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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Polícia Civil paralisa atividades por 12h em Sergipe

Categoria aguarda resposta do governo sobre reivindicações

Foto: Portal Infonet

Em greve, Policiais Civis e Servidores da Coordenadoria Geral de Perícias (Cogerp) paralisam por 12 horas nessa sexta-feira, 25, e ficarão em vigília das 7h às 19h. Neste momento as categorias ocupam as dependências Secretaria de planejamento do Estado (Seplag), onde ocorrerá uma reunião para tratar sobre as reivindicações dos servidores.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe (Sinpol), Antônio Morais disse que a expectativa é de que os itens sejam atendidos. Ainda segundo o sindicalista, as propostas apresentadas durante a reunião desta sexta-feira serão avaliadas pelos servidores, durante a assembleia que será realizada ainda hoje, às 15h, quando decidirão pelo fim da greve ou pela continuidade.

Prazo

Ainda segundo ele, o prazo estabelecido pela categoria para que o governo lhes apresente uma proposta, se encerra nesta sexta-feira, 25. “O sindicato estabeleceu como prazo razoável para esperar uma reposta do governo. Essa e a terceira reunião com o Governo do estado e vamos avaliar se concordamos com as propostas se a categoria não aceitar retomamos a greve na próxima segunda-feira”, garante.

A categoria reivindica pela promoção automática por curso, o reconhecimento da situação funcional dos servidores da Cogerp e dos remanescentes da polícia civil e a imediata reintegração dos 15 agentes da polícia civil, que foram desligados há três anos. Farão parte da reunião os a Seplag, Sefaz, PGE, SSP, PC, Adepol e Sinpol. Após a reunião a categoria volta a se reunir ainda nesta sexta-feira, Policiais Civis e Servidores da COGERP estarão reunidos em assembleia geral no auditório da Academia de Polícia. Na oportunidade, a categoria discutirá sobre a possível retomada de greve caso a pauta mínima não seja atendida. 
 
Eliene Andrade 
 
Fonte: Portal Infonet

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Insatisfeitos, militares decidem por caminhada e vigília em Alagoas

Na tarde desta sexta-feira (22) foi realizada uma assembleia geral dos policiais e bombeiros militares na sede da Associação dos Subtenentes e Sargentos Militares de Alagoas (ASSMAL) com a finalidade de repassar à categoria o resultado da última reunião ocorrida entre os representantes da categoria e a Segesp.

Ficou decidido que até o dia 05 de março, data da próxima reunião com o Governo de Alagoas sobre o realinhamento da tabela de subsídio da categoria, a tropa realizará diversas manifestações.

Inicialmente as lideranças militares irão visitar as unidades do Corpo e Bombeiros e Polícia Militar. Neste encontro vão ser repassadas informações para a categoria sobre as negociações. Além disso, os militares serão convocados para participar das manifestações.

Caminhada

Em 28 de fevereiro, os militares vão sair em caminhada pelas ruas do Centro de Maceió, a fim de chamar a atenção da sociedade para o descaso com a os policiais e bombeiros militares. A concentração será às 14 horas na Praça dos Martírios, no Centro.

Vigília

No dia 04 de março, a partir das 18 horas, a categoria dará início a uma vigília na porta da Secretaria de Gestão Pública (Segesp), no Centro. A mobilização só acabará na terça-feira (05) de março, após a reunião entre a secretária adjunta da Segesp, Ricarda Calheiros e as lideranças militares.

As esposas dos militares também vão engrossar o movimento e irão acompanhar às negociações de perto em apoio aos seus maridos. “Esta é uma briga nossa também, pois queremos dignidade para nossas famílias. Queremos educar e alimentar nossos filhos de forma honrada. Por isso, convoco todas as esposas para se juntar ao movimento”, disse a esposa de policial, Maria Amélia.

Além disso, os motoristas de viaturas só sairão com os veículos oficiais no dia cinco de março, caso possuam o curso de condução de veículos de emergência.

Movimento Unificado dos Militares

Assessoria de Imprensa/Paraíba no QAP

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Polícia e Judiciário vão aderir à paralisação

Com a suspensão das negociações, servidores se organizam para interromper atividades em áreas estratégicas. População começará a sentir o baque nos serviços

As últimas decisões do governo federal em relação à campanha salarial de 2012 dos servidores públicos federais exaltaram os ânimos dos grevistas. A suspensão das negociações, o adiamento do prazo para apresentação de uma proposta às reivindicações e o Decreto nº 7.777, que permite a substituição dos trabalhadores parados por terceirizados e funcionários de estados e municípios, caíram como baldes de água fria sobre as lideranças sindicais. Com as determinações da Presidência da República, trabalhadores de outros órgãos já falam em engrossar a paralisação nacional nos próximos dias.

Aproveitando as atenções para o julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), o Judiciário já sinalizou que cruzará os braços nas primeiras semanas de agosto. A Polícia Federal promete para o fim da tarde de hoje uma vigília em frente ao Palácio do Planalto, e não descarta a possibilidade de greve geral. Também hoje, às 9h, os fiscais federais agropecuários farão assembleia para definir se aderem à paralisação nacional.

No caso da Justiça Federal, a previsão é de que a categoria interrompa as atividades até 15 de agosto, prazo para que o STF encaminhe uma proposta com os pedidos de reajuste ao Ministério do Planejamento. Nessa data, os servidores devem participar de uma marcha nacional organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Esplanada dos Ministérios.

Já os policiais federais foram atingidos pelo cancelamento da agenda de negociações do Executivo. A reunião que eles teriam esta manhã com o Ministério do Planejamento foi transferida para a semana entre 13 e 17 de agosto. A categoria exige reestruturação da carreira, aumento salarial e realização de concurso público para a redução do número de trabalhadores terceirizados dentro da corporação.

Apoio

Homologado na semana passada a pedido da presidente Dilma Rousseff, o Decreto nº 7.777 tem causado revolta, sobretudo, entre os grevistas da Receita Federal e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ambos os órgãos já publicaram portarias adotando a decisão, enquanto durar a paralisação de seus servidores, o que tem dificultado a liberação de mercadorias — inclusive essenciais, como medicamentos — nos portos do país.

Em reunião com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, na última sexta-feira, os representantes dos servidores das agências reguladoras protestaram contra o decreto e chegaram a pedir ao ministro que interceda perante o Palácio do Planalto e ao Ministério do Planejamento para que as reivindicações da categoria sejam atendidas.

Fonte: Correio Braziliense/Site do Exército/Blog do Lomeu

Para saber mais:

Decreto de Dilma enfraquecendo greves desagrada sindicalistas:

Governo publica decreto para dar continuidade a serviços públicos:

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Policiais invadem Salão Verde em protesto por votação de PECs

Os manifestantes ocuparam o Salão Verde após o adiamento das votações desta terça-feira.

Insatisfeitos com a demora na votação da proposta de piso salarial para os policiais dos estados (PECs 300/08 e 446/09), representantes da categoria invadiram o Salão Verde da Câmara na noite desta terça-feira. Também participam do protesto agentes penitenciários que cobram a votação da PEC 308/04, sobre a criação da Polícia Penal. Os manifestantes prometem passar a noite em vigília na Câmara.

Integrantes da Polícia Legislativa afirmaram que houve tumulto no momento da invasão e que servidores da Casa foram agredidos. Os policiais negaram a violência e acusaram os servidores de usar armas de choque contra os invasores. De acordo com o 1º vice-presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), dois servidores da Casa foram feridos durante a invasão. Ele disse não ter notícia de agressão a qualquer manifestante.

O presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis, Jânio Bosco Gandra, disse que a invasão foi causada pelo bloqueio feito pelos seguranças da Câmara para impedir o acesso ao plenário. Os policiais só podiam circular livremente no Anexo 2 da Câmara, onde ficam as salas das comissões. “Como uma pessoa comum entra na Casa e o policial não pode entrar? Isso mexe com os brios de cada um e com a autoestima da categoria”, disse Gandra.

Marco Maia informou que os policiais legislativos foram orientados a acompanhar a vigília sem violência, respeitando o direito de manifestação e registrando quaisquer excessos cometidos. “O protesto será tratado com a maior tranquilidade possível, para evitar a violência, mas o patrimônio da Casa também deve ser preservado”, disse.

O piso dos policiais e bombeiros dos estados foi aprovado em primeiro turno em julho deste ano. A votação em segundo turno pode acontecer nesta quarta-feira (18), se houver quórum e acordo entre as lideranças. Quanto à criação da Polícia Penal, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) deve apresentar um texto de consenso aos parlamentares para que o tema seja incluído em pauta.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Policiais e bombeiros podem parar a nível nacional

A segurança pública a nível nacional pode estar comprometida a partir de abril. O aviso foi dado pelo presidente da ANASPRA, o deputado distrital, Cabo Patrício (PT), na manhã desta terça-feira (09), em entrevista ao radialista George Magalhães, no programa Liberdade sem Censura.

Patrício disse durante a entrevista que é preciso votar a PEC 300 (que equipara o salário da PM com Brasília), até o mês de abril e, caso isso não aconteça, já que é ano de eleição e a legislação não permite reajuste a funcionários a partir daí. “Nós vamos deflagrar a operação padrão, ou seja poderá ocorrer uma greve a nível nacional”, disse Patrício.

O capitão Samuel, presidente da ASSOMISE, propôs que seja feita uma grande manifestação em frente ao congresso nacional. Samuel quer reunir o maior número possível de Policiais e Bombeiros Militares, de todos os estados e a partir daí, montarem acampamento em frente ao congresso. “Vamos reunir o maior número de PMs e BMs e vamos acampar em frente ao congresso. Daqui nós vamos tentar levar uns dois ônibus e claro, com policiais que estejam em férias para não afrontar o comando e não comprometer a segurança do estado”, disse Samuel.

Em Sergipe a situação começa a se complicar por conta das negociações que não avançam junto ao governo. Nesta segunda-feira, o gestor da Associação Beneficente dos Servidores Militares, Sargento Vieira, chegou a denunciar perseguição por parte do comando geral da PM, aos gestores das associações.

Vieira disse que aqui, poderá ser deflagrado o “Tolerância Zero”. O Tolerância Zero consiste na execução dos trabalhos militares dentro da total legalidade. Essa situação aconteceu no início do ano passado para mobilizar a classe em torno das reivindicações de melhoria salarial. No decorrer da ação, os PMs’ não admitiam ir para as ruas com viaturas com pouco combustível ou com pneus carecas, ou ainda em carros não licenciados. A operação contou com apoio de diversos políticos e segmentos da sociedade civil e resultou em reajuste salarial que já vem sendo pago de forma escalonada. Agora, as reivindicações giram em torno da carga horária e da exigência de nível superior para ingressar na PM.

Uma nova assembléia estará sendo marcada para discutir o assunto e caso o governo não reveja a situação, os PMs irão acampar em frente a Assembléia Legislativa.

Fonte: Coluna Senadinho

terça-feira, 14 de julho de 2009

Reajuste: Militares querem votação de projeto

Projeto de reajuste está na AL. Nesta manhã eles ocuparam bancada para cobrar votação


Os policiais militares do Estado de Sergipe ocuparam a bancada da Assembléia Legislativa (AL) nesta manhã, 14. Eles prometem fazer uma vigília no local para acompanhar a votação do projeto de reajuste salarial da categoria que já foi apresentado pelo Governo do Estado e aprovado pelos militares.

“A votação do reajuste está na casa (AL) desde ontem (segunda-feira) e viemos aqui para pressionar a votação dos parlamentares para que ainda neste mês o pagamento já seja reajustado”, informou o presidente da Associação de Praças de Sergipe, Anderson Araújo. Segundo ele, a equiparação salarial dos militares com os civis é o principal motivo da luta da categoria.

Anderson Araújo, presidente da Associação de Praças de Sergipe 

“A distância do nosso salário com o da Polícia Civil é muito acentuada e o governo não pôde equiparar de pronto, mas ofereceu um reajuste desmembrado, começando neste mês e finalizando em dezembro de 2010. Ao final, o reajuste chegará a 84%. A categoria aceitou, suspendeu a paralisação e retornou aos trabalhos por conta disso. Agora precisamos do apoio dos parlamentares”, esclareceu.

A proposta do Governo contempla toda categoria militar, incluindo os bombeiros. Durante os seis dias de paralisação realizado pelos policiais no último mês, o atendimento à população foi realizado de forma precária. “Agora, com esse reajuste, a polícia está trabalhando com mais satisfação. E, com isso, oferecer mais segurança à população. Dá para comprovar isso com o aumento do número de prisões que estão sendo feitas”, afirmou Araújo. 

Fonte: Emsergipe.com

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Juiz militar interroga líderes de associações

Após o trato firmado com o Comando da Polícia Militar, quatro líderes das Associações Militares Unidas foram na manhã de ontem ao Fórum Gumercindo Bessa, no Centro Administrativo, onde passaram cerca de quatro horas e meia sendo interrogados pelo juiz Diógenes Barreto, da Auditoria Militar do Tribunal de Justiça. A audiência é relativa a um processo movido em 23 de abril pelo promotor Jarbas Adelino Júnior, do Ministério Público Militar, que denunciou o capitão Samuel Barreto e os sargentos Alexandre Prado, Edgar Menezes e Jorge Vieira por crime de motim – rebelião contra autoridade constituída, cuja pena varia entre quatro e oito anos de prisão.

A denúncia se refere a uma vigília dos militares marcada para ocorrer no dia 16 de abril, em frente ao Palácio de Despachos, sede do governo estadual, como parte de um calendário de protestos para pressionar o governo. A realização da vigília é citada pelo promotor como indício de crime de motim, pois atentou contra os princípios da hierarquia e da disciplina. O sargento Vieira negou que a vigília tenha acontecido naquele dia, pois os militares que foram para lá haviam sido orientados a seguir para a sede da Secretaria Estadual de Administração (Sead).

De acordo com ele, houve uma quebra de acordo por parte do coronel Alberto Magno Silvestre, então comandante da PM. “Ele disse que não aconteceria nada com quem fosse ao ato, desde que ele fosse com pessoas de folga e desarmadas. Mas, por debaixo dos panos, ele encaminhou a denúncia ao Ministério Público”, argumentou Vieira, frisando que tanto ele quanto seus colegas estão tranqüilos quanto ao processo. Magno foi arrolado como testemunha de acusação do processo, juntamente com o coronel João Ribeiro Oliveira, seu então subcomandante.

De acordo com o juiz Diógenes Barreto, os coronéis serão interrogados em 1º de outubro deste ano, para quando a próxima audiência do processo foi marcada. Já a defesa de cada um dos réus tem direito a indicar cinco testemunhas para serem ouvidas. O magistrado prevê que o julgamento dos líderes da Unidas deve ocorrer até o fim do ano. Participam dele quatro oficiais que integram o Conselho Especial de Justiça Militar, sendo dois majores e dois tenentes-coronéis da PM.

Fonte: Jornal do Dia

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Protesto de militares na Orla chama a atenção de populares


Policiais e bombeiros militares de Sergipe realizaram mais um ato do movimento Tolerância Zero. Foi na noite do último sábado na Orla de Atalaia, onde centenas de militares realizaram a queima do Judas, que foi popularmente batizado de "Risadinha". O ato tinha como objetivo fazer a queima do soldo, em protesto ao tratamento desigual existente na SSP/SE no tocante aos salários das duas instituições ligadas à secretaria (Polícias Civil e Militar).

Os militares também ficaram indignados com a confirmação dada pelo próprio secretário Kércio Pinto de que este não apresentou ao secretário de Administração, Jorge Alberto, a proposta entregue pelos militares no dia 03 de fevereiro, fato constatado em reunião no dia 03 de abril.

Os militares seguem com a mobilização no próximo dia 16/04, quando realizam vigília durante 24 horas próximo ao Palácio de Despachos, na Av. Adélia Franco. Depois da vigília, no próximo dia 23/04, está prevista uma assembléia geral, na qual os militares podem decidir por um acampamento por tempo indeterminado caso o governo não tenha apresentado nenhuma contra-proposta.

Veja abaixo matéria exibida no SE TV 2ª Edição, em 13/04/2009.
http://emsergipe.globo.com/multimidia/?id=27712

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Militares farão protesto com queima do soldo na Atalaia

No próximo sábado, 11, os policiais e bombeiros militares mobilizados na luta por melhoria salarial farão mais um ato programado pelas Associações Unidas. Será a queima do soldo, numa alusão à queima do Judas, tradicionalmente realizada no sábado de Aleluia.

O ato será realizado na Passarela do Caranguejo, na Orla de Atalaia, próximo ao Bar Coqueiral. Lá os militares queimarão um boneco que representará o soldo dos policiais e bombeiros militares. Há quem diga que depois de assumir perante as lideranças da classe, em reunião realizada na SEAD, que ainda não tinha encaminhado a proposta apresentada pela categoria para os estudos necessários, o secretário Kércio Pinto acabou se tornando um fortíssimo candidato a ser o "Judas" dos militares.

Os líderes do movimento informam que o ato acontecerá a partir das 21:00h, e solicitaram dos militares que levassem uma cópia do seu contracheque para ser queimada com o boneco, além de uma vela. "Vamos queimar esse soldo vergonhoso, que tem levado muitos colegas a morrerem nos bicos em busca de melhoria de vida para suas famílias", declarou o sargento Araújo, da Asprase.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

SSP tenta desestabilizar manifestação PM

Nesta quarta feira (08), mais de 300 policiais militares, compareceram ao Hemose onde fizeram doação de sangue. Esta ação foi uma forma de manifestação feita pelas Associações Unidas da Policia Militar, sensibilizar o governo para que continue as negociações com a classe. De acordo com o presidente da Associação dos Oficiais Militares de Sergipe (Assomise), capitão Samuel Alves Barreto, enquanto os policiais faziam as doações, a cúpula da Secretaria de Segurança Pública, convocou os PMs que se encontravam de folga para formaturas em suas companhias, tentando com isso desestabilizar a manifestação, afirmou Samuel em entrevista ao programa Liberdade sem Censura.

Quanto à noticia veiculada na imprensa de que os PMs foram expulsos do Hemose, Capitão Samuel disse que não houve isso. O que houve, segundo Samuel, foi que havia completado todos os reservatórios de sangue, porem o movimento foi tranqüilo, tanto que os policiais entraram em contato com uma ONG e continuaram as doações.

O presidente da Assomise disse que não há por parte da cúpula da SSP, interesse em acertar a situação da policia militar e melhorar a segurança do sergipano. “A cúpula da SSP não procura a associação para melhorar a segurança e diminuir a criminalidade”, desabafa Samuel.

A situação deve piorar nos próximos dias já que o governo não procura a classe para continuar a negociação. Nesta quarta feira, a mesa de negociação deveria procurar a Assomise para que fosse marcado uma nova data para se reunirem, porem isso não ocorreu.

Manifestações


Os policiais militares estarão neste sábado, às 21 horas, fazendo uma manifestação na Orla de Atalaia. Eles estarão fazendo a queima de Judas, e há quem diga, que o Judas será uma autoridade da SSP.

Vigília


Na próxima quinta feira (16), os militares farão uma vigília nas proximidades do palácio do governo, tentando com isso chamar a atenção do governador para que volte a negociar e chegar a um acordo com a classe.

Fonte: www.faxaju.com.br

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