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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Servidores estaduais de Sergipe protestam por reposição salarial

Servidores públicos estaduais de Sergipe protestam, nesta quarta-feira (26), em frente à Empresa de Desenvolvimento Agropecuário (Emdagro), em Aracaju. O ato dá continuidade ao calendário de mobilização da Campanha Salarial deste ano, que segue até sexta-feira (28).

Seis categorias representadas pelo Sintrase, Sindifisco, Sindiconam-SE, Seese, Sinter-SE e Sintasa, com o apoio da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Sergipe (CTB-SE), se reuniram hoje para cobrar do governo a reposição da inflação, em torno de 32%.

“Até agora não houve nenhuma negociação, não há uma proposta, continua o discurso de que o Estado não tem dinheiro. Queremos a reposição da inflação que não temos há cinco anos. Lembrando que não é aumento salarial, mas reposição. São 54 meses sem qualquer tipo de reajuste”, afirma Diego Araujo, presidente Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público (Sintrase).

Os servidores também cobram o pagamento em dia e dentro do mês. Este mês os servidores inativos do Estado tiveram os salários parcelados. Segundo os sindicatos, os salários e pensões de ativos e inativos estão sendo pagos com atrasos recorrentes desde o ano passado e, no caso dos aposentados, o parcelamento tornou-se corriqueiro. 

Já o governo de Sergipe alega que a dificuldade para honrar o compromisso com os trabalhadores resulta da frustração de receitas que, este mês, alcançou R$ 40 milhões. A administração estadual informa que a regularização do pagamento dos servidores ativos e inativos só será possível diante da melhoria na arrecadação estadual, que sofre queda nos meses de julho, agosto e setembro, mas ressalta que tem feito medidas para equilibrar as contas. Uma reunião ainda deve ser agendada com as categorias.

Os sindicalistas realizam uma série de protestos nesta semana e já agendaram uma assembleia conjunta para o dia 1º dia agosto, a partir das 8h, no auditório do Sindicato dos Bancários, onde pode ser deliberada uma greve geral. Na quinta-feira (27), os servidores se reúnem na Secretaria de Estado da Fazenda, às 7h. Para fechar a semana de mobilização, na sexta (28), a partir das 6h, haverá panfletagem na porta do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse).

Fernanda Araújo

Fonte: F5 News

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Condutores do Samu em Sergipe estão em estado de greve

Os condutores de ambulância do Samu em Sergipe estão em estado de greve. Caso o governo não pague até o próximo dia 11 o salário referente ao mês de julho que, por lei, deve ser depositado até o quinto dia útil do mês subsequente - sexta-feira passada -, a partir do dia 12 os servidores vão parar as atividades. Além disso, se o pagamento do salário deste mês de agosto também atrasar, as atividades ficarão suspensas, automaticamente. É o que alerta o sindicato da categoria (Sindconam-SE) que realizou uma assembleia com a categoria na manhã desta segunda-feira (8).

“Não temos como pagar conta, comprar a alimentação e nem como ir para o plantão porque a gente recebe dinheiro em valor para se deslocar para as bases que são descentralizadas. A pessoa mora aqui, mas trabalha em Glória, Itabaiana, Estância e sem dinheiro não tem como comprar passagem, ninguém leva a gente e nem compra nada de graça”, afirmou o presidente do sindicato, Robério Batista. A maioria dos servidores do Samu são da Fundação Hospitalar de Saúde ou da Secretaria de Estado da Saúde, todos celetistas. “Vamos pedir dinheiro emprestado para trabalhar?”, questiona o condutor.

Viaturas e condições de trabalho

Atualmente, das 59 ambulâncias que existem, 21 estão quebradas, segundo o Sindconam. Além disso, de acordo com a categoria, há bases sem funcionar por falta de equipe, principalmente, as Unidades de Suporte Avançado, 16 cadastradas no Ministério da Saúde, sendo de 8 a 10 há dias sem rodar. “Há muito tempo já vem uma média de 25 a 30 viaturas sem funcionar, levando desassistência à população”, afirma Robério.

“Isso acontece ou porque a manutenção está deficiente ou não tem a manutenção. E aí o prejuízo é para a população, que não tem atendimento e o risco para a equipe, como há dois meses um colega estava trabalhando e a roda da ambulância soltou. Além disso, em algumas bases há problemas de infiltrações e sem manutenção predial regular”, disse.

A informação da Secretaria de Comunicação do governo é que os salários devem ser pagos no próximo dia 11. F5 News procurou a Secretaria de Estado da Saúde, que ficou de enviar nota sobre a situação das viaturas e das bases. Até a publicação da matéria não houve retorno. 

Fonte: Portal F5 News

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Sindicatos farão assembleias para aprovar paralisações

Indicativo de paralisação geral para os próximos dias 15 e 16

Os dirigentes de 14 entidades do Movimento Intersindical do Serviço Público de Sergipe aprovaram nesta terça-feira, 7, calendário de assembleias setoriais para defender indicativo de paralisação geral para os próximos dias 15 e 16. As assembleias específicas deverão ser realizadas entre os dias 9 e 14 deste mês. Na próxima sexta-feira, dia 10, está previsto um Café da Manhã com a Imprensa e o Movimento Intersindical, às 07h, na sede do Sindifisco.

Conquistando às adesões, os sindicalistas programam realizar no dia 15, às 08h, um ato público coletivo na porta do Palácio dos Despachos. No dia seguinte, 16, às 08h, ao mesmo tempo, eles deverão organizar atos específicos nas portas da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), Secretaria de Segurança Pública (SSP/SE), Empresa de Desenvolvimento Agrícola (Emdagro) e Hospital de Urgência de Sergipe (Huse). 

O indicativo de paralisação foi deliberado no último dia 6, durante a quarta reunião do coletivo sindical. As lideranças querem o “fim da manipulação na contabilidade pública, efetivação dos acordos com as categorias (PCCV e subsídios) e reposição inflacionária para o conjunto dos servidores estaduais que está em torno de 20%, frente à inflação”.

Reabertura de negociação

No último dia 2, representantes de 12 sindicatos protocolaram ofício ao governador Jackson Barreto (PMDB) pleiteando a reabertura de mesa unificada de negociações. “Os sindicatos estão questionando a metodologia utilizada pelo governo na realização de cálculos que apontam o índice de comprometimento da folha de pessoal com relação à Receita Corrente Líquida. Os sindicatos não estão convencidos dos números apresentados que apontam Sergipe no limite prudencial, imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirma o presidente do Sindicato do Sindifisco, Paulo Pedroza.

Participam do Movimento Intersindical as seguintes entidades: Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB/SE); Sindicato do Fisco de Sergipe (Sindifisco); Sindicato dos Servidores da Área de Saúde (Sintasa); Sindicato dos Penitenciários (Sindipen); Sindicato dos Condutores de Ambulâncias de Sergipe (Sindconam); Sindicato dos Policiais Civis de Sergipe (Sinpol); Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público (Sintrase); Sindicato dos Enfermeiros (Seese); Sindicato dos Psicólogos (Sinpsi); Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed-SE); Associação dos Delegados da Polícia de Sergipe (Adepol) e Sindicato dos Radialistas do de Sergipe (STERT/SE), Sindicato dos Engenheiros de Sergipe (SENGE/SE) e o Sindicato dos Trabalhadores de Assistência Técnica e Extensão Rural (Sinter/SE).

Fonte: Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 24 de março de 2014

Servidores do Samu em greve a partir de quinta, 27

Os funcionários cruzarão os braços na Base do Samu no Huse

Decisão foi tomada em Assembleia Geral

Os servidores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) decretaram greve por tempo indeterminado a partir da próxima quinta-feira, dia 27. A decisão foi tomada em assembleia geral realizada nesta segunda-feira, 24, na sede do Sintasa. Além dos condutores do SAMU, telefonistas, rádio operadores, técnicos e auxiliares de enfermagem vão paralisar as atividades.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância do Estado de Sergipe (Sindiconam), Adilson Melo, a decisão foi por unanimidade. “Não houve nenhuma objeção. Na quinta-feira todos os trabalhadores ficarão de braços cruzados na base do Samu situado ao lado do Hospital de Urgência”, diz.

Categoria luta por reajuste salarial de 2012 a 2014, além de melhorias nas condições de trabalho.

Greve

Em julho de 2013, aderindo à greve geral, os servidores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu - 192 Sergipe), paralisaram as atividades por conta de melhorias nas condições de trabalho e reajuste da inflação.

Aisla Vasconcelos  

Fonte: Portal Infonet

sábado, 22 de março de 2014

Condutores do Samu discutirão indicativo de greve

A assembleia será dia 24, às 9h no Sintasa

Greve pode ser deflagrada na próxima semana

Os condutores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) vão realizar uma assembleia na próxima segunda-feira, 24, a partir das 9h na sede do Sintasa, com indicativo de greve por tempo indeterminado.

A reivindicação da categoria é pelo reajuste salarial, cumprimento do acordo coletivo, além de melhoria das condições de trabalho.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Condutores do Samu, Adilson Melo, há uma grande possibilidade da categoria entrar em greve. “Essa assembleia será unificada com todos os funcionários do Samu, os enfermeiros e o Sintasa. Cerca de 90% dos servidores do Samu querem a greve, mas só poderemos confirmar após a adesão de toda a categoria”, afirma.

Em julho de 2013, aderindo à greve geral, os servidores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu - 192 Sergipe), paralisaram as atividades por conta de melhorias nas condições de trabalho e reajuste da inflação.

Aisla Vasconcelos 
 
Fonte: Portal Infonet

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Servidores do Samu realizam manifestação por segurança

Ato acontece a partir das 7h, na base Siqueira Campos
 
Adilson Melo mostra ambulâncias de Riachuelo na base Nossa Senhora do Socorro (Foto: Portal Infonet)
Os funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) realizarão na manhã da próxima quarta-feira, 9, uma manifestação sobre a situação da base de Riachuelo, fechada desde o assalto no último dia 4. De acordo com o presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância do Estado de Sergipe (Sindiconam), Adilson Ferreira Melo, os servidores irão descumprir a determinação para voltar a seus postos de trabalho enquanto o problema com relação à segurança não for resolvido.
Refutando a versão fornecida pela Fundação Hospitalar da Saúde (FHS) ao Portal Infonet no último dia 7, Adilson afirma que a equipe e as ambulâncias de Riachuelo estão atuando na base de Nossa Senhora do Socorro, e a unidade de Riachuelo permanece trancada. “A central de regulação mandou que todos estivessem em Riachuelo para o plantão amanhã [9], mas os servidores não vão voltar para lá enquanto não tivermos certeza que haverá um segurança para prestar assistência. Amanhã vamos tentar o diálogo com o superintendente [Clóvis França]”, diz. A manifestação dos servidores acontecerá na base Siqueira Campos, a partir das 7h.
Servidores não voltarão às bases enquanto problema de segurança não for resolvido
Ainda segundo Adilson, a população de Riachuelo e arredores está sofrendo com o atraso do atendimento. “A base de Riachuelo presta assistência também aos municípios de Divina Pastora, Santa Rosa de Lima e Malhador. Caso haja algum chamado naquela localidade, as ambulâncias terão que se deslocar de Socorro, o que significa um atraso de pelo menos meia hora no atendimento. Isso pode ser decisivo para a vida de alguma vítima”, alerta o presidente.
O presidente afirma que o problema de segurança é generalizado no Estado. “Entre as 50 bases de Sergipe, cerca de 20 tem segurança locado na unidade. Propriá, Porto da Folha, Poço Verde, Itaporanga D’Ajuda, Barra dos Coqueiros, Pirambu e Rosário do Catete são apenas algumas das bases que estão sem segurança. Isso sem contar Laranjeiras e Itabaianinhas, que estão fechadas por causa da falta de segurança”, afirma.
As ocorrências nas bases do Samu são registradas em sua maioria durante o período de saída das bases, segundo o presidente. “Enquanto saímos para realizar um atendimento, os invasores vem e levam nossos pertences. Por isso é tão necessário um segurança, para ao menos garantir que nossas coisas estejam seguras”, expõe.
Adilson Melo relata algumas das situações já registradas em bases do Samu do Estado. “Apenas aqui na base de Socorro já foram três invasões. No Santa Maria, também houveram três arrombamentos. Mês passado, em Poço Verde, um carro seguiu a ambulância para terminar a execução de uma vítima de tentativa de homicídio, e rendeu os servidores. Inclusive, estamos conversando com nossa advogado para mover uma ação jurídica sobre este caso, já que nessa situação não há como trabalhar”, diz.
Fonte: Portal Infonet

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

TRT/SE mantém legalidade da greve dos condutores do Samu

Audiência de conciliação foi marcada para o dia 11 de setembro
(Foto: Arquivo Infonet)
A desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região (TRT/SE), Rita de Cássia Pinheiro de Oliveira concedeu liminar favorecendo os condutores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em ação ajuizada pela Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) contra o movimento grevista.
A ação pedindo a ilegalidade da greve foi negada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região, que considera a greve dentro dos parâmetros legais.
Em sua decisão, a desembargadora manteve os 50% do efetivo essencial para a população e ainda designou uma audiência de conciliação de dissídio coletivo de greve a ser realizada no dia 11 de setembro, às 14h no TRT/SE.
Segundo o presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância do Samu (Sindconam), Adilson Melo, a greve continua por tempo indeterminado. "Amanhã [06] iremos participar do grito dos excluídos e também manteremos os 50% da frota definida", garante.
FHS
A equipe do Portal Infonet entrou em contato com a assessoria de comunicação da FHS que informou que como a decisão saiu agora a noite, a secretaria ainda está apurado.
Por Aisla Vasconcelos
Fonte: Portal Infonet

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Condutores e técnicos da saúde não aderem ao PCCV

A categoria entende que o plano será a destruição da carreira
Adilson Melo do Samu mostra os documentos protocolados (Foto: Portal Infonet)
Condutores e técnicos da saúde protocolaram um documento nesta terça-feira, 4, na Secretaria de Estado da Saúde (SES) comunicando individualmente sobre a não adesão dos servidores a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância da Saúde (Sindconam), Adilson Melo, a categoria já se manifestou contrária à aprovação do plano. “Nós já dissemos no dia 24 de julho e no dia 3 de agosto que não aceitávamos o plano, mas mesmo assim o secretário já saiu dizendo que conseguiu implantar o plano. Não aceitamos e entendemos que é uma destruição de carreira, portanto, não temos outra forma de nos proteger a não ser, utilizando a não adesão individual”, afirma.
No entendimento do Sindicato, o plano irá destruir a carreira, uma vez que segundo a categoria mesmo iniciando com o salário de R$ 837,39, somente após 47 anos, o valor deve chegar a R$ 1.657,97.
Alguns técnicos e auxiliares do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também estão apoiando o movimento e protocolaram a não adesão ao plano. Eles pretendem realizar uma assembleia, ainda com data a ser definida, com o objetivo de paralisar as atividades caso o governo não negocie com a categoria.
FHS
A Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) por meio da assessoria informa que: “Neste momento acontece à reunião da mesa de negociação com todos os representantes das categorias de trabalhadores na área da saúde”.
Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Sindicatos da Saúde ficam descontentes com negociação

Categorias da saúde participaram hoje de mesa de negociações
Condutores do Samu reunidos após reunião da mesa de negociação (Fotos: Portal Infonet)
Os sindicatos da área da saúde ficaram desapontados com as discussões que ocorreram durante reunião da mesa de negociação do Estado, que aconteceu na tarde desta segunda-feira, 20. Na ocasião, o secretário do Estado da Saúde, Silvio Santos, conversou com os representantes das categorias, e fez esclarecimentos a respeito do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV).
Para o diretor do Sindicato dos Médicos (Sindimed), Luiz Carlos Spina, não existe nenhuma disposição do governo para dar aumento salarial. “Jesus Cristo pode não ter agradado a todos, mas o governo conseguiu a unanimidade, e fez com que todas as categorias da saúde ficassem descontentes”, declarou Spina, acrescentando que apesar de a maioria ter aceitado o PCCV, a parametrização do salário para as 40h não foi aprovada.
A presidente do Sindicato 192 dos Trabalhadores do Samu, Samanta Bicudo, declarou que, em termos salariais, os servidores se sentem frustrados, pois não há nenhuma perspectiva de aumento para a categoria. “O governo bateu o martelo, e o PCCV, no que diz respeito às regras e a questão salarial, desagradou a todos”, relatou.
Luiz Spina garante que governo desagradou a todos
Já para Adilson Melo, presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância da Saúde (Sindconam), a categoria não aceita o PCCV, pois acredita que este irá destruir a carreira. “Esse Plano é um absurdo. De acordo com ele a ideia é que nosso salário inicie com R$ 837,39 e que, só daqui a 47 anos ele chegue a R$ 1.657,97”, alegou Adilson, que também afirmou que a greve dos condutores irá tomar um novo rumo.
SES
Por meio de nota enviada ao Portal Infonet, a assessoria de comunicação da Secretaria do estado da Saúde (SES) informou que a mesa de negociação é permanente, e que a reunião de hoje foi para prestar esclarecimentos. “Nesta segunda os sindicatos levaram questões levantadas em assembleias, e a mesa esclareceu os pontos, a exemplo dos relativos às tabelas salariais, reafirmando o compromisso de implantação do Plano de Emprego e Remuneração (PER)”, informou a SES.
Por Monique Garcez e Raquel Almeida
Fonte: Portal Infonet

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Condutores do Samu entram no segundo dia de greve

A categoria reivindica um salário equivalente a R$ 2.460
Condutores continuam a Base do Samu (Fotos: Portal Infonet)
Os condutores de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) entram no segundo dia de greve nesta terça-feira, dia 14. A categoria está em greve por tempo indeterminado e reivindica um salário equivalente a R$ 2.460.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância da Saúde (Sindconam), Adilson Melo, a categoria permanece em greve até que o governo decida negociar com os condutores. “Estamos atingindo o nosso objetivo, está ficando 50% parado e 50% trabalhando. Se o governo chamar a gente pra sentar, estamos dispostos ao diálogo. Inclusive já sinalizamos, podendo negociar um reajuste para 2013, 2014. A gente está pedindo R$ 2.460 baseado no salário de outros estados. Se o governo vai oferecer ninguém sabe, mas seria o ideal pra gente”, diz.
A categoria vai se somar a caminhada realizada pelo Comando Unificado de Greve dos Servidores Federais que vai acontecer na próxima quarta-feira, dia 15, com saída do módulo da Polícia Rodoviária Federal, na entrada da cidade de Aracaju, com destino a FUNASA.
Presidente do Sindicato dos Condutores do Samu, Adilson Melo 
Já no dia 16 de agosto, os condutores pretendem ir a Assembleia Legislativa pedir apoio aos parlamentares para intermediar uma negociação com o governo do Estado, em virtude da reivindicação da categoria.
SES
A equipe do Portal Infonet entrou em conato com a assessoria de comunicação da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Sobre a greve dos condutores do Samu o secretário estadual da Saúde, Silvio Santos, diz que: “Acho a greve dos condutores precipitada. A mesa de negociação funciona permanentemente. Estamos em um avançado processo de negociação com os Sindicatos em torno de um Plano de Carreira para os servidores que contém avanços reconhecidos por todas as categorias. A greve dos condutores do Samu é intempestiva. Além de sacrificar a população, poderá colocar em risco todo o esforço da mesa de negociação”.
Por Aisla Vasconcelos
Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Condutores do Samu continuam em greve

Cerca 31 ambulâncias estão paralisadas, sendo 16 USA e 15 USB
A categoria reivindica um salário de R$ 2.460(Foto: Portal Infonet)
Os condutores de ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência continuam em greve por tempo indeterminado. A categoria entrou em greve nesta segunda-feira, dia 13. A categoria reivindica um salário de R$ 2.460.
Na última sexta-feira, dia 10, os condutores realizaram uma panfletagem para chamar atenção da sociedade sobre os motivos da paralisação. De acordo com o presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância da Saúde (Sindconam), Adilson Melo, os trabalhadores vão continuar paralisados até que seja apresentada uma proposta que satisfaça a categoria.
“Continuamos por tempo indeterminado. Vamos aguardar para que o governo apresente alguma proposta. Por enquanto está tudo sobe controle, mas vamos ver agora à noite como vai ficar”, conta Adilson.
Cerca de 31 ambulâncias estão paralisadas, sendo 16 Unidade de Suporte Avançado e 15 de Suporte Básico.
Fonte: Portal Infonet

terça-feira, 13 de março de 2012

Motoristas de ambulâncias do SAMU de SE paralisam as atividades

Categoria reivindica Isonomia de carga horária.
Motoristas querem inclusão na mesa de negociação.

De braços cruzados e com nariz de palhaço, motoristas do Serviço Móvel de Urgência de Sergipe (SAMU) Estadual, paralisaram as atividades por tempo indeterminado, na manhã desta terça-feira, (13). Reunidos em frente à sede da instituição, cerca de 150 profissionais reivindicaram isonomia da carga horária, reajuste salarial e participação na mesa de negociação do SUS. O SAMU atua com 17 bases espalhada por todo o estado, sendo um total 350 motoristas.

Informações passadas pelo presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulâncias (Sindiconam), Adilson Ferreira, a categoria deseja a igualdade na carga horária entre os condutores. “Devido concursos diferentes alguns profissionais fazem a carga horária de 24 horas e outros de 36. Com a Isonomia todos passam a fazer mesa quantidade de horas”, explica.

Com seis anos sem receber um reajuste salarial, o motoristas reclamam que esses anos todos nunca houve, na verdade, um reajuste para os condutores. “Como pode uma categoria iniciar uma carreira e desde então nunca ter recebido, se quer, um reajuste salarial. Não podemos sobreviver com apenas um salário base de R$ 553,49”, destaca.

Ainda de acordo com o presidente os motoristas não participam da mesa de negociação do SUS. “Como é que vamos levar nossos interesses e lutar pelos nossos direitos se não há um representante direto na mesa de negociações? Então queremos que através de uma portaria a confirmação da categoria na mesa de negociação do SUS”, comenta.

Segundo presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulâncias (Sindiconam), Adilson Ferreira, apenas 17 bases estão em funcionamento e 19 quebradas. O que corresponde a 50 % do efetivo prestando os serviços.

Fonte: G1 Sergipe

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