segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Licença especial dos PMs e BMs não será mais indenizada
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Comissão aprova licença para acompanhar cônjuge dos bombeiros militares do DF
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
PM lamenta falecimento do sargento José Carlos Sales
A Polícia Militar de Sergipe lamenta o falecimento do 2º sargento José Carlos Sales dos Santos, 44, vítima de disparos de arma de fogo, na noite da quinta-feira, 20, no povoado Chico Gomes, no município de Areia Branca, interior sergipano.
Sargento Sales estava à paisana, no interior do seu veículo, aguardando a chegada da esposa em um ponto de ônibus localizado próximo à rodovia BR-235 quando, por volta das 20h30, fora atingido por três disparos de arma de fogo supostamente desferidos por dois indivíduos que transitavam em uma motocicleta. No momento do crime, a filha do casal, de cinco anos, dormia no interior do automóvel.
Os homicidas apenas levaram a arma do policial militar, uma pistola possivelmente pertencente à Corporação. Ele ingressou nos quadros da Polícia Militar em 1º de marco de 1989, estava lotado na 1ª Companhia do 1º Batalhão de Polícia Comunitária (1ª Cia/8º BPCom), na cidade de São Cristóvão, mas encontrava-se afastado das atividades, em gozo de licença especial.
O policial não tinha inimigos aparentes, estava no comportamento ótimo, era querido entre os colegas de trabalho e pela comunidade do povoado Chico Gomes, onde tinha um sítio. O corpo do militar será velado na residência do casal, na rua 1 nº 81, no Conjunto Eduardo Gomes, em São Cristóvão. Sargento Sales parte deixando esposa e três filhos.
Mais informações sobre o velório e o sepultamento serão divulgadas posteriormente pela Assessoria de Comunicação da PM.
Fonte: PMSE
A Diretoria da ASPRA SERGIPE lamenta o trágico falecimento de mais um de nossos companheiros. Esperamos que os autores sejam identificados e que a justiça se faça. À família e amigos queremos expressar o nosso pesar e pedir a Deus que console a todos, e que tenha o Sales em bom lugar.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Capitão Samuel apresenta proposta de modernização da Polícia Militar e legislação do BM

Nós sabemos que vêm os feriados da semana santa, então, pedindo a atenção e a compreensão dos nobres deputados aqui presentes, vou fazer uma apresentação daquilo que foi discutido com a categoria, com o Comando Geral da Corporação e enviado para o governador do Estado. Apresentar para que quando o projeto chegue a esta Casa os colegas deputados já tenham conhecimento do que se trata para facilitar essa aprovação e garantir que a promessa do governador por escrito, seja, uma realidade no dia 21 de abril”, declarou Samuel Barreto.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Samuel considera impossível governo colocar mil PMs por noite no Pré-Caju
Carga horária de 36 horas
Aprovação da Lei de Fixação de Efetivo e Lei de Organização Básica (LOB)
Etapa Alimentação
Gratificação de Habilitação de Curso de até 40% do soldo (gratificação que foi retirada da categoria no ano de 2005)
Exigência de nível superior para ingresso na carreira militar
Gratificação de 1/3 aos 25 anos de serviço
Adicional noturno
Aposentadoria do policial militar ou bombeiro militar feminino facultativa aos 25 anos de efetivo serviço
Aposentadoria do policial militar ou bombeiro militar compulsória aos 30 anos de efetivo serviço
Alteração na legislação para que os militares possam ser promovidos ou aposentados mesmo respondendo a processos
Alteração na legislação para que os militares possam exercer cumulativo com a função o cargo de professor
Pagamento da indenização da licença especial com base no salário bruto do militar
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
PM tem o mesmo efetivo há 20 anos
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Asprase volta a questionar indenização da LE
Por Anderson Araujo
A forma diferenciada como o Governo do Estado trata a questão do pagamento da indenização da Licença Especial dos policiais militares, em comparação aos demais servidores públicos, só tem trazido insatisfação e causado prejuízos para a categoria. É o que revela o presidente da Associação de Praças Militares de Sergipe (Asprase), sargento Anderson Pereira Araújo.
O sargento Anderson Araújo explica que a Licença Especial para alguns servidores é concedida de cinco em cinco anos, enquanto que para os policiais militares é de 10 em 10 anos. O militar pode gozar a licença especial de duas formas: tirar seis meses de licença ou optar por receber o benefício durante três meses e receber em dinheiro os três meses restantes.
Só que a situação só tem se agravado, garante o sargento, já que atualmente os policiais militares ficam cada vez mais impossibilitados de gozar deste benefício que é um direito garantido. "Quando um policial solicita a Licença Especial, chamada também de licença prêmio por outros servidores, o comando da PM alega que não pode conceder porque o efetivo está defasado", explica.
E como se não bastasse as alegações do Comando da PM/SE, o Governo do Estado também tem suas justificativas para não pagar a indenização da Licença Especial quando o militar solicita. "O governo alega que o Estado não dispõe de condições financeiras para fazer o pagamento", enfatiza o sargento Anderson Araujo.
O sargento explica que a forma diferenciada de pagar a indenização aos militares reside no fato de que o limite é de 75% do valor calculado, enquanto os demais servidores como policiais civis e peritos, por exemplo, recebem 75% sobre a remuneração total. A mudança passou a ocorrer quando a Lei Complementar n° 169/2009 ganhou uma nova redação.
"Por exemplo, um policial militar com salário de R$ 5.773,00 e soldo de R$ 3.711 a diferença no pagamento da indenização da Licença Especial tem uma diferença de quase $ 2.000,00", exemplifica o sargento Anderson Araujo, observando que o Governo do Estado alterou a Lei sem uma razão justificável, o que só tem prejudicado a categoria.
Para encontrar uma solução para o problema, o sargento Anderson Araújo disse que a categoria questionou a Secretaria de Segurança Pública solicitando a correção da referida distorção. Foi quando a Procuradoria Geral do Estado (PGE), através do procurador responsável pelo Parecer 401/2011, Ronaldo Ferreira Chagas, se pronunciou dizendo que não há qualquer vício de inconstitucionalidade na Lei que trata do pagamento diferenciado da indenização da licença, porque a Lei Militar é diferenciada.
Por outro lado, ressalta o sargento Anderson Araujo, o procuador Ronaldo Chagas deixa claro em seu parecer que pode haver mudança na forma de cálculo da Licença Especial, desde que seja encaminhado para a Assembleia Legislativa um Projeto de Lei. A partir de então, nos foi pedida em junho deste ano a formação de uma comissão com representantes do Comando da PM/SE e Associações Militares.
Esta comissão, relata o sargento, elaborou propostas de lei que foram encaminhadas, mas que até hoje não houve e uma resposta. "Por isso, resolvemos trazer esta questão a público através da imprensa, pra vermos se o governo dá um desfecho nessa distorção na forma diferenciada como a indenização da Licença Especial é paga aos militares", concluiu justificando o sargento Anderson Araujo.
Governo do Estado - Sobre a falta de resposta do Governo do Estado em relação à proposta de lei que teria sido encaminhada pela Comissão, a reportagem do Correio de Sergipe entrou em contato com o secretário de governo em exercício, Milton Bispo, que informou que o titular da pasta, Chico Buchinho, não foi convidado para participar da Comissão para discutir a questão.
"Chico Buchinho me disse que foi o deputado estadual capitão Samuel que agendou encontro para tratar da comissão que elaboraria a proposta de lei. Por isso ele não está sabendo como é que ficou esta questão junto ao Governo do Estado", explicou Milton Bispo, salientando que Chico Buchinho se encontra de licença do cargo porque se submeteu a uma cirurgia.
Fonte: Correio de Sergipe
Leia também PGE emite parecer e deixa claro que mudança na lei da LE depende do governo e entenda melhor o caso.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Sargento Araújo concede entrevista ao Programa Blitz
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Licença Especial de militares será analisada pela PGE
Representantes das Associações de Praças Militares de Sergipe (Asprase) e dos Subtenentes e Sargentos (ASSPM) estão pleiteando junto à Secretaria da Segurança Pública (SSP) o estabelecimento da igualdade de tratamento entre os servidores da Segurança Pública no que diz respeito a direitos referentes à indenização da Licença Especial (LE), concedida a cada dez anos de efetivo serviço prestado por um servidor.
O fato questionado pelas associações é que os servidores militares (PMs e Bombeiros) são os únicos que têm este benefício calculado sobre o seu vencimento base (soldo), enquanto os policiais civis, peritos criminais e agentes prisionais, por exemplo, têm o calculo efetuado sobre a remuneração total. Além disso, o cálculo da indenização para os militares é feito sobre o valor do soldo do posto ou graduação que o militar titularizava à época em que adquiriu o direito, o que não ocorre com os servidores civis.
A entrega do documento aconteceu no último dia 25 ao secretário da Segurança Pública, João Eloy de Menezes, que recebeu a solicitação das mãos dos sargentos Anderson Araújo Alexandre Prado.
Para os representantes das associações, o desconto representa uma perda significativa para os servidores militares e precisa ser revisto. Segundo o sargento Araújo, até o advento da Lei Complementar nº 169/2009, a indenização da LE era regida pela Lei nº 4.014/98, que dispunha que a referida indenização deveria ser calculada com base na remuneração percebida à época do deferimento, nunca excedendo a 75% do valor total calculado.
Araújo afirma não entender porque houve alteração da regra para os militares, já que houve a manutenção da mesma regra para os servidores civis. "Não entendemos porque o governo teve essa atitude. Para nós isso caracteriza um tratamento diferenciado e injusto, por isso procuramos o secretário João Eloy na tentativa de resolvermos essa questão de maneira pacífica, pois acreditamos na seriedade do seu trabalho", afirmou. O presidente da Asprase disse ainda que antes de conversar com o secretário João Eloy, já conversou também com representantes do Comando da PM e do Corpo de Bombeiros em busca de apoio para solucionar o problema.
Conforme informou o sargento Prado, o secretário afirmou que irá consultar a Procuradoria Geral do Estado (PGE) para saber o posicionamento do órgão a respeito do assunto. "Feito isso poderemos avançar para outros estágios de negociação. Estamos esperançosos que a PGE reconheça que nossa reivindicação é justa, como fez recentemente a respeito das dispensas médicas", afirmou o sargento.
Os representantes aguardarão a resposta da PGE e manterão contato constante com a SSP. João Eloy se comprometeu em solicitar do órgão o máximo de brevidade para responder à consulta. "Estamos discutindo a questão na via administrativa, mas caso a PGE se posicione contrária ao nosso entendimento, buscaremos outras formas de reaver nossos direitos", declarou o sargento Araújo.
Fonte: Portal Infonet
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Presidente da Comissão de Segurança Pública da AL recebe presidentes da Asprase e ASSPM
No final da tarde de hoje, 13, os presidentes da Asprase, sargento Araújo, e da Associação dos Subtenentes e Sargentos (ASSPM), sargento Prado, estiveram reunidos com o deputado estadual Mardoqueu Bodano (PR), presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa (ALESE).
O objetivo do encontro foi pedir o apoio do deputado através da Comissão de Segurança Pública para solucionar o problema do tratamento diferenciado dado pelo Estado aos servidores militares em relação aos servidores civis da segurança pública, no que diz respeito ao direito de indenização pecuniária referente a 50% do período da Licença Especial (LE).
Apesar de essa legislatura estar chegando ao fim, os presidentes das duas associações consideraram importante a visita, pois a busca de apoios a esta causa poderá abrir caminho para que se busque futuramente novos apoios para a solução de outros problemas. Na luta pela igualdade da LE já foram visitados os Subcomandantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, além do deputado Pastor Mardoqueu.
A Asprase e a ASSPM aguardam também o agendamento de uma reunião com o Secretário da Segurança Pública, João Eloy, para tratar do assunto. O deputado Pastor Mardoqueu prometeu fazer o esforço possível para ajudar no encaminhamento da questão junto às demais autoridades até o término do seu mandato, quando pelo que informou o deputado, o seu gabinete passará a ser ocupado pelo deputado eleito Capitão Samuel.
Para entender mais sobre a questão da LE leia as matérias relacionadas clicando nos links abaixo.
LE: Asprase pede igualdade de tratamento na Segurança Pública
Presidente da Asprase é recebido pelo Subcomandante da PM
Comandante em exercício do CBM recebe associações e discute licença especial
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Comandante em exercício do CBM recebe associações e discute licença especial
Aconteceu na manhã desta terça-feira, 30, uma reunião entre o Comandante em exercício do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBM/SE), coronel Ionaldo Santos, e representantes de três associações dos militares. A reunião solicitada pelo presidente da Asprase, sargento Araújo, teve também a participação dos presidentes da ASSPM/SE, sargento Prado, e da ASBOM, sargento Neyme, e do diretor de esportes da ASBOM, sargento Waney.
O objetivo do encontro foi levar ao CBM a discussão sobre a questão da indenização de 50% do período da licença especial (LE) para os policiais e bombeiros militares, e pedir o apoio do Comando para solucionar o problema, já que no entendimento das associações está havendo prejuízo para os militares em relação aos servidores civis.
O motivo desse entendimento é que os servidores civis, em especial os que atuam na segurança pública, recebem a indenização da licença prêmio calculada sobre sua remuneração bruta à época do deferimento, enquanto os militares têm o cálculo efetuado apenas sobre o soldo do posto ou graduação que titularizavam à época da aquisição do direito.
Por conta disso a Asprase iniciou um trabalho na tentativa de reverter tal situação. A entidade encaminhou ofícios aos Comandos da PM e do CBM, à Secretaria de Segurança Pública (SSP) e ao próprio governador do Estado, Marcelo Déda. Em seguida a associação iniciou o diálogo com as autoridades que podem atuar no sentido de resolver o problema em questão.
O primeiro encontro foi realizado com o Subcomandante da PMSE, que prometeu apoio no caso e solicitou à 1ª Seção do EMG (PM/1) a análise e a emissão de parecer sobre o conteúdo do ofício da Asprase. A reunião com o coronel Ionaldo, Comandante em exercício do CBM é o segundo encontro em busca do apoio das Corporações. O Cel Ionaldo também se comprometeu em apoiar o pleito das entidades e enviar o documento recebido para análise pela DRH (Diretoria de Recursos Humanos), a fim de obter um parecer técnico da instituição.
Deferência
O presidente da ASBOM (Associação Sergipana dos Bombeiros Militares), sargento Neyme Mateus, elogiou a atitude do presidente da Asprase e agradeceu a deferência demonstrada ao convidar a ASSPM e a ASBOM para tomar parte na reunião. Segundo Neyme, tal atitude demonstra respeito e interesse em solucionar os problemas comuns aos PM's e bombeiros, sem a preocupação de quem ficará com a "fama", opinião compartilhada com o sargento Prado, presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos (ASSPM/SE).
Para o sargento Araújo, o importante é a conquista do objetivo, independente de quem ficará com os "louros da fama". Segundo ele, esse foi o comportamento que tiveram a Asprase e outras associações durante o movimento "Tolerância Zero", e o mesmo comportamento se mantém até hoje pela maioria das associações.
"Convidamos o sargento Prado por ser um parceiro e amigo de muitos anos, que só não participou da reunião na PM por uma impossibilidade. Quanto aos colegas da ASBOM, nada mais justo do que convidá-los para essa reunião no CBM, que é a casa deles e que eles conhecem muito melhor que nós. O apoio da ASBOM junto ao Comando do CBM será certamente muito importante", declarou o sargento Araújo.
O presidente da Asprase afirmou que o próximo passo da associação na luta pela igualdade de direitos referente à LE será tentar uma reunião com o secretário da Segurança Pública ou com seu secretário-adjunto. Segundo Araújo, os primeiros contatos já foram feitos com esse objetivo e a reunião poderá acontecer nos próximos dias.
Obs.: Em breve serão publicadas fotos do encontro.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Presidente da Asprase é recebido pelo Subcomandante da PM
terça-feira, 9 de novembro de 2010
LE: Asprase pede igualdade de tratamento na Segurança Pública
A indenização da LE (ou da Licença Prêmio) é devida ao servidor que não quiser gozar integralmente a licença à qual fizer jus, sendo concedido o direito de o servidor requerer a indenização de até 50% (cinquenta por cento) da mesma licença em pecúnia.
O pedido feito pela Asprase basea-se no fato de que os servidores públicos civis, em especial os da área da segurança pública (policiais civis e servidores da Coordenadoria de Perícias) e os agentes do Sistema Prisional, recebem a indenização calculada sobre o valor da remuneração percebida no mês do deferimento, sendo o valor da indenização limitado a 75% (setenta e cinco por cento) do valor total calculado.
Para os servidores militares, a situação é diferente, pois o valor da indenização da Licença Especial é calculado tomando por base o soldo do posto ou graduação que o militar titularizava à época em que adquiriu o direito à LE, e não a remuneração total, como ocorre com os servidores civis.
Para a Asprase, o cálculo da LE sobre o soldo, que é apenas parte da remuneração do militar, traz prejuízos à classe. "Defendemos que o tratamento dado aos servidores seja igualitário, como manda nossa Constituição Federal, pois não há razão que justifique essa diferença na forma de calcular a indenização da LE", afirmou o sargento Araújo, presidente da Asprase.
Araújo informou que encaminhou ofícios aos Comandos da PM e do Corpo de Bombeiros, ao Secretário da Segurança Pública e também ao governador Marcelo Déda. "Nossa intenção é fazer com que estas autoridades analisem nossos argumentos, reconheçam que o governo está cometendo um equívoco e atuem no sentido de mudar essa realidade", disse o sargento.
No ofício ao governador Déda, a Asprase solicitou a elaboração de um projeto de Lei Complementar alterando o art. 64, § 7º, da Lei 2.066/76 (Estatuto dos Policiais Militares de Sergipe), para que se garanta ao policial e ao bombeiro militar a indenização da LE na mesma forma que é concedida aos servidores civis, ou seja, calculada sobre a remuneração total à época do deferimento, o que representaria um ganho significativo para os militares.
Para o presidente da Asprase há várias questões que precisam ser revistas em relação aos direitos dos servidores militares do Estado, e todas elas só receberão atenção se a classe continuar coesa e mobilizada em defesa dos seus direitos. Araújo diz esperar que a partir do próximo ano, com um deputado na Assembleia Legislativa, o Capitão Samuel, o diálogo dos militares com o governo possa ser facilitado.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
PM: Curso "post-mortem"
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