante do policiamento da capital, o coronel Enílson Aragão, registrou um boletim de ocorrência no serviço de plantão do próprio Verão Sergipe, coordenado pelo delegado Frederico Muricy. A polícia esperou até Rita terminar o show para abordá-la. Como se recusou a receber o mandato de intimação expedido por Muricy, o caso foi levado até a Delegacia Plantonista e mobilizou não apenas a a acusada, mas também a ex-senadora e vereadora alagoana Heloísa Helena, que assistia ao show e interveio a seu favor.

Os depoimentos foram realizados por volta das 3h. Um termo de ocorrência circunstanciado foi lavrado e Rita Lee, liberada. O procedimento deve ser encaminhado ao Poder Judiciário da Barra dos Coqueiros. Segundo o delegado Corrêa, a filmagem do show será solicitada em caráter de urgência à Secretaria de Estado da Cultura.

Por Ricardo Gomes

Fonte: Infonet

Postagens populares