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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Sindicalistas permanecem em vigília na Assembleia

Manifestantes querem barrar fusão de fundos previdenciários

Sindicalistas, que representam os servidores públicos do Estado de Sergipe, permanecem em vigília para conquistar os deputados para reprovar ou retirar da pauta do Poder Legislativo Estadual os projetos de lei enviados pelo governador Jackson Barreto, que tratam de questões previdenciárias. Um dos projeto prevê a fusão dos dois fundos previdenciários, um que apresenta superávit e outro deficitário. Este último mantém a folha do maior números de servidores aposentados e pensionistas amparados pelo Instituto de Previdência Social do Estado de Sergipe (Sergipeprevidência).

Nesta terça-feira, 29, o deputado estadual Luciano Bispo (PMDB) anunciou que os projetos serão colocados em pauta na sessão plenária da próxima quinta-feira, 31. Mas o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Sintrase), Diego Araújo, garante que os manifestantes não arredarão pé das galerias, mesmo sabendo que não haverá votação na próxima sessão, que acontecerá na quarta-feira, 30. “Temos medo que, aproveitando a ausência dos servidores, eles coloquem o projeto em votação”, justifica Diego Araújo.

Os sindicalistas cobram formas de capitalização. “Não há proposta de capitalização, só de retirada de recursos”, alerta Diego Araújo. “O Governo vai pagar este ano dentro do mês, mas em janeiro do próximo ano atrasa”, acredita o presidente do Sintrase. Para Diego Araújo, a alternativa será uma auditoria para identificar a origem do déficit e lamenta que os servidores público não tenham representação no Conselho Estadual de Previdência. “A lei que criou o Conselho prevê, mas o governo não nomeou representante dos servidores”, enalteceu.

O presidente do Instituto de Previdência do Estado de Sergipe (Sergipeprevidência), José Roberto Lima, informou que os estudos atuariais estão em andamento e que devem ser concluídos na próxima semana. O presidente do Sintrase considera boa a iniciativa e defende que os projetos do Governo só sejam votados depois que estes estudos forem concluídos. “Se tem estes estudos em andamento, por que eles vão votar o projeto antes? Por que eles não esperam os estudos para depois votar o projeto?”, questiona.

Por Cássia Santana

Fonte: Portal Infonet

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Servidores estaduais de Sergipe protestam por reposição salarial

Servidores públicos estaduais de Sergipe protestam, nesta quarta-feira (26), em frente à Empresa de Desenvolvimento Agropecuário (Emdagro), em Aracaju. O ato dá continuidade ao calendário de mobilização da Campanha Salarial deste ano, que segue até sexta-feira (28).

Seis categorias representadas pelo Sintrase, Sindifisco, Sindiconam-SE, Seese, Sinter-SE e Sintasa, com o apoio da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Sergipe (CTB-SE), se reuniram hoje para cobrar do governo a reposição da inflação, em torno de 32%.

“Até agora não houve nenhuma negociação, não há uma proposta, continua o discurso de que o Estado não tem dinheiro. Queremos a reposição da inflação que não temos há cinco anos. Lembrando que não é aumento salarial, mas reposição. São 54 meses sem qualquer tipo de reajuste”, afirma Diego Araujo, presidente Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público (Sintrase).

Os servidores também cobram o pagamento em dia e dentro do mês. Este mês os servidores inativos do Estado tiveram os salários parcelados. Segundo os sindicatos, os salários e pensões de ativos e inativos estão sendo pagos com atrasos recorrentes desde o ano passado e, no caso dos aposentados, o parcelamento tornou-se corriqueiro. 

Já o governo de Sergipe alega que a dificuldade para honrar o compromisso com os trabalhadores resulta da frustração de receitas que, este mês, alcançou R$ 40 milhões. A administração estadual informa que a regularização do pagamento dos servidores ativos e inativos só será possível diante da melhoria na arrecadação estadual, que sofre queda nos meses de julho, agosto e setembro, mas ressalta que tem feito medidas para equilibrar as contas. Uma reunião ainda deve ser agendada com as categorias.

Os sindicalistas realizam uma série de protestos nesta semana e já agendaram uma assembleia conjunta para o dia 1º dia agosto, a partir das 8h, no auditório do Sindicato dos Bancários, onde pode ser deliberada uma greve geral. Na quinta-feira (27), os servidores se reúnem na Secretaria de Estado da Fazenda, às 7h. Para fechar a semana de mobilização, na sexta (28), a partir das 6h, haverá panfletagem na porta do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse).

Fernanda Araújo

Fonte: F5 News

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Sindicatos farão assembleias para aprovar paralisações

Indicativo de paralisação geral para os próximos dias 15 e 16

Os dirigentes de 14 entidades do Movimento Intersindical do Serviço Público de Sergipe aprovaram nesta terça-feira, 7, calendário de assembleias setoriais para defender indicativo de paralisação geral para os próximos dias 15 e 16. As assembleias específicas deverão ser realizadas entre os dias 9 e 14 deste mês. Na próxima sexta-feira, dia 10, está previsto um Café da Manhã com a Imprensa e o Movimento Intersindical, às 07h, na sede do Sindifisco.

Conquistando às adesões, os sindicalistas programam realizar no dia 15, às 08h, um ato público coletivo na porta do Palácio dos Despachos. No dia seguinte, 16, às 08h, ao mesmo tempo, eles deverão organizar atos específicos nas portas da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), Secretaria de Segurança Pública (SSP/SE), Empresa de Desenvolvimento Agrícola (Emdagro) e Hospital de Urgência de Sergipe (Huse). 

O indicativo de paralisação foi deliberado no último dia 6, durante a quarta reunião do coletivo sindical. As lideranças querem o “fim da manipulação na contabilidade pública, efetivação dos acordos com as categorias (PCCV e subsídios) e reposição inflacionária para o conjunto dos servidores estaduais que está em torno de 20%, frente à inflação”.

Reabertura de negociação

No último dia 2, representantes de 12 sindicatos protocolaram ofício ao governador Jackson Barreto (PMDB) pleiteando a reabertura de mesa unificada de negociações. “Os sindicatos estão questionando a metodologia utilizada pelo governo na realização de cálculos que apontam o índice de comprometimento da folha de pessoal com relação à Receita Corrente Líquida. Os sindicatos não estão convencidos dos números apresentados que apontam Sergipe no limite prudencial, imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirma o presidente do Sindicato do Sindifisco, Paulo Pedroza.

Participam do Movimento Intersindical as seguintes entidades: Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB/SE); Sindicato do Fisco de Sergipe (Sindifisco); Sindicato dos Servidores da Área de Saúde (Sintasa); Sindicato dos Penitenciários (Sindipen); Sindicato dos Condutores de Ambulâncias de Sergipe (Sindconam); Sindicato dos Policiais Civis de Sergipe (Sinpol); Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público (Sintrase); Sindicato dos Enfermeiros (Seese); Sindicato dos Psicólogos (Sinpsi); Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed-SE); Associação dos Delegados da Polícia de Sergipe (Adepol) e Sindicato dos Radialistas do de Sergipe (STERT/SE), Sindicato dos Engenheiros de Sergipe (SENGE/SE) e o Sindicato dos Trabalhadores de Assistência Técnica e Extensão Rural (Sinter/SE).

Fonte: Assessoria de Imprensa

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Servidores tentam barrar votação da reforma na AL

Sindicatos participaram de reunião com secretários de Estado

Representantes de servidores se reuniram com membros do Governo do Estado na tarde desta segunda-feira, 22, para discutir os projetos que irão a votação na Assembleia Legislativa. Membros de diversos sindicatos estiveram em reunião com secretários estaduais a fim de evitar que as medidas da reforma administrativa, elaborada pelo novo governo do Estado, fossem à votação. Os representantes dos servidores saíram insatisfeitos da reunião, visto que a votação da reforma na Assembleia Legislativa irá acontecer da mesma maneira.

Representando os servidores, estiveram presentes na reunião: o Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sindjus), a Central Única dos Trabalhadores (CTB), o Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sintese), o Sindicato do Fisco (Sindifisco), o Sindicato dos Radialistas (STERT), Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação (Sinditic), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sindicato dos Enfermeiros (Seese), Sindicato dos Trabalhadores em Extensão Rural (Sinter) e Sindicato dos Funcionários Públicos (Sintrase). Pelas secretarias, estiveram presentes: Zezinho Sobral, da Casa Civil, Jeferson Passos, das Finanças, João Augusto Gama, do Planjeamento e Augusto Fábio, da Previdência.

Na nova reforma administrativa proposta pelo Governo do Estado de Sergipe, medidas de contenção de gastos serão tomadas e isso envolve a extinção de algumas secretarias e alteração na situação de aposentados e pensionistas. A proposta gerou descontento entre os servidores, que pretendiam discutir a proposta antes de entrar em votação.

De acordo com o representante do Sindifisco, Abílio Castanheira, a reunião foi pura enrolação. “Foi horrível. Eles não aceitaram nada. Nós queríamos que, antes da votação, fosse feita uma discussão com as partes envolvidas. Mas eles não aceitaram nada do que nós propusemos. E a votação vai acontecer”, contou o presidente do sindicato.

Segundo a assessoria de comunicação da Seplag, os sindicatos queriam que o governo retirasse o processo da Assembleia. “Retirar o processo não seria possível. Mas o governo está disposto a dialogar, com propostas e sugestões. Mas eles não trouxeram nada hoje para a reunião”, explicou.

Helena Sader e Verlane Estácio

Fonte: Portal Infonet

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Governo quer fazer reforma administrativa em novembro

Comissão está concluindo estudos para encaminhar sugestões

Foto Arquivo Aspra

A comissão técnica criada pelo governador Jackson Barreto (PMDB) já está concluindo os estudos para que as primeiras medidas para enxugamento da máquina administrativa sejam implementadas ainda no mês de novembro. Estes estudos trarão sugestões variadas para proporcionar uma economia mensal em torno de R$ 30 milhões, segundo previsões da equipe técnica da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz).

São medidas que incluem redução no número de cargos, extinção e fusão de secretarias e economia com aluguéis de imóveis e veículos, segundo ressaltou o secretário Sales Neto, da Comunicação Social do Governo (Secom). O secretário admite que serão medidas antipáticas, que vão contrariar interesses de aliados. Mas, Sales Neto destaca como necessárias para que o governador possa cumprir as promessas de campanha feitas junto ao funcionalismo e colocar em prática o Plano de Cargos e Salários criado neste ano por meio de lei aprovada na Assembleia Legislativa, a partir das negociações realizadas pelo Governo com o Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Sintrase).

A comissão técnica é composta por representantes das Secretarias de Estado da Fazenda, Governo, Casa Civil e ainda da SergipePrevidência e da Procuradoria Geral do Estado (PGE). Segundo a assessoria de imprensa, a Secretaria da Fazenda já tem um norte sobre as mudanças que poderão ser feitas a curto prazo e deverão ser apresentadas ao governador em breve, na perspectiva de começarem a ser implementadas no mês de novembro, segundo informações da assessoria de imprensa daquela pasta.

Segundo a assessoria da Sefaz, os detalhes só serão revelados diretamente ao governador Jackson Barreto. O secretário Sales Neto, da Comunicação Social do Governo, informou que o governador se encontra em viagem de trabalho tentando agilizar a liberação de recursos resultantes dos convênios com o BNDES para dar continuidade às obras já iniciadas em Sergipe.

Sales Neto informou que assim que o governador retornar da viagem se reunirá com os assessores diretos que integram a comissão técnica para conhecer as sugestões. O governo, segundo o titular da Secom, pretende colocar algumas medidas em funcionamento ainda neste ano para que o segundo mandato possa começar com a “casa arrumada”. Mas outras medidas, consideradas mais complexas, dependem de autorização do Poder Legislativo Estadual.

Os projetos devem ser enviados em breve pelo Executivo, com o objetivo de serem apreciados pela atual legislatura. Não tendo tempo hábil, o governador deve esperar até o mês de fevereiro do próximo ano quando os trabalhos legislativos serão retomados e as medidas só poderão ser implementadas a partir de março. Tempo que o governador considera distante para se ter os resultados satisfatórios.

Cássia Santana

Fonte: Portal Infonet

quarta-feira, 26 de março de 2014

Servidores terão aumento linear, diz Jackson ao Sinpol

Um diálogo transparente e produtivo para a abordagem das questões apresentadas pelo Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe – Sinpol. Assim foi a audiência entre o governador, a direção do sindicato e os secretários de Estado da Segurança Pública, João Eloy, e seu adjunto, delegado João Batista, o secretário do Planejamento, Orçamento e Gestão, João Augusto Gama; o secretário da Justiça, Benedito de Figueiredo, o secretário da Casa Civil, José Sobral e o secretário da Fazenda, Jeferson Passos.

A reunião ocorreu no final da manhã desta terça-feira, 25, no Palácio de Veraneio. O governador afirmou que, a exemplo do que está fazendo com todas as categorias profissionais da administração estadual, não está se negando a receber os servidores e suas respectivas pautas de reivindicação, mesmo com uma greve já deflagrada.

Ação Conjunta

“A minha formação democrática me orienta a sempre sentar com os sindicatos, buscando o diálogo e o entendimento. O Sinpol trouxe algumas propostas para serem avaliadas. Em muitas, a exemplo da garantia da permanência dos servidores da Corgerp, já houve avanços. Eu assegurei que eles permanecerão onde estão hoje, ninguém será afastado. Para isso, faremos um projeto de lei que garantirá a segurança de que eles permanecerão onde estão trabalhando”, afirmou o governador, em relação a uma das temáticas expostas na reunião abordando os servidores que hoje atuam na Coordenadoria Geral de Perícias.

Jackson Barreto também esclareceu que os impactos do reajuste linear e do plano de cargos e salários que será oferecido ao conjunto dos servidores beneficiará também os servidores da Corgerp. “O governo tem responsabilidade e concederá o reajuste linear para o conjunto dos servidores. Coloquei, de forma clara, que o nosso compromisso nesse momento é com o conjunto dos servidores representados pelo Sintrase, que não foi beneficiado nos vários momentos em que servidores contaram com aumentos e concessão de vantagens”, pontuou o governador, o que foi compreendido pelos representantes do Sinpol.

Outro tópico da reunião versou sobre a adoção da promoção automática, semelhante à proposta apresentada pela Associação dos Delegados. “Esta é mais uma proposta que vamos estudar e analisar, assegurando que não haverá diferenciação entre as categorias dos delegados e dos escrivães e agentes. O Governo vê ambas as representações como servidores do Estado com direitos plenamente iguais”, destacou o governador, avaliando que a categoria representada pelo Sinpol já está numa greve.

O enquadramento de alguns servidores da Segurança Pública que exercem funções peculiares, também apresentado na pauta, de acordo com o governador, de forma semelhante, será alvo de um estudo das implicações legais e impacto financeiro que isto representa à luz da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

“Considero que tivemos um avanço a partir de uma conversa muito boa, num clima de respeito e cordialidade entre o governador, seus secretários e o Sinpol. A nossa porta está sempre aberta e, de forma transparente, vamos mostrar que temos condições de resolver de imediato ou não. O importante é o interesse de mantermos uma relação saudável e produtiva entre as categorias profissionais e a administração. Também é importante afirmar que o plano de cargos e salários que vamos enviar para a Assembleia Legislativa contempla grande parte dessas reivindicações relativas a incorporação de gratificações e reajuste de vencimentos que vem sendo apresentada por diversos sindicatos”, concluiu Jackson Barreto.

Para o presidente do Sinpol, escrivão Antônio Moraes, a receptividade e o interesse do governador fizeram toda a diferença. “Avaliamos como positiva a iniciativa de conversar com o sindicato e ouvir as nossas demandas. O governador se mostrou preocupado com o que está acontecendo, sensibilizado com as questões pontuais, tanto na Polícia Civil, como na Corgerp. Há um encaminhamento positivo em relação aos servidores da Corgerp, que foi apalavrado. Os demais pontos ainda serão estudados e o que buscamos é que esse tempo para estudo não seja demasiadamente longo”, afirmou o presidente, ao avaliar o encontro como altamente positivo. 

Fonte: Faxaju

Jackson Barreto diz que está decidido e servidores terão reajuste linear

O governador Jackson Barreto de Lima (PMDB), desfez todos os comentários feitos pelos parlamentares da oposição de que os servidores públicos estaduais não teriam reajuste este ano.

Em entrevista à imprensa e logo após ter recebido representantes do Sinpol, Jackson Barreto garantiu que está negociando com todas as categorias e que o governo já está estudando o valor do reajuste e que este será linear.

O governador disse ainda que tem realizado diversas reuniões com o Secretario do Planejamento e da Fazenda, no sentido de elaborar o percentual de reajuste a ser oferecido aos servidores.

Jackson se reuniu também com representantes do Sintrase e da mesma forma garantiu o reajuste. “O governo tem responsabilidade e concederá o reajuste linear para o conjunto dos servidores. Coloquei, de forma clara, que o nosso compromisso nesse momento é com o conjunto dos servidores representados pelo Sintrase, que não foi beneficiado nos vários momentos em que servidores contaram com aumentos e concessão de vantagens”, afirmou Jackson. 

Fonte: Faxaju

terça-feira, 25 de março de 2014

Jackson Barreto diz que servidores do Cogerp não serão afastados

Jackson Barreto se reuniu com o Sinpol nesta terça-feira, 25


Um diálogo transparente e produtivo para a abordagem das questões apresentadas pelo Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe – Sinpol. Assim foi a audiência entre o governador, a direção do sindicato e os secretários de Estado da Segurança Pública, João Eloy, e seu adjunto, delegado João Batista, o secretário do Planejamento, Orçamento e Gestão, João Augusto Gama; o secretário da Justiça, Benedito de Figueiredo, o secretário da Casa Civil, José Sobral e o secretário da Fazenda, Jeferson Passos. A reunião ocorreu no final da manhã desta terça-feira, 25, no Palácio de Veraneio.

O governador afirmou que, a exemplo do que está fazendo com todas as categorias profissionais da administração estadual, não está se negando a receber os servidores e suas respectivas pautas de reivindicação, mesmo com uma greve já deflagrada.

“A minha formação democrática me orienta a sempre sentar com os sindicatos, buscando o diálogo e o entendimento. O Sinpol trouxe algumas propostas para serem avaliadas. Em muitas, a exemplo da garantia da permanência dos servidores da Corgerp, já houve avanços. Eu assegurei que eles permanecerão onde estão hoje, ninguém será afastado. Para isso, faremos um projeto de lei que garantirá a segurança de que eles permanecerão onde estão trabalhando”, afirmou o governador, em relação a uma das temáticas expostas na reunião abordando os servidores que hoje atuam na Coordenadoria Geral de Perícias.

Jackson Barreto também esclareceu que os impactos do reajuste linear e do plano de cargos e salários que será oferecido ao conjunto dos servidores beneficiará também os servidores da Corgerp.“O governo tem responsabilidade e concederá o reajuste linear para o conjunto dos servidores. Coloquei, de forma clara, que o nosso compromisso nesse momento é com o conjunto dos servidores representados pelo Sintrase, que não foi beneficiado nos vários momentos em que servidores contaram com aumentos e concessão de vantagens”, pontuou o governador, o que foi compreendido pelos representantes do Sinpol.

Outro tópico da reunião versou sobre a adoção da promoção automática, semelhante à proposta apresentada pela Associação dos Delegados. “Esta é mais uma proposta que vamos estudar e analisar, assegurando que não haverá diferenciação entre as categorias dos delegados e dos escrivães e agentes. O Governo vê ambas as representações como servidores do Estado com direitos plenamente iguais”, destacou o governador, avaliando que a categoria representada pelo Sinpol já está numa greve.

O enquadramento de alguns servidores da Segurança Pública que exercem funções peculiares, também apresentado na pauta, de acordo com o governador, de forma semelhante, será alvo de um estudo das implicações legais e impacto financeiro que isto representa à luz da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

“Considero que tivemos um avanço a partir de uma conversa muito boa, num clima de respeito e cordialidade entre o governador, seus secretários e o Sinpol. A nossa porta está sempre aberta e, de forma transparente, vamos mostrar que temos condições de resolver de imediato ou não. O importante é o interesse de mantermos uma relação saudável e produtiva entre as categorias profissionais e a administração. Também é importante afirmar que o plano de cargos e salários que vamos enviar para a Assembleia Legislativa contempla grande parte dessas reivindicações relativas a incorporação de gratificações e reajuste de vencimentos que vem sendo apresentada por diversos sindicatos”, concluiu Jackson Barreto.

Avanços

Para o presidente do Sinpol, escrivão Antônio Moraes, a receptividade e o interesse do governador fizeram toda a diferença. “Avaliamos como positiva a iniciativa de conversar com o sindicato e ouvir as nossas demandas. O governador se mostrou preocupado com o que está acontecendo, sensibilizado com as questões pontuais, tanto na Polícia Civil, como na Corgerp. Há um encaminhamento positivo em relação aos servidores da Corgerp, que foi apalavrado. Os demais pontos ainda serão estudados e o que buscamos é que esse tempo para estudo não seja demasiadamente longo”, afirmou o presidente, ao avaliar o encontro como altamente positivo.

Greve

A categoria está em greve desde o último dia 20, em reivindicação à promoção automática de todos os cargos, reajuste linear de 2014, além da regularização funcional de cerca de 45 servidores civis que ainda não foram reconhecidos policiais civis.

Fonte: ASN/Portal Infonet

sábado, 5 de janeiro de 2013

Vigilantes de escolas da rede estadual terão carga horária reduzida

Vigilantes das escolas da rede estadual de ensino que compõem o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Sergipe (Sintrase) conseguiram parecer favorável de 30 horas semanais. Há três anos, a categoria lutava pela regulamentação da carga horária que iniciou com 45 horas semanais e diminuiu para 36h no ano passado. Com essa redução, a classe agora irá trabalhar cinco dias por semana.

Segundo Waldir Rodrigues, presidente do Sintrase, os vigilantes trabalhavam seis dias por semana, enquanto outros servidores (funcionários administrativos da escola) trabalhavam cinco e ganhavam o mesmo salário.

No último dia 21 de dezembro, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) expediu o parecer (6765/2012) pela procuradora-chefe da Procuradoria Especial da Via Administrativa, Tatiana Passos de Arruda, favorável à categoria.

O governo também será obrigado a pagar as horas extras que os servidores fizeram desde que iniciaram o trabalho após realização de concurso público em 2007 para 180 horas mensais.

Seed

A assessoria de comunicação da Secretaria Estadual da Educação (SEED) informou que a secretaria já foi notificada sobre o parecer da PGE. Segundo a assessoria, o secretário Belivaldo Chagas já está discutindo com a equipe técnica do órgão sobre a operacionalização do novo horário. A assessoria afirma ainda que até a próxima semana o secretário anunciará a nova escala.

Por Míriam Donald

Com informações da assessoria de comunicação do Sintrase
 
Fonte: Portal F5 News

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Servidores públicos entraram em greve nesta quarta-feira

Parte dos serviços da administração pública está parada

Atendendo decisão tomada em assembleia geral no último dia 2, os servidores públicos da administração geral do Estado cruzam os braços a partir desta quarta-feira, 8, na perspectiva de permanecer em greve por tempo indeterminado, caso o Governo do Estado não apresente proposta convincente relativa ao Plano de Carreira do funcionalismo público.

Na tarde desta quarta, 8, representantes do Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Sintrase) se reúne com representantes da Comissão de Negociação do Estado para conhecer a proposta elaborada pelo governo. “Esperamos que o Governo não apresente mais uma frustração para os servidores”, enaltece o presidente do sindicato, Valdir Rodrigues.

Na próxima sexta-feira, 10, o Sintrase realiza assembleia geral para avaliar a proposta do governo e deliberar sobre a continuidade ou não do movimento grevista. “Não houve precipitação dos servidores porque a decisão pela greve veio no dia 2 e, neste intervalo, o governo não apresentou nenhuma proposta”, diz a sindicalista Elma Andrade, diretora administrativa do Sintrase. “Vamos ver o que do Governo para decidir se a greve continuará ou não”.

No Ceac, senhas foram limitadas

Para Elma Andrade, o índice de reajuste salarial que for anunciado pelo Governo não exerce influência na vida da grande maioria dos servidores públicos, que têm no contracheque o salário mínimo como referência básica. “Não nos interesse o índice do reajuste, não influenciará em nada. O que nos interessa é o Plano de Carreira, que, senão a curto prazo, nos dará uma perspectiva de melhoria na carreira”, resume a sindicalista.

Nesta manhã, parte dos servidores se concentrou na porta do SergipePrevidência e da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão. De acordo com o Sintrase, estão parados a Fundação Aperipê, o SergipePrevidência, servidores administrados das Secretarias de Estado da Fazenda e da Educação, além dos Centros de Atendimento ao Cidadão (Ceac).

O pensionista Moisés Dória também ficou frustrado quando procurou o IpesPrevidência e constatou que os serviços estavam suspensos naquela unidade. "Vim pegar um contra-cheque porque não chegou pelo Correio e agora espero que amanhã tudo esteja normalizado porque estou precisando do contra-cheque", comentou. "Todo movimento grevista é justo, mas para quem está do outro lado, que precisa do serviço, causa transtorno", analisa.

Para o presidente do Sintrase, Valdir Rodrigues, o movimento nasceu vitorioso. "Esperamos por três anos que o governo apresentasse proposta para o Plano de Carreira e agora só abriu a negociação por causa do nosso movimento. Se não fosse nosso movimento, não teria negociação", diz o sindicalista.

Senhas limitadas

Nos Ceacs, o atendimento ao público foi realizado nesta manhã, mas de forma limitada devido à redução do efetivo decorrente da greve dos servidores públicos. No Ceac da Rodoviária Nova, por exemplo, as senhas foram suspensas antes das 10h. A manicure Graziene de Assis Santos chegou por volta das 8h naquele Ceac para pegar a carteira de trabalho e só conseguiu pegar a senha de número 804. “Acho que vou ficar a aqui até meio-dia”, conjecturou. “Fazer o quê?”, resume.

A dona de casa Maria Edilene de Andrade foi ao mesmo Ceac com o intuito de retirar a segunda via da carteira de identidade, mas não obteve êxito. Ao chegar na fila, por volta das 9h30, foi informada que não havia mais senhas. À dona de casa, um dos funcionários revelou que as senhas teriam sido suspensas devido ao número de servidores que ficara reduzido devido à greve. “Agora é voltar para casa”, lamentou.

O diretor geral do Ceac, Leibniz Lobo Ramos, revelou que não teria autorização para prestar maiores esclarecimentos a respeito da realidade daquele Centro, mas admitiu que o número de funcionários teria ficado reduzido nesta manhã. “Mas todos os órgãos estão funcionando e estamos atendendo a todos dentro das possibilidades”, ressaltou.

Em nota enviada ao Portal Infonet, o subsecretário de Estado de Articulação com os Movimentos Sociais e Sindicais (SUBSEAS), João Francisco dos Santos, informa que o Governo do Estado está empenhado em produzir uma proposta do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) que contemple os anseios das categorias, ouvindo os sindicatos, e realizando os ajustes necessários para que tanto o Governo quanto os trabalhadores sintam-se contemplados com o plano.

Por Cássia Santana

Fonte: Infonet

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Sintrase: Servidores em greve a partir de quarta-feira,8


Sintrase diz que o plano deveria ter sido entregue em janeiro

Servidores fizeram um ato em frente ao Palácio dos Despacho (Fotos: Portal Infonet)
Servidores públicos do Estado deflagraram greve. A decisão saiu após assembleia realizada pela categoria em frente ao Palácio dos Despachos nesta quinta-feira dia 2. De acordo com a categoria as muitas tentativas de negociar com o governo foram frustradas, por isso, os servidores cruzam os braços na quarta-feira,8.

PCCR

Os servidores contestam o atraso na entrega do Plano de Cargos, Carreira e Remunerações (PCCR) pelo governo, que tinha data prevista para ser entregue no dia 22 de janeiro, mas que segundo o Sindicato, não foi entregue.

Desde as primeiras horas da manhã, servidores foram até a frente do Palácio manifestar sinal de apoio ao movimento. Os servidores querem estabelecer e regularizar o Plano de Carreira dos Servidores Públicos que permanece sem reajuste desde 1977.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público do Estado de Sergipe (Sintrase), Waldir Rodrigues, a categoria continua na expectativa de uma resposta da Comissão sobre o envio do Plano de Carreira e Salário que foi prometido pelo Governo do Estado.


O presidente do Sintrase, Waldir Rodrigues, confirma a possibilidade da greve

“Nos foi prometido desde o dia 1 de janeiro a entrega do plano, mas até agora não terminaram a elaboração e não resolveram nada. O projeto está engavetado em baixo do tapete do Palácio”, conta.

Subseas

A equipe do Portal Infonet entrou em contato com representantes da Subsecretaria de Estado de Articulação com os Movimentos Sociais e Sindicais (SUBSEAS) para saber se há previsão de quando será enviado o Plano de Carreiras e Salários aos servidores. A informação passada foi que o governo tem acompanhado a elaboração do plano e que o decreto para a elaboração do mesmo foi renovado até o dia 15 de março. Assim que houver a conclusão do plano, o governo fará o encaminhamento para a categoria.

* A matéria foi alterada às 13h32 para acréscimo de informações sobre a greve

Por Aisla Vasconcelos

Fonte: Infonet

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Sintrase recua da greve

O presidente do Sintrase explica que o governo publicou em diário oficial a comissão que vai atuar no plano de carreira do servidor

Servidores públicos recuaram da greve (Fotos: Portal Infonet)

Os servidores públicos da administração geral que estavam com a greve decretada para hoje, 26, resolveram recuar da decisão. Na manhã desta segunda-feira os servidores realizaram um ato público na porta da Secretaria de Estado da Administração e anunciaram que a greve estava suspensa por conta da publicação no diário oficial da comissão responsável pelo Plano de Cargos e Carreira.

A luta dos servidores pelo plano terminou em um embate entre o governador do Estado e o Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Sintrase).

Marcelo Déda questionou “O sindicato quer é fazer um barulhinho e você servidor, quer um barulhinho ou um dinheirinho? É você servidor quem vai decidir, porque se for fazer greve agora vai fazer barulho e não vai sair um centavo porque não tem. E de pedra não se tira leite”.

Valdir Rodrigues lembra que é preciso corrigir a distorção no salário dos servidores

O presidente do Sintrase Valdir Rodrigues rebateu “O governador perdeu a chance de se calar” e decretou a greve. Após a troca de farpas Valdir Rodrigues disse que foi publicado na última sexta-feira, 23, uma portaria onde o governo decretou a comissão responsável pelo plano de carreira.

“Agora começamos a dialogar, vamos continuar atentos aos prazos e cobrando para que o governo não esqueça dos servidores da secretaria da educação e os da administração geral que tem os piores salários do país. O governo teve o bom senso e começou a negociar esperamos que seja corrigida a distorção salarial desses servidores que na sua maioria chegam a receber R$400”, enfatiza Valdir.

Membros

Os membros da comissão são o secretário de estado-chefe da Casa Civil e presidente da comissão Jorge Alberto Teles, o subsecretário de estado de articulação com os movimentos sociais e sindicais João Francisco dos Santos, o procurador-geral do estado Márcio Leite de Rezende, o secretário de estado do planejamento, orçamento e gestão José de Oliveira Júnior, secretário de estado da fazenda João Andrade Vieira da Silva e o secretário de estado de governo Francisco de Assis Dantas.

A informação do Sintrase é que os trabalhos executados por esta comissão terão o prazo de 90 dias, podendo ser prorrogados por mais 30, para que haja a conclusão.

Por Kátia Susanna

Fonte: Infonet

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Sintrase: servidores podem decretar greve

Servidores farão assembleia na quarta-feira, 21 (Fotos: Arquivo Portal Infonet)

Desde o mês de julho que os servidores públicos aguardam o encaminhamento das discussões sobre o plano de carreira. A informação é do Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais (Sintrase) que cobra um posicionamento do governo quanto os pontos que estão sendo tratados para o encaminhamento do plano para aprovação na Assembleia Legislativa (Alese).

De acordo com o presidente do Sintrase, Waldir Rodrigues, as negociações com o governo davam conta que o plano seria implantado em janeiro do próximo ano, mas a falta de debate sobre o assunto tem tirado o sono da categoria. “O problema é que não esta ocorrendo o debate com o sindicato, já estamos no mês de setembro, a assembleia tem recesso em dezembro, o prazo é muito curto para que o projeto seja encaminhado e aprovado pelos deputados”, observa Waldir que ressalta pontos que devem constar no plano de carreira dos servidores públicos.

O presidente do Sintrase diz que greve pode ser decretada

“Primeiro não pode faltar uma melhora na questão da tabela salarial, não temos interníveis, o servidor entra e ganha um salário base igual a quem está no serviço há 30 anos. As gratificações devem ser incorporadas a aposentadoria. As gratificações não vão para a aposentadoria, ou seja, o servidor consegue ter um padrão de vida melhor somente se estiver trabalhando, quando se aposenta passa fome”, salienta o sindicalista.

Segundo Waldir Rodrigues na quarta-feira, 21, a partir das 8h os servidores farão uma assembleia na porta do Palácio de Despachos. “Vamos cobrar o encaminhamento do plano de carreira do servidor, mas essa assembleia pode terminar em uma paralisação porque a categoria está muito chateada”, fala.

Seplag

A equipe do Portal Infonet, entrou em contato com a Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) que encaminhou nota sobre o assunto.

"A SEPLAG, atendendo determinação do Governador Marcelo Déda, já trabalha a elaboração do novo Plano de Cargos e Carreiras dos servidores estaduais. Para essa elaboração, que demanda estudos de natureza técnica, foi contratada a consultoria da empresa Deloitte, que está executando as atividades necessárias à preparação do plano de acordo com o cronograma contratado. Decreto do Governador do Estado definiu igualmente um grupo de trabalho especial, composto por Secretários de Estado, que acompanharão a elaboração do Plano. É parte indispensável deste trabalho a apresentação e discussão com os sindicatos representativos dos servidores, conforme já está estabelecido no mencionado Decreto. Desta forma, a reivindicação sindical de elaboração de um novo plano de carreira foi atendida. Da mesma forma, está assegurada a participação dos sindicatos no processo de aprovação e implementação, uma vez concluído. Entendemos assim desnecessária e precipitada a manifestação anunciada pela imprensa e atribuída ao SINTRASE. Paralisações dos serviços públicos, como a anunciada, penalizam a população usuária dos serviços públicos de maneira completamente injusta e inoportuna", esclarece a nota na íntegra enviada pela Seplag.

Por Kátia Susanna

Fonte: Infonet

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Vigilantes realizam manifestação

Em frente à Secretaria da Administração vigilantes reivindicaram melhorias para a categoria e mostraram insatisfação com o salário de pouco mais de R$ 300 mensal

Vigilantes realizaram manifestação em frente a Sead (Fotos: Portal Infonet)

Na manhã desta quinta-feira, 9, o Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Sintrase) reuniu vigilantes da Secretaria de Estado da Educação (Seed) em frente a sede da Secretaria de Estado da Administração (Sead) para protestar sobre a falta de acordo com relação a redução da carga horária, pagamento de vales transportes e reformulação do sistema de segurança escolar.

De acordo com o presidente do Sintrase, Valdir Rodrigues, a categoria tem sido prejudicada por falta de entendimento com relação à pauta de reivindicações. “Até hoje o vigilante trabalha 36 horas e não recebe por isso. O vigilante recebe equivalente a qualquer servidor que trabalha 30 horas. A questão do vale transporte também preocupa porque eles trabalham seis dias por semana e recebem apenas cinco passagens e quando é sábado, domingo e feriado a secretaria corta uma passagem”, diz Valdir que ressalta a questão da reformulação do sistema de segurança escolar.

“Tiraram a companhia escolar e agora o vigilante não tem nenhum apoio, quando precisa de alguma segurança ligam para o 190”, lembra.

O contrachefe de R$ 395 não agrada a categoria

Com o contracheque em mãos, um vigilante que não deseja ser identificado diz que o salário não oferece nenhum atrativo para a categoria. “Após os descontos recebo R$ 365,50 é um salário muito baixo, para sobreviver todos têm que realizar um serviço extra”, alerta o vigilante que reclama da falta de pagamento da periculosidade.

“Os vigilantes que entraram em 2008 não recebem periculosidade, mas antes dessa data todos recebem, ou seja, a gente trabalha com uma pessoa no mesmo local, exercendo a mesma função e recebe menos”, lamenta.

Secretaria

De acordo com a superintendente geral de recursos humanos da Sead, Andréa Macedo, no dia 02 de setembro deste ano, a Secretaria da Administração encaminhou consulta à Procuradoria Geral do Estado (PGE) em relação à carga horária mensal dos vigilantes, para definir a jornada destes servidores. A informação é que a resposta da PGE esta sendo aguardada.

Segundo a superintendente quanto à concessão de vales-transportes aos vigilantes, a legislação atual prevê a concessão de, no máximo, 44 vales por mês. “Por esse motivo, no dia 16 de novembro, encaminhamos para a PGE uma proposta de alteração de portaria que regulamenta a matéria para possibilitar a ampliação dessa quantidade, nos casos em que se fizer necessário. Estamos aguardando a devida análise legal”, disse.

Por Kátia Susanna

Fonte: Portal Infonet

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Sintrase realiza ato por campanha salarial

Categoria demonstra insatisfação com 5% de aumento anunciados e pede plano de carreira

Categoria diz que vai se manifestar em todos os atos do governador (Fotos: Portal Infonet)

O Sindicato dos Servidores Públicos (Sintrase) promoveu uma manifestação no centro da capital nesta quinta-feira, 12. Eles reivindicam uma nova campanha salarial alegando que outras categorias, como as polícias civil e militar e professores, obtiveram êxito nas negociações com o governo e conseguiram o plano de carreira.

O intuito do ato público é fazer valer o direito dos servidores e mostrar que eles estão insatisfeitos com o reajuste de 5% apresentado pelo governador Marcelo Déda Segundo Valdir Rodrigues, presidente da Sintrase, o plano de carreira seria altamente favorável, pois hoje acontece que quando o salário mínimo aumenta, o governo repassa apenas R$ 1 real para diferenciar os cargos. ”Isso é uma vergonha. Por isso nos reunimos aqui para mostrar essa realidade para a sociedade sergipana”, ressaltou Valdir.

Ele ainda afirmou que se o plano de carreira da categoria não for feito, irá a todas as inaugurações e eventos onde o governador estiver para manifestar. “Estaremos todos juntos, eu e o sindicalistas, para mostrar a Marcelo Déda a nossa realidade”, finalizou o presidente do Sintrasa.

Atualmente o que melhora a remunerações desses servidores é justamente o pagamento de gratificações. Mas se hoje eles se aposentam há uma perda de 60% do salário, pois esse tipo de benefício não é contabilizado para a aposentadoria. “Somente um plano de carreira para a nossa categoria é capaz de nos assegurar futuramente”, disse Elma Andrade, técnica em contabilidade presente na manifestação.

Fonte: Portal Infonet

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