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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Sintax e militares farão caminhada nesta quarta

O Sindicato dos Taxistas (Sintax), estará realizando nesta quarta-feira (10), uma caminhada pedindo paz.

O ato terá inicio às 07:30 horas, em frente a sede do sindicato localizado na Heráclito Rolemberg, e sairá em caminhada pelas ruas da capital com destino ao Palácio do governo e deverá contar com a participação dos policiais e bombeiros militares que em apoio aos trabalhadores, caminharão juntos, pedindo paz. Vitimas de vários assaltos somente este ano, os taxistas querem mais segurança e vão às ruas para chamar a atenção do governo e das autoridades.

As Associações Unidas da PM estão convidando os militares reformados, pensionistas e aqueles que estiverem de folga para participarem da caminhada que busca também a valorização e melhores condições de trabalho dos servidores da segurança pública.

Munir Darrage

Fonte: Faxaju

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Número de assaltos a taxistas em Aracaju é alarmante, diz sindicato

O número de assaltos a taxistas vem crescendo cada vez mais em Aracaju. Nos últimos quinze dias foram registrados cerca de 15 assaltos aos profissionais. De acordo com o vice-presidente do Sindicato de Taxistas de Sergipe (Sintax), Gerson Ferreira, existe uma falha da categoria pelo não registro de Boletim de Ocorrência nas delegacias. “Isso não justifica, mas nossos companheiros não fazem o BO porque acham que não vale a pena, o que acaba atrapalhando nos dados e na investigação da polícia”, disse ele, apontando uma média de seis assaltos por dia só na capital sergipana.

“Os números são transmitidos pelo próprios taxistas ao Sintax e são inaceitáveis. Por isso não temos dados oficiais da polícia. Os casos que a polícia tem registrados é um ou outro esporádico”, afirma.

Para Gerson, uma possível solução para diminuir os casos de assaltos e sequestros a taxistas seria intensificar as abordagens das polícias em conjunto não só aos profissionais, como também aos passageiros. “Tivemos casos de em abordagem encontrar várias armas de fogo - e a vida do taxista ser salva. Então, a abordagem em maior número intimida os marginais”, disse.

Após manifestações que clamavam por mais segurança há meses atrás, em 23 de julho passado, os representantes da categoria estiveram reunidos com membros da Secretaria de Segurança Pública (SSP/SE) e da Polícia Rodoviária Federal em Sergipe (PRF/SE), já que muitos crimes acontecem em rodovias federais. Ferreira explica que aguarda agendamento de reunião com o comandante da Polícia Militar, Coronel Jackson, para tratar de possíveis soluções para amenizar o quadro de insegurança.

Último caso

Um taxista foi vítima de sequestro relâmpago na madrugada desta terça-feira (28), no Bairro Piabeta, em Nossa Senhora do Socorro (SE), região metropolitana de Aracaju. Segundo informações do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), ele foi rendido por um casal que se passou por passageiro por volta das 4h30.

Ainda de acordo com a polícia, o casal anunciou o assalto durante o trajeto e manteve o taxista refém por algumas horas. A vítima só foi liberada por volta das 6h da manhã no Conjunto Marcos Freire II, no município. Os criminosos fugiram com o veículo e pertences pessoais do taxista a vítima, que seguiu até a delegacia da região onde registrou boletim de ocorrência.

Tiffany Tavares

Fonte: Portal F5 News

domingo, 8 de junho de 2014

Delegado indicia enteado de João Eloy e amigo

Presos em flagrante, podem pegar até oito anos de prisão

Como estava previsto, o delegado Valter Simas, da Delegacia de Turismo, concluiu o inquérito que apura o envolvimento do enteado do secretário de Segurança Pública de Sergipe, João Eloy [Ítalo Bruno Araújo Fonseca e do amigo Eduardo Aragão de Almeida], em menos de um mês. Eles foram acusados da tentativa de assalto a um taxista na Coroa do Mei. E, flagrados pelas câmeras do Ciosp e por policiais militares portando uma pistola e um fuzil, realizando blitz falsa na Passarela do Caranguejo, tendo sido presos e liberados no mesmo dia. Os dois foram indiciados e se condenados, podem pegar até oito anos de prisão, cada um, caso sejam condenados pela Justiça.

O Portal Infonet conversou por telefone com o delegado Valter Simas, na manhã deste domingo, 8 e ele informou ter feito uma investigação minuciosa, concluindo que não houve tentativa de assalto.

“Com isso, eles não foram indiciados por roubo, mas pelos crimes de porte ilegal de arma de uso restrito da polícia e usurpação de função pública”, explica lembrando que os passageiros do táxi confirmaram que apenas o enteado do secretário, participou da abordagem ao taxista, mas que negaram ter sido anunciando um assalto.

Valter Simas ressaltou ainda que no depoimento, Ítalo Bruno disse que sempre quis ser policial e que na noite dos crimes, após ter ingerido álcool, decidiu realizar blitzes falsas já que Eduardo Aragão portava uma carteira de policial civil [também falsa].

Além dos acusados, foram ouvidos os policiais que realizaram a prisão e o conduziram à Delegacia Plantonista, o taxista e os quatro passageiros, inclusive um que está no exterior e a ouvida foi feita pela Intenet.

As investigações foram acompanhadas pela Promotoria de Controle Externo da Atividade Policial do Ministério Público de Sergipe (MPE) e o inquérito de 11 laudas já foi encaminhado pelo delegado Valter Simas à 2ª Vara Criminal de Aracaju.

Aldaci de Souza

Fonte: Portal Infonet

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Presidente da Aspra Sergipe é processado por supostamente ter criticado o Comandante Geral da PMSE

Sargento Araújo responderá processo por suposta crítica ao Comando (Foto: Arquivo Aspra)

O presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe (Aspra Sergipe), sargento Anderson Araújo, começa a responder amanhã a processo judicial em andamento na 6ª Vara Criminal (Auditoria Militar) por supostamente ter criticado publicamente ato do Comandante Geral da Polícia Militar de Sergipe.

No final do ano passado o sargento Araújo respondeu a um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar se o militar teria ou não praticado o crime previsto no art. 166 do Código Penal Militar, que considera crime criticar publicamente ato de seu superior ou assunto atinente à disciplina militar. Ao final do IPM o oficial encarregado pelo procedimento entendeu que não houve prática de crime por parte do policial militar, contudo o Comando da PM avocou a decisão e remeteu os autos para o Ministério Público Militar, que ofereceu denúncia contra o sargento.

Relembrando o fato

O fato que motivou o IPM e posteriormente o processo judicial aberto contra o presidente da Aspra Sergipe foi uma entrevista concedida no dia 3 de setembro de 2012 ao radialista Evenilson Santana, apresentador do programa Liberdade Sem Censura, exibido na rádio Liberdade FM. À época o sargento Araújo era o presidente em exercício da associação. 

Durante a entrevista o sargento Araújo falou acerca de uma sugestão feita através de ofício ao Comando da Polícia Militar relacionada às abordagens a taxistas
. A sugestão feita pela Aspra através do seu presidente foi motivada pelo fato de que à época passou a existir uma meta quantitativa diária a ser cumprida pelas guarnições por determinação do Comando do Policiamento Militar da Capital (CPMC). Como a maioria das equipes de patrulhamento contavam (e ainda contam) com apenas dois policiais, o princípio da supremacia de força, fator preponderante para garantir a segurança dos policiais e de terceiros durante a abordagem policial, ficava comprometido. Diante disso a Aspra sugeriu que o Comando mudasse o procedimento nessas abordagens visando dar mais segurança aos policiais, passando as metas para as Companhias e não para as guarnições, tendo em vista que as Companhias poderiam elaborar as operações com maior contingente e equipamentos adequados.

Além desse fato havia também na época denúncias feitas pelo Sindicato dos Taxistas de que policiais estariam forjando a confecção dos relatórios operacionais. Na contra-mão dessas denúncias, policiais da 3ª Companhia do 1º BPM realizaram a prisão de dois indivíduos exatamente em uma dessas abordagens a taxistas, sendo que um dos presos encontrava-se com um revólver calibre 38. Durante a entrevista o sargento Araújo mencionou estes fatos, defendeu a atuação da Polícia Militar e explicou que se as metas fossem cumpridas pelas Companhias isso também ajudaria a evitar denuncismos e desconfianças acerca da atuação dos policiais. Mesmo assim o entendimento do Comando da Corporação e do Ministério Público Militar foi de que o sargento havia proferido críticas ao Comandante Geral, o que resultou neste processo judicial.

Acerca do assunto o sargento Araújo preferiu se resguardar, restringindo-se a reafirmar que está tranquilo e consciente de que não cometeu crime algum, e deixando sua defesa a cargo da Assessoria Jurídica da Aspra, na qual declarou ter total confiança. Araújo afirmou ainda não se ressentir contra ninguém, pois entende que a Polícia Militar está cumprindo o seu papel institucional, da mesma forma que a Aspra cumpriu o dela.

A audiência de qualificação e interrogatório do sargento Araújo acontecerá amanhã, às 07h50min, no auditório da Auditoria Militar, no Fórum Gumersindo Bessa, onde o mesmo comparecerá acompanhado do advogado Sérgio Bezerra, 
Assessor Jurídico da Aspra.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Vice-presidente da Aspra vai responder a inquérito por atuação em defesa da classe

Sargento Araújo, vice-presidente da Aspra Sergipe (Foto: Arquivo Aspra)

O vice-presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Sergipe (Aspra), sargento Anderson Araújo, começa a responder amanhã a Inquérito Policial Militar (IPM) aberto em virtude de sua atuação em defesa dos policiais militares.

As informações ainda são poucas, mas pelo que se sabe o sargento Araújo será submetido a IPM por conta de uma entrevista concedida no programa Liberdade Sem Censura, comandado pelo radialista Evenilson Santana na Liberdade FM.

A entrevista teria sido dada no início do mês de setembro e nela o sargento Araújo sugeria ao Comando da Polícia Militar que mudasse o procedimento nas abordagens a taxistas, visando dar mais segurança aos policiais. A sugestão do sargento foi motivada pelo fato de que à época passou a existir uma meta diária a ser cumprida e como as equipes de patrulhamento contam apenas com dois policiais, o princípio da supremacia de força, fator preponderante para garantir a segurança dos policiais e de terceiros, ficava comprometido.

Araújo preferiu não se manifestar sobre o assunto no momento, pois embora já tenha sido notificado oficialmente sobre o inquérito, ainda não tem conhecimento do seu conteúdo exato. O sargento disse apenas que está tranquilo e consciente de que não cometeu qualquer crime, e disse acreditar no senso de justiça dos responsáveis pela apuração.

O sargento Araújo será ouvido amanhã às 11h00min na sede do 5º Batalhão da Polícia Militar, em Nossa Senhora do Socorro, onde comparecerá acompanhado do Assessor Jurídico da Aspra, Dr. Sérgio Bezerra.

Outro caso

Também amanhã a partir das 09h00min outro IPM estará em andamento no 5º BPM. Desta feita será o cabo Natanael quem estará sendo ouvido. A princípio o motivo do inquérito aberto contra o militar, que também é associado da Aspra e também será assistido pelo Dr. Sérgio Bezerra, foi o fato de o mesmo não ter atendido a uma ocorrência policial quando de serviço no Posto de Atendimento ao Cidadão (PAC) do bairro Luzia.

O detalhe é que no dia do fato o cabo Natanael estava sozinho quando foi procurado por um cidadão que informou que acabara de ter sido assaltado. Como não podia abandonar o posto e já havia outra viatura se deslocando para atender a ocorrência, o militar transmitiu essa informação ao cidadão que a princípio pareceu compreender a situação.

Contudo, o cidadão teria posteriormente denunciado o policial no Quartel do Comando Geral da PM, sendo que o que restou para o praça foi a sua transferência para o interior do Estado e a abertura de inquérito para apurar sua conduta.

A Assessoria Jurídica da Aspra estará atuando nos dois casos e fará todo o possível para que os dois militares sejam inocentados ao final dos procedimentos.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Aspra oficia Comando da PM visando a segurança dos policiais

Foto: Arquivo PMSE

A Associação dos Praças PM/BM de Sergipe (Aspra/SE) encaminhou na tarde de ontem ofício ao Comandante Geral da Polícia Militar com o objetivo de garantir a segurança dos policiais militares e de terceiros nas abordagens realizadas por determinação do Comando do Policiamento Militar da Capital (CPMC).

Segundo o presidente em exercício da Aspra, sargento Anderson Araújo, a determinação emanada do CPMC é de que cada guarnição de serviço aborde por turno pelo menos dez táxis. Contudo, com a deficiência de efetivo na PM a maioria das equipes conta apenas com dois policiais, o que segundo a associação contraria os princípios técnicos da abordagem policial. “Com apenas dois militares em ação perdemos o princípio da supremacia de força na abordagem nos casos em que haja mais que um passageiro. Desta forma o policial não pode garantir nem mesmo sua própria segurança, imagine a de terceiros. Infelizmente este não é um fato isolado, mas serve de alerta por estar mais em evidência neste momento”, afirma o sargento.

Araújo diz entender a determinação do Comando e o seu objetivo, mas sugere que as metas determinadas pelo CPMC sejam direcionadas às Companhias e não às guarnições. “As Companhias podem elaborar ações e operações com o efetivo e os equipamentos adequados, aumentando a segurança dos policiais e da sociedade. O serviço é necessário, mas precisa ser realizado de forma a garantir a segurança de todos”, diz o sargento.

Outro ponto destacado pelo sargento foi uma denúncia levada a público em um programa de rádio na manhã de ontem, que teria origem no próprio Sindicato dos Taxistas. Segundo a denúncia, policiais militares estariam anotando os dados de veículos e motoristas nos pontos de táxi e forjando os relatórios de abordagem encaminhados ao CPMC. “Este é outro motivo pelo qual somos favoráveis a que as Companhias elaborem e coordenem essas operações, para evitar dúvidas quanto à execução do serviço. A denúncia naturalmente será apurada, mas ontem mesmo duas equipes da 3ª Companhia do 1º BPM prenderam dois suspeitos e apreenderam uma arma de fogo durante uma abordagem a um táxi por volta das 23:30h na zona sul, o que comprova que os policiais estão realizando o serviço”, afirmou Araújo.

O presidente da Aspra deixou claro que a associação não pretende interferir nas ações do Comando da Polícia Militar, mas sim colaborar para que essas ações sejam bem sucedidas e garantir a segurança dos policiais no exercício de suas funções.

Arma

Na noite desta quarta-feira, 22, durante uma abordagem a passageiros de um táxi na avenida Heráclito Rollemberg, Zona Sul da capital, policiais militares da 3ª Companhia do 1º Batalhão de Polícia Comunitária (3ª Cia/1º BPCom) efetuaram a prisão de Givanildo Ferreira Barbosa, 35 anos, o qual portava um revólver calibre 38 com seis munições intactas. Com ele foi preso também Yuri Barreto Cardoso, 24 anos, o qual estava de posse de um cigarro de maconha. A prisão foi efetuada pelas equipes dos Postos de Atendimento ao Cidadão do conjunto Médici e do bairro Inácio Barbosa, que encaminharam o caso à delegacia plantonista.

sábado, 21 de agosto de 2010

"Vamos envolver toda a sociedade na luta contra a bandidagem", diz João Alves

Candidato do DEM fala sobre projetos para a segurança dos sergipanos no programa eleitoral da TV

O candidato ao Governo de Sergipe, pela coligação "Em Nome do Povo", João Alves (DEM) falou em seu programa eleitoral sobre o caos na segurança pública do Estado. Na ocasião, ele enfatizou que o cerco contra o tráfico de drogas será fechado e que o policiamento no Estado será implacável contra o crack e outras drogas que tornou Sergipe um lugar violento e inseguro para a população.

"Vamos colocar toda a polícia em combate permanente contra o tráfico, com ênfase no enfrentamento da epidemia do crack, combatendo a violência nas escolas. Teremos no mínimo um policial em cada escola. Vamos reestruturar o setor de chamadas urgentes para que os apelos da população tenham pronto atendimento. Vamos envolver toda a sociedade e toda a comunidade nesta luta sem trégua contra a bandidagem".

João ainda informou que voltará com o convênio com os rádio-táxis que estarão conectados diretamente com a Central de Polícia, fazendo com que as informações cheguem em tempo real a Secretaria de Segurança Pública. "Vamos contratar milhares de jovens em idade de primeiro emprego para executar os serviços burocráticos nos quartéis e delegacias, liberando milhares de policiais para combater a criminalidade nas ruas. Reativaremos o Batalhão Especial, aproveitando a experiência de policiais aposentados na segurança patrimonial", prosseguiu.

Em seu discurso, João Alves informou que vai interiorizar a Polícia Judiciária. "Vamos criar o policiamento comunitário, reestruturar as organizações policiais, integrando todas as secretarias do Governo no combate a criminalidade". Nosso programa envolve não apenas as ações policiais de repressão ao crime, mas também ações educativas, preventivas e de promoção social. Segurança pública humana e de qualidade será meu compromisso com o povo sergipano".

João Alves anuncia Platô de Neopólis

Milhares de trabalhadores rurais haviam sido beneficiados com a implantação do Platô de Neópolis, onde tínhamos áreas irrigadas e voltadas para a Fruticultura - atividade que mais gera empregos no campo. Criminosamente o atual governo autorizou, por razões inimagináveis, restaurar o latifúndio que tínhamos acabado. Isso acabou gerando milhares de desempregados", a afirmação é do candidato a governador pela coligação "Em Nome do Povo", João Alves Filho, ao informar que contestará na justiça as ações do atual Governo nas terras do Platô que beneficiaram apenas três empresários da área de usina alcooleira.

Localizado à margem direita do rio São Francisco, a 97 km de Aracaju, o projeto abrange uma área total de 7.500 km², que compreende os municípios de Neópolis, Japoatã, Pacatuba e Santana do São Francisco.

O plano elaborado por João Alves beneficiaria os agricultores da região com as culturas de coco, banana, milho, manga, mudas cítricas, maracujá e melão. Em sua gestão, dos 10,4 mil hectares, aproximadamente 8 mil já possuíam irrigação, mas durante o atual governo a produção no Platô - que já estava se preparando para produzir milhares de toneladas de frutas foi paralisada. Um exemplo disso foi a suposta propostas de automação do sistema de irrigação, que proporcionaria menos consumo de energia elétrica, e que praticamente não saiu do papel.

Dos 40 lotes divididos, apenas cinco não eram utilizados e os agricultores tinham à sua disposição projetos que especificavam as culturas. A produção de coco do Platô era a maior do Brasil, com 350 mil pés, cada um produzindo 200 cocos por ano.

Por conta de ociosidade do governo petista, em 2007 o projeto gerou apenas 500 empregos e boa parte da área foi tomada pelo MST. O pouco produzido no projeto pertence a três grupos empresariais que utilizam a irrigação da região em benefício próprio. Demonstrando insatisfação pela atual situação do Platô, o candidato do Democratas denominou a ação do Governo Deda como "o maior crime público já realizado contra o trabalhador rural do Nordeste do Brasil".

Em entrevista a um portal de internet de Sergipe, João esclareceu que durante seu governo foram criados milhares de empregos diretos e indiretos nos vários municípios localizados em torno do Platô de Neopólis, mas que na atual gestão muita coisa foi anulada, prejudicando milhares de famílias de agricultores rurais do interior.

Fonte: Universo Politico

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